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SUMMARY:Daniel Acosta na Pinacoteca
DESCRIPTION:Uma plataforma redonda de madeira com oito metros de diâmetro e dez centímetros de altura que vai girar muito lentamente ao redor do seu próprio eixo\, desenvolvida por Daniel Acosta\, é o próximo trabalho a ocupar o Octógono da Pinacoteca de São Paulo\, museu da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo. A instalação\, inspirada em um trabalho exposto pelo artista em 2008\, é inédita e foi desenvolvida exclusivamente para este espaço. \nUma vez dentro da plataforma\, as pessoas poderão ficar de pé\, sentadas ou deitadas. São cerca de dez minutos até que a estrutura dê uma volta completa\, velocidade tão lenta que pode causar no visitante a impressão de estar parado. Aos poucos\, entende-se que não. A mostra tem curadoria de Valéria Piccoli\, curadora-chefe da Pina\, e patrocínio do Iguatemi São Paulo. \n  \nA obra quase desaparece\, como um tapete\, frente a verticalidade do espaço. Sem qualquer atrativo\, além da possibilidade de “subir” na obra\, a atenção se volta toda para o público. “São os visitantes que conferem volume ao trabalho. A proposta do Daniel não é criar uma peça para ser colocada no Octógono\, mas um dispositivo para que o próprio público seja protagonista do trabalho. Além disso\, há a surpresa\, para quem olha de cima\, de uma espécie de poema visual que se forma a partir de grafismos na plataforma”\, explica Piccoli. \n  \nA proposta é criar uma condição de percepção especial que pode gerar ambiguidade e certa perda das referências. “Algo bem parecido com o que acontece quando lavamos o carro naquelas máquinas com escovas giratórias do posto de gasolina. Estamos parados\, mas sentimos como se estivéssemos em movimento. Acontece também quando você está na rodoviária sentado dentro do ônibus e o ônibus do lado sai. Uma experiência muito curiosa”\, explica Daniel Acosta. \n  \nA instalação de Daniel Acosta permanece em cartaz até 5 de fevereiro de 2018\, no primeiro andar da Pina Luz – Praça da Luz\, 02. A visitação é aberta de quarta a segunda-feira\, das 10h00 às 17h30 – com permanência até às 18h00 – o ingresso custa R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia). Crianças com menos de 10 e adultos com mais de 60 anos não pagam. Aos sábados a entrada é gratuita para todos os visitantes. A Pina Luz fica próxima à estação Luz da CPTM.  pinacoteca.org.br – (11) 3335-4990. \n  \nMais sobre Daniel Acosta \nOs trabalhos de Daniel Acosta (Rio Grande\, RS\, 1965) combinam repertórios da arte\, do desenho industrial\, da arquitetura e dos espaços urbanos. Suas obras propositadamente se colocam na fronteira entre a escultura e a peça de mobiliário. O desenho de cada peça obedece a uma padronização e a uma coordenação modular que não se presta à funcionalidade prática\, mas à representação e ao engano.
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SUMMARY:Casas de Vidro no Instituto Bardi/ SP
DESCRIPTION:  \nInstituto Bardi/Casa de Vidro\, IAU-USP\, AGC e Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo inauguram no dia 12\, exposição inédita sobre as quatro casas de vidro projetadas por grandes nomes da arquitetura internacional: Mies Van der Rohe\, Philip Johnson\, Charles e Ray Eames e Lina Bo Bardi\n[Expo Casas de Vidro Bardi] \nA exposição inédita\, realizada na Casa de Vidro de Lina Bo Bardi\, no Morumbi\, aborda a questão da utilização intensiva do vidro como material para a arquitetura\, tendo como eixo central a comparação entre quatro emblemáticas casas de vidro modernas: as casas projetadas por Philip Johnson\, Charles e Ray Eames e Mies Van Der Rohe nos Estados Unidos\, e a residência do casal Bardi no Brasil. \nCasas de Vidro – tem como objetivo oferecer informações da história das quatro casas\, propiciando a reflexão sobre os processos culturais\, envolvendo o tema o vidro\, que permite a completa transparência dos limites da casa e seu uso em diferentes situações. \nComposta por 20 expositores\, distribuídos pelos espaços da casa paulistana\, a exposição conta com imagens de arquivo dos quatro projetos\, estudos e comparações entre os arquitetos\, suas poéticas de trabalho\, métodos\, referências e a vida íntima de cada um. Além do repertório fotográfico\, serão expostas 12 maquetes produzidas especialmente para o evento\, possibilitando um estudo aprofundado dos projetos e suas peculiaridades formais. Ao serem apresentadas lado a lado\, as casas evidenciam as semelhanças e diferenças das opções formais e técnicas\, dos modos de uso da habitação e suas contribuições na promoção e divulgação da arquitetura moderna. \nA exposição complementa o projeto da Casa de Vidro dos Bardi\, apoiado pela Getty Foundation por meio do programa Keeping it Modern\, em desenvolvimento por uma equipe do Instituto de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo\, coordenada pelo professor Renato Anelli\, também curador desta exposição. \nAs quatro casas de vidro \n1 – Casa de Vidro (projeto 1949-51)\, Lina Bo Bardi \n2 – Farnsworth House (projeto 1945-47)\, Mies Van Der Rohe \n3 – Philip Johnson Glass House (projeto 1945-47)\, Philip Johnson \n4 –Eames House ( Case Study House no 8) – (projeto 1948-49)\, Charles e Ray Eames \nServiço \nCasas de Vidro- História e Conservação \nPeríodo: 12 de outubro a 4 de março 2018 \nVisitação: De quinta a domingo\, em horários específicos: 10h15\, 11h45\, 14h e 15h30 \nEntrada: R$ 20\,00 (inteira) – R$ 10\,00 (meia) \nLocal: Casa de Vidro \nEndereço: Rua General Almério de Moura\, 200\n05690-080 – São Paulo / SP – Brasil \nInformações: 11 37449902 \nVisitas educativas: agendamentoeducativo@institutobardi.org \nPROMOÇAO: \nINSTITUTO BARDI/ CASA DE VIDRO \nIAU-USP \nSECRETARIA DA CULTURA DO ESTADO DE SÃO PAULO
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SUMMARY:Coletiva de vídeos na Pinacoteca
DESCRIPTION:Pinacoteca de São Paulo apresenta mostra coletiva de vídeos   \n Curtas de Cao Guimarães\, Cinthia Marcelle e Tiago Mota Machado\, Janaina Wagner\, Marcellvs L. e Wagner Morales serão exibidos na Pina Estação    \nAbertura 21 de outubro de 2017\, sábado\, às 11h | Em cartaz até 12 de março de 2018 \nA Pinacoteca de São Paulo\, museu da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo\, apresenta “Ensaio de Tração”\, mostra coletiva de vídeos produzidos por artistas brasileiros que se dedicam a explorar os limites da linguagem audiovisual. A ideia nasceu do desejo de mostrar pela primeira vez na Pina a obra “Da janela do meu quarto” (2004)\, de Cao Guimarães\, que entrou para o acervo do museu em 2015 pelo Programa de Patronos da Arte Contemporânea. \n“Da janela do meu quarto” traz cenas de uma rua de areia em que\, debaixo de chuva\, duas crianças brigam e\, ao mesmo tempo\, brincam. O vídeo de cinco minutos foi captado em Super 8 e será exibido em sua versão digital. Já conquistou prêmios de melhor curta e melhor filme em festivais brasileiros e um francês. \nA partir deste vídeo foram reunidos trabalhos de outros artistas\, entre eles “Nau” (2017)\, de Cinthia Marcelle e Tiago Mata Machado\, comissionado pela Fundação Bienal de São Paulo para ser apresentado no Pavilhão do Brasil na 57ª Bienal de Veneza e agora exibido pela primeira vez no Brasil\, além de “Terreno” (2004)\, de Janaina Wagner\, “9493” (2014)\, de Marcellvs L.\, e “Thierry” (2012)\, de Wagner Morales. \nOs filmes têm em comum a ambiguidade entre o documental e a ficção. As narrativas oscilam entre a encenação e o registro embaralhando a percepção do espectador. Assim\, cada vídeo recorre a diferentes recursos da linguagem fílmica: o enquadramento\, a edição\, a montagem do som e a performance da câmera\, para colocar em suspensão o desenrolar da ação. \n“Os trabalhos na exposição criam imagens potentes de resistência e resiliência em dimensão física\, política e mental e eles colocam os espectadores numa situação simultaneamente de voyeur e de cúmplice”\, explica Jochen Volz\, diretor geral da Pinacoteca. \n“Ensaio de tração” permanece em cartaz até 12 de março de 2018\, no segundo andar da Pina Estação – Largo General Osório\, 66. A visitação é gratuita e aberta de quarta a segunda-feira\, das 10h00 às 17h30 – com permanência até às 18h00. A Pina Estação fica próxima à estação Luz da CPTM\, vizinha à Sala São Paulo.  pinacoteca.org.br – (11) 3335-4990.
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SUMMARY:Memória das ditaduras na América Latina
DESCRIPTION:Memorial da Resistência abre exposição sobre memória das ditaduras na América Latina \n“Hiatus” traz obras realizadas a partir do diálogo com o tema da memória\, resultados das Comissões da Verdade e a continuidade de violações semelhantes no mundo contemporâneo \nA partir do dia 21 de outubro\, o Memorial da Resistência\, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo\, apresenta a exposição “Hiatus: a memória da violência ditatorial na América Latina”. Com curadoria de Marcio Seligmann-Silva\, a mostra promove o encontro de oito artistas que vêm se dedicando de modo original e expressivo ao tema da memória\, com pesquisas que emergem e dialogam com os resultados das Comissões da Verdade e a continuidade de violações semelhantes no mundo contemporâneo. A entrada é gratuita e a exposição fica em cartaz até 13 de março de 2018\, no terceiro andar do Memorial. \nParticipam da exposição os artistas Andreas Knitz\, Clara Ianni\, Fulvia Molina\, Horst Hoheisel\, Jaime Lauriano\, Leila Danziger\, Marcelo Brodsky e Rodrigo Yanes\, com obras que passam por diversos suportes\, pesquisas e exercícios: instalações (como as de Andreas Knitz\, Clara Ianni\, Horst Hoheisel Leila Danziger e Rodrigo Yanes)\, fotografias pessoais com intervenções (como as de Marcelo Brodsky)\, estruturas cilíndricas com as imagens de mortos e desaparecidos (como a obra de Fúlvia Molina) ou um impactante vídeo sobre um linchamento (obra de Jaime Lauriano). A produção apresentada em “Hiatus” aponta para os dias de hoje\, numa memória continuamente atualizada pelo esquecimento e pela barbárie. \n“Num momento político em que observamos o apagamento sistemático da memória da ditadura no Brasil e observamos a relativização da gravidade das violações cometidas nesse contexto\, a exposição ‘Hiatus’ traz a potência da arte e da memória na luta pela democracia\, justiça e verdade\, nessa missão fundamental que o Memorial da Resistência tem de lembrar o que aconteceu para que não se repita”\, diz Marilia Bonas\, coordenadora do Memorial da Resistência. \n \n“Hiato” é uma palavra derivada do latim “hiatus” que remete às noções de falta\, lacuna\, interrupção\, abismo. Ao propor uma exposição voltada para a memória das ditaduras na América Latina\, calcada nesse universo semântico\, enfatiza-se tanto o fato de que essas ditaduras representaram rupturas históricas\, como também que elas constituem uma “falta”\, um vazio dificilmente simbolizável. \nSe\, durante o período ditatorial\, alguns artistas brasileiros resistiram com muitas obras importantes\, no tempo pós-ditadura eles\, com raras exceções\, voltaram-se mais para poéticas formalistas ou para outras agendas temáticas. No entanto\, desde 2013-2014 essa paisagem tem se modificado. Uma nova linhagem de produção (pós relatório da Comissão Nacional da Verdade) tem abraçado o desafio de inscrever o passado ditatorial hoje. Pois a memória é ato\, ação que se dá no presente e se articulada às políticas do agora. \n \n“Hiatus: a memória da violência ditatorial na América Latina”conta com o apoio do Goethe Institut e do Instituto de Estudos Avançados da USP e é parte integrante do projeto “Hiatus”\, que conta com seminários\, palestras e a realização\, também no dia 21 de outubro\, de um “Sábado Resistente” sobre o tema em questão. \nServiço \nExposição Hiatus: a memória da violência ditatorial na América Latina \nMemorial da Resistência de São Paulo \nSala 1 – 3º andar \nLargo General Osório\, 66 – Luz \nAbertura: de 21 de outubro de 2017\, às 11h00 \nEncerramento: 13 de março de 2018 \nFuncionamento de quarta a segunda-feira\, das 10h às 18h (entrada até 17h30) \nEntrada gratuita \nClassificação livre \nmemorialdaresistenciasp.org.br \nPara conhecer a programação cultural de todo o estado\, o site da Secretaria da Cultura: www.cultura.sp.gov.br \nAcompanhe a Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo nas mídias sociais: \nFacebook: /culturasp \nTwitter: @culturasp \nInstagram: /culturasp
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SUMMARY:Três novas exposições ocupam o MAC Niterói
DESCRIPTION:MAC Niterói: três novas exposições ocupam Varanda e Salão Principal \nObras de Regina Vater\, Bruno Faria e Rafael Alonso \nNo dia 21 de outubro\, sábado\, a partir das 10h\, três novas exposições serão abertas\, no Museu de Arte Contemporânea de Niterói. A Varanda e o Salão Principal vão estar totalmente ocupados com obras\, fazendo um verdadeiro Percurso artístico\, que se complementa com a bela vista para a Baía de Guanabara. São elas: “Oxalá que dê bom tempo”\, de Regina Vater; “Versão oficial”\, de Bruno Faria; e “Don’t you (Forget about me)”\, de Rafael Alonso. A curadoria é de Pablo León de La Barra e Raphael Fonseca. \nEm “Oxalá que dê bom tempo”\, a importante artista carioca Regina Vater apresenta uma retrospectiva da sua longa carreira\, que tem mais de cinquenta anos.  “Assim como seus companheiros geracionais dos anos 1960\, Regina experimentou diversas linguagens no seu percurso. Inicialmente\, trabalhou nos campos do desenho\, gravura e pintura\, e\, posteriormente\, se dedicou à fotografia\, à escultura\, ao vídeo e à instalação”\, explica Raphael Fonseca. \nA exposição conta essencialmente com cinco diferentes áreas do trabalho de Vater: uma parede com trabalhos apenas dos anos 1960 – com uma série de gravuras chamada de TROPICÁLIA; a reconstrução de uma escultura mostrada na Bienal de São Paulo de 1969 – chamada MULHER MUTANTE; um trabalho em vídeo-objeto – VIDE O DOLORIDO; uma série de fotografias intitulada TINA AMÉRICA; a série de fotografias COMIGO NINGUÉM PODE – produzida em torno de 1980; a série de fotografias NATURES MORTES –produzida há cerca de 30 anos; a  instalação OXALÁ QUE DÊ BOM TEMPO; três vídeos: VIDE O ART\, DANCING TO THE GODDESS e MEGARON; entre outros trabalhos\, que ocuparão o Salão Principal. Importante ressaltar que a maioria destas obras nunca foi mostrada no Brasil antes. \nNa ocasião\, haverá\, ainda\, o relançamento do livro X–Range\, que foi concebido por Regina Vater e publicado originalmente em 1977\, pela Galería Artemúltiple\, em Buenos Aires\, Argentina.\nEsta reedição do projeto – da Ikrek Edições\, 2017 –\, cujos editores são Luiz Vieira e Pedro Vieira\, visa colocar novamente em circulação esta obra\, que marca as práticas do período e que se tornou também um documento.\nEm um único objeto\, agrega práticas experimentais de Regina e o ambiente doméstico de artistas como Hélio Oiticica\, John Cage\, Lygia Clark e Vito Acconci. O álbum é composto por 8 lâminas com fotos das casas de Hélio Oiticica\, John Cage\, Lygia Clark e Vito Acconci e poemas para cada um dos artistas. \nOcupando parte da varanda do museu está Bruno Faria com a sua “Versão oficial”\, uma instalação com dimensões variadas de 2014 a 2017. Trata-se de uma versão reduzida com 88 vinis da sua instalação INTRODUÇÃO À HISTÓRIA DA ARTE BRASILEIRA. Nesse trabalho\, o artista reúne discos cujas capas foram feitas por artistas brasileiros\, entre os anos 1960 e 1990. A relação entre design\, artes visuais e censura (visto que muitos dos vinis foram censurados durante a ditadura) se faz presente. \n  \nEm diálogo com a exposição de Regina Vater\, o artista propõe um trabalho novo chamado “Versão oficial” – também título da exposição – e que parte de um fato histórico no qual a artista Regina Vater\, em 1968\, foi convidada para realizar a capa do disco Tropicália ou Panis ET Circensis – de Caetano\, Gal\, Gilberto Gil\, entre outros.  Esta capa\, porém\, não foi publicada e a versão de Rubens Gerchman foi a que ficou conhecida. Para a criação da obra\, o artista solicitou a colaboração de Regina que refez o desenho\, já que o mesmo se perdeu – a artista o viu pela última vez\, em 1972\, emoldurado na parede da gravadora Philips. Então\, Bruno apresenta\, na mostra\, a capa que seria a verão oficial. Daí o nome da exposição e da obra\, que é acompanhada de um aparelho de toca-discos\, o que propiciará ao público ouvir Tropicália. “Essa ideia de recuperar o desenho original da artista\, a partir da memória e das impressões de Regina\, foi fantástica! O público vai ter a oportunidade de conhecer como poderia ter sido a capa de Tropicália”\, explica Pablo León de La Barra. \n  \nDividindo o espaço da varanda com Bruno\, está o Niteroiense Rafael Alonso com a sua individual “Don’t you (forget about me)”. Tendo em vista a experiência e a trajetória do artista como pintor e\, mais do que isso\, como alguém nascido e criado em Niterói\, Rafael compartilhará com o público uma série de 7 gravuras digitais que vem do interesse na relação entre pintura e paisagem. Majoritariamente um pintor que lida com a abstração e com cores fortes\, Alonso apresentará\, no museu\, uma série\, que estabelece uma referência com tipo de visualidade dos anos 80 e 90\, mas que a geometria sugere algumas relações com a paisagem que o público vê pela varanda – ou seja\, as imagens da própria cidade de Niterói. \n  \nAo optar por não mostrar óleos sobre tela\, mas impressões digitais coladas em madeira\, as tradições de cartazes de turismo e mesmo de cinema tão comum aos anos 1980 será ecoada nessa série de imagens. Por fim\, o próprio título da exposição vem de uma famosa música do Simple Minds\, de 1985\, “Don’t you (forget about me)”. “Pode-se sair de Niterói\, mas ousar esquecer de sua cultura visual de balneário certamente é difícil”\, finaliza Raphael Fonseca. \n  \nSERVIÇO: \nExposições: \n“Oxalá eu dê bom tempo”\, da artista Regina Vater (Salão Principal) \n“Versão oficial”\, do artista Bruno Faria (varanda) \n“Dont’t you (forget about me)”\, do artista Rafael Alonso \nCuradoria de Pablo León de la Barra e Raphael Fonseca \nAbertura: 21 de outubro\, às 10h \nEm cartaz até 18 de fevereiro \nVisitação: de terça a domingo\, das 10h às 18h \nA bilheteria fecha 15 minutos antes \nIngressos: R$ 10 (inteira). Estudantes\, professores e pessoas acima de 60 anos pagam meia (R$ 5).  Entrada gratuita para estudantes da rede pública (ensino médio)\, crianças de até 7 anos\, portadores de necessidades especiais\, moradores ou nascidos em Niterói (com apresentação do comprovante de residência) e visitantes de bicicleta. Na quarta-feira\, a entrada é gratuita para todos. \nLocal: Museu de Arte Contemporânea de Niterói – MAC Niterói \nEndereço: Mirante da Boa Viagem\, sem número\, Niterói-RJ \nTelefone: (21) 2620-2400 \nLançamento do livro X–Range\, que foi concebido por Regina Vater e publicado originalmente em 1977\, pela Galería Artemúltiple\, em Buenos Aires\, Argentina.\nEsta reedição do projeto visa colocar novamente em circulação esta obra\, que marca as práticas do período e que se tornou também um documento.\nEm um único objeto\, agrega práticas experimentais de Regina e o ambiente doméstico de artistas como Hélio Oiticica\, John Cage\, Lygia Clark e Vito Acconci. O álbum é composto por 8 lâminas com fotos das casas de Hélio Oiticica\, John Cage\, Lygia Clark e Vito Acconci e poemas para cada um dos artistas. \nAutora: Regina Vater \nEdição: Luiz Vieira e Pedro Vieira \nIkrek Edições\, 2017 \n41×41 cm \nPreço de capa: R$ 100\,00 \nwww.macniteroi.com.br
