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SUMMARY:CCBB lança projeto 100% digital de arte-educação
DESCRIPTION:Dando continuidade às ações digitais\, o Centro Cultural Banco do Brasil lança o #CCBBeducativoEmCasa\, iniciativa 100% digital do Programa CCBB Educativo\, que estimula a experiência\, a criação e a reflexão por meio de processos pedagógicos\, artísticos e curatoriais.  O público acompanhará\, no site www.ccbbeducativo.com e nas redes sociais dos CCBB’s uma programação inédita com atividades gratuitas\, que poderão ser experimentadas de dentro de casa e compartilhadas com toda a família. “O #CCBBEducativoEmCasa é um projeto cultural 100% digital que faz parte do movimento #CCBBemCasa\, um conjunto de ações virtuais iniciadas quando os CCBBs fecharam suas portas físicas como medida de prevenção à proliferação do novo coronavírus”\, explica Paulo Bouças\, Gerente Executivo da Diretoria de Marketing e Comunicação do Banco do Brasil. Entre as novidades está o “Historietas”\, ação que promove contação de histórias e possibilita a criação colaborativa de enredos com jogos e desenhos\, por meio de leitura de livros\, animações e narrativas criativas.  Outra leitura será do livro “O Espia das Montanhas“\, da autora Ana Carolina Neves\, que conta a história de Zinho\, um homem que ao perder a visão\, passa a enxergar a partir dos outros sentidos – olfato\, paladar\, audição\, e tato – antes de partir com sua irmã em busca de um milagreiro.  Ainda na programação infantil\, o “Lugar de Criação” propõe\, semanalmente\, atividades que visam engajar crianças e suas famílias em processos e experiências de pesquisa e criação\, a partir de materiais disponíveis em casa e do estímulo ao diálogo com procedimentos artísticos. As atividades são conduzidas pela equipe do JA.CA Centro de Arte e Tecnologia. Já para os adultos\, em especial educadores e artistas\, o #CCBBeducativoEmCasa apresenta um recorte especial do curso “Transversalidades”\, que tem entre seus temas as práticas artísticas e sociais\, a memória\, a produção de subjetividades\, de territórios e de patrimônios. A seleção resgata a ação “Arte indígena contemporânea“\, realizada no CCBB Rio de Janeiro\, em 2018\, sob a batuta do artista Denilson Baniwa – pertencente ao povo indígena Baniwa da região noroeste da Amazônia.Também reapresenta a ação “Questão de Gosto “\, realizada ano passado no CCBB Belo Horizonte\, por Carolina Figueira\, historiadora da alimentação\, que reflete sobre como\, ao longo da história\, os elementos culturais se constroem a partir de repertórios do ponto de vista alimentar. A partir de vídeos do #TBT Em Casa\, será possível revisitar exposições que deixaram saudades no “Com a Palavra”\, ação que promove visitas mediadas às exposições do CCBB conduzidas por especialistas ou profissionais referências em temas diversos\, com o intuito de apresentar\, a partir de outros campos do conhecimento\, múltiplos olhares e modos de conhecer e de se relacionar com a arte.O público terá a oportunidade de explorar a exposição 100 anos de Athos Bulcão\, com visita realizada em 2018 e conduzida pelo artista plástico Alexandre Mancini\, na capital mineira\, bem como poderá (re)visitar a exposição Paul Klee – Equilíbrio Instável\, realizada ano passado em São Paulo\, que recebeu a historiadora e curadora Fernanda Pitta para uma conversa sobre a mostra.Para deixar a programação digital ainda mais especial\, o #CCBBeducativoEmCasa vai oferecer “Visitas Mediadas” por quatro exposições em cartaz – porém com acesso presencial temporariamente suspenso – nas unidades do CCBB: “Vaivém”\, em Belo Horizonte; “Linhas da Vida – ChiharuShiota”\, de Brasília; “Ivan Serpa – A Expressão do Concreto”\, do Rio de Janeiro e “Egito Antigo – do Cotidiano à Eternidade “\, de São Paulo.Além de todos os conteúdos listados\, o #CCBBeducativoEmCasa promoverá uma série de webinários e disponibilizará artigos sobre arte-educação\, elaborados por convidados e especialistas da área. As agendas de atividades serão divulgadas semanalmente e terão transmissão pelo Instagram\, Facebook\, Youtube de cada unidade do CCBB.
