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SUMMARY:Museu da República/Rj com novas exposições
DESCRIPTION:A partir do dia 26 de agosto\, a curadora Isabel Sanson Portella apresenta os novos trabalhos de João Magalhães e Jozias Benedicto\, na Galeria do Lago e no Coreto\, respectivamente. \nApós um hiato de sete anos sem expor individualmente\, João Magalhães lança seu olhar questionador com a exposição Pinturas\, ocupando a Galeria do Lago.  O preto\, branco e cinza roubam a cena em composições mínimas que dialogam sempre com o vazio e os limites do suporte. Nas telas\, João deixa impreterivelmente os vestígios de suas pinceladas\, tentando sempre situar-se num momento anterior\, no como esse objeto pode constituir-se em pintura. \n“Diante das obras apresentadas por João Magalhães\, o nosso pensamento sai em busca das questões suscitadas pelo artista. O que é pintura? O que pode ser pintura?”propõe Isabel Sanson Portella\, curadora. \nPara João Magalhães\, a visualidade final não é o resultado da procura da melhor forma\, mas sim apenas um meio para responder a solicitações e propor questões cuja execução tende a ser imediata e\, sempre que possível\, algo displicente. O seu interesse é pelo acaso\, pelo fortuito. Nas palavras do artista\, “mais do que a investigação das possibilidades que um determinado pensamento sobre pintura poderia gerar\, a imagem constituída é produto da curiosidade\, da experimentação\, da necessidade de me surpreender. Gostaria que minha pintura se desse como uma tentativa de atravessar a linguagem\, de não ter linguagem”. \n  \nJozias Benedicto pensou em \,Mesmo como uma performance site-specific para o Coreto\, nos jardins do Palácio do Catete. No dia 26 de agosto\, a atriz Dalila Duarte encarna o papel de noiva\, fazendo sua marcha pela aleia que vai até o Chafariz\, no caminho principal. \n“Na maioria dos ritos de passagem a água tem papel relevante\, e no casamento pode ser entendida como uma purificação\, uma lavagem e preparo para um novo momento da vida”\, explica o artista\, colocando a figura da noiva de branco no centro das atenções. Muda\, ela interage com os espectadores silenciosamente enquanto seu véu de 30 metros penetra numa máquina de escrever\, tal qual papel em branco. Aos poucos\, vai sendo arrastada para dentro da máquina onde o artista escreve seu texto\, indiferente ao que acontece. Quando o véu já está quase todo escrito\, a noiva é finalmente “libertada” pelo FIM. \n            “Tendo Marcel Duchamp\, um dos precursores da arte conceitual\, como referência\, sua obra ‘O grande vidro’ ou ‘A noiva despida pelos seus celibatários\, mesmo’ – que inspirou o nome da intervenção -\, Jozias Benedicto faz sua própria leitura\, resultando numa performance bastante reflexiva”\, afirma Isabel Portella. \nComo resíduos da performance\, permanecerão no Coreto a máquina de escrever e o vestido da noiva com o texto datilografado no véu de 30 metros de comprimento. Um vídeo em loop\, acompanhado pelo som das caixas acústicas\, exibirá o registro. \,Mesmo é uma das propostas do artista para um ciclo de performances denominado Escrita automática que explora questões como o papel do autor\, da memória\, os textos e a escrita. Jozias Benedicto\, que tem uma relação bastante íntima com a literatura\, sente-se bem à vontade para conduzir o espectador nessa jornada que perpassa a arte e o escrever. \n  \n\n\n\nPinturas – após um hiato de sete anos sem expor\, João Magalhães lança seu olhar questionador com suas pinturas. Local: Galeria do Lago. \n\,Mesmo – proposta do artista para um ciclo de performances denominado “Escrita automática”\, que explora questões como o papel do autor\, da memória\, os textos e a escrita. Local: Coreto. \nCuradoria: Isabel Sanson Portella \nAberto ao público: de 26 de agosto a 29 de outubro de 2017 \nMuseu da República \nRua do Catete\, 153\, Catete\, Rio de Janeiro \nTelefone: (21)2127-0334 \nHorário de funcionamento: \nDe terça a sexta das 10h às 12h e das 13h às 17h \nAos sábados\, domingos e feriados das 13h às 18h \nEntrada franca \nClassificação: Livre\n\n\n\n 
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SUMMARY:Nuno Ramos na Anita Schwartz Galeria/Rio
DESCRIPTION:Anita Schwartz Galeria de Arte apresenta a partir de 5 de setembro próximo a exposição “Grito e Paisagem”\, de Nuno Ramos (1960\, São Paulo)\, um dos mais celebrados artistas da cena contemporânea\, com pinturas e desenhos inéditos e recentes\, em grande formato. A mostra reúne no grande espaço térreo quatro pinturas com 1\,85m de altura e 2\,75m de largura\, e profundidade em torno de 30 centímetros. A quinta pintura é maior\, com 2\,75 de altura e 3\,70m de largura. Todas são feitas com vaselina\, cera de abelha\, pigmentos\, tinta a óleo\, tecidos\, plásticos e metais sobre madeira. \n  \nEsta é a primeira vez que Nuno Ramos mostra no Rio de Janeiro suas pinturas com vaselina e tinta a óleo\, em encáustica – técnica milenar de mistura a quente de pigmentos e cera – pesquisa que o destacou no cenário da arte nos anos 1980\, e que abandonou no final da década seguinte. A partir de então\, a produção de pintura do artista foi dedicada a seus “relevos”\, imensas massas de materiais diversos que se lançavam para fora do suporte em uma profundidade de até quatro metros – que pode ser vista na premiada individual “Mar Morto”\, na Anita Schwartz Galeria de Arte\, em 2009. \n  \nHá três anos\, a pintura voltou a ocupar o centro de seu interesse. Nuno Ramos retomou seu trabalho com encáustica e óleo. O resultado esteve em cinco pinturas mostradas na individual “Houyhnhnms”\, na Pinacoteca do Estado de São Paulo\, em 2015. Este processo se deu em continuidade a sua pesquisa da dádiva\, da oferenda\, da troca\, existente em sociedades primitivas\, que caracterizou a exposição “Um ensaio sobre a dádiva”\, na Fundação Iberê Camargo em 2014\, e que também permeou sua exposição “O globo da morte de tudo”\, realizada junto com o artista e parceiro Eduardo Climachauska\, na Anita Schwartz Galeria de Arte\, em 2012.  “Comecei a fazer um sistema de trocas entre as duas pinturas\, a com vaselina\, parafina e tinta a óleo\, e os relevos”\, conta Nuno.  “A pintura vinha pedindo para habitar de novo”. \n  \nOs trabalhos atuais\, nos quais está mergulhado desde dezembro do ano passado\, “são muito diferentes dos quadros originais\, dos anos 1980”\, mas retomam em alguma medida essa espécie de “pântano de origem\, um território onde as coisas afundam ou emergem\, que me caracteriza desde o início e ao qual de alguma foram ainda sou fiel”\, diz. “Agora tem muito mais cor. A outra pintura era mais monocromática\, diferenciando-se apenas pela matéria e pelos objetos incluídos. As atuais são já diferenciadas desde o início\, dada a presença da cor. Por isso\, de alguma forma\, apesar de bastante caóticas\, parecem talvez mais organizadas”. As camadas sucessivas de massa pictórica chegam a pesar 300 quilos\, e Nuno utiliza às vezes uma vassoura como unidade de pincelada dessa massa que atinge até 30 centímetros de profundidade\, a que acrescenta outros elementos como metais\, plásticos e tecidos. “Tem algo de uma paisagem literal\, feita mesmo de matéria\, uma exacerbação da matéria que precisa virar som\, virar onda\, grito\, meio como ‘O Grito’ de Munch”\, explica\, se referindo à icônica obra do pintor norueguês Edvard Munch (1863-1944). “Na verdade\, talvez pudesse caracterizar meu trabalho como um todo como uma tentativa obsessiva para surpreender essa transformação da matéria em sentido\, ou da paisagem em grito – por isso gostei tanto do título de Ungaretti.” \n  \nO título da exposição\, “Grito e Paisagem”\, faz referência à obra do poeta Giuseppe Ungaretti (1888-1970)\, um dos mais importantes do século 20. Filho de italianos\, nasceu em Alexandria\, no Egito\, e lecionou na USP entre 1936 a 1942\, tendo convivido com grandes intelectuais brasileiros da época. Foi em São Paulo que Ungaretti perdeu um filho de oito anos\, em decorrência de apendicite\, dor manifestada em alguns de seus lancinantes poemas. Em 1952\, Ungaretti publicou “Un grido e paesaggi” (“Um grito e paisagens”\, com ensaio de Piero Bigongiari e desenhos de Giorgio Morandi\, Editora Schwarz\, Milão). \n  \n“Adeus\, cavalo”\, o livro de ficção que Nuno Ramos lança em agosto\, pela Editora Iluminuras\, tem Ungaretti como personagem\, ao lado de Procópio Ferreira e Nelson Cavaquinho. \n  \nPara o artista\, sua produção atual representa um momento de convívio com uma questão original de todo o seu trabalho. Esta exposição na Anita Schwartz Galeria de Arte contrasta com a realizada no Centro Cultural Banco do Brasil de Belo Horizonte\, em 2016\, “O direito à preguiça”\, “que era mais política\, atual\, ardida”. “Estou vendo o que faço com a pintura\, essa substância que sempre esteve em mim\, e que estou recuperando\, mexendo neste pântano\, nesta matéria verdadeira e antiga para mim”\, diz. Nuno Ramos conta que este processo o tem deixado “loucamente alegre”. “A maior vingança\, todo mundo sabe\, é a alegria”\, afirma. \n  \nDESENHOS \nNuno Ramos destaca que nos últimos dez anos continuou desenhando muito\, mas que este é um processo “espontâneo e muito rápido” – “de 3 a 10 minutos” – muito diferente do tempo despendido em uma pintura. No segundo andar expositivo da galeria estarão desenhos da série “Rocha de gritos” (2017)\, em pastel\, grafite e carvão sobre papel\, também em grande formato. O nome da série vem de um verso de Ungaretti: “A vida mais não é\,/ Detida no fundo da garganta\,/ Que uma rocha de gritos” (“Tudo Perdi”\, na publicação “Daquela Estrela à Outra”\, tradução de Haroldo de Campos e Aurora F. Bernardini\, Editora Ateliê Editorial\, 2004). \n  \nSOBRE NUNO RAMOS \nNuno Ramos nasceu em 1960\, em São Paulo\, onde vive e trabalha. Formou-se em Filosofia pela Universidade de São Paulo em 1982. Artista plástico e escritor\, participou de várias bienais\, como a de Veneza\, em 1995\, onde foi o artista representante do pavilhão brasileiro\, e das edições de 1985\, 1989\, 1994 e 2010 da Bienal Internacional de São Paulo. Também integrou a 5ª Bienal do Mercosul\, em Porto Alegre\, em 2005\, e a 2ª Bienal de La Habana\, Havana\, em 1989. Outras mostras coletivas de destaque são em  “Moving – Norman Foster on Art”\, no Carré d’Art Museum\, Nîmes\, França\, em 2013\, e “First Escape and Rescue Plan for the Rhine-Main Region”\, na Künstlerhaus Mousonturm\, em Frankfurt\, Alemanha\, em 2014. \n  \nEntre suas exposições individuais\, destacam-se “Morte das Casas”\, Centro Cultural Banco do Brasil (2004); “Nuno Ramos”\, Instituto Cultural Tomie Ohtake (2006); “Mar Morto”\, Galeria Anita Schwarz\, Rio de Janeiro (2009)\, ganhadora do Prêmio Bravo! – Melhor exposição do ano; “Fruto Estranho”\, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (2010); “O globo da morte de tudo”\, em parceria com Eduardo Climachauska\, na Galeria Anita Schwartz\, no Rio de Janeiro e “3 Lamas (Ai\, pareciam eternas!)”\, na Galeria Celma Albuquerque\, em Belo Horizonte\,  em 2012; “Ensaio Sobre a Dádiva”\, na Fundação Iberê Camargo\, em Porto Alegre\, em 2014; e “Houyhnhnms”\, na Estação Pinacoteca em São Paulo\, em 2015. \n  \nGanhou diversos prêmios\, incluindo o Grand Award (pelo conjunto da obra) – da Barnett Newmann Foundation (2007). Ganhou\, como escritor\, os Prêmios Portugal Telecom dos anos 2009 (pelo livro “Ó”\, Melhor livro do ano) e 2012 (pelo livro “Junco”\, Melhor livro de Poesia). \nPublicou em 1993 o livro “Cujo”\, pela Editora 34; “Minha Fantasma” (edição de autor\, 2000); “O Pão do Corvo” (Editora 34\, 2001); “Ensaio Geral” (Editora Globo\, 2008); “Ó” (Editora Iluminuras\, 2009)\, ganhador do Prêmio Portugal Telecom de Literatura; “O Mau Vidraceiro” (Editora Globo\, 2010); “Nuno Ramos” (Editora Cobogó\, 2011); “Junco” (Editora Iluminuras\, 2011); e “Sermões” (Editora Iluminuras\, 2015). \n  \nPodemos encontrar ainda em sua produção gravuras\, pinturas\, fotografias\, instalações\, vídeos e canções. \n  \nServiço: Exposição “Nuno Ramos – Grito e Paisagem”  \nAnita Schwartz Galeria de Arte\, Rio \nAbertura: 5 de setembro de 2017\, às 19h \nAté 11 de novembro de 2017 \nEntrada Franca \nAnita Schwartz Galeria de Arte \nRua José Roberto Macedo Soares\, 30\, Gávea\, 22470-100\, Rio de Janeiro \nTelefones: 21.2274.3873 e 2540.6446 \nHorário: 10h às 20h\, de segunda a sexta\, e das 12h às 18h\, aos sábados \nEntrada franca \ngaleria@anitaschwartz.com.br \nwww.anitaschwartz.com.br
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SUMMARY:Adriana Varejão e Paula Rego na Carpintaria/RJ
DESCRIPTION:Adriana Varejão e Paula Rego\nlançamento_ 02/09/2017\, sábado\, 15-18h\nexposição_ 05/09/2017 a 04/11/2017\nUm diálogo instigante entre duas gigantes da pintura. A portuguesa Paula Rego e brasileira Adriana Varejão exibem lado a lado uma seleção de trabalhos na Carpintaria\, espaço da Fortes D’Aloia & Gabriel no Rio de Janeiro cuja vocação é promover exercícios amplos de pensamento\, estimulando o diálogo entre diferentes autores\, formas de expressão ou linguagem. Trata-se de um encontro singular que\, como num dueto\, permitirá ao público identificar sintonias e singularidades\, iluminando ainda mais suas poéticas\, seja pelo reconhecimento de afinidades seja pela revelação de contrastes. \nsegmento_ pintura \nlocal_\nCarpintaria\nRua Jardim Botânico 971 – Jardim Botânico\nRio de Janeiro / Rio de Janeiro / Brasil\n55-21-3875-5554\ninfo@fdag.com.br\nwww.fdag.com.br\nhorários_\nTerça a sexta\, das 11 às 20h; sábados\, das 11 às 19h
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SUMMARY:Göteborg Biennial programme: Veja (Inglês)