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SUMMARY:Comunidade Quilomba na Linha Amarela 4/SP
DESCRIPTION:Passageiros da Linha 4-Amarela podem conhecer um pouco da história do Quilombo de Frechal\, localizado no Maranhão\, pelo olhar da fotógrafa belga Christine Leidgens. Realizada pela concessionária ViaQuatro\, em parceria com o Consulado Geral da Bélgica\, a exposição integra o Programa Consulados\, que tem como objetivo incentivar o intercâmbio de informações e a diversidade étnica em uma cidade multicultural como São Paulo. \n  \nDurante seis anos\, a fotógrafa conviveu com a centenária comunidade de afrodescendentes localizada no município maranhense de Mirinzal. O resultado será exibido na mostra que entra em cartaz a partir de novembro\, na Estação Luz da Linha 4-Amarela. São 20 painéis com registros do cotidiano da primeira reserva extrativista quilombola do país. \n  \nAs obras permanecem na Estação Luz até 30 de novembro\, depois seguem para outras estações da linha. Outras atividades culturais estão abertas aos passageiros\, como a “Exposição nas estações: Dia das Crianças”\, também na Estação Luz e\, a mostra “Exposição Receitas”\, na Estação Fradique Coutinho\, ambas até 30 de novembro.\n  \nServiço \nExposição Bélgica \nEstação Luz – 1º a 30 de novembro de 2017 \nEstação Paulista – 1º de dezembro a 07 de janeiro de 2018 \nEstação Faria Lima – 08 a 31 de janeiro de 2018 \n  \nMostra “Exposição nas estações: Dia das Crianças”\nEstação da Luz –  Até 30 de novembro \n  \nExposição Receitas\nEstação Fradique Coutinho –  de 1 a 30 de novembro
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SUMMARY:“Domo” de Vanderlei Lopes na  Capela do Morumbi/SP
DESCRIPTION:O Museu da Cidade de São Paulo inaugura na Capela do Morumbi no dia 11 de novembro de 2017\, sábado\, às 11 horas\, a instalação inédita “Domo” do artista brasileiro Vanderlei Lopes. O trabalho apresenta um  domo e sua torre\, com diâmetro de 4 metros por 9\,5 metros de comprimento\, pesando 4 toneladas. Tombado no chão em diagonal no interior da sala principal da capela\, foi construído em barro\, madeira e ferro. Na sala lateral\, duas mesas apresentam anotações e reflexões  em papéis diversos\, fundidos em bronze e pintados com guache\, grafite e lápis de cor. Trata-se de uma inversão em que a “grande obra” surge de modo ambíguo\, tombada como ruína\, enquanto sobre as mesas\, os esboços de caráter diverso são apresentados perpetuados em bronze. \nDomo é uma estrutura de teto presente em diversas culturas. Esse elemento arquitetônico confere solenidade\, poder e importância às construções que encima. Sua relação com as “esferas celestes” acrescenta dimensões sagradas a essas edificações. Para a construção de “Domo”\, Vanderlei criou uma base de doze faces\, número que remete ao ideal de perfeição  e às diversas formas de estruturação\, adotadas pela humanidade para  organização do tempo como\, por exemplo\, as doze horas do relógio\, do dia ou da noite\, doze meses do ano etc. \nO “Domo” da Capela do Morumbi é uma escultura de fragmento arquitetônico ideal. Foi construído a partir de elementos baseados em tipologias gótico/renascentistas. A escolha dos materiais  tem o intuito de produzir fricção entre o imaginário solene que o domo evoca\, e um repertório arcaico\, terreno\, a que o barro remete. \nConstruído em escala monumental e tombado no chão como uma ruína\, ele preenche o interior da capela. Sua tipologia renascentista alude a um período permeado por certo otimismo. A cultura se volta para a antiguidade afim de olhar um homem mais engenhoso e a ciência valorizada deixa para trás uma era dominada\, sobretudo\, pelo obscurantismo religioso. \nOriginária de um tempo mais recente\, a Capela foi construída por Gregori Warchavchik\, no final dos anos 1940\, sobre ruínas em taipa de pilão\, típico modo de construção colonial predominante entre os séculos XVI e XVIII. Como numa cronologia reversa\, o trabalho de Vanderlei Lopes produz uma colisão espaço-temporal que\, à medida que o visitante adentra a capela\, promove um encontro com um passado precioso\, ainda mais longínquo. \n“É como se a capela estivesse impregnada de um passado que\, alheio a ela\,  se apresenta como um presente”\, declara o artista. Nesse sentido\, “Domo” articula\, por meio desse fragmento arquitetônico\, uma reflexão sobre a formação cultural\, a tradição e suas relações com a fugacidade contemporânea. \nVanderlei Lopes \nNascido em Terra Boa – PR (1973)\, é formado em Artes Plásticas pela UNESP em 2000. Entre suas principais exposições individuais destacam-se: “Monumento”\, Galeria Athena Contemporânea\, 2016; “Grilagem”\, Museu de Arte Moderna\, Rio de Janeiro\, 2014; “Tudo que reluz é ouro”\, com curadoria de Fernanda Pequeno\, Galeria Athena Contemporânea\, 2014\, Rio de Janeiro; “Transitório”\, Galeria nueveochenta\, Bogotá\, Colômbia\, 2014; “Cavalo”\, Galeria Marília Razuk\, São Paulo\, 2013; “7 quedas”\, Galeria Marília Razuk\, São Paulo\, 2011; “Vôo\, Maus Hábitos”\, Porto\, Portugal\, 2007. Entre as exposições coletivas mais relevantes: “Gold Rush”\, De Saisset Museum\, Santa Clara\, CA – EUA\, 2016; “Uma coleção particular – Arte Contemporânea no Acervo da Pinacoteca”\, curadoria de José Augusto Ribeiro\, Pinacoteca do Estado de São Paulo\, São Paulo\, 2015/2016; “Fotos contam fatos”\, curadoria de Denise Gadelha\, Galeria Vermelho\, São Paulo\, 2015; “Realidades – Desenho Contemporâneo Brasileiro”\, curadoria de Nazareno\, SESC-SP\, São Paulo\, 2011; “Les Cartes Blanches du Silo à l’Emsba”\, curadoria de Wagner Morales\, Beaux-Arts de Paris\, L`École Nationale Supérieure\, Paris\, 2009; “Loop Videoart Barcelona 2009”\, curadoria de Wagner Morales\, Centre Civic Pati Llimona\, Barcelona\, 2009; “Nova Arte Nova”\, curadoria de Paulo Venancio Filho\, Centro Cultural Banco do Brasil\, Rio de Janeiro e São Paulo\, 2008/2009. Possui obras nas seguintes coleções: Coleção de Arte da Cidade de São Paulo; Coleção Itaú\, São Paulo; Gilberto Chateaubriand\, Museu de Arte Moderna\, Rio de Janeiro; Instituto Figueiredo Ferraz\, Ribeirão Preto; MAM-RJ – Museu de Arte Moderna\, Rio de Janeiro; MAM-SP – Museu de Arte Moderna\, São Paulo; MAR – Museu de Arte do Rio\, Rio de Janeiro; MAC-USP – Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo\, São Paulo e  Pinacoteca do Estado de São Paulo\, São Paulo. \nCapela do Morumbi  \nUma das unidades do Museu da Cidade de São Paulo da Secretaria Municipal de Cultura\, a Capela do Morumbi situa-se em um terreno que pertencia à antiga Fazenda do Morumbi\, importante produtora de chá do início do século XIX. Na década de 1940\, a Cia. Imobiliária Morumby efetivou o loteamento de suas últimas glebas. Fazia parte deste loteamento a antiga casa-sede da fazenda e\, em suas proximidades\, uma edificação em ruínas de taipa de pilão. A atual edificação foi construída à maneira de uma capela pelo arquiteto Gregori Warchavchik em 1949 sobre estas ruínas. No final dos anos 1970 foi convertida em espaço para realização de eventos culturais sob a administração da Secretaria Municipal de Cultura e desde 1991 abriga exposições que estabelecem relação de aproximação entre a arte contemporânea e o patrimônio histórico\, consolidando-se como espaço para instalações site specific na cidade de São Paulo. \nA Capela do Morumbi recebeu 115 projetos desde o início dos anos 1990\, quando passou a ser utilizada como espaço artístico sob os cuidados da Secretaria Municipal de Cultura. Entre os artistas que ali realizaram trabalhos destacam-se Carlos Fajardo\, Iole de Freitas\, Dudi Maia Rosa\, Sergio Sister\, Carmela Gross\, Carlos Vergara\, José Resende\, Leonilson\, Nelson Leirner\, Albano Afonso\, Sandra Cinto\, Daniel Acosta\, Carlos Eduardo Uchôa\, Wagner Malta Tavares\, Ana Paula Oliveira\, Guto Lacaz\, Laura Vinci\, José Spaniol\, Marcelo Moscheta\, a dupla Rejane Cantoni e Leonardo Crescenti\, Alexander Pilis\, Maurício Ianês\, Tatiana Blass\, Lucia Koch\, Iran do Espírito Santo\, Felipe Cohen\, Laura Belém e Sara Ramo. \nServiço: \nExposição: “Domo”\, de Vanderlei Lopes \nAbertura: sábado\, dia 11 de novembro de 2017\, às 11 horas \nPeríodo expositivo: de 11 de novembro de 2017 a 15 de abril de 2018 \nLocal: Capela do Morumbi \nAv. Morumbi\, 5.387 – Morumbi \nSão Paulo – SP – CEP 05650-001 \nTelefone: (11) 3772 4301 \ne-mail: museudacidade@prefeitura.sp.gov.br \nVisitação: de terça a domingo\, das 9h às 17h \nEntrada franca
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SUMMARY:Salvador Dalí e Dante Alighieri em Brasília
DESCRIPTION:Em Dalí – A Divina Comédia\, o diálogo entre artes visuais e literatura se faz presente por meio de 100 xilogravuras\, em cartaz na Caixa Cultural \n  \n“A cultura do espírito identificar-se-á com a cultura do desejo”. A citação de Salvador Dalí (1904-1989) traz apenas um rabisco\, uma pincelada de sua essência. Catalão\, polêmico e intenso\, o artista eternizou-se como o papa da pintura surrealista\, dos desejos subconscientes revelados em óleos sobre as telas. Suas obras alegóricas unem combinações esdrúxulas e oníricas\, com uma qualidade plástica peculiar\, encantadora. Tudo isso fez com que Dalí se tornasse um dos maiores pintores do século 20. \nAgora\, a capital federal poderá conferir um encontro de gigantes. Brasília receberá uma simbiose das artes que tem como fonte\, também\, o poeta renascentista Dante Alighieri (1265-1321) e seus escritos literários universais exemplificados em relíquias como a A Divina Comédia.  Dalí transferiu\, das letras para as telas\, o Inferno\, o Purgatório e o Paraíso do escritor. \nA exposição itinerante Dalí – A Divina Comédia trará para a Caixa Cultural Brasília (Setor Bancário Sul) 100 pinturas que se remetem a Dante\, com todos os tons surrealistas e simbólicos de Salvador Dalí. De 15 de novembro até o dia 4 de março de 2018\, quem passar pela Galeria Vitrine\, de terça-feira a domingo\, sempre das 9h às 21h\, poderá conferir pinturas que revelam este universo de Alighieri. O artista se consagrou por esta obra\, que extrai a agonia\, os prazeres\, os sabores e dissabores de uma viagem rumo à conquista de um paraíso idealizado. \nSão símbolos e imagens que vão além do comum e atingem o subconsciente e os sonhos. Dalí foi convidado para pintar um dos poemas épicos do autor nas décadas de 50 e 60 por encomenda do governo italiano em comemoração aos 700 anos de nascimento de Dante Alighieri. \nAs gravuras que serão expostas em Brasília perpassam à época e ao imaginário do poeta e do pintor. Os círculos infernais\, o centro da Terra\, o encontro com Lúcifer\, o reencontro com Beatriz\, a mulher amada e idealizada\, e a admissão de um paraíso são retratados por Dalí\, que respeita a transição do poema. Versos que vão do limbo aos céus. \nA proposta visual da exposição respeitou a estrutura sequencial dos cantos do Poema Sagrado de Dante. A primeira parte é dedicada ao Inferno\, com 34 imagens. Um segundo momento corresponde ao Purgatório\, e o terceiro ao Paraíso\, com 33 quadros cada. Proveniente de uma coleção privada da Espanha\, o acervo de gravuras pretende conduzir o público a uma viagem a partir desse diálogo enriquecedor entre literatura e artes visuais. Uma viagem que leva e eleva o público para os ambientes destes artistas\, que conseguem sintetizar e repassar seus pensamentos por meio da arte. \nA Divina Comédia – Dante e Dalí \nPara Dante\, homem-síntese da Idade Média\, a finalidade da vida humana era buscar o bem e a verdade\, que só em Deus se encontravam. A obra seria uma forma de despertar nos homens os valores morais e a consciência da redenção. O olhar de Dalí\, por sua vez\, não fica limitado a uma interpretação literal da história do texto\, mas explora o potencial metafórico das palavras de Dante\, que é expandido para um fluxo de imaginação próprio do pintor catalão\, que tanto rompe padrões como combina harmoniosamente estilos que vão do classicismo greco-romano ao barroco e surrealismo\, criando seu próprio universo da Divina Comédia. \nDalí pintou as obras e trabalhou por cinco anos em um sistema para que estas pudessem ser reproduzidas mecanicamente. Para isso\, teve ajuda dos gravadores Raymond Jacquet e Jean Taricco\, que fizeram 35 placas com 3500 blocos xilográficos para reproduzir as aquarelas peça por peça. Nos anos 60\, as xilogravuras foram publicadas em forma de livro por uma editora francesa\, ilustrando em seis volumes as obras completas com o texto de Dante. Essa exposição é realizada com o exemplar 283 desse conjunto de ilustrações. \nDalí – A Divina Comédiaestreou em julho de 2012 no Rio de Janeiro e passou por inúmeras capitais. A mostra é uma rara oportunidade de ver o trabalho do artista espanhol\, que também retratou outras obras da literatura de autores como André Breton e Miguel de Cervantes (Dom Quixote). Se aprofundar mais na poética de Dante\, cuja Divina Comédia também já foi retratada por mestres como Botticelli\, Doré\, Bouguereau e Barceló\, ajuda a entender a força e a permanência de imagens poéticas presentes no imaginário popular e que tiveram origem na obra do italiano.A exposição é produzida pela Arte A Produções com patrocínio da Caixa Econômica Federal. \n  \nServiço \nDali: A Divina Comédia \nDe 15 de novembro até o dia 4 de março de 2018 \nLocal: Caixa Cultural Brasília – Galeria Vitrine  (Setor Bancário Sul Qd. 4) \nVisitação: De terça a domingo\, das 9h às 21h \nInformações: 3206-9448\9449 \nEntrada franca \nClassificação livre
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SUMMARY:Exposição Água no SESC/SP
DESCRIPTION:O Sesc São Paulo apresenta ao público: ÁGUA\, exposição itinerante apresentada este ano em Genebra no Dia Mundial da Água. Com 23 artistas de diversas partes do mundo\, conta com a curadoria de Adelina von Fürstenberg\, uma das principais curadoras da atualidade\, ganhadora do Leão de Ouro na 56ª Bienal de Veneza (2015). A exposição tem a missão de despertar a consciência sobre questões fundamentais\, como sua escassez\, por meio da arte contemporânea. \n \nOs artistas participantes propõem por meio de suas obras de arte – instalações\, vídeoinstalações\, vídeo-projeções\, fotografias\, esculturas\, desenhos e pinturas\, incluindo produções específicas para o local e novas obras – uma reflexão sobre a água\, em que o gerenciamento é um dos maiores desafios e objetivo prioritário para o século XXI. A abertura acontece no próximo dia 22 de novembro\, quarta-feira\, das 20h às 22h\, no Sesc Belenzinho. As obras tratam de questões de meio ambiente\, biodiversidade\, ecossistemas\, mudanças climáticas e conservação da água como um recurso vital. \nA mostra enfatiza a responsabilidade coletiva em relação ao elemento água na sociedade contemporânea. A água é essencial para os organismos vivos; portanto\, tratar dessa temática é uma questão urgente\, logo\, tornou-se um dos mais importantes desafios globais de nosso mundo. Afinal\, de quem é a água? A água é um bem privado ou um recurso público? \nPara o Diretor Regional do Sesc São Paulo\, Danilo Santos de Miranda\,“a abordagem e o enfrentamento de problemas dessa magnitude não estão circunscritos aos círculos científicos\, como demonstra a exposição Água\, proposição no campo cultural que dá a ver o engajamento dos artistas frente a ameaças que nos rondam num mundo que\, em nome da geração ilimitada de produtos e capitais\, parece propenso a consumir a si próprio\, numa espécie de autofagia. Comprometido com leituras críticas da realidade\, o Sesc acredita na capacidade de sensibilização da arte frente a urgências que tocam a todos nós enquanto agentes de transformação” comenta em texto sobre a exposição.                                                                                            \nALGUNS DESTAQUES: \nA exposição apresenta uma série de reflexões sobre a água\, comentadas pelos próprios artistas\, como\, por exemplo\, a questão da sacralidade no filme L’Eau – Ganga (algo como “A Água – Ganges”)\, de Velu Viswanadhan\, ou da secura em One More Garden\, One More Circle (Mais um Jardim\, Mais um Círculo)\, instalação efêmera de Maria Tsagkari feita inteiramente de cinzas. \nA poluição fica especialmente enfatizada na videoinstalação de Noritoshi Hirakawa sobre as consequências da catástrofe de Fukushima\, em 2011 e a contaminação radioativa das águas. \nJá o filme de Nigol Bezjian\, Me\, Water\, Life (Eu\, Água\, Vida)\, trata a escassez de água nas zonas de conflito\, como em um campo de refugiados sírios no Líbano\, ou a série de obras Palavras\, de Stefano Boccalini\, sobre este debate inflamado e de grande atualidade: a água – bem público ou propriedade privada? \nDestacamos também a obra de Jonathas de Andrade\, Maré (Tide)\,2014\, formada por 111 gravuras em tinta UV sobre madeira de bordo\, mostrando imagens de um velho iate clube de Maceió\, estado de Alagoas (onde Jonathas nasceu). E também Ondas d’Água\, de Guto Lacaz\, criada especialmente para a praça do Sesc Belenzinho em sua inauguração\, incorporada a esta exposição\, por se tratar da mesma temática. \nEm Arrasto\, Marcelo Mosqueta realizou uma expedição pelo rio mais importante de São Paulo\, o Rio Tietê\, onde coletou pedras\, argila\, areia e vários minerais\, documentando e classificando os elementos encontrados nas margens e compondo um depósito de lembranças\, relatos para um pequeno museu de curiosidades\, cada uma compartilhando seu lado do leito fluido. \nDe Dan Perjovschi destacamosNotes and Postcards on Water (Notas e Postais sobre Água)\, 2017. Usando sua típica ferramenta de expressão – desenhos nas paredes baseados em tópicos políticos\, sociais e culturais – o artista fala sobre questões da água em nossa vida cotidiana\, inserindo páginas ou anúncios de jornais. Além disso\, apresenta uma coleção de postais encontrados em lojas para turistas e bazares de lugares que ele visitou\, que incluem elementos como lagos\, rios e fontes e foram enviados diretamente para São Paulo pelo Correio. \nA videoinstalação Theatrum Orbis Terrarum\, de Salomé Lamas\, apresenta-se como um filme de exploração\, uma viagem sensorial\, uma história vertiginosa\, e\, com certeza\, como um filme de aventura. Segundo a definição da artista\, “when I look at the sea for long\, I lose interest on what happens on land” (quando olho o mar por muito tempo\, deixo de me interessar por aquilo que acontece em terra). \nA exposição é um projeto de ART for The World\, ONG (Organização Não Governamental) afiliada ao UNDPI (Departamento de Informação Pública das Nações Unidas)\, produzido e executado pelo Sesc São Paulo\, instituição com a qual colabora regularmente. \nFotos ilustrações: 1. Sheba Chhachhi (Índia); 2. Rosana Palazyan (Brasil); 3. Velu Viswanadhan (Índia/França). \n  \nSERVIÇO: \nÁGUA(Artistas Contemporâneos e Questões da Água) \nAbertura: quarta-feira\, 22 de novembro\, às 20h \nVisitação: de 23 de novembro de 2017 a 18 de fevereiro de 2018 \nTerça a sábado\, das 10h às 21h. Domingo e feriados\, das 10h às 19h30. \nLocal: Sesc Belenzinho \n\nPadre Adelino\, 1000 – tel. (11) 2076-9700\n\nEntrada Gratuita \nClassificação indicativa: Livre \n  \nObras de 23 artistas com curadoria de Adelina von Fürstenberg \nProjeto da ART for The World \nTécnicas: instalações\, vídeoinstalações\, vídeo-projeções\, fotografias\, esculturas\, desenhos\, pinturas.
