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SUMMARY:Daniel Acosta na Pinacoteca
DESCRIPTION:Uma plataforma redonda de madeira com oito metros de diâmetro e dez centímetros de altura que vai girar muito lentamente ao redor do seu próprio eixo\, desenvolvida por Daniel Acosta\, é o próximo trabalho a ocupar o Octógono da Pinacoteca de São Paulo\, museu da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo. A instalação\, inspirada em um trabalho exposto pelo artista em 2008\, é inédita e foi desenvolvida exclusivamente para este espaço. \nUma vez dentro da plataforma\, as pessoas poderão ficar de pé\, sentadas ou deitadas. São cerca de dez minutos até que a estrutura dê uma volta completa\, velocidade tão lenta que pode causar no visitante a impressão de estar parado. Aos poucos\, entende-se que não. A mostra tem curadoria de Valéria Piccoli\, curadora-chefe da Pina\, e patrocínio do Iguatemi São Paulo. \n  \nA obra quase desaparece\, como um tapete\, frente a verticalidade do espaço. Sem qualquer atrativo\, além da possibilidade de “subir” na obra\, a atenção se volta toda para o público. “São os visitantes que conferem volume ao trabalho. A proposta do Daniel não é criar uma peça para ser colocada no Octógono\, mas um dispositivo para que o próprio público seja protagonista do trabalho. Além disso\, há a surpresa\, para quem olha de cima\, de uma espécie de poema visual que se forma a partir de grafismos na plataforma”\, explica Piccoli. \n  \nA proposta é criar uma condição de percepção especial que pode gerar ambiguidade e certa perda das referências. “Algo bem parecido com o que acontece quando lavamos o carro naquelas máquinas com escovas giratórias do posto de gasolina. Estamos parados\, mas sentimos como se estivéssemos em movimento. Acontece também quando você está na rodoviária sentado dentro do ônibus e o ônibus do lado sai. Uma experiência muito curiosa”\, explica Daniel Acosta. \n  \nA instalação de Daniel Acosta permanece em cartaz até 5 de fevereiro de 2018\, no primeiro andar da Pina Luz – Praça da Luz\, 02. A visitação é aberta de quarta a segunda-feira\, das 10h00 às 17h30 – com permanência até às 18h00 – o ingresso custa R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia). Crianças com menos de 10 e adultos com mais de 60 anos não pagam. Aos sábados a entrada é gratuita para todos os visitantes. A Pina Luz fica próxima à estação Luz da CPTM.  pinacoteca.org.br – (11) 3335-4990. \n  \nMais sobre Daniel Acosta \nOs trabalhos de Daniel Acosta (Rio Grande\, RS\, 1965) combinam repertórios da arte\, do desenho industrial\, da arquitetura e dos espaços urbanos. Suas obras propositadamente se colocam na fronteira entre a escultura e a peça de mobiliário. O desenho de cada peça obedece a uma padronização e a uma coordenação modular que não se presta à funcionalidade prática\, mas à representação e ao engano.
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SUMMARY:Flusser e as dores do espaço no Sesc Ipiranga/SP
DESCRIPTION:Sesc Ipiranga vira epicentro da obra de Vilém Flusser \nIntervenções\, instalações\, ambientes e atividades  \nconferem visualidade ao pensamento do filósofo tcheco-brasileiro  \nna exposição “Flusser e as dores do espaço”. Entrada gratuita \nO Sesc Ipiranga inaugura no dia 10 de outubro de 2017\, terça-feira\, às 19 horas\, a exposição “Flusser e as dores do espaço”\, sobre a vida e obra do filósofo tcheco\, naturalizado brasileiro\, Vilém Flusser (1920-1991)\, reconhecido por suas reflexões originais sobre linguagem\, mídia\, tecnologia e comunicação. Com curadoria do Prof. Dr. Norval Baitello junior e da pesquisadora Camila Garcia\, a exposição propõe criar materialidade e visualidade para o pensamento do filósofo a partir de 9 módulos expositivos\, com intervenções\, instalações artísticas\, ambientes\, além de atividades educativas. \nA curadoria elegeu como fio condutor uma das alegorias de Vilém Flusser: a escada da abstracÌ§aÌ?o\, ideia que reflete a perda gradativa do referencial espacial na mediacÌ§aÌ?o do ser humano com seu entorno. Para Flusser\, o descer da escada reflete a operacÌ§aÌ?o humana na cultura\, que se distancia do concreto da sua existeÌ?ncia no mundo ao encontrar meios de apreendeÌ?-lo e representaÌ-lo de forma cada vez mais abstrata. Organizada em nove módulos expositivos\, “Flusser e as dores do espaço” explora os insights ensaiÌsticos da abordagem arqueoloÌgica de Flusser sobre o ser humano e a teÌcnica. \nA exposição é aberta com uma introdução à biografia do filósofo. Na parede curva do vão central da unidade situa-se “Sem Chão”\, intervenção com verbetes\, além de objetos\, documentos e fotografias. Cada um deles\, contudo\, está encerrado em dezenas de pequenos compartimentos que o visitante abre aleatoriamente\, ao sabor de sua curiosidade. A área de convivência\, por sua vez\, recebe o ambiente “O vento e a fuga”: detrás de uma cortina de fotografias rasgadas\, chega-se a uma mesa com tablets e monitores com 4 entrevistas de Flusser com Miklós Peternak e 4 vídeo-ensaios de Danson Knetsch\, sobre a condição de apátrida e o sentimento de exílio cultivados pelo filósofo durante sua vida. \nA testeira do quintal do edifício recebe a intervenção “Vampyroteuthis infernalis”\, nome científico do molusco abissal conhecido como lula-vampira-do-inferno\, e também título de livro de ficção de Flusser de 1988. Ali\, são exibidos painéis e imagens em 3D com ampliações das assustadoras ilustrações de Louis Bec (Argélia\, 1936) em parceria direta com o filósofo\, feitas especialmente para a publicação. \n“O concreto e a areia ou o mundo das não-coisas” é o nome da instalação do artista Renato Sass com cerca de 70 QR Codes impressos em vinil na parede do solário\, numa espécie de painel voltado para o quintal. Convidado a “ler” por celular os códigos\, o visitante acessa conteúdos\, adentrando um universo vivo de seres\, cores\, sons\, conceitos e paisagens que\, aleatoriamente\, propõem a criação de um jogo de enigmas\, nas palavras do artista “Como uma `coleção de passagens´\, cada ponto não se encerra: para cada visualização desvendada pelo código\, a premissa da próxima e estranha descoberta”. \nNo ambiente “Celeiro de ideias”\, no galpão externo\, encontram-se textos datilografados\, cartas\, fac-siÌmiles de colunas e poleÌ?micas em artigos de jornais\, livros publicados e traduzidos\, aÌudios\, depoimentos em viÌdeos de amigos\, entrevistas\, registros fotograÌficos e projetos especiais dentro de uma atmosfera que alude aos Internationalen Kornhaus-Seminare [Seminários Internacionais do Celeiro]\, organizados por Harry Pross na aldeia de Weiler nos Alpes alemães de 1984 a 1993\, nos quais Vilém Flusser envolveu-se em acaloradas discussões com intelectuais europeus. \nNa mostra de artes visuais “Seção dos artistas”\, os curadores partiram de textos críticos de Flusser para reunir fotografias\, gravuras\, desenhos\, pinturas\, colagens e tapeçaria de artistas de seu relacionamento como Antotônio Henrique Amaral\, Edmar de Almeida\, Ely Bueno\, Fred Forest\, Gabriel Borba\, Haroldo de Campos\, Mira Schendel\, Samson Flexor e Sérgio Lima. Como não poderia deixar de ser\, os textos também são apresentados num diálogo direto com cada uma das obras na galeria. \nO celebrado texto “Filosofia da Caixa Preta – Ensaios para uma futura filosofia da fotografia”\, originalmente publicado na Alemanha como “Für eine Philosophie der Fotografie” em 1983\, é o ponto de partida para o módulo “Caixa-Preta”\, ambiente escuro semelhante a um estúdio fotográfico\, repleto de aparelhos e objetos produtores de imagens técnicas – câmeras diversas\, projetores\, rolos de filme\, chapas de vidro e celulares – que o público pode tatear às cegas à medida que ouve um áudio. \nPara Flusser\, a escrita é cálculo\, processo de codificação em dígitos de um mundo cênico. A partir dessa reflexão\, a intervenção “O gesto e a escrita”\, situada na parede entre as galerias\, propõe uma atividade improvável\, em que o visitante faz uso de linha para criar um colar de contas com combinações de letras\, ideogramas e pictogramas que é afixado com pinos a uma superfície de madeira\, criando uma instalação coletiva a que se somam diversas camadas de escrita. \nO último ambiente de “Flusser e as dores do espaço” chama-se “A casa furada”\, reduto da intimidade que ora não mais nos protege do mundo. Ele perfaz o que Flusser chama de “terceira catástrofe da humanidade”\, precedida por duas outras\, a do bipedismo e a da sedentarização. Na casa com janelas e portas lacradas\, aparentemente segura do ambiente externo\, uma sala branca\, um pouco suja\, e excessivamente iluminada\, tem suas paredes preenchidas por dezenas de telas novas e antigas de TV\, além de aparelhos celulares ligados\, furos e espelhos de tomadas\, por onde o ambiente é invadido pela “ventania da informação e o furacão da mídia”. Nesse documentário sonoro\, pensado como uma colagem informacional\, a sensação de acolhimento e segurança do lar se esvaem\, compondo um cenário de catástrofe. \n“O concreto da presencÌ§a no presente do gesto e do corpo\, o registro de cenas em superfiÌcies bidimensionais\, a linha unidimensional dos coÌdigos da escrita\, e o vazio espacial dos algortimos computacionais saÌ?o alegorizados por Flusser como uma escalada decrescente rumo a abstracÌ§aÌ?o\, na qual\, descer um degrau\, equivale a subtrair uma dimensaÌ?o espacial na forma de concebeÌ?-lo. Nesse pensamento: subtrair eÌ abstrair”\, arrematam os curadores. \nVilém Flusser \nNascido em Praga\, na República Tcheca\, em 1920\, Vilém Flusser veio para o Brasil em 1941\, fugido do avanço das tropas nazistas\, fixando-se em São Paulo. Sua condição de exilado está refletida no plano filosófico de toda sua obra\, em temáticas que vão da teoria da linguagem verbal aos gestos humanos\, passando por preocupações com o futuro da escrita e das comunicações e\, principalmente\, nos conceitos da pós-história e da imagem técnica. Em 1972\, inconformado com o período ditatorial\, Flusser retorna à Europa\, onde sua obra ganhou maior divulgação. No Brasil\, a valorização de seu legado intelectual tem se dado de forma relativamente recente se comparada ao seu reconhecimento no exterior. Traduzida para mais de 20 línguas\, sua produção está organizada desde 1992 e encontra-se salvaguardada em edições originais em alemão e\, sobretudo em português\, em arquivos digitalizados de textos\, além de dezenas de horas de áudio e vídeo no “Vilém Flusser Archiv”\, na Universidade das Artes – UdK (Berlim)\, e também no Arquivo Vilém Flusser São Paulo\, no campus Ipiranga da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC SP. \nImagens de divulgação aqui: http://adelantesp.tumblr.com/tagged/imagens-flusser \nServiço: \n“Flusser e as dores do espaço”\, curadoria de Norval Baitello Junior\, Camila Garcia \nAbertura: dia 10 de outubro de 2017\, terça-feira das 19 às 22 horas \nPeríodo expositivo: de 11 de outubro de 2017 a 28 de janeiro de 2018 \nSesc Ipiranga \nR. Bom Pastor\, 822 – Ipiranga \nSão Paulo – SP – CEP 04203-000 \nHorários de funcionamento: terça a sexta-feira\, das 7 às 21h30; sábados\, das 10 às 21h30; e domingos das 10h às 18h30 \nTel.: (11) 3324 2000 \nEntrada gratuita e livre \n@sescpiranga
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SUMMARY:Casas de Vidro no Instituto Bardi/ SP
DESCRIPTION:  \nInstituto Bardi/Casa de Vidro\, IAU-USP\, AGC e Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo inauguram no dia 12\, exposição inédita sobre as quatro casas de vidro projetadas por grandes nomes da arquitetura internacional: Mies Van der Rohe\, Philip Johnson\, Charles e Ray Eames e Lina Bo Bardi\n[Expo Casas de Vidro Bardi] \nA exposição inédita\, realizada na Casa de Vidro de Lina Bo Bardi\, no Morumbi\, aborda a questão da utilização intensiva do vidro como material para a arquitetura\, tendo como eixo central a comparação entre quatro emblemáticas casas de vidro modernas: as casas projetadas por Philip Johnson\, Charles e Ray Eames e Mies Van Der Rohe nos Estados Unidos\, e a residência do casal Bardi no Brasil. \nCasas de Vidro – tem como objetivo oferecer informações da história das quatro casas\, propiciando a reflexão sobre os processos culturais\, envolvendo o tema o vidro\, que permite a completa transparência dos limites da casa e seu uso em diferentes situações. \nComposta por 20 expositores\, distribuídos pelos espaços da casa paulistana\, a exposição conta com imagens de arquivo dos quatro projetos\, estudos e comparações entre os arquitetos\, suas poéticas de trabalho\, métodos\, referências e a vida íntima de cada um. Além do repertório fotográfico\, serão expostas 12 maquetes produzidas especialmente para o evento\, possibilitando um estudo aprofundado dos projetos e suas peculiaridades formais. Ao serem apresentadas lado a lado\, as casas evidenciam as semelhanças e diferenças das opções formais e técnicas\, dos modos de uso da habitação e suas contribuições na promoção e divulgação da arquitetura moderna. \nA exposição complementa o projeto da Casa de Vidro dos Bardi\, apoiado pela Getty Foundation por meio do programa Keeping it Modern\, em desenvolvimento por uma equipe do Instituto de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo\, coordenada pelo professor Renato Anelli\, também curador desta exposição. \nAs quatro casas de vidro \n1 – Casa de Vidro (projeto 1949-51)\, Lina Bo Bardi \n2 – Farnsworth House (projeto 1945-47)\, Mies Van Der Rohe \n3 – Philip Johnson Glass House (projeto 1945-47)\, Philip Johnson \n4 –Eames House ( Case Study House no 8) – (projeto 1948-49)\, Charles e Ray Eames \nServiço \nCasas de Vidro- História e Conservação \nPeríodo: 12 de outubro a 4 de março 2018 \nVisitação: De quinta a domingo\, em horários específicos: 10h15\, 11h45\, 14h e 15h30 \nEntrada: R$ 20\,00 (inteira) – R$ 10\,00 (meia) \nLocal: Casa de Vidro \nEndereço: Rua General Almério de Moura\, 200\n05690-080 – São Paulo / SP – Brasil \nInformações: 11 37449902 \nVisitas educativas: agendamentoeducativo@institutobardi.org \nPROMOÇAO: \nINSTITUTO BARDI/ CASA DE VIDRO \nIAU-USP \nSECRETARIA DA CULTURA DO ESTADO DE SÃO PAULO
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SUMMARY:Exposições do Edifício Joaquim Nabuco/SP
DESCRIPTION:O Centro Universitário Maria Antonia convida a todos para a inauguração do Edifício Joaquim Nabuco\, no dia 17 de outubro\, às 19 horas. \nSerão abertas exposições originárias da produção de docentes\, alunos e parceiros da Universidade de São Paulo\, em distintas manifestações e contextos. \nEm Experimento artista e médica Anita Colli traz esculturas produzidas com materiais do âmbito laboratorial em interação com objetos domésticos\, deslocando o significado do uso comum a eles atribuído. Encyclopædia\, de Feres Khoury\, também opera uma manipulação de suportes e técnicas\, trazendo volumes enciclopédicos obsoletos\, como o latim silenciado em dicionários\, deformando-os para transmutá-los em peças singulares\, assumindo o receptáculo genuíno e gerativo de conhecimento como matriz da obra de arte por vir. \n  \nPapyrus Textil\, de Eunice Liu\, é resultado de uma tese de doutorado acerca de especulações sobre o papel\, suporte inicial das reflexões em processo gerativo de ideias. A artista tensiona as reações do material disponível sobre a técnica tridimensional. \n  \nSimplex Machina é o resultado de atividades realizadas por calouros de turmas de Design da FAUUSP nas quais foi proposto que trabalhassem estruturas cinéticas capazes de transformar os ambientes em que se inserem. \n  \nPina in memorian apresenta pinturas de Helmut Schippers\, artista convidado\, que homenageia a bailarina Pina Bausch\, realizando um processo interartes que ressalta o contato entre as linguagens artísticas expressas: a dança-teatro e a pintura. \n  \nRe Vou Ver revisita a exposição “1968 Vou Ver”\, exibida em 2008\, quarenta anos depois dos confrontos protagonizados por estudantes na Rua Maria Antonia. A exposição\, sob nova curadoria\, conta com fotografias de Hiroto Yoshioka\, que compõem o acervo do Centro Maria Antonia\, e exibe documentário “A batalha do Maria Antônia”\, de Renato Tapajós\, de 2014. \n  \nMUTANTE\, ambíguo adjetivo convertido em substantivo\, e MUTARTE\, verbo de ação\,camuflado na pausa reflexiva de “mutar-te”\, capaz de convocar receptores a se transformar e estar disponível à transformação\, são dois termos que espelham as mutações\, perturbações\, inquietações\, interferências e mudanças que ocorrem nos suportes e materiais explorados nas exposições\, nas linguagens utilizadas para representá-los\, na forma de produção artística ou na estratégia adotada para perscrutar o campo científico\, deflagrando incessantes reflexões no espectador e aprendiz\, disponível a experiências únicas\, que se multiplicam\, infinitamente. \n  \nMUTANTE MUTARTE\n \n  \nExposições do Edifício Joaquim Nabuco \nabertura 17 de outubro\, às 19h \nvisitação até 28 de janeiro de 2018 \nterça a domingo e feriados\, das 10 às 18h \nentrada franca \ninformações \n11 3123 5234 / 5231 \nexpomausp@gmail.com \n  \nmariantonia.prceu.usp.br/ \nwww.facebook.com/maria.antonia.usp
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SUMMARY:Exposição Levantes no SESC/SP