DESCRIPTION:Göteborg International Biennial for Contemporary Art 2017 announces its programme\, with exhibitions and multiple art projects around different sites in Gothenburg that discuss secularity in the 21st century \nGIBCA 2017: WheredoIendandyoubegin – On Secularity\n9th edition of Göteborg International Biennial for Contemporary Art\nCurated by Nav Haq \n9 September – 19 November 2017\nRöda Sten Konsthall and other venues\nGothenburg\, Sweden\nProfessional preview: Friday 8 September 2017 \n‘WheredoIendandyoubegin – On Secularity’ seeks to stimulate public discourse on a subject of contemporary social and political significance: What role should secularity have in society today? \nWith the participation of over fifty artists\, WheredoIendandyoubegin – On Secularity will be a multi-faceted event\, comprised of an exhibition of art and historic artefacts\, and numerous projects developed in different locations in Gothenburg. Exhibition displays and programmes will be presented at the Röda Sten Konsthall\, Göteborg Konsthall and other venues\, including Gothenburg City Library\, hosting an exhibition of film and video works from the Nordic Region titled We’re saying what you’re thinking\, primarily focused on the 1990s. An early-career survey of works by Jens Haaning is presented across several sites in the biennial.  \nRöda Sten Konsthall. Photo Hendrik Zeitler\, Courtesy of GIBCA \nBased on the principle of separation between religious belief (and non-belief) from the state\, Western liberal secularity strives to create the conditions that produce and protect four civic cornerstones: political and social equality\, minority rights\, religious freedom\, and the legal separation of private and public domains. Secularity\, not to be confused with atheism\, has played an essential role in society\, creating the conditions for regulating complex and often divisive areas of transaction\, including sexual freedom\, freedom of religion\, gender equality and freedom of expression. Yet in the midst of the geopolitical upheaval that has continued to take place since the beginning of the 21st century\, liberal secularity finds itself under acute pressure. Numerous profound questions emerge about the future. What happens to secularity during moments of crisis? How can we sustain freedoms – social\, sexual\, cultural or religious – in a situation of stark cultural differences? What do we mean by ‘belief’ today? Is it the state that is best positioned for defining secularity? If not\, who should? GIBCA 2017 seeks to engage with fundamental questions about Europe\, the formalisation of its values\, and the fine line between protection and violence. \nGIBCA 2017 is curated by Nav Haq\, Senior Curator at M HKA – Museum of Contemporary Art Antwerp whose research interests both as a curator and writer lie at the meeting points of culture and politics. \nGIBCA collaborates with Platform for Artistic Research in Sweden (PARSE) based at Valand Academy on a special issue of PARSE Journal considering the subject of Secularity. A catalogue documenting the biennial will also be published subsequently. \nRöda Sten Konsthall is the organiser of Göteborg International Biennial for Contemporary Art. \nPARTICIPATING ARTISTS \nAlexander Tovborg; Archivo F.X. in collaboration with Bassam El Baroni and Pedro G. Romero with the participation of Doris Hakim\, Yassine Chouati & Equipe Media; Basim Magdy; Dimitri Venkov; Etel Adnan; Fahd Burki; Fatma Bucak; Francesc Ruiz; Haegue Yang; Haseeb Ahmed & Daniel Baird; Hilma af Klint; Jens Haaning; Joakim Forsgren; Jonas Staal; The Kingdoms of Elgaland-Vargaland; Lawrence Abu Hamdan; Måns Wrange; Maddie Leach; Michèle Matyn; Olivia Plender; Public Movement; Riikka Kuoppala; Rose Borthwick; Santiago Mostyn; Saskia Holmkvist\, Ellen Nyman & Corina Oprea; Shilpa Gupta; Sille Storihle; and Vector. \nWe’re saying what you’re thinking – exhibition of moving image\nGothenburg City Library\nCatti Brandelius; Cecilia Lundqvist; Claes Söderquist; Dorinel Marc; Elin Magnusson; Ellen Nyman; Eva Linder; Guds söner / Sons of God (Leif Elggren/Kent Tankred); Jannicke Låker; Jesper Nordahl; Johan Tirén; Lene Adler Petersen & Bjørn Nørgaard; Lene Adler Petersen\, Bjørn Nørgaard & Henning Christiansen; Loulou Cherinet; and Marko Raat. \nEXHIBITION VENUES \nRöda Sten Konsthall / Göteborgs Konsthall / Gothenburg City Library / Elite Plaza Hotel / Gamlestaden-Hjällbo / Museum of Gothenburg / Myrorna / Klippan / Chalmers School of Technology / Masthuggskyrkan / Musiclovers Records / Götaplatsen / and other locations in Gothenburg \nOPENING WEEK PROGRAMME \nTuesday\, 5 September\nBRA 10 & GIBCA\nKonstepidemin\, 6pm-midnight\nArt bar with music\, food\, performance and artists talks \nWednesday\, 6 September\nInauguration of GIBCA’s satellite programme GIBCA Extended\nKastellgatan and Konstepidemin\, 6pm-midnight\nGallery night with openings\, music\, performance and the opening of the GIBCA Extended exhibition I want to believe \nFriday\, 8 September\nProfessional preview\nRegistration: Röda Sten Konsthall\, 10am-5pm\nOnly for accredited guests – apply here \nRelease for the special edition of PARSE Journal: Secularity\nIn collaboration with PARSE\, Valand Academy\nFolk\, 8pm-late \nSaturday\, 9 September\nOpening of WheredoIendandyoubegin: On Secularity\nInauguration: Röda Sten Konsthall\, 1pm\nAll venues\, 11am-6pm \nOpening party with Club Wonderland\nRöda Sten Konsthall & Restaurant\, 10pm-3am \nSunday\, 10 September\nGIBCA Extended\nArtist talks\, exhibitions and performance by Gothenburg-based artists\nKonstepidemin\, 11.30am-5pm \nFrom 8 September\, the work Debriefing Session\, by Public Movement\, will be available at Elite Plaza Hotel\, as a one to one encounter. For this reason\, pre-booking is essential. For further information and booking please access gibca.se. \nFor the full programme\, as well as further information about the the opening week please visit gibca.se.
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SUMMARY:Grande Sertão: Veredas no SESC Consolação
DESCRIPTION:INSTALAÇÃO/ESPETÁCULO – GRANDE SERTÃO: VEREDAS \nBia Lessa volta à obra-prima de Guimarães Rosa\, após 10 anos\, conduzindo o público por entre as veredas recriadas no Sesc Consolação\, em São Paulo\n“Contar é muito\, muito dificultoso“ \n“Carece de ter coragem…“ \n\nComo transpor ao palco uma leitura da maior obra literária brasileira do século XX? Mais que uma pergunta\, esta foi a missão da diretora teatral Bia Lessa ao decidir coisificar os universos contidos em Grande Sertão: Veredas\, de João Guimarães Rosa\, e as inúmeras possibilidades de análise do romance. A resposta é fruto de um processo que durou quatro meses de trabalho diário com o elenco e será revelada ao público\, no próximo dia 09  de setembro (sábado)\, em uma realização do Sesc São Paulo\, na área de convivência da unidade Consolação. Com o apoio do Ministério da Cultura\, através da Lei de Incentivo à Cultura\, o projeto conta com o patrocínio do Banco do Brasil\, da Globosat  e o apoio do Instituto E. \n\nNo elenco\, Caio Blat\, Luíza Lemmertz\, Luísa Arraes\, Leonardo Miggiorin\, Leon Góes\, Balbino de Paula\, Daniel Passi\, Elias de Castro\, Lucas Oranmian e Clara Lessa. Para dar vida ao mítico sertão\, Bia reuniu nomes como Egberto Gismonti (música)\, Camila Toledo (concepção espacial\, com a colaboração de Paulo Mendes da Rocha)\, Sylvie Leblanc (figurino) e Fernando Mello da Costa (adereços). A temporada paulista vai de 09 de setembro a 22 de Outubro. Após São Paulo\, o espetáculo segue para o Rio de Janeiro\, no Centro Cultural Banco do Brasil\, para temporada de janeiro a março de 2018. \n\n“Contar seguido\, alinhavado\, só mesmo sendo as coisas de rasa importância.“ \n\nBia conhece profundamente o Sertão de Guimarães Rosa. Ela levou o público para dentro da obra na inauguração do Museu da Língua Portuguesa (SP)\, em 2006. A exposição foi aclamada por onde passou. Agora\, ela convida a plateia a um mergulho fundo na epopeia narrada pelo jagunço Riobaldo (Caio Blat)\, que atravessa o sertão para combater seu maior inimigo\, Hermógenes (Leon Goes)\, fazer um pacto com o diabo e descobrir seu amor por Diadorim (Luíza Lemmertz). Trata-se de uma instalação\, visitada e experimentada pelo público diariamente na área de convivência do Sesc Consolação\, e o espetáculo\, encenado na mesma estrutura\, em 2 horas e 40 minutos de encenação ininterruptas\, com o elenco em cena permanentemente\, em que o público experimenta a dissolução das fronteiras entre início e fim do espetáculo; entre teatro\, cinema e artes plásticas; entre literatura e encenação. \n  \n“O teatro para mim é sagrado. Me dedico a ele de tempos em tempos\, não me sinto com capacidade de realizar espetáculos um após o outro. Me deparei com o Grande Sertão e ele se apoderou de mim mais uma vez. Quando montei a exposição\, algumas questões se apresentavam: a principal delas era como utilizar imagens sem que o significado do Sertão de Guimarães ficasse reduzido a um único lugar. A opção na época foi trabalhar apenas com palavras. No teatro\, essa questão volta a se impor: ‘o sertão está dentro da gente’. Nosso caminho foi realizar um trabalho onde homens\, animais e vegetais estabelecessem uma relação de diálogo sem supremacia entre eles. Não estamos exatamente no sertão\, mas num espaço “ecológico” e metafísico onde tudo cabe. Um espaço\, uma imagem\, que nos possibilita a experiência proposta pelo romance\, sem obviamente realizar o romance tal como é – fidelidade absoluta (todas as palavras ditas são de Guimarães Rosa)\, mas liberdade infinita\, visto que é apenas uma das leituras possíveis da riquíssima obra de Guimarães. Escolhemos não utilizar grandes efeitos ou recursos\, a não ser a valorização do universo sonoro dos espaços propostos pelo romance\, apenas os próprios atores”\, pontua a diretora. \n\n“O sertão está em toda parte“ \n\nA grande estrutura tubular concebida lembra um claustro\, uma gaiola. Instalada na área de convivência do Sesc Consolação\, também é\, ao mesmo tempo\, cenário de violentas batalhas e de reflexões profundas. Como instalação\, poderá ser visitada diariamente. 250 bonecos de feltro com tamanho humano\, criados pelo aderecista Fernando Mello da Costa\, confeccionados com apoio do Instituto-E / Osklen\, compõem uma imagem permanente: a cena da morte de Diadorim como um presépio\, passível da participação do público\, não só como espectador\, mas também como agente da ação\, ocupando o lugar da personagem. A trilha sonora completa a atmosfera do Grande Sertão: Veredas\, composta por três camadas: os ruídos e sons ambientes\, a música composta por Egberto Gismonti e a trilha sonora que representa nossa memória emotiva\, com músicas que fazem parte de nosso imaginário. Os figurinos são uma leitura do sertão\, sem regionalizá-lo – são personagens do mundo. \n\nEm um trabalho tão artesanal\, marca da diretora (que passou mais de 600 horas com o elenco\, em ensaios diários desde 01 de maio)\, e de grande esforço físico (a preparação corporal foi um dos aspectos indissociáveis do trabalho de direção\, com aulas de corpo por Amalia Lima diariamente durante os 4 meses de ensaio)\, a tecnologia foi fundamental para guiar o público em tantas veredas. Cada espectador usará fones de ouvido que permitirão escutar separadamente a trilha sonora\, as vozes dos atores\, os efeitos sonoros e sons ambientes\, levando-o a um nível inédito de interação com a dimensão sonora do espetáculo. Apesar de todos compartilharem o espaço na plateia\, cada um terá uma experiência única durante a apresentação. \n\n“Essas são as horas da gente. As outras\, de todo tempo\, são as horas de todos“ \n\n“No Grande Sertão há uma noção particular de tempo. A gente estreia dia 9 de setembro e ele segue acontecendo até o último dia da temporada\, pois a instalação continua se transformando\, o cenário vai estar em modificação continuamente\, a obra de Guimarães que acaba com o infinito“\, conclui Bia Lessa que dedica o trabalho a Violeta Arraes.  \n\nSINOPSE \n  \nEm montagem inédita na área de convivência do Sesc Consolação\, Bia Lessa propõe a um só tempo uma peça de teatro e uma instalação em sua adaptação do livro Grande Sertão: Veredas –matriz do moderno romance brasileiro e obra-prima de João Guimarães Rosa. A peça traz para o palco a saga do jagunço Riobaldo que atravessa o sertão para combater seu maior inimigo\, Hermógenes\, fazer o pacto com o diabo e viver seu amor por Diadorim. O cenário-instalação estará aberto à visitação do público. \n\nFICHA TÉCNICA \nConcepção\, Direção Geral\, Adaptação e Desenho de Luz – Bia Lessa \n  \nElenco – Balbino de Paula\,  Caio Blat\, Clara Lessa\, Daniel Passi\, Elias de Castro\, Luíza Lemmertz\, Leonardo Miggiorin\, Leon Góes e Luísa Arraes. \n\nConcepção Espacial – Camila Toledo\, com colaboração de Paulo Mendes da Rocha \nMúsica – Egbert Gismonti \nColaboração – Dany Roland \nDesenho de Som – Fernando Henna e Daniel Turini \nAdereços – Fernando Mello Da Costa \nFigurino – Sylvie Leblanc \nDesenho de Luz – Binho Schaefer \nProjeto de Audio – Marcio Pilot \nDiretor Assistente: Bruno Siniscalchi \nAssistente de Direção: Amália Lima \nDireção Executiva: Maria Duarte \nProdutor Executivo: Arlindo Hartz \nColaboração – Flora Sussekind\, Marília Rothier\, Silviano Santiago\, Ana Luiza Martins Costa\, Roberto Machado \nIdealização: 2+3 Produções Artísticas Ltda \nRealização: Sesc\, Ministério da Cultura\, Lei de Incentivo à Cultura. \nPatrocínio Master: Banco do Brasil \nPatrocínio: Globosat. \nApoio: Instituto-E \n\nAgradecimento especial à viúva do Autor\, a quem a obra foi dedicada\, Aracy Moebius de Carvalho Guimarães Rosa\, à Nonada Cultural e a Tess Advogados. \n© Nonada Cultural Ltda. \n\nSERVIÇO – GRANDE SERTÃO: VEREDAS \nDe 9 de setembro a 22 de outubro \nLocal: Sesc Consolação – Rua Doutor Vila Nova\, 245 – Vila Buarque\, São Paulo \n  \nEspetáculo \nEstreia: 9 de setembro (sábado)\, às 20h30 \nHorários: Quintas a sábados e feriado\, às 20h30. Domingos\, às 18h30 \nDuração: 160 minutos \nIngressos: R$40\,00. R$20\,00 (meia-entrada: estudante\, servidor de escola pública\, +60 anos\, aposentado e pessoa com deficiência). R$12\,00 (credencial plena: trabalhador no comércio de bens\, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes). Ingressos à venda pelo Portal sescsp.org.br a partir das 18h de 29/8  e nas bilheterias do Sesc São Paulo a partir das 17h30 do dia 30/8. \nCapacidade: 160 espectadores \nClassificação: 18 anos \n  \nInstalação \nVisitação livre: a partir de 11 de setembro. \nHorários: Segunda a quarta\, 11h às 21h30. Quintas e sextas\, 11h às 19h30. Sábados\, 10h30 às 19h. \nCapacidade: 100 pessoas \nClassificação: livre \n  \nBIA LESSA – Bia Lessa é uma artista multifacetada\, cineasta\, diretora de teatro e ópera\, exposições\, ganhadora de vários prêmios. Suas obras são exibidas em vários países\, como Alemanha\, França e EUA. Criadora do Pavilhão Brasileiro na Expo 2000 em Hannover\, Mostra Redescobrimento na Bienal SP\, Reabertura do Theatro Municipal do Rio de Janeiro com a ópera Il Trovattore\, Pavilhão Humanidades 2012 (Rio + 20)\, reinauguração dos painéis Guerra e Paz de Candido Portinari na ONU em NY. No cinema\, dirigiu os filmes CREDE-MI mostrado em festivais internacionais (Berlim\, Biarritz\, Nova Iorque\, Jerusalem\, Brisbane\, Minsk\, entre outros).