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SUMMARY:Portfolio #5 na Mais Galeria/SP
DESCRIPTION:PORTFOLIO #5 \nvai apresentar obras inéditas dos artistas\nAna Takenaka\, Julio de Paula e Zeca Caldeira\nem Gravura\, Desenho e Fotografia\, Cadernos de Artistas e Objetos dos artistas representados pela galeria.\n \nCadernos de Artista:\nAnderson Augusto\, Antônio Teixeira\, Augusto Sampaio\, Cláudio Caropreso\, Ida Feldman\, Julio de Paula\, Leonardo Dellafuente\, Malu Pessoa Loeb\, Sandra Martinelli\, Teresa Berlinck\n \nMAIS Galeria de Arte \nAbertura – 25 de novembro\, sábado\, das 13 às 17h \nExposição “PORTFOLIO #5 \nMAIS Galeria de Arte\nRua Ásia\, 219\, CEP 05413-030\n+11.36240301\nSão Paulo\, SP\, Brasil\nwww.maisgaleriadearte.com.br \nwww.facebook.com/maisgaleriadearte \nwww.instagram.com/maisgaleria/ \nArtistas: \nAna Takenaka\, Júlio de Paula e Zeca Caldeira
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SUMMARY:Elogiamos a Casa que se Abre a Perder de Vista na Bolsa de Arte/SP
DESCRIPTION:Um dos gêneros clássicos da História da Arte\, a paisagem ganha recorte urbano na coletiva de fim de ano que a Galeria Bolsa de Arte abre no dia 2 de dezembro (sábado)\, das 11h às 16h. Elogiamos a Casa que se Abre a Perder de Vista\, com curadoria de Mario Gioia\, traz cerca de 30 obras de artistas do elenco da galeria mesclados a nomes novos e estabelecidos. \n  \nEntre os representados\, figuram Alexandre Wagner\, André Lichtenberg\, Marina Camargo\, Shirley Paes Leme e Vera Chaves Barcellos. Outros nomes\, como Bruno Drolshagen\, Ding Musa e Marco Maria Zanin completam a seleção de artistas. \n  \nA mostra é um desdobramento de Ao Sul\, Paisagens\, que Gioia exibiu na sede da Galeria Bolsa de Arte em Porto Alegre em 2013. Se lá a perspectiva ambiental enfatizava um certo ideário sulino\, com mais prevalência da natureza em cena\, na versão paulistana o escrutínio do entorno vale-se da iconografia urbana e de suas tensões.  \n  \n“Na paisagem urbana\, temos sempre ruídos\, interferências\, quase nunca temos um horizonte limpo visualmente. Percebemos que essa matéria concreta\, cinzenta\, é algo introjetado. Esse tom está bem presente nos trabalhos”\, diz Gioia. Assim\, se na exposição anterior Vera Chaves Barcellos teve exposta uma série de fotos dos anos 1970 com um zoom da pele\, agora apresenta as nove fotos que enfocam e compõem Usina Nuclear (2007).  \n  \nEm comum\, além da abordagem da paisagem\, ambas têm a expografia como proponente de relações amplificadoras dos sentidos das obras\, possibilitando o surgimento de linhas temáticas que atualizam a noção de paisagem. “(…) Toda exposição coletiva existe realmente de fato a partir das relações estabelecidas entre as obras a partir de sua disposição no espaço expositivo. O planejamento inicial e as ideias-esboço ganham potência e se ‘corporificam’ nesse locus da arte contemporânea”\, escreveu o curador no catálogo da primeira exposição. \n  \nEntre as divisões que compõem a mostra\, Paisagem-território traz em seu apelo político a obra inédita de Ding Musa sobre a Palestina\, com vídeo e livro de artista. Já em Copo Americano\, Gustavo Torrezan enche esse utensílio com a terra da aldeia dos índios Guaranis em São Paulo. Em comum\, os dois trabalhos evocam populações desterritorializadas\, destituídas de seu solo natal.  \n  \nNo segmento da Paisagem-corpo\, a jovem performer Maíra Vaz Valente exibe o vídeo de sua residência em Visconde de Mauá\, em que integra seu corpo nu ao entorno\, coberto com pequenas bolsas d’água\, que são estouradas gradualmente. A Paisagem-natural não está totalmente excluída da mostra\, mas surge com interferências da ação humana.  \n  \nAlexandre Wagner\, artista da Galeria Bolsa de Arte\, está inserido no núcleo de Paisagem-pictórica ao lado de Roberta Tassinari. Dois artistas estrangeiros observam São Paulo em Paisagem-metrópole: o italiano Marco Maria Zanin\, que vive entre SP e Padova\, com uma foto de um edifício enorme no Anhangabaú\, “uma massa gigante de concreto”; e a portuguesa Rita Castro Neves\, que apresenta uma videoinstalação de câmera fixa sobre a ocupação da Rua do Ouvidor\, resultado de sua residência no Ateliê Fidalga. \n  \nA Paisagem-popular\, com forte influência do mercado de massa\, é formada por trabalhos tridimensionais\, como o de Bruno Miguel. Ele se apropria de restos de adornos de Carnaval ou de badulaques de feiras populares para produzir suas esculturas. Bruno Drolshagen inspirou-se nas feiras de chão da Lapa\, em que catadores de lixo vendem objetos coletados na rua\, para dar ao cimento forma de enciclopédia e  brinquedos\, entre outros.  \n  \nEssas divisões multiplicam-se e entrecruzam-se em outras variações que abarcam as vicissitudes do meio-ambiente das grandes cidades. Nas palavras de Mario Gioia: “Com um olhar calcado na variedade de linguagens – pintura\, fotografia\, tridimensional\, vídeo\, livro de artista -\, Elogiamos a Casa… traz perspectivas algo cinzentas sobre um dos principais gêneros da história da arte”.  \nLista de artistas \nAlexandre Wagner\,André Lichtenberg\,Bruno Drolshagen\,Bruno Miguel\,Daniel Moreira e Rita Castro Neves\,Ding Musa\,Dirnei Prates\,Gustavo Torrezan\,Julia Milward\,Layla Motta\,Leka Mendes\,Leticia Lampert\,Maíra Vaz Valente\,Manuela Costa Lima\,Marco Maria Zanin\,Marina Camargo\,Renata de Bonis\,Roberta Tassinari\,Shirley Paes Leme\,Vera Chaves Barcellos\,Xadalu \n  \n  \nSobre o curador \nMario Gioia (São Paulo\, 1974) é curador independente\, é graduado pela ECA-USP (Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo) e faz parte do grupo de críticos do Paço das Artes desde 2011\, instituição na qual fez o acompanhamento crítico de Luz Vermelha (2015)\, de Fabio Flaks\, Black Market (2012)\, de Paulo Almeida\, e A Riscar (2011)\, de Daniela Seixas. Foi crítico convidado de 2013 a 2015 do Programa de Exposições do CCSP (Centro Cultural São Paulo) e fez\, na mesma instituição\, parte do grupo de críticos do Programa de Fotografia 2012. Em 2015\, no CCSP\, fez a curadoria de Ter Lugar para Ser\, coletiva com 12 artistas sobre as relações entre arquitetura e artes visuais. Já fez a curadoria de exposições em cidades como Brasília (Decifrações\, Espaço Ecco\, 2014)\, Porto Alegre (Ao Sul\, Paisagens\, Bolsa de Arte\, 2013) e Rio de Janeiro (Arcádia\, CGaleria\, 2016). É colaborador de periódicos de artes como Select e foi repórter e redator de artes visuais e arquitetura da Folha de S.Paulo de 2005 a 2009. De 2011 a 2016\, coordenou o projeto Zip’Up\, na Zipper Galeria\, destinado à exibição de novos artistas e projetos inéditos de curadoria. Na feira de arte ArtLima 2017\, assinou a curadoria da seção especial CAP Brasil\, intitulada Sul-Sur. \n  \nSobre a galeria \nA Galeria Bolsa de Arte iniciou suas atividades no ano de 1980\, na cidade de Porto Alegre. Trabalhando com arte contemporânea desde então\, a galeria representa alguns dos nomes mais significativos no mercado nacional\, mas sempre com a preocupação de lançar novos talentos. Nestes quase 40 anos de atividade\, já realizou mais de 250 exposições\, além de participar ativamente de feiras\, tanto no Brasil quanto no exterior.  \nEm março de 2011\, muda-se para uma nova sede em Porto Alegre\, com aproximadamente 800 metros quadrados. Em abril de 2014\, abre filial na cidade de São Paulo.  \n  \nSERVIÇO \nElogiamos a Casa que se Abre a Perder de Vista \ncuradoria: Mario Gioia \nAbertura: 2 de dezembro (sábado)\, das 11h às 16h \nVisitação: 4 de dezembro de 2017 a fevereiro de 2018 \nOnde: Galeria Bolsa de Arte (R. Mourato Coelho\, 790\, Vila Madalena\, SP\, tels. 11.3097-9673/ 3812-7137) \nHorário: segunda a sexta\, das 10h às 19h; sábados\, das 11h às 17h \nObservação: a galeria fará recesso de fim de ano do dia 23 de dezembro a 14 de janeiro \nEntrada franca \nhttp://www.bolsadearte.com.br \nhttps://www.facebook.com/galeriabolsadearte \nhttp://instagram.com/galeriabolsadearte \nsaopaulo@bolsadearte.com.br \n 
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SUMMARY:JULIO LE PARC no Tomie Othake
DESCRIPTION:JULIO LE PARC: DA FORMA À AÇÃO\nATÉ 25 DE FEVEREIRO\n\nO Instituto Tomie Ohtake traz adaptada para seu espaço a grande retrospectiva de Julio Le Parc\, realizada em 2016 no Pérez Art Museum Miami (PAMM). Com a mesma curadoria de Estrellita B. Brodsky e consultoria artística de Yamil Le Parc\, a exposição apresenta mais de 100 obras que trazem uma centelha de experiências físicas e visuais. Ao incluir as principais instalações e trabalhos raramente vistos em papel e materiais de arquivo\, a mostra é uma exploração da figura central de Le Parc na história da arte do século 20.
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SUMMARY:Lucio Salvatore com Metaelementi no MAM/RJ
DESCRIPTION:Primeira individual do artista italiano no MAM Rio reúne trabalhos inéditos de sua trajetória\, de 2004 até hoje\, alguns deles interativos. \n  \nMuseu de Arte Moderna do Rio de Janeiro \n[Espaço 2.3\, segundo andar] \nAbertura: 9 de dezembro de 2017\, às 15h \nExposição: até 25 de fevereiro de 2018 \nCuradoria: Fernando Cocchiarale e Fernanda Lopes \nPatrocínio: Lei de Incentivo à Cultura e mantenedores do MAM: Petrobras\, \nRede D´Or São Luiz e Organização Techint\nRealização: Ministério da \nCultura\, Governo Federal – Ordem e Progresso \nApoio: Istituto Italiano de Cultura – Rio de Janeiro \n  \nO Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro\, com apoio do Istituto Italiano de Cultura\, inaugura no próximo dia 9 de dezembro de 2017 a exposição “Metaelementi”\, que reúne trabalhos emblemáticos e inéditos do artista Lucio Salvatore\, como instalações\, vídeos\, fotografias e pinturas\, produzidas entre 2004 até os dias de hoje. Com curadoria de Fernando Cocchiarale e Fernanda Lopes\, “Metaelementi” (metaelementos\, em português) apresenta obras “ontológicas\, que partem dos elementos da natureza – identificados pelos filósofos pré-socráticos como princípios do universo – para transcendê-los a partir de contextos socioeconômicos e políticos\, sempre centrais nas obras do artista”\, explica o curador. “A poética de Salvatore explora o ‘humanismo’ dos elementos dentro das dinâmicas da produção industrial\, tecnológica\, da disputa de poder e da própria arte”\, explica Fernando Cocchiarale. \n  \n“A visão curatorial oferece uma oportunidade única de leitura transversal de trabalhos inéditos de Lucio Salvatore\, juntando obras do começo de sua pesquisa artística – como as da série “Combustioni” (2004)\, que usa o fogo – a trabalhos recentes\, como a obra “É Pão É Pedra” (2017)\, que traz seu título inscrito repetidamente sobre uma fôrma de pão recheado de pedras\, unindo o visível e o invisível\, colocados em referências circulares”\, afirma o curador. \n  \nIncêndios criminosos que devastaram em 2004 o sul da Itália\, na região onde o artista tem seu ateliê\, foram assunto de vários trabalhos de Lucio Salvatore.  O vídeo “The Road Ahead” (2004-2017)\, de quatro minutos\, traz registros desses incêndios. “Essas imagens são representativas das paisagens de todo o sul do mundo que continuam nas mesmas condições de territórios de exploração\, e contrastam com a imagem positivista do livro escrito por Bill Gates em 1995\, que dá o título à obra\, e que propõe uma visão otimista da estrada construída pelas empresas de tecnologia”\, diz Cocchiarale. \n  \nA inédita “Apagões – Amnésias” (2004-2017) consiste em dois conjuntos de oito fotografias com tamanho de 31cm x 41cm cada\, com intervenções de tinta a óleo\, pintura usada pelo artista como anulação\, negação da imagem e da matéria. Sobre fotografias dos incêndios de 2004\, Salvatore apagou com tinta as imagens das chamas. Desta maneira\, buscou “anular simbolicamente os efeitos devastadores de atos criminosos\, causados por ‘amnésias’\, por ignorância\, cuja cura pode ser inspirada pela arte”\, explica. “Diante do recorrente fenômeno dos incêndios ficamos impotentes\, assustados\, aterrorizados e ao mesmo tempo fascinados\, atraídos\, como se o instinto de morte se reencontrasse na visão da destruição que é também transformação”\, observa o artista. \n  \nRITUAIS DE FOGO \n“Combustioni” (2004-2007)Top of Form é uma das primeiras séries de trabalhos do artista relacionados aos processos de transformação dos elementos. Depois dos vídeos e fotografias que registraram incêndios que devastaram o sul da Itália no verão de 2004\, Salvatore começou a experimentar o fogo em seu estúdio\, ao ar livre. Usado por Salvatore como agente de transformação no trabalho artístico\, o fogo foi produzido para queimar os elementos fundamentais da pintura tradicional\, como tábuas\, pincéis\, e especialmente a pintura\, em forma de pigmentos\, que foi retratada pelo artista durante o processo de combustão. Esses rituais da queima de matéria pictórica e orgânica\, todos criados entre 2004 e 2007 na Itália\, resultaram em vários trabalhos\, como “Sem Título”\, uma impressão sobre tela de 2m x 4m. O momento da criação\, a origem das coisas\, é o que fascinou o artista. “Esta série contém toda a força material e movimento do Início”. O processo foi registrado no vídeo “Sem Título” (4’40\, 2006). Lucio Salvatore cita o filósofo Heráclito (535 a.C. – 475 a.C.): “Este cosmos não foi criado por nenhum dos deuses ou dos homens\, mas sempre foi\, é e será um fogo eternamente vivo”. \n  \nEm “Post-Ar” (2016)\, Salvatore deslocou ar de Florença para o Rio de Janeiro através do correio internacional. O artista explica que pretendeu “separar o elemento inseparável\, identificando o elemento elusivo\, embalando o elemento livre e que por essência não conhece fronteiras”. Dessa maneira\, inscreveu este elemento “no sistema burocrático surreal da sociedade global contemporânea”. \n  \n“Quadrado Preto” (2014-2017) integra uma série de obras desenvolvidas dentro de pedreiras\, em uma combinação de processos que envolvem performance\, escultura e pintura.  O artista pintou um quadrado preto na parede de uma pedreira\, e depois escavou esta parede com uma lagarta mecânica\, própria para mineração\, reduzindo-a a centenas de fragmentos de rocha com as marcas pretas da pintura. Depois\, Salvatore costurou esses fragmentos na tela demarcada previamente com acrílico preto com a forma da parede antes de ser escavada. “A tensão ontológica [parte da metafísica que trata da natureza\, realidade e existência dos seres] entre unidade e multiplicidade se manifesta em relíquias fragmentadas do quadrado preto que ainda carregam sua essência unitária\, assim como a multiplicidade fragmentária das identidades contemporâneas são costuradas formando a ideia de individuo. O quadrado preto é reduzido a mil peças pela máquina\, mas continua existindo nos fragmentos que mantêm sua ideia viva”\, destaca Salvatore \n  \nO vídeo “O Fim do Quadrado Preto” (1’59\, 2015) traz todo o processo da obra “Quadrado Preto”. O vídeo “Ilhado” (8’23\, 2014-2017) registra a ação de lagartas mecânicas “criam um fosso entorno de si mesmas que delimita um território circular que as isola e\, impedindo a saída\, as aprisiona”\, diz o artista. “Se o ser humano não nasce sozinho em um lugar separado dos outros\, parece que o seu destino seja o de trabalhar duramente para que este isolamento aconteça. O progresso tecnológico idealizado a partir da época moderna\, da revolução industrial e agora da informática\, parece proporcionar\, ao mesmo tempo que melhorias na qualidade de vida material e da produtividade do ser humano\, um aumento da alienação e do isolamento do indivíduo”. \n  \nUsando terra\, farinha e cinzas embutidas em intestino animal na obra “Dal Monacato” (2017)\, Lucio Salvatore faz uma alusão aos elementos fundamentais do sistema econômico de Monacato\, aldeia rural na região italiana do Lácio\, praticamente inalterado desde a idade média\, e que floresce apesar do processo de “tecnoglobalização dominante”. \n  \n“Controvalori” (2017) é um desdobramento da série de trabalhos realizados por Salvatore sobre o valor da arte\, apresentados na exposição “Arte Capital”\, realizada em 2016\, no Centro Cultural Correios do Rio de Janeiro. Salvatore trabalhou sobre lâminas de ouro usadas como reservas de valor certificadas pelas autoridades\, cobrindo suas superfícies e o seu brilho com óleo. Anulando o característico brilho símbolo de riqueza e poder com aplicações monocromáticas minimalistas\, Salvatore usou a arte para negar a aparência e ao mesmo tempo criar um lugar onde o olho pudesse encontrar “novas possibilidades metafísicas de contemplação”\, conta o artista. \n  \nRespiro (2017) é uma obra sonora que consiste na gravação do som de uma sessão de meditação do artista realizada com máscara de gás. \n  \nOBRAS INTERATIVAS \nA exposição terá obras interativas\, como “Escreva Algo!”\, em que o público é convidado a escrever um pensamento sobre uma tira de papel que é enrolada e colocada na obra de arte\, que se transforma na memória temporal do pensamento comunitário. Da série “Escreva Algo!”\, será apresentada também uma versão em que o visitante poderá escrever frases ou desenhos com caneta indelével preta sobre um quadrado de madeira pintado também de preto\, de modo a que a escrita não seja decifrável.  “Autoesquemas” propõe que o público crie uma composição geométrica feita de quadrados de papel a serem colados dentro de uma grelha desenhada pelo artista\, em uma tipologia de autorretrato neoconcreto. \n  \nSOBRE O ARTISTA \nLucio Salvatore nasceu em 3 de maio de 1975\, em Cassino\, Itália\, e vive e trabalha na cidade italiana de Sant’Elia Fiumerapido e no Rio de Janeiro. Artista conceitual\, multidisciplinar\, trabalha com fotografia\, texto\, pintura\, escultura\, performance e apropriação de processos. Suas obras lidam com os jogos de significados nas obras de arte\, metáforas da vida\, desde a sua criação e relacionamento com o público até a posse de colecionadores e instituições. Depois de se formar em economia na Universidade Bocconi de Milão\, Salvatore estudou filosofia na Università Statale\, na mesma cidade. Estudou fotografia em Nova York\, para onde viajou seguidamente entre 1998 e 2010. Depois de visitar em 1999 a Escola de Artes Visuais do Parque Lage\, no Rio de Janeiro\, Salvatore ficou ali suas raízes e passou a estudar na instituição. Salvatore tem participado de exposições em três continentes\, em particular nas cidades de Roma (Palazzo Pamphilj\, Galleria Cortona e Galleria Portinari\, 2017)\, Nova York (Grant Gallery\, 2007 e 2009)\, Berlim (Potsdamer Platz\, 2007)\, Milão (Superstudio\, 2008)\, São Paulo (Museu Brasileiro de Escultura – MuBE\, 2011) e Rio de Janeiro (Centro Cultural Correios\, 2010\, 2014\, 2015\, 2017)\, onde seus trabalhos foram vistos por mais de 70 mil pessoas. \n  \nServiço: Exposição Lucio Salvatore – Metaelementi \nMuseu de Arte Moderna do Rio de Janeiro \n[Espaço 2.3\, segundo andar] \nAbertura: 9 de dezembro de 2017\, às 15h \nExposição: até 25 de fevereiro de 2018 \nDe terça a sexta\, das 12h às 18h. \nSábado\, domingo e feriado\, das 11h às 18h. \nIngresso: R$14\,00 \nEstudantes maiores de 12 anos: R$7\,00 \nMaiores de 60 anos: R$7\,00 \nAmigos do MAM e crianças até 12 anos: entrada gratuita \nQuartas-feiras a partir das 12h: entrada gratuita  \nDomingos ingresso família\, para até 5 pessoas: R$14\,00 \nEndereço: Av. Infante Dom Henrique\, 85 \nParque do Flamengo – Rio de Janeiro – RJ 20021-140 \nTelefone: 21. 3883.5600 \nwww.mamrio.org.br
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SUMMARY:Pinacoteca apresenta retrospectiva de Rodrigo Andrade
DESCRIPTION:  \nAbertura 09 de dezembro de 2017\, sábado\, às 11h00 | Em cartaz até 12 de março de 2018 \nA Pinacoteca de São Paulo\, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo\, inaugura\, no dia 9 de dezembro\, uma exposição retrospectiva da obra de Rodrigo Andrade. Com curadoria de Taisa Palhares e patrocínio do Banco Credit Suisse\, Rodrigo Andrade: Pintura e matéria (1983-2014) reúne pela primeira vez um conjunto de mais de 100 trabalhos\, apresentando uma visão abrangente de sua carreira\, desde 1983 até os últimos cinco anos de sua produção. Entre os trabalhos apresentados destacam-se as obras de sua fase abstrata\, quando Andrade começa a usar o estêncil\, além de pinturas da série Matéria noturna\, expostas na 29ª Bienal. \nA exposição vem dar continuidade às mostras de revisão de carreira de artistas que emergiram no cenário brasileiro durante a década de 1980\, que a Pinacoteca realiza há mais de dez anos. Vale lembrar que entre as obras apresentadas\, está uma instalação criada exclusivamente para o prédio da Pina Estação\, seguindo a produção de intervenções pictóricas realizadas pelo artista nos anos 2000 em espaços públicos\, como “Lanches Alvorada”\, “Paredes da Caixa” e “Óleo sobre”. \nUm catálogo da exposição será publicado na abertura com reproduções de obras\, um ensaio da curadora e um texto de Michael Asbury\, autor convidado. \nRodrigo Andrade: Pintura e matéria (1983-2014) permanece em cartaz até 12 de março de 2018\, no quarto andar da Pina Estação – Largo General Osório\, 66. A visitação é gratuita e aberta de quarta a segunda-feira\, das 10h00 às 17h30 – com permanência até às 18h00. A Pina Estação fica próxima à estação Luz da CPTM\, vizinha à Sala São Paulo.  pinacoteca.org.br – (11) 3335-4990. \nMais sobre Rodrigo Andrade \nAndrade é um pintor paulistano\, nascido em 1962\, que iniciou sua trajetória artística em 1977\, período em que estudou gravura com Sergio Fingermann. Na década de 1980 formou o grupo conhecido como Casa 7\, que incluía ainda Nuno Ramos\, Fabio Miguez\, Carlito Carvalhosa e Paulo Monteiro. Sua produção inicial foi marcada pela observação dos comics norte-americanos e de pintores como o canadense Philip Guston. Em seguida\, sua pintura passa a se identificar com uma produção então chamada de “matérica”\, por valorizar o acúmulo de tinta e de outros elementos no suporte (papelão\, madeira\, etc)\, bem como a gestualidade ao preencher a superfície da pintura.