DESCRIPTION:SESC SÃO PAULO REALIZA A EXPOSIÇÃO “LEVANTES”\,\nEM PARCERIA COM O INSTITUTO CULTURAL JEU DE PAUME\, DE PARIS\, E CURADORIA DO FILÓSOFO E HISTORIADOR DA ARTE GEORGES DIDI-HUBERMAN \nEm cartaz até 28 de janeiro de 2018\, a exposição idealizada pelo Jeu de Paume é composta por cerca de 200 obras\, entre instalações\, pinturas\, fotografias\, documentos\, vídeos e filmes contemporâneos que apresenta as diferentes formas de\nrepresentação dos levantes.\nA palestra “Imagens e Sons como forma de luta” apresentada pelo curador francês\, Georges Didi-Huberman\, também integra a programação\, no dia 17 de outubro\, no Teatro Paulo Autran\, às 20h no Sesc Pinheiros. \nCom ênfase em referências relacionadas à insurgência como expressão artística e social\, a exposição “Levantes”\, com abertura em 18 de outubro\, às 20h\, no Sesc Pinheiros\, convida o público a uma reflexão sobre as manifestações populares por meio da arte. Organizada e idealizada pelo Jeu de Paume (histórica instituição que tradicionalmente acolhe exposições de arte e fotografia e situada no Jardim das Tulherias\, em Paris) e realizada no Brasil pelo Sesc em São Paulo\, em parceria com o Serviço de Cooperação e de Ação Cultural da Embaixada da França no Brasil (SCAC)\, a mostra conta  com curadoria de Georges Didi-Huberman\, filósofo e historiador da arte que vem pela primeira vez a São Paulo e conta com inúmeros estudos e artigos científicos publicados que integram o currículo das principais escolas de Belas Artes de todo o mundo pelo menos há duas décadas. \n  \nExposição Levantes – Curadoria de Georges Didi-Huberman \n“Levantes” é uma exposição transdisciplinar sob a perspectiva das emoções coletivas\, na qual estão presentes as diferentes formas de representação dos levantes\, atos populares\, políticos\, engajados nas transformações sociais\, nas revoltas e/ou revoluções. Os anseios\, as forças da natureza\, como movimento das dunas levadas pelo vento\, os impulsos e gestos corpóreos\, os testemunhos tratando daquilo que mobiliza a sublevar e a transformar são apresentados por meio de instalações\, pinturas\, fotografias\, documentos\, vídeos e filmes contemporâneos. \nA partir das reproduções de fotografias de Marcel Duchamp\, Man Ray\, Cartier Bresson e Gilles Caron\, dos textos de Marcel Foucault\, Baudelaire e André Breton\, das instalações de Lorna Simpson\, dos vídeos de Allan Sekula\, a poesia dos Manifestos Pau-Brasil e Antropofágico de Oswald de Andrade e do movimento dos parangolés de Hélio Oiticica\, dentre outras obras\, a exposição demonstra as múltiplas maneiras de transformar quietude em movimento\, submissão em revolta\, renúncia em alegria expansiva. \nO curador propõe a divisão da mostra em cinco eixos\, elementos\, gestos\, palavras\, conflitos e desejos\, descritos a seguir: \n  \nELEMENTOS \n  \nLevantar-se\, como quando se diz “o levantar de uma tempestade”. Revirar a gravidade que nos prende ao chão.  São as leis da atmosfera inteira que serão contrariadas. \nSuperfícies – lençóis\, panos\, bandeiras – que esvoaçam ao vento. Luzes que explodem como fogos de artifício. Poeira que sai das reentrâncias\, se levanta. Tempo que se solta das amarras. Mundo de ponta-cabeça. De Victor Hugo a Eisenstein e além\, os levantes serão frequentemente comparados a turbilhões e a grandes ondas que arrebentam\, por ser quando os elementos (da história) se desencadeiam. \nO levante se faz\, de início\, com o exercício da imaginação\, mesmo em seus “caprichos” ou “disparates”\, como dizia Goya. \nA imaginação ergue montanhas. E quando nos levantamos diante de um “desastre” real\, ou seja\, daquilo que nos oprime\, dos que querem tornar impossíveis os nossos movimentos\, opomos a eles a resistência de forças que são antes de tudo desejos e imaginações\, ou seja\, forças psíquicas de  desencadeamento e de reaberturas de possibilidades. \n  \nGESTOS \nLevantar-se é um gesto. Antes mesmo de começar e levar adiante uma “ação” voluntária e compartilhada\, o levantar se faz por um simples gesto que\, de repente\, vem revirar a prostração que até então nos mantinha submissos (por covardia\, cinismo ou desespero). Levantar-se é jogar longe o fardo que pesava sobre nossos ombros e entravava o movimento. É quebrar certo presente – mesmo que amarteladas\, como queriam Friedrich Nietzsche e Antonin Artaud – e erguer os braços ao futuro que se abre. É um sinal de esperança e de resistência. É um gesto e uma emoção. Os republicanos espanhóis plenamente o assumiram\, eles cuja cultura visual tinha sido formada por Goya e Picasso\, mas também por todos os fotógrafos que registraram ao vivo os gestos dos prisioneiros libertados\, dos combatentes voluntários\, das crianças ou da famosa La Pasionaria Dolores Ibárruri. No gesto do levante\, cada corpo protesta por meio de todos os seus membros\, cada boca se abre e exclama o não da recusa e o sim do desejo. \n  \nPALAVRAS \nBraços se ergueram\, bocas exclamaram. Agora precisamos de palavras\, frases para o dizer\, o cantar\, o pensar\, o discutir\, o imprimir\, o transmitir. Por isso os poetas se situam “antes” da ação propriamente dita\, como dizia Rimbaud nos tempos da Comuna. Atrás os românticos\, à frente os dadaístas\, surrealistas\, letristas\, situacionistas etc.\, que sustentaram poéticas insurreições. \n“Poética” não quer dizer “longe da história”\, muito pelo contrário. Há uma poesia dos folhetos\, desde a folha de protesto escrita por Georg Büchner em 1834 até as resistências digitalizadas de hoje\, passando por René Char em 1943 e os “cinétracts” (cine-panfletos) de 1968. Há poesias específicas do papel-jornal e das redes sociais. Há uma inteligência particular – atenta à forma – inerente aos livros de resistência ou de levantes. Até que as próprias paredes tomem a palavra e que esta ilustre o espaço público\, espaço sensível em sua totalidade. \n  \nCONFLITOS \nEntão tudo se inflama. Tem quem veja nisso apenas o puro caos. No entanto\, outros veem surgir formas de um desejo de ser livre\, formas de vida em comum durante as greves. Dizer “manifestamos” é constatar – mesmo com espanto\, mesmo sem compreender – que algo surgiu\, algo decisivo. Mas foipreciso um conflito. É um tema importante para a moderna pintura da história (de Manet a Polke) e para as artes visuais em geral (fotografia\, cinema\, vídeo\, arte digital). Os levantes às vezes produzem apenas a imagem de imagens quebradas: vandalismos\, um tipo de carnaval negativo. Mas a arquitetura \nprovisória dos levantes se constrói sobre essas ruínas: coisas paradoxais\, moventes\, feitas disso e daquilo\, como as barricadas. Depois as autoridades reprimem a manifestação\, quando já não resta aosmanifestantes nada além da forçado desejo (a força\, não o poder). Por isso\, na história\, tantas pessoas morreram por terem se levantado. \n  \nDESEJOS \nMas a força sobrevive ao poder. Freud dizia que o desejo é indestrutível. Mesmo quem sabe estar condenado – nos campos de concentração\, nas prisões – busca meios de transmitir um depoimento\, um apelo. Foi o que Joan Miró quis mostrar numa série intitulada L’Espoirducondamné à mort [A esperança do condenado à morte]\, em homenagem ao estudante anarquista Salvador PuigAntich\, executado pelo regime franquista em 1974. \nUm levante pode acabar em lágrimas de mães chorando sobre os filhos mortos. Mas essas lágrimas não são de esgotamento: elas ainda podem ser força de sublevação\, como nas “marchas de resistência” das mães e avós de Buenos Aires. São nossos próprios filhos em levante: Zero de conduta! E Antígona\, afinal\, não era quase uma criança? Seja na floresta do Chiapas\, na fronteira greco-macedônica\, em qualquer parte da China\, no Egito\, em Gaza ou na selva das redes da internet pensadas como um voxpopuli\, sempre haverá uma criança que pule o muro. \n  \nItinerante\, Levantes foi criada pelo Jeu de Paume\, com a condição de que cada cidade por onde passe tenha conteúdos locais adicionados. Nesse sentido\, Didi-Huberman pediu que fosse incluída uma série de conteúdos que enfatizassem a escravidão\, a negritude e a pobreza no Brasil\, temas que estarão representados pela sensibilidade artística de Sebastião Salgado\, Hélio Oiticica e Oswald de Andrade. \nCom aproximadamente\, 200 obras – várias delas inéditas no Brasil–a mostra conta compeças garimpadas em coleções espalhadas pelo mundo\, fugindo de uma abordagem tradicionalmente eurocêntrica ou norte-americana. No conjunto\, o acervo reunido exemplifica a visão ampla e panorâmica deDidi-Huberman. \n  \nConferência de Georges Didi-Huberman – Imagens e Sons Como Forma de Luta \nNão há levantes sem sons (músicas\, hinos) e sem imagens. Eles são inventados e brandidos a qualquer custo\, apesar das dificuldades a enfrentar. Esta palestra se propõe a abordar as dimensões estéticas das forças individuais e coletivas que são invocadas nos levantes. O que se busca chamar\, nos diálogos aqui propostos\, é aquilo que arde nas imagens surgidas desses acontecimentos. Nessa tentativa\, procura-se resgatar diferentes gestos de insurgência que revoltam o mundo ou que contra ele se levantam. Impulsos que mobilizam ações e paixões\, fulgurando-se numa constelação de obras por meio de imagens\, palavras ou pensamentos. \nDidi-Huberman não fará uma simples fala de abertura como curador. Como professor catedrático\, ele dará uma aula magna sobre tudo que insurge\, abordando o pensamento filosófico sobre sair do lugar-comum\, algo que dialoga com o atual momento brasileiro. Nascido em Saint-Étienne (60 km ao sudeste de Lyon)\, em 1953\, é um dos grandes intelectuais franceses de sua geração. Professor na École des Hautes Études en Sciences Sociales\, em Paris\, é autor de dezenas de livros\, cujas reflexões abrangem desde a filosofia da imagem à história da arte\, passando pelo cinema e pela literatura. \n  \nObras de Didi-Huberman em Português \nLivros \nO que vemos\, O que nos Olha (editoras 34 e Dafne) \nA Imagem Sobrevivente. História da Arte e Tempo dos Fantasmas Segundo AbyWarburg (editora Contraponto) \nImagens Apesar de Tudo (editora KKYM) \nSer Crânio. Lugar\, Contato\, Pensamento\, Escultura (editora C/Arte) \nAtlas ou a Gaia Ciência Inquieta (editoras KKYM + Eaum) \nSobrevivência dos Vaga-lumes (editora UFMG) \nFalenas. Ensaios sobre a Aparição (editora KKYM) \nQue Emoção! Que Emoção? (editora KKYM) \n  \nEnsaios \n“Grisalha. Poeira e Poder do Tempo” (editora KKYM) \n“O Anacronismo Fabrica História: Sobre a Inatualidade de Carl Einstein” (editora UFRGS) \n“Ao Passo Ligeiro da Serva (Saber das Imagens\, Saber Excêntrico)” (editora J.F Figueira) \n“Luz contra Luz” (editora KKYM) \n“Pensar Debruçado” (editora KKYM) \n  \nSERVIÇO: \nConferência de Georges Didi-Huberman – Imagens e Sons Como Forma de Luta \nQuando: 17/10\, às 20h \nLocal: Teatro Paulo Autran (1.010 lugares) \nIngresso: gratuito – retirada de ingressos a partir das 14h na bilheteria \nRecomendação etária: livre \n  \nExposição Levantes – Curadoria de Georges Didi-Huberman \nQuando: \nAbertura: 18/10\, às 20h \nVisitação: 19/10 a 28/01. Terça a sexta\, das 10h30 às 21h30; sábados\, das 10h30 às 21h; domingos e feriados\, das 10h30 às 18h30 \nLocal: Espaço Expositivo (2º andar) \nIngresso: gratuito \nRecomendação etária: livre \n 
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SUMMARY:Coletiva de vídeos na Pinacoteca
DESCRIPTION:Pinacoteca de São Paulo apresenta mostra coletiva de vídeos   \n Curtas de Cao Guimarães\, Cinthia Marcelle e Tiago Mota Machado\, Janaina Wagner\, Marcellvs L. e Wagner Morales serão exibidos na Pina Estação    \nAbertura 21 de outubro de 2017\, sábado\, às 11h | Em cartaz até 12 de março de 2018 \nA Pinacoteca de São Paulo\, museu da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo\, apresenta “Ensaio de Tração”\, mostra coletiva de vídeos produzidos por artistas brasileiros que se dedicam a explorar os limites da linguagem audiovisual. A ideia nasceu do desejo de mostrar pela primeira vez na Pina a obra “Da janela do meu quarto” (2004)\, de Cao Guimarães\, que entrou para o acervo do museu em 2015 pelo Programa de Patronos da Arte Contemporânea. \n“Da janela do meu quarto” traz cenas de uma rua de areia em que\, debaixo de chuva\, duas crianças brigam e\, ao mesmo tempo\, brincam. O vídeo de cinco minutos foi captado em Super 8 e será exibido em sua versão digital. Já conquistou prêmios de melhor curta e melhor filme em festivais brasileiros e um francês. \nA partir deste vídeo foram reunidos trabalhos de outros artistas\, entre eles “Nau” (2017)\, de Cinthia Marcelle e Tiago Mata Machado\, comissionado pela Fundação Bienal de São Paulo para ser apresentado no Pavilhão do Brasil na 57ª Bienal de Veneza e agora exibido pela primeira vez no Brasil\, além de “Terreno” (2004)\, de Janaina Wagner\, “9493” (2014)\, de Marcellvs L.\, e “Thierry” (2012)\, de Wagner Morales. \nOs filmes têm em comum a ambiguidade entre o documental e a ficção. As narrativas oscilam entre a encenação e o registro embaralhando a percepção do espectador. Assim\, cada vídeo recorre a diferentes recursos da linguagem fílmica: o enquadramento\, a edição\, a montagem do som e a performance da câmera\, para colocar em suspensão o desenrolar da ação. \n“Os trabalhos na exposição criam imagens potentes de resistência e resiliência em dimensão física\, política e mental e eles colocam os espectadores numa situação simultaneamente de voyeur e de cúmplice”\, explica Jochen Volz\, diretor geral da Pinacoteca. \n“Ensaio de tração” permanece em cartaz até 12 de março de 2018\, no segundo andar da Pina Estação – Largo General Osório\, 66. A visitação é gratuita e aberta de quarta a segunda-feira\, das 10h00 às 17h30 – com permanência até às 18h00. A Pina Estação fica próxima à estação Luz da CPTM\, vizinha à Sala São Paulo.  pinacoteca.org.br – (11) 3335-4990.
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SUMMARY:Memória das ditaduras na América Latina
DESCRIPTION:Memorial da Resistência abre exposição sobre memória das ditaduras na América Latina \n“Hiatus” traz obras realizadas a partir do diálogo com o tema da memória\, resultados das Comissões da Verdade e a continuidade de violações semelhantes no mundo contemporâneo \nA partir do dia 21 de outubro\, o Memorial da Resistência\, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo\, apresenta a exposição “Hiatus: a memória da violência ditatorial na América Latina”. Com curadoria de Marcio Seligmann-Silva\, a mostra promove o encontro de oito artistas que vêm se dedicando de modo original e expressivo ao tema da memória\, com pesquisas que emergem e dialogam com os resultados das Comissões da Verdade e a continuidade de violações semelhantes no mundo contemporâneo. A entrada é gratuita e a exposição fica em cartaz até 13 de março de 2018\, no terceiro andar do Memorial. \nParticipam da exposição os artistas Andreas Knitz\, Clara Ianni\, Fulvia Molina\, Horst Hoheisel\, Jaime Lauriano\, Leila Danziger\, Marcelo Brodsky e Rodrigo Yanes\, com obras que passam por diversos suportes\, pesquisas e exercícios: instalações (como as de Andreas Knitz\, Clara Ianni\, Horst Hoheisel Leila Danziger e Rodrigo Yanes)\, fotografias pessoais com intervenções (como as de Marcelo Brodsky)\, estruturas cilíndricas com as imagens de mortos e desaparecidos (como a obra de Fúlvia Molina) ou um impactante vídeo sobre um linchamento (obra de Jaime Lauriano). A produção apresentada em “Hiatus” aponta para os dias de hoje\, numa memória continuamente atualizada pelo esquecimento e pela barbárie. \n“Num momento político em que observamos o apagamento sistemático da memória da ditadura no Brasil e observamos a relativização da gravidade das violações cometidas nesse contexto\, a exposição ‘Hiatus’ traz a potência da arte e da memória na luta pela democracia\, justiça e verdade\, nessa missão fundamental que o Memorial da Resistência tem de lembrar o que aconteceu para que não se repita”\, diz Marilia Bonas\, coordenadora do Memorial da Resistência. \n \n“Hiato” é uma palavra derivada do latim “hiatus” que remete às noções de falta\, lacuna\, interrupção\, abismo. Ao propor uma exposição voltada para a memória das ditaduras na América Latina\, calcada nesse universo semântico\, enfatiza-se tanto o fato de que essas ditaduras representaram rupturas históricas\, como também que elas constituem uma “falta”\, um vazio dificilmente simbolizável. \nSe\, durante o período ditatorial\, alguns artistas brasileiros resistiram com muitas obras importantes\, no tempo pós-ditadura eles\, com raras exceções\, voltaram-se mais para poéticas formalistas ou para outras agendas temáticas. No entanto\, desde 2013-2014 essa paisagem tem se modificado. Uma nova linhagem de produção (pós relatório da Comissão Nacional da Verdade) tem abraçado o desafio de inscrever o passado ditatorial hoje. Pois a memória é ato\, ação que se dá no presente e se articulada às políticas do agora. \n \n“Hiatus: a memória da violência ditatorial na América Latina”conta com o apoio do Goethe Institut e do Instituto de Estudos Avançados da USP e é parte integrante do projeto “Hiatus”\, que conta com seminários\, palestras e a realização\, também no dia 21 de outubro\, de um “Sábado Resistente” sobre o tema em questão. \nServiço \nExposição Hiatus: a memória da violência ditatorial na América Latina \nMemorial da Resistência de São Paulo \nSala 1 – 3º andar \nLargo General Osório\, 66 – Luz \nAbertura: de 21 de outubro de 2017\, às 11h00 \nEncerramento: 13 de março de 2018 \nFuncionamento de quarta a segunda-feira\, das 10h às 18h (entrada até 17h30) \nEntrada gratuita \nClassificação livre \nmemorialdaresistenciasp.org.br \nPara conhecer a programação cultural de todo o estado\, o site da Secretaria da Cultura: www.cultura.sp.gov.br \nAcompanhe a Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo nas mídias sociais: \nFacebook: /culturasp \nTwitter: @culturasp \nInstagram: /culturasp
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SUMMARY:Três novas exposições ocupam o MAC Niterói