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SUMMARY:Natureza Concreta na CAIXA Cultural Rio de Janeiro
DESCRIPTION:EXPOSIÇÃO NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO DISCUTE RELAÇÃO DOS SERES HUMANOS COM O MEIO AMBIENTE \n  \nNatureza Concreta exibe fotografias\, vídeos e instalações de 17 artistas e grupos brasileiros \n  \nA CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta\, de 9 de setembro a 12 de novembro de 2017\, a exposição Natureza Concreta\, que discute e aprofunda um tema de interesse permanente na arte\, na ciência e na filosofia: as relações dos seres humanos com a natureza e o mundo que os cerca. Entre fotografias\, vídeos e instalações em formatos variados\, serão apresentadas 94 obras de 17 artistas e grupos brasileiros. O projeto tem curadoria de Mauro Trindade e patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal. \n  \nParticipam da exposição: Alexandre Sant’Anna\, Ana Quintella & Talitha Rossi\, Ana Stewart\, Bruno Veiga\, Cássio Vasconcellos\, Claudia Jaguaribe\, Gilvan Barreto\, Greice Rosa & Grupo A CASA\, Hugo Denizard\, Iatã Cannabrava\, José Diniz\, Luiz Baltar\, Marco Antonio Portela\, Pedro Motta\, Rogério Faisal e Rogério Reis. Em todos\, há uma preocupação permanente com a relação entre o homem e o meio ambiente\, um tema cada vez mais redescoberto na fotografia contemporânea e que se volta para as próprias origens da arte fotográfica.  \nOs trabalhos oferecem a oportunidade de se discutir temas como cidades\, habitação\, mobilidade\, ecologia e sustentabilidade\, economia e tecnologia\, e história e transcendência\, sempre colocando o ser humano em perspectiva. “Através das obras de alguns dos maiores nomes da fotografia contemporânea brasileira\, a exposiçãoNatureza Concreta propõe uma ampla reflexão a respeito dos limites entre natureza e cultura\, objetividade e subjetividade. Os trabalhos operam em um campo ampliado da fotografia\, que inclui impressões em materiais variados\, vídeos e instalações”\, comenta o curador Mauro Trindade. \nNa exposição\, o público poderá conferir\, por exemplo\, as fotos inéditas de Alexandre Sant’Anna que renovam o olhar sobre a Amazônia\, superando o modelo exótico e colorido da região; as imagens noturnas de Cássio Vasconcellos\, reveladoras da serialização da sociedade contemporânea; a série Quando Eu Vi – Bibliotecas\, de Claudia Jaguaribe\, que propõe uma revisão do conceito de paisagem natural; a série Parques\, de Rogério Faisal\, que confronta o vazio urbano; e as imagens de pacientes psiquiátricos e travestis de Hugo Denizard.  \nAtividades extras: \n\nNo dia 16 de setembro (sábado)\, às 15h\, o curador Mauro Trindade realiza uma visita guiada aberta ao público\, com lançamento do catálogo da exposição.  \nE no dia 28 de outubro (sábado)\, às 15h\, o curador e alguns artistas recebem o público para um bate-papo gratuito. Os ingressos para esta atividade serão distribuídos 30 minutos antes na bilheteria da CAIXA Cultural. \nOutras informações podem ser acessadas na página da exposição no Facebook pelo link www.facebook.com/naturezaconcretaexposicao \n  \nServiço: \nExposição Natureza Concreta \nLocal: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Galeria 4 \nEndereço: Av. Almirante Barroso\, 25\, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca) \nTelefone: (21) 3980-3815 \nData: de 9 de setembro a 12 de novembro de 2017 \nHorário: de terça-feira a domingo\, das 10h às 21h \nClassificação Indicativa: 12 anos \nEntrada franca \nAcesso para pessoas com deficiência \nPatrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal
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SUMMARY:Natureza Concreta na Caixa Cultural/RJ
DESCRIPTION:EXPOSIÇÃO NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO DISCUTE RELAÇÃO DOS SERES HUMANOS COM O MEIO AMBIENTE \n  \nNatureza Concreta exibe fotografias\, vídeos e instalações de 17 artistas e grupos brasileiros \n  \nA CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta\, de 9 de setembro a 12 de novembro de 2017\, a exposição Natureza Concreta\, que discute e aprofunda um tema de interesse permanente na arte\, na ciência e na filosofia: as relações dos seres humanos com a natureza e o mundo que os cerca. Entre fotografias\, vídeos e instalações em formatos variados\, serão apresentadas 94 obras de 17 artistas e grupos brasileiros. O projeto tem curadoria de Mauro Trindade e patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal. \n  \nParticipam da exposição: Alexandre Sant’Anna\, Ana Quintella & Talitha Rossi\, Ana Stewart\, Bruno Veiga\, Cássio Vasconcellos\, Claudia Jaguaribe\, Gilvan Barreto\, Greice Rosa & Grupo A CASA\, Hugo Denizard\, Iatã Cannabrava\, José Diniz\, Luiz Baltar\, Marco Antonio Portela\, Pedro Motta\, Rogério Faisal e Rogério Reis. Em todos\, há uma preocupação permanente com a relação entre o homem e o meio ambiente\, um tema cada vez mais redescoberto na fotografia contemporânea e que se volta para as próprias origens da arte fotográfica.  \nOs trabalhos oferecem a oportunidade de se discutir temas como cidades\, habitação\, mobilidade\, ecologia e sustentabilidade\, economia e tecnologia\, e história e transcendência\, sempre colocando o ser humano em perspectiva. “Através das obras de alguns dos maiores nomes da fotografia contemporânea brasileira\, a exposição Natureza Concreta propõe uma ampla reflexão a respeito dos limites entre natureza e cultura\, objetividade e subjetividade. Os trabalhos operam em um campo ampliado da fotografia\, que inclui impressões em materiais variados\, vídeos e instalações”\, comenta o curador Mauro Trindade. \nNa exposição\, o público poderá conferir\, por exemplo\, as fotos inéditas de Alexandre Sant’Anna que renovam o olhar sobre a Amazônia\, superando o modelo exótico e colorido da região; as imagens noturnas de Cássio Vasconcellos\, reveladoras da serialização da sociedade contemporânea; a série Quando Eu Vi – Bibliotecas\, de Claudia Jaguaribe\, que propõe uma revisão do conceito de paisagem natural; a série Parques\, de Rogério Faisal\, que confronta o vazio urbano; e as imagens de pacientes psiquiátricos e travestis de Hugo Denizard.  \nAtividades extras: \n\nNo dia 16 de setembro (sábado)\, às 15h\, o curador Mauro Trindade realiza uma visita guiada aberta ao público\, com lançamento do catálogo da exposição.  \nE no dia 28 de outubro (sábado)\, às 15h\, o curador e alguns artistas recebem o público para um bate-papo gratuito. Os ingressos para esta atividade serão distribuídos 30 minutos antes na bilheteria da CAIXA Cultural. \nOutras informações podem ser acessadas na página da exposição no Facebook pelo link www.facebook.com/naturezaconcretaexposica \n  \nServiço: \nExposição Natureza Concreta \nLocal: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Galeria 4 \nEndereço: Av. Almirante Barroso\, 25\, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca) \nTelefone: (21) 3980-3815 \nData: de 9 de setembro a 12 de novembro de 2017 \nHorário: de terça-feira a domingo\, das 10h às 21h \nClassificação Indicativa: 12 anos \nEntrada franca \nAcesso para pessoas com deficiência \nPatrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal \nAssessoria de Imprensa: \nClaudia Oliveira – claudiamac.oliveira@gmail.com  | (21) 2512-5742 | (21) 98799-5742 \n\nMariana Bezerra Cavalcanti – maribezerra1@hotmail.com | (21) 98447-4735 | 98167-3273 \n\nAssessoria de Imprensa da CAIXA Cultural Rio de Janeiro (RJ) \n(21) 3980-3096 / 4097 \nwww.caixacultural.gov.br | @imprensaCAIXA \nhttps://www.facebook.com/CaixaCulturalRioDeJaneiro
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SUMMARY:Álbum de Família no MIS
DESCRIPTION:MIS inaugura Álbum de Família\, quarta mostra do programa Nova Fotografia 2017 \n  \nSérie do fotógrafo Lucas Rafael retrata a simplicidade de uma família do interior paulista que\, em pleno século XXI\, vive em situação extremamente precária. A abertura da exposição acontece no dia 14 de setembro\, com entrada gratuita \n  \nNo dia 14 de setembro\, quinta-feira\, às 19h\, o MIS\, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo\, inaugura a quarta exposição do programa Nova Fotografia 2017: Álbum de Família\, de Lucas Rafael. A mostra segue em cartaz até o dia 29 de outubro e tem entrada gratuita\, no Espaço Nicho do Museu. \n  \nDesde 2015\, o fotógrafo paulista retrata a simplicidade da rotina de uma zona rural localizada a 30 km de Pirassununga\, no interior de São Paulo. O projeto de Lucas Rafael visa mostrar a vivência e os costumes de famílias que\, em pleno em século XXI\, vivem em situações extremamente precárias. Brasileiros afastados da urbanização e privados de recursos tecnológicos e públicos\, em uma situação em que a maioria das pessoas não consegue nem sequer imaginar-se. \n  \nPara a série Álbum de Família\, ele selecionou imagens do dia a dia da família Costa Freitas\, composta por 11 membros. As fotografias visam elevá-los a um grau de dignidade social ao qual os próprios nunca imaginaram pertencer. O âmago de Álbum de Família está em sentir-se em casa e busca trazer nostalgia\, simplicidade\, laço e sangue. \n  \nSobre o fotógrafo \nNatural da cidade de Leme\, interior de SP\, Lucas Rafael da Silva é formado em Processos Fotográficos pela Escola Técnica Deputado Salim Sedeh. Foi selecionado pela Convocatória Nova Fotografia do MIS de São Paulo em 2016\, e com trabalho publicado na 2ª Edição da Revista PBMAG\, e também na Vice Brasil. Atualmente é membro e contribui para o projeto @everydaybrasil no Instagram\, onde\, em parceria com a @everydaygolshahr\, participou da exposição coletiva ‘’A família do homem’’ na Andishe Gallery – Afeghanistan House Art in Golshahr\, no Irã. Também fez parte da mostra coletiva Mosaicografia em Porto Alegre em 2016. \n  \nSobre o Nova Fotografia \nCriado em 2011\, o Nova Fotografia é um projeto anual do Museu da Imagem e do Som que busca criar um espaço permanente para exposição de fotografias de artistas promissores que se distinguem pela qualidade e inovação do seu trabalho. A cada ano\, seis séries de imagens são escolhidas por meio de convocatória e expostas no Museu. \n  \nServiço \n  \nNOVA FOTOGRAFIA | Álbum de família\, de Lucas Rafael \nABERTURA 14.09.2017\, quinta-feira\, às 19h \nDATA 15.09 a 29.10 \nHORÁRIO terças a sábado das 10h às 21h; domingos e feriados das 9h às 19h\nLOCAL Nicho\nINGRESSO Gratuito\nCLASSIFICAÇÃO Livre
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SUMMARY:Flutuações na Fundação Eva Klabin/RJ
DESCRIPTION:Arthur Bispo do Rosário – Flutuações \nCuradoria de Marcio Doctors\nlançamento: 14/09/2017\, quinta-feira\, 19h\nexposição: 15/09/2017 a 14/01/2018\nA Eva Klabin traz de volta à Zona Sul obras de Arthur Bispo do Rosário. Em Flutuações\, nada na Casa será tirado do lugar e as obras de Bispo do Rosário não encostarão em nenhum objeto já presente. As doze obras selecionadas ficarão suspensas\, como se estivessem flutuando\, espalhadas pela sala renascença\, hall principal\, sala inglesa\, sala de jantar\, sala verde\, quarto de dormir\, closet e banheiro. No auditório com capacidade para 80 pessoas\, será exibido o filme O Prisioneiro da Passagem (Hugo Denizart\, 1982)\, onde é possível conferir depoimentos e imagens exclusivas de Bispo do Rosário. \nFundação Eva Klabin\nAvenida Epitácio Pessoa 2480 – Lagoa\nRio de Janeiro / Rio de Janeiro / Brasil\n55-21-3202-8550\ncultura@evaklabin.org.br\nhttp://www.evaklabin.org.br\nTerça a domingo\, visitas guiadas 14-18h
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SUMMARY:Rodrigo Sassi no Centro Cultural São Paulo
DESCRIPTION:O Centro Cultural São Paulo tem o prazer de apresentar\, a partir de 16 de setembro\, “Mesmo com Dias Maiores que o Normal”\, uma instalação criada pelo artista Rodrigo Sassi\, especialmente para o espaço. Contemplada pelo Proac\, a obra tem como objetivo criar releituras de concreto armado com um sistema de auto-iluminação\, produzindo sombras que agregam forma e volume ao conjunto escultórico. \nA relação entre arte e cidade se condensa e se confunde na produção de Sassi\, marcada pelo desenvolvimento e pela prática de poéticas visuais que permeiam o cenário urbano\, a arquitetura e a construção civil. Tendo a madeira e o concreto armado como matérias-primas\, o artista busca retratar o descontrole e a expansão das grandes metrópoles\, transformando tais materiais em arquiteturas livres que se expandem e se contorcem em possibilidades\, assim como as cidades. \nNesta obra inédita\, as madeiras que antes foram usadas na fabricação de fôrmas de concreto armado para a construção de edifícios ganham movimento e sinuosidade. O concreto que preenche seu interior faz companhia a conduites de fiação elétrica\, levando energia para holofotes distribuídos estrategicamente pela obra. Apropriando-se de técnicas e materiais da construção civil\, a obra “Mesmo com Dias Maiores que o Normal” cria uma sensação de leveza que se contrasta com a brutalidade e rigidez da madeira e do concreto. O movimento das curvas e a iluminação formam um jogo de luzes e sombras que desenham o espaço. \nRealizado ao longo de 8 semanas\, o processo de produção deste trabalho é exibido em um vídeo em time lapse\, que completa a exposição e registra o processo  de criação da obra e de transformação desses materiais. \nServiço: \n“Mesmo com Dias Maiores que o Normal”\, de Rodrigo Sassi \nAbertura: 16 de setembro \nPeríodo expositivo: 16 de setembro a 26 de novembro de 2017 \nBate-papo e visita guiada com o artista e o curador: à definir \nCentro Cultural São Paulo \nParaíso: r. Vergueiro\, 1.000\, tel. (11) 3397-4002. Ter. a sex.\, 10h/20h; sáb. e dom.\, 10h/18h. www.centrocultural.sp.gov.br