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SUMMARY:TV cultura lança série Modernistas
DESCRIPTION:Produzida pela TV Cultura\, com direção do cineasta Ricardo Elias\, a emissora lança a série Modernistas\, que apresenta um dos movimentos mais importantes da cultura brasileira\, o Modernismo.  Quatro documentários inéditos relatam a vida e a obra dos principais artistas que participaram da Semana de Arte Moderna de 1922 – Tarsila do Amaral\, Oswald de Andrade\, Mário de Andrade e Victor Brecheret. Composta por quatro episódios de 26 minutos cada\, a série foi elaborada a partir de uma ampla pesquisa\, misturando depoimentos\, fotos de acervo pessoal\, acervo da TV Cultura e imagens de arquivo. “O documentário busca um olhar intimista e pessoal dos personagens\, mesclando depoimentos de autoridades no assunto com parentes próximos. A ideia é atualizar as figuras dos modernistas\, destacando não só o seu legado\, mas a influência que exercem até hoje. Já que os modernistas pensaram o Brasil como poucos na história da nossa cultura e estamos sempre recorrendo a eles quando precisamos discutir ou rever a nossa identidade”\, diz Ricardo Elias. A série estreia na TV Cultura nesta quarta-feira (13/5)\, às 22h45\, com o episódio sobre Tarsila do Amaral. Nas demais semanas (20 e 27/5 e 3/6)\, respectivamente\, vão ao ar a vida e obra de Oswald de Andrade\, Mário de Andrade e Victor Brecheret. Episódio 1 – Tarsila do AmaralTarsilinha – sobrinha-neta de Tarsila do AmaralConduzido pela sobrinha-neta de Tarsila conhecida como Tarsilinha\, a edição destaca a carreira artística da pintora até seu recente sucesso no MOMA – Museu de Arte Moderna de Nova York -\, em 2018\, com uma exposição exclusiva Inventing Modern Art in Brazil\, que a expôs para o mercado internacional. O episódio destaca também o sucesso da exposição Tarsila Popular\, em 2019\, no Masp\, em São Paulo\, que contou com a visitação de 402 mil pessoas – recorde de público. E o caráter didático das suas obras\, já que a pintora é uma das primeiras artistas a serem apresentadas para as crianças. Uma curiosidade a destacar é que a edição tem um dos únicos registros em vídeo de Tarsila\, feito em 1972\, e que pertence ao acervo da TV Cultura. A atriz Victoria Blat\, que atuou na série Dois Irmãos da Rede Globo\, interpreta em alguns momentos a pintora. Victoria Blat interpretando Tarsila do AmaralEpisódio 2 – Oswald de AndradeMarília de Andrade – filha de Oswald de AndradeNarrado pela sua filha mais nova\, Marilia de Andrade\, dançarina e professora da Unicamp\, o episódio fala da convivência com o mais ousado e controverso modernista. E aborda o esquecimento que Oswald foi submetido até ser resgatado pelo Teatro Oficina. Poético\, inovador\, ousado\, o documentário mescla os poemas do artista com imagens de seus livros e biografia pessoal. Como diz um dos depoentes na edição\, a obra de Oswald se pauta pela sua biografia. Sua trajetória artística e sua obra se misturam com fatos cotidianos\, como a briga com Mário de Andrade\, com quem se desentendeu e amargou um arrependimento até o fim da vida. Episódio 3 – Mário de AndradeMário de muitas faces\, como diz um dos seus poemas\, “Eu sou 300\, sou 350”. Pesquisador\, musicista\, professor de piano\, escritor\, agente cultural\, folclorista\, fotógrafo. Ele exerceu múltiplas atividades e em cada uma delas foi mais genial do que na outra. O autor do clássico Macunaíma também é um dos mais importantes pesquisadores da cultura brasileira. É responsável pelo registro e resgate de muitas danças e músicas folclóricas de todo o Brasil. Ele também criou uma série de aparatos culturais como bibliotecas itinerantes\, a Biblioteca Pública de São Paulo\, hoje Biblioteca Mário de Andrade\, e o Coral Lírico Paulistano. O episódio é conduzido pelo seu sobrinho Carlos Augusto de Andrade\, e ilustrado por um rico acervo de fotografias\, além de uma visita à antiga casa do artista\, hoje um centro cultural. O ator Paschoal da Conceição interpreta Mário de Andrade em alguns