Artes Plásticas

Instituto Figueiredo Ferraz recebe exibição da Coleção Itaú Cultural de Fotografia Brasileira

Por Paulo Varella - novembro 11, 2014
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Quem são os artistas? 32 artistas foram selecionados para a mostra. Reunindo fotografias modernas e contemporâneas, a exposição traz nomes como Cris Bierrenbach, Rodrigo Braga, Lenora de Barros, Paulo Nazareth, Marepe, Georges Radó e Geraldo de Barros.

O que terá na exposição? Terão 55 obras, datadas do final da década de 40 até hoje.

Sobre o espaço: O IFF (Instituto Figueiredo Ferraz) é um espaço concebido para difusão de arte e cultura. Localizado na cidade de Ribeirão Preto, em São Paulo, busca trazer à região discussões e debates sobre as mais importantes manifestações artísticas no cenário nacional e internacional. Para isso, o instituto conta com a coleção de Dulce e João Carlos Figueiredo Ferraz em caráter permanente e, para temporárias, se propõe a fazer exposições em parceria com as mais importantes instituições do país.

Quando? De 8 de novembro a 13 de dezembro de 2014.

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Exposição itinerante que já passou por cidades como Paris, Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Buenos Aires, Belém e Ceará, agora chegando em Ribeirão Preto, a mostra busca exibir o acervo de fotografias da coleção pertencente ao banco Itaú. Com curadoria de Eder Chiodetto, a seleção de trabalhos buscou criar um panorama relacionando diferentes décadas e usos da linguagem fotográfica, criando, apesar disso, um enfoque na produção experimental.

“Busquei reforçar, sobretudo, o caráter experimental de autores que ajudaram a fotografia a expandir seu repertório de representação e, nesse sentido, ecoam de forma muito instigante com a prestigiosa coleção de arte contemporânea brasileira do instituto”, explica Eder.

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Criando o paralelo entre o moderno e o contemporâneo, a exposição foi dividida em quatro salas expositivas as quais recebem destaques em 3 formatos: a relação com a paisagem urbana; o universo da subjetividade; e questionamentos acerca da representação resultando em trabalhos que ampliam as estratégias formais da fotografia. Diante destes temas podemos observar a continuidade deles em diferentes épocas sociais, mudando apenas a intensidade formal com que ela ocorre (como o crescimento urbano que ecoa na relação da fotografia com este) e seu formato material (com a ampliação tecnológicas das máquinas fotográficas).

Segundo o curador, a mostra é “uma maneira de salientar que a evolução de uma linguagem não se dá, necessariamente, de forma linear, mas em vertiginosas espirais desenhadas pelo tempo e pela cultura”.

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