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SUMMARY:Pop Art Mundial na galeria Houssein
DESCRIPTION:A Galeria Houssein Jarouche exibe “Frauenpower“\, com curadoria de Paulo Azeco e 32 obras de diversos artistas que estão relacionados ao universo da Pop Art\, como Andy Warhol\, Anna Maria Maiolino\, Barbara Wagner\, Claudio Tozzi\, Ivan Serpa\, Marina Abramović\, Nelson Leirner\, entre outros. A mostra busca resgatar um percurso histórico das representações visuais da mulher\, a partir das vanguardas da década de 1960\, e discutir a idealização do corpo feminino\, a criação de padrões estéticos\, considerando os aspectos sociais e antropológicos dessas imagens.  \n\n\n  \n\n\nAo longo da década de 1970\, a artista austríaca (radicada em NY) Kiki Kogelnik desenvolveu a série “Woman“\, na qual formulava críticas sobre a imagem feminina tal qual era retratada na publicidade da época – ora frágil\, ora sexualizada –\, em trabalhos discretamente feministas\, irônicos e com forte carga imagética Pop. Reconhecendo a arte como veículo de significação e comunicação visual\, “Frauenpower” – expressão alemã utilizada para designar poder feminino – nasce de uma pesquisa sobre a produção desta artista\, no intuito de investigar a figura da mulher e a influência da mídia na construção de um imaginário do corpo feminino.  \n\n\n  \n\n\nArquétipo da Vênus de Botticelli\, o ideal de beleza e perfeição surge como referência para a construção dos processos de auto-imagem e consequente afirmação e negação. Este conceito é visto nos trabalhos de Marina Abramović\, Sandra Gamarra e Lenora de Barros\, os quais depositam\, na figura da musa\, seu contraponto. Além da imagem\, o consumo também é abordado\, no que se refere à objetivação dos corpos\, sexualização e misoginia\, além da influência imagética feminina sobre a figura masculina\, levando à transcendência de limitações de gênero – como se observa também nas obras de Vânia Toledo\, Nan Goldin e Carlos Vergara.   \n\n\n  \n\n\nNas palavras do curador Paulo Azeco: “Por fim\, não se trata de uma mostra com cunho feminista\, e sim uma celebração da força visual da mulher. Entender o encantamento que fez dessa figuração um dos principais temas de toda a História da Arte\, analisando um espectro mais profundo que apenas a beleza do retrato“. \n\n\nExposição: “Frauenpower“  \n\n\nArtistas: Alex Katz\, Allan D’Arcangelo\, Andy Warhol\, Anna Maria Maiolino\, Barbara Wagner\, Bob Wolfenson\, Carlos Dadorian\, Carlos Vergara\, Cibelle Cavalli Bastos\, Claudia Guimarães\, Claudio Tozzi\, Delima Medeiros\, Ivan Serpa\, Kiki Kogelnik\, Lenora de Barros\, Marina Abramović\, Mel Ramos\, Nan Goldin\, Nelson Leirner\, Russel Young\, Tracey Emin\, Vânia Toledo  \n\n\nCuradoria: Paulo Azeco  \n\n\nAbertura: 16 de setembro de 2017\, sábado\, das 10 às 17h  \n\n\nPeríodo: 18 de setembro a 18 de novembro de 2017  \n\n\nLocal: Galeria Houssein Jarouche – www.galeriahousseinjarouche.com  \n\n\nEndereço: Rua Estados Unidos\, 2.205 – Jardim América – São Paulo/SP  \n\n\nTelefone: +55 (11) 3061-0690  \n\n\nHorários: Segunda a sexta-feira\, das 10 às 19h / Sábado\, das 10 às 17h
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SUMMARY:Skellig no Sesc Pompeia
DESCRIPTION:Estreia dia 16 de setembro de 2017\, no Sesc Pompeia\, em São Paulo\, o mais novo espetáculo da Cia Simples\, dirigido por Cristiane Paoli Quito: Skellig\, da obra do britânico David Almond. Desde 2012\, a Cia Simples busca colocar a literatura em cena e Skellig já é o terceiro espetáculo do grupo debruçado sobre a obra do autor britânico\, um dos mais aclamados da literatura infantojuvenil na contemporaneidade. \nNessa nova montagem\, a diretora Quito reuniu os atores Daniela Duarte\, Flavia Melman\, Otávio Dantas\, Natalia Mallo\, Fabricio Licursi e Lucila Fazan para narrar as aventuras de Michael\, um menino curioso e sensível\, em seus encontros com um estranho ser alado que habita a garagem de sua casa nova. Em Skellig\, a partir da junção da narrativa\, do teatro e da dança\, estão em cena referências poéticas e mitológicas que dão o tom de mistério e revelação\, onde as aves e seus voos são metáforas para tratar de vida e morte\, amizade e amadurecimento. \nA encenação da Cia Simples – que contem mistério\, dor e humor – está calcada no jogo do ator\, na narrativa como elemento fundamental da cena. Para tanto\, estimula a imaginação da criança e a compreensão que ela pode ter da vida\, sem subestimá-la. Em Skellig\, os atores se revezam nos personagens\, nas múltiplas possibilidades do corpo como instrumento principal\, sem cenários realistas. Como se o palco estivesse ocupado por um livro e os espectadores fossem os leitores. \nSobre Skellig\nA narrativa de Almond apresenta\, em Skellig\, o menino Michael\, de 10 anos\, que está prestes a ganhar uma irmãzinha. Nascida antes do tempo e com necessidade de cuidados médicos\, a bebê monopoliza o foco de atenção da família. É nesse cenário desolado\, de esquecimento e abandono emocional\, que o menino encontra em sua garagem uma criatura estranha\, escondida em meio às caixas e à bagunça. Mas também é nesse período que ele ganha uma amiga\, Mina\, que diferente de Michael\, não vai à escola – é educada em casa – e tem um interesse especial em pássaros\, desenho e poemas. Juntos\, passam a viver em torno do morador da garagem\, procurando cura para suas supostas artrites ou doenças. Essa criatura\, meio homem\, meio pássaro\, meio anjo e meio coruja revela aos garotos\, no momento de sua partida\, sua verdadeira identidade. \nSkellig\, a criatura encontrada por Michael em sua casa\, é um ser alado\, uma transição entre homem e pássaro\, uma metáfora sobre a vida que nasce\, na iminência perigosa da morte. Ou a passagem da fase de criança do personagem para o período da adolescência. \nÉ no jogo cênico entre Michael\, sua família\, Mina e seus amigos da escola que o personagem vai desenvolver\, por meio da narrativa\, um entrelaçamento de emoções\, dúvidas\, relacionamentos\, avançar no tempo e na maturidade. Um rito de passagem\, por meio do fantástico. \nSkellig compõe\, com outras duas obras de Almond (O Meu Pai É Um Homem Pássaro e O Meu Nome é Mina)\, uma trinca de textos em que a figura do pássaro aparece como metáfora da fragilidade\, do fantástico\, em um tom épico e narrativo. \nSobre a Cia Simples\nA Cia Simples\, composta apenas por atores\, iniciou sua pesquisa em 2003 com os laboratórios dramáticos propostos por Antônio Januzelli (Janô). O foco do trabalho da companhia está no jogo do ator\, nas suas múltiplas possibilidades\, no corpo como principal instrumento e na alegria do compartilhar. E como diz o próprio nome do grupo\, sem muitos subterfúgios. A intenção é voltar ao simples\, ao mínimo necessário para que o teatro aconteça. \nDe 2003 para cá\, diretores/pesquisadores estiveram com a Cia Simples: com Georgette Fadel fez Gota D’Água – Breviário\, com Leonardo Moreira e a Cia Hiato estreou Escuro e com Marat Descartes fez Mina!. Integrantes do grupo também estiveram à frente de criações\, como Histórias de Dentro (direção de Flavia Melman e Daniela Duarte) e Azirilhante (texto e direção de Daniela Duarte). Ao total\, o grupo tem oito espetáculos montados em seus 14 anos de estrada. \nA partir de 2010\, a companhia  se aproximou da diretora Cristiane Paoli Quito\, e o desejo de criar um teatro que falasse com todo tipo de público e idade levou o grupo à literatura de David Almond. A parceria entre os atores e o autor britânico resultou em três espetáculos estreados pela Cia Simples: Meu Pai é um Homem Pássaro (direção de Cristiane Paoli Quito – Prêmio APCA e Femsa – 2012)\, Mina! (direção de Marat Descartes – 2014) e agora\, em 2017\, Skellig (direção de Cristiane Paoli Quito). \nSobre David Almond\nNascido em 1951\, Almond iniciou sua carreira com O Segredo do Senhor Ninguém\, que se tornou de imediato um best-seller mundial e recebeu diversos prêmios\, como o Whitbread Children’s Book of the Year  e a Carnegie Medal. O seu percurso literário é constituído por várias obras\, entre as quais O Rapaz Que Nadava com as Piranhas\, O Meu Pai É Um Homem Pássaro\, Um Cantinho no Paraíso\, O Meu Nome É Mina e O Grande Jogo. Os seus livros encontram-se traduzidos em diversas línguas. Em 2011\, foi distinguido com o prestigiado Prémio Hans Christian Andersen. \nSobre o autor\, várias citações em publicações indicam sua qualidade como escritor voltado ao universo infantojuvenil\, como o The Guardian\, que o coloca como “o autor mais lírico a escrever para leitores juvenis na atualidade”\, ou o The Times\, que diz “não há ninguém como Almond a escrever ficção\, quer para crianças quer para adultos”. Destinada principalmente a professores de escolas no Reino Unido\, a Times Educational Supplement\, um caderno semanal do jornal The Times\, escreveu sobre Almond: “Com o realismo mágico característico da sua escrita\, está a tornar-se o Gabriel Garcia Marquez da ficção juvenil”. Skellig foi publicado em 1998 e já foi adaptado para espetáculos teatrais\, ópera e filme. \nFicha Técnica\nDireção: Cristiane Paoli Quito Assistente de Direção: Lucia Kakazu Elenco: Daniela Duarte\, Flavia Melman\, Otávio Dantas\, Natalia Mallo\, Fabricio Licursi e Lucila Fazan Texto: David Almond Cenário e Iluminação: Marisa Bentivegna Figurino: Claudia Schapira Cenotécnico: Marcos Veia Operação de Luz: Henrique Andrade Produção Executiva: Núcleo Corpo Rastreado \nServiço\nTemporada: 16 de setembro a 29 de outubro de 2017.\nSábados\, domingos e feriado (12 de outubro)\, às 12h.\nSesc Pompeia – Teatro – R. Clélia\, 93 – Pompeia\, São Paulo\nTelefone: (11) 3871-7700\nCapacidade: 300 lugares | Recomendação: livre\nIngressos: R$5 (credencial plena/trabalhador no comércio e serviços matriculado no Sesc e dependentes)\, R$8\,50 (credenciado*/usuário inscrito no Sesc e dependentes\, +60 anos\, estudantes e professores da rede pública de ensino) e R$17 (inteira). Crianças até 12 anos não pagam.\nDuração: 60 min
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SUMMARY:Daniel Acosta na Pinacoteca
DESCRIPTION:Uma plataforma redonda de madeira com oito metros de diâmetro e dez centímetros de altura que vai girar muito lentamente ao redor do seu próprio eixo\, desenvolvida por Daniel Acosta\, é o próximo trabalho a ocupar o Octógono da Pinacoteca de São Paulo\, museu da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo. A instalação\, inspirada em um trabalho exposto pelo artista em 2008\, é inédita e foi desenvolvida exclusivamente para este espaço. \nUma vez dentro da plataforma\, as pessoas poderão ficar de pé\, sentadas ou deitadas. São cerca de dez minutos até que a estrutura dê uma volta completa\, velocidade tão lenta que pode causar no visitante a impressão de estar parado. Aos poucos\, entende-se que não. A mostra tem curadoria de Valéria Piccoli\, curadora-chefe da Pina\, e patrocínio do Iguatemi São Paulo. \n  \nA obra quase desaparece\, como um tapete\, frente a verticalidade do espaço. Sem qualquer atrativo\, além da possibilidade de “subir” na obra\, a atenção se volta toda para o público. “São os visitantes que conferem volume ao trabalho. A proposta do Daniel não é criar uma peça para ser colocada no Octógono\, mas um dispositivo para que o próprio público seja protagonista do trabalho. Além disso\, há a surpresa\, para quem olha de cima\, de uma espécie de poema visual que se forma a partir de grafismos na plataforma”\, explica Piccoli. \n  \nA proposta é criar uma condição de percepção especial que pode gerar ambiguidade e certa perda das referências. “Algo bem parecido com o que acontece quando lavamos o carro naquelas máquinas com escovas giratórias do posto de gasolina. Estamos parados\, mas sentimos como se estivéssemos em movimento. Acontece também quando você está na rodoviária sentado dentro do ônibus e o ônibus do lado sai. Uma experiência muito curiosa”\, explica Daniel Acosta. \n  \nA instalação de Daniel Acosta permanece em cartaz até 5 de fevereiro de 2018\, no primeiro andar da Pina Luz – Praça da Luz\, 02. A visitação é aberta de quarta a segunda-feira\, das 10h00 às 17h30 – com permanência até às 18h00 – o ingresso custa R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia). Crianças com menos de 10 e adultos com mais de 60 anos não pagam. Aos sábados a entrada é gratuita para todos os visitantes. A Pina Luz fica próxima à estação Luz da CPTM.  pinacoteca.org.br – (11) 3335-4990. \n  \nMais sobre Daniel Acosta \nOs trabalhos de Daniel Acosta (Rio Grande\, RS\, 1965) combinam repertórios da arte\, do desenho industrial\, da arquitetura e dos espaços urbanos. Suas obras propositadamente se colocam na fronteira entre a escultura e a peça de mobiliário. O desenho de cada peça obedece a uma padronização e a uma coordenação modular que não se presta à funcionalidade prática\, mas à representação e ao engano.
