A importância da escultura nas Bienais de arte

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Quem são os artistas?
Amilcar de Castro, Bruno Giorgi, Caciporé Torres, Domenico Calabrone, Francisco Stockinger, Frans Krajcberg, Gilberto Salvador, Sonia Ebling, Victor Brecheret e Yutaka Toyota.

O que terá na mostra?
Serão expostas 40 obras, sendo 5 esculturas de parede, 8 de chão e 27 sobre bases. A peça mais antiga data de 1930

Onde vai ser?
Galeria de Arte André (esculturas), endereço abaixo.

É um bom programa?
Sim.

Quando?
14 de setembro a 01 de outubro de 2016

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10 escultores de peso, brasileiros e os que escolheram o Brasil para viver e trabalhar, são recriados em exposição para relembrar o peso que a tridimensionalidade impunha nas Bienais Internacionais de Arte.

A resolução de mostrar a arte escultórica que povoou as rampas das Bienais Internacionais de São Paulo, em vários anos, foi puro saudosismo. Porque hoje o espaço que elas ocupam dentro de uma Bienal é praticamente nenhum, infelizmente. Novas artes e manifestações tomaram conta e se espalharam pelo pavilhão. Absolutamente nada contra, mas também existe o favoritismo da mescla das artes, da madeira, mármore, aço ou bronze, ao lado de artes digitais, resinas, instalações, plásticos, borrachas, silicones, vídeos e outros tantos.

Existe sim a necessidade de expressão dos artistas contemporâneos, mas não se deve deixar de lado as técnicas e as formas herdadas, o que é singular ao Pós-modernismo, como o citacionismo e a releitura. A era digital chegou para alargar os recursos da criação, trazendo magnífica abertura no que diz respeito a novas frentes artísticas, novas bases, conceitos, linguagens, cores e formas.

Expondo escultores Brasileiros e os que escolheram o Brasil para viver e criar, e que participaram de diversas Bienais de São Paulo, abrimos um olhar sobre a democracia nas artes, que sempre esteve presente, sem restrições, principalmente tratando-se de mostras internacionais.

Os artistas participantes da exposição “A importância da escultura nas Bienais de arte”

Amilcar de Castro (2ª Bienal, 1953 – 6ª Bienal, 1961 – 8ª Bienal, 1965 – 15ª Bienal, 1979 – Tradição e Ruptura, 1984 – 19ª Bienal, 1987 – 20ª Bienal, 1989 – Bienal Brasil Século XX, 1994
Brasil + 500, 2000)
Bruno Giorgi (1ª Bienal, 1951 – 2ª Bienal, 1953 (Prêmio melhor escultor brasileiro) – 4ª Bienal,1957)
Caciporé Torres (1ª Bienal (Prêmio Estudo na Europa), 1951 – 2ª Bienal, (Prêmio Aquisição), 1953 – 3ª Bienal, 1955 – 6ª Bienal, 1961 – 8ª Bienal (Prêmio Itamaraty), 1965 – 9ª Bienal, 1967- 13ª Bienal, 1975 – Bienal Brasil Século XX, 1994
Domenico Calabrone (7ª Bienal, 1963 – 8ª Bienal, 1965 – 9ª Bienal, 1967 – 11ª Bienal, 1971 – 13ª Bienal, 1975 – Tradição e Ruptura, 1984 – A Trama do Gosto, 1987 – 21ª Bienal, 1991)
Francisco Stockinger (6ª Bienal, 1961 – 7ª Bienal, 1963 – 8ª Bienal, 1965 – Tradição e Ruptura, 1984 – 18ª Bienal, 1985 – Bienal Brasil Século XX, 1994)
Frans Krajcberg (1ª Bienal, 1951 – 2ª Bienal, 1953 – 3ª Bienal, 1955 – 4ª Bienal, 1957 – 6ª Bienal,  1961 – 7ª Bienal, 1963 – 8ª Bienal, 1965 – 14ª Bienal, 1977 – 15ª Bienal, 1979 – 20ª Bienal, 1989 – Brasil + 500
Gilberto Salvador (9ª Bienal, 1967 – 10ª Bienal, 1969 – 14ª Bienal, 1977 – 1ª Bienal Latino-americana, 1978 – 18ª Bienal, 1985 – 21ª Bienal, 1991)
Sonia Ebling (1ª Bienal, 1951 – 2ª Bienal, 1953 – 3ª Bienal, 1955 – 5ª Bienal, 1959 – 8ª Bienal, 1965 – 9ª Bienal, 1967)
Victor Brecheret (1ª Bienal (Prêmio Escultura), 1951 – 2ª Bienal, 1953 – 3ª Bienal, 1955)
Yutaka Toyota (7ª Bienal, 1963 – 8ª Bienal, 1965 – 9ª Bienal, 1967 – 10ª Bienal, 1969 (Prêmio Itamaraty) – Tradição e Ruptura, 1984 – 19ª Bienal, 1987 – 20ª Bienal, 1989 – Brasil Século XX, 1994

SERVIÇO:
EXPOSIÇÃO “A importância da escultura nas Bienais de arte”
Curadoria:
Sonia Skroski – Chefe do Departamento de Imprensa e Relações Públicas da 20ª Bienal,1989 e 21ª Bienal, 1991
Data de abertura: 13 de Setembro às 20 horas, coquetel para convidados
Aberta ao público de 14 de setembro a 01 de outubro de 2016
Horário de Funcionamento: de 2ª à sexta-feira das 10 às 20 horas | sábados das 10 às 14 horas
As obras estão à venda.
O valor das obras varia de R$ 14.000,00 (múltiplos Sonia Ebling) a R$ 140.000,00 (Brecheret)
Endereço: Alameda Gabriel Monteiro da Silva, 1753   São Paulo, SP
Tel/Fax:
(11) 3064-2242 e 3082-8029
Acesso a deficientes facilitado  –  Entrada gratuita
www.galeriandre.com.br   –  escultura@galeriandre.com.br

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