Veja quem estava na abertura de “Lágrimas de Ouro”

  • Alessandra FerrariAlessandra Ferrari
  • Aline Marques e Carla BallAline Marques e Carla Ball
  • Allann Seabra e Ian Duarte LucasAllann Seabra e Ian Duarte Lucas
  • Bianca Boeckel.2Bianca Boeckel
  • Camila Simon e Ugo PallaviciniCamila Simon e Ugo Pallavicini
  • Corrado VaroliCorrado Varoli
  • Dorinha Santos, Levindo e Joana SantosDorinha Santos, Levindo e Joana Santos
  • Dyousef FerreiraDyousef Ferreira
  • Espaço da Galeria VilaNova.3Espaço da Galeria VilaNova
  • Fernanda Baggio e Diane MarinhoFernanda Baggio e Diane Marinho
  • Fernanda Papa de Boer e Henrique Carvalho PintoFernanda Papa de Boer e Henrique Carvalho Pinto
  • Gleidys SalvanhaGleidys Salvanha
  • Helio Moreira FilhoHelio Moreira Filho
  • Heloisa e Claudio TrincanatoHeloisa e Claudio Trincanato
  • Hilton RibeiroHilton Ribeiro
  • Irene de AndradeIrene de Andrade
  • Jailce Benoit e Fabio GarciaJailce Benoit e Fabio Garcia
  • Jorge FeitosaJorge Feitosa
  • Kenia Zabka e Fernanda FernandesKenia Zabka e Fernanda Fernandes
  • Luca Fresnel MehlLuca Fresnel Mehl
  • Luiz MartinsLuiz Martins
  • Manolo CuanManolo Cuan
  • Manu, Cris e Elisa CondeManu, Cris e Elisa Conde
  • Marcelo Miranda e Fernando Costa e SilvaMarcelo Miranda e Fernando Costa e Silva
  • Newton Lima e Marcio Porto.2Newton Lima e Marcio Porto
  • Obra de Jorge FeitosaObra de Jorge Feitosa
  • Pedro Assumpção e Manoela CarranoPedro Assumpção e Manoela Carrano
  • Rodrigo Pavon e Rafael ZoliRodrigo Pavon e Rafael Zoli
  • Sarah Chofakian.2Sarah Chofakian
  • Udi Lagallina.2Udi Lagallina
  • Virgilio Neves.2Virgilio Neves

Galeria VilaNova iniciou seu calendário expositivo de 2018 com “Lágrimas de Ouro“, do artista visual Jorge Feitosa, sob curadoria de Bianca Boeckel. Por meio de doze fotografias, oito objetos/esculturas, dois vídeos-performance, uma instalação e um painel formado por vinte imagens, a mostra apresenta um mergulho nas emoções mais íntimas do artista e propõe reflexão sobre a memória do corpo, trazendo a tona questões como deslocamento, identidade e morte. 

 

Nasci em Porto Velho (RO) e me mudei para São Paulo ainda adolescente. Desde pequeno, quando saía com meu pai, costumava ficar sempre olhando para o lado de fora do carro para não perder nada do que se passava, e são algumas dessas imagens e paisagens que permanecem na minha memória, mesmo que fragmentadas.” Ao se aprofundar nessas lembranças ou fragmentos de memórias, Jorge Feitosa extrai de si tudo que há de mais íntimo e pessoal, como afetividades, deslocamentos, informações, emoções e sentimentos, dos quais resultam sua produção artística. Em “Lágrimas de Ouro“, o artista performa frente à câmera cenas advindas de seu próprio subconsciente e as fotografa, criando assim uma forte carga imagética e que, em alguns trabalhos, se aproxima da foto-performance. “Ao interagir com o meio, animais vivos e mortos e matérias orgânicas, suas fotografias e vídeos ganham genuinidade e textura – é como se embarcássemos juntos em suas viagens“, comenta Bianca Boeckel, curadora da exposição.  

 

A partir da pesquisa de imagens e fragmentos de memória, o artista dá início a um trabalho, revendo a origem dessas imagens. O próximo passo desse processo é sair a campo, geralmente entre São Paulo e Rondônia, onde tenta tornar física a inspiração estética que seu subconsciente buscou. Nas palavras de Ananda Carvalho, professora, crítica de arte e curadora: Jorge Feitosa reflete sobre as buscas de uma identidade mestiça. O artista nasceu e cresceu em Porto Velho (Rondônia), mas vive na cidade de São Paulo há mais de 30 anos. Mas, além das referências biográficas, seu trabalho procura discutir uma concepção ampliada entre as forças que interferem na constituição das subjetividades do indivíduo contemporâneo“. 

Paulo Varella1522 Posts

Estudou cinema na NTFS( UK), Administração de Empresas na FGV e Química na USP. Trabalhou com fotografia, cinema autoral e publicitário em Londres nos anos 90 e no Brasil desde então. Sua formação lhe conferiu entre muitas qualidades, uma expertise em estética da imagem, habilidade na administração de conteúdo e pessoas e conhecimento profundo sobre materiais. Por muito tempo Paulo participou do cenário da produção artística em Londres, Paris e Hamburgo de onde veio a inspiração para iniciar o Arteref no Brasil: Um local para unir pessoas com um mesmo interesse, a arte contemporânea. Faz o contato e organiza encontros com os curadores, artistas e colecionadores que representam o conteúdo do qual falamos no Arte Ref

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