DESCRIPTION:MAC Niterói: três novas exposições ocupam Varanda e Salão Principal \nObras de Regina Vater\, Bruno Faria e Rafael Alonso \nNo dia 21 de outubro\, sábado\, a partir das 10h\, três novas exposições serão abertas\, no Museu de Arte Contemporânea de Niterói. A Varanda e o Salão Principal vão estar totalmente ocupados com obras\, fazendo um verdadeiro Percurso artístico\, que se complementa com a bela vista para a Baía de Guanabara. São elas: “Oxalá que dê bom tempo”\, de Regina Vater; “Versão oficial”\, de Bruno Faria; e “Don’t you (Forget about me)”\, de Rafael Alonso. A curadoria é de Pablo León de La Barra e Raphael Fonseca. \nEm “Oxalá que dê bom tempo”\, a importante artista carioca Regina Vater apresenta uma retrospectiva da sua longa carreira\, que tem mais de cinquenta anos.  “Assim como seus companheiros geracionais dos anos 1960\, Regina experimentou diversas linguagens no seu percurso. Inicialmente\, trabalhou nos campos do desenho\, gravura e pintura\, e\, posteriormente\, se dedicou à fotografia\, à escultura\, ao vídeo e à instalação”\, explica Raphael Fonseca. \nA exposição conta essencialmente com cinco diferentes áreas do trabalho de Vater: uma parede com trabalhos apenas dos anos 1960 – com uma série de gravuras chamada de TROPICÁLIA; a reconstrução de uma escultura mostrada na Bienal de São Paulo de 1969 – chamada MULHER MUTANTE; um trabalho em vídeo-objeto – VIDE O DOLORIDO; uma série de fotografias intitulada TINA AMÉRICA; a série de fotografias COMIGO NINGUÉM PODE – produzida em torno de 1980; a série de fotografias NATURES MORTES –produzida há cerca de 30 anos; a  instalação OXALÁ QUE DÊ BOM TEMPO; três vídeos: VIDE O ART\, DANCING TO THE GODDESS e MEGARON; entre outros trabalhos\, que ocuparão o Salão Principal. Importante ressaltar que a maioria destas obras nunca foi mostrada no Brasil antes. \nNa ocasião\, haverá\, ainda\, o relançamento do livro X–Range\, que foi concebido por Regina Vater e publicado originalmente em 1977\, pela Galería Artemúltiple\, em Buenos Aires\, Argentina.\nEsta reedição do projeto – da Ikrek Edições\, 2017 –\, cujos editores são Luiz Vieira e Pedro Vieira\, visa colocar novamente em circulação esta obra\, que marca as práticas do período e que se tornou também um documento.\nEm um único objeto\, agrega práticas experimentais de Regina e o ambiente doméstico de artistas como Hélio Oiticica\, John Cage\, Lygia Clark e Vito Acconci. O álbum é composto por 8 lâminas com fotos das casas de Hélio Oiticica\, John Cage\, Lygia Clark e Vito Acconci e poemas para cada um dos artistas. \nOcupando parte da varanda do museu está Bruno Faria com a sua “Versão oficial”\, uma instalação com dimensões variadas de 2014 a 2017. Trata-se de uma versão reduzida com 88 vinis da sua instalação INTRODUÇÃO À HISTÓRIA DA ARTE BRASILEIRA. Nesse trabalho\, o artista reúne discos cujas capas foram feitas por artistas brasileiros\, entre os anos 1960 e 1990. A relação entre design\, artes visuais e censura (visto que muitos dos vinis foram censurados durante a ditadura) se faz presente. \n  \nEm diálogo com a exposição de Regina Vater\, o artista propõe um trabalho novo chamado “Versão oficial” – também título da exposição – e que parte de um fato histórico no qual a artista Regina Vater\, em 1968\, foi convidada para realizar a capa do disco Tropicália ou Panis ET Circensis – de Caetano\, Gal\, Gilberto Gil\, entre outros.  Esta capa\, porém\, não foi publicada e a versão de Rubens Gerchman foi a que ficou conhecida. Para a criação da obra\, o artista solicitou a colaboração de Regina que refez o desenho\, já que o mesmo se perdeu – a artista o viu pela última vez\, em 1972\, emoldurado na parede da gravadora Philips. Então\, Bruno apresenta\, na mostra\, a capa que seria a verão oficial. Daí o nome da exposição e da obra\, que é acompanhada de um aparelho de toca-discos\, o que propiciará ao público ouvir Tropicália. “Essa ideia de recuperar o desenho original da artista\, a partir da memória e das impressões de Regina\, foi fantástica! O público vai ter a oportunidade de conhecer como poderia ter sido a capa de Tropicália”\, explica Pablo León de La Barra. \n  \nDividindo o espaço da varanda com Bruno\, está o Niteroiense Rafael Alonso com a sua individual “Don’t you (forget about me)”. Tendo em vista a experiência e a trajetória do artista como pintor e\, mais do que isso\, como alguém nascido e criado em Niterói\, Rafael compartilhará com o público uma série de 7 gravuras digitais que vem do interesse na relação entre pintura e paisagem. Majoritariamente um pintor que lida com a abstração e com cores fortes\, Alonso apresentará\, no museu\, uma série\, que estabelece uma referência com tipo de visualidade dos anos 80 e 90\, mas que a geometria sugere algumas relações com a paisagem que o público vê pela varanda – ou seja\, as imagens da própria cidade de Niterói. \n  \nAo optar por não mostrar óleos sobre tela\, mas impressões digitais coladas em madeira\, as tradições de cartazes de turismo e mesmo de cinema tão comum aos anos 1980 será ecoada nessa série de imagens. Por fim\, o próprio título da exposição vem de uma famosa música do Simple Minds\, de 1985\, “Don’t you (forget about me)”. “Pode-se sair de Niterói\, mas ousar esquecer de sua cultura visual de balneário certamente é difícil”\, finaliza Raphael Fonseca. \n  \nSERVIÇO: \nExposições: \n“Oxalá eu dê bom tempo”\, da artista Regina Vater (Salão Principal) \n“Versão oficial”\, do artista Bruno Faria (varanda) \n“Dont’t you (forget about me)”\, do artista Rafael Alonso \nCuradoria de Pablo León de la Barra e Raphael Fonseca \nAbertura: 21 de outubro\, às 10h \nEm cartaz até 18 de fevereiro \nVisitação: de terça a domingo\, das 10h às 18h \nA bilheteria fecha 15 minutos antes \nIngressos: R$ 10 (inteira). Estudantes\, professores e pessoas acima de 60 anos pagam meia (R$ 5).  Entrada gratuita para estudantes da rede pública (ensino médio)\, crianças de até 7 anos\, portadores de necessidades especiais\, moradores ou nascidos em Niterói (com apresentação do comprovante de residência) e visitantes de bicicleta. Na quarta-feira\, a entrada é gratuita para todos. \nLocal: Museu de Arte Contemporânea de Niterói – MAC Niterói \nEndereço: Mirante da Boa Viagem\, sem número\, Niterói-RJ \nTelefone: (21) 2620-2400 \nLançamento do livro X–Range\, que foi concebido por Regina Vater e publicado originalmente em 1977\, pela Galería Artemúltiple\, em Buenos Aires\, Argentina.\nEsta reedição do projeto visa colocar novamente em circulação esta obra\, que marca as práticas do período e que se tornou também um documento.\nEm um único objeto\, agrega práticas experimentais de Regina e o ambiente doméstico de artistas como Hélio Oiticica\, John Cage\, Lygia Clark e Vito Acconci. O álbum é composto por 8 lâminas com fotos das casas de Hélio Oiticica\, John Cage\, Lygia Clark e Vito Acconci e poemas para cada um dos artistas. \nAutora: Regina Vater \nEdição: Luiz Vieira e Pedro Vieira \nIkrek Edições\, 2017 \n41×41 cm \nPreço de capa: R$ 100\,00 \nwww.macniteroi.com.br
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SUMMARY:Comunidade Quilomba na Linha Amarela 4/SP
DESCRIPTION:Passageiros da Linha 4-Amarela podem conhecer um pouco da história do Quilombo de Frechal\, localizado no Maranhão\, pelo olhar da fotógrafa belga Christine Leidgens. Realizada pela concessionária ViaQuatro\, em parceria com o Consulado Geral da Bélgica\, a exposição integra o Programa Consulados\, que tem como objetivo incentivar o intercâmbio de informações e a diversidade étnica em uma cidade multicultural como São Paulo. \n  \nDurante seis anos\, a fotógrafa conviveu com a centenária comunidade de afrodescendentes localizada no município maranhense de Mirinzal. O resultado será exibido na mostra que entra em cartaz a partir de novembro\, na Estação Luz da Linha 4-Amarela. São 20 painéis com registros do cotidiano da primeira reserva extrativista quilombola do país. \n  \nAs obras permanecem na Estação Luz até 30 de novembro\, depois seguem para outras estações da linha. Outras atividades culturais estão abertas aos passageiros\, como a “Exposição nas estações: Dia das Crianças”\, também na Estação Luz e\, a mostra “Exposição Receitas”\, na Estação Fradique Coutinho\, ambas até 30 de novembro.\n  \nServiço \nExposição Bélgica \nEstação Luz – 1º a 30 de novembro de 2017 \nEstação Paulista – 1º de dezembro a 07 de janeiro de 2018 \nEstação Faria Lima – 08 a 31 de janeiro de 2018 \n  \nMostra “Exposição nas estações: Dia das Crianças”\nEstação da Luz –  Até 30 de novembro \n  \nExposição Receitas\nEstação Fradique Coutinho –  de 1 a 30 de novembro
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SUMMARY:“Domo” de Vanderlei Lopes na  Capela do Morumbi/SP
DESCRIPTION:O Museu da Cidade de São Paulo inaugura na Capela do Morumbi no dia 11 de novembro de 2017\, sábado\, às 11 horas\, a instalação inédita “Domo” do artista brasileiro Vanderlei Lopes. O trabalho apresenta um  domo e sua torre\, com diâmetro de 4 metros por 9\,5 metros de comprimento\, pesando 4 toneladas. Tombado no chão em diagonal no interior da sala principal da capela\, foi construído em barro\, madeira e ferro. Na sala lateral\, duas mesas apresentam anotações e reflexões  em papéis diversos\, fundidos em bronze e pintados com guache\, grafite e lápis de cor. Trata-se de uma inversão em que a “grande obra” surge de modo ambíguo\, tombada como ruína\, enquanto sobre as mesas\, os esboços de caráter diverso são apresentados perpetuados em bronze. \nDomo é uma estrutura de teto presente em diversas culturas. Esse elemento arquitetônico confere solenidade\, poder e importância às construções que encima. Sua relação com as “esferas celestes” acrescenta dimensões sagradas a essas edificações. Para a construção de “Domo”\, Vanderlei criou uma base de doze faces\, número que remete ao ideal de perfeição  e às diversas formas de estruturação\, adotadas pela humanidade para  organização do tempo como\, por exemplo\, as doze horas do relógio\, do dia ou da noite\, doze meses do ano etc. \nO “Domo” da Capela do Morumbi é uma escultura de fragmento arquitetônico ideal. Foi construído a partir de elementos baseados em tipologias gótico/renascentistas. A escolha dos materiais  tem o intuito de produzir fricção entre o imaginário solene que o domo evoca\, e um repertório arcaico\, terreno\, a que o barro remete. \nConstruído em escala monumental e tombado no chão como uma ruína\, ele preenche o interior da capela. Sua tipologia renascentista alude a um período permeado por certo otimismo. A cultura se volta para a antiguidade afim de olhar um homem mais engenhoso e a ciência valorizada deixa para trás uma era dominada\, sobretudo\, pelo obscurantismo religioso. \nOriginária de um tempo mais recente\, a Capela foi construída por Gregori Warchavchik\, no final dos anos 1940\, sobre ruínas em taipa de pilão\, típico modo de construção colonial predominante entre os séculos XVI e XVIII. Como numa cronologia reversa\, o trabalho de Vanderlei Lopes produz uma colisão espaço-temporal que\, à medida que o visitante adentra a capela\, promove um encontro com um passado precioso\, ainda mais longínquo. \n“É como se a capela estivesse impregnada de um passado que\, alheio a ela\,  se apresenta como um presente”\, declara o artista. Nesse sentido\, “Domo” articula\, por meio desse fragmento arquitetônico\, uma reflexão sobre a formação cultural\, a tradição e suas relações com a fugacidade contemporânea. \nVanderlei Lopes \nNascido em Terra Boa – PR (1973)\, é formado em Artes Plásticas pela UNESP em 2000. Entre suas principais exposições individuais destacam-se: “Monumento”\, Galeria Athena Contemporânea\, 2016; “Grilagem”\, Museu de Arte Moderna\, Rio de Janeiro\, 2014; “Tudo que reluz é ouro”\, com curadoria de Fernanda Pequeno\, Galeria Athena Contemporânea\, 2014\, Rio de Janeiro; “Transitório”\, Galeria nueveochenta\, Bogotá\, Colômbia\, 2014; “Cavalo”\, Galeria Marília Razuk\, São Paulo\, 2013; “7 quedas”\, Galeria Marília Razuk\, São Paulo\, 2011; “Vôo\, Maus Hábitos”\, Porto\, Portugal\, 2007. Entre as exposições coletivas mais relevantes: “Gold Rush”\, De Saisset Museum\, Santa Clara\, CA – EUA\, 2016; “Uma coleção particular – Arte Contemporânea no Acervo da Pinacoteca”\, curadoria de José Augusto Ribeiro\, Pinacoteca do Estado de São Paulo\, São Paulo\, 2015/2016; “Fotos contam fatos”\, curadoria de Denise Gadelha\, Galeria Vermelho\, São Paulo\, 2015; “Realidades – Desenho Contemporâneo Brasileiro”\, curadoria de Nazareno\, SESC-SP\, São Paulo\, 2011; “Les Cartes Blanches du Silo à l’Emsba”\, curadoria de Wagner Morales\, Beaux-Arts de Paris\, L`École Nationale Supérieure\, Paris\, 2009; “Loop Videoart Barcelona 2009”\, curadoria de Wagner Morales\, Centre Civic Pati Llimona\, Barcelona\, 2009; “Nova Arte Nova”\, curadoria de Paulo Venancio Filho\, Centro Cultural Banco do Brasil\, Rio de Janeiro e São Paulo\, 2008/2009. Possui obras nas seguintes coleções: Coleção de Arte da Cidade de São Paulo; Coleção Itaú\, São Paulo; Gilberto Chateaubriand\, Museu de Arte Moderna\, Rio de Janeiro; Instituto Figueiredo Ferraz\, Ribeirão Preto; MAM-RJ – Museu de Arte Moderna\, Rio de Janeiro; MAM-SP – Museu de Arte Moderna\, São Paulo; MAR – Museu de Arte do Rio\, Rio de Janeiro; MAC-USP – Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo\, São Paulo e  Pinacoteca do Estado de São Paulo\, São Paulo. \nCapela do Morumbi  \nUma das unidades do Museu da Cidade de São Paulo da Secretaria Municipal de Cultura\, a Capela do Morumbi situa-se em um terreno que pertencia à antiga Fazenda do Morumbi\, importante produtora de chá do início do século XIX. Na década de 1940\, a Cia. Imobiliária Morumby efetivou o loteamento de suas últimas glebas. Fazia parte deste loteamento a antiga casa-sede da fazenda e\, em suas proximidades\, uma edificação em ruínas de taipa de pilão. A atual edificação foi construída à maneira de uma capela pelo arquiteto Gregori Warchavchik em 1949 sobre estas ruínas. No final dos anos 1970 foi convertida em espaço para realização de eventos culturais sob a administração da Secretaria Municipal de Cultura e desde 1991 abriga exposições que estabelecem relação de aproximação entre a arte contemporânea e o patrimônio histórico\, consolidando-se como espaço para instalações site specific na cidade de São Paulo. \nA Capela do Morumbi recebeu 115 projetos desde o início dos anos 1990\, quando passou a ser utilizada como espaço artístico sob os cuidados da Secretaria Municipal de Cultura. Entre os artistas que ali realizaram trabalhos destacam-se Carlos Fajardo\, Iole de Freitas\, Dudi Maia Rosa\, Sergio Sister\, Carmela Gross\, Carlos Vergara\, José Resende\, Leonilson\, Nelson Leirner\, Albano Afonso\, Sandra Cinto\, Daniel Acosta\, Carlos Eduardo Uchôa\, Wagner Malta Tavares\, Ana Paula Oliveira\, Guto Lacaz\, Laura Vinci\, José Spaniol\, Marcelo Moscheta\, a dupla Rejane Cantoni e Leonardo Crescenti\, Alexander Pilis\, Maurício Ianês\, Tatiana Blass\, Lucia Koch\, Iran do Espírito Santo\, Felipe Cohen\, Laura Belém e Sara Ramo. \nServiço: \nExposição: “Domo”\, de Vanderlei Lopes \nAbertura: sábado\, dia 11 de novembro de 2017\, às 11 horas \nPeríodo expositivo: de 11 de novembro de 2017 a 15 de abril de 2018 \nLocal: Capela do Morumbi \nAv. Morumbi\, 5.387 – Morumbi \nSão Paulo – SP – CEP 05650-001 \nTelefone: (11) 3772 4301 \ne-mail: museudacidade@prefeitura.sp.gov.br \nVisitação: de terça a domingo\, das 9h às 17h \nEntrada franca
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SUMMARY:Alexandre da Cunha na Galeria Bergamin & Gomide
DESCRIPTION:Voyage\, última exposição de 2017\, oferece ao espectador mais perguntas do que respostas. A coletiva apresenta obras de diversos artistas\, entre eles Lygia Clark\, Marisa Merz e Jac Leirner \nCaragh Thuring\, Julius Heinemann e Samara Scott criarão obras inéditas especialmente concebidas para a mostra que abre no dia 15 de novembro \nAlexandre da Cunha é atualmente um dos mais importantes artistas brasileiros. Como curador da exposição Voyage\, ele divide algumas de suas inquietações através das obras de 15 artistas selecionadas por ele. O título\, inspirado na comédia francesa Voyage Surprise\, de Pierre Prévert (1947)\, traduz a sua proposta: “Mais do que um tema\, a exposição aborda a ideia de viajar em um sentido mais amplo e suas possíveis associações: sonhos\, expectativas\, idealização\, fantasia\, fuga\, frustração\, medo do desconhecido”. \n  \nNo filme\, um motorista de ônibus aposentado comanda uma viagem surpresa onde passageiros  desconhecem o destino final. Na mostra\, da Cunha convida artistas\, que possuem proximidade formal com o seu próprio trabalho\, a criarem uma situação onde as obras se relacionam de uma forma fluida. “Meu papel como curador neste projeto funciona como um mediador\, que sintetiza questões que surgiram no curso da montagem da exposição”. \n  \nVoyage será composta por obras de diversos períodos de artistas brasileiros e internacionais  apresentando também artistas jovens como Thiago Barbalho\, Camila Sposati\, Joel Croxson e Pablo Accinelli. \n  \nO público\, por sua vez\, completa a exposição: assim como os passageiros do filme\, o espectador é convidado a embarcar na quebra das estruturas preestabelecidas na maioria das exposições coletivas: “O espectador geralmente é confrontado com uma grande quantidade de informações\, uma ansiedade conceitual corre acima da possibilidade de ler os trabalhos de forma mais intuitiva; Nesta exposição as perguntas são mais importantes do que as respostas e as imagens são mais importantes que o texto que acompanha”\, acrescenta Alexandre da Cunha. \n  \nVoyage \nExposição coletiva \nArtistas: Samara Scott\, Caragh Thuring\, Julius Heinemann\, Thiago Barbalho\, Lygia Clark\, \nMarisa Merz\, Brian Griffiths\, Camila Sposati\, Laura Lima\, Ed Flood\, Joel Croxson\, Jac Leirner\, \nPablo Accinelli\, Rivane Neuenschwander\, José Damasceno \nCuradoria: Alexandre da Cunha \n  \nAbertura: \nDia 15 de novembro (sábado)\, de meio-dia às 19h \nAté dia 20 de janeiro de 2018 \nVisitação: \nSeg. a sex.\, 10h/19h; sáb.\, 10h/15h \nEm janeiro a galeria não funcionará aos sábados \nEntrada gratuita \n  \nGaleria Bergamin & Gomide \nRua Oscar Freire\, 379\, loja 1\, tel. 11 3853-5800 \nwww.bergamingomide.com.br \n  \nSobre a Bergamin & Gomide: \nCriada em 2000 em São Paulo por Jones Bergamin\, a galeria Bergamin ficava numa casa da década de 1950 do arquiteto Vilanova Artigas nos Jardins. A exposição inaugural foi uma retrospectiva do artista Iberê Camargo e\, entre 2001 e 2005\, André Millan (que atuava como sócio) organizou exposições de Mira Schendel\, Lygia Pape\, Tunga e Miguel Rio Branco. Neste período\, a galeria também convidou curadores a desenvolver projetos\, como “Através” de Lisette Lagnado que trouxe a público “Tteia”\, obra icônica de Lygia Pape – hoje permanentemente exposta em Inhotim. Foram realizadas também exposições individuais de artistas como José Resende\, Aluísio Carvão\, Alair Gomes e Milton Dacosta e coletivas tais quais “Arte Cinética”\, “Os Modernistas”\, “As Bienais” e “Nus”\, em parceria com a galeria Fortes Vilaça. Em 2012\, Antonia Bergamin\, filha de Jones Bergamin\, assumiu a direção da galeria junto com Thiago Gomide. Os sócios então definiram um novo perfil: com foco em vendas privadas de artistas brasileiros e estrangeiros do período Pós-Guerra\, a Bergamin & Gomide inaugurou seu novo espaço na rua Oscar Freire\, em agosto de 2013. Tem uma lista fixa de artistas\, a galeria tem flexibilidade para trabalhar com um amplo número de artistas\, sejam eles consagrados ou jovens\, brasileiros ou estrangeiros. Essa liberdade também permite a organização de exposições que abrangem diferentes temas\, períodos e movimentos. O programa conta com quatro exposições por ano\, entre individuais e coletivas: “E você nem imagina que Epaminondas sou eu”\, com obras de Amadeo Luciano Lorenzato e curadoria de Rivane Neuenschwander e Alexandre da Cunha (2014)\, a coletiva “Atributos do Silêncio” com curadoria de Felipe Scovino (2015)\, “BEUYS” que apresentou esculturas\, desenhos\, papéis e vídeos\, incluindo os clássicos “Felt Suit”\, “I like America and America likes me” (2016)\, na primeira exposição individual do artista alemão em galeria no Brasil e Fabio Mauri (Senza Arte)\, exposição dedicada ao artista italiano (2017).