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SUMMARY:Viajando o Mundo no Paço Imperial/RJ
DESCRIPTION:Seis décadas de história estão representadas nesta mostra\, com parte do acervo do Instituto para as Relações Culturais Internacionais (IFA) da Alemanha\, trazida pelo Goethe-Institut à cidade: cerca de 400 obras de arte produzidas ao longo de 60 anos\, na Alemanha. A exposição conta a história tanto do país dividido (1945-1989)\, ao término da Segunda Guerra Mundial\, quanto da nação reunificada. E inova ao colocar lado a lado os olhares de Leste e Oeste – República Federal da Alemanha e República Democrática da Alemanha. \nCuradoria de Matthias Flügge\, Mathias Winzen \nPaço Imperial\nPraça XV de Novembro 48 – Centro\nRio de Janeiro / Rio de Janeiro / Brasil\n55-21-2215-2622\npaco@pacoimperial.com.br\nhttp://www.pacoimperial.com.br
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SUMMARY:Pedro Reyes na Luisa Strina
DESCRIPTION:Pedro Reyes consegue misturar os domínios da utopia e da função\, fantasias individuais e aspirações coletivas através do domínio da forma dentro de uma noção expandida de escultura. Formado em arquitetura\, seu trabalho é impregnado com esquemas simbólicos e físicos para melhorar a comunicação humana e a criatividade. Ele explora as formas nas quais um espaço permite momentos individuais de libertação ou ativa a interação entre um grupo de pessoas\, com o propósito de liberar a criatividade de limitações comuns. \nPara sua exposição na Galeria Luisa Strina\, Reyes apresentará uma série de esculturas inéditas de pedra\, concreto\, bronze e ferro forjado. Embora técnicas como esculpir diretamente na pedra tenham praticamente desaparecido da prática contemporânea\, é de interesse de Reyes reconectar-se com a longa tradição da escultura ao longo do tempo e geografia. \nAs Litófonas são blocos monolíticos de mármore preto com cortes paralelos de diferentes comprimentos e profundidades\, resultando em objetos que produzem notas musicais diferentes quando tocados. Nessas obras\, a volumetria não é apenas uma presença visual\, mas também acústica e participativa\, uma vez que requerem a intervenção de um músico ou de um participante para serem ativadas e experimentadas.\n ­ \nNu em espiral explora a figura reclinada\, um tema central na escultura do século XX. Henry Moore esteve particularmente interessado no Chac-mool (tipo de escultura pré-colombiana meso-americana apoiada nos cotovelos\, com a cabeça virada de lado e uma tigela descansando no colo) para elaborar grande parte de suas figuras reclinadas; mostrando que grandes transformações na escultura moderna foram inspiradas na estatuária arcaica.
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SUMMARY:Eye on Poland - Olhar Polônia no Tomie Othake
DESCRIPTION:O Instituto Tomie Ohtake\, que já realizou mostras com os nomes históricos do design gráfico polonês\, agora\, em parceria com Culture.pl e Fontarte\, traz um novo recorte dessa produção reconhecida mundialmente. \nA nova edição da exposição “Eye on Poland – Olhar Polônia: o cartaz\, o livro e a capa de disco contemporâneas” com curadoria de Magdalena Frankowska e Artur Frankowski\, busca apresentar ao público brasileiro o design gráfico polonês contemporâneo\, representado pelos mais interessantes projetos dos últimos tempos. As duas edições anteriores foram apresentadas na China (2010-11) e no Japão\, Coréia do Sul e Índia (2015-17). \nOs 70 cartazes\, 50 publicações e 20 capas de disco (CD e LP) reunidos na mostra foram selecionados a partir de centenas de livros e cartazes desenhados por artistas e designers poloneses\, principalmente mais recentes. Muitos deles foram comissionados por instituições culturais\, museus\, fundações e galerias de arte. A exposição apresenta o resultado dessas colaborações\, obras consideradas vanguardistas de alta qualidade\, que apontam para novas direções. \nPara Magdalena Frankowska e Artur Frankowski\, o design gráfico polonês\, nos últimos anos\, tem se desenvolvido dinamicamente e ganhado reconhecimento na Europa e pelo mundo. “A razão por trás disso não está somente nas tradicionais associações com a arte dos cartazes e com artistas da genericamente chamada “Escola Polonesa de Cartazes” (entre meados da década de 1950 até o final da década de 1960)\, como Henryk Tomaszewski\, Józef Mroszczak\, Jan Lenica\, Roman Cieślewicz ou Wiktor Górka\, mas também nas produções das gerações intermediária e jovem de designers que estão hoje buscando soluções originais em suas práticas”. \nA dupla acrescenta que esse crescente reconhecimento pode também ser atribuído à recente expansão das artes e da área cultural na Polônia\, especialmente com o surgimento de novas instituições culturais e com o desenvolvimento das já existentes. Destacam ainda o crescimento acelerado das publicações independentes. “Nos últimos anos\, temos visto muitas publicações de alto nível\, cuidadosamente desenhadas e produzidas por editores independentes”. \nDiferentemente do francês\, suíço ou holandês\, o design gráfico contemporâneo polonês\, dizem os curadores\, tem seu estilo original identificável: colorido\, veloz\, espirituoso e inteligente. “É nossa tradição nesse campo\, nossa língua nativa\, nossa identidade cultural e nossa imaginação original têm um impacto considerável na linguagem gráfica contemporânea do país e\, consequentemente\, nas obras de design gráfico”\, ressalta o casal.
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SUMMARY:Laura Vinci na Nara Roesler/RJ
DESCRIPTION:A artista irá preencher a galeria com uma suave névoa de fumaça branca\, que se apresenta ao visitante através de tubos de vidro antes de se espalhar pelo espaço.\n\nA instalação traz também pequenos objetos dourados: ampulhetas\, bússolas\, mapas e outros equipamentos de aferição presos a escoras.\n\nFazendo referências à incerteza\, o diálogo de “Morro Mundo” com o presente é intenso.\n\ngaleria Nara Roesler\n\nRua Redentor 241\, Ipanema 22421-030\, Rio de Janeiro\n\nTel: (21) 3591 0052
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SUMMARY:Fabiano Al Makul na galeria Lombardi
DESCRIPTION:  \nA Lombardi Galeria\, inaugura sua sede com a mostra ” A Minha Poesia Covarde“\, do fotógrafo paulistano Fabiano Al Makul\, sob curadoria de Diógenes Moura. Composta por 30 imagens que exploram o fascínio do artista por cenas simples e espontâneas\, encontradas ao acaso\, a exposição é um aprofundamento na produção recente do artista\, que chama atenção pelo olhar detalhista em busca de elementos como sombra e luz\, conectando as cenas através da composição de polípticos pautados pela cor. \nApós processo de aglutinar para selecionar\, artista e curador optaram por criação de dípticos e/ou trípticos não apenas influenciados por sua gama cromática\, mas um amalgama de conceitos e lembranças também baseados na cor. Sem definição conceitual prévia dos temas a serem registrados\, Fabiano Al Makul segue a paixão que apreende o olhar quando se depara com o momento. Seus registros se apresentam como músicas visuais. A história por traz da imagem registrada\, real ou imaginária\, compõe a obra final. “Uma fotografia será sempre um retrato e um retrato será sempre um veredito”\, declara o curador. \nSeus personagens são todos e nenhum. Na atual seleção\, o humano aparece apenas em poucos registros\, mas apenas como composição. Elementos ordinários do cotidiano\, a pintura desgastada no asfalto\, detalhes da arquitetura\, destaques da natureza\, a cadeira vazia. Temas banais elevados a categoria de obras de arte com a sofisticação do olhar no momento preciso da fotografia. “É irritantemente belo. Esse drama\, em poética\, é o esplendoroso”\, diz o artista. As imagens de Fabiano Al Makul contêm as referências das cidades por onde vagou\, com câmera na mão\, vítima do encontro ao acaso. Como um segredo\, cada uma delas rompe a covardia de um verso. Nas palavras do curador: “Nesse limite\, não há saída: ou tudo\, ou nada“. \n 
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LOCATION:Galeria Lombardi\, Rua Joaquim Antunes\, 187\, São Paulo\, São Paulo
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SUMMARY:Duas exposições no Museu de Arte Sacra
DESCRIPTION:MUSEU DE ARTE SACRA DE SÃO PAULO PROMOVE EXPOSIÇÕES EM HOMENAGEM AOS 300 ANOS DE DEVOÇÃO À NOSSA SENHORA APARECIDA \n  \n“300 Anos de Devoção Popular” conta\, por meio de esculturas\, ex-votos e uma linha do tempo\, a história dos 3 séculos que se passaram desde a descoberta da imagem de Nossa Senhora Aparecida        \n  \nO Museu de Arte Sacra de São Paulo – MAS/SP\, instituição da Secretaria da Cultura do Estado\, exibe “300 Anos de Devoção Popular“\, em parceria com o Museu Nossa Senhora Aparecida – Santuário Nacional de Aparecida e curadoria de Cesar Augusto Bustamante Maia e Fabio Magalhães. Composta por 137 obras – esculturas\, ex-votos e objetos em diversos suportes -\, a mostra homenageia os três séculos de devoção à Nossa Senhora Aparecida. \n  \nA cada ano\, milhões de peregrinos caminham rumo ao Santuário Nacional de Aparecida. Recorrem à padroeira do Brasil para lhe falarem de suas angústias\, aflições\, ou para expressar suas alegrias\, esperanças e agradecimentos por graças alcançadas. “A mãe de Jesus\, a Senhora da Conceição Aparecida\, continua a ser o ‘grande sinal’\, colocado por Deus no céu e na terra para o consolo dos seus filhos e para a certeza de que o mal não terá a última palavra sobre a vida dos homens e sua história“\, comenta o Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer\, Arcebispo de São Paulo. \n  \nA mostra “300 Anos de Devoção Popular” traz como destaques duas esculturas da santa – uma com manto e outra sem – feitas por Francisco Ferreira – Chico Santeiro\, o primeiro escultor a produzir uma imagem de Nossa Senhora Aparecida\, além de 10 ex-votos que são mantidos na Sala das Promessas\, no Santuário. Uma linha do tempo conta toda a história desde 1717\, quando a imagem foi encontrada\, passando pela primeira capela no Porto Itaguaçu (1740)\, a doação da coroa de ouro pela Princesa Isabel (1884)\, a proclamação de Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil (1931)\, o início da construção da Basílica Nova (1955)\, até o jubileu de 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora\, que é comemorado neste ano de 2017\, entre outros acontecimentos no decorrer do tempo. \n  \nNas palavras de José Carlos Marçal de Barros\, Diretor Executivo do MAS/SP: “Com a colaboração\, imprescindível\, do Museu de Nossa Senhora Aparecida\, o Museu de Arte Sacra de São Paulo apresenta uma mostra\, de pouco mais de uma centenas delas que simbolizam a força da fé de nossa população naquela que\, ao longo de 300 anos\, conforta a alma deste povo devoto“. \n  \n  \nSobre a descoberta da imagem de Nossa Senhora Aparecida \nEm outubro de 1717\, três humildes pescadores receberam a incumbência de buscar peixes para o Conde de Assumar\, governador da capitania de São Paulo e das Minas Gerais. Depois de tanto navegar e sem êxito na pescaria\, os três trabalhadores do povoado do Itaguaçu lançaram pela última vez as suas redes\, quando notaram que uma delas pesava – para surpresa dos pescadores\, surgia do fundo do rio um corpo de imagem\, o qual foi recolhido com respeito e veneração. Em outro lançamento da rede\, pescaram a cabeça. Corpo e cabeça da imagem da Imaculada Conceição\, devotamente chamada Nossa Senhora da Conceição Aparecida. Após o encontro da imagem\, as redes se encheram de peixes e\, com este milagre\, se dá início aos 300 anos de devoção à Santa padroeira do Brasil. Nas palavras de Cesar Augusto Bustamante Maia: “Surgida das águas\, símbolo do Batismo cristão\, abraçou o Brasil de norte a sul\, congregando milhões de devotos que peregrinam em busca de colo materno: consolo\, graça\, milagre e gratidão“. \n  \nExposição: “300 Anos de Devoção” \nCuradoria: Cesar Augusto Bustamante Maia e Fabio Magalhães \nAbertura: 21 de setembro de 2017\, quinta-feira\, às 11h \nPeríodo: 22 de setembro a 19 de novembro de 2017 \nLocal: Museu de Arte Sacra de São Paulo \nEndereço: Avenida Tiradentes\, 676 – Luz\, São Paulo (ao lado da estação Tiradentes do Metrô) \nTel.: 11 3326-5393 – agendamento / educativo para visitas monitoradas \nHorário: de terça-feira a domingo\, das 9 às 17h (bilheteria das 9 às 16h30) \nIngresso: R$ 6\,00 (estudantes e idosos pagam meia); grátis aos sábados \nTécnicas: Diversas \nNúmero de obras: 137 \n  \n 
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SUMMARY:Os Deuses estão marretando a minha Cabeça no SESC Pinheiros
DESCRIPTION:De 21 de setembro a 21 de outubro de 2017\, o Sesc Pinheiros recebe a temporada de Os Deuses estão marretando a minha cabeça\, nova montagem da Companhia Nova de Teatro. As apresentações ocorrem no Auditório da unidade\, localizado no 3º andar\, e têm ingressos entre R$ 7\,50 (credencial plena do Sesc) e R$ 25 (inteira). \nO texto de Richard Foreman\, dramaturgo norte-americano pioneiro no teatro de vanguarda e performático\, traz dois lenhadores rivais\, que esmagam tudo o que vêem pela frente\, esperando que a verdade cósmica venha substituir a banalidade de suas vidas cotidianas. Uma bela mulher inicia-os nos mistérios do sexo\, da morte e da ressurreição. A peça apresenta uma série de exercícios espirituais que contestam o fascínio do erótico e as falsas promessas de sabedoria e poder. \nNessa versão\, com contornos de brasilidade\, os machados dos lenhadores ganham auxilio de motosserras: uma alusão ao contexto atual de desmatamento da Amazônia\, ampliando a dimensão da obra para uma abordagem de problemas político-sociais do país. O cenário virtual inclui fragmentos de uma Amazônia devastada pela ganância da motosserra e suas consequências para o planeta. \nA direção do espetáculo é de Lenerson Polonini\, que se dedica a investigar e encenar obras fundamentais do teatro contemporâneo\, com forte apelo visual\, performativo e em constante diálogo com outras artes. O elenco é composto por Fransérgio Araújo\, Rosa Freitas e Afonso Henrique Soares. Os figurinos são de Carina Casuscelli\, a música de Wilson Sukorski e os vídeos de Alexandre Ferraz. A tradução da peça é de Fábio Fonseca\, responsável por traduções importantes como a versão brasileira de A Dama do Mar\, com direção de Robert Wilson. \nEste é o terceiro texto de Foreman que Polonini encena\, de forma inédita\, no Brasil: em 2015\, o diretor montou Badboy Nietzsche e Prostitutas Fora de Moda. Agora\, com Os Deuses estão marretando a minha cabeça\, a companhia celebra o ciclo Trilogia Foreman- 80 Anos. O trabalho é resultado do acompanhamento do processo criativo de Richard Foreman que Polonini e a figurinista Carina Casuscelli realizaram em 2014\, durante dois meses\, em Nova York (EUA) e a subsequente parceria do dramaturgo com a Companhia Nova de Teatro. \n  \nSOBRE RICHARD FOREMAN \nNascido em 1937\, o dramaturgo norte americano é pioneiro no teatro de vanguarda e performático e fundador do Ontological-Hysteric Theater\, em Nova York (EUA)\, em 1968. \nDesde a década de 70\, suas produções refutam a ideia de teatro convencional\, principalmente no que se refere a enredo\, personagem\, ambiente\, linguagem e movimentação. \nO teatro total\, que caracteriza sua obra\, une elementos das artes performativas\, sonoras e