Artes Plásticas

Gravura Brasileira abre exposição de Sandra Lapage e Carlos Pileggi

Por Paulo Varella - fevereiro 7, 2015
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Trabalho de Sandra Lapage

Qual é a exposição? “Entre o Brilho da Pele e o Esforço do Amor”, de Sandra Lappage e Carlos Pileggi.

Quem são os artistas? Tendo como prerrogativas principais para sua criação a liberdade e a ato de experimentar, Sandra Lapage desenvolve trabalhos que exploram as mais diferentes possibilidades utilizando linguagens diversas. Também buscando uma extrema liberdade, Carlos Pileggi constrói sua pesquisa para avançar em diferentes suportes e mídias. Lidando com zines e impressões independentes, o artista explora o novo da fotocópia, a impressão e a mídia digital em consonância com os métodos tradicionais de impressão (gravura em metal, por exemplo).

O que terá na mostra? Fruto de residência na NARS Foundation (Nova Iorque), a exposição irá exibir os desdobramentos que tal período deu às produções dos artistas.

Sobre o espaço: A Gravura Brasileira é o único espaço de exposições no país dedicado somente à gravura. Contando com mais de cem exposições realizadas nos últimos 10 anos, ao longo do tempo a galeria tornou-se um centro de referência, fazendo, para tanto, a promoção de exposições de artistas jovens e consagrados, palestras, lançamentos de livros de artista e álbuns de gravuras.

Abertura: Sábado, 7 de fevereiro, das 10 às 14hras.

Período expositivo: De 7 de fevereiro a 7 de março de 2015.

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Trabalho de Carlos Pileggi

Nesta exposição serão observados os desdobramentos que os artistas tiveram em residência desenvolvida no último semestre de 2014. Sandra explora o espaço tridimensional com a xilogravura e Carlos une as técnicas clássicas e contemporâneas para criar seu trabalho que envolve “zines”, instalação e livro de artistas.

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Trabalho de Sandra Lapage

“Eu trabalho com a supressão de fronteiras em níveis diferentes: entre práticas artísticas, espaço bidimensional e escultórico, destruição e construção, interno e externo, identidades culturais e idiomas coexistentes, presente e passado.” explica Sandra Lapage.

Já Carlos, “…tendo a estética da “zine gráfica” como espinha dorsal para sua pesquisa poética, propõe a amplificação do formato tradicional de codex, ou livro de artista, para amplas instalações interativas que submergem e englobam o visitante.”

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Trabalho de Carlos Pileggi

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