Gil Vicente

Brasil, 1958

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Gil Vicente

Gil Vicente pratica diversas técnicas de desenho, pintura e gravura sob a orientação de Thereza Carmem Diniz, na Escolinha de Arte do Recife, onde também estuda gravura em metal com José de Barros. Faz desenho e pintura de observação nos ateliês livres da Universidade Federal de Pernambuco, orientado por Inaldo Medeiros, Lenira Regueira e Isidro Queralt Pratt. Em 1975 recebe o 1º Prêmio do Salão dos Novos, no Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco e, em 1977, o 1º Prêmio em Pintura no Salão de Artes Plásticas de Pernambuco.

Participa da fundação da Oficina Guaianases de Gravura (hoje integrada ao Centro de Artes da UFPE), convivendo com artistas mais experientes e produzindo litografias. Em 1978 realiza sua primeira mostra individual Pinturas, desenhos e gravuras, na Galeria Abelardo Rodrigues, no Recife.

Em seu período de formação é fortemente influenciado pelos artistas pernambucanos, principalmente José Cláudio e Francisco Brennand. Conclui o segundo grau escolar e dedica-se, desde então, exclusivamente às artes plásticas. Participa do 3º Salão Nacional, no Rio de Janeiro, onde também expõe litografias no Centro Cultural Cândido Mendes, juntamente com Luciano Pinheiro e Maria Tomaselli. Realiza a individual Pinturas e desenhos no Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco e participa da 2ª Mostra do Desenho Brasileiro, em Curitiba.

Como bolsista do governo francês, estuda no ateliê do artista Yankel, na Escola de Belas-Artes de Paris. De volta ao Brasil, recebe o Prêmio MEC/Funarte, no Salão de Artes Plásticas de Pernambuco. Participa do 5º e do 6º Salão Nacional, no MAM do Rio de Janeiro. É convidado para o Panorama da Arte Atual Brasileira, no Museu de Arte Moderna de São Paulo. Expõe pinturas em 1982 e 1984 na Galeria Futuro 25, no Recife. Expõe desenhos e litografias na Galeria Elf, em Belém. Pinta paisagens ao ar livre, semanalmente, com os artistas Gilvan Samico, Luciano Pinheiro e Guita Charifker.

Faz a individual Paisagens/Pinturas, na Galeria Futuro 25. Realiza retratos, em pintura e desenho, de diversos amigos artistas. Idealiza, edita e publica, com Renato Valle, Laura Buarque, Flávio Gadelha e Andréa Moreira, o jornal Edição de Arte, tablóide mensal que teve nove números. Expõe com Samico e José Barbosa na Galeria Estúdio A, no Recife. Viaja aos Estados Unidos, a convite do governo americano, para conhecer artistas, instituições e escolas de arte. Realiza com José Cláudio a mostra Saudades, no Museu do Estado de Pernambuco, com interpretações do quadro homônimo de Almeida Jr. Ilustra o livro de poesias A Mão e o Fuso, de Marilda Vasconcelos de Oliveira, sua mãe, que recebeu o Prêmio Manuel Bandeira, da União Brasileira de Escritores. Realiza a individual Guaches recentes, na Galeria Officina, em homenagem à Escolinha de Arte do Recife.

Participa do Atelier Coletivo, em Olinda, junto com outros artistas, onde faz xilogravura sob a orientação de Gilvan Samico. Expõe com o Atelier Coletivo em Recife, Olinda, Rio de Janeiro, Dinamarca e Alemanha. Realiza a individual Pinturas na Galeria Vicente do Rego Monteiro, da Fundação Joaquim Nabuco, e Naturezas-mortas/Pinturas na Galeria Futuro 25, no Recife. É homenageado na mostra O Papel da Arte, no Centro Cultural Bandepe, no Recife. É lançado o documentário em vídeo Gil Vicente – Ofício e Silêncio, de Grima Grimaldi e Paulo Macedônia, durante sua mostra Figuras/Pinturas, na Galeria Futuro 25, no Recife.

Expõe Pinturas com modelo na Galeria Paulo Darzé, em Salvador, e os desenhos da série Sessenta Cabeças na Galeria Nara Roesler, em São Paulo. Participa da mostra Vista Assim do Alto Mais Parece um Céu no Chão, curadoria de Agnaldo Farias no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Junto com outros artistas e críticos brasileiros, orienta oficinas no evento Arte em Movimento, no Sesc Pompéia, em São Paulo. Trabalha e expõe em Berlim no Workshop Brasil/Alemanha Contrapartida II. A exposição Sessenta Cabeças e Outros Desenhos é exibida no Núcleo de Arte Contemporânea, em João Pessoa, e no Museu de Arte Moderna da Bahia.