visuais\, filosofia\, psicanálise e literatura para um resultado singular. A densidade de seu teatro de composição é uma tentativa de refletir e processar visceralmente tudo o que ele herdou de suas explorações das ideias e das artes do século XX. \nPouco difundida no Brasil\, sua obra\, que circula nos meios acadêmicos ou em estudos de teatro performativo e pós-dramático\, apresenta um teatro de negação do diálogo ou da utilização mínima das palavras\, em favor da imagem\, o que provoca no público formas alternativas de percepção. \nForeman tem escrito\, dirigido e montado suas próprias peças\, nos últimos 50 anos\, tanto em Nova York como em outros países. Recebeu o “Annual Literature Award”\, pela Academia Americana e Instituto de Artes e Letras; um prêmio de “Conjunto da obra no Teatro”\, pela National Endowment for the Arts\, o PEN American Center Master American Dramatist Award\, a MacArthur Fellowship. Foi eleito\, em 2004\, como director do Order of Arts and Letters of France. Escreveu e dirigiu peças como Zomboid! (2006)\, Wake Up Mr. Sleepy! Your Unconscious Mind Is Dead! (2007) e Deep Trance Behavior in Potatoland (2008). Ganhou sete Prêmios Village Voice Obie\, incluindo três por melhor peça\, e um pelo conjunto da obra. \n  \nSOBRE A COMPANHIA NOVA DE TEATRO \nFundada em 2001 pelo diretor Lenerson Polonini em parceria com a atriz e figurinista Carina Casuscelli\, a companhia desenvolve um trabalho de pesquisa contínua a partir da performance\, das artes do corpo e do universo das artes visuais. A cada novo projeto\, convida atores\, bailarinos e artistas de diversas áreas para colaborar com suas produções. O teatro multimídia desenvolvido pela companhia procura explorar a tridimensionalidade do palco e a relação da arte com o espaço urbano. \nA representação performática privilegia o aspecto físico do ator na cena\, onde estes não representam “papéis”\, mas funcionam como ícones\, imagens e veículos por meio dos quais o público recebe uma multiplicidade de eventos visuais e auditivos\, como se estivesse dentro de uma caixa de estímulos sensoriais sincronizados. Na trajetória do grupo\, destacam-se encenações dos autores: Samuel Beckett\, Heiner Muller\, Gertrude Stein\, Wilhelm Reich\, Edgard Alan Poe e Richard Foreman\, além de obras de dramaturgia própria. \nEm 2012\, a companhia conquista o primeiro lugar do Prêmio Internazionale Teatro Dell’ Inclusione Teresa Pomodoro\, em Milão/Itália\, com o espetáculo Caminos Invisibles…La Partida. O júri desse prêmio contou com nomes importantes da cena mundial\, como Eugenio Barba\, Luca Ranconi\, Lev Dodin e Jonathan Mills. Em 2013\, contemplado pelo Edital de Intercâmbio do Ministério da Cultura\, os integrantes do grupo realizam residência artística no Attis Theatre\, em Athenas/Grécia\, estreando no teatro grego a peça Krísis\, com supervisão de Theodoros Terzopoulos\, diretor da companhia grega e também idealizador do “Theater Olympics” (Olimpíadas de teatro mundial). \nEm junho de 2015\, a Companhia Nova de Teatro é convidada a exibir figurinos do espetáculo Doutor Faustus Liga a Luz\, de Gertrude Stein\, no lendário The Bakhrushin State Central Theatre Museum\, em Moscou/Rússia\, onde também realiza uma performance com fragmentos da peça na abertura do evento “Costume at the Turn of the Century 1990 – 2015”. No catálogo do evento\, contendo 380 páginas com os figurinos que mais se destacaram no mundo\, e produzido pela maior exposição dedicada ao traje teatral\, um capítulo é totalmente dedicado a figurinista Carina Casuscelli\, com imagens dos figurinos de Dr. Faustus. O mais recente trabalho do grupo\, 2xForeman: peças Bad Boy Nietzsche e Prostitutas Fora de Moda\, de Richard Foreman\, com direção de Lenerson Polonini\, foi contemplado pelo Proac/2014\, da Secretaria de Estado da Cultura\, encenado em 2015. Em 2016\, contemplado pelo Prêmio Zé Renato\, o grupo encena a peça Barulho D’água\, do italiano Marco Martinelli\, sobre a travessia de imigrantes africanos no Mar mediterrâneo. \nFICHA TÉCNICA   \nDireção\, iluminação e concepção espacial: Lenerson Polonini; Texto: Richard Foreman;  Tradução: Fábio Fonseca;  Elenco: Fransérgio Araújo\, Rosa Freitas e Afonso Henrique Soares;  Participação especial (voz): Paulo Cesar Peréio;  Figurinos: Carina Casuscelli;  Música: Wilson Sukorski; Videocenário: Alexandre Ferraz; Assessoria de movimento; Jocarla Gomes; Produção: Lenerson Polonini. \nOS DEUSES ESTÃO MARRETANDO A MINHA CABEÇA\nDe 21 de setembro a 21 de outubro de 2017. Quinta a sábado\, às 20h30 (exceto dia 12 de outubro)\nValores: R$ 25\,00 (inteira). R$ 12\,50 (meia entrada: estudante\, servidor de escola pública\, + 60 anos\, aposentados e pessoas com deficiência). R$ 7\,50 (credencial plena do Sesc: trabalhador do comércio de bens\, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes).\nVenda online em sescsp.org.br a partir de 12 de setembro\, às 16h30 e venda presencial nas bilheterias da Rede Sesc\, a partir de 13 de setembro\, às 17h30.\nClassificação: 16 anos\nDuração: 50 minutos\nCom: Companhia Nova de Teatro\nDireção: Lenerson Polonini \n————————————————\nSESC PINHEIROS\nEndereço: Rua Paes Leme\, 195. \nBilheteria: Terça a sábado das 10h às 21h. Domingos e feriados das 10h às 18h.\nTel.: 11 3095.9400. \nEstacionamento com manobrista: Terça a sexta\, das 7h às 21h30; Sábado\, das 10h às 21h30; domingo e feriado\, das 10h às 18h30. Taxas / veículos e motos: Credenciados plenos no Sesc: R$ 12 nas três primeiras horas e R$ 2 a cada hora adicional. Não credenciados no Sesc: R$ 18\,00 nas três primeiras horas e R$ 3 a cada hora adicional. Para atividades no Teatro Paulo Autran\, preço único: R$ 12 (credenciados plenos) e R$ 18 (não credenciados). \nTransporte Público: Metrô Faria Lima – 500m / Estação Pinheiros – 800m
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SUMMARY:Ana Mazzei e Mario Ishikawa na Galeria Jaqueline Martins
DESCRIPTION:Mostra de Mario Ishikawa traz à tona o caráter coletivo e politico íntrinseco à sua obra \n  \nCerca de 70 trabalhos – alguns inéditos – entre xerox\, colagens e arte postal\, desenvolvidos entre 1968 e 1983\, estarão reunidos pela primeira vez em exposição na galeria Jaqueline Martins a partir do dia 23 de setembro \n  \nCriadas para circular ideias e mensagens a partir de notícias dos jornais no final da década de 1960 até meados de 1980\, período de ditadura militar no Brasil\, a obra do artista Mario Ishikawa estarã reunida pela primeira vez a partir do dia 23 de setembro\, na galeria Jaqueline Martins. \nPara o texto da exposição\, o pesquisador Yudi Rafael pensou num formato diferente: perguntas e respostas feitas ao artistas em conjunto por  Christine Mello\, Jeffrey Lesser\, Lais Myrrha\, Mirtes Marins de Oliveira e Pedro Barbosa. \n  \nA partir do xerox\, colagens\, arte postal\, Ishikawa se apropriou de imagens e\, interferindo sobre elas\, criou códigos com o intuito de fazer circular e manifestar a insatisfação de uma geração que clamava pelo fim do sistema ditatorial. Abaixo\, um breve resumo\, com a pergunta de Christine Mello\, dá o tom da produção e do seu tempo amargamente atual. \n  \nChristine Mello: Durante os anos de chumbo\, você trabalhou com o efêmero\, com o invisível e com os fluxos midiáticos. Como você observa hoje trabalhar com tais questões? Que caráter tradutório tem entre o peso e a leveza no seu trabalho? \n  \nMario Ishikawa: Nas circunstâncias em que foram produzidos estes trabalhos\, eu não estava preocupado com sua permanência e preservação. Me preocupava o presente\, veicular a informação\, comunicar um ponto de vista. Pra mim é importante a idéia do anartístico. Eram da ordem do descartável\, por isso os trabalhos eram dados\, distribuídos gratuitamente. \n[…] \nTrabalhei com atitudes da época do chumbo: queimar\, rasgar\, jogar fora\, descartar. Como o panfleto\, que carrega uma informação\, seja sobre assembléia\, greve\, reivindicações. Na época\, os panfletos eram comuns e circulavam de forma clandestina\, por baixo dos panos. Como alguém que se comporta de modo a não levantar suspeitas e entrega algo a alguém\, ou faz uso de códigos cifrados\, como na guerra se faz uso de criptografia. \n[…] \nNão julgava importante a permanência destes trabalhos\, já que faziam parte de um período que tinha que acabar. Na Espanha houve o mesmo problema\, e os exilados espanhóis no México\, na época do Franco\, ficavam apostando: “este ano cai”. Esse era um gesto de convicção. A efemeridade e a impermanência tinham a ver com este momento\, que eu queria que acabasse\, que esperava que fosse cair. Era para o momento\, no sentido de responde-lo\, e não para ser preservado para o futuro. \n  \nTorneio Democrático: Mário Ishikawa \n  \nAbertura: \nDia 23 de setembro\, sábado\, às 15h \nVisitação: terça a sexta\, 10h/19h; sáb.\, 12h/17h \nAté dia 28 de outubro de 2017 \nEntrada Gratuita \n  \nGaleria Jaqueline Martins \nRua Dr. Cesário Mota Júnior\, 443 | Vila Buarque | tel: 2628-1943 \nwww.galeriajaquelinemartins.com.br \n  \nSobre o artista: \nMário Noboru Ishikawa (Presidente Prudente\, SP\, 1944). Pintor\, desenhista\, artista intermídia e professor. Ainda como estudante\, participou da 1ª Bienal de Artes Plásticas em Salvador e do 15º Salão Paulista de Arte Moderna\, em 1966. Em 1968\, formou-se em desenho pela Faculdade de Artes Plásticas da Fundação Armando Alvares Penteado (Faap)\, em São Paulo. Entre 1968 e 1977\, foi professor da Faculdade de Belas Artes\, na mesma cidade. Na Pinacoteca do Estado\, realizou a mostra Lugar Comum\, em 1977\, e integrou as exposiçõesXerografia\, em 1980\, e Arte Xerox Brasil\, em 1984\, em São Paulo\, entre outras. Lecionou artes plásticas na Faap entre 1970 e 1989. Participou da Bienal Internacional de São Paulo em 1967 e 1989. Ministrou aulas na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP)\, de 1971 a 1978\, e integra o corpo docente do Departamento de Artes Plásticas da Universidade São Judas Tadeu desde 1995. Apresentou trabalhos na individual Discurso Político & Memórias\, no Centro Cultural São Paulo (CCSP)\, em 1984. Durante a década de 1990\, expôs em diversas mostras no Brasil e no Japão. \n  \n— \nInformações para a Imprensa: \nJuliana Gola | 11. 9 9595-2341 | jugola@gmail.com \n  \nGaleria Jaqueline Martins abre individual de Ana Mazzei dia 23 de setembro \n  \nA artista apresenta trabalhos inéditos em desenho\, escultura e instalação e experimenta pela primeira vez um diálogo com a música feita ao vivo por performers convidados \n  \nA artista Ana Mazzei propõe novas experimentações em sua segunda individual marcada para abrir dia 23 de setembro na galeria Jaqueline Martins\, no centro de São Paulo. “Serão três conjuntos de trabalhos com uma abordagem mais intuitiva e que sugerem a participação do espectador”\, conta ela. Trabalhando com madeira e tecido\, Ana escolheu também o corpo humano como parte implícita nos trabalhos\, e músicos irão fazer uma performance nos dias da abertura e encerramento. \n  \nO título\, DramaFobia\, ela conta que surgiu durante uma conversa com o dramaturgo e diretor de teatro Roberto Alvim\, que colaborou com um ensaio que compõe o folder da exposição. A intenção é traçar um percurso que envolva o espectador em ambientes distintos\, “um conjunto não fluido\, não hierárquico\, não histórico e transcultural de ideias\, objetos e imagens”\, completa. \n  \nA mostra ocupará o segundo andar da galeria e\, entre as obras\, pequenos desenhos que apontam os desdobramentos de projetos anteriores. Assim\, cria um percurso de leitura entre ideia\, projeto e resultado final que se confundem de maneira complexa e muitas vezes incompleta. \n  \nNa fachada da galeria\, do lado de fora\, a artista pensou ainda numa intervenção\, uma estrutura toda de ferro\, que remeta a um portal. “Como se quem entrasse seguisse para um outro lugar\, um novo ambiente”\, diz. A apresentação musical\, composta especialmente para a exposição\, também tem intenções claras: “Proponho uma ativação sonora\, um outro sentido se incorporando à criação\, que vai além da simples observação”\, completa. \n  \nDramaFobia \nAna Mazzei \n  \nAbertura: \nDia 23 de setembro\, sábado\, às 12h \nVisitação: terça a sexta\, 10h/19h; sáb.\, 12h/17h \nAté dia 28 de outubro de 2017 \nEntrada Gratuita \n  \nGaleria Jaqueline Martins \nRua Dr. Cesário Mota Júnior\, 443 | Vila Buarque | tel: 2628-1943 \nwww.galeriajaquelinemartins.com.br \n 
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SUMMARY:Célia Euvaldo na Marcelo Guarnieri
DESCRIPTION:abertura\n23.setembro\, 2017\n16h – 19h (sábado) \nGaleria Marcelo Guarnieri\n(Ribeirão Preto) \nendereço\nRua Nélio Guimarães\, 1290\nRibeirão Preto – Brasil\n+55 16 3632 4046 \nwww.galeriamarceloguarnieri.com.br
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SUMMARY:Maria Palma. Soma na Triangulo
DESCRIPTION:A exposição Mariana Palma: Soma é a primeira exposição individual da artista após um intervalo de 5 anos. A mostra traz pinturas\, fotografias e aquarelas recentes da artista e é acompanhada por um texto de Paulo Miyada. \n. As pinturas intensificam a procura da artista por um espaço pictórico singular\, que é simultaneamente superfície aquosa de texturas e imbricação de figuras e objetos incompletos. Isso decorre do próprio processo de pintura: a artista as inicia com um mergulho da tela em água coberta por pigmentos\, em um processo similar à marmorização de papel. Com isso\, ela produz padrões intrincados de cores\, linhas e pontos\, sobre os quais pinta laboriosamente partes de tecidos estampados\, elementos arquitetônicos e plantas imbrincados entre si. Assim\, com intensa cor e altíssima quantidade de estímulos visuais\, as pinturas procuram seduzir o olho e estabelecer com o espectador uma relação de fascínio\, repúdio\, identificação e estranhamento. Em suma\, são imagens abundantes e com muitos focos compositivos\, que podem ser lidas em partes ou como conjunto\, acelerada ou detidamente. \nAs fotografias e aquarelas\, por sua vez\, são produzidas de modos mais detido\, concentrado em problemas visuais e simbólicos específicos. As fotografias retratam montagens que a artista faz com plantas em estágios variados de apodrecimento e plantas artificiais de plástico. Criam-se híbridos\, muitas vezes em evocações de alguma espécie de cópula. Fotografadas frente a um fundo infinito negro ou mergulhadas na alvura do leite\, essas montagens flutuam como em imagens botânicas. O mesmo acontece nas aquarelas\, porém com maior liberdade imaginativa e com a delicadeza do traço da artista. \nEm conjunto\, esses trabalhos traçam um panorama acerca do desejo em múltiplas acepções: sexual\, escópico\, voyeurístico\, acumulador\, romanesco\, fabular. Esse é um motor constante na trajetória da artista\, que agora assume maior intensidade. O texto poético proposto por Paulo Miyada tenta\, justamente\, aproximar-se dessa miríade de desejos ao combinar\, por colagem\, trechos dos poemas Elegia: Indo para o leito (John Donne\, tradução de Augusto de Campos)\, Poema do amor sem exagero (Joaquim Cardozo)\, Objeto (Paulo Leminski) e Mel (Waly Salomão). Trata-se de um escopo inusual no campo da arte contemporânea\, que talvez demande outras maneiras de olhar\, que não se restrinjam a aspectos formais e\, tampouco\, circunscrevam interpretações eminentemente discursivas.
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SUMMARY:2º Festival Performe-se em Vitória/ ES
DESCRIPTION:2º Festival Performe-se traz artistas diversas partes do Brasil para Vitória \nUm maratona de apresentações e debates sobre a performance colocará em evidência os limites dessa linguagem e os atravessamentos advindos de questões da atualidade \nEntre os próximos dias 27 e 30 de setembro\, Vitória irá sediar a segunda edição do Festival Performe-se. Diversos pontos da cidade receberão os trabalhos de artistas vindos de diferentes estados brasileiros\, além de oficinas\, mesas de debates e mostra de vídeos. Essa extensa programação contará com cerca de 20 apresentações que acontecerão na Ufes\, em espaços culturais e praças do Centro da Capital. Com a temática “Fronteiras Borradas | Fronteiras Erguidas”\, o Festival abordará questões que envolvem as facetas sociais brasileiras\, como também a condição mundial inflamada pelos conflitos e escolhas políticas ou pela falta de opção. Toda as atividades são abertas ao público (ver programação completa no final da matéria). \n  \nA performance é uma expressão artística marcada pelo hibridismo e que combina outras linguagens como o teatro\, as artes visuais\, o audiovisual\, a música e a dança\, podendo\, em determinados contextos\, ser definida como um happening. Trata-se de uma arte que nasce\, justamente\, do questionamento dos limites e das categorizações presentes no modernismo e que busca abarcar o cotidiano como material de criação. Com a primeira edição realizada em 2015\, o Performe-se nasceu para gerar encontros e espaços de compartilhamento de experiências sobre a produção de performance. Para este ano\, será tratada a manifestação da performance como uma dimensão da ação viva propondo uma relação entre atravessamentos e obstáculos\, entre fronteiras que se diluem e se erguem. \n  \nReferências na arte da performance \nAlém dos trabalhos que foram submetidos à curadoria do Festival Performe-se\, o evento contará com a participação de convidados que são destaques na cena artística nacional e internacional. Esses artistas estarão presentes em mesas de debate\, palestras\, performances e na condução de oficinas. Em sintonia com a temática desta edição\, o artista Maurício Ianês desenvolve uma pesquisa que  busca fazer com que o espectador vá além da observação passiva constituindo-se em parte importante da proposta artística. Em seu seu trabalho\, ele questiona as linguagens verbal e artística\, suas possibilidades expressivas e limites\, suas funções políticas e sociais\, e\, para  isso\, prevê a participação do público em suas ações para criar situações de troca onde a linguagem e os seus desdobramentos sociais entram em jogo. Ianês apresentará a palestra-performática “Diálogos” no primeira noite do Festival. \n  \nOutro convidado de peso do Festival é Arthur Matuck que conduzirá a palestra-performática “A Patafísica não acabou\, mesmo ainda!” e\, juntamente com o artista Paulo Ziminian\, apresentará a performance “MIGRANTO”\, ambas as atividades no terceiro dia do Perform-se. Referência internacional nos campos da pesquisa e criação envolvendo arte\, ciência e tecnologia\, Matuck é Doutor e Livre-Docente em Artes pela Escola de Comunicações e Artes da USP. Atua no Brasil e no exterior como professor\, pesquisador\, escritor\, artista plástico\, diretor de vídeo\, performer\, organizador de eventos de telearte e\, mais recentemente\, como filósofo da comunicação contemporânea e organizador de simpósios internacionais e\, em 1990\, recebeu prêmio na categoria Vídeo-Arte da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA). \n  \nUma das organizadoras do Festival De|Generadas e integrante do programa de Artes Visuais do Sesc São Paulo\, Suellen Calonga Pessoa é dona de uma produção artística situada a performance e o audiovisual em suportes digitais que atravessa campos multidisciplinares. No Sesc\, ela se dedica a acompanhar os processos de curadoria e também pesquisa\, organiza e propõe curadorias de projetos em linguagens híbridas\, principalmente em performance\, e com temáticas em torno das políticas de identidade e gênero.  No segundo dia do Performe-se\, ela estará presente na mesa “Performando a Instituição” juntamente com Thaís Amorim\, coordenadora do Museu Capixaba do Negro. No último do Festival\, Suellen também conduzirá a “Leitura Aberta de Portifólios”. \n  \nProfessora adjunta e coordenadora do Curso de Licenciatura em Artes Visuais da Universidade Regional do Cariri\, Renata Felinto é pesquisadora do grupo de pesquisa Barroco Memória Viva do Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista/ SP  e líder do grupo de pesquisa NZINGA – Novos Ziriguiduns Internacionais e Nacionais Gerados nas Artes Visuais. No Performe-se\, ela apresentará a performance “Axexê da Negra ou o Descaso de Todas a Pretas que Mereciam Ser Amadas” e conduzirá a palestra “Performar a Vida”. Felinto foi docente na pós-graduação (lato sensu) em História da Arte: da Teoria à Crítica do Centro Belas Artes de São Paulo onde lecionou Arte e Cultura Africana e\, atualmente\, compõe o comitê científico das revistas Gama\, Croma e Estúdio da Faculdade de Belas Artes de Lisboa. \n  \nDono de trajetórias simultâneas no meio acadêmico e campo artístico\, Raphael Couto é outro convidado do Performe-se e ministrará a oficina “Performance\, Jogo e Política” ao longo dos três dias de Festival. Em seu currículo\, constam diversas mostras e festivais pelo Brasil e Argentina\, além de ter exibido vídeos seus em diversos festivais e feiras pelo mundo. Como artista-educador\, Raphael é professor de Artes Visuais do Colégio Pedro II\, no Rio de Janeiro\, e já ministrou oficinas e laboratórios de performance e arte contemporânea para diversos públicos. Ele possui Mestrado em Estudos Contemporâneos das Artes pela Universidade Federal Fluminense (2014)\, Especialização em Arte e Cultura pela Universidade Cândido Mendes (2010) e Licenciatura em Artes Plásticas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2007). \nA discussão sobre a relação entre o corpo\, a performance e o urbanidade está presente no trabalho de Cristiana Nogueira que estará à frente da oficina “Experimentos Urbanos | Limites do Corpo” e também realizará uma performance durante o Festival. Licenciada em Educação Artística pela UERJ e mestre em Arte e Cultura Contemporânea pela mesma universidade\, Cristiana é professora do Cursos de Artes Visuais da Universidade Federal do Amapá e já participou de exposições e residências\, sendo o mais recente Festival La Plataformance\, é organizado o festival Corpus Urbis e coordena o projeto Performance na Praça. \nProfessora de poéticas visuais nos Cursos de Artes Visuais da Universidade Federal do Rio Grande\, Claudia Paim é outra convidada o Performe-se. Ela fará parte\, juntamente com o professor e artista Yiftha Peled\, da mesa “Performance e Educação” e também apresentará o “Entre Minha Boca e Teu Ouvido”.  Artista e acadêmica\, Paim desenvolve pesquisa sobre coletivos e espaço público\, performance e corpo\, ela possui graduação em História (1989) pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Mestrado (2004) e Doutorado (2009) em Artes Visuais pela mesma Universidade\, com estágio doutoral na Universidad Politécnica de Valencia (Espanha) em 2007-2008. \n  \nO Festival Performe-se “Fronteiras Borradas| Fronteiras Erguidas” é vinculado à Ufes enquanto projeto de extensão do Departamento de Artes Visuais e conta com recursos do Fundo de Cultura do Estado do Espírito Santo (Funcultura) através do Edital nº 016 / 2016 – Projetos Culturais Setoriais de Artes Visuais.  São apoiadores do evento o Museu Capixaba do Negro\, o Núcleo Afro Odomodê\, o Museu de Artes do Espírito Santo e a Casa da Stael. \n  \nServiço: \nFestival Performe-se: Fronteiras Borradas| Fronteiras Erguidas \nDias 27\, 28\, 29 e 30 de setembro de 2017 / Vitória-ES \nLocais: Galeria de Arte de Pesquisa e Centro de Arte/ Ufes; Praça Costa Pereira\, Praça Ubaldo Ramalhete\, Museu Capixaba do Negro\, Museu de Arte do Espírito Santo e Casa da Stael. \n  \nToda a programação é aberta ao pública com exceção da performance/show de encerramento\, na Casa da Stael cuja entrada será no valor de R$5. \n  \nSite: performese.wixsite.com/performe-se
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SUMMARY:"anoitecer\, amanhecer: desalerta" na Mercedes Viegas/RJ
DESCRIPTION:“anoitecer\, amanhecer: desalerta” \nExposição de Marco Veloso apresenta contradições do nosso tempo em 22 desenhos na galeria Mercedes Viegas \n  \n  \nUm olhar poético sobre a sociedade contemporânea\, a intimidade da vida e o contexto da cidade. A galeria Mercedes Viegas Arte Contemporânea abre\, no dia 28 de setembro\, 5a feira\, a exposição de Marco Veloso “anoitecer\, amanhecer: desalerta”\, com 22 desenhos com tinta óleo sobre madeira\, inéditas. \nO desenho de Marco Veloso\, que até agora se caracterizava por intensos contrastes – seja entre o preto\, o branco e os tons de cinza ou entre a tinta preta e a amarela – encaminha-se\, neste momento\, em direção a uma luminosidade leve e pacífica. Com a utilização de linhas amarelas sobre fundo branco\, os contrastes são reduzidos\, as linhas descansam e as composições evidenciam forte unidade espacial. \nAs obras da nova mostra despertam o espectador para significativas contradições de nosso tempo: uma época marcada pelo olhar intimidador dos aparelhos eletrônicos\, mas também por uma visão humana da realidade sensivelmente singular. \n“Vivemos numa cidade em permanente estado de alerta. O contraste entre um certo romantismo e as diversas formas de tensão social procura trazer à luz o estado de espírito de nossa busca por uma dignidade humana”. \nEmbora os desenhos do artista pareçam surgir rapidamente\, sem hesitação\, em realidade eles são densamente elaborados\, até estarem impregnados da espontaneidade necessária. Para cada desenho da exposição\, foram feitos dezenas de esboços\, conta Veloso. Sobre isso\, o colecionador Gilberto Chateaubriand certa vez afirmou: \n“Diferentemente de artistas que se destacam pela perfeição formal ou pela delicadeza dos procedimentos\, o que me atraiu de imediato foi a impulsividade aparentemente de Marco\, o alto grau de expressividade\, obtida após longa reflexão\, e não por qualquer descontrole deliberado”. \nSobre o artista \nCarioca\, nascido em 1959\, Marco Veloso é um dos mais destacados nomes da arte do desenho no Brasil e tem realizado importantes mostras solo ao longo dos últimos 20 anos. Desde 2013\, o artista teve uma transformação de grande importância em sua obra. Conhecido pelas séries de desenhos em carvão\, iniciadas em 1999 e que já ultrapassaram o número de cem\, Veloso agora apresenta o feliz encontro entre a pintura e o desenho. Entre suas individuais em instituições públicas estão: “Desenhos na Coleção Gilberto Chateaubriand”\, no MAM Rio\, em 2000\, 2003 e 2008\, “Contigo na Distância”\, no Museu de Arte Contemporânea de Niterói\, em 2010\, além de duas no Paço Imperial: “Se as palavras… “\, em 1999\, e Jogando com Armadilhas\, em 2016. \n  \n1997 – “Duas Mãos” (galeria do Museu da República) \n  \n1999 – mostra individual “Se as palavras… ” (no Paço Imperial) \n  \n2000 – “Novas Aquisições da Coleção Gilberto Chateaubriand” (Museu de Arte Moderna-RJ) \n  \n2002 – exposição coletiva “Rio Arte Contemporânea” (Museu de Arte Moderna) \n  \n2003 – “Novas Aquisições da Coleção Gilberto Chateaubriand” (Museu de Arte Moderna) \n  \n2005 – Uma de suas séries passa a fazer parte do Museu Nacional de Belas Artes \n  \n2006/2007 – Feira SP Arte (Pavilhão da Bienal de São Paulo) \n  \n2007 – exposição individual “No Silêncio de uma Noite Azul” (Galeria Mercedes Viegas Arte Contemporânea) \n  \n2008 – “Novas Aquisições da Coleção Gilberto Chateaubriand” (Museu de Arte Moderna) \n  \n2010 – exposição individual “Contigo na Distância” (Museu de Arte Contemporânea\, de Niterói) \n  \n2016 – mostra individual “Jogando com Armadilhas” (Paço Imperial) \n  \nEXPOSIÇÃO: “anoitecer\, amanhecer: desalerta” de Marco Veloso \nABERTURA: quinta\, 28 de setembro de 2017\, às 19h \nQUANDO:  29 de setembro  a 1 de novembro de 2017 \nONDE: Mercedes Viegas Arte Contemporânea – Rua João Borges\, 86 – Gávea\, Rio de Janeiro. tel: (21)2294-4305 \nHORÁRIO: De segunda a sexta\, das 11h às 19h. Sábados: 15h às 19h \n  \n 
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SUMMARY:Fortes D’Aloia & Gabriel na Galeria Galpão
DESCRIPTION:Fortes D’Aloia & Gabriel | Galpão\n30.09.2017 – 04.11.2017 \nRua James Holland\, 71 (São Paulo) – 01138-000
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SUMMARY:Marco Maria Zanin na Pivô
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SUMMARY:5 peças pelo grupo XIX de Teatro/ SP