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SUMMARY:Salvador Dalí e Dante Alighieri em Brasília
DESCRIPTION:Em Dalí – A Divina Comédia\, o diálogo entre artes visuais e literatura se faz presente por meio de 100 xilogravuras\, em cartaz na Caixa Cultural \n  \n“A cultura do espírito identificar-se-á com a cultura do desejo”. A citação de Salvador Dalí (1904-1989) traz apenas um rabisco\, uma pincelada de sua essência. Catalão\, polêmico e intenso\, o artista eternizou-se como o papa da pintura surrealista\, dos desejos subconscientes revelados em óleos sobre as telas. Suas obras alegóricas unem combinações esdrúxulas e oníricas\, com uma qualidade plástica peculiar\, encantadora. Tudo isso fez com que Dalí se tornasse um dos maiores pintores do século 20. \nAgora\, a capital federal poderá conferir um encontro de gigantes. Brasília receberá uma simbiose das artes que tem como fonte\, também\, o poeta renascentista Dante Alighieri (1265-1321) e seus escritos literários universais exemplificados em relíquias como a A Divina Comédia.  Dalí transferiu\, das letras para as telas\, o Inferno\, o Purgatório e o Paraíso do escritor. \nA exposição itinerante Dalí – A Divina Comédia trará para a Caixa Cultural Brasília (Setor Bancário Sul) 100 pinturas que se remetem a Dante\, com todos os tons surrealistas e simbólicos de Salvador Dalí. De 15 de novembro até o dia 4 de março de 2018\, quem passar pela Galeria Vitrine\, de terça-feira a domingo\, sempre das 9h às 21h\, poderá conferir pinturas que revelam este universo de Alighieri. O artista se consagrou por esta obra\, que extrai a agonia\, os prazeres\, os sabores e dissabores de uma viagem rumo à conquista de um paraíso idealizado. \nSão símbolos e imagens que vão além do comum e atingem o subconsciente e os sonhos. Dalí foi convidado para pintar um dos poemas épicos do autor nas décadas de 50 e 60 por encomenda do governo italiano em comemoração aos 700 anos de nascimento de Dante Alighieri. \nAs gravuras que serão expostas em Brasília perpassam à época e ao imaginário do poeta e do pintor. Os círculos infernais\, o centro da Terra\, o encontro com Lúcifer\, o reencontro com Beatriz\, a mulher amada e idealizada\, e a admissão de um paraíso são retratados por Dalí\, que respeita a transição do poema. Versos que vão do limbo aos céus. \nA proposta visual da exposição respeitou a estrutura sequencial dos cantos do Poema Sagrado de Dante. A primeira parte é dedicada ao Inferno\, com 34 imagens. Um segundo momento corresponde ao Purgatório\, e o terceiro ao Paraíso\, com 33 quadros cada. Proveniente de uma coleção privada da Espanha\, o acervo de gravuras pretende conduzir o público a uma viagem a partir desse diálogo enriquecedor entre literatura e artes visuais. Uma viagem que leva e eleva o público para os ambientes destes artistas\, que conseguem sintetizar e repassar seus pensamentos por meio da arte. \nA Divina Comédia – Dante e Dalí \nPara Dante\, homem-síntese da Idade Média\, a finalidade da vida humana era buscar o bem e a verdade\, que só em Deus se encontravam. A obra seria uma forma de despertar nos homens os valores morais e a consciência da redenção. O olhar de Dalí\, por sua vez\, não fica limitado a uma interpretação literal da história do texto\, mas explora o potencial metafórico das palavras de Dante\, que é expandido para um fluxo de imaginação próprio do pintor catalão\, que tanto rompe padrões como combina harmoniosamente estilos que vão do classicismo greco-romano ao barroco e surrealismo\, criando seu próprio universo da Divina Comédia. \nDalí pintou as obras e trabalhou por cinco anos em um sistema para que estas pudessem ser reproduzidas mecanicamente. Para isso\, teve ajuda dos gravadores Raymond Jacquet e Jean Taricco\, que fizeram 35 placas com 3500 blocos xilográficos para reproduzir as aquarelas peça por peça. Nos anos 60\, as xilogravuras foram publicadas em forma de livro por uma editora francesa\, ilustrando em seis volumes as obras completas com o texto de Dante. Essa exposição é realizada com o exemplar 283 desse conjunto de ilustrações. \nDalí – A Divina Comédiaestreou em julho de 2012 no Rio de Janeiro e passou por inúmeras capitais. A mostra é uma rara oportunidade de ver o trabalho do artista espanhol\, que também retratou outras obras da literatura de autores como André Breton e Miguel de Cervantes (Dom Quixote). Se aprofundar mais na poética de Dante\, cuja Divina Comédia também já foi retratada por mestres como Botticelli\, Doré\, Bouguereau e Barceló\, ajuda a entender a força e a permanência de imagens poéticas presentes no imaginário popular e que tiveram origem na obra do italiano.A exposição é produzida pela Arte A Produções com patrocínio da Caixa Econômica Federal. \n  \nServiço \nDali: A Divina Comédia \nDe 15 de novembro até o dia 4 de março de 2018 \nLocal: Caixa Cultural Brasília – Galeria Vitrine  (Setor Bancário Sul Qd. 4) \nVisitação: De terça a domingo\, das 9h às 21h \nInformações: 3206-9448\9449 \nEntrada franca \nClassificação livre
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SUMMARY:Voyage na ​Bergamin & Gomide
DESCRIPTION:Voyage\, última exposição de 2017\, oferece ao espectador mais perguntas do que respostas. A coletiva apresenta obras de diversos artistas\, entre eles Lygia Clark\, Marisa Merz e Jac Leirner \n  \nCaragh Thuring\, Julius Heinemann e Samara Scott criarão obras inéditas especialmente concebidas para a mostra que abre no dia 15 de novembro \nAlexandre da Cunha é atualmente um dos mais importantes artistas brasileiros. Como curador da exposição Voyage\, ele divide algumas de suas inquietações através das obras de 15 artistas selecionadas por ele. O título\, inspirado na comédia francesa Voyage Surprise\, de Pierre Prévert (1947)\, traduz a sua proposta: “Mais do que um tema\, a exposição aborda a ideia de viajar em um sentido mais amplo e suas possíveis associações: sonhos\, expectativas\, idealização\, fantasia\, fuga\, frustração\, medo do desconhecido”. \nNo filme\, um motorista de ônibus aposentado comanda uma viagem surpresa onde passageiros  desconhecem o destino final. Na mostra\, da Cunha convida artistas\, que possuem proximidade formal com o seu próprio trabalho\, a criarem uma situação onde as obras se relacionam de uma forma fluida. “Meu papel como curador neste projeto funciona como um mediador\, que sintetiza questões que surgiram no curso da montagem da exposição”. \nVoyage será composta por obras de diversos períodos de artistas brasileiros e internacionais  apresentando também artistas jovens como Thiago Barbalho\, Camila Sposati\, Joel Croxson e Pablo Accinelli. \nO público\, por sua vez\, completa a exposição: assim como os passageiros do filme\, o espectador é convidado a embarcar na quebra das estruturas preestabelecidas na maioria das exposições coletivas: “O espectador geralmente é confrontado com uma grande quantidade de informações\, uma ansiedade conceitual corre acima da possibilidade de ler os trabalhos de forma mais intuitiva; Nesta exposição as perguntas são mais importantes do que as respostas e as imagens são mais importantes que o texto que acompanha”\, acrescenta Alexandre da Cunha. \n  \nVoyage \nExposição coletiva \nArtistas: Samara Scott\, Caragh Thuring\, Julius Heinemann\, Thiago Barbalho\, Lygia Clark\, \nMarisa Merz\, Brian Griffiths\, Camila Sposati\, Laura Lima\, Ed Flood\, Joel Croxson\, Jac Leirner\, \nPablo Accinelli\, Rivane Neuenschwander\, José Damasceno \nCuradoria: Alexandre da Cunha \n  \nAbertura: \nDia 15 de novembro (quarta-feira)\, de meio-dia às 19h \nAté dia 20 de janeiro de 2018 \nVisitação: \nSeg. a sex.\, 10h/19h; sáb.\, 10h/15h \nEm janeiro a galeria não funcionará aos sábados \nEntrada gratuita \n  \nGaleria Bergamin & Gomide \nRua Oscar Freire\, 379\, loja 1\, tel. 11 3853-5800 \nwww.bergamingomide.com.br
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SUMMARY:Exposição Água no SESC/SP
DESCRIPTION:O Sesc São Paulo apresenta ao público: ÁGUA\, exposição itinerante apresentada este ano em Genebra no Dia Mundial da Água. Com 23 artistas de diversas partes do mundo\, conta com a curadoria de Adelina von Fürstenberg\, uma das principais curadoras da atualidade\, ganhadora do Leão de Ouro na 56ª Bienal de Veneza (2015). A exposição tem a missão de despertar a consciência sobre questões fundamentais\, como sua escassez\, por meio da arte contemporânea. \n \nOs artistas participantes propõem por meio de suas obras de arte – instalações\, vídeoinstalações\, vídeo-projeções\, fotografias\, esculturas\, desenhos e pinturas\, incluindo produções específicas para o local e novas obras – uma reflexão sobre a água\, em que o gerenciamento é um dos maiores desafios e objetivo prioritário para o século XXI. A abertura acontece no próximo dia 22 de novembro\, quarta-feira\, das 20h às 22h\, no Sesc Belenzinho. As obras tratam de questões de meio ambiente\, biodiversidade\, ecossistemas\, mudanças climáticas e conservação da água como um recurso vital. \nA mostra enfatiza a responsabilidade coletiva em relação ao elemento água na sociedade contemporânea. A água é essencial para os organismos vivos; portanto\, tratar dessa temática é uma questão urgente\, logo\, tornou-se um dos mais importantes desafios globais de nosso mundo. Afinal\, de quem é a água? A água é um bem privado ou um recurso público? \nPara o Diretor Regional do Sesc São Paulo\, Danilo Santos de Miranda\,“a abordagem e o enfrentamento de problemas dessa magnitude não estão circunscritos aos círculos científicos\, como demonstra a exposição Água\, proposição no campo cultural que dá a ver o engajamento dos artistas frente a ameaças que nos rondam num mundo que\, em nome da geração ilimitada de produtos e capitais\, parece propenso a consumir a si próprio\, numa espécie de autofagia. Comprometido com leituras críticas da realidade\, o Sesc acredita na capacidade de sensibilização da arte frente a urgências que tocam a todos nós enquanto agentes de transformação” comenta em texto sobre a exposição.                                                                                            \nALGUNS DESTAQUES: \nA exposição apresenta uma série de reflexões sobre a água\, comentadas pelos próprios artistas\, como\, por exemplo\, a questão da sacralidade no filme L’Eau – Ganga (algo como “A Água – Ganges”)\, de Velu Viswanadhan\, ou da secura em One More Garden\, One More Circle (Mais um Jardim\, Mais um Círculo)\, instalação efêmera de Maria Tsagkari feita inteiramente de cinzas. \nA poluição fica especialmente enfatizada na videoinstalação de Noritoshi Hirakawa sobre as consequências da catástrofe de Fukushima\, em 2011 e a contaminação radioativa das águas. \nJá o filme de Nigol Bezjian\, Me\, Water\, Life (Eu\, Água\, Vida)\, trata a escassez de água nas zonas de conflito\, como em um campo de refugiados sírios no Líbano\, ou a série de obras Palavras\, de Stefano Boccalini\, sobre este debate inflamado e de grande atualidade: a água – bem público ou propriedade privada? \nDestacamos também a obra de Jonathas de Andrade\, Maré (Tide)\,2014\, formada por 111 gravuras em tinta UV sobre madeira de bordo\, mostrando imagens de um velho iate clube de Maceió\, estado de Alagoas (onde Jonathas nasceu). E também Ondas d’Água\, de Guto Lacaz\, criada especialmente para a praça do Sesc Belenzinho em sua inauguração\, incorporada a esta exposição\, por se tratar da mesma temática. \nEm Arrasto\, Marcelo Mosqueta realizou uma expedição pelo rio mais importante de São Paulo\, o Rio Tietê\, onde coletou pedras\, argila\, areia e vários minerais\, documentando e classificando os elementos encontrados nas margens e compondo um depósito de lembranças\, relatos para um pequeno museu de curiosidades\, cada uma compartilhando seu lado do leito fluido. \nDe Dan Perjovschi destacamosNotes and Postcards on Water (Notas e Postais sobre Água)\, 2017. Usando sua típica ferramenta de expressão – desenhos nas paredes baseados em tópicos políticos\, sociais e culturais – o artista fala sobre questões da água em nossa vida cotidiana\, inserindo páginas ou anúncios de jornais. Além disso\, apresenta uma coleção de postais encontrados em lojas para turistas e bazares de lugares que ele visitou\, que incluem elementos como lagos\, rios e fontes e foram enviados diretamente para São Paulo pelo Correio. \nA videoinstalação Theatrum Orbis Terrarum\, de Salomé Lamas\, apresenta-se como um filme de exploração\, uma viagem sensorial\, uma história vertiginosa\, e\, com certeza\, como um filme de aventura. Segundo a definição da artista\, “when I look at the sea for long\, I lose interest on what happens on land” (quando olho o mar por muito tempo\, deixo de me interessar por aquilo que acontece em terra). \nA exposição é um projeto de ART for The World\, ONG (Organização Não Governamental) afiliada ao UNDPI (Departamento de Informação Pública das Nações Unidas)\, produzido e executado pelo Sesc São Paulo\, instituição com a qual colabora regularmente. \nFotos ilustrações: 1. Sheba Chhachhi (Índia); 2. Rosana Palazyan (Brasil); 3. Velu Viswanadhan (Índia/França). \n  \nSERVIÇO: \nÁGUA(Artistas Contemporâneos e Questões da Água) \nAbertura: quarta-feira\, 22 de novembro\, às 20h \nVisitação: de 23 de novembro de 2017 a 18 de fevereiro de 2018 \nTerça a sábado\, das 10h às 21h. Domingo e feriados\, das 10h às 19h30. \nLocal: Sesc Belenzinho \n\nPadre Adelino\, 1000 – tel. (11) 2076-9700\n\nEntrada Gratuita \nClassificação indicativa: Livre \n  \nObras de 23 artistas com curadoria de Adelina von Fürstenberg \nProjeto da ART for The World \nTécnicas: instalações\, vídeoinstalações\, vídeo-projeções\, fotografias\, esculturas\, desenhos\, pinturas.
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SUMMARY:Fernanda Gomes na Luisa Strina/SP
DESCRIPTION:Fernanda Gomes \n23 Novembro 2017 — 20 Janeiro 2018 \n  \ntantos planos de exposição!\nGosto de imaginar e projetar\, mais ainda porque sempre sai diferente. cada exposição inclui muitas outras\, vividas durante todo o processo. \nA exposição é o melhor campo de provas\, onde as possibilidades se expandem. e a dimensão pública traz uma tensão complementar à soltura do fazer em casa. traz a necessidade de acabar\, até no sentido mesmo de acabamento\, definir a versão final de vários provisórios\, em cada detalhe. exige síntese e precisão. \n(a exposição estaria para o atelier como a escrita para o pensamento?) \nas exposições que faço na galeria luisa strina são onde mais naturalmente atualizo minha prática\, são extensão direta do atelier. é a melhor e mais difícil situação para mostrar meu trabalho\, mais difícil porque melhor. \numa exposição sempre foi para mim um modo único de avançar com a investigação\, absolutamente necessário para todos os processos\, principalmente o mental. o ato excita o pensamento. \numa exposição é o momento concentrado\, retroprospectivo. o presente inclui passado e futuro\, são quase simultâneos no instante. \numa exposição vai além da reunião de obras. o conjunto é mais do que a soma das partes. uma exposição é mais do que uma obra em si\, é uma entre infinitas possibilidades. positivamente incompleta\, se prolonga na imaginação. é fim e sem fim\, começo e continuação. \nfernanda gomes\, outubro 2017 \nA Galeria Luisa Strina tem o prazer de anunciar a exposição individual de Fernanda Gomes (Rio de Janeiro\, 1960). Em sua oitava mostra na galeria\, a artista apresenta trabalhos recentes e inéditos\, prosseguindo sua pesquisa singular que engloba pintura e escultura\, luz e espaço. \n\n\n\n\n\n\n  \nAbertura: Quinta-feira\, 23 de novembro\, 19h às 21h\nPeríodo de exposição: 23 de novembro\, 2017 a 20 de janeiro\, 2018\nHorário de visitação: Segunda à Sexta das 10 às 19h / Sábados das 10 às 17h \nPara mais informações escrever para Flávia França flavia@galerialuisastrina.com.br \nLink \nwww.galerialuisastrina.com.br/exposicoes/40783 \n\n\n\n\nGaleria Luisa Strina\nRua Padre João Manuel 755 Cerqueira César 01411-001 \n\n\nFone: +55 11 3088–2471\nFax: +55 11 3064–6391 info@galerialuisastrina.com.br
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SUMMARY:Portfolio #5 na Mais Galeria/SP
DESCRIPTION:PORTFOLIO #5 \nvai apresentar obras inéditas dos artistas\nAna Takenaka\, Julio de Paula e Zeca Caldeira\nem Gravura\, Desenho e Fotografia\, Cadernos de Artistas e Objetos dos artistas representados pela galeria.\n \nCadernos de Artista:\nAnderson Augusto\, Antônio Teixeira\, Augusto Sampaio\, Cláudio Caropreso\, Ida Feldman\, Julio de Paula\, Leonardo Dellafuente\, Malu Pessoa Loeb\, Sandra Martinelli\, Teresa Berlinck\n \nMAIS Galeria de Arte \nAbertura – 25 de novembro\, sábado\, das 13 às 17h \nExposição “PORTFOLIO #5 \nMAIS Galeria de Arte\nRua Ásia\, 219\, CEP 05413-030\n+11.36240301\nSão Paulo\, SP\, Brasil\nwww.maisgaleriadearte.com.br \nwww.facebook.com/maisgaleriadearte \nwww.instagram.com/maisgaleria/ \nArtistas: \nAna Takenaka\, Júlio de Paula e Zeca Caldeira
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SUMMARY:Coletiva na Marcelo Guarnieri
DESCRIPTION:GALERIA MARCELO GUARNIERI INAUGURA NOVO ENDEREÇO COM EXPOSIÇÃO COLETIVA \nPrestes a completar 4 anos de atividade na capital paulista\, a Galeria Marcelo Guarnieri\, atualmente com três unidades – São Paulo\, Rio de Janeiro e Ribeirão Preto – apresenta\, no próximo dia 30 de Novembro (quinta-feira)\, em São Paulo\, das 17h às 21h\, uma exposição de seu acervo para abertura do novo espaço. A mostra contará com trabalhos dos artistas Sonia Andrade\, Luiz Paulo Baravelli\, Mariannita Luzzati\, Masao Yamamoto\, João Farkas\, Edu Simões\, Pierre Verger\, Marcel Gautherot\, Niobe Xandó\, Marcus Vinicius\, Liuba\, Guto Lacaz\, Gabriela Machado\, Flávio Damm\, Flavia Ribeiro\, Ana Sario\, Alice Shintani\, Silvia Velludo e Fernando Vilela. \nOcupando um espaço maior – com mais dois andares – a galeria que acabou de fechar contrato de representação para todo o Estado de São Paulo  com o artista Siron Franco\,  planeja apresentar exposições simultâneas em diferentes pavimentos\, mantendo\, em um deles\, o seu acervo aberto para visitas. A ideia é montar exposições no térreo e também no segundo andar\, exibindo trabalhos não só dos artistas da casa\, como também de artistas convidados. \nSERVIÇO Galeria Marcelo Guarnieri\, São Paulo \nAbertura: 30 de Novembro\, quinta-feira\, das 17h às 21h \nData da exposição: 30 de Novembro de 2017 até 27 de Janeiro de 2018 \nSeg – sex: 10h às 19h / sábado 10h às 17h Mais informações\, acessar a página www.galeriamarceloguarnieri.com.br \nEntrada gratuita \nA galeria estará em recesso entre os dias 22 de Dezembro de 2017 e 07 de Janeiro de 2018 \nAlameda Lorena\, 1835 – Jardins São Paulo – SP – Brasil / 01424 002 tel +55 (11) 3063 5410 / 3083 4873 | contato@galeriamarceloguarnieri.com.br S
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SUMMARY:Elogiamos a Casa que se Abre a Perder de Vista na Bolsa de Arte/SP
DESCRIPTION:Um dos gêneros clássicos da História da Arte\, a paisagem ganha recorte urbano na coletiva de fim de ano que a Galeria Bolsa de Arte abre no dia 2 de dezembro (sábado)\, das 11h às 16h. Elogiamos a Casa que se Abre a Perder de Vista\, com curadoria de Mario Gioia\, traz cerca de 30 obras de artistas do elenco da galeria mesclados a nomes novos e estabelecidos. \n  \nEntre os representados\, figuram Alexandre Wagner\, André Lichtenberg\, Marina Camargo\, Shirley Paes Leme e Vera Chaves Barcellos. Outros nomes\, como Bruno Drolshagen\, Ding Musa e Marco Maria Zanin completam a seleção de artistas. \n  \nA mostra é um desdobramento de Ao Sul\, Paisagens\, que Gioia exibiu na sede da Galeria Bolsa de Arte em Porto Alegre em 2013. Se lá a perspectiva ambiental enfatizava um certo ideário sulino\, com mais prevalência da natureza em cena\, na versão paulistana o escrutínio do entorno vale-se da iconografia urbana e de suas tensões.  \n  \n“Na paisagem urbana\, temos sempre ruídos\, interferências\, quase nunca temos um horizonte limpo visualmente. Percebemos que essa matéria concreta\, cinzenta\, é algo introjetado. Esse tom está bem presente nos trabalhos”\, diz Gioia. Assim\, se na exposição anterior Vera Chaves Barcellos teve exposta uma série de fotos dos anos 1970 com um zoom da pele\, agora apresenta as nove fotos que enfocam e compõem Usina Nuclear (2007).  \n  \nEm comum\, além da abordagem da paisagem\, ambas têm a expografia como proponente de relações amplificadoras dos sentidos das obras\, possibilitando o surgimento de linhas temáticas que atualizam a noção de paisagem. “(…) Toda exposição coletiva existe realmente de fato a partir das relações estabelecidas entre as obras a partir de sua disposição no espaço expositivo. O planejamento inicial e as ideias-esboço ganham potência e se ‘corporificam’ nesse locus da arte contemporânea”\, escreveu o curador no catálogo da primeira exposição. \n  \nEntre as divisões que compõem a mostra\, Paisagem-território traz em seu apelo político a obra inédita de Ding Musa sobre a Palestina\, com vídeo e livro de artista. Já em Copo Americano\, Gustavo Torrezan enche esse utensílio com a terra da aldeia dos índios Guaranis em São Paulo. Em comum\, os dois trabalhos evocam populações desterritorializadas\, destituídas de seu solo natal.  \n  \nNo segmento da Paisagem-corpo\, a jovem performer Maíra Vaz Valente exibe o vídeo de sua residência em Visconde de Mauá\, em que integra seu corpo nu ao entorno\, coberto com pequenas bolsas d’água\, que são estouradas gradualmente. A Paisagem-natural não está totalmente excluída da mostra\, mas surge com interferências da ação humana.  \n  \nAlexandre Wagner\, artista da Galeria Bolsa de Arte\, está inserido no núcleo de Paisagem-pictórica ao lado de Roberta Tassinari. Dois artistas estrangeiros observam São Paulo em Paisagem-metrópole: o italiano Marco Maria Zanin\, que vive entre SP e Padova\, com uma foto de um edifício enorme no Anhangabaú\, “uma massa gigante de concreto”; e a portuguesa Rita Castro Neves\, que apresenta uma videoinstalação de câmera fixa sobre a ocupação da Rua do Ouvidor\, resultado de sua residência no Ateliê Fidalga. \n  \nA Paisagem-popular\, com forte influência do mercado de massa\, é formada por trabalhos tridimensionais\, como o de Bruno Miguel. Ele se apropria de restos de adornos de Carnaval ou de badulaques de feiras populares para produzir suas esculturas. Bruno Drolshagen inspirou-se nas feiras de chão da Lapa\, em que catadores de lixo vendem objetos coletados na rua\, para dar ao cimento forma de enciclopédia e  brinquedos\, entre outros.  \n  \nEssas divisões multiplicam-se e entrecruzam-se em outras variações que abarcam as vicissitudes do meio-ambiente das grandes cidades. Nas palavras de Mario Gioia: “Com um olhar calcado na variedade de linguagens – pintura\, fotografia\, tridimensional\, vídeo\, livro de artista -\, Elogiamos a Casa… traz perspectivas algo cinzentas sobre um dos principais gêneros da história da arte”.  \nLista de artistas \nAlexandre Wagner\,André Lichtenberg\,Bruno Drolshagen\,Bruno Miguel\,Daniel Moreira e Rita Castro Neves\,Ding Musa\,Dirnei Prates\,Gustavo Torrezan\,Julia Milward\,Layla Motta\,Leka Mendes\,Leticia Lampert\,Maíra Vaz Valente\,Manuela Costa Lima\,Marco Maria Zanin\,Marina Camargo\,Renata de Bonis\,Roberta Tassinari\,Shirley Paes Leme\,Vera Chaves Barcellos\,Xadalu \n  \n  \nSobre o curador \nMario Gioia (São Paulo\, 1974) é curador independente\, é graduado pela ECA-USP (Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo) e faz parte do grupo de críticos do Paço das Artes desde 2011\, instituição na qual fez o acompanhamento crítico de Luz Vermelha (2015)\, de Fabio Flaks\, Black Market (2012)\, de Paulo Almeida\, e A Riscar (2011)\, de Daniela Seixas. Foi crítico convidado de 2013 a 2015 do Programa de Exposições do CCSP (Centro Cultural São Paulo) e fez\, na mesma instituição\, parte do grupo de críticos do Programa de Fotografia 2012. Em 2015\, no CCSP\, fez a curadoria de Ter Lugar para Ser\, coletiva com 12 artistas sobre as relações entre arquitetura e artes visuais. Já fez a curadoria de exposições em cidades como Brasília (Decifrações\, Espaço Ecco\, 2014)\, Porto Alegre (Ao Sul\, Paisagens\, Bolsa de Arte\, 2013) e Rio de Janeiro (Arcádia\, CGaleria\, 2016). É colaborador de periódicos de artes como Select e foi repórter e redator de artes visuais e arquitetura da Folha de S.Paulo de 2005 a 2009. De 2011 a 2016\, coordenou o projeto Zip’Up\, na Zipper Galeria\, destinado à exibição de novos artistas e projetos inéditos de curadoria. Na feira de arte ArtLima 2017\, assinou a curadoria da seção especial CAP Brasil\, intitulada Sul-Sur. \n  \nSobre a galeria \nA Galeria Bolsa de Arte iniciou suas atividades no ano de 1980\, na cidade de Porto Alegre. Trabalhando com arte contemporânea desde então\, a galeria representa alguns dos nomes mais significativos no mercado nacional\, mas sempre com a preocupação de lançar novos talentos. Nestes quase 40 anos de atividade\, já realizou mais de 250 exposições\, além de participar ativamente de feiras\, tanto no Brasil quanto no exterior.  \nEm março de 2011\, muda-se para uma nova sede em Porto Alegre\, com aproximadamente 800 metros quadrados. Em abril de 2014\, abre filial na cidade de São Paulo.  \n  \nSERVIÇO \nElogiamos a Casa que se Abre a Perder de Vista \ncuradoria: Mario Gioia \nAbertura: 2 de dezembro (sábado)\, das 11h às 16h \nVisitação: 4 de dezembro de 2017 a fevereiro de 2018 \nOnde: Galeria Bolsa de Arte (R. Mourato Coelho\, 790\, Vila Madalena\, SP\, tels. 11.3097-9673/ 3812-7137) \nHorário: segunda a sexta\, das 10h às 19h; sábados\, das 11h às 17h \nObservação: a galeria fará recesso de fim de ano do dia 23 de dezembro a 14 de janeiro \nEntrada franca \nhttp://www.bolsadearte.com.br \nhttps://www.facebook.com/galeriabolsadearte \nhttp://instagram.com/galeriabolsadearte \nsaopaulo@bolsadearte.com.br \n 
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SUMMARY:JULIO LE PARC no Tomie Othake
DESCRIPTION:JULIO LE PARC: DA FORMA À AÇÃO\nATÉ 25 DE FEVEREIRO\n\nO Instituto Tomie Ohtake traz adaptada para seu espaço a grande retrospectiva de Julio Le Parc\, realizada em 2016 no Pérez Art Museum Miami (PAMM). Com a mesma curadoria de Estrellita B. Brodsky e consultoria artística de Yamil Le Parc\, a exposição apresenta mais de 100 obras que trazem uma centelha de experiências físicas e visuais. Ao incluir as principais instalações e trabalhos raramente vistos em papel e materiais de arquivo\, a mostra é uma exploração da figura central de Le Parc na história da arte do século 20.