momentos. Episódio 4 – Victor BrecheretGênio\, escultor conhecido pelas obras espalhadas pela cidade de São Paulo\, a trajetória de Brecheret se mistura com alguns momentos importantes da história da capital Paulista. Ele também possui obras diversas que dialogam com a cultura brasileira. Na edição\, a filha de Victor Brecheret\, Sandra Brecheret fala da biografia do pai\, do período em que viveu na Europa\, seus grandes monumentos e também das esculturas funerárias que fez ao longo da vida\, entre elas a Musa Impassível\, exposta na Pinacoteca de São Paulo. Sobre Ricardo EliasPremiado diretor de cinema e televisão\, dirigiu os filmes Mare Nostrum (2018)\, Os 12 Trabalhos (2006)\, De Passagem (2003) e o média-metragem Um Filme de Marcos Medeiros\, além dos programas de televisão Manos e Minas\, Telecurso e TerraDois\, eleito Melhor Programa da TV Brasileira de 2017 pelo Prêmio APCA. O longa Os 12 Trabalhos foi premiado na categoria Terceiro Troféu Coral no Festival de Havana e Troféu Horizons no Festival de San Sebastián\, em 2006\, e Melhor Direção e Melhor Roteiro no Cine PE\, em 2007. Pelo longa-metragem De Passagem\, Elias recebeu os prêmios de Melhor Filme\, Melhor Direção\, Melhor Roteiro e Troféu da Crítica no Festival de Gramado; Melhor Filme na Mostra de São Paulo e Melhor Roteiro e Melhor Direção no Festival de Cinema Brasileiro de Miami\, todos em 2003. Já Um Filme de Marcos Medeiros levou o Troféu Pery Ribas e Troféu Especial do Júri no Festival de Gramado\, em 2000. Ver mais em: TV Cultura
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SUMMARY:Vera Hamburger dará curso online de Direção de Arte audiovisual
DESCRIPTION:Crédito: Feco Hamburger/Divulgação.23/10/2013Responsável pela direção de arte de algumas das mais emblemáticas obras da produção audiovisual brasileira (Carandiru\, Castelo Rá-tim-bum\, Ó Pai\, Ó e outros)\, Vera Hamburger apresenta este curso exclusivo para quem quer conhecer e se aprofundar no universo da direção de arte cinematográfica. O curso irá discutir o papel e a abrangência do desenho do espaço visual na concepção de filmes e séries e entender a função do diretor de arte no contexto de uma produção audiovisual – também em obras teatrais\, performáticas e exposições – e as relações de colaboração entre as áreas envolvidas nestes processos. As aulas\, teóricas e práticas\, irão se aprofundar sobre os métodos para desenvolvimento de projetos e apresentarão estudos de caso sobre produções das quais Vera participou como diretora de arte\, ilustrados por imagens de diferentes fases dos projetos. O processo será visualizado desde a pesquisa conceitual e iconográfica à escolha da locação ou estúdio; dos primeiros esboços ao projeto executivo; de fotografias de construção à imagens da cena produzida e captada. CronogramaAula 1 – O que é Direção de Arte? Qual o papel e abrangência da Direção de Arte em um filme?Aula 2 – O desenho do lugar e a cena: cenografia e objetosAula 3 – O desenho da figura e efeitos especiais. Estudo de caso 1Aula 4 – Estudo de caso 2 e encerramentoAlunoCarga horária total: 8h – 04 encontros Para:  estudantes e profissionais de cinema\, e todos os interessados em Direção de Arte cinematográfica. *Este curso é oferecido na modalidade ONLINE\, portanto é necessário ter acesso à internet. As aulas irão acontecer ao vivo em uma reunião por video-conferência. Indicamos que o participante tenha um computador ou celular com câmera e microfone. Vera HamburgerVera Hamburger é formada em arquitetura e urbanismo pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo\, em 1989. É titulada Mestre pelo Departamento de Artes Ciências da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo\, em 2014\, cuja dissertação “O desenho do espaço Cênico: da experiência vivencial à forma”\, encontra-se em vias de publicação pela Edições SESC.  Atua\, desde 1985\, nas áreas da direção de arte e cenografia para teatro\, dança\, ópera\, cinema e exposições\, além de dedicar-se á pesquisa ensino sobre o mesmo tema. Atuou como diretora de arte e cenógrafa\, na realização de peças cinematográficas de longa metragem\, ao lado de diretores como Hector Babenco\, Walter Lima Jr.\, Cacá Diegues\, Sérgio Rezende\, Cao Hamburger\, Tata Amaral\, Eliane Caffé e Philipe Barcinski.   É autora do livro “Arte em Cena\, a Direção de Arte no Cinema Brasileiro”\, Editora Senac e SESC\, 2014\, cujo trabalho rendeu o Prêmio Jabuti 2015. É\, também\, curadora do website Flávio Império   Inscrições no site: barco.art.br
