Queer Museum, você ainda pode ver!

 

2017 comemora o aniversário do 50º aniversário da descriminalização parcial da homossexualidade masculina na Inglaterra e é uma ótimo motivo para uma festa. Por isso, existem inúmeras exposições, festivais, eventos ligados ao orgulho gay.

Como Clare Barlow, co-curadora do Queer Art 1861 – 1967, ressalta: “este é um momento para refletir-mos onde estamos como comunidade e entendermos de onde viemos”. Esta exposição emocionante, se encontra na Tate Britain de Londres até outubro de 2017. Ela procura “explorar todo um espectro das identidades gays que vemos hoje e também pode ser algo mais maravilhoso ou mais estranho  do que qualquer coisa que já imaginamos anteriormente”.

Self-Portrait, 1942 – Hannah Gluckstein

Esta é a primeira exposição de seu tipo e, como tal, oferece um desafio e uma oportunidade. Projetos anteriores sempre foram sobre a recuperação da identidade gay; aqui vemos homossexuais do passado, lésbicas e pessoas trans do passado.

Oscar Wilde 1881 – Robert Goodloe Harper Pennington

Para Barlow e seus colegas, sua abordagem foi diferente. “O princípio básico para a seleção era que o objeto em si deveria, de certo modo, conectar-se com vidas queer, experiências queer, perspectivas raras ou culturas estranhas, mas que a conexão deveria vir do próprio artista, explorando seus próprios desejos ou refletindo uma parte de sua identidade “, explica Barlow. “Nós fizemos o nosso melhor para incluir materiais que se relacionem com a maior variedade possível de experiências“. Seu esforço culminou com o Queer Art 1861 – 1967, documentando mais de um século de ativismo, expressão e progresso estranhos.

 

Link da exposição: QUEER BRITISH ART 1861–1967

 

 

Fonte: Tate, hiskind.com

Paulo Varella1208 Posts

Estudou cinema na NTFS( UK), Administração de Empresas na FGV e Química na USP. Trabalhou com fotografia, cinema autoral e publicitário em Londres nos anos 90 e no Brasil desde então. Sua formação lhe conferiu entre muitas qualidades, uma expertise em estética da imagem, habilidade na administração de conteúdo e pessoas e conhecimento profundo sobre materiais. Por muito tempo Paulo participou do cenário da produção artística em Londres, Paris e Hamburgo de onde veio a inspiração para iniciar o Arteref no Brasil: Um local para unir pessoas com um mesmo interesse, a arte contemporânea. Faz o contato e organiza encontros com os curadores, artistas e colecionadores que representam o conteúdo do qual falamos no Arte Ref

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