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SUMMARY:Lucio Salvatore com Metaelementi no MAM/RJ
DESCRIPTION:Primeira individual do artista italiano no MAM Rio reúne trabalhos inéditos de sua trajetória\, de 2004 até hoje\, alguns deles interativos. \n  \nMuseu de Arte Moderna do Rio de Janeiro \n[Espaço 2.3\, segundo andar] \nAbertura: 9 de dezembro de 2017\, às 15h \nExposição: até 25 de fevereiro de 2018 \nCuradoria: Fernando Cocchiarale e Fernanda Lopes \nPatrocínio: Lei de Incentivo à Cultura e mantenedores do MAM: Petrobras\, \nRede D´Or São Luiz e Organização Techint\nRealização: Ministério da \nCultura\, Governo Federal – Ordem e Progresso \nApoio: Istituto Italiano de Cultura – Rio de Janeiro \n  \nO Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro\, com apoio do Istituto Italiano de Cultura\, inaugura no próximo dia 9 de dezembro de 2017 a exposição “Metaelementi”\, que reúne trabalhos emblemáticos e inéditos do artista Lucio Salvatore\, como instalações\, vídeos\, fotografias e pinturas\, produzidas entre 2004 até os dias de hoje. Com curadoria de Fernando Cocchiarale e Fernanda Lopes\, “Metaelementi” (metaelementos\, em português) apresenta obras “ontológicas\, que partem dos elementos da natureza – identificados pelos filósofos pré-socráticos como princípios do universo – para transcendê-los a partir de contextos socioeconômicos e políticos\, sempre centrais nas obras do artista”\, explica o curador. “A poética de Salvatore explora o ‘humanismo’ dos elementos dentro das dinâmicas da produção industrial\, tecnológica\, da disputa de poder e da própria arte”\, explica Fernando Cocchiarale. \n  \n“A visão curatorial oferece uma oportunidade única de leitura transversal de trabalhos inéditos de Lucio Salvatore\, juntando obras do começo de sua pesquisa artística – como as da série “Combustioni” (2004)\, que usa o fogo – a trabalhos recentes\, como a obra “É Pão É Pedra” (2017)\, que traz seu título inscrito repetidamente sobre uma fôrma de pão recheado de pedras\, unindo o visível e o invisível\, colocados em referências circulares”\, afirma o curador. \n  \nIncêndios criminosos que devastaram em 2004 o sul da Itália\, na região onde o artista tem seu ateliê\, foram assunto de vários trabalhos de Lucio Salvatore.  O vídeo “The Road Ahead” (2004-2017)\, de quatro minutos\, traz registros desses incêndios. “Essas imagens são representativas das paisagens de todo o sul do mundo que continuam nas mesmas condições de territórios de exploração\, e contrastam com a imagem positivista do livro escrito por Bill Gates em 1995\, que dá o título à obra\, e que propõe uma visão otimista da estrada construída pelas empresas de tecnologia”\, diz Cocchiarale. \n  \nA inédita “Apagões – Amnésias” (2004-2017) consiste em dois conjuntos de oito fotografias com tamanho de 31cm x 41cm cada\, com intervenções de tinta a óleo\, pintura usada pelo artista como anulação\, negação da imagem e da matéria. Sobre fotografias dos incêndios de 2004\, Salvatore apagou com tinta as imagens das chamas. Desta maneira\, buscou “anular simbolicamente os efeitos devastadores de atos criminosos\, causados por ‘amnésias’\, por ignorância\, cuja cura pode ser inspirada pela arte”\, explica. “Diante do recorrente fenômeno dos incêndios ficamos impotentes\, assustados\, aterrorizados e ao mesmo tempo fascinados\, atraídos\, como se o instinto de morte se reencontrasse na visão da destruição que é também transformação”\, observa o artista. \n  \nRITUAIS DE FOGO \n“Combustioni” (2004-2007)Top of Form é uma das primeiras séries de trabalhos do artista relacionados aos processos de transformação dos elementos. Depois dos vídeos e fotografias que registraram incêndios que devastaram o sul da Itália no verão de 2004\, Salvatore começou a experimentar o fogo em seu estúdio\, ao ar livre. Usado por Salvatore como agente de transformação no trabalho artístico\, o fogo foi produzido para queimar os elementos fundamentais da pintura tradicional\, como tábuas\, pincéis\, e especialmente a pintura\, em forma de pigmentos\, que foi retratada pelo artista durante o processo de combustão. Esses rituais da queima de matéria pictórica e orgânica\, todos criados entre 2004 e 2007 na Itália\, resultaram em vários trabalhos\, como “Sem Título”\, uma impressão sobre tela de 2m x 4m. O momento da criação\, a origem das coisas\, é o que fascinou o artista. “Esta série contém toda a força material e movimento do Início”. O processo foi registrado no vídeo “Sem Título” (4’40\, 2006). Lucio Salvatore cita o filósofo Heráclito (535 a.C. – 475 a.C.): “Este cosmos não foi criado por nenhum dos deuses ou dos homens\, mas sempre foi\, é e será um fogo eternamente vivo”. \n  \nEm “Post-Ar” (2016)\, Salvatore deslocou ar de Florença para o Rio de Janeiro através do correio internacional. O artista explica que pretendeu “separar o elemento inseparável\, identificando o elemento elusivo\, embalando o elemento livre e que por essência não conhece fronteiras”. Dessa maneira\, inscreveu este elemento “no sistema burocrático surreal da sociedade global contemporânea”. \n  \n“Quadrado Preto” (2014-2017) integra uma série de obras desenvolvidas dentro de pedreiras\, em uma combinação de processos que envolvem performance\, escultura e pintura.  O artista pintou um quadrado preto na parede de uma pedreira\, e depois escavou esta parede com uma lagarta mecânica\, própria para mineração\, reduzindo-a a centenas de fragmentos de rocha com as marcas pretas da pintura. Depois\, Salvatore costurou esses fragmentos na tela demarcada previamente com acrílico preto com a forma da parede antes de ser escavada. “A tensão ontológica [parte da metafísica que trata da natureza\, realidade e existência dos seres] entre unidade e multiplicidade se manifesta em relíquias fragmentadas do quadrado preto que ainda carregam sua essência unitária\, assim como a multiplicidade fragmentária das identidades contemporâneas são costuradas formando a ideia de individuo. O quadrado preto é reduzido a mil peças pela máquina\, mas continua existindo nos fragmentos que mantêm sua ideia viva”\, destaca Salvatore \n  \nO vídeo “O Fim do Quadrado Preto” (1’59\, 2015) traz todo o processo da obra “Quadrado Preto”. O vídeo “Ilhado” (8’23\, 2014-2017) registra a ação de lagartas mecânicas “criam um fosso entorno de si mesmas que delimita um território circular que as isola e\, impedindo a saída\, as aprisiona”\, diz o artista. “Se o ser humano não nasce sozinho em um lugar separado dos outros\, parece que o seu destino seja o de trabalhar duramente para que este isolamento aconteça. O progresso tecnológico idealizado a partir da época moderna\, da revolução industrial e agora da informática\, parece proporcionar\, ao mesmo tempo que melhorias na qualidade de vida material e da produtividade do ser humano\, um aumento da alienação e do isolamento do indivíduo”. \n  \nUsando terra\, farinha e cinzas embutidas em intestino animal na obra “Dal Monacato” (2017)\, Lucio Salvatore faz uma alusão aos elementos fundamentais do sistema econômico de Monacato\, aldeia rural na região italiana do Lácio\, praticamente inalterado desde a idade média\, e que floresce apesar do processo de “tecnoglobalização dominante”. \n  \n“Controvalori” (2017) é um desdobramento da série de trabalhos realizados por Salvatore sobre o valor da arte\, apresentados na exposição “Arte Capital”\, realizada em 2016\, no Centro Cultural Correios do Rio de Janeiro. Salvatore trabalhou sobre lâminas de ouro usadas como reservas de valor certificadas pelas autoridades\, cobrindo suas superfícies e o seu brilho com óleo. Anulando o característico brilho símbolo de riqueza e poder com aplicações monocromáticas minimalistas\, Salvatore usou a arte para negar a aparência e ao mesmo tempo criar um lugar onde o olho pudesse encontrar “novas possibilidades metafísicas de contemplação”\, conta o artista. \n  \nRespiro (2017) é uma obra sonora que consiste na gravação do som de uma sessão de meditação do artista realizada com máscara de gás. \n  \nOBRAS INTERATIVAS \nA exposição terá obras interativas\, como “Escreva Algo!”\, em que o público é convidado a escrever um pensamento sobre uma tira de papel que é enrolada e colocada na obra de arte\, que se transforma na memória temporal do pensamento comunitário. Da série “Escreva Algo!”\, será apresentada também uma versão em que o visitante poderá escrever frases ou desenhos com caneta indelével preta sobre um quadrado de madeira pintado também de preto\, de modo a que a escrita não seja decifrável.  “Autoesquemas” propõe que o público crie uma composição geométrica feita de quadrados de papel a serem colados dentro de uma grelha desenhada pelo artista\, em uma tipologia de autorretrato neoconcreto. \n  \nSOBRE O ARTISTA \nLucio Salvatore nasceu em 3 de maio de 1975\, em Cassino\, Itália\, e vive e trabalha na cidade italiana de Sant’Elia Fiumerapido e no Rio de Janeiro. Artista conceitual\, multidisciplinar\, trabalha com fotografia\, texto\, pintura\, escultura\, performance e apropriação de processos. Suas obras lidam com os jogos de significados nas obras de arte\, metáforas da vida\, desde a sua criação e relacionamento com o público até a posse de colecionadores e instituições. Depois de se formar em economia na Universidade Bocconi de Milão\, Salvatore estudou filosofia na Università Statale\, na mesma cidade. Estudou fotografia em Nova York\, para onde viajou seguidamente entre 1998 e 2010. Depois de visitar em 1999 a Escola de Artes Visuais do Parque Lage\, no Rio de Janeiro\, Salvatore ficou ali suas raízes e passou a estudar na instituição. Salvatore tem participado de exposições em três continentes\, em particular nas cidades de Roma (Palazzo Pamphilj\, Galleria Cortona e Galleria Portinari\, 2017)\, Nova York (Grant Gallery\, 2007 e 2009)\, Berlim (Potsdamer Platz\, 2007)\, Milão (Superstudio\, 2008)\, São Paulo (Museu Brasileiro de Escultura – MuBE\, 2011) e Rio de Janeiro (Centro Cultural Correios\, 2010\, 2014\, 2015\, 2017)\, onde seus trabalhos foram vistos por mais de 70 mil pessoas. \n  \nServiço: Exposição Lucio Salvatore – Metaelementi \nMuseu de Arte Moderna do Rio de Janeiro \n[Espaço 2.3\, segundo andar] \nAbertura: 9 de dezembro de 2017\, às 15h \nExposição: até 25 de fevereiro de 2018 \nDe terça a sexta\, das 12h às 18h. \nSábado\, domingo e feriado\, das 11h às 18h. \nIngresso: R$14\,00 \nEstudantes maiores de 12 anos: R$7\,00 \nMaiores de 60 anos: R$7\,00 \nAmigos do MAM e crianças até 12 anos: entrada gratuita \nQuartas-feiras a partir das 12h: entrada gratuita  \nDomingos ingresso família\, para até 5 pessoas: R$14\,00 \nEndereço: Av. Infante Dom Henrique\, 85 \nParque do Flamengo – Rio de Janeiro – RJ 20021-140 \nTelefone: 21. 3883.5600 \nwww.mamrio.org.br
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SUMMARY:Pinacoteca apresenta retrospectiva de Rodrigo Andrade
DESCRIPTION:  \nAbertura 09 de dezembro de 2017\, sábado\, às 11h00 | Em cartaz até 12 de março de 2018 \nA Pinacoteca de São Paulo\, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo\, inaugura\, no dia 9 de dezembro\, uma exposição retrospectiva da obra de Rodrigo Andrade. Com curadoria de Taisa Palhares e patrocínio do Banco Credit Suisse\, Rodrigo Andrade: Pintura e matéria (1983-2014) reúne pela primeira vez um conjunto de mais de 100 trabalhos\, apresentando uma visão abrangente de sua carreira\, desde 1983 até os últimos cinco anos de sua produção. Entre os trabalhos apresentados destacam-se as obras de sua fase abstrata\, quando Andrade começa a usar o estêncil\, além de pinturas da série Matéria noturna\, expostas na 29ª Bienal. \nA exposição vem dar continuidade às mostras de revisão de carreira de artistas que emergiram no cenário brasileiro durante a década de 1980\, que a Pinacoteca realiza há mais de dez anos. Vale lembrar que entre as obras apresentadas\, está uma instalação criada exclusivamente para o prédio da Pina Estação\, seguindo a produção de intervenções pictóricas realizadas pelo artista nos anos 2000 em espaços públicos\, como “Lanches Alvorada”\, “Paredes da Caixa” e “Óleo sobre”. \nUm catálogo da exposição será publicado na abertura com reproduções de obras\, um ensaio da curadora e um texto de Michael Asbury\, autor convidado. \nRodrigo Andrade: Pintura e matéria (1983-2014) permanece em cartaz até 12 de março de 2018\, no quarto andar da Pina Estação – Largo General Osório\, 66. A visitação é gratuita e aberta de quarta a segunda-feira\, das 10h00 às 17h30 – com permanência até às 18h00. A Pina Estação fica próxima à estação Luz da CPTM\, vizinha à Sala São Paulo.  pinacoteca.org.br – (11) 3335-4990. \nMais sobre Rodrigo Andrade \nAndrade é um pintor paulistano\, nascido em 1962\, que iniciou sua trajetória artística em 1977\, período em que estudou gravura com Sergio Fingermann. Na década de 1980 formou o grupo conhecido como Casa 7\, que incluía ainda Nuno Ramos\, Fabio Miguez\, Carlito Carvalhosa e Paulo Monteiro. Sua produção inicial foi marcada pela observação dos comics norte-americanos e de pintores como o canadense Philip Guston. Em seguida\, sua pintura passa a se identificar com uma produção então chamada de “matérica”\, por valorizar o acúmulo de tinta e de outros elementos no suporte (papelão\, madeira\, etc)\, bem como a gestualidade ao preencher a superfície da pintura.