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SUMMARY:Associação Brasileira de Arte Contemporânea estreia seu podcast
DESCRIPTION:Dia 29 de março (2020)\, a ABACT – Associação Brasileira de Arte Contemporânea – estreia seu próprio podcast\, o “Arte Contemporânea: da casca ao caroço“\, que trará conteúdos exclusivos com entrevistados que vão desde artistas até representantes de galerias de arte associadas. A cada quinze dias será lançado um novo episódio e entre os temas que serão abordados há discussões relacionando a arte ao atual momento que o mundo se encontra\, de necessidade de isolamento social\, já que este universo tem tido um papel fundamental neste processo de reclusão do indivíduo. De acordo com a ABACT o nome do podcast tem total relação com o que a associação espera de seu público ao ouvi-lo\, que é: não enxergar a beleza da arte superficialmente apenas (casca)\, mas também se aprofundar e conseguir entender tudo o que envolve a construção de uma obra e/ou exposição (caroço). “A ideia é que o público tire 10 minutos do seu dia para refletir como a arte contemporânea pode ser fundamental no dia a dia\, para inspirar\, entreter e até relaxar. E com isso as pessoas acabam por perceber quão importante é o trabalho dos artistas e todos os envolvidos para que grandes obras de arte cheguem até elas” – explica Luciana Brito\, presidente da ABACT.  Além disso\, o nome também tenta transparecer uma característica importante do podcast: a de trazer temas relevantes de forma descontraída e leve\, já que faz referência a uma confusão comum e engraçada com o nome da Associação – ABACT/Abacate. O podcast ‘Arte Contemporânea: da casca ao caroço’ pode ser acessado pelos aplicativos de reprodução Spotify\, Apple Podcasts e Google Podcasts ou diretamente pelo aplicativo agregador Anchor (clique aqui).1º episódio discute papel das produções artísticas em meio a uma pandemia A ABACT traz no episódio de estreia de seu podcast a artista Mariana Palma e a diretora da galeria Casa Triângulo\, Camila Siqueira\, para falar sobre como a indústria de arte contemporânea tem se reinventado no ambiente digital de forma a se manter ativa mesmo com a paralização de feiras e fechamento de portas de galerias e museus. Além disso\, o episódio traz uma discussão sobre a importância das produções artísticas em momentos áridos\, como o que estamos vivendo com a pandemia da covid-19\, que acabam sendo uma ajuda às pessoas em casa\, que estão mais propícias por conta do isolamento a ter desânimo\, falta de interesse e criatividade para enfrentar o dia a dia. Episódios de maio13/05 – Iniciativas das galerias para continuarem próximas do público  27/05 – Revisitando a exposição “Febre Amarela” de Vivian Caccuri Sobre a ABACTEntidade sem fins lucrativos criada em 2007\, a ABACT – Associação Brasileira de Arte Contemporânea reúne atualmente 45 galerias de arte do mercado primário\, localizadas em seis estados brasileiros e no Distrito Federal e que representam mais de mil artistas. Reconhecendo o papel fundamental da arte contemporânea na construção e exportação de uma imagem moderna do pensamento brasileiro\, a ABACT tem como missão ampliar o intercâmbio cultural\, promover ações para profissionalização e desburocratização do mercado e fomentar o diálogo e educação em torno do setor de arte contemporânea no Brasil\, valorizando as diferentes etapas de produção e seus responsáveis. Entre os projetos administrados pela Associação estão Art Weekend São Paulo e o projeto Latitude – platform for Brazilian art galleries abroad.
