A dança popular, contemporânea e urbana no CRD/SP

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A dança popular, contemporânea e urbana no CRD/SP

dezembro 7 - dezembro 9

As danças popular, contemporânea e urbana

fazem o ‘Cartografia do Possível’, no CRDSP

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    Foto: Danilo Patzdorf (A Flor da Lua)

“Anjos Tortos”, criação do grupo Azougue – Laboratório de Experimentação Cênica, inspirada no artigo ‘Novos Anjos: Iluminações Profanas e Teatro em Caminhões’, do professor de antropologia social da Universidade de São Paulo (USP), John C. Dawsey; “A Flor da Lua”, solo de Marcus Moreno que fala sobre a passagem do tempo usando como metáfora a flor de um cacto, que desabrocha e dura apenas uma noite; e o Master Crews, o maior Festival de Breaking da América Latina, compõem a programação do Cartografia do Possível, do Centro de Referência da Dança (CRDSP), desta semana, respectivamente nos dias 7, 8 e 9/12 (quinta, sexta e sábado). A entrada é gratuita.

Em “Anjos Tortos”, trabalho dirigido por Alicio Amaral e Juliana Pardo, os artistas criadores André Simões, Carolina Moya, Cibele Mateus, Filipe Edmo e Piéra Varin, percorrem um dia na vida de cinco trabalhadores rurais – seus delírios e rituais, o sagrado, a brincadeira, a exaustão -, a partir das corporeidades e sonoridades do cavalo marinho e do  maracatu. Com direção musical e desenho de luz também de Alício Amaral, “Anjos Tortos” conta com a colaboração artística de John Dawsey e Fábio Soares da Silva, dramaturgia de Solange Dias, Juliana Pardo e Alício Amaral, e figurino e adereços  assinados por Eliseu Weide.

Para sua “A Flor da Lua”, Marcus Moreno busca inspiração na obra da artista e ilustradora botânica Margaret Mee, que em sua última expedição à Amazônia, aos 79 anos, finalmente pode acompanhar e registrar a Flor da Lua explodir para a vida em sua efêmera existência. Tal como a flor da lua nasce e perdura por uma única noite, a dança, em capítulos breves, vai se constituindo a partir do instante presente e se expande a caminho do encerro. Criado dentro do Programa de Residência Artística da Casa das Caldeiras, o trabalho conta com a colaboração cênica de Key Sawao, luz de Calu Zabel e trilha original do músico Manuel Pessôa de Lima.

De caráter expositivo e competitivo, o Master Crews foi criado por José Bispo de Assis, o “Bispo SB”, e Fernando Moratore “Mr-Fe”, em 2002. O evento, em sua última edição, teve a presença de mais de quatro mil pessoas que circularam pelas dependências do CRDSP em três dias de realização. Este ano, o Festival acontece o dia todo, com batalhas/shows individuais de dança, Encontro Nacional de representantes das Danças ligadas à Cultura Hip-Hop e Cyphers/Círculos de interação. Aberto à participação de todos, as inscrições começam às 10h e o evento se estende até às 19h.

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Serviço:

7/12, às 19h

“Anjos Tortos”, de Azougue – Laboratório de Experimentação Cênicai

Sala Ivonice Satie

Duração: 60  Minutos

Lotação: 60 lugares

Classificação indicativa: livre

 8/12, às 19h

“A Flor da Lua”, de Marcus Moreno

Sala Ivonice Satie

Duração: 40  Minutos

Lotação: 60 lugares

Classificação indicativa: Livre

 9/12, das 10h às 19h

“Master Crews”, Festrival de Breaking, de“Bispo SB” e “Mr-Fe”

Todas as dependências do CRDSP

Classificação indicativa: livre

Duração: 9 horas

 

Centro de Referência da Dança de São Paulo – CRDSP

Baixos do Viaduto do Chá, s/n – acesso pela Rua Formosa (próximo às estações Anhangabaú do Metro).

Informações: 32143249 | 953013769

Detalhes

Início:
dezembro 7
Final:
dezembro 9

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