Sua exposição Desenhos é apresentada no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, em 1999, sendo exibida depois no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães, no Recife, e no Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul. Participa da mostra Nordestes, com curadoria de Moacir dos Anjos, no Sesc Pompéia, em São Paulo. A poeta e tradutora gaúcha Beatriz Viégas-Faria lança o livro Pampa Pernambucano (prêmio Açorianos), com poesias e textos inspirados em trabalhos de Gil Vicente. Inicia trabalho em fotografia, registrando pinturas e desenhos de rua, que exibe na III Bienal do Mercosul, em Porto Alegre. É convidado para a mostra A Poética da Morte na Cultura Brasileira, no Museu de Arte de Santa Catarina.

Participa da 25ª Bienal de São Paulo. Integra o programa de residência de artistas Faxinal das Artes, no Paraná e realiza a individual Desenhos na Galeria Stella Isaac, em Goiânia. Exibe o seu conjunto de desenhos da Bienal de São Paulo no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães, no Recife. Realiza a individual Alheio no Centro Cultural de São Francisco, em João Pessoa, no NAC/UFRN, em Natal, no Museu Metropolitano de Arte de Curitiba, na Galeria Espaço Universitário – UFES, Vitória, e no Instituto de Arte Contemporânea, em Recife. Em 2004, expõe Guaches recentes na Galeria Nara Roesler, em São Paulo, onde também participa da Paralela II. Integra a coletiva de abertura da Galeria Mariana Moura, em Recife. Participa, em João Pessoa, da II Bienal do Desenho, no Espaço Cultural, e da mostra Narrativas – Desenho Contemporâneo Brasileiro, no Centro Cultural de São Francisco.

Gil Vicente participa da mostra Doações 2001-2004, no Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães, em Recife. Em 2005 participa das exposições Pornografias, na Galeria Carmem De La Guerra, em Madri, e Afinidades Eletivas, em Campinas. Em dezembro do mesmo ano, realiza a individual Inimigos na Galeria Mariana Moura, em Recife. Em 2006, mostra a série Inimigos na Casa da Ribeira, em Natal e participa da exposição Primeira pessoa, no Itaú Cultural, em São Paulo. Em 2007, faz intervenção de rua com cartazes da série Inimigos na Galeria Cilindro, em Campina Grande, e realiza a mostra individual Suíte safada na Galeria Nara Roesler, em São Paulo, onde também participa do Panorama da Arte Brasileira, no Museu de Arte Moderna.

Em 2008 o Panorama da Arte Brasileira é exposto na Sala Alcalá 31, em Madri. Na mesma cidade participa da mostra Brasil Arte Contemporânea, organizada pelo Minc na feira ARCO’08. Ainda em 2008 realiza a mostra individual de pinturas Geometria adiada, na Galeria Mariana Moura, em Recife. Expõe a série Inimigos no Atelier Subterrânea, em Porto Alegre. Participa, com um dossiê de Inimigos, da mostra Nós x Vós x Gov – o que pode e o que não pode, no espaço NAVE, em Recife. Também faz parte da coletiva A metafísica do belo, na Galeria Nara Roesler, São Paulo.

Em 2010 expõe a série Inimigos e a série Suíte safada na 29ª Bienal de São Paulo.Exibe trabalhos em fotografia na coletiva Blue Connection, no Familia Montez, Frankfurt, e no MAC de Sorocaba, São Paulo, em 2010 e 2011. Ainda em 2011 exibe mais um doc da série Inimigos na mostra Fraigile Helden, no Familia Montez, em Frankfurt. Também mostra fotografias na exposição Figura, paisagem e natureza morta, com Renato Valle e Manoel Veiga nas galerias do SESC em Recife e Petrolina.

Em 2012 Gil Vicente realiza a mostra individual Geometrias na Galeria Mariana Moura, e a mostra Estudos e rabiscos no Museu Murilo La Greca, ambas em Recife. Em 2013 apresentou em Belo Horizonte a individual de nanquins Segunda parábola, na galeria Quadrum. Em 2014 participou da exposição Cães sem plumas, no MAMAM, e também da mostra Iberê Camargo Século XXI, na Fundação Iberê Camargo, Porto Alegre. Em 2014 recebe da Funarte o Prêmio de Artes Plásticas Marcantônio Vilaça – 7ª Edição, através do qual doou a série Inimigos ao Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães. Em 2015 participa da exposição coletiva Casa Cidade Mundo no Centro Cultural Hélio Oiticica, Rio de Janeiro.

http://www.gilvicente.com.br/cronologia.html

Cronologia

Prêmios
1975
1º Prêmio do Salão dos Novos, no Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco,
1977
1º Prêmio em Pintura no Salão de Artes Plásticas de Pernambuco,
Exposições individuais
1978
Pinturas, desenhos e gravuras, na Galeria Abelardo Rodrigues, no Recife,

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