quinta-feira, 13, dezembro

SP-ARTE: Perdeu a 13ª edição do festival? A gente conta como foi

Imagem acima: Artista Julio Le Parc |Foto Carol Merkler SP-ARTE: Perdeu a 13ª edição do festival? A gente conta como foi  Por Jaque Rocha Além de trazer à capital paulistana 130 importantes galerias do Brasil e do mundo, dentre elas muitas consideradas top 20 mundial, como a White Cube (Londres); a Franco Noero (Itália), a Pinakotheke (Brasil) e a Alexander Gray (Nova York), a 13ª edição da SP-Arte ficou marcada pelas ações paralelas que...

32ª Bienal: Incertezas e experimentações

A atual Bienal com o discutido tema Incerteza Viva é bem enxuta, as obras se conectam com as problemáticas ecológicas, sociais e políticas em clima de desavenças ideológicas. Predomina um fluxo experimental na maioria das propostas apresentadas, um dos pontos altos da mostra é a impactante obra de Frans Krajcberg, dando a impressão que a arte estará presente com...

Vai à Bienal? Conheça algumas obras da 32ª Bienal de SP

A 32ª Bienal de São Paulo – 'Incerteza viva' deu a largada no dia 07 de setembro (quarta-feira) de 2016, trazendo muitas novidades e uma programação multicultural incrível. Com curadoria de Jochen Volz e dos cocuradores Gabi Ngcobo (África do Sul), Júlia Rebouças (Brasil), Lars Bang Larsen (Dinamarca) e Sofía Olascoaga (México), a mostra acontece de 7 de setembro a 11 de...

Bienal 2016: Carolina Caycedo e suas obras que retratam as mudanças da natureza

1978, Londres, Reino Unido. Vive em La Jagua, Colômbia, e Los Angeles, Caifórnia, EUA Carolina Caycedo volta sua prática para a discussão de contextos impactados por grandes obras infraestruturais de caráter desenvolvimentista. Em sua pesquisa recente, analisa os danos ambientais e sociais atrelados à construção de barragens e ao controle dos cursos naturais da água. Por meio do envolvimento com...

Bienal 2016: Carla Filipe e suas intervenções em lugares abandonados ou em desuso

1973, Aveiro, Portugal. Vive em Porto, Portugal. A obra de Carla Filipe é composta a partir da apropriação de objetos e documentos, ou construída através da relação permeável entre objetos de arte, cultura popular e ativismo. Em sua pesquisa, a artista utiliza-se de materiais e elementos, como bandeiras, cartazes, jornais e artefatos ferroviários, assim como faz intervenções em lugares abandonados...

Montagem da Bienal 2016: entrevista com o artista Michael Linares

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1979, Bayamón, Porto Rico. Vive em San Juan, Porto Rico Michael Linares trabalha com instalação, vídeo, pintura e escultura. Sua obra volta-se, frequentemente, para a reflexão sobre o modo como um objeto pode vir a se tornar arte – ou deixar de ser arte. Linares investiga as narrativas artísticas mediante a prática da apropriação para resgatar propostas de outros artistas...

Bienal 2016: Ebony G. Patterson e suas obras que retratam a cultura e a violência em Kingston, Jamaica

1981, Kingston, Jamaica. Vive em Kingston e Lexington, Kentucky, EUA Ebony G. Patterson parte de referências da pintura para compor cenas e retratos que se relacionam com a cultura popular e o forte contexto de violência caraterístico de diversas comunidades em Kingston, Jamaica. Transitando por técnicas variadas, a artista tem a fotografia como primeira etapa na elaboração de suas composições....

Bienal 2016: Dineo Seshee Bopape e suas instalações inusitadas

Dineo Seshee Bopape 1981, Polokwane, África do Sul, Vive em Joanesburgo, África do Sul. Para a 32a Bienal, Dineo Seshee Bopape apresenta a instalação site-specific:indeed it may very well be the ___________ itself (2016). A obra é composta por estruturas de terra comprimida – distribuídas irregularmente e com diferentes tamanhos – sobre as quais objetos com forte carga emocional são...

Bienal 2016: Cristiano Lenhardt e o “mundo bicho”

Cristiano Lenhardt. 1975, Itaara, Rio Grande do Sul, Brasil. Vive em Recife, Pernambuco, Brasil. Com materiais ordinárias e olhar atento, Cristiano Lenhardt constrói um “mundo bicho”. Bicho porque investe no rudimentar, simples e pobre, à revelia de uma ideia de erudição que, para a civilização branca ocidental, costuma depender da riqueza. Bicho porque é mantido em situação selvagem, deseducado, alheio aos...

Bienal 2016: Gabriel Abrantes e a exploração da linguagem cinematográfica

Gabriel Abrantes explora a linguagem cinematográfica em sua produção de filmes e vídeos – os roteiriza, dirige, produz e neles ocasionalmente atua. Aborda temas históricos, sociais e políticos ao discutir questões pós-coloniais, de gênero e identidade. Suas obras criam camadas de leituras improváveis ao alterar narrativas tradicionais e tocam o absurdo, o folclore, o humor e a política. A...