DESCRIPTION:A partir de 30 de setembro\, o Grupo XIX de Teatro volta a apresentar as cinco peças criadas nas oficinas ministradas pelos integrantes do grupo entre fevereiro e julho\, durante seu Núcleo de Pesquisas 2017. \nA programação chamada Remostra traz A Palavra e o Abismo\, com direção de Luiz Fernando Marques (dias 30 de setembro e 1º de outubro)\, In Cômodos\, com direção de Juliana Sanches (também nos dias 30 de setembro e 1º de outubro)\, Plantar Cavalos Para Colher Sementes\, com direção de Ronaldo Serruya (dias 7\, 8 e 9 de outubro)\, Invenção Do Eu\, com direção de Rodolfo Amorim (dias 14 e 15 de outubro) e Feminino Abjeto\, com direção de Janaina Leite (dias 4 e 5 de novembro). As sessões acontecem na Vila Maria Zélia\, com ingressos pague quanto puder. \nOs núcleos são coletivos formados a partir de seleções – que já chegaram a atingir o número de 600 inscritos-\, que ao longo do ano e sob a orientação dos artistas do Grupo XIX de Teatro\, desenvolvem pesquisas nas áreas de atuação\, direção\, dramaturgia\, corpo e direção de arte. No total mais de mil artistas já participaram destas atividades e delas surgiram novos coletivos teatrais. \n  \nProgramação dos espetáculos: \n  \nREMOSTRA NÚCLEO DE PESQUISAS 2017 DO GRUPO XIX DE TEATRO \n  \nA PALAVRA E O ABISMO \nDias 30 de setembro e 1º de outubro – Sábado e domingo às 16h. \n  \nCom orientação de Luiz Fernando Marques a partir do texto Destinos\, de Paulo Emílio Salles Gomes (escrito e encenado na Vila Maria Zélia em 1936)\, o núcleo desenvolveu uma pesquisa que une esta dramaturgia pré-elaborada com uma dinâmica de improviso. No texto duas/dois e irmãs/irmãos discordam das questões políticas e comportamentais de seu tempo\, aflitos com as escolhas\, próprias e do outro\,  influenciando em seus destinos.  No experimento\, atrizes\, atores e público se divertem entre a palavra e o abismo. \n  \nFicha técnica: \nDireção: Luiz Fernando Marques. Co-direção: Paulo Arcuri. Participantes: Alexandre Quintas\, Ayiosha Avellar\, Carlin Franco\, Carlitos Tostes\, Carol Kern\, Eduardo Pires\, Fernanda Stein\, Joana Pegorari\, Larissa Morais\, Leticia Tavares\, Luiz Rodrigues\, Priscila Jácomo\, Mariana Cordeiro Serra\, Mariel Fernandes e Tatiana Vinhais. Duração: 70 minutos. Classificação etária: 16 anos. Capacidade: 24 lugares. \n  \n**** \nIN CÔMODOS \nDias 30 de setembro e 1º de outubro  – Sábado às 19h e domingo às 20h. \nCom orientação de Juliana Sanches o núcleo foi estimulado por obras de Virginia Woolf\, Clarice Lispector\, Susan Sontag e em escritos das próprias artistas criadoras. O experimento apresenta uma casa e suas moradoras. As paredes que limitam o espaço\, o chão que as suporta e acolhe\, as divisões que são impostas\, e uma busca constante em ser\, só ser. \n  \nFicha técnica: \nDireção: Juliana Sanches. Assistência de direção: Evelyn Klein. Colaboradora do processo: Lucimar De Santana. Artistas criadoras: Bruna Iksalara\, Camila Ferreira\, Carol Andrade\, Carol Gierwiatowski\, Carol Vidotti\, Carol Pitzer\, Carolina Catelan\, Caru Ramos\, Elisete Santos\, Ericka Leal\, Gabi Gomes\, Gabriela Segato\, Giovana Siqueira\, Ju Terra\, Lidi Seabra\, Natália Martins\, Natasha Sonna\, Patrícia Faria\, Rita Damasceno\, Samara Lacerda\, Thaís Peixoto\, Victoria Moliterno e Vivian Valente. Classificação: 16 anos. Duração: 70 minutos. Capacidade: 60 lugares. \n  \n**** \nPLANTAR CAVALOS PARA COLHER SEMENTES \nDias 7\, 8 e 9 de outubro – Sábado e domingo às 19h e segunda-feira às 20h. \nOrientado por Ronaldo Serruya a performance é livremente inspirada no manifesto Falo Por Minha Diferença do ativista chileno Pedro Lemebel.  A ideia é criar uma peça-manifesto onde cada artista traduz em cena seu lugar de fala\, revelando a vivência como algo que se inscreve no corpo e na carne\, a experiência como discurso. \n  \nFicha técnica: \nDireção: Ronaldo Serruya. Assistência de direção: Bruno Canabarro. Participantes: Ailton Barros\, Ana Vitória Prudente\, Bruno Canabarro\, Camila Couto\, Carlos Jordão\, Cristina Maluli\, Gabi Costa\, Gil Gobbato\, Hebert Luz\, Isabela Marioti\, Jonathan Moreira\, Mateus Menezes\, Mayra Bertazzoni\, Patrícia Cretti\, Tatiana Ribeiro\, Thaís Sanches Thiago Félix e Tomás Decina. Duração: 80 minutos. Classificação etária: 18 anos. Capacidade: 45 lugares. \n  \n**** \nINVENÇÃO DO EU \nDias 14 e 15 de outubro – Sábado e domingo às 20h. \nNecessário fazer inscrição prévia pelo Facebook.com/grupoxixdeteatro. \nCom orientação de Rodolfo Amorim a proposta do núcleo foi a investigação em torno da ideia de um “eu” e de que como este pode ser revelado e/ou inventado a partir de nossas memórias. Por meio de questionários\, observações\, imersões\, breves narrativas\, entre outras experimentações\, o grupo buscou desnudar-se e abrir-se para o contato com o outro\, como um caminho para revelar-se a si mesmo. \n  \nO grupo formulou algumas estratégias para criar dispositivos cênicos que anseiam por fazer com que o público vivencie algumas dessas experiências e atue neste rito de descobrir e inventar quem é ou o que é este “eu” que nos define. \n  \nFicha técnica: \nDireção: Rodolfo Amorim. Participantes: Alberto Magno\, Bruno Rocha\, Camila Spinola\, Érica Arnaldo\, Fernanda Möller\, Iago Índio do Brasil\, Jean Le Guévellou\, Julia Diniz\, Kaline Barboza\, Leo Braz\, Manuel Fabrício\, Marcella Piccin\, Paula Medeiros\, Paulo Maeda e Rafael Theophilo. Duração: 60 minutos. Classificação etária: 14 anos. Capacidade: Reduzida. Necessário fazer inscrição pelo Facebook.com/grupoxixdeteatro \n  \n**** \nFEMININO ABJETO \nDias 4 e 5 de novembro – Sábado às 20h e domingo às 19h. \n  \nCom orientação de Janaina Leite\, o núcleo se apoiou sobre a obra da artista espanhola Angélica Liddell e sobre o conceito de “abjeção” proposto por Julia Kristeva para investigar as representações do feminino hoje. Para essa abertura de processo\, o grupo trabalhou a partir de quatro disparadores tomados de obras de Liddell: Minha Relação com a Comida\, Fuck You Mother\, Eu Não Sou Bonita e O Que Farei Com Essa Espada? \n  \nFicha técnica: \nDireção: Janaina Leite. Assitência de direção: Tatiana Caltabiano. Dramaturgismo: Tatiana Ribeiro. Performers: Ana Laís Azanha\, Bruna Betito\, Cibele Bissoli\, Débora Rebecchi\, Emilene Gutierrez\, Florido\,  Gilka Verana\, Juliana Piesco\, Letícia Bassit\, Maíra Maciel\, Olívia Lagua\, Ramilla Souza e Sol Faganello. Duração: 90 minutos. Classificação etária: 18 anos. Capacidade: 55 lugares. \n  \nSOBRE O GRUPO XIX DE TEATRO \nDesde 2001 o Grupo XIX de Teatro desenvolve pesquisa autoral que deu origem aos espetáculos Hysteria\, Hygiene\, Arrufos\, Marcha Para Zenturo (em parceria com o Grupo Espanca)\, Nada Aconteceu\, Tudo Acontece e Tudo Está Acontecendo\, Estrada do Sul (em parceria com o Teatro Dell’Argine) e Teorema 21. A exploração de espaços não-convencionais\, a criação colaborativa e a relação direta com o público nas encenações são elementos constitutivos dessa trajetória. Todos os espetáculos seguem em repertório até hoje tendo sido apresentados em quase uma centena de cidades pelo Brasil e cinco países do mundo com as encenações realizadas em inglês\, italiano e francês. \n  \nA partir de 2004\, o grupo realiza uma residência artística na Vila Maria Zélia na Zona Leste de São Paulo. A “Vila” é hoje um espaço de pesquisa\, difusão e formação que abriga projetos como os Núcleos de Pesquisa que acolhem anualmente cerca de cem artistas\, além de diversos espetáculos e oficinas. Com esta ação contínua o grupo tem conseguido criar uma relação com o público da cidade de São Paulo que vai além de suas próprias peças e transborda o meio teatral fazendo parcerias com as áreas do cinema\, das artes plásticas\, dança\, fotografia\, arquitetura e história. \n  \nEste trabalho só é possível graças aos subsídios públicos com os quais o grupo vem contando de forma intermitente em sua trajetória. Em 2017\, o grupo conta com o apoio da Lei de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo para o projeto A Estufa e Cidade. \n  \nVila Maria Zélia – Rua Mário Costa 13 (Entre as ruas Cachoeira e dos Prazeres) – Belém. Telefone – (11) 2081-4647. Informações\, de terça a sexta-feira das 14 às 18h ou pelo e-mail faleconosco@grupoxix.com.br. Acesso para deficientes físicos. Bilheteria – Abre 1 hora antes de cada espetáculo exceto para Invenção Do Eu que é necessário fazer inscrição prévia. Estacionamento: gratuito.
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SUMMARY:Lições de voo na TREMA/ Lisboa
DESCRIPTION:De entre os mil sonhos havidos voar foi\, por certo\, o nosso sonho mais louco\, mas perseguimo- lo porque o céu andou sempre embrulhado em doces mistérios e atrelado a milagres redentores. \nAssim\, olhámos para os pássaros a desenharem no espaço a proeza dos seus voos\, a galgarem o ar em piruetas e outras poéticas acrobacias\, acreditando que só as asas nos poderiam abrir as portas do céu. E abriram\, pois foi com elas que\, um dia\, a Utopia deixou de o ser: Voámos! Primeiro em voo raso\, como os pardais\, depois bem junto às estrelas. \nEntão o mundo dividiu-se: de um lado ficou o céu\, para onde se haviam dirigido os nossos sonhos\, e do outro ficou o chão\, o chão da terra\, das árvores\, das casas…E as pessoas dividiram-se também: de um lado ficaram as que estavam presas às raízes\, e do outro as que estavam prontas a partir. \nNa exposição “Lições de Voo” JVC coloca-nos do lado das pessoas que estão prontas a partir\, fazendo-nos sentir uma alegre emoção\, como se fosse a primeira vez que o vento harpa as nossas asas\, que as desata e nos desata das raízes\, mostrando-nos que estamos sempre a tempo de descobrir novos roteiros no céu\, esse lugar onde os sonhos podem ser maiores\, pois é lá de cima que se avista o mundo com todos os seus possíveis impossibilíssimos. \nSeleccionando as personagens para esta exposição como quem escolhe as palavras com que se faz o poema\, JVC presenteia-nos com uma espécie de amigos para o caminho do ar\, criaturas estranhas mas\, ao mesmo tempo\, banais\, que jogam na tela a sua redonda e colorida presença. \nOlhando-as\, neste mundo do lado de cá\, percebemos que a elas estamos ligados por um fio e que juntos vamos ser protagonistas de singulares aventuras. Melhor que tudo\, descobrimos em nós\, ao mesmo tempo\, o vínculo essencial que nos une ao mundo do chão\, do chão da terra\, das árvores\, das casas… mas também o anel libertador que nos pode transportar\, em estranhas embarcações largadas ao vento\, para o lugar do sonho e de novos horizontes . \nE passamos a acreditar\, nem que por momentos\, que não há nada de mais legítimo\, de mais sublime\, que sonhar. \n“Lições de Voo” é uma exposição que nos atinge pelo lado do coração e do sonho\, e é\, precisamente\, nesta magia do sensível\, neste compromisso\, que JVC mais nos encanta. \nE se um poeta cantou as virtudes de “ter um dever e não o fazer” percebemos que JVC faz do seu dever\, ou seja\, do seu ofício de pintor\, o maior dos seus e dos nossos prazeres. \n  \nTREMA Arte Contemporânea\nRua da Jasmim 30 * 1200-229 Lisboa Portugal\nTel – 351 218130523\ngaleria@trema-arte.pt * www.trema-arte.pt
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SUMMARY:Vibrações: A Música no Cinema no Cinusp
DESCRIPTION:O CINUSP apresenta a mostra VIBRAÇÕES: A MÚSICA NO CINEMA\, com filmes que exploram a comunhão entre o cinema e a música\, contemplando variados gêneros e estilos musicais e cinematográficos de diferentes partes do mundo e períodos históricos.\nUm clássico do musical\, O mágico de Oz\, integra a mostra em uma experiência particular\, fundido ao álbum The Dark Side of the Moon\, de Pink Floyd\, resultando no experimento The Dark Side of Oz.\nA ficção musical é contemplada por Dançando no Escuro\, que é protagonizado por Björk e traz composições originais da cantora. Outra relação entre música e cinema está presente nas biografias musicais\, como é o caso de Controle: A História de Ian Curtis\, filme que reconstrói a cena pós-punk britânica de finais da década de 1970.\nIntegram a seleção documentários musicais como o brasileiro As Canções\, de Eduardo Coutinho\, e o documentário de Wim Wenders indicado ao Oscar\, Buena Vista Social Club\, que traz uma imersão na cena musical de Havana.\nNo instigante The Velvet Underground and Nico\, Andy Warhol registra um ensaio da banda\, em que a imagem segue de forma impetuosa o ritmo da música. Já a parceria do compositor Philip Glass com o diretor Godfrey Reggio em Koyaanisqatsi: Uma Vida Fora de Equilíbrio resulta em um poema sinfônico visual\, em que elementos sonoros e visuais são ressinificados.\nA estética pop é incorporada à música erudita em Ária\, produzindo uma colagem transnacional de dez curtas-metragens de óperas que guardam proximidade com videoclipes.\nA mostra conta ainda com a Sessão Vincent Moon\, filmmaker francês que viajou o mundo entre 2009 e 2013. Os curtas-metragens reunidos neste programa destacam-se pela performance dos intérpretes aliada à dança e à geografia onde o corpo que emite a música se insere.\nO CINUSP convida o público a desfrutar experiências imersivas e sensoriais na mostra Vibrações: A Música no Cinema\, explorando a potência universal da fusão entre cinema e música.\nA programação completa e as sinopses dos filmes podem ser acessadas neste documento e no site do CINUSP. \nProgramação: \n02/10 | segunda\n16h00 KOYAANISQATSI – UMA VIDA FORA DE EQUILÍBRIO\n19h00 AS CANÇÕES \n03/10 | terça\n16h00 HEIMA\n19h00 THE HUNTING GROUND (SESSÃO CINEMA E CORPO) \n04/10 | quarta\n16h00 ÁRIA\n19h00 THE VELVET UNDERGROUND AND NICO \n05/10 | quinta\n16h00 DANÇANDO NO ESCURO\n19h00 SESSÃO VINCENT MOON \n06/10 | sexta\n16h00 CONTROLE: A HISTÓRIA DE IAN CURTIS\n19h00 PLATAFORMA \n09/10 | segunda\n16h00 THE DARK SIDE OF OZ\n19h00 DANÇANDO NO ESCURO \n10/10 | terça\n16h00 AS CANÇÕES\n19h00 CONTROLE: A HISTÓRIA DE IAN CURTIS\n11/10 | quarta\n16h00 BUENA VISTA SOCIAL CLUB\n19h00 LATCHO DROM \n16/10 | segunda\n16h00 LATCHO DROM\n19h00 FILHOS DE JOÃO\, O ADMIRÁVEL MUNDO NOVO BAIANO \n17/10 | terça\n16h00 THE VELVET UNDERGROUND AND NICO\n19h00 THE DARK SIDE OF OZ \n18/10 | quarta\n16h00 HEIMA\n19h00 KOYAANISQATSI – UMA VIDA FORA DE EQUILÍBRIO \n19/10 | quinta\n16h00 FILHOS DE JOÃO\, O ADMIRÁVEL MUNDO NOVO BAIANO\n19h00 BUENA VISTA SOCIAL CLUB \n20/10 | sexta\n16h00 SESSÃO VINCENT MOON\n19h00 ÁRIA
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