Prêmio EDP nas artes abre exposição com finalistas hoje no Tomie Ohtake

Sara Não Tem Nome - Santa Eufemia (tríptico 2), 2012

Quem são os artistas: A lista de artistas da exposição compõe os finalistas do concurso, que são Bruno Rios, Daniel Lie, Felippe Moraes, Flavio Yoshida, Gabriel Torggler, Ismael Monticelli, Janaína Wagner, Pedro Gallego, Rodrigo Martins e Sara Não Tem Nome.

O que terá na exposição: Diferentes linguagens compõe a produção dos artistas finalistas.

Sobre o espaço: O Instituto Tomie Ohtake, erguido na mais importante cidade da América Latina, São Paulo, tem como proposta apresentar as novas tendências da arte nacional e internacional, além daquelas que são referências nos últimos 50 anos, coincidindo com o período de trabalho da artista plástica que dá nome ao espaço.

Quando? De 4 de outubro à 26 do mesmo mês.

Gabriel Torggler, Miney tenista vivendo no American Dream, 2013, Nanquim, ecoline, aquarela e têmpera sobre papel  

Gabriel Torggler - Miney tenista vivendo no American Dream, 2013

O Prêmio EDP nas artes teve 153 inscritos, dos quais 24 foram selecionados para entrevistas individuais via skype. A partir destas conversas, o júri (composto por Ana Luiza Bringuente; José Augusto Ribeiro; José Spaniol; Juliana Freire; Olívia Ardui e Virgílio Neto) selecionou 10 finalistas, dentre esses, todos estarão em exposição na instituição, mas apenas 3 serão os vencedores do prêmio.

Os vencedores serão anunciados no dia de abertura da mostra e receberão o acompanhamento de sua produção por um crítico durante o período de um ano. Além disso, o primeiro lugar receberá uma bolsa de dois meses no The Banff Centre (instituição canadense), o segundo uma viagem ao exterior pelo programa Dynamics Encountres e, o terceiro, cursos no Tomie Ohtake. 

O prêmio é uma grande experiência para jovens artistas, fato comprovado pelo depoimento de Virgílio Neto (vencedor da última edição): 

“Quanto ao Prêmio EDP, há duas coisas que são importantes destacar. Uma é ter o seu trabalho exposto para um júri, para pessoas que estão no sistema da arte, mostrar e conversar com essas pessoas. A outra é participar de uma exposição, principalmente no Instituto Tomie Ohtake, um lugar muito importante para o circuito e que dá visibilidade  nacional. Além disso, tem a troca e o diálogo com outros colegas artistas. Já Banff foi a primeira grande residência que fiz, nunca tinha ido para a América do Norte. Foram dois meses de contato íntimo com o meu trabalho, porque lá você fica isolado e com toda uma infra-estrutura disponível para produzir e pensar sobre a sua obra. Há um grande respeito ao artista. A exposição que fiz depois, pela Funarte, surgiu, em grande parte, a partir dessa residência, dessa experiência”.

Bruno Rios, Sonido Soneto, 2014, Monotipia, lápis dermatográfico

Bruno Rios - Sonido Soneto, 2014

Paulo Varella1241 Posts

<p>Estudou cinema na NTFS( UK), Administração de Empresas na FGV e Química na USP. Trabalhou com fotografia, cinema autoral e publicitário em Londres nos anos 90 e no Brasil desde então. Sua formação lhe conferiu entre muitas qualidades, uma expertise em estética da imagem, habilidade na administração de conteúdo e pessoas e conhecimento profundo sobre materiais.</p> <p> Por muito tempo Paulo participou do cenário da produção artística em Londres, Paris e Hamburgo de onde veio a inspiração para iniciar o Arteref no Brasil: Um local para unir pessoas com um mesmo interesse, a arte contemporânea. Faz o contato e organiza encontros com os curadores, artistas e colecionadores que representam o conteúdo do qual falamos no Arte Ref</p>

0 Comments

Leave a Comment

Login

Welcome! Login in to your account

Remember me Lost your password?

Lost Password