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SUMMARY:Ferias no MAR/RJ Veja programação
DESCRIPTION:O Museu de Arte do Rio – sob gestão do Instituto Odeon – preparou uma programação especial para o período de férias escolares. A proposta é reunir a família e realizar diversos tipos de experimentações. Em dezembro\, o Museu recebe o espetáculo teatral Hominus Brasilis\, indicado ao Prêmio Shell e ao Prêmio Cesgranrio de Teatro\, oficinas de pipa e vivência sobre os saberes da natureza com a educadora indígena Funil-ô/ Cariri Xocó\, Niara do Sol. Já em janeiro a programação terá um tema por semana – fotografia\, desenho\, literatura e corpo\, respectivamente – com atividades que envolvem visitas educativas \, cursos e laboratórios de criação. A programação é gratuita e para participar de alguns cursos é necessário fazer a inscrição no site www.museudeartedorio.org.br. \nDias 09\, 10\, 16 e 17 de dezembro\, das 15h às 17h – Espaço da Criança: Vivência e saberes da natureza com Niara do Sol e colaboração de João Marcos Mancha  \nEm uma estrutura inflável – da série Inflatropical\, desenvolvida pelo artista João Marcos Mancha –  a educadora indígena Funil-ô/ Cariri Xocó\, Niara do Sol\, compartilha com as famílias seus saberes e sua cultura por meio de uma vivência com a terra\, aprendendo algumas técnicas de plantio e convívio com a natureza. As crianças e seus familiares também experimentarão atividades de relaxamento e concentração e\, com as novas mudinhas\, poderão colaborar com a construção da horta da Estação Natureza\, parte da exposição Dja Guata Porã\, Rio de Janeiro indígena. Distribuição de senhas às 14h. \n  \nDia 09 de dezembro\, às 15h- Hominus Brasilis – Apresentação teatral  \n60 min. Sala de Encontro. Classificação: 10 anos. Grátis – retirada de senhas uma hora antes \nDesde o Big Bang até os dias de hoje\, o espetáculo Hominus Brasilis pincela grandes momentos da humanidade e convida o espectador a se emocionar com o surgimento da vida\, a extinção dos dinossauros\, a expansão marítima da Europa\, as grandes guerras e também eventos que marcaram a história brasileira – como a chegada dos portugueses\, a escravidão\, a ditadura militar e a repentina morte de Ayrton Senna. Hominus Brasilis foi indicado ao Prêmio Shell de Teatro 2014\, na Categoria Direção\, e ao Prêmio Cesgranrio de Teatro 2014\, na Categoria Especial pelo estudo do espaço cênico através da Plataforma. \n  \nDias 12 e 19 de dezembro\, de 15h as 17h – Oficinas de Rua. Retirada de senhas uma hora antes \nNa oficina\, as crianças poderão confeccionar suas próprias pipas desde o começo\, desenvolvendo suas capacidades motoras e seu senso criativo – além de serem educadas a solta pipa de forma correta\, conhecendo os riscos e aprendendo dicas de segurança. \n  \nDe 02 a 07 de janeiro I SEMANA DA FOTOGRAFIA \nDe terça a domingo\, às 11h – Conheça o MAR | Edição especial fotografia \nEm 2018 o MAR completa 5 anos e o programa Conheça o MAR terá uma programação especial a cada edição\, abordando um tema relevante para a construção cotidiana do Museu de Arte do Rio. Ao longo da semana\, o foco do percurso\, que começa pelo mirante\, apresentará as obras fotográficas pertencentes ao acervo. \nSábado (6)\, às 14h – Curso de fotografia  \nPode tirar foto no museu? Pode! Nós do MAR também somos apaixonados por fotos e queremos compartilhar alguns truques e ideias para criarmos imagens incríveis. Já parou para pensar que para cada fotografia tirada é possível criar uma história? Vamos conhecer algumas formas de criar mundos e dividir nossas histórias a partir do clique. Garanta sua vaga. Inscrições pelo site www.museudeartedorio.org.br. \nTerça\, sexta e domingo\, às 14h – Laboratórios de criação \nAtividades práticas de criação que\, por meio de jogos\, brincadeiras\, performances ou poesia\, propõem experiências com diferentes materiais. Os laboratórios de criação são uma atividade para toda família e convidam todos para uma relação coletiva com a arte e a cultura. \nQuartas e quintas\, às 14h – Atividades no pavilhão  \nDurantes as férias o pavilhão de exposições é lugar de atividades educativas. De forma divertida vamos nos relacionar com as obras e espaços das exposições – usando materiais e desafios que incentivam a criação coletiva de sentidos e aprendizados. \nDe 09 a 14 de janeiro I Semana do desenho \nDe terça a domingo\, às 11h – Conheça o MAR | Edição especial Desenho \nEm 2018 o MAR completa 5 anos e o Conheça o MAR prepara uma programação especial a cada edição abordando um tema relevante para a construção cotidiana do Museu de Arte do Rio. Ao longo da semana\, o foco do percurso\, que começa pelo mirante\, apresentará desenhos e suas variações incluindo a paisagem a partir do Museu. \nSábado\, às 14h – Curso de desenho  \nO que é preciso para fazer um desenho? Lápis\, papel\, tinta\, lixa de madeira? Neste curso vamos experimentar muitas formas diferentes e desafiadoras de desenhar. O visitante será convidado a construir sua própria coleção a partir da exposição “Claudio Paiva – o Colecionador de Linhas”. \nTerça\, sexta e domingo\, às 14h – Laboratórios de criação \nOficina prática de criação artística por meio de jogos\, brincadeiras e performances iremos experimentar materiais para criação de livros e proposições poéticas. O laboratório de criação é uma atividade para toda família e convida a todos para uma relação coletiva e inventiva com arte e cultura. \nQuartas e quintas às 14h – Atividades no pavilhão  \nDurantes as férias o pavilhão de exposições é lugar de atividades educativas. De forma divertida vamos nos relacionar com as obras e espaços das exposições – usando materiais e desafios que incentivam a criação coletiva de sentidos e aprendizados. \nDe 16 a 21 de janeiro I Semana do livro \nDe terça a domingo\, às 11h – Conheça o MAR | Edição especial Literatura \nEm 2018 o MAR completa 5 anos e o Conheça o MAR prepara uma programação especial a cada edição abordando um tema relevante para a construção cotidiana do Museu de Arte do Rio. Ao longo da semana\, o percurso começa envolve nossa biblioteca e trará a literatura como tema. \nSábado\, às 14h – Curso de criação de livro de artista  \nVocê conhece a nossa biblioteca? Ela tem uma coleção de livros especiais feitos por artistas. Cada um deles é único e tem uma forma diferente: livros sem palavras\, livros de vidro\, livros com buracos\, neste curso vamos conhecer e interagir com algumas destas obras de arte e criar nosso próprio livro de artista com materiais variados. Garanta sua vaga. Inscrições pelo site www.museudeartedorio.org.br. \nTerça\, sexta e domingo\, às 14h – Laboratórios de criação \nOficina prática de criação artística por meio de jogos\, brincadeiras e performances. Serão experimentados materiais para criação de livros e proposições poéticas. O laboratório de criação é uma atividade para toda família e convida a todos para uma relação coletiva e inventiva com arte\, cultura e muita poesia. \nQuartas e quintas\, às 14h – Atividades no pavilhão \nDurantes as férias o pavilhão de exposições é lugar de atividades educativas. De forma divertida vamos nos relacionar com as obras e espaços das exposições – usando materiais e desafios que incentivam a criação coletiva de sentidos e aprendizados. \nDe 23 a 28 de janeiro I Semana do corpo em movimento \nDe terça a domingo\, às 11h – Conheça o MAR | Edição especial Corpo como obra \nEm 2018 o MAR completa 5 anos e o Conheça o MAR prepara uma programação especial a cada edição\, abordando um tema relevante para a construção cotidiana do Museu de Arte do Rio. Ao longo da semana\, o percurso especial abordará o corpo como obra de arte. \nSábado\, às 14h – Curso de criação com o corpo em movimento \nVocê sabe qual é o mínimo necessário para participar de uma experiência artística? É possível fazer de nosso próprio corpo uma obra de arte? Neste curso conheceremos algumas formas de expressões artísticas e culturais que tomam o corpo como lugar de criação. Por meio de nossos gestos\, movimentos e histórias criaremos juntos e aprenderemos um pouco sobre as performances e danças no mundo da arte e da cultura. \nGaranta sua vaga! \nTerça\, sexta e domingo\, às 14h – Laboratórios de criação \nOficina prática de criação artística por meio de jogos\, brincadeiras e performances. Experimentação de materiais para criação de livros e proposições poéticas. O laboratório de criação é uma atividade para toda família e convida a todos para uma relação coletiva e inventiva com arte e cultura.  Esta semana vamos explorar o movimento e a dança. \nAtividades no pavilhão \nQuartas e quintas às 14h \nDurantes as férias o pavilhão de exposições é lugar de atividades educativas. De forma divertida vamos nos relacionar com as obras e espaços das exposições – usando materiais e desafios que incentivam a criação coletiva de sentidos e aprendizados. \nO Museu de Arte do Rio – MAR  \nO MAR é um espaço dedicado à arte e à cultura visual. Ocupa dois prédios na praça Mauá: um de estilo eclético\, que abriga o Pavilhão de Exposições; outro em estilo modernista\, onde funciona a Escola do Olhar. O projeto arquitetônico une as duas construções com uma cobertura fluida de concreto\, que remete a uma onda – marca registrada do museu –\, e uma rampa\, por onde os visitantes chegam aos espaços expositivos. \nUma iniciativa da Prefeitura do Rio em parceria com a Fundação Roberto Marinho\, o MAR tem atividades que envolvem coleta\, registro\, pesquisa\, preservação e devolução à comunidade de bens culturais. Espaço proativo de apoio à educação e à cultura\, o museu já nasceu com uma escola – a Escola do Olhar –\, cuja proposta museológica é inovadora: propiciar o desenvolvimento de um programa educativo de referência para ações no Brasil e no exterior\, conjugando arte e educação a partir do programa curatorial que norteia a instituição. O MAR é gerido pelo Instituto Odeon\, uma organização social da Cultura\, selecionada pela Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro por edital público. O museu tem o Grupo Globo como mantenedor\, o BNDES como patrocinador da Reserva Técnica\, e a Repsol como apoiadora de exposição. \nEscola do Olhar tem o Sistema Fecomercio RJ\, por meio do Sesc\, como parceiro institucional\, e conta com o Banco Votorantim e a Prodiel como apoiadores. A Brookfield apoia as visitas educativas. O programa MAR na Academia tem apoio da Dataprev e da Amil One Health via Lei Municipal de Incentivo à Cultura\, e da Aliansce via Lei Rouanet. \nO MAR conta também com o apoio do Governo do Estado do Rio de Janeiro\, e realização do Ministério da Cultura e do Governo Federal do Brasil por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. \nPara mais informações\, entre em contato pelo telefone (55 21) 3031-2741 ou acesse o site www.museudeartedorio.org.br.  Endereço: Praça Mauá\, 5 – Centro. \n  \n  \n  \n 
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SUMMARY:Lucio Salvatore no MAM/RJ
DESCRIPTION:O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro\, com apoio do Istituto Italiano de Cultura\, inaugura no próximo dia 9 de dezembro de 2017 a exposição “Metaelementi”\, que reúne trabalhos emblemáticos e inéditos do artista Lucio Salvatore\, como instalações\, vídeos\, fotografias e pinturas\, produzidas entre 2004 até os dias de hoje. Com curadoria de Fernando Cocchiarale e Fernanda Lopes\, “Metaelementi” (metaelementos\, em português) apresenta obras “ontológicas\, que partem dos elementos da natureza – identificados pelos filósofos pré-socráticos como princípios do universo – para transcendê-los a partir de contextos socioeconômicos e políticos\, sempre centrais nas obras do artista”\, explica o curador. “A poética de Salvatore explora o ‘humanismo’ dos elementos dentro das dinâmicas da produção industrial\, tecnológica\, da disputa de poder e da própria arte”\, explica Fernando Cocchiarale. \n  \n“A visão curatorial oferece uma oportunidade única de leitura transversal de trabalhos inéditos de Lucio Salvatore\, juntando obras do começo de sua pesquisa artística – como as da série “Combustioni” (2004)\, que usa o fogo – a trabalhos recentes\, como a obra “É Pão É Pedra” (2017)\, que traz seu título inscrito repetidamente sobre uma fôrma de pão recheado de pedras\, unindo o visível e o invisível\, colocados em referências circulares”\, afirma o curador. \n  \nIncêndios criminosos que devastaram em 2004 o sul da Itália\, na região onde o artista tem seu ateliê\, foram assunto de vários trabalhos de Lucio Salvatore.  O vídeo “The Road Ahead” (2004-2017)\, de quatro minutos\, traz registros desses incêndios. “Essas imagens são representativas das paisagens de todo o sul do mundo que continuam nas mesmas condições de territórios de exploração\, e contrastam com a imagem positivista do livro escrito por Bill Gates em 1995\, que dá o título à obra\, e que propõe uma visão otimista da estrada construída pelas empresas de tecnologia”\, diz Cocchiarale. \n  \nA inédita “Apagões – Amnésias” (2004-2017) consiste em dois conjuntos de oito fotografias com tamanho de 31cm x 41cm cada\, com intervenções de tinta a óleo\, pintura usada pelo artista como anulação\, negação da imagem e da matéria. Sobre fotografias dos incêndios de 2004\, Salvatore apagou com tinta as imagens das chamas. Desta maneira\, buscou “anular simbolicamente os efeitos devastadores de atos criminosos\, causados por ‘amnésias’\, por ignorância\, cuja cura pode ser inspirada pela arte”\, explica. “Diante do recorrente fenômeno dos incêndios ficamos impotentes\, assustados\, aterrorizados e ao mesmo tempo fascinados\, atraídos\, como se o instinto de morte se reencontrasse na visão da destruição que é também transformação”\, observa o artista. \n  \nRITUAIS DE FOGO \n“Combustioni” (2004-2007)Top of Form é uma das primeiras séries de trabalhos do artista relacionados aos processos de transformação dos elementos. Depois dos vídeos e fotografias que registraram incêndios que devastaram o sul da Itália no verão de 2004\, Salvatore começou a experimentar o fogo em seu estúdio\, ao ar livre. Usado por Salvatore como agente de transformação no trabalho artístico\, o fogo foi produzido para queimar os elementos fundamentais da pintura tradicional\, como tábuas\, pincéis\, e especialmente a pintura\, em forma de pigmentos\, que foi retratada pelo artista durante o processo de combustão. Esses rituais da queima de matéria pictórica e orgânica\, todos criados entre 2004 e 2007 na Itália\, resultaram em vários trabalhos\, como “Sem Título”\, uma impressão sobre tela de 2m x 4m. O momento da criação\, a origem das coisas\, é o que fascinou o artista. “Esta série contém toda a força material e movimento do Início”. O processo foi registrado no vídeo “Sem Título” (4’40\, 2006). Lucio Salvatore cita o filósofo Heráclito (535 a.C. – 475 a.C.): “Este cosmos não foi criado por nenhum dos deuses ou dos homens\, mas sempre foi\, é e será um fogo eternamente vivo”. \n  \nEm “Post-Ar” (2016)\, Salvatore deslocou ar de Florença para o Rio de Janeiro através do correio internacional. O artista explica que pretendeu “separar o elemento inseparável\, identificando o elemento elusivo\, embalando o elemento livre e que por essência não conhece fronteiras”. Dessa maneira\, inscreveu este elemento “no sistema burocrático surreal da sociedade global contemporânea”. \n  \n“Quadrado Preto” (2014-2017) integra uma série de obras desenvolvidas dentro de pedreiras\, em uma combinação de processos que envolvem performance\, escultura e pintura.  O artista pintou um quadrado preto na parede de uma pedreira\, e depois escavou esta parede com uma lagarta mecânica\, própria para mineração\, reduzindo-a a centenas de fragmentos de rocha com as marcas pretas da pintura. Depois\, Salvatore costurou esses fragmentos na tela demarcada previamente com acrílico preto com a forma da parede antes de ser escavada. “A tensão ontológica [parte da metafísica que trata da natureza\, realidade e existência dos seres] entre unidade e multiplicidade se manifesta em relíquias fragmentadas do quadrado preto que ainda carregam sua essência unitária\, assim como a multiplicidade fragmentária das identidades contemporâneas são costuradas formando a ideia de individuo. O quadrado preto é reduzido a mil peças pela máquina\, mas continua existindo nos fragmentos que mantêm sua ideia viva”\, destaca Salvatore \n  \nO vídeo “O Fim do Quadrado Preto” (1’59\, 2015) traz todo o processo da obra “Quadrado Preto”. O vídeo “Ilhado” (8’23\, 2014-2017) registra a ação de lagartas mecânicas “criam um fosso entorno de si mesmas que delimita um território circular que as isola e\, impedindo a saída\, as aprisiona”\, diz o artista. “Se o ser humano não nasce sozinho em um lugar separado dos outros\, parece que o seu destino seja o de trabalhar duramente para que este isolamento aconteça. O progresso tecnológico idealizado a partir da época moderna\, da revolução industrial e agora da informática\, parece proporcionar\, ao mesmo tempo que melhorias na qualidade de vida material e da produtividade do ser humano\, um aumento da alienação e do isolamento do indivíduo”. \n  \nUsando terra\, farinha e cinzas embutidas em intestino animal na obra “Dal Monacato” (2017)\, Lucio Salvatore faz uma alusão aos elementos fundamentais do sistema econômico de Monacato\, aldeia rural na região italiana do Lácio\, praticamente inalterado desde a idade média\, e que floresce apesar do processo de “tecnoglobalização dominante”. \n  \n“Controvalori” (2017) é um desdobramento da série de trabalhos realizados por Salvatore sobre o valor da arte\, apresentados na exposição “Arte Capital”\, realizada em 2016\, no Centro Cultural Correios do Rio de Janeiro. Salvatore trabalhou sobre lâminas de ouro usadas como reservas de valor certificadas pelas autoridades\, cobrindo suas superfícies e o seu brilho com óleo. Anulando o característico brilho símbolo de riqueza e poder com aplicações monocromáticas minimalistas\, Salvatore usou a arte para negar a aparência e ao mesmo tempo criar um lugar onde o olho pudesse encontrar “novas possibilidades metafísicas de contemplação”\, conta o artista. \n  \nRespiro (2017) é uma obra sonora que consiste na gravação do som de uma sessão de meditação do artista realizada com máscara de gás. \n  \nOBRAS INTERATIVAS \nA exposição terá obras interativas\, como “Escreva Algo!”\, em que o público é convidado a escrever um pensamento sobre uma tira de papel que é enrolada e colocada na obra de arte\, que se transforma na memória temporal do pensamento comunitário. Da série “Escreva Algo!”\, será apresentada também uma versão em que o visitante poderá escrever frases ou desenhos com caneta indelével preta sobre um quadrado de madeira pintado também de preto\, de modo a que a escrita não seja decifrável.  “Autoesquemas” propõe que o público crie uma composição geométrica feita de quadrados de papel a serem colados dentro de uma grelha desenhada pelo artista\, em uma tipologia de autorretrato neoconcreto. \n  \nSOBRE O ARTISTA \nLucio Salvatore nasceu em 3 de maio de 1975\, em Cassino\, Itália\, e vive e trabalha na cidade italiana de Sant’Elia Fiumerapido e no Rio de Janeiro. Artista conceitual\, multidisciplinar\, trabalha com fotografia\, texto\, pintura\, escultura\, performance e apropriação de processos. Suas obras lidam com os jogos de significados nas obras de arte\, metáforas da vida\, desde a sua criação e relacionamento com o público até a posse de colecionadores e instituições. Depois de se formar em economia na Universidade Bocconi de Milão\, Salvatore estudou filosofia na Università Statale\, na mesma cidade. Estudou fotografia em Nova York\, para onde viajou seguidamente entre 1998 e 2010. Depois de visitar em 1999 a Escola de Artes Visuais do Parque Lage\, no Rio de Janeiro\, Salvatore ficou ali suas raízes e passou a estudar na instituição. Salvatore tem participado de exposições em três continentes\, em particular nas cidades de Roma (Palazzo Pamphilj\, Galleria Cortona e Galleria Portinari\, 2017)\, Nova York (Grant Gallery\, 2007 e 2009)\, Berlim (Potsdamer Platz\, 2007)\, Milão (Superstudio\, 2008)\, São Paulo (Museu Brasileiro de Escultura – MuBE\, 2011) e Rio de Janeiro (Centro Cultural Correios\, 2010\, 2014\, 2015\, 2017)\, onde seus trabalhos foram vistos por mais de 70 mil pessoas. \n  \nServiço: Exposição Lucio Salvatore – Metaelementi \nMuseu de Arte Moderna do Rio de Janeiro \n[Espaço 2.3\, segundo andar] \nAbertura: 9 de dezembro de 2017\, às 15h \nExposição: até 25 de fevereiro de 2018 \nDe terça a sexta\, das 12h às 18h. \nSábado\, domingo e feriado\, das 11h às 18h. \nIngresso: R$14\,00 \nEstudantes maiores de 12 anos: R$7\,00 \nMaiores de 60 anos: R$7\,00 \nAmigos do MAM e crianças até 12 anos: entrada gratuita \nQuartas-feiras a partir das 12h: entrada gratuita  \nDomingos ingresso família\, para até 5 pessoas: R$14\,00 \nEndereço: Av. Infante Dom Henrique\, 85 \nParque do Flamengo – Rio de Janeiro – RJ 20021-140 \nTelefone: 21. 3883.5600 \nwww.mamrio.org.br