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SUMMARY:Egito Antigo na sua casa: CCBB SP disponibiliza conteúdos da exposição
DESCRIPTION:São Paulo\, abril de 2020 – Enquanto não retoma a  visitação presencial\, interrompida em 14 de março quando o Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo suspendeu as atividades temporariamente como medida para evitar a propagação do novo coronavírus\, a exposição Egito Antigo: do cotidiano à eternidade oferece uma seleção de materiais digitais exclusivos que podem ser acessados diretamente de casa.    “Nesse período de isolamento social\, seguir incentivando a  disseminação da cultura foi um dos propósitos da iniciativa”\, explica Cláudio Mattos\, gerente geral do CCBB SP. “Evidentemente que a  experiência de conferir as obras originais presencialmente é  insubstituível\, mas nesse momento\, oferecer alternativas é uma forma  importante de conexão e para entender a mostra”\, defende o gestor.   “Incentivar o acesso aos conteúdos virtuais é\, sem dúvida\, uma maneira  de contribuir com as pessoas durante este período de quarentena”\, reforça. Confira a seleção especialmente preparada pelo CCBB SP:Webinar* especial com o curador da exposição\, Pieter Tjabbes – Qual a importância da civilização egípcia para a história? Quais  peças compõem a exposição e como elas estão organizadas? Essas são  perguntas respondidas pelo curador. Formado em História da Arte\, Tjabbes conduziu webinar inédito aberto ao público em que explica aspectos de montagem da mostra\, curiosidades dos bastidores e elenca os destaques entre as 140 obras vindas diretamente do Museo Egizio de Turim\, na  Itália – segundo maior em acervo de cultura egípcia do mundo.  Para  acessar a íntegra do webinar\, basta clicar em: https://youtu.be/OoYyeR12LTk.  A apresentação de slides utilizada no webinar está disponível em: http://twixar.me/CP6T.  *Realizado e gravado no dia 03/04/2020.    Catálogo oficial da exposição – O catálogo oficial  da exposição Egito Antigo: do cotidiano à eternidade também faz parte  do conjunto de conteúdos disponibilizados. Nele\, é possível entender de  forma ainda mais aprofundada os aspectos da civilização egípcia  apresentados na mostra e como eles se relacionam. Para acessar\, clique  em: http://twixar.me/qP6T.  Caderno de Arte e Educação para a exposição – O  Programa CCBB Educativo preparou material especial para a exposição. O  Caderno de Arte e Educação reúne conteúdos indicados especialmente para  crianças\, concentrando textos explicativos e atividades estimulantes  sobre a mostra. Acesse em: http://twixar.me/nV6T.    Conteúdos da exposição com recursos de acessibilidade  – Tendo a integração de todos os públicos como objetivo\, estão  disponíveis materiais de audiodescrição\, audioguia e em Libras para quem  deseja conhecer os detalhes da mostra. Os conteúdos são  disponibilizados em https://www.musea.art.br/ e via aplicativo do Musea.   Passeio virtual pelo CCBB SP – É possível ainda fazer um passeio virtual pelo prédio histórico em que o CCBB SP está localizