Olívia Lambiasi: A união entre arte e moda

A arte fashion de Olívia Lambiasi, fotógrafa por formação e artista de natureza, como ela mesmo se define, vai muito além dos traços e cores marcantes. Ela garante: “A arte tem muito a ver com o estado de espírito, assim como a moda, e se a gente pode unir as duas coisas, eu acho genial!”.

Sua história com a arte começou ainda na infância. Sobrinha de Elizabeth e Eduardo Prado, artistas plásticos e maiores influências, Olívia coleciona trabalhos com acessórios de luxo, já presentes nos looks de ícones como Costanza Pascolato e Donata Meirelles; além de ter seus traços estampados em telas, esculturas, e até mesmo em um carro.

Em uma conversa descontraída com a artista, captamos a dedicação e inspiração depositadas nas peças Chanel, Gucci, Burkin, Hermès e mais:

Como nasceu a ligação arte & moda?

“Arte é uma coisa muito natural pra mim, estou ligada a ela desde que eu me entendo por gente, e apesar de sempre gostar de moda, nunca fui daquelas que fica seguindo tendência. Tudo o que fosse diferente e único, era o que eu queria vestir. Foi daí que surgiu a necessidade. Eu já estava pintando há um tempo, tinha as bolsas, e comecei a pensar em como eu poderia usar diferente. Foi quando passei a transforma-las em peças únicas.”

Inspiração + processo criativo

“Acho que inspiração está muito no ar, não é algo palpável. Tudo pra mim é válido e me inspira, desde uma cena bacana, uma vitrine, ou uma mulher bem vestida. Eu sempre ando com um caderninho na bolsa porque eu posso estar almoçando, por exemplo, e de repende tenho uma ideia. Mas definitivamente, quando estou viajando é meu momento mais criativo. “

Qual é seu maior objetivo com as obras?

“Talvez o meu maior objetivo seja conseguir tocar as pessoas. Quero transmitir muito amor, acho que estamos vivento uma época muito trágica. O mais fascinante pra mim, com certeza, é ver alguém olhando uma obra que eu fiz e aquilo ter feito ela lembrar, pensar ou se sentir bem.”

As cores, frases e desenhos:

“A obra depende muito do meu estado de espírito e do que estou sentindo. Normalmente quando as pessoas não estão se sentindo bem,  usam cores mais neutras, e se fecham mais. Comigo acontece o contrário! Quanto pior eu estiver me sentindo, mais cor, esperança, positividade e romance eu vou colocar no que estou criando.”

 

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Stephany Melo4 Posts

Estudante de jornalismo e dona do blog Garota da cidade. Apaixonada por moda, arte e tudo o que for vintage

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