Galeria Emma Thomas abriu, no último sábado, individual de Bruno Miguel

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Quem é o artista? Bruno Miguel, carioca, vive e trabalha no Rio. Com 33 anos, o artista é licenciado em Educação Artística, Artes Plásticas e Pintura pela Escola de Belas Artes da UFRJ, aonde foi professor em 2010. Desde 2011 é professor na EAV Parque Lage. Com diferentes individuais no Rio e em São Paulo, além de diversas coletivas, Bruno tem trabalhos nos acervos do MAR e das coleções de Gilberto Chateaubriand e Luiz Chrysostomo.

O que terá na exposição? Mais de trinta trabalhos inéditos de diferentes séries do artista estão expostos.

Sobre o espaço: A galeria Emma Thomas foi inaugurada em 2006 com o intuito de democratizar a arte contemporânea, modificando e adaptando as práticas do mercado a fim de aproximar a produção artística do público em geral. Em 2013 foi escolhida como a melhor galeria de São Paulo segundo a revista Época São Paulo e em 2012 ganhou o prêmio de Melhor Galeria Jovem em Buenos Aires, se constituindo cada vez mais como um grande polo de difusão e enriquecimento da arte contemporânea.

Quando? De 11 de outubro a 13 de novembro de 2014.

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A exposição “Todos à Mesa”, segunda individual de Bruno Miguel na Emma Thomas, traz novos trabalhos do artista e dá visualização à sua pesquisa com o uso de objetos cotidianos comprados em leilões de antiguidades e a mistura de suas estéticas com referências da cultura pop e midiática. Segundo Bruno, o uso de objetos adquiridos nestes circuitos de venda carrega uma nova concepção para seu trabalho, uma vez que os utensílios já foram testemunha do uso de outras diversas famílias.

“A origem da pesquisa para esta exposição é a pintura, uma forma de pensar a pintura a partir do que ela representa, discutindo o suporte. As obras ficam no limiar entre a escultura e a pintura”, afirma Bruno.

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“As obras nascem de colisões estéticas e camadas que revelam a relação única que o artista estabelece entre o material e a imagem. Bruno integra citações e imagens apropriadas nas obras que utilizam novos suportes para a pintura, dos quais vários são transformações matéricas dos objetos de seu estúdio.  Estas ações representam uma alternativa à abordagem tradicional da pintura”, analisa a curadora Mônica Espinel.

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