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DESCRIPTION:O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro\, com apoio do Istituto Italiano de Cultura\, inaugura no próximo dia 9 de dezembro de 2017 a exposição “Metaelementi”\, que reúne trabalhos emblemáticos e inéditos do artista Lucio Salvatore\, como instalações\, vídeos\, fotografias e pinturas\, produzidas entre 2004 até os dias de hoje. Com curadoria de Fernando Cocchiarale e Fernanda Lopes\, “Metaelementi” (metaelementos\, em português) apresenta obras “ontológicas\, que partem dos elementos da natureza – identificados pelos filósofos pré-socráticos como princípios do universo – para transcendê-los a partir de contextos socioeconômicos e políticos\, sempre centrais nas obras do artista”\, explica o curador. “A poética de Salvatore explora o ‘humanismo’ dos elementos dentro das dinâmicas da produção industrial\, tecnológica\, da disputa de poder e da própria arte”\, explica Fernando Cocchiarale. \n  \n“A visão curatorial oferece uma oportunidade única de leitura transversal de trabalhos inéditos de Lucio Salvatore\, juntando obras do começo de sua pesquisa artística – como as da série “Combustioni” (2004)\, que usa o fogo – a trabalhos recentes\, como a obra “É Pão É Pedra” (2017)\, que traz seu título inscrito repetidamente sobre uma fôrma de pão recheado de pedras\, unindo o visível e o invisível\, colocados em referências circulares”\, afirma o curador. \n  \nIncêndios criminosos que devastaram em 2004 o sul da Itália\, na região onde o artista tem seu ateliê\, foram assunto de vários trabalhos de Lucio Salvatore.  O vídeo “The Road Ahead” (2004-2017)\, de quatro minutos\, traz registros desses incêndios. “Essas imagens são representativas das paisagens de todo o sul do mundo que continuam nas mesmas condições de territórios de exploração\, e contrastam com a imagem positivista do livro escrito por Bill Gates em 1995\, que dá o título à obra\, e que propõe uma visão otimista da estrada construída pelas empresas de tecnologia”\, diz Cocchiarale. \n  \nA inédita “Apagões – Amnésias” (2004-2017) consiste em dois conjuntos de oito fotografias com tamanho de 31cm x 41cm cada\, com intervenções de tinta a óleo\, pintura usada pelo artista como anulação\, negação da imagem e da matéria. Sobre fotografias dos incêndios de 2004\, Salvatore apagou com tinta as imagens das chamas. Desta maneira\, buscou “anular simbolicamente os efeitos devastadores de atos criminosos\, causados por ‘amnésias’\, por ignorância\, cuja cura pode ser inspirada pela arte”\, explica. “Diante do recorrente fenômeno dos incêndios ficamos impotentes\, assustados\, aterrorizados e ao mesmo tempo fascinados\, atraídos\, como se o instinto de morte se reencontrasse na visão da destruição que é também transformação”\, observa o artista. \n  \nRITUAIS DE FOGO \n“Combustioni” (2004-2007)Top of Form é uma das primeiras séries de trabalhos do artista relacionados aos processos de transformação dos elementos. Depois dos vídeos e fotografias que registraram incêndios que devastaram o sul da Itália no verão de 2004\, Salvatore começou a experimentar o fogo em seu estúdio\, ao ar livre. Usado por Salvatore como agente de transformação no trabalho artístico\, o fogo foi produzido para queimar os elementos fundamentais da pintura tradicional\, como tábuas\, pincéis\, e especialmente a pintura\, em forma de pigmentos\, que foi retratada pelo artista durante o processo de combustão. Esses rituais da queima de matéria pictórica e orgânica\, todos criados entre 2004 e 2007 na Itália\, resultaram em vários trabalhos\, como “Sem Título”\, uma impressão sobre tela de 2m x 4m. O momento da criação\, a origem das coisas\, é o que fascinou o artista. “Esta série contém toda a força material e movimento do Início”. O processo foi registrado no vídeo “Sem Título” (4’40\, 2006). Lucio Salvatore cita o filósofo Heráclito (535 a.C. – 475 a.C.): “Este cosmos não foi criado por nenhum dos deuses ou dos homens\, mas sempre foi\, é e será um fogo eternamente vivo”. \n  \nEm “Post-Ar” (2016)\, Salvatore deslocou ar de Florença para o Rio de Janeiro através do correio internacional. O artista explica que pretendeu “separar o elemento inseparável\, identificando o elemento elusivo\, embalando o elemento livre e que por essência não conhece fronteiras”. Dessa maneira\, inscreveu este elemento “no sistema burocrático surreal da sociedade global contemporânea”. \n  \n“Quadrado Preto” (2014-2017) integra uma série de obras desenvolvidas dentro de pedreiras\, em uma combinação de processos que envolvem performance\, escultura e pintura.  O artista pintou um quadrado preto na parede de uma pedreira\, e depois escavou esta parede com uma lagarta mecânica\, própria para mineração\, reduzindo-a a centenas de fragmentos de rocha com as marcas pretas da pintura. Depois\, Salvatore costurou esses fragmentos na tela demarcada previamente com acrílico preto com a forma da parede antes de ser escavada. “A tensão ontológica [parte da metafísica que trata da natureza\, realidade e existência dos seres] entre unidade e multiplicidade se manifesta em relíquias fragmentadas do quadrado preto que ainda carregam sua essência unitária\, assim como a multiplicidade fragmentária das identidades contemporâneas são costuradas formando a ideia de individuo. O quadrado preto é reduzido a mil peças pela máquina\, mas continua existindo nos fragmentos que mantêm sua ideia viva”\, destaca Salvatore \n  \nO vídeo “O Fim do Quadrado Preto” (1’59\, 2015) traz todo o processo da obra “Quadrado Preto”. O vídeo “Ilhado” (8’23\, 2014-2017) registra a ação de lagartas mecânicas “criam um fosso entorno de si mesmas que delimita um território circular que as isola e\, impedindo a saída\, as aprisiona”\, diz o artista. “Se o ser humano não nasce sozinho em um lugar separado dos outros\, parece que o seu destino seja o de trabalhar duramente para que este isolamento aconteça. O progresso tecnológico idealizado a partir da época moderna\, da revolução industrial e agora da informática\, parece proporcionar\, ao mesmo tempo que melhorias na qualidade de vida material e da produtividade do ser humano\, um aumento da alienação e do isolamento do indivíduo”. \n  \nUsando terra\, farinha e cinzas embutidas em intestino animal na obra “Dal Monacato” (2017)\, Lucio Salvatore faz uma alusão aos elementos fundamentais do sistema econômico de Monacato\, aldeia rural na região italiana do Lácio\, praticamente inalterado desde a idade média\, e que floresce apesar do processo de “tecnoglobalização dominante”. \n  \n“Controvalori” (2017) é um desdobramento da série de trabalhos realizados por Salvatore sobre o valor da arte\, apresentados na exposição “Arte Capital”\, realizada em 2016\, no Centro Cultural Correios do Rio de Janeiro. Salvatore trabalhou sobre lâminas de ouro usadas como reservas de valor certificadas pelas autoridades\, cobrindo suas superfícies e o seu brilho com óleo. Anulando o característico brilho símbolo de riqueza e poder com aplicações monocromáticas minimalistas\, Salvatore usou a arte para negar a aparência e ao mesmo tempo criar um lugar onde o olho pudesse encontrar “novas possibilidades metafísicas de contemplação”\, conta o artista. \n  \nRespiro (2017) é uma obra sonora que consiste na gravação do som de uma sessão de meditação do artista realizada com máscara de gás. \n  \nOBRAS INTERATIVAS \nA exposição terá obras interativas\, como “Escreva Algo!”\, em que o público é convidado a escrever um pensamento sobre uma tira de papel que é enrolada e colocada na obra de arte\, que se transforma na memória temporal do pensamento comunitário. Da série “Escreva Algo!”\, será apresentada também uma versão em que o visitante poderá escrever frases ou desenhos com caneta indelével preta sobre um quadrado de madeira pintado também de preto\, de modo a que a escrita não seja decifrável.  “Autoesquemas” propõe que o público crie uma composição geométrica feita de quadrados de papel a serem colados dentro de uma grelha desenhada pelo artista\, em uma tipologia de autorretrato neoconcreto. \n  \nSOBRE O ARTISTA \nLucio Salvatore nasceu em 3 de maio de 1975\, em Cassino\, Itália\, e vive e trabalha na cidade italiana de Sant’Elia Fiumerapido e no Rio de Janeiro. Artista conceitual\, multidisciplinar\, trabalha com fotografia\, texto\, pintura\, escultura\, performance e apropriação de processos. Suas obras lidam com os jogos de significados nas obras de arte\, metáforas da vida\, desde a sua criação e relacionamento com o público até a posse de colecionadores e instituições. Depois de se formar em economia na Universidade Bocconi de Milão\, Salvatore estudou filosofia na Università Statale\, na mesma cidade. Estudou fotografia em Nova York\, para onde viajou seguidamente entre 1998 e 2010. Depois de visitar em 1999 a Escola de Artes Visuais do Parque Lage\, no Rio de Janeiro\, Salvatore ficou ali suas raízes e passou a estudar na instituição. Salvatore tem participado de exposições em três continentes\, em particular nas cidades de Roma (Palazzo Pamphilj\, Galleria Cortona e Galleria Portinari\, 2017)\, Nova York (Grant Gallery\, 2007 e 2009)\, Berlim (Potsdamer Platz\, 2007)\, Milão (Superstudio\, 2008)\, São Paulo (Museu Brasileiro de Escultura – MuBE\, 2011) e Rio de Janeiro (Centro Cultural Correios\, 2010\, 2014\, 2015\, 2017)\, onde seus trabalhos foram vistos por mais de 70 mil pessoas. \n  \nServiço: Exposição Lucio Salvatore – Metaelementi \nMuseu de Arte Moderna do Rio de Janeiro \n[Espaço 2.3\, segundo andar] \nAbertura: 9 de dezembro de 2017\, às 15h \nExposição: até 25 de fevereiro de 2018 \nDe terça a sexta\, das 12h às 18h. \nSábado\, domingo e feriado\, das 11h às 18h. \nIngresso: R$14\,00 \nEstudantes maiores de 12 anos: R$7\,00 \nMaiores de 60 anos: R$7\,00 \nAmigos do MAM e crianças até 12 anos: entrada gratuita \nQuartas-feiras a partir das 12h: entrada gratuita  \nDomingos ingresso família\, para até 5 pessoas: R$14\,00 \nEndereço: Av. 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SUMMARY:Cosmografia na Baró Galeria/SP
DESCRIPTION:A Baró Galeria apresenta Cosmografia\, sua segunda exposição individual de Felippe Moraes na galeria. Com curadoria de Julia Lima\, a exposição ocupará todo o espaço da galeria e seu contêiner anexo com trabalhos inéditos desenvolvidos pelo artista nos últimos dois anos\, incluindo obras realizadas durante uma residência artística no Irã em maio deste ano. Com fotografias\, desenhos e vídeos\, Cosmografia configura-se como um trânsito de Moraes entre a ciência e o espiritual\, mapeando livremente diferentes partes ou aspectos do cosmos. \nDentre os trabalhos apresentados\, estão: “The Drag that Said Phi”\, protagonizado pela famosa drag queen Alaska Thunderfuck\, estrela do aclamado reality show RuPaul’s Drag Race. A exposição também traz a série de fotos “Movimento Pendular”\, que traz grafias luminosas feitas em um quarto escuro que descrevem o percurso orbital de um pêndulo\, que vai diminuindo o raio de oscilação à medida que também altera seu eixo. \nCosmografia – Felippe Moraes @ Baró  \nAbertura – 12/12/2017  \nDas 18 as 22h  \nVisitação – De 12/12/2017 a 12/02/2018   \nSegunda – Das 14h as 19h  \nTerça a Sexta – Das 10h as 19h \nSábados – Das 11h as 19h 
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SUMMARY:Coletiva com 15 artistas na Mercedes Viegas/SP
DESCRIPTION:O CONTEXTO DA LINHA \nA desconstrução das formas para seu elemento mais básico: a linha. Antonio Bokel\, Camile Sproesser\, Cela Luz\, Cristina Lapo\, Duda Moraes\, Elvis Almeida\, Goia Mujalli\, Gustavo Speridião\, Julio Villani\,  Luiz d’Orey\, Marcia Thompson\, Marco Veloso\, Marcus André\, Sandra Mazzini e Talitha Rossi participam da última exposição do ano promovida pela galeria Mercedes Viegas Arte Contemporânea. “O contexto da linha” abre no próximo dia 14\, com 33 obras dos 15 artistas. \n“As linhas são motivos constantes de arte\, mas muitas vezes estão escondidas na nossa percepção. Assim\, através da pintura\, do desenho e da escultura\, vemos a linha se formar por si só”\, diz a galerista que na escolha dos artistas reuniu jovens talentos e nomes fortes do mercado\, representados pela galeria. \nA galerista explica ainda que a desconstrução tende uma volta aos primórdios do que é fazer arte e é isso que se enfatiza na mostra: \n“Estamos mostrando como a linha aparece\, seja por repetição\, no caso do Elvis Almeida\, ou ao acaso\, como no trabalho da Goia Mujali\, onde ela retira a pincelada e deixa só o contorno\, como se fosse um fantasma da ação. Ou ainda no trabalho da Duda Moraes\, no qual ela expressa a cor e\, de repente\, uma linha nasce entre as formas criadas”. \nA exposição fica em cartaz até dia 9 de fevereiro de 2018\, na Mercedes Viegas Arte Contemporânea: Rua João Borges\, 86 – Gávea – (21) 2294-4305. \n  \nEXPOSIÇÃO: “O contexto da linha” \nABERTURA: quinta\, 14 de dezembro de 2017\, às 19h \nQUANDO:  15 de dezembro de 2017 a 9 de fevereiro de 2018 \nONDE: Mercedes Viegas Arte Contemporânea – Rua João Borges\, 86 – Gávea\, Rio de Janeiro. tel: (21) 2294-4305 \nHORÁRIO: De segunda a sexta\, das 11h às 19h. Sábados: 15h às 19h \n  \nSobre os artistas: \nAntonio Bokel (1978)\, vive e trabalha no Rio de Janeiro \nAo longo das duas últimas décadas\, Antonio Bokel tem apresentado suas pinturas no Brasil e no exterior\, em galerias e em intervenções urbanas\, fazendo a ponte entre a arte de rua e a arte contemporânea. Seu trabalho já foi publicado nas revistas brasileiras Zupi\, Vizoo e Santa\, e na espanhola Rojo. Ele também se encontra nas maiores coleções brasileiras\, como as de Gilberto Chateubriand e da BGA Investimentos\, além de ter alguns trabalhos no acervo do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-Rio). \n  \nCamile Sproesser (1985)\, vive e trabalha em São Paulo \nSeu principal campo de pesquisa é a pintura a óleo\, com produções em diversas escalas e formatos. Seu trabalho se estrutura na criação de relações dinâmicas e improváveis e na diversidade na forma de pintar. Em 2016\, participou de uma residência artística no Institut für Alles Mögliche\, em Berlim\, onde realizou uma exposição individual\, e já mostrou trabalhos em exposições coletivas ao lado de artistas como Guto Lacaz\, Rodrigo Bueno\, Pedro Caetano e Anaísa Franco. \n  \nCela Luz (1986)\, vive e trabalha em New York \nSua obra trafega entre a pintura\, o desenho\, a fotografia e a street art. Entre suas principais exposições\, está uma individual na Casa de Cultura Laura Alvim em 2015 e duas coletivas em New York\, “Cognitive Dissidence”\, com curadoria de Dan Cameron (New Museum)\, e “Transfiguration”\, na Flatiron Gallery\, Chelsea\, ambas em 2017. A artista foi selecionada para Partial Scholarship pela School of Visual Arts e tem obras na Coleção Gilberto Chateubriand\, Brasil/MAM-RJ\, Rio de Janeiro\, Brasil e coleções particulares. \n  \nCristina Lapo (1981)\, vive e trabalha no Rio de Janeiro \nEm seus trabalhos\, Cristina Lapo manipula de várias maneiras elementos básicos: ponto\, linha e plano. Ela se interessa por esgarçar as possibilidades de combinações desses elementos e de seus atributos. Assim\, a linha pode assumir diversas características visuais. A artista já mostrou seus trabalhos em exposições em Portugal\, EUA e Brasil\, incluindo participação na Art Rua e na ArtRio. Dentre as individuais\, está a “Transitions”\, no Consulate General of Brazil\, São Francisco (EUA) e “A Brazilian Artist in Medieval Europe”\, no Piedmont Art Gallery\, em Martinsville (EUA). \n  \nDuda Moraes (1985)\, vive e trabalha em Paris \nFilha da artista Gabriela Machado\, desde pequena a artista visual Duda Moraes vivencia as artes plásticas. Participou de uma residência artística no Instituto Carpe Diem Arte e Pesquisa em Lisboa\, Portugal. Depois de uma temporada no Xingu\, se conectou com sua expressão em forma de pintura. A partir desse contato forte com a natureza e as origens xamânicas\, assumiu de forma poética sua linguagem artística. Fez sua primeira individual\, a “Espaços Soberanos”\, no ano passado\, na Galeria Mercedes Viegas e participou de exposições coletivas e feitas\, com destaque para o ArtRio e o SP Arte. \n  \nElvis Almeida (1985)\, vive e trabalha no Rio de Janeiro \nElvis faz parte de uma turma de novos artistas cariocas que se volta para a paisagem figurativa com despudor pop e ruídos de outras linguagens\, como a música\, o grafite e a tatuagem. Recebeu bolsa da Incubadora Furnas Sociocultural para Talentos Artísticos (2007)\, o Prêmio Categoria Grafite do 47º Salão de Artes Plásticas de Pernambuco (2008) e bolsa Interações Florestais da Terra UNA (2011). Realizou sua primeira individual na Galeria Amarelonegro (RJ)\, em 2010 e participou de mostras em São Paulo\, Rio de Janeiro\, Pará e EUA. \n  \nGoia Mujalli (1985)\, vive e trabalha em Londres \nSeu trabalho  envolve questões da pintura\, como antagonismos: adição e subtração\, croma e contraste\, o acaso e composição\, o mecânico e o digital\, a presença de uma marca e o apagamento de outra. Em 2013\, recebeu seu primeiro prêmio Monnington Sessional Prize\, pela escola Slade School\, em Londres\, e depois em 2014 e 2015 recebe prêmio da bolsa Nancy Balfour Trust Scholarship. Foi finalista do prêmio de arte Float Art em 2015 e recentemente o Graduate Art Prize 2017\, em Londres. Principais exposições individuais: EBC016\, no East Bristol Contemporary em Bristol\, 2017; Fantasmas\, na Galeria de Arte Mamute\, Porto Alegre\, 2016; Resíduos de um Ritmo\, Rio de Janeiro\, 2016 além de coletivas em Inglaterra Áustria\, Bulgária e Suíça. \n  \nGustavo Speridião (1978)\, vive e trabalha no Rio de Janeiro \nGustavo Speridião produz desenhos\, colagens\, pinturas\, instalações\, esculturas\, fotografias e vídeos. Explora situações da vida cotidiana através de um olhar espirituoso e atento a composições formais e de cor. Speridião já participou de exposições em instituições como a Maison Européene de La Photographie (Paris)\, La Biennale de Lyon (2013)\, o CCBB-RJ\, o MAM-RJ\, a Oficina Cultural Oswald de Andrade (SP). Dentre os prêmios recebidos\, destacam-se o Projéteis Artes Visuais\, da Funarte\, em 2007 e o Marcantônio