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SUMMARY:Cosmografia na Baró Galeria/SP
DESCRIPTION:A Baró Galeria apresenta Cosmografia\, sua segunda exposição individual de Felippe Moraes na galeria. Com curadoria de Julia Lima\, a exposição ocupará todo o espaço da galeria e seu contêiner anexo com trabalhos inéditos desenvolvidos pelo artista nos últimos dois anos\, incluindo obras realizadas durante uma residência artística no Irã em maio deste ano. Com fotografias\, desenhos e vídeos\, Cosmografia configura-se como um trânsito de Moraes entre a ciência e o espiritual\, mapeando livremente diferentes partes ou aspectos do cosmos. \nDentre os trabalhos apresentados\, estão: “The Drag that Said Phi”\, protagonizado pela famosa drag queen Alaska Thunderfuck\, estrela do aclamado reality show RuPaul’s Drag Race. A exposição também traz a série de fotos “Movimento Pendular”\, que traz grafias luminosas feitas em um quarto escuro que descrevem o percurso orbital de um pêndulo\, que vai diminuindo o raio de oscilação à medida que também altera seu eixo. \nCosmografia – Felippe Moraes @ Baró  \nAbertura – 12/12/2017  \nDas 18 as 22h  \nVisitação – De 12/12/2017 a 12/02/2018   \nSegunda – Das 14h as 19h  \nTerça a Sexta – Das 10h as 19h \nSábados – Das 11h as 19h 
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SUMMARY:Verve e Mezanino em exposição coletiva
DESCRIPTION: “Fuga” propõe diálogos entre o trabalho de artistas de ambas as galerias e\, por meio de diversos suportes e técnicas\, investiga os processos complementares da criação artística  \n\n\n A Verve Galeria\, em parceria inédita com a Galeria Mezanino\, exibe a coletiva “Fuga“. Sob curadoria de Ian Duarte Lucas e Renato de Cara\, são propostos 3 diálogos entre 6 artistas de ambas as galerias: Luisa Malzoni e Emídio Contente; Vladimila Veiga e Leo Sombra; e Luciano Zanette e Sergio Niculitcheff. Composta por 25 obras\, a expografia pensada para a mostra coloca os trabalhos em contraponto\, do qual emergem inúmeras possibilidades de associação. Da música erudita foi emprestado o título da exposição\, que investiga processos de espelhamento\, modulação\, expansão e síntese entre as obras.  \n\n\nAssim como nas outras artes\, a música possui a capacidade de nos transportar de um lugar a outro num deslocamento\, ainda que temporário\, da realidade. Palavra do latim que tem o duplo significado de fugir (fugire) e caçar (fugare)\, a “fuga” é um estilo de composição contrapontística com origem na música barroca\, em que as vozes ecoam\, uma após a outra\, o tema principal\, em operações de repetição e contraposição – importante ressaltar que todas as vozes com a mesma importância na composição. Com esta inspiração\, a coletiva “Fuga” apresenta diversas linguagens e conceitos\, em obras que passam pelas técnicas de escultura\, fotografia\, gravura e pintura\, sempre no intuito de revelar paralelos e correlações entre o trabalho dos artistas.  \n\n\n “Pela contraposição\, fica evidente a complementaridade entre os processos poéticos de cada um\, pois afinal é do encontro que se traça o devir de todo artista“\, concluem os curadores Ian Duarte Lucas e Renato de Cara. \n\n\n\nLuisa Malzoni\, “Sem Título” (2015)\n​ \nExposição: “Fuga“ \nArtistas: Emídio Contente\, Leo Sombra\, Luciano Zanette\, Luisa Malzoni\, Sergio Niculitcheff e Vladimila Veiga \nCuradoria: Ian Duarte Lucas e Renato de Cara \nCoordenação: Allann Seabra \nAbertura: 14 de dezembro de 2017\, quinta-feira\, às 19h \nPeríodo: 15 de dezembro de 2017 a 20 de janeiro de 2018 \nLocal: Verve Galeria – www.vervegaleria.com \nEndereço: Rua Lisboa\, 285 – Jardim Paulista\, São Paulo – SP \nTelefone: (11) 2737-1249 \nHorários: Terça a sexta-feira\, das 10 às 19h / Sábado\, das 11 às 17h \nEntrada gratuita
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SUMMARY:Coletiva com 15 artistas na Mercedes Viegas/SP
DESCRIPTION:O CONTEXTO DA LINHA \nA desconstrução das formas para seu elemento mais básico: a linha. Antonio Bokel\, Camile Sproesser\, Cela Luz\, Cristina Lapo\, Duda Moraes\, Elvis Almeida\, Goia Mujalli\, Gustavo Speridião\, Julio Villani\,  Luiz d’Orey\, Marcia Thompson\, Marco Veloso\, Marcus André\, Sandra Mazzini e Talitha Rossi participam da última exposição do ano promovida pela galeria Mercedes Viegas Arte Contemporânea. “O contexto da linha” abre no próximo dia 14\, com 33 obras dos 15 artistas. \n“As linhas são motivos constantes de arte\, mas muitas vezes estão escondidas na nossa percepção. Assim\, através da pintura\, do desenho e da escultura\, vemos a linha se formar por si só”\, diz a galerista que na escolha dos artistas reuniu jovens talentos e nomes fortes do mercado\, representados pela galeria. \nA galerista explica ainda que a desconstrução tende uma volta aos primórdios do que é fazer arte e é isso que se enfatiza na mostra: \n“Estamos mostrando como a linha aparece\, seja por repetição\, no caso do Elvis Almeida\, ou ao acaso\, como no trabalho da Goia Mujali\, onde ela retira a pincelada e deixa só o contorno\, como se fosse um fantasma da ação. Ou ainda no trabalho da Duda Moraes\, no qual ela expressa a cor e\, de repente\, uma linha nasce entre as formas criadas”. \nA exposição fica em cartaz até dia 9 de fevereiro de 2018\, na Mercedes Viegas Arte Contemporânea: Rua João Borges\, 86 – Gávea – (21) 2294-4305. \n  \nEXPOSIÇÃO: “O contexto da linha” \nABERTURA: quinta\, 14 de dezembro de 2017\, às 19h \nQUANDO:  15 de dezembro de 2017 a 9 de fevereiro de 2018 \nONDE: Mercedes Viegas Arte Contemporânea – Rua João Borges\, 86 – Gávea\, Rio de Janeiro. tel: (21) 2294-4305 \nHORÁRIO: De segunda a sexta\, das 11h às 19h. Sábados: 15h às 19h \n  \nSobre os artistas: \nAntonio Bokel (1978)\, vive e trabalha no Rio de Janeiro \nAo longo das duas últimas décadas\, Antonio Bokel tem apresentado suas pinturas no Brasil e no exterior\, em galerias e em intervenções urbanas\, fazendo a ponte entre a arte de rua e a arte contemporânea. Seu trabalho já foi publicado nas revistas brasileiras Zupi\, Vizoo e Santa\, e na espanhola Rojo. Ele também se encontra nas maiores coleções brasileiras\, como as de Gilberto Chateubriand e da BGA Investimentos\, além de ter alguns trabalhos no acervo do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-Rio). \n  \nCamile Sproesser (1985)\, vive e trabalha em São Paulo \nSeu principal campo de pesquisa é a pintura a óleo\, com produções em diversas escalas e formatos. Seu trabalho se estrutura na criação de relações dinâmicas e improváveis e na diversidade na forma de pintar. Em 2016\, participou de uma residência artística no Institut für Alles Mögliche\, em Berlim\, onde realizou uma exposição individual\, e já mostrou trabalhos em exposições coletivas ao lado de artistas como Guto Lacaz\, Rodrigo Bueno\, Pedro Caetano e Anaísa Franco. \n  \nCela Luz (1986)\, vive e trabalha em New York \nSua obra trafega entre a pintura\, o desenho\, a fotografia e a street art. Entre suas principais exposições\, está uma individual na Casa de Cultura Laura Alvim em 2015 e duas coletivas em New York\, “Cognitive Dissidence”\, com curadoria de Dan Cameron (New Museum)\, e “Transfiguration”\, na Flatiron Gallery\, Chelsea\, ambas em 2017. A artista foi selecionada para Partial Scholarship pela School of Visual Arts e tem obras na Coleção Gilberto Chateubriand\, Brasil/MAM-RJ\, Rio de Janeiro\, Brasil e coleções particulares. \n  \nCristina Lapo (1981)\, vive e trabalha no Rio de Janeiro \nEm seus trabalhos\, Cristina Lapo manipula de várias maneiras elementos básicos: ponto\, linha e plano. Ela se interessa por esgarçar as possibilidades de combinações desses elementos e de seus atributos. Assim\, a linha pode assumir diversas características visuais. A artista já mostrou seus trabalhos em exposições em Portugal\, EUA e Brasil\, incluindo participação na Art Rua e na ArtRio. Dentre as individuais\, está a “Transitions”\, no Consulate General of Brazil\, São Francisco (EUA) e “A Brazilian Artist in Medieval Europe”\, no Piedmont Art Gallery\, em Martinsville (EUA). \n  \nDuda Moraes (1985)\, vive e trabalha em Paris \nFilha da artista Gabriela Machado\, desde pequena a artista visual Duda Moraes vivencia as artes plásticas. Participou de uma residência artística no Instituto Carpe Diem Arte e Pesquisa em Lisboa\, Portugal. Depois de uma temporada no Xingu\, se conectou com sua expressão em forma de pintura. A partir desse contato forte com a natureza e as origens xamânicas\, assumiu de forma poética sua linguagem artística. Fez sua primeira individual\, a “Espaços Soberanos”\, no ano passado\, na Galeria Mercedes Viegas e participou de exposições coletivas e feitas\, com destaque para o ArtRio e o SP Arte. \n  \nElvis Almeida (1985)\, vive e trabalha no Rio de Janeiro \nElvis faz parte de uma turma de novos artistas cariocas que se volta para a paisagem figurativa com despudor pop e ruídos de outras linguagens\, como a música\, o grafite e a tatuagem. Recebeu bolsa da Incubadora Furnas Sociocultural para Talentos Artísticos (2007)\, o Prêmio Categoria Grafite do 47º Salão de Artes Plásticas de Pernambuco (2008) e bolsa Interações Florestais da Terra UNA (2011). Realizou sua primeira individual na Galeria Amarelonegro (RJ)\, em 2010 e participou de mostras em São Paulo\, Rio de Janeiro\, Pará e EUA. \n  \nGoia Mujalli (1985)\, vive e trabalha em Londres \nSeu trabalho  envolve questões da pintura\, como antagonismos: adição e subtração\, croma e contraste\, o acaso e composição\, o mecânico e o digital\, a presença de uma marca e o apagamento de outra. Em 2013\, recebeu seu primeiro prêmio Monnington Sessional Prize\, pela escola Slade School\, em Londres\, e depois em 2014 e 2015 recebe prêmio da bolsa Nancy Balfour Trust Scholarship. Foi finalista do prêmio de arte Float Art em 2015 e recentemente o Graduate Art Prize 2017\, em Londres. Principais exposições individuais: EBC016\, no East Bristol Contemporary em Bristol\, 2017; Fantasmas\, na Galeria de Arte Mamute\, Porto Alegre\, 2016; Resíduos de um Ritmo\, Rio de Janeiro\, 2016 além de coletivas em Inglaterra Áustria\, Bulgária e Suíça. \n  \nGustavo Speridião (1978)\, vive e trabalha no Rio de Janeiro \nGustavo Speridião produz desenhos\, colagens\, pinturas\, instalações\, esculturas\, fotografias e vídeos. Explora situações da vida cotidiana através de um olhar espirituoso e atento a composições formais e de cor. Speridião já participou de exposições em instituições como a Maison Européene de La Photographie (Paris)\, La Biennale de Lyon (2013)\, o CCBB-RJ\, o MAM-RJ\, a Oficina Cultural Oswald de Andrade (SP). Dentre os prêmios recebidos\, destacam-se o Projéteis Artes Visuais\, da Funarte\, em 2007 e o Marcantônio Villaça/Funarte\, em 2010. Sua obras estão em importantes coleções pública como a do Museu Nacional de Belas Artes\, a Coleção Gilberto Chateaubriand\, a do Museu de Arte Contemporânea de Niterói e a do Museu de Arte do Rio de Janeiro. \n  \nJulio Villani (1956)\, vive e trabalha em Paris \nVillani se formou em São Paulo\, onde cresceu\, e em Paris\, onde forjou sua identidade de artista; ele vive e trabalha entre as duas cidades há mais de 30 anos. Seu duplo percurso se reflete na relação de suas exposições que se sucedem de um lado e do outro do Atlântico. MAM de Paris\, MAM de São Paulo; Pinacoteca de São Paulo\, Centre d’Art Contemporain 10 Neuf em Montbéliard; Paço Imperial no Rio de Janeiro e Musée Zadkine em Paris… Fio\, linha\, risco\, laço\, rede\, nó… a arte de Julio Villani é habitada pela ideia de vínculo. Ela estrutura todos os trabalhos do artista\, lhe é consubstancial. Sua arte se caracteriza consequentemente pela ideia de polo\, de contraponto\, às vezes de oposição – e se constrói a partir da organização de um vai-volta. \n  \nLuiz d’Orey (1993)\, vive e trabalha em New York \nGraduou-se bacharel em Belas Artes na School of Visual Arts\,  em 2016\, sendo escolhido para representar a instituição com trabalhos na Feira Pulse de Miami. Recebeu\, também da SVA\, as premiações 727 Award (2016)\, Sillas H Rhodes Award (2016) e Gilbert Stone Scholarship (2015). O carioca trabalhou como assistente do artista Carlos Vergara\, no Rio de Janeiro\, e com Raul Mourão\, em seu Studio no bairro do Harlem\, em Nova York. Seu currículo conta com mostras coletivas em Nova York\, Londres e no Rio de Janeiro\, além de participações nas feiras sp-arte 2017 e ArtRio 2016. \n  \nMarcia Thompson (1968)\, vive e trabalha em Londres \nFez exposições em Nova York\, Espanha\, Suécia\, Dinamarca\, Coréia do Sul\, Inglaterra e Brasil. Possui obras em coleções como: Gilberto Chateaubriand (Brasil)\, Patrícia Phelps de Cisneros (Venezuela)\, ESCALA/UECLAA (Essex Collection of Art from Latin America) e Embaixada do Brasil em Londres (Inglaterra). Recebeu o Prêmio Unesco no Salão Carioca de Arte em 1989 e o primeiro prêmio do Visual Arts Awards\, em Londres\, em 2015. Quando começou a pintar\, reduziu sua paleta ao branco\, e não usou a cor por 10 anos\, para que outros aspectos da pintura ficassem visíveis. Recentemente\, voltou a trabalhar com cor\, mas sem perder de vista a experiência física e sensual da tinta. \n  \nMarco Veloso (1959)\, vive e trabalha no Rio de Janeiro \nMarco Veloso é um dos mais destacados nomes da arte do desenho no Brasil e tem realizado importantes mostras solo ao longo dos últimos 20 anos. Desde 2013\, o artista teve uma transformação de grande importância em sua obra. Conhecido pelas séries de desenhos em carvão\, iniciadas em 1999 e que já ultrapassaram o número de cem\, Veloso agora apresenta o feliz encontro entre a pintura e o desenho. Entre suas individuais em instituições públicas estão: “Desenhos na Coleção Gilberto Chateaubriand”\, no MAM Rio\, em 2000\, 2003 e 2008\, e “Contigo na Distância”\, no Museu de Arte Contemporânea de Niterói\, em 2010\, ambas apresentando um representativo conjunto de sua produção. \n  \nMarcus André (1961)\, vive e trabalha no Rio de Janeiro \nFrequentou a Escola de Artes Visuais do Parque Lage entre 1978 e 79 e em 1984 participou da exposição ‘Como Vai Você\, Geração 80?’. Em 1985 cursou a Parson’s New School Of Social Research Printing\, em Nova York. De volta ao Brasil\, recebe o prêmio no XIII Salão Nacional de Artes Plásticas e realiza individuais de pintura na Funarte Projeto Macunaíma/ Espaço Alternativo RJ\, Projeto Centro Cultural São Paulo / Pavilhão da Bienal Ibirapuera e MASP SP. Representa o Brasil em Bienais no México\, Cuba\, Equador e Japão. Em 2007 é contemplado com bolsa da The Pollock-Krasner Foundation Inc. Grant. Em seu processo de criação\, o artista utiliza a técnica de pintura encáustica. Misturando pigmentos tradicionais de origem mineral à ceras de abelha\, carnaúba e resina vegetal\, entre outros elementos\, o Marcus cria suas próprias tintas\, que define como inigualáveis em permanência e aparência\, aplicando-as a superfícies como madeiras\, laminados\, telas de linho ou lona de algodão. \n  \nSandra Mazzini (1990)\, vive e trabalha em São Paulo \nA pintura de Sandra Mazzini propõe uma alteração do real a partir das novas perspectivas que se apresentam pelas camadas visuais vibrantes criadas em suas obras. As possibilidades poéticas de seu trabalho se apresentam na combinação da precisão com a leveza exercidas no seu fazer artístico. A artista traz o espectador para dentro de seu processo e propõe uma realidade alterada por meio da estrutura\, da escala\, do recorte e da gradação das cores\, visíveis em suas telas. Sandra Mazzini já participou de exposições coletivas como Um Desassossego\, na Galeria Estação\, e o Quarto Salão de Ribeirão Preto\, no Museu de Arte de Ribeirão Preto. Atualmente\, trabalha e vive em São Paulo. \n  \nTalitha Rossi (1987)\, vive e trabalha no Rio de Janeiro \nArtista plural\, desenvolve sua obra a partir de uma poética própria\, que questiona o posicionamento da geração Y perante questões femininas e midiáticas. Performance\, fotografia\, vídeo\, instalações e objetos\, são seus suportes de escolha\, que abrigam este universo\, por meio de um olhar delicado e pungente. Autodidata\, a artista exerce sua prática na experimentação\, e aprende a lidar com a materialidade em seu próprio fazer artístico. Talitha tem em seu currículo exposições em Londres\, Rio de Janeiro\, São Paulo e Brasília. \n 
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SUMMARY:TUNGA: O CORPO EM OBRAS no MASP
DESCRIPTION:TUNGA: O CORPO EM OBRAS \nExposição reúne cerca de oitenta obras do artista\, incluindo instalações\, objetos e desenhos no MASP\, em São Paulo \nVisitação\n15 de dezembro de 2017 a 11 de março de 2018 \nMASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand\nAvenida Paulista\, 1578\, São Paulo\, SP \nImagem: Tunga\, Sem Título\, da série Morfológicas\, 2014/17\nMais informações: masp.org.br
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SUMMARY:Mostra Arquipélago no MIS/SP
DESCRIPTION:A partir do dia 20 de dezembro\, o MIS – instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo – exibe a mostra fotográfica Arquipélago\, de Zico Farina\, sexta e última exposição do programa Nova Fotografia 2017. Com entrada gratuita\, Arquipélago fica em cartaz até o dia 4 de fevereiro de 2018\, no Espaço Nicho do Museu. \n  \nArquipélago é um trabalho sobre o isolamento e que usa o espaço da exposição como uma metáfora para criar um mapa imaginário. A série é composta por 13 imagens em tamanhos diferentes e em P&B que remetem a ideia de diversas ilhas. As imagens são o resultado da observação sobre o silêncio da solidão. De acordo com o fotógrafo essa forma de apresentar as imagens – fragmentadas – nos obriga a observá-las mais de perto\, e essa aproximação serve para descobrir em cada uma delas uma poética escondida em coisas ordinárias\, em simples objetos ou paisagens. \n  \n“Vivemos num tempo onde a ideia de um mundo igual\, globalizado\, unido\, vem fracassando\, e no caminho inverso\, estamos nos transformando em ilhas de um grande arquipélago”\, diz o fotógrafo. “O objetivo desse trabalho é gerar uma reflexão e utilizar a fotografia como um elemento poderoso para criar pontes que nos unam”\, completa. \n  \nAs fotos de Arquipélago foram coletadas nos últimos quatro anos\, em diversas locações como a capital paulista\, Garopaba (SC)\, Porto Alegre (RS) e as cidades uruguaias de Punta del Diablo e Valizas. \n\nSobre o fotógrafo  \nZico Farina nasceu em São Leopoldo\, Rio Grande do Sul\, em 14 de julho de 1968. É formado em Publicidade e Propaganda e trabalha como Diretor de Criação em São Paulo. \n  \nSobre o Nova Fotografia \nCriado em 2011\, o Nova Fotografia é um projeto anual do Museu da Imagem e do Som que busca criar um espaço permanente para exposição de fotografias de artistas promissores que se distinguem pela qualidade e inovação do seu trabalho. A cada ano\, seis séries de imagens são escolhidas por meio de convocatória e expostas no Museu. \n  \nServiço \nNOVA FOTOGRAFIA | Arquipélago\, de Zico Farina \nABERTURA 20.12 às 19h \nDATA 21.12.17 a 04.02.18 \nHORÁRIO terças a sábado das 10h às 21h; domingos e feriados das 9h às 19h \nLOCAL Nicho \nINGRESSO Gratuito \nCLASSIFICAÇÃO Livre \n  \nInformações para a imprensa – MIS \nMarina de Castro Alves | marina.castroalves@mis-sp.org.br| (11) 2117 4777\, r 363 \nClarissa Janini | clarissa.janini@mis-sp.org.br| (11) 2117 4777\, r 312 \n  \nInformações para a imprensa – Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo \nGisele Turteltaub – (11) 3339-8162 | gisele@sp.gov.br \nDamaris Rota – (11) 3339-8308 | drota@sp.gov.br \nGabriela Carvalho – (11) 3339-8070 | gabrielacarvalho@sp.gov.br \nStephanie Gomes – (11) 3339-8243 | stgomes@sp.gov.br \n  \nMuseu da Imagem e do Som – MIS \nAvenida Europa\, 158\, Jardim Europa\, São Paulo | (11) 2117 4777 | www.mis-sp.org.br \nEstacionamento conveniado: R$ 18. Acesso e elevador para cadeirantes. Ar condicionado.
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SUMMARY:Verão Arte Contemporânea em Belo Horizonte
DESCRIPTION:Realizado lado ao lado com a classe artística\, Festival terá cerca de 30 atrações de 7 de janeiro a 4 de fevereiro. Entre as novidades da programação a inserção do M.A.R.P – Movimento de Arte e Reflexão Política dentro do Festival. \nO Verão Arte Contemporânea desembarca a partir do próximo dia 7 de janeiro\, domingo\, em 17 espaços culturais de BH\, além de uma apresentação em Ibirité e Contagem. Serão 29 dias de teatro\, dança\, artes visuais\, gastronomia\, arquitetura\, cinema\, literatura\, música\, moda e também discussões políticas com o M.A.R.P. Idealizado e realizado pelo Grupo OficcinaMultimédia (GOM)\, que em 2017 completou 40 anos de trajetória\, o evento reafirma seu compromisso de incentivar a pesquisa e a experimentação nas artes\, valorizando a criação artística local e trazendo novidades a cada edição. Boa parte da programação do VAC tem preços populares e algumas atrações possuem entrada gratuita. \nO VAC 2018 é patrocinado pela CODEMIG e o Governo de Minas e tem apoio cultural: do Sesc; da Prefeitura de Belo Horizonte\, por meio da Secretaria Municipal de Cultura\, Fundação Municipal de Cultura\, e Centro de Referência da Juventude; Fundação de Educação Artística; Teatro Bradesco; Cinema Belas Artes; Galpão Cine Horto; ZAP 18; BH Trans; Restaurante Bem Natural; Restaurante Cantina do Lucas; Fundação Clóvis Salgado; Rede Minas; Memorial Minas Gerais Vale; Centro Cultural Banco do Brasil; Circuito Liberdade; Iepha; Governo de Minas e Governo Federal. \nIone de Medeiros\, Jonnatha Horta Fortes e Henrique Mourão do Grupo OficcinaMultimédia (GOM) reforçam a continuidade do evento nas diversas linhas conceituais que se entrelaçam na programação e destacam a parceria com a classe artística. “O GOM investe na organização do evento\, faz a curadoria\, elabora a programação e mantém sua continuidade\, graças às parcerias com os artistas e com instituições culturais de BH. Gosto de dizer que o evento é mágico porque persiste\, apesar da insegurança e dos contratempos\, mas as pessoas ficam surpresas com a sua extensão e a qualidade da sua programação. A mágica\, neste caso\, está também no ‘colaborativismo’ dos artistas e parceiros que apoiam e investem na realização do VAC por acreditarem na sua importância para a cidade e para as pessoas que aqui vivem. É emocionante ver todos juntos realizando um evento que quer levar arte para todos\, que valoriza e incentiva a liberdade de escolha e de expressão”\, reflete Ione de Medeiros que\, em 2018\, completa 35 anos de trajetória na direção do GOM. \nEntre as novidades deste ano\, o VAC 2018 inaugura uma instalação em espaço aberto como um “tableau vivant” recriando o quadro impressionista “O Almoço sobre a relva” de Edouard Manet. “O formato da instalação é de um ateliê para modelo ao vivo a partir das recriações do quadro. O evento quer reiterar o espaço do nu na arte\, que escandalizou críticos e público em 1863 e ainda hoje vem sendo questionado”\, conta Jonnatha Horta Fortes do GOM. Segundo ele\, a proposta deste ateliê\, compreende a presença de artistas que poderão pintar as recriações ao vivo da obra de Edouard Manet. O “Almoço Sobre a Relva” será realizado nos jardins do Teatro Francisco Nunes no dia 30 de janeiro\, terça-feira\, às 20h. A entrada é franca e os interessados devem retirar o convite uma hora antes do evento\, limitado a um par de convites por pessoa. \nAbertura \nTradicionalmente a abertura do VAC é um dos seus principais destaques. Neste ano\, não será diferente: o evento que dá início ao Verão será realizado no dia 7 de janeiro\, domingo\, às 19h\, no Sesc Palladium\, os ingressos serão comercializados no valor de R$ 2\,00 (inteira) e R$ 1\,00 (meia). O espetáculo integra música e a dança da América Latina e conta com a presença da Orquesta Atípica de Lhamas\, a Cia Café com Dança\, além de uma convidada especial: Maria Alcina cantando música brasileira. “Queremos promover um encontro festivo juntando a Orquesta Atípica de Lhamas\, a cantora convidada\, Maria Alcina\, e a participação dos bailarinos da Cia. Café com Dança\, para comemorar este investimento cultural\, que já faz parte do calendário do verão em BH”\, reforça Ione de Medeiros. \nM.A.R.P \nCriado em 2006 pelo GOM\, o M.A.R.P – Movimento de Arte e Reflexão Política\, retorna ao VAC e\, desta vez\, em parceria com o Coletivo Alternativa Popular\, irá promover uma mesa redonda composta por artistas e intelectuais e público com o título “E agora José?”. O objetivo é introduzir no VAC um momento de reflexão sobre inquietações relacionadas à arte e à cultura na atualidade. O debate será no dia 18 de janeiro\, quinta-feira\, às 20h\, no Centro Cultural Banco do Brasil. João Paulo Cunha\, Jacyntho Luiz Brandão e Nívea Sabino serão os debatedores do encontro que será mediado por Francisco Cesar. No evento haverá também a presença de NilcéaMoraldeia representando o Coletivo Alternativa Popular. A entrada é franca e a classificação 16 anos. \nModa \nNo dia 13 de janeiro\, sábado\, às 14h\, o Centro de Referência da Juventude recebe o bazar “Moda X-Tudo – Mercado das Pulgas no VAC”. A entrada é franca e a classificação é livre. O evento vai valorizar produtos de baixo custo reciclando a moda e promovendo uma circulação de roupas e adereços. Projetado com um “Mercado das Pulgas”\, o objetivo é diversificar o consumo de usados\, introduzindo nas bancas livros\, revistas\, CD’s e outras quinquilharias. \nGastronomia \nJá na área da gastronomia será montada uma grande mesa para 30 pessoas desfrutarem um jantar cujo cardápio será mantido em segredo até o momento da degustação. Com nome de “VER(ÃO) – O Jantar Secreto”\, os alimentos serão preparados com ingredientes que seriam descartados. O objetivo é valorizar uma comida sem rótulos\, promovendo uma noite de experiências e sensações desafiadoras. O chef Carlos Normando\, criador do Projeto Gororoba\, será o responsável pelo cardápio que terá entrada\, prato principal e sobremesa. O jantar é no dia 10 de janeiro\, quarta-feira\, às 19h\, no Centro de Referência da Juventude (CRJ).A entrada é franca e os interessados devem retirar convite uma hora antes do evento\, limitado a um convite por pessoa. \nArquitetura \nNos dias 31 de janeiro e 1º de fevereiro\, às 18h30\, a Sala Multiuso do Centro Cultural Banco do Brasil recebe o seminário “Comum I Público” para discutir a produção do comum em tempos de ameaças à democracia. Serão abordadas questões sobre geopolítica\, globalização desigual\, atuação dos mecanismos transnacionais na fragilização do público\, soberania nacional e popular\, redes de movimentos sociais e universidades em defesa do que é público e do que é da ordem do comum. A curadoria do seminário é de Natacha Rena\, Marcela Brandão e Mariana Moura. Entrada franca\, classificação livre. \n“A Arquitetura traz à tona questões sociais pertinentes da contemporaneidade\, e levanta reflexões relacionadas a questões de geopolítica\, da globalização desigual e atuação dos mecanismos transnacionais\, na fragilização do público\, soberania nacional e popular\, no perigo da onguetização. E o papel da sociedade civil e rede de movimentos sociais e universidades em defesa do que é público e do que da ordem do comum”\, reflete Ione de Medeiros. \nLiteratura \nNo bate-papo “Lucia conversa com Chico”\, no dia 1º de fevereiro\, às 20h\, no auditório do Memorial Minas Gerais Vale\, Lucia Castello Branco\, escritora\, psicanalista e professora titular em estudos literários da Faculdade de Letras da UFMG\, conversa com o produtor musical mineiro Chico Neves. O bate-papotraz à tona a memória de quatro décadas da música popular brasileira e de tudo o que envolve a gravação e a produção dos discos no Brasil. A carreira de Chico Neves\, contada em livro pelo escritor e jornalista Paulinho Assunção\, tem lançamento previsto para 2018. O evento tem entrada franca. \nArtes Visuais \nA partir de 9 de janeiro\, o VAC apresenta dentro do Projeto Parede do Sesc Palladium o artista Eder Oliveira. O projeto é um desdobramento do trabalho do artista\, iniciado desde 2005 que trata sobre retrato e identidade a partir da imagem do homem amazônico. Partindo de apropriações de fotos publicadas em jornais de Belém do Pará\, onde vive\, a ação discorre sobre as relações possíveis entre imagem\, identidade\, poder\, cor\, mídia e marginalização. O processo de construção do trabalho poderá ser acompanhado de 9a 14 de janeiro\, e a obra ficará exposta até 4 de março. \nCinema \nA IX Mostra de Cinema\, Cultura\, Arte e Poder ocupará os cinemas Sala Humberto Mauro\, Sesc Palladium\, Centro Cultural Banco do Brasil e Cine Santa Tereza. Todas as exibições são gratuitas com retirada de ingressos 30 minutos antes do início de cada sessão. Com curadoria de Sávio Leite e do GOM\, a mostra trata de semelhanças e especificidades da linguagem audiovisual em filmes que dialogam no eixo da cultura\, da arte e do poder. Serão exibidos curtas e longas-metragens de jovens talentos emergentes e consagrados diretores cinematográficos brasileiros. \nIone reforça que a Mostra mantém o foco no tema – Cultura Arte e Poder- e prioriza a produção nacional\, valorizando trabalhos recentes com foco na ficção e em documentários que resgatam a história da cultura brasileira. “Alguns filmes terão debate após a exibição. Entre eles o escritor João Silvério Trevisan\, no Cinema José Tavares de Barros (SESC Palladium)\, após o documentário “Lampião da Esquina”. Francisco Franco diretor do filme “Os Três Atos de Carlos Adão” e André Lage diretor de “Los Leones”. \n“A Farra do Circo”\, “A Batalha do Passinho”\, “O Homem que matou John Wayne”\, “Ameaçados”\, “Confession”\, “Histórias que nosso cinema (Não) contava” e “As Incríveis Artimanhas da Nuvem Cigana” são alguns dos títulos presentes na mostra. \nDança \nA Laia Cia de Danças Urbanas traz o espetáculo “Nada mais é” nos dias 21 e 22 de janeiro\, às 19h\, na Sala Multiuso do Centro Cultural Banco do Brasil. A obra se estrutura a partir da desconstrução de pilares que alicerçam nossa formação e que nos afetam desde a infância: o machismo\, a religião e o racismo. A classificação é livre e os ingressos custam R$ 20\,00 (inteira) e R$ 10\,00 (meia). \nNo sábado\, 27 de janeiro\, às 18h\, Contagem recebe o “Palco Hip Hop – Danças Urbanas” que propõe a valorização\, difusão e promoção das danças da cultura hip hop. O palco terá apresentações de MCs\, DJs\, grupo de dança e grafiteiros\, além de uma batalha livre de danças urbanas. Já no domingo\, 28\, o palco vai para o Teatro Municipal de Ibirité\, às 17h. Nos dias 3 e 4 de fevereiro\, o Palco chega ao Grande Teatro do Sesc Palladium. Nas três cidades\, os ingressos serão vendidos a R$ 2\,00 (inteira) e R$ 1\,00 (meia). \nJá o Ballet Jovem Minas Gerais apresenta o “Ritos/Pragmático” no Teatro Bradesco\, às 21h\, do dia 3 de fevereiro\, sábado. O espetáculo fala “dos ritos que estão presentes em nosso cotidiano e em nossos gestos”. A classificação é livre e os ingressos custam R$ 20\,00 (inteira) e R$ 10\,00 (a meia). \nO Grupo Cultura de Guetto ocupa o Teatro Bradesco nos dias 1 e 2 de fevereiro\, às 20h\, com o espetáculo “Exit”. A apresentação questiona se é possível criar algo novo\, o limite para a criatividade\, quais são as liberdades que nos deixam presos\, as escolhas que nos fazem livres e como escapar da rotina. O espetáculo celebra os 11 anos do Grupo que nasceu em 2006 reunindo amigos do bairro Pompéia\, região leste da capital. A classificação é livre e o valor é R$ 10\,00 (inteira) e R$ 5\,00 (meia). \nTeatro \nNa área da dramaturgia\, o VAC investe em propostas de pesquisa e inclui espetáculos recentes\, além de uma estreia. O Grupo Planos Incríveis apresenta a peça “Os Indicados”\, de 11 a 14 de janeiro\, no Teatro Marília. Evandro Passos e AruanaZamby se apresentam no Centro Cultural Banco do Brasil com o espetáculo “O negro conta” nos dias 12 e 13 de janeiro\, às 19h. Já o Este Coletivo é o responsável pelo “Suave Coisa Nenhuma”\, também no CCBB\, de 17 a 20 de janeiro\, às 19h. O ZAP 18 recebe o “Homem Vazio na Selva da Cidade” de 19 a 21 de janeiro. \n“O Mergulho”\, do Novo Coletivo de Teatro\, ocupa o CCBB de 24 a 27 de janeiro. O Galpão Cine Horto recebe “A Cerimônia e Os Negros” de 25 a 28 de janeiro\, às 19h. A Cia 5 Cabeça traz para o VAC “Uma Tendência para Alegria”\, de 2 a 4 de fevereiro\, no CCBB. Todas essas apresentações teatrais custam R$ 20\,00 (inteira) e R$ 10\,00 (meia). \nJá a Janela da Dramaturgia realiza uma edição especial no VAC com a reapresentação de leituras performáticas de textos teatrais inéditos da última edição do projeto. Nos dias 27 e 28 de janeiro\, no Teatro de Bolso do Sesc Palladium. A entrada é franca e tem duração de 4h com intervalos a cada uma hora. “A Janela da Dramaturgia vai promover a leitura de novos dramaturgos mineiros\, com textos dedicados à infância e juventude”\, comenta Ione de Medeiros. \nMúsica \nAs compositoras Marina Cyrino\, Nathália Fragoso\, Patrícia Bizzotto e Thais Montanari se apresentamnos dias 10 e 11 de janeiro\, às 19h\, no CCBB. “Vale ressaltar que são jovens compositoras sintonizadas com a pesquisa de novas linguagens musicais contemporâneas”\, lembra Ione de Medeiros. O Grupo de Percussão da UFMG celebra 20 anos e homenageia Esdras Ferreira\, o Neném\, no CCBB\, dia 11 de janeiro\, às 20h. O CCBB também recebe os artistas Alexandre Andrés e Rafael Martini com a apresentação “Haru” no dia 24 de janeiro\, às 20h. \nO compositor e instrumentista argentino Rufo Herreraapresenta um recital revelando as diferentes facetas do bandoneón. O repertório inclui obras de J.S. Bach\, AstorPiazzolla\, e do próprio Rufo Herrera. Para este recital\, Herrera também convidou os bandoneonistas Otto Hanriot e Francisco Cesar\, para a estreia de sua mais recente obra\, composta para três bandoneóns: Variações Ad Libitum. O recital será no auditório do Memorial Minas Gerais Vale na quinta-feira\, 25 de janeiro\, às 19h. \nJá o Teatro Francisco Nunes recebe o lançamento do álbum “Boa Noite” do Grupo Julgamento\, que comemora 20 anos\, no dia 26 de janeiro\, às 20h. E no sábado\, 27 de janeiro\, às 20h\, o Teatro Francisco Nunes será palco dos MCs da Favelinha. \nO MeiaMeia\, do Arcomusical Brasil\, é a atração do domingo\, 28 de janeiro\, às 19h\, no CCBB. No dia seguinte\, 29\, o CCBB recebe o grupo Semreceita. E\, encerrando a programação musical do VAC\, José Luis Braga lança o CD “Nossa Casa” no dia 4 de fevereiro\, às 19h. \nServiço________________________________________________________________________________________ \nVERÃO ARTE CONTEMPORÂNEA CELEBRA 12 ANOS EM 2018 COM NOVIDADES E PROGRAMAÇÃO EM 10 ÁREAS CULTURAIS DIFERENTES \nVerão Arte Contemporânea 2018 \nData: 7 de janeiro a 4 de fevereiro \nIngressos: R$ 20\,00 (inteira) e R$ 10\,00 (meia-entrada). Há espetáculos com entrada franca\, mediante retirada ingressos uma hora antes do evento. \nInformações: www.veraoarte.com.br \nRedes sociais: www.facebook.com/veraoarte/ \nSite: veraoarte.com.br/ \nRealização: Grupo OficcinaMultimédia \nPatrocínio: Codemig e Governo de Minas Gerais \nApoio cultural: Sesc; Prefeitura de Belo Horizonte\, por meio da Secretaria Municipal de Cultura\, Fundação Municipal de Cultura\, e Centro de Referência da Juventude; Fundação de Educação Artística; Teatro Bradesco; Cinema Belas Artes; Galpão Cine Horto; ZAP 18; BH Trans; Restaurante Bem Natural; Restaurante Cantina do Lucas; Fundação Clóvis Salgado; Rede Minas; Memorial Minas Gerais Vale; CCBB; Circuito Liberdade; Iepha; Governo de Minas e Governo Federal.
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SUMMARY:Segunda edição do Festival “Filmes da Estação” abre inscrições de curtas-metragens/MG
DESCRIPTION:O Festival Filmes da Estação de Juiz de Fora (MG) está com retorno marcado. A segunda edição da mostra acontece entre os dias 4 e 6 de maio e recebe inscrições de curtas-metragens brasileiros a partir desta segunda-feira (8). O registro gratuito e online dos filmes deve ser feito por meio da ficha disponibilizada no site www.filmesdaestacao.com.br até o dia 25 de fevereiro. \n Os produtores interessados podem inscrever quantos vídeos desejarem\, desde que cada obra tenha sido produzida a partir de janeiro de 2016 e possua duração máxima de 20 minutos. Também cabe ao responsável pelo filme declarar a classificação indicativa\, conforme os critérios definidos pelo Ministério da Justiça. \nSerão aceitos curtas-metragens com qualquer temática\, as únicas exceções são as produções que possuem finalidade de promover instituições e/ou empresas e as que foram elaboradas exclusivamente para a televisão. \nTodos os filmes inscritos serão submetidos à avaliação preliminar de uma curadoria convidada\, responsável pela composição da Mostra Competitiva. Um júri nomeado pela organização do Festival premiará três produções que receberão o Troféu de Melhor Filme\, Melhor Direção e Prêmio Especial do Júri. O público também poderá votar no curta que receberá o Troféu de Melhor Filme do Júri Popular. Não haverá premiação em dinheiro ou bens. A obra que não for selecionada para a Mostra Competitiva pode ser incluída em outra mostra dentro do Festival. \nA primeira edição do Festival Filmes da Estação aconteceu entre os dias 12 e 15 de maio de 2015. Contou com um total de 611 filmes inscritos\, vindos de todos os cantos do país. A programação final\, composta por 57 curtas-metragens\, foi exibida em quatro mostras\, Estação; Xangai; Extra e Trenzinho. As duas primeiras transformaram a Praça da Estação em um cinema a céu aberto\, tendo como paredes o conjunto arquitetônico considerado a porta de entrada do município no século XIX. \nMais de 700 pessoas se emocionaram\, se divertiram e refletiram ao longo dos quatro dias de exibição\, cumprindo diversos objetivos\, que vão desde a formação de público\, ao incentivo da circulação de filmes com esse formato no país. O Festival também abriu espaço para que novos cineastas apresentem um retrato da produção contemporânea de filmes\, promovendo também a valorização e a utilização do espaço público da Praça. O Filmes da Estação conta com o patrocínio da Prefeitura de Juiz de Fora\, Funalfa e Lei de Incentivo à Cultura Murilo Mendes. \n\n\nContato:  \nRodrigo Souza (11) 95063-9898\nDavid Azevedo (11) 950604174
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