Villaça/Funarte\, em 2010. Sua obras estão em importantes coleções pública como a do Museu Nacional de Belas Artes\, a Coleção Gilberto Chateaubriand\, a do Museu de Arte Contemporânea de Niterói e a do Museu de Arte do Rio de Janeiro. \n  \nJulio Villani (1956)\, vive e trabalha em Paris \nVillani se formou em São Paulo\, onde cresceu\, e em Paris\, onde forjou sua identidade de artista; ele vive e trabalha entre as duas cidades há mais de 30 anos. Seu duplo percurso se reflete na relação de suas exposições que se sucedem de um lado e do outro do Atlântico. MAM de Paris\, MAM de São Paulo; Pinacoteca de São Paulo\, Centre d’Art Contemporain 10 Neuf em Montbéliard; Paço Imperial no Rio de Janeiro e Musée Zadkine em Paris… Fio\, linha\, risco\, laço\, rede\, nó… a arte de Julio Villani é habitada pela ideia de vínculo. Ela estrutura todos os trabalhos do artista\, lhe é consubstancial. Sua arte se caracteriza consequentemente pela ideia de polo\, de contraponto\, às vezes de oposição – e se constrói a partir da organização de um vai-volta. \n  \nLuiz d’Orey (1993)\, vive e trabalha em New York \nGraduou-se bacharel em Belas Artes na School of Visual Arts\,  em 2016\, sendo escolhido para representar a instituição com trabalhos na Feira Pulse de Miami. Recebeu\, também da SVA\, as premiações 727 Award (2016)\, Sillas H Rhodes Award (2016) e Gilbert Stone Scholarship (2015). O carioca trabalhou como assistente do artista Carlos Vergara\, no Rio de Janeiro\, e com Raul Mourão\, em seu Studio no bairro do Harlem\, em Nova York. Seu currículo conta com mostras coletivas em Nova York\, Londres e no Rio de Janeiro\, além de participações nas feiras sp-arte 2017 e ArtRio 2016. \n  \nMarcia Thompson (1968)\, vive e trabalha em Londres \nFez exposições em Nova York\, Espanha\, Suécia\, Dinamarca\, Coréia do Sul\, Inglaterra e Brasil. Possui obras em coleções como: Gilberto Chateaubriand (Brasil)\, Patrícia Phelps de Cisneros (Venezuela)\, ESCALA/UECLAA (Essex Collection of Art from Latin America) e Embaixada do Brasil em Londres (Inglaterra). Recebeu o Prêmio Unesco no Salão Carioca de Arte em 1989 e o primeiro prêmio do Visual Arts Awards\, em Londres\, em 2015. Quando começou a pintar\, reduziu sua paleta ao branco\, e não usou a cor por 10 anos\, para que outros aspectos da pintura ficassem visíveis. Recentemente\, voltou a trabalhar com cor\, mas sem perder de vista a experiência física e sensual da tinta. \n  \nMarco Veloso (1959)\, vive e trabalha no Rio de Janeiro \nMarco Veloso é um dos mais destacados nomes da arte do desenho no Brasil e tem realizado importantes mostras solo ao longo dos últimos 20 anos. Desde 2013\, o artista teve uma transformação de grande importância em sua obra. Conhecido pelas séries de desenhos em carvão\, iniciadas em 1999 e que já ultrapassaram o número de cem\, Veloso agora apresenta o feliz encontro entre a pintura e o desenho. Entre suas individuais em instituições públicas estão: “Desenhos na Coleção Gilberto Chateaubriand”\, no MAM Rio\, em 2000\, 2003 e 2008\, e “Contigo na Distância”\, no Museu de Arte Contemporânea de Niterói\, em 2010\, ambas apresentando um representativo conjunto de sua produção. \n  \nMarcus André (1961)\, vive e trabalha no Rio de Janeiro \nFrequentou a Escola de Artes Visuais do Parque Lage entre 1978 e 79 e em 1984 participou da exposição ‘Como Vai Você\, Geração 80?’. Em 1985 cursou a Parson’s New School Of Social Research Printing\, em Nova York. De volta ao Brasil\, recebe o prêmio no XIII Salão Nacional de Artes Plásticas e realiza individuais de pintura na Funarte Projeto Macunaíma/ Espaço Alternativo RJ\, Projeto Centro Cultural São Paulo / Pavilhão da Bienal Ibirapuera e MASP SP. Representa o Brasil em Bienais no México\, Cuba\, Equador e Japão. Em 2007 é contemplado com bolsa da The Pollock-Krasner Foundation Inc. Grant. Em seu processo de criação\, o artista utiliza a técnica de pintura encáustica. Misturando pigmentos tradicionais de origem mineral à ceras de abelha\, carnaúba e resina vegetal\, entre outros elementos\, o Marcus cria suas próprias tintas\, que define como inigualáveis em permanência e aparência\, aplicando-as a superfícies como madeiras\, laminados\, telas de linho ou lona de algodão. \n  \nSandra Mazzini (1990)\, vive e trabalha em São Paulo \nA pintura de Sandra Mazzini propõe uma alteração do real a partir das novas perspectivas que se apresentam pelas camadas visuais vibrantes criadas em suas obras. As possibilidades poéticas de seu trabalho se apresentam na combinação da precisão com a leveza exercidas no seu fazer artístico. A artista traz o espectador para dentro de seu processo e propõe uma realidade alterada por meio da estrutura\, da escala\, do recorte e da gradação das cores\, visíveis em suas telas. Sandra Mazzini já participou de exposições coletivas como Um Desassossego\, na Galeria Estação\, e o Quarto Salão de Ribeirão Preto\, no Museu de Arte de Ribeirão Preto. Atualmente\, trabalha e vive em São Paulo. \n  \nTalitha Rossi (1987)\, vive e trabalha no Rio de Janeiro \nArtista plural\, desenvolve sua obra a partir de uma poética própria\, que questiona o posicionamento da geração Y perante questões femininas e midiáticas. Performance\, fotografia\, vídeo\, instalações e objetos\, são seus suportes de escolha\, que abrigam este universo\, por meio de um olhar delicado e pungente. Autodidata\, a artista exerce sua prática na experimentação\, e aprende a lidar com a materialidade em seu próprio fazer artístico. Talitha tem em seu currículo exposições em Londres\, Rio de Janeiro\, São Paulo e Brasília. \n 
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SUMMARY:TUNGA: O CORPO EM OBRAS no MASP
DESCRIPTION:TUNGA: O CORPO EM OBRAS \nExposição reúne cerca de oitenta obras do artista\, incluindo instalações\, objetos e desenhos no MASP\, em São Paulo \nVisitação\n15 de dezembro de 2017 a 11 de março de 2018 \nMASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand\nAvenida Paulista\, 1578\, São Paulo\, SP \nImagem: Tunga\, Sem Título\, da série Morfológicas\, 2014/17\nMais informações: masp.org.br
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SUMMARY:Mostra Arquipélago no MIS/SP
DESCRIPTION:A partir do dia 20 de dezembro\, o MIS – instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo – exibe a mostra fotográfica Arquipélago\, de Zico Farina\, sexta e última exposição do programa Nova Fotografia 2017. Com entrada gratuita\, Arquipélago fica em cartaz até o dia 4 de fevereiro de 2018\, no Espaço Nicho do Museu. \n  \nArquipélago é um trabalho sobre o isolamento e que usa o espaço da exposição como uma metáfora para criar um mapa imaginário. A série é composta por 13 imagens em tamanhos diferentes e em P&B que remetem a ideia de diversas ilhas. As imagens são o resultado da observação sobre o silêncio da solidão. De acordo com o fotógrafo essa forma de apresentar as imagens – fragmentadas – nos obriga a observá-las mais de perto\, e essa aproximação serve para descobrir em cada uma delas uma poética escondida em coisas ordinárias\, em simples objetos ou paisagens. \n  \n“Vivemos num tempo onde a ideia de um mundo igual\, globalizado\, unido\, vem fracassando\, e no caminho inverso\, estamos nos transformando em ilhas de um grande arquipélago”\, diz o fotógrafo. “O objetivo desse trabalho é gerar uma reflexão e utilizar a fotografia como um elemento poderoso para criar pontes que nos unam”\, completa. \n  \nAs fotos de Arquipélago foram coletadas nos últimos quatro anos\, em diversas locações como a capital paulista\, Garopaba (SC)\, Porto Alegre (RS) e as cidades uruguaias de Punta del Diablo e Valizas. \n\nSobre o fotógrafo  \nZico Farina nasceu em São Leopoldo\, Rio Grande do Sul\, em 14 de julho de 1968. É formado em Publicidade e Propaganda e trabalha como Diretor de Criação em São Paulo. \n  \nSobre o Nova Fotografia \nCriado em 2011\, o Nova Fotografia é um projeto anual do Museu da Imagem e do Som que busca criar um espaço permanente para exposição de fotografias de artistas promissores que se distinguem pela qualidade e inovação do seu trabalho. A cada ano\, seis séries de imagens são escolhidas por meio de convocatória e expostas no Museu. \n  \nServiço \nNOVA FOTOGRAFIA | Arquipélago\, de Zico Farina \nABERTURA 20.12 às 19h \nDATA 21.12.17 a 04.02.18 \nHORÁRIO terças a sábado das 10h às 21h; domingos e feriados das 9h às 19h \nLOCAL Nicho \nINGRESSO Gratuito \nCLASSIFICAÇÃO Livre \n  \nInformações para a imprensa – MIS \nMarina de Castro Alves | marina.castroalves@mis-sp.org.br| (11) 2117 4777\, r 363 \nClarissa Janini | clarissa.janini@mis-sp.org.br| (11) 2117 4777\, r 312 \n  \nInformações para a imprensa – Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo \nGisele Turteltaub – (11) 3339-8162 | gisele@sp.gov.br \nDamaris Rota – (11) 3339-8308 | drota@sp.gov.br \nGabriela Carvalho – (11) 3339-8070 | gabrielacarvalho@sp.gov.br \nStephanie Gomes – (11) 3339-8243 | stgomes@sp.gov.br \n  \nMuseu da Imagem e do Som – MIS \nAvenida Europa\, 158\, Jardim Europa\, São Paulo | (11) 2117 4777 | www.mis-sp.org.br \nEstacionamento conveniado: R$ 18. Acesso e elevador para cadeirantes. Ar condicionado.
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SUMMARY:Verão Arte Contemporânea em Belo Horizonte
DESCRIPTION:Realizado lado ao lado com a classe artística\, Festival terá cerca de 30 atrações de 7 de janeiro a 4 de fevereiro. Entre as novidades da programação a inserção do M.A.R.P – Movimento de Arte e Reflexão Política dentro do Festival. \nO Verão Arte Contemporânea desembarca a partir do próximo dia 7 de janeiro\, domingo\, em 17 espaços culturais de BH\, além de uma apresentação em Ibirité e Contagem. Serão 29 dias de teatro\, dança\, artes visuais\, gastronomia\, arquitetura\, cinema\, literatura\, música\, moda e também discussões políticas com o M.A.R.P. Idealizado e realizado pelo Grupo OficcinaMultimédia (GOM)\, que em 2017 completou 40 anos de trajetória\, o evento reafirma seu compromisso de incentivar a pesquisa e a experimentação nas artes\, valorizando a criação artística local e trazendo novidades a cada edição. Boa parte da programação do VAC tem preços populares e algumas atrações possuem entrada gratuita. \nO VAC 2018 é patrocinado pela CODEMIG e o Governo de Minas e tem apoio cultural: do Sesc; da Prefeitura de Belo Horizonte\, por meio da Secretaria Municipal de Cultura\, Fundação Municipal de Cultura\, e Centro de Referência da Juventude; Fundação de Educação Artística; Teatro Bradesco; Cinema Belas Artes; Galpão Cine Horto; ZAP 18; BH Trans; Restaurante Bem Natural; Restaurante Cantina do Lucas; Fundação Clóvis Salgado; Rede Minas; Memorial Minas Gerais Vale; Centro Cultural Banco do Brasil; Circuito Liberdade; Iepha; Governo de Minas e Governo Federal. \nIone de Medeiros\, Jonnatha Horta Fortes e Henrique Mourão do Grupo OficcinaMultimédia (GOM) reforçam a continuidade do evento nas diversas linhas conceituais que se entrelaçam na programação e destacam a parceria com a classe artística. “O GOM investe na organização do evento\, faz a curadoria\, elabora a programação e mantém sua continuidade\, graças às parcerias com os artistas e com instituições culturais de BH. Gosto de dizer que o evento é mágico porque persiste\, apesar da insegurança e dos contratempos\, mas as pessoas ficam surpresas com a sua extensão e a qualidade da sua programação. A mágica\, neste caso\, está também no ‘colaborativismo’ dos artistas e parceiros que apoiam e investem na realização do VAC por acreditarem na sua importância para a cidade e para as pessoas que aqui vivem. É emocionante ver todos juntos realizando um evento que quer levar arte para todos\, que valoriza e incentiva a liberdade de escolha e de expressão”\, reflete Ione de Medeiros que\, em 2018\, completa 35 anos de trajetória na direção do GOM. \nEntre as novidades deste ano\, o VAC 2018 inaugura uma instalação em espaço aberto como um “tableau vivant” recriando o quadro impressionista “O Almoço sobre a relva” de Edouard Manet. “O formato da instalação é de um ateliê para modelo ao vivo a partir das recriações do quadro. O evento quer reiterar o espaço do nu na arte\, que escandalizou críticos e público em 1863 e ainda hoje vem sendo questionado”\, conta Jonnatha Horta Fortes do GOM. Segundo ele\, a proposta deste ateliê\, compreende a presença de artistas que poderão pintar as recriações ao vivo da obra de Edouard Manet. O “Almoço Sobre a Relva” será realizado nos jardins do Teatro Francisco Nunes no dia 30 de janeiro\, terça-feira\, às 20h. A entrada é franca e os interessados devem retirar o convite uma hora antes do evento\, limitado a um par de convites por pessoa. \nAbertura \nTradicionalmente a abertura do VAC é um dos seus principais destaques. Neste ano\, não será diferente: o evento que dá início ao Verão será realizado no dia 7 de janeiro\, domingo\, às 19h\, no Sesc Palladium\, os ingressos serão comercializados no valor de R$ 2\,00 (inteira) e R$ 1\,00 (meia). O espetáculo integra música e a dança da América Latina e conta com a presença da Orquesta Atípica de Lhamas\, a Cia Café com Dança\, além de uma convidada especial: Maria Alcina cantando música brasileira. “Queremos promover um encontro festivo juntando a Orquesta Atípica de Lhamas\, a cantora convidada\, Maria Alcina\, e a participação dos bailarinos da Cia. Café com Dança\, para comemorar este investimento cultural\, que já faz parte do calendário do verão em BH”\, reforça Ione de Medeiros. \nM.A.R.P \nCriado em 2006 pelo GOM\, o M.A.R.P – Movimento de Arte e Reflexão Política\, retorna ao VAC e\, desta vez\, em parceria com o Coletivo Alternativa Popular\, irá promover uma mesa redonda composta por artistas e intelectuais e público com o título “E agora José?”. O objetivo é introduzir no VAC um momento de reflexão sobre inquietações relacionadas à arte e à cultura na atualidade. O debate será no dia 18 de janeiro\, quinta-feira\, às 20h\, no Centro Cultural Banco do Brasil. João Paulo Cunha\, Jacyntho Luiz Brandão e Nívea Sabino serão os debatedores do encontro que será mediado por Francisco Cesar. No evento haverá também a presença de NilcéaMoraldeia representando o Coletivo Alternativa Popular. A entrada é franca e a classificação 16 anos. \nModa \nNo dia 13 de janeiro\, sábado\, às 14h\, o Centro de Referência da Juventude recebe o bazar “Moda X-Tudo – Mercado das Pulgas no VAC”. A entrada é franca e a classificação é livre. O evento vai valorizar produtos de baixo custo reciclando a moda e promovendo uma circulação de roupas e adereços. Projetado com um “Mercado das Pulgas”\, o objetivo é diversificar o consumo de usados\, introduzindo nas bancas livros\, revistas\, CD’s e outras quinquilharias. \nGastronomia \nJá na área da gastronomia será montada uma grande mesa para 30 pessoas desfrutarem um jantar cujo cardápio será mantido em segredo até o momento da degustação. Com nome de “VER(ÃO) – O Jantar Secreto”\, os alimentos serão preparados com ingredientes que seriam descartados. O objetivo é valorizar uma comida sem rótulos\, promovendo uma noite de experiências e sensações desafiadoras. O chef Carlos Normando\, criador do Projeto Gororoba\, será o responsável pelo cardápio que terá entrada\, prato principal e sobremesa. O jantar é no dia 10 de janeiro\, quarta-feira\, às 19h\, no Centro de Referência da Juventude (CRJ).A entrada é franca e os interessados devem retirar convite uma hora antes do evento\, limitado a um convite por pessoa. \nArquitetura \nNos dias 31 de janeiro e 1º de fevereiro\, às 18h30\, a Sala Multiuso do Centro Cultural Banco do Brasil recebe o seminário “Comum I Público” para discutir a produção do comum em tempos de ameaças à democracia. Serão abordadas questões sobre geopolítica\, globalização desigual\, atuação dos mecanismos transnacionais na fragilização do público\, soberania nacional e popular\, redes de movimentos sociais e universidades em defesa do que é público e do que é da ordem do comum. A curadoria do seminário é de Natacha Rena\, Marcela Brandão e Mariana Moura. Entrada franca\, classificação livre. \n“A Arquitetura traz à tona questões sociais pertinentes da contemporaneidade\, e levanta reflexões relacionadas a questões de geopolítica\, da globalização desigual e atuação dos mecanismos transnacionais\, na fragilização do público\, soberania nacional e popular\, no perigo da onguetização. E o papel da sociedade civil e rede de movimentos sociais e universidades em defesa do que é público e do que da ordem do comum”\, reflete Ione de Medeiros. \nLiteratura \nNo bate-papo “Lucia conversa com Chico”\, no dia 1º de fevereiro\, às 20h\, no auditório do Memorial Minas Gerais Vale\, Lucia Castello Branco\, escritora\, psicanalista e professora titular em estudos literários da Faculdade de Letras da UFMG\, conversa com o produtor musical mineiro Chico Neves. O bate-papotraz à tona a memória de quatro décadas da música popular brasileira e de tudo o que envolve a gravação e a produção dos discos no Brasil. A carreira de Chico Neves\, contada em livro pelo escritor e jornalista Paulinho Assunção\, tem lançamento previsto para 2018. O evento tem entrada franca. \nArtes Visuais \nA partir de 9 de janeiro\, o VAC apresenta dentro do Projeto Parede do Sesc Palladium o artista Eder Oliveira. O projeto é um desdobramento do trabalho do artista\, iniciado desde 2005 que trata sobre retrato e identidade a partir da imagem do homem amazônico. Partindo de apropriações de fotos publicadas em jornais de Belém do Pará\, onde vive\, a ação discorre sobre as relações possíveis entre imagem\, identidade\, poder\, cor\, mídia e marginalização. O processo de construção do trabalho poderá ser acompanhado de 9a 14 de janeiro\, e a obra ficará exposta até 4 de março. \nCinema \nA IX Mostra de Cinema\, Cultura\, Arte e Poder ocupará os cinemas Sala Humberto Mauro\, Sesc Palladium\, Centro Cultural Banco do Brasil e Cine Santa Tereza. Todas as exibições são gratuitas com retirada de ingressos 30 minutos antes do início de cada sessão. Com curadoria de Sávio Leite e do GOM\, a mostra trata de semelhanças e especificidades da linguagem audiovisual em filmes que dialogam no eixo da cultura\, da arte e do poder. Serão exibidos curtas e longas-metragens de jovens talentos emergentes e consagrados diretores cinematográficos brasileiros. \nIone reforça que a Mostra mantém o foco no tema – Cultura Arte e Poder- e prioriza a produção nacional\, valorizando trabalhos recentes com foco na ficção e em documentários que resgatam a história da cultura brasileira. “Alguns filmes terão debate após a exibição. Entre eles o escritor João Silvério Trevisan\, no Cinema José Tavares de Barros (SESC Palladium)\, após o documentário “Lampião da Esquina”. Francisco Franco diretor do filme “Os Três Atos de Carlos Adão” e André Lage diretor de “Los Leones”. \n“A Farra do Circo”\, “A Batalha do Passinho”\, “O Homem que matou John Wayne”\, “Ameaçados”\, “Confession”\, “Histórias que nosso cinema (Não) contava” e “As Incríveis Artimanhas da Nuvem Cigana” são alguns dos títulos presentes na mostra. \nDança \nA Laia Cia de Danças Urbanas traz o espetáculo “Nada mais é” nos dias 21 e 22 de janeiro\, às 19h\, na Sala Multiuso do Centro Cultural Banco do Brasil. A obra se estrutura a partir da desconstrução de pilares que alicerçam nossa formação e que nos afetam desde a infância: o machismo\, a religião e o racismo. A classificação é livre e os ingressos custam R$ 20\,00 (inteira) e R$ 10\,00 (meia). \nNo sábado\, 27 de janeiro\, às 18h\, Contagem recebe o “Palco Hip Hop – Danças Urbanas” que propõe a valorização\, difusão e promoção das danças da cultura hip hop. O palco terá apresentações de MCs\, DJs\, grupo de dança e grafiteiros\, além de uma batalha livre de danças urbanas. Já no domingo\, 28\, o palco vai para o Teatro Municipal de Ibirité\, às 17h. Nos dias 3 e 4 de fevereiro\, o Palco chega ao Grande Teatro do Sesc Palladium. Nas três cidades\, os ingressos serão vendidos a R$ 2\,00 (inteira) e R$ 1\,00 (meia). \nJá o Ballet Jovem Minas Gerais apresenta o “Ritos/Pragmático” no Teatro Bradesco\, às 21h\, do dia 3 de fevereiro\, sábado. O espetáculo fala “dos ritos que estão presentes em nosso cotidiano e em nossos gestos”. A classificação é livre e os ingressos custam R$ 20\,00 (inteira) e R$ 10\,00 (a meia). \nO Grupo Cultura de Guetto ocupa o Teatro Bradesco nos dias 1 e 2 de fevereiro\, às 20h\, com o espetáculo “Exit”. A apresentação questiona se é possível criar algo novo\, o limite para a criatividade\, quais são as liberdades que nos deixam presos\, as escolhas que nos fazem livres e como escapar da rotina. O espetáculo celebra os 11 anos do Grupo que nasceu em 2006 reunindo amigos do bairro Pompéia\, região leste da capital. A classificação é livre e o valor é R$ 10\,00 (inteira) e R$ 5\,00 (meia). \nTeatro \nNa área da dramaturgia\, o VAC investe em propostas de pesquisa e inclui espetáculos recentes\, além de uma estreia. O Grupo Planos Incríveis apresenta a peça “Os Indicados”\, de 11 a 14 de janeiro\, no Teatro Marília. Evandro Passos e AruanaZamby se apresentam no Centro Cultural Banco do Brasil com o espetáculo “O negro conta” nos dias 12 e 13 de janeiro\, às 19h. Já o Este Coletivo é o responsável pelo “Suave Coisa Nenhuma”\, também no CCBB\, de 17 a 20 de janeiro\, às 19h. O ZAP 18 recebe o “Homem Vazio na Selva da Cidade” de 19 a 21 de janeiro. \n“O Mergulho”\, do Novo Coletivo de Teatro\, ocupa o CCBB de 24 a 27 de janeiro. O Galpão Cine Horto recebe “A Cerimônia e Os Negros” de 25 a 28 de janeiro\, às 19h. A Cia 5 Cabeça traz para o VAC “Uma Tendência para Alegria”\, de 2 a 4 de fevereiro\, no CCBB. Todas essas apresentações teatrais custam R$ 20\,00 (inteira) e R$ 10\,00 (meia). \nJá a Janela da Dramaturgia realiza uma edição especial no VAC com a reapresentação de leituras performáticas de textos teatrais inéditos da última edição do projeto. Nos dias 27 e 28 de janeiro\, no Teatro de Bolso do Sesc Palladium. A entrada é franca e tem duração de 4h com intervalos a cada uma hora. “A Janela da Dramaturgia vai promover a leitura de novos dramaturgos mineiros\, com textos dedicados à infância e juventude”\, comenta Ione de Medeiros. \nMúsica \nAs compositoras Marina Cyrino\, Nathália Fragoso\, Patrícia Bizzotto e Thais Montanari se apresentamnos dias 10 e 11 de janeiro\, às 19h\, no CCBB. “Vale ressaltar que são jovens compositoras sintonizadas com a pesquisa de novas linguagens musicais contemporâneas”\, lembra Ione de Medeiros. O Grupo de Percussão da UFMG celebra 20 anos e homenageia Esdras Ferreira\, o Neném\, no CCBB\, dia 11 de janeiro\, às 20h. O CCBB também recebe os artistas Alexandre Andrés e Rafael Martini com a apresentação “Haru” no dia 24 de janeiro\, às 20h. \nO compositor e instrumentista argentino Rufo Herreraapresenta um recital revelando as diferentes facetas do bandoneón. O repertório inclui obras de J.S. Bach\, AstorPiazzolla\, e do próprio Rufo Herrera. Para este recital\, Herrera também convidou os bandoneonistas Otto Hanriot e Francisco Cesar\, para a estreia de sua mais recente obra\, composta para três bandoneóns: Variações Ad Libitum. O recital será no auditório do Memorial Minas Gerais Vale na quinta-feira\, 25 de janeiro\, às 19h. \nJá o Teatro Francisco Nunes recebe o lançamento do álbum “Boa Noite” do Grupo Julgamento\, que comemora 20 anos\, no dia 26 de janeiro\, às 20h. E no sábado\, 27 de janeiro\, às 20h\, o Teatro Francisco Nunes será palco dos MCs da Favelinha. \nO MeiaMeia\, do Arcomusical Brasil\, é a atração do domingo\, 28 de janeiro\, às 19h\, no CCBB. No dia seguinte\, 29\, o CCBB recebe o grupo Semreceita. E\, encerrando a programação musical do VAC\, José Luis Braga lança o CD “Nossa Casa” no dia 4 de fevereiro\, às 19h. \nServiço________________________________________________________________________________________ \nVERÃO ARTE CONTEMPORÂNEA CELEBRA 12 ANOS EM 2018 COM NOVIDADES E PROGRAMAÇÃO EM 10 ÁREAS CULTURAIS DIFERENTES \nVerão Arte Contemporânea 2018 \nData: 7 de janeiro a 4 de fevereiro \nIngressos: R$ 20\,00 (inteira) e R$ 10\,00 (meia-entrada). Há espetáculos com entrada franca\, mediante retirada ingressos uma hora antes do evento. \nInformações: www.veraoarte.com.br \nRedes sociais: www.facebook.com/veraoarte/ \nSite: veraoarte.com.br/ \nRealização: Grupo OficcinaMultimédia \nPatrocínio: Codemig e Governo de Minas Gerais \nApoio cultural: Sesc; Prefeitura de Belo Horizonte\, por meio da Secretaria Municipal de Cultura\, Fundação Municipal de Cultura\, e Centro de Referência da Juventude; Fundação de Educação Artística; Teatro Bradesco; Cinema Belas Artes; Galpão Cine Horto; ZAP 18; BH Trans; Restaurante Bem Natural; Restaurante Cantina do Lucas; Fundação Clóvis Salgado; Rede Minas; Memorial Minas Gerais Vale; CCBB; Circuito Liberdade; Iepha; Governo de Minas e Governo Federal.
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SUMMARY:Portfolio #5 na Mais Galeria/SP
DESCRIPTION:PORTFOLIO #5 \nobras inéditas dos artistas\nAna Takenaka\, Julio de Paula e Zeca Caldeira\nem Gravura\, Desenho e Fotografia e \nCadernos de Artistas e Objetos dos artistas da galeria. \nCadernos de Artista:\nAnderson Augusto\, Antônio Teixeira\, Augusto Sampaio\, Cláudio Caropreso\, Ida Feldman\, Julio de Paula\, Leonardo Dellafuente\, Malu Pessoa Loeb\, Sandra Martinelli\, Teresa Berlinck \nObjetos:\nDaniel Melim\, Fernando Sato\, Higo Joseph\, Hiram Denf\,\nOdirlei Regazzo\, Rosângela Dorazio\, Sheila Goloborotko \nCuradoria Duílio Ferronato e \nMAIS Galeria de Arte \nRua Ásia\, 219\, CEP 05413-030 \n+11.36240301 \nSão Paulo\, SP\, Brasil \nwww.maisgaleriadearte.com.br \nwww.facebook.com/maisgaleriadearte \nwww.instagram.com/maisgaleria/
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SUMMARY:Tomie Othake: Cor e Corpo na Caixa Cultural/Brasilia
DESCRIPTION:Tomie Ohtake – Cor e corpo\nHoje é possível afirmar com tranquilidade que Tomie Ohtake é uma das grandes referências da arte abstrata brasileira. Em mais de 60 anos de produção contínua\, com interesses pictóricos constantemente renovados\, a artista construiu um vocabulário plástico amplo e complexo. Forma\, matéria e cor nunca foram pensadas por ela de modo dissociado\, mas alternaram suas ênfases para se potencializar mutuamente. \nEm Tomie Ohtake – Cor e corpo\, apresentamos um conjunto heterogêneo\, de diferentes períodos da artista\, escolhido pelo prisma da organicidade. Diante da sua obra\, nos perguntamos: seria exagero sugerir que em diversos trabalhos existe uma iminência de movimento\, uma pulsação típica das formas da natureza? Partindo dessa ideia\, um conjunto de cinco pinturas busca enfatizar as analogias corpóreas e orgânicas. Feitas com cores\, gestualidades e procedimentos distintos\, elas compartilham uma vocação sinestésica\, um apelo sensual ao olhar. Quando juntas\, são capazes de remeter a diferentes estágios de fecundação\, multiplicação\, nascimento e crescimento. \nDentre as gravuras – serigrafias\, litografias e gravura em metal – destaca-se o uso preciso das técnicas\, que permite à artista empregar dispositivos de reprodução imagética para criar formas que impressionam por sua maleabilidade. Há desde as gravuras mais antigas (serigrafias)\, em que o gesto de Tomie transparece nos contornos irregulares; passando por aquelas que testam a combinação de cores arrojadas (em litografia)\, em que reproduz em série texturas antes possíveis apenas nas pinturas; chegando até aquelas em que há uma delicadeza programada do ato (em metal)\, linhas finas que se cruzam\, que se sobrepõem e que se encontram sob (ou sobre) uma superfície aquosa. \nNas esculturas\, os procedimentos se reafirmam: movimento\, manualidade e fluidez. Essas estruturas metálicas são frutos de torções\, dobras e voltas realizadas previamente pela própria mão da artista em pequena escala\, depois transplantadas da maneira mais fiel possível em dimensão escultural sem que sua fragilidade iminente seja perdida. Suspensas no espaço\, as linhas brancas metálicas procuram flutuar. \nEssas análises\, para esclarecer\, são possíveis apenas no olhar de quem assim as quiser observar. Se debatidas com Tomie\, teriam provavelmente um silêncio misterioso como resposta. A hipótese não seria combatida e\, menos ainda\, afirmada. De todo modo\, a proposta da exposição se apoia na peculiar morfologia das formas\, na intensidade cromática dos campos de cor e na mescla dos planos compositivos. Férteis\, as obras sempre nos encaram prenhes de forças de crescimento. \n  \nCarolina De Angelis e Paulo Miyada \n  \nCAIXA Cultural Brasília \nSetor Bancário Sul Q. 4 Lotes 3/4 – Asa Sul\, Brasília – DF\, 70092-900 \nMais informações: (61) 3206-9448 e (61) 3206-9449 \n  \nDe terça a domingo das 9h às 21h.\nEntrada franca.\nClassificação Livre
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SUMMARY:Flávio de Carvalho no Caixa Cultural/SP
DESCRIPTION:Projetos experimentais\, fotografias\, documentos\, cadernos de viagem\, e filme mostram faceta pouco conhecida do inquieto criador brasileiro\n \nA Caixa Cultural São Paulo recebe\, de 9 de janeiro a 4 e março\, a exposição “Flávio de Carvalho – Expedicionário”\, que apresenta inúmeras experiências do artista que estabeleceu pontes para práticas libertárias da arte brasileira. \n\nOrganizada pelos curadores Amanda Bonan e Renato Rezende\, a mostra reúne projetos experimentais\, fotografias\, filme\, documentos\, cadernos de viagem e reportagens de jornal\,  revelando uma faceta pouco conhecida de Flávio de Carvalho.\n \nPara Oswald de Andrade\, ele era “o antropófago ideal”. Engenheiro civil\, arquiteto\, cenógrafo\, artista plástico\, escritor\, performer\, estilista… É difícil encontrar uma área de criação pela qual Flávio de Carvalho não tenha se aventurado. Segundo ele mesmo afirmava\, o artista é como um arqueólogo\, e ele\, de certa forma\, dá continuidade à herança expedicionária fundadora do Brasil.\n \nEm “Flávio de Carvalho – Expedicionário” foram reunidos resíduos e vestígios deixados por uma série de projetos de cunho experimental e expedicionário levados a cabo pelo artista modernista que se dedicou a quebrar regras\, alargar  horizontes e romper as formas academicistas de tratar a arte. \n \nFlávio de Carvalho é\, ainda hoje\, é sinônimo de invenção e polêmica. Apontado como um titã da modernidade\, o artista continua provocando o mundo com seu pensamento contestatório. A imagem do artista passeando pelas ruas de São Paulo com o “New Look”\, traje que ele criou como sendo ideal para o homem dos trópicos – saia de pregas\, blusa de mangas bufantes\, meia arrastão e sandália de couro – ainda hoje é capaz de chocar os incautos.\n \n“Flávio de Carvalho – Expedicionário” propõe um olhar original sobre o pensamento múltiplo e incontido do artista. O objetivo da exposição é lançar luzes sobre o aspecto expedicionário como abordagem estética intrínseca à obra de Flávio de Carvalho. O modernista costumava definir-se como “um arqueólogo malcomportado” (“com mais probabilidades de compreender o não-tempo”)\, que vasculhava as mais profundas camadas de sensibilidade\, sem reverenciar o que ele chamava de “catecismo científico”. \n \nA exposição é dividida por expedições\, como a “Viagem à Europa” (1934-1935)\, que rendeu os relatos do livro “Os Ossos do Mundo”\, um verdadeiro caleidoscópio de questões e especulações que o artista desenvolveu a partir de observações sobre cada país\, “Rumo ao Paraguai” (1943-1944) e “Viagens aos Andes” (1947)\, contendo dados e documentos dessa incursão do artista à América Latina. São fotografias\, recortes de jornais e reproduções de partes de originais escritos à máquina. Há também a expedição “Viagem à Amazônia” (1956)\, com projeção de uma edição do filme “A Deusa Branca”\, que une pesquisa etnográfica e drama ficcional de tons surrealistas a partir da história de uma menina branca raptada por índios.\n \nFlávio de Carvalho (1899-1973) \n \nInquieto\, controverso\, performático\, anedótico\, Flávio de Carvalho não respeitou regras ou convenções para manifestar seu espírito livre e suas ideias visionárias. Nascido em família aristocrática na cidade de Amparo de Barra Mansa\, no Rio de Janeiro\, em 1899\, viveu de 1911 a 1922 na Inglaterra\, onde ser formou em Engenharia Civil\, ao mesmo tempo em que fazia um curso noturno de artes plásticas na King Edward VII School of Fine Arts. Foi nesta época que teve os primeiros contatos com os vanguardistas europeus. \n \nDe volta ao Brasil\, não consegue de adaptar ao estilo formal do mercado de construção da época. Em 1926\, emprega-se como ilustrador no Diário da Noite\, onde conhece Di Cavalcanti\, então atuando como caricaturista do jornal\, que o apresenta ao grupo antropofágico de Oswald de Andrade e Tarsila do Amaral. Um ano depois\, participa do concurso para o Palácio do Governo de São Paulo\, com um projeto bastante discutido\, que se destaca pelo aspecto monumental do edifício\, marcado pela decomposição dos volumes e pela intensidade dramática dos jogos de luzes dos holofotes. Flávio de Carvalho participaria ainda de vários concursos\, sem nunca ser premiado – entretanto seus projetos são considerados pioneiros da arquitetura moderna do Brasil.\n \nPintor\, desenhista\, arquiteto\, cenógrafo\, decorador\, escritor\, teatrólogo\, engenheiro e performer\, Flávio de Carvalho tinha fascínio pelo nu feminino (que ele explorou em traços de grande erotismo) e pelo retrato. Apresentou seu trabalho pela primeira vez em 1931\, durante o Salão Revolucionário da Escola de Belas Artes\, ao lado de artistas como Portinari\, Cícero dias\, Lasar Segall. No mesmo ano\, realiza o polêmico Experiência nº 2\, em que caminha com boné na cabeça de forma desafiadora\, em sentido contrário ao de uma procissão de Corpus Christi. Sua intenção era testar os limites de tolerância e a agressividade de uma multidão religiosa. Foi quase linchado.\n \nEm 1932\, luta a favor da Constituição na Revolução Paulista\, abre um ateliê e funda o Clube dos Artistas Modernos – CAM\, ao lado de Antonio Gomide\, Di Cavalcanti e Carlos Prado. Em 1933\, cria o Teatro da Experiência\, com o qual encena o espetáculo de dança-teatro “Bailado do Deus Morto”. No ano seguinte\, faz sua primeira individual\, que é fechada pela polícia sob a acusação de “atentado ao pudor” e só é reaberta após ordem judicial.\n \nNova polêmica viria em 1947\, quando realiza os desenhos da “Série Trágica”\, na qual retrata a morte da própria mãe. A exposição lhe rendeu a alcunha de “pintor maldito”. Em 1950\, representa o Brasil na Bienal de Veneza. Em 1953\, desenha os figurinos e o cenário do bailado “A Cangaceira”\, de Camargo Guarnieri. Nas décadas de 1950 e 1960\, pinta nus femininos\, dedicando-se ao desenho\, à aquarela e à gravura.\n \nEm 1956\, para concluir uma série de artigos sobre moda na coluna “Casa\, Homem\, Paisagem”\, para o Diário de São Paulo\, lança o famoso New Look\, traje que ele mesmo criou como sendo o ideal para o homem dos trópicos\, desfilando pelas ruas de São Paulo\, causando escândalo e chocando a multidão.\n \nFlávio de Carvalho assina uma obra permeada pelas propostas surrealistas e expressionistas. Em seus últimos trabalhos\, utiliza novos materiais\, como tinta fosforescente para luz negra. É considerado um precursor do artista multimídia e da performance no Brasil. \n\nServiço:\n\nExposição “Flávio de Carvalho – Expedicionário”\nLocal: CAIXA Cultural São Paulo (Praça da Sé\, 111 – Centro) – próximo à estação Sé do metrô\nAbertura e visita guiada com os curadores: 9 de janeiro\, às 18h\nVisitação: de 10 de janeiro a 4 de março de 2018\nHorário: de terça a domingo\, das 9h às 19h\nEntrada Franca\nClassificação indicativa: livre para todos os públicos\nAcesso para pessoas com deficiência\nInformações: (11) 3221 4400\nPatrocínio: Caixa Econômica Federal\n \nLançamento do catálogo e bate-papo com os curadores\nData: 27 de janeiro\, às 16h 
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SUMMARY:Releitura do Painel Civilização Mineira por Ronaldo Fraga/MG
DESCRIPTION:9 de janeiro a 11 de março (1ª fase) | 20 de março a 11 de maio de 2018 (2ª fase) \nTerça a sábado\, 10h às 21h \nGaleria Hideo Kobayashi –  Centro Cultural Usiminas \nEntrada Franca \nOficina “Portinari – O Pintor da Paz” \n7 e 8 de fevereiro de 2018\, das 19h às 22h \nAção Educativa – Centro Cultural Usiminas – Ipatinga \nEntrada franca mediante agendamento pelo telefone (31) 3824- 3731
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SUMMARY:Tomie Ohtake: Cor e Corpo no Caixa Cultural/ Brasília
DESCRIPTION:Entre gravuras\, pinturas e surpreendentes esculturas\, mostra Cor e Corpo conta a história da artista em 48 obras \nA Caixa Cultural Brasília apresenta a exposição Tomie Ohtake: Cor e Corpo\, que traz para capital federal 40 gravuras\, cinco pinturas e três esculturas da artista que é uma das grandes referências da arte abstrata brasileira. A mostra traça a história de Tomie\, que produziu continuamente por mais de 60 anos e viveu 101 anos. A exposição estará em cartaz de 10 de janeiro a 04 de março na Caixa Cultural (Setor Bancário Sul\, QD. 04).\nA artista japonesa naturalizada brasileira chegou ao país aos 23 anos e iniciou sua carreira quase aos 40. Tomie Ohtake (1913-2015) recebeu 28 prêmios\, participou de 20 bienais internacionais e mais 120 exposições individuais ao redor do mundo.\nDe acordo com os curadores Carolina De Angelis e Paulo Miyada\, os interesses pictóricos de Tomie Ohtake foram constantemente renovados ao longo de sua trajetória profissional. “A artista construiu um vocabulário plástico amplo e complexo. Forma\, matéria e cor nunca foram pensadas por ela de modo dissociado\, mas alternaram suas ênfases para se potencializar mutuamente”\, afirmam. Eles acrescentam que o conjunto da obra é uma unidade coesa. Tomie Ohtake preferia sempre deixar suas obras sem título.\nEmbora suas obras sejam associadas ao informalismo por alguns\, suas formas destacam-se por remeterem a elementos da natureza e a volumes que se assemelham a movimentos vivos. Desde as primeiras décadas\, na sua produção abstrata\, Tomie Ohtake impõe tremores\, desvios e abaulamentos às formas geométricas\, traçando contornos e silhuetas\, evitando a rigidez. Outra característica é o uso das cores. “Desde meados da década de 1980\, a artista imerge na intensidade de uma paleta cromática profunda\, cheia de pretos\, brancos e vermelhos saturados\, intercalados com azuis\, verdes e amarelos densos”\, explicam os curadores.\nDentre as 40 gravuras – serigrafias\, litografias e gravura em metal – é possível perceber mudanças sucessivas com o passar das décadas de produção de Tomie Ohtake. Há desde as mais antigas\, em que o gesto da artista transparece nos contornos irregulares que traduzem os atos de rasgar papeis deixando rebarbas (como ela fazia em seus esboços); passando por aquelas que testam a combinação de cores ousadas\, como se Tomie utilizasse tudo o que está à mão para reproduzir em série texturas antes possíveis apenas nas pinturas; chegando até aquelas em que há uma delicadeza programada do ato\, linhas finas que se cruzam\, que se sobrepõem e que se encontram sob (ou sobre) uma superfície aquosa.\nNas três imensas esculturas\, delicadeza\, manualidade e fluidez. Isso porque a forma como elas se equilibram no solo causam a sensação de estarem suspensas. Além disso\, elas se movimentam quando alguém as toca. As estruturas metálicas são frutos de torções\, dobras e voltas realizadas previamente pela mão da artista em pequena escala\, depois transplantadas da maneira mais fiel possível em dimensão escultural. \nAs cinco pinturas enfatizam as analogias corpóreas e orgânicas. Feitas com procedimentos\, cores e gestualidades diferentes\, elas compartilham um apelo sensual ao olhar. Como conjunto\, podem remeter a diferentes estágios de fecundação\, multiplicação\, nascimento e crescimento. \nArte que fala\nEm Brasília e em vários cantos do país é fácil identificar as marcas\, texturas e traços deixados por Tomie Ohtake. A exemplo\, uma escultura em aço localizada na frente do hotel Royal Tulip Brasília Alvorada. Há\, também\, um painel que cobre a parede externa do edifício Number One. Em São Paulo\, a Avenida Paulista é recheada de seus trabalhos. A artista conta com 27 obras públicas em esculturas a larga escala pelo Brasil\, 28 prêmios pelo mundo\, participação em 20 bienais internacionais e 120 exposições individuais.\nSeu trabalho não se resume apenas a esculturas. Ela trabalhou com gravuras em metal\, serigrafia\, litogravura e pintura. Volume\, movimento\, delicadeza\, uso de paletas de cores ousadas. O vermelho é um dos tons que se sobressai. Todos estes elementos dão sentido de multiplicidade para o abstracionismo de Ohtake. Na exposição que chega a Brasília\, será possível acompanhar toda esta versatilidade da artista ao longo dos anos. \nTomie Ohtake\nEla nasceu em Kyoto\, no Japão\, dia 21 de novembro de 1913\, onde fez seus estudos. Em 1936 chegou ao Brasil para visitar um de seus cinco irmãos. Impedida de voltar\, devido ao início da Guerra do Pacífico\, acabou ficando no país. Casou-se\, criou seus dois filhos\, e com quase 40 anos começou a pintar incentivada pelo artista japonês Keiya Sugano.\nA carreira atingiu plena efervescência a partir dos seus 50 anos\, quando realizou mostras individuais e conquistou prêmios na maioria dos salões brasileiros.\nAlém da pintura\, da gravura e da escultura\, marcam sua produção as mais de 30 obras públicas desenhadas na paisagem de várias cidades brasileiras.\nSobre o seu trabalho foram publicados dois livros\, 20 catálogos e oito filmes/vídeos\, entre os quais o realizado pelo cineasta Walter Salles Jr. Em São Paulo\, dá nome a um vibrante centro cultural\, o Instituto Tomie Ohtake.\nCom seu reconhecimento\, Tomie tornou-se uma espécie de embaixatriz das artes e da cultura no Brasil. Foi sempre convocada a receber grandes personalidades internacionais\, como a Rainha Elizabeth\, o Imperador\, a Imperatriz e o Príncipe do Japão\, o dançarino Kazuo Ohno\, a coreógrafa Pina Bausch\, a artista Yoko Ono\, o escritor José Saramago\, o encenador Robert Wilson\, entre muitos outros.\nDos 100 aos 101 anos concebeu cerca de 30 pinturas. Até a sua morte em fevereiro de 2015\, aos 101 anos\, seguiu trabalhando. \nServiço\nArtes Visuais: Tomie Ohtake: Cor e Corpo\nLocal: Caixa Cultural Brasília – Galeria Principal – (Setor Bancário Sul\, QD 04)\nAbertura: 09 de janeiro (terça-feira)\, às 19h\nVisitação: 10 de janeiro a 04 de março de 2018\nHorário: De terça a domingo\, das 9h às 21h\nIngressos: Entrada franca\nInformações: 3206-9448/9449\nClassificação etária: Livre para todos os públicos \n 
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SUMMARY:A Construção do Patrimônio na Caixa Cultural/SP
DESCRIPTION:A CAIXA Cultural de São Paulo recebe\, de 10 de janeiro a 04 de março de 2018\, a exposição A Construção do Patrimônio\, que apresenta um panorama de momentos significativos da história das políticas públicas de preservação do Brasil\, além dos desafios que envolvem a expansão do conceito de patrimônio. \nO projeto tem curadoria de Luiz Fernando de Almeida\, ex-presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN)\, e patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal. \nRealizada pelo Instituto Pedra\, a mostra faz parte da programação das comemorações dos 80 anos de existência do IPHAN\, uma das mais longevas instituições públicas brasileiras e a primeira dedicada à preservação e promoção do patrimônio cultural na América Latina. \nDentre o acervo exposto\, destacam-se registros e obras de Tarsila do Amaral\, Mário de Andrade\, Lucio Costa\, Marcel Gautherot\, Germano Graeser\, Eric Hess\, Oscar Niemeyer\, Pierre Verger e uma réplica de Aleijadinho. Além de um importante acervo documental do IPHAN do Rio de Janeiro\, São Paulo e Pernambuco\, a exposição conta ainda com obras do Museu Histórico Nacional\, Instituto de Estudos Brasileiros (IEB-USP)\, Casa de Juscelino\, entre outros.\n“Uma reflexão sobre a ideia de patrimônio poderá ser uma das mais potentes metáforas dos brutais desafios que vivemos no nosso tempo\, diante da dificuldade e necessidade de projetar o nosso futuro”\, afirma o curador Luiz Fernando de Almeida.\nTour guiado\nNo dia 01 de fevereiro (quinta-feira)\, às 18h\, Luiz Fernando recebe o público para um tour guiado à exposição\, seguido de debate com a participação de Anna Beatriz Galvão\, doutora em arquitetura e urbanismo pela Universidade de São Paulo. \nServiço A Construção do Patrimônio\nEntrada franca\nLocal: CAIXA Cultural São Paulo – Galerias Florisbela e D. Pedro\nEndereço: Praça da Sé\, 111 – Centro – São Paulo – SP – próxima à estação Sé do Metrô)\nTelefone: (11) 3221-4400\nAbertura: 09 de janeiro (terça-feira)\, às 19h.\nVisitação: de 10 de janeiro a 04 de março de 2018.\nHorário: de terça-feira a domingo\, das 09h às 19h\nEntrada Franca\nClassificação indicativa: Livre\nAcesso para pessoas com deficiência \nFicha técnica:\nPatrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal\nRealização: Instituto Pedra\nCuradoria: Luiz Fernando de Almeida\nCurador-adjunto: Henrique Lukas\nExpografia: José Luiz Favaro\nProdução executiva: TZM Entretenimento (Marione Tomazoni)\nApoio: IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) \nInstituto Pedra:\nO Instituto Pedra é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos baseada em São Paulo. Fundado em fevereiro de 2013\, o instituto desenvolve projetos no campo do patrimônio cultural. Seu objetivo é realizar intervenções e leituras que valorizem este patrimônio\, gerando conhecimento com enfoque integrado\, considerando as suas dimensões simbólica\, material e territorial. Para mais informações\, acesse o site www.institutopedra.com.br.
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SUMMARY:Laços de Marcela Flórido na Anita Schwartz/RJ
DESCRIPTION:Mostra reunirá pinturas inéditas em grande formato da jovem artista carioca que há dez anos saiu do Brasil para estudar em Londres\, e depois se radicou em Nova York\, após dois anos de mestrado em pintura na Universidade de Yale. Com cores fortes e vibrantes\, ela discute o papel da mulher\, o afeto e o tabu da figuração na arte contemporânea brasileira. \nAnita Schwartz Galeria de Arte\, Rio \n[Segundo andar] \nAbertura: 10 de janeiro de 2018\, às 19h \nVisitação pública: 11 de janeiro a 17 de fevereiro de 2018 \nEntrada gratuita \n  \nAnita Schwartz Galeria de Arte apresenta a partir de 10 de janeiro de 2018\, às 19h\, a exposição “Laços – Marcela Flórido”\, com pinturas inéditas em grande formato da artista carioca\, nascida em 1988\, e baseada em Nova York.  Em 2008\, estudante da Escola de Belas Artes da UFRJ\, ela foi selecionada para uma bolsa na Foundation in Arts and Design na Central Saint Martins\, em Londres\, ingressando no ano seguinte no curso de pintura da prestigiosa Slade School of Fine Art\, em Londres\, onde se graduou em 2013. Em seguida\, foi selecionada pela Yale School of Art\, nos EUA\, onde fez seu mestrado em pintura de 2013 a 2015. \n  \nHá um ano Marcela Flórido tem seu ateliê em um galpão industrial no Brooklyn\, Nova York\, que compartilha com outros quinze artistas dando continuidade a uma prática que sempre prezou: o convívio e a troca de informações e críticas com amigos de ofício. O local abriga todos os ateliês e propicia uma convivência de ideias na prática imersiva e solitária da pintura. Ela mantém constante contato com os amigos das três cidades em que tem vínculos profissionais: Rio de Janeiro\, Nova York e Londres\, e desde 2013 se corresponde com Anita Schwartz\, que acompanha à distância sua trajetória. \n  \nPara sua primeira exposição individual na Anita Schwartz Galeria\, Marcela Flórido produziu cinco pinturas a óleo em grande formato\, em cores vibrantes\, que trazem como elemento comum a figura de um coração\, presente nos trabalhos recentes da artista. Suas pinturas densas evocam uma atmosfera emocional em cenas de romance e conflitos em paisagens familiares a ela. Apesar de morar fora do Brasil há mais de nove anos\, ela não se desconecta das questões do país\, e um de seus interesses é a presença da figuração na arte brasileira. A artista também discute em seu trabalho um excesso de elegância\, a grande presença da herança construtivista\, e um “certo tabu” com a figura feminina. \n  \nQUESTÕES EXPANDIDAS EM UM PROGRAMA DE VÍDEOS \nJunto com a exposição “Laços”\, Marcela Flórido desdobra sua pesquisa fazendo uma curadoria de uma programação no contêiner do terraço da galeria\, com vídeos de seis artistas mulheres de diferentes países\, que “exploram em seus trabalhos questões de representação do corpo\, principalmente o corpo feminino\, no espaço”.  “Quero expandir as questões levantadas nas pinturas para o vídeo”\, diz a artista. Quatro artistas\, assim como Marcela Flórido\, vivem e trabalham em Nova York: Florência Escudero (1987\, Argentina) escultora\, fotógrafa e videoartista; Cindy Ji Hye Kim (1990\, Coréia do Sul)\, pintora e videoartista; e Kate Ruggeri (1988\, Washington\, D.C.)\, artista\, curadora e engenheira de informática\, e Colleen Asper (1980\, Pensilvânia)\, pintora\, videoartista e performance. As outras duas são as cariocas Katia Maciel (1963\, Rio de Janeiro)\, artista\, cineasta e poeta; e Anna Costa e Silva (1988)\, artista e cineasta. Marcela Flórido selecionou um vídeo de cada artista\, que integrará uma sequência exibida em loop. \n  \nPRESENÇA NO CINEMA E NO CIRCUITO INTERNACIONAL DA ARTE \nApesar de jovem\, Marcela Flórido já tem um respeitável histórico de exposições.  Em 2013\, já na mostra de conclusão de curso na Slade\, em Londres\, vendeu todos os trabalhos expostos\, e ganhou a atenção da imprensa. A exposição despertou também o interesse da Marvel\, que usou seus quadros no filme “The Avengers: Age of Ultron”\, o sétimo filme de maior bilheteria na história. Em 2015\, a artista recebeu o Prêmio Viridian – selecionado por Lauren Hinkson\, curadora do Museu Solomon Guggenheim\, em Nova York. \n  \nAté 23 de dezembro de 2017\, Marcela Flórido participa com duas outras artistas mulheres da mostra “Slip”\, na Stems Gallery\, em Bruxelas.  Em 2014\, foi convidada pela sheika Hoor Al Qasimi – apontada pela revista Art Review  como uma das 40 mais poderosas personalidades do mundo da arte – presidente da  Sharjah Art Foundation\, nos Emirados Árabes\, para uma  residência artística na instituição\, que resultou na individual “Contos” e na aquisição de duas telas produzidas naquele período para a coleção permanente da Fundação. \n  \nLINGUAGEM CARTOON E CORES VIBRANTES \nNa prática intensa e diária do ateliê que a escola londrina proporcionou\, e diante da cena artística que encontrou lá – em que o humor e o grotesco são marcantes – Marcela Flórido desenvolveu uma linguagem mais liberta\, e próxima à do cartoon\, com cores vibrantes\, sem a preocupação com o equilíbrio na composição e cores a que estava familiarizada no Rio. Para ela\, essa heterogeneidade serve como um desafio feminista às hierarquias históricas da arte e às noções tradicionais de bom gosto. “Precisei me afastar do Brasil para finalmente me perguntar com honestidade sobre o Brasil”\, conta ela\, que observa que sempre gostou de ser “do contra”. Apesar de ter começado seu trabalho sob forte influência da abstração geométrica\, ela percebia ali uma narrativa personificada\, embora não se permitisse representar paisagens ou o corpo. A partir desta percepção\, passou a pesquisar a razão de a figuração ser tema tabu\, considerado exótico ou carnavalesco. Em Yale\, por sua forte tradição pictórica\, a artista encontrou o apoio necessário para levar suas questões mais a fundo. “Busquei encontrar minha voz própria”\, salienta a artista que conta que se abriu “como nunca antes para explorações da figuração e de seus próprios questionamentos emocionais”. \n  \nMarcela Flórido ressalta que sua pesquisa sobre o corpo feminino\, e a presença da mulher na arte brasileira\, “passa sempre pela pintura.”. “Continuar desafiando tradições da pintura\, para mim significa permanecer cada vez mais comprometida com suas possibilidades visuais e emocionais”. Ela questiona ainda o fato de artistas homens serem “mais bem recebidos do que as mulheres quando tratam de questões sobre o corpo”. “Não há tanto pudor no caso dos homens”\, avalia. \n  \nEla deseja que o público “possa dedicar um certo tempo para ver as pinturas com mais calma\, e não apenas dar uma passadinha”. “Gostaria de prolongar o tempo de convivência do espectador com os quadros\, pois eles habitam meu ateliê há meses\, em um longo tempo de observação”. \n  \nServiço: Exposição “Laços – Marcela Flórido” \nAnita Schwartz Galeria de Arte\, Rio \nAbertura: 10 de janeiro de 2018\, às 19h \nVisitação pública: 11 de janeiro a 17 de fevereiro de 2018 \nEntrada gratuita \nAnita Schwartz Galeria de Arte \nRua José Roberto Macedo Soares\, 30\, Gávea\, 22470-100\, Rio de Janeiro \nTelefones: 21.2274.3873 e 2540.6446 \nHorário: 10h às 20h\, de segunda a sexta\, e das 12h às 18h\, aos sábados \nEntrada franca \ngaleria@anitaschwartz.com.br \nwww.anitaschwartz.com.br \n 
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SUMMARY:Programação de ferias no IMS/ SP
DESCRIPTION:A sede do Instituto Moreira Salles em São Paulo apresenta uma programação especial para o período de férias\, com atividades gratuitas e oficinas voltadas ao universo da fotografia. \n  \nEntre 16 e 18 de janeiro\, das 16h30 às 19h\, acontece a oficina Objetivas fotográficas| História e experimentações\, com Guilherme Maranhão. Os encontros promoverão uma viagem pela história da fotografia e pela transformação das lentes de câmeras. Os participantes também poderão experimen­tar objetivas de diferentes épocas e com­parar as imagens produzidas por elas pa­ra descobrir como o avanço tecnológico moldou a imagem fotográfica. O investimento é de R$ 150 (inteira) e R$ 75 (meia). As matrículas devem ser feitas pelo site ims.com.br/cursos. \n  \nNo dia 25 de janeiro (quinta-feira)\, das 10h às 14h\, visitantes de todas as idades conhecerão as possibilidades de uma “sericleta”\, unidade móvel de impres­são em serigrafia\, idealizada especialmente para a produção de materiais gráficos. Na oficina Sericleta\, com Monica Schoenacker\, o pú­blico será convidado a participar da ação como observador\, interlocutor e impressor das pe­ças\, experimentando a mágica da impressão manual. A atividade é gratuita\, com distribuição de senhas 30 minutos antes do evento. \n  \nNos domingos 21 e 28 de janeiro\, das 11h às 12h30\, o IMS Paulista abre seu laboratório para que o público se engaje em atividades fotográficas experimentais relacionadas a uma técnica ou ao procedimento de obtenção de imagens. A atividade Experimentações no laboratório é gratuita e tem lugares limitados. \n  \nEntre 30 de janeiro e 1 de fevereiro\, das 19h às 21h30\, será oferecida uma oportunidade de conhecer mais sobre a produção artesanal de fotolivros e criar um projeto próprio\, com materiais acessíveis que proporcionam maior liberdade de experimentação\, na oficina Fotolivro artesanal\, com Mariana Chama. A partir da análise de exemplos já publicados e do próprio fazer\, serão abordadas questões como variação de tamanhos\, distribuição das imagens ao longo das páginas\, escolha do formato e o livro como ferramenta de edição. Os participantes devem trazer uma impressão de um projeto fotográfico de sua autoria para a atividade. O investimento é de R$ 150 (inteira) e R$ 75 (meia). As matrículas devem ser feitas pelo site ims.com.br/cursos. \n  \nDe 6 a 8 de fevereiro\, das 19h às 21h30\, acontece uma vivência prática e reflexiva sobre o que constitui a gênese da fotografia\, na atividade Brincando com a luz\, com o fotógrafo e educador\, Miguel Chikaoka. O objetivo é estimular o exercício da percepção e da expressão de si e do mundo através de experiências com a luz. A oficina se desenvolve em exercícios sensoriais e rodas de análise do processo. O investimento é de R$ 150 (inteira) e R$ 75 (meia). As matrículas devem ser feitas pelo site ims.com.br/cursos. \n  \nChikaoka também participa de uma roda de conversa – o artista em processo\, compartilhando inquietações filosóficas e politicas que permeiam o seu processo de elaborar e experimentar percursos educativos. Pautados em abordagens do que constitui a gênese do mundo das imagens esses percursos desenham uma cartografia de atravessamentos inerentes às incursões no universo da luz enquanto matriz física e inspiradora desse processo. O evento acontece no dia 4 de fevereiro (domingo)\, das 11h às 12h30. A atividade é gratuita com distribuição de senhas 30 minutos antes do início. Lugares limitados \n  \n  \nServiços \n  \nObjetivas fotográficas | História e experimentações\, com Guilherme Maranhão \n  \n16 a 18 de janeiro \nDas 16h30 às 19h \nAteliê 2 \n3 encontros\, R$ 150 e R$ 75 (meia) \nMatrículas pelo site ims.com.br/cursos. \n  \nSericleta\, com Monica Schoenacker \n  \n25 de janeiro \nDas 10h às 14h \nAteliê 2 \nEvento gratuito. Lugares limitados. \nDistribuição de senha 30 minutos antes do evento. Limite de duas senhas por pessoa. \n  \nExperimentações no laboratório \n  \n21 e 28 de janeiro \nDas 11h às 12h30 \nAteliê 2 \nEvento gratuito. Lugares limitados. \n  \nFotolivro artesanal\, com Mariana Chama \n  \n30 de janeiro a 1 de fevereiro \nDas 16h30 às 19h \n3 encontros\, R$ 150 e R$ 75 (meia) \nMatrículas pelo site ims.com.br/cursos. \n  \nRoda de conversa – o artista em processo \nFototaxia – em busca do elo perdido\, com Miguel Chikaoka \n  \n4 de fevereiro \nDas 11h às 12h30 \nAtividade gratuita\, lugares limitados. \nDistribuição de senhas 30 minutos antes \n  \nBrincando com a luz\, com Miguel Chikaoka\n6 a 8 de fevereiro\nDas 19h às 21h30 \nAteliê 1 \n3 encontros\, R$ 150 e R$ 75 (meia)\nMatrículas poderão ser feitas pelo site ims.com.br/cursos. \n  \n  \nInstituto Moreira Salles \nAvenida Paulista\, 2424 \nBela Vista – São Paulo – SP \n11 2842 9120 \n  \nims.com.br \ncinema.ims.com.br \ntwitter.com/imoreirasalles \ninstagram.com/imoreirasalles \nfacebook.com/InstitutoMoreiraSalles \nhttps://www.facebook.com/cinemaIMS/ \n  \n  \nInformações para a imprensa IMS \nBárbara Giacomet de Aguiar – (11) 3371-4490 \nbarbara.aguiar@ims.com.br \n  \nGiovanna Querido – (11) 3371-4424 \ncomunicacao@ims.com.br
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SUMMARY:2 Exposições na Adelina Galeria/SP
DESCRIPTION:Érica Kaminishi e Tatiana Stropp apresentam seus trabalhos em exposições individuais\, com trabalhos inéditos\n\nAté fevereiro\, a ADELINA GALERIA recebe as  exposições: Entre(meios\, com obras de Érica Kaminishi e curadoria de João J. Spinelli\, e 16.02I27.09l19.10lCuritiba: A Coisa em Si\, de Tatiana Stropp e curadoria de Paulo Gallina. Érica Kaminishi\, que também expõe atualmente no Japanese American National Museum em Los Angeles e participou recentemente da PARTE – Feira de Arte Contemporânea com um solo Project em São Paulo\, apresenta a influência da cultura oriental e a sua constante busca pela identidade em sua primeira individual na Adelina Galeria. Já Tatiana Stropp pesquisa espacialidade e novas dimensões para suas obras\, dando continuidade à sua investigação sobre luz e transição de cores.\n\nEm Entre(meios\, Érica Kaminishi se baseia na sua constante busca de identidade trazendo dois elementos que representam a dualidade e ambiguidade entre aparência e essência da cultura nipo-brasileira ou nikkei: o poema como referência à língua materna e simbologias da cultura japonesa tradicional. Utilizando-se de elementos estéticos próprios da cultura oriental\, em que o dourado e o azul predominam\, a artista transforma a nossa percepção sobre as matérias que utiliza\, fazendo com que a tela pareça papel e o papel pareça cerâmica\, por exemplo.\n\n“Ao retrabalhar elementos culturais que remetem à minha origem\, trago para a superfície confrontos relacionados às questões sobre identidade\, território e simbologias voláteis\, que sempre defino como ausentes ou vazias\, pois se modificam de acordo com o tempo e espaço. São desconstruções de simbologias cultivadas ao longo do tempo; iconizadas como realidade pulsante e denominadoras de uma identidade.  Mas que atualmente\, sofrem mudanças de valores”\, explica.\n\nNa visão de João J. Spinelli\, curador da mostra\, o trabalho de Érica Kaminishi traz novos significados para elementos culturais nipônicos tradicionais. “Associações e ou contradições destas culturas presentificam-se em suas obras. A criadora sutilmente incorpora\, desvenda e ressignifica idéias-máximas nipônicas fundamentais: WABI-SABI-MA-MONO NO AWARE e a elegância refinada do MIAYBI\, reconfigurados pela artista à contemporaneidade. Memórias e resíduos culturais seculares são visíveis em suas criações tridimensionais. Distantes de padrões convencionais relacionam-se\, integram-se no espaço expositivo em instalações diferenciadas: releituras coetâneas\, sintéticas dos tradicionais jardins japoneses zen-budistas (que eram pensados para conduzir o espectador a um estado de meditação calma\, contemplativa\, considerados até hoje\, por especialistas como uma das modalidades artísticas mais sublimes da cultura oriental) agora são reformulados pela percepção estética de Érica Kaminishi à atualidade.\n\nA exposição Entre(meios é composta por obras criadas com técnica mista\, telas\, um vídeo e uma instalação com esculturas sintéticas que remetem a um jardim japonês. Em todas as obras\, Érica transcreve\, repetidamente\, poemas de Fernando Pessoa.\n\nTatiana Stropp traz sete trabalhos que nunca estiveram em exposição e\, parte deles\, produzidos especialmente para a individual 16.02I27.09l19.10lCuritiba: A Coisa em Si. A artista\, que sempre usou chapas de alumínio lisas\, com algumas dobras\, começa a testar novos tamanhos e também a introduzir texturas ou ruídos nas obras.\n\nNessa exposição\, Tatiana dá continuidade à sua pesquisa baseada na relação da construção da imagem por meio das cores e da luz. Com uma ativação a mais no suporte\, as obras ganham um reforço na sua materialidade. “Ao fim\, a leitura da obra de Tatiana Stropp é reveladora de um estudo sobre a natureza das cores\, atravessadas pela percepção cultural de nosso presente. Afinal\, ao invés de falsear uma suposta objetividade\, a artista aceita a subjetividade de seu tempo para obter as conclusões que ela é capaz de apreender de seu estudo”\, afirma o curador da mostra Paulo Gallina.\n\n“Cheguei ao uso do alumínio meio que por acaso\, quando conheci uma serralharia próxima de casa. Porém\, fui me interessando sobre o efeito da tinta nesse material\, como ele reage a cor e a luz e seu reflexo. Agora\, resolvi também testar outros tamanhos e também incluir um relevo ou textura\, o que me leva a novos desafios”\, explica Tatiana.\n\nO suporte em alumínio\, segundo Paulo Gallina\, reforça que a pesquisa de Tatiana vai muito além da pintura. “Tratando-se de uma técnica histórica\, a pintura que estamos comentando inova na base que recebe o pigmento e a emulsão. A artista cria sobre telas de alumínio\, recortadas e dobradas antes do processo em pintura iniciar-se. Esta subversão retorna ao espaço tridimensional uma técnica que anula a notação da perspectiva falseada dos italianos do século XV. A dobra no suporte é também uma linha\, atravessando a superfície pictórica”\, explica\n\nProgramação paralela\nAlém das exposições\, a Adelina Galeria convida o público a um contato mais próximo com as técnicas e obras das artistas Érica Kaminishi e Tatiana Stropp\, por meio de bate-papos e oficinas ministradas durante o período que as mostras estarão em cartaz. Todas as atividades são gratuitas e abertas ao público mediante inscrição. Mais informações no serviço abaixo.\n\nSOBRE AS ARTISTAS\n\nÉrica Kamishi (Rondonópolis\, Mato Grosso\, 1979) se formou em Artes Plásticas pela Faculdade de Artes do Paraná e se pós-graduou em Artes Visuais e Cinema na Nihon University (Tóquio/Japão)\, onde também fez seu mestrado na mesma área. Já participou de diversas exposições individuais e coletivas no Brasil\, Japão e Canadá. Atualmente\, tem uma instalação no Japanese American National Museum\, em Los Angeles (EUA). A artista usa o desenho como parte do seu repertório\, buscando elementos na poesia da palavra escrita (sejam textos dela ou de outra pessoa). Além de usar as palavras como uma ideia contextual\, Érica também as transforma em formas que acabam compondo seus desenhos. Em seus trabalhos atuais\, os desenhos continuam lá\, mas estão inseridos em um contexto mais amplo\, que inclui esculturas e vídeos\, além de obras interativas. A pesquisa de Érica trabalha muito sua relação com a cultura japonesa e brasileira\, sempre em busca de uma identidade pessoal da artista.\n\nTatiana Stropp (Campinas\, São Paulo\, 1974) é bacharelada no curso de Pintura da Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Possui obras em acervos de importantes instituições como o Museu Oscar Niemeyer\, Museu de Arte da Universidade Federal do Paraná e Fundação Romulo Maiorana\, além de ter participado de exposições pelo Brasil\, Madrid e Palma de Mallorca na Espanha. Foi indicada ao Prêmio PIPA nos anos de 2012 e 2013 e também faz parte da plataforma de pesquisa em Arte Contemporânea Latino Americana Abstraction in Action. A artista trabalha com chapas de alumínio e sua pesquisa envolve\, além de questões como limites e proximidades\, o uso da cor e suas relações cromáticas. Suas obras trazem diferentes tons que aparecem por meio da técnica de velatura\, com camadas tênues de tinta sob o alumínio\, criando efeitos de opacidade e transparência\, incorporando a luz ambiente na própria superfície da pintura.\n\nSOBRE OS CURADORES\n\nJoão J. Spinelli (Ibitinga\, SP\, 1949) desde pequeno manifestou interesse pelo desenho e pela pintura. Ainda jovem\, mudou-se  para São Paulo para se preparar para o vestibular. Atraído pelas artes plásticas\, gostava de freqüentar galerias de arte. Um dia\, visitando uma exposição de quadros\, conheceu o pintor Aldo Bonadei\, que o convidou para ter aulas de pintura em seu ateliê. Por recomendação do professor\, o jovem artista passou a estudar na Sala de Artes da Biblioteca Mário de Andrade.Seguiu os estudos no curso de Artes Plásticas da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) e a Biblioteca continuou a ser o seu ponto de referência para os estudos de artes. Segundo ele\, a Sala de Artes contava com um dos melhores acervos da América Latina. Trabalhou como professor de desenho em escolas da periferia\, deu aulas de artes no extinto Colégio Sacré-Coeur\, na Faculdade Municipal de Santo André e na FAAP. Concluiu o mestrado e o doutorado na Escola de Comunicação e Artes (ECA) da Universidade São Paulo (USP). Depois foi professor na Universidade Estadual Paulista (UNESP) e dedicou-se a inúmeras curadorias dentro e fora do país\, organizando montagens em vários espaços\, inclusive na Biblioteca Mário de Andrade.\n\nPaulo Gallina (Piracicaba\, SP\, 1985) crítico de arte e curador independente\, formado em História pela Universidade de São Paulo (USP). Durante sua formação\, participou do Grupo de Estudos de Crítica e Curadoria da ECA-USP orientado pelo professor doutor Domingos Tadeu Chiarelli (2009-2012). Colaborou com os espaços independentes: Ateliê OÇO (2010) e o Ateliê 397 (2013); como crítico residente\, além de atuar como crítico e curador do Núcleo de Pesquisa e Curadoria do Instituto Tomie Ohtake (2010-2013). Ministrou cursos sobre história da arte em instituições culturais como o Insituto Tomie Ohtake (2013) e o Instituto Itaú Cultural (2014). Nos últimos anos curou as exposições: Nino Cais: Das Bandeiras e dos Viajantes (SESC\, São Carlos\, Ribeirão Preto e São Paulo\, 2013); Primeira Leitura (Zipper Galeria\, São Paulo\, 2014); O saber da linha (LAB570\, São Paulo\, 2014/PINTA LONDON\, Londres\, 2015); Alguma coisa descartável (Museu de arte de Ribeirão Preto\, Ribeirão Preto\, 2014); Estruturas precárias (Galeria Paralelo\, São Paulo\, 2015); Apagamentos (Caixa Cultural\, São Paulo\, 2016); Soluções duradouras (Tal Galeria\, Rio de Janeiro\, 2017); A vida das pessoas extraordinárias (MNAV\, Montevidéu\, 2017); Máquina sem palavras (MFCC\, Curitiba\, 2017); Tudo que está coberto (Galeria Aura\, São Paulo\, 2017); entre outras. Tem textos publicados em livros e catálogos\, destacando as leituras críticas do e-book O MAC essencial II e o ensaio elaborado para o catálogo da exposição. Os primeiros 10 anos\, realizada no Instituto Tomie Ohtake\, na qual também foi um dos curadores.\n\nSOBRE A ADELINA GALERIA\n\nA Adelina Galeria\, inaugurada em abril de 2017\, nasceu como um espaço para comercializar\, produzir\, conviver\, pesquisar e falar sobre arte contemporânea\, buscando ampliar seus diálogos\, suas possibilidades e seus públicos. Para isso\, muitas são as relações com as quais a galeria se compromete a ativar\, cultivar e transformar.\n\nComo recorte\, a Adelina Galeria representa e trabalha com artistas vinculados à América Latina. Além de propor uma relação mais próxima com os artistas\, a galeria busca firmar parcerias de diversos perfis no bairro\, reforçando o conceito de território que baseou a sua criação. O espaço\, idealizado empresário Fabio Luchetti e dirigido por ele e sua equipe\, está localizado em Perdizes\, bairro sem tradição de galerias de arte e\, por isso mesmo\, um bom lugar para se estar e abrir novos circuitos para a arte na cidade.\n\nSERVIÇO:\n\nEXPOSIÇÕES \n\nENTRE(MEIOS\nArtista: Érica Kaminishi | Curadoria: João J. Spinelli\n\n16.02I27.09l19.10lCURITIBA: A COISA EM SI\nArtista: Tatiana Stropp | Curadoria: Paulo Gallina\n\nPeríodo: Até 17 de fevereiro.\nHorário de visitação: de terça a sexta-feira\, das 10h às 19h; e\, aos sábados\, das 10h às 17h.\nEntrada: gratuita\n \nVISITAS EDUCATIVAS \nAlém de mediações ao público espontâneo\, a Adelina Galeria oferece visitas guiadas às suas exposições para grupos mediante agendamento. As visitas são gratuitas e podem ser realizadas para grupos de até 15 pessoas\, com duração média de 1h.\n \nAgendamento de grupos\nPara agendar uma visita em grupo\, basta enviar um e-mail para oi@adelinagaleria.com.br com data e horário da visita\, número de pessoas e nome do responsável pelo grupo.\n \nA visitação em grupos é gratuita\, mediante agendamento\, no horário de funcionamento da galeria. 
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SUMMARY:Inscrições para os cursos da  Panamericana/SP
DESCRIPTION:Estão abertas as inscrições para os cursos da  \nPanamericana Escola de Arte e Design  \nInteressados têm até o início de março para realizar suas matrículas \nA Panamericana Escola de Arte e Design está com matrículas abertas para todos os cursos da casa\, sendo de especialização\, curta duração\, formação e imersão do primeiro semestre de 2018 em áreas como Design Gráfico\, Design de Interiores\, Design Digital\, Fotografia\, Design de Moda\, Design de Computação e Games\, Artes Plásticas e Publicidade/Criação. \nCom mais de 50 anos de história\, a Panamericana Escola de Arte e Design sempre teve como foco principal ser uma Escola de Criação Profissional\, desenvolvendo a criatividade dos alunos\, formando profissionais de alto nível – tanto para o mercado nacional quanto para o internacional. Para o próximo ano\, a instituição explora o posicionamento “Sua Criatividade Importa” chamando a atenção para todos os artistas\nque desejam trabalhar sua arte e sua criatividade através dos cursos oferecidos. \n“Na Panamericana\, conhecimento prévio não é pré-requisito\, muito pelo contrário. Buscamos pessoas curiosas e apaixonadas\, dispostas a entrar em sala de aula para conhecer\, descobrir e explorar todo o seu potencial criativo. Nossos professores\, além de atuarem e serem reconhecidos no mercado\, acompanham de perto o desenvolvimento de cada aluno. Este é o nosso diferencial: conhecimento prático com o objetivo de aflorar o potencial criativo de cada aluno”\, diz Alex Lipszyc\, diretor-geral da Panamericana. \nOs interessados poderão acessar informações e detalhes sobre cada um dos cursos no site da instituição (http://www.escola-panamericana.com.br) ou\, se preferir\, agendar um horário para realizar visitas guiadas e conhecer as instalações das unidades Angélica e Groenlândia\, esta última projetada pelo renomado arquiteto\, Siegbert Zanetti. \nAs matrículas para os cursos do primeiro semestre poderão ser feitas até a primeira semana de março\, diretamente na secretaria das unidades da instituição. \nEscola Panamericana de Arte e Design  \nhttp://www.escola-panamericana.com.br \nUnidades: \nAngélica \nAvenida Angélica\, 1.900 \nTel: (11) 3661-8511 \nGroenlândia \nRua Groenlândia\, 77 \nTel: (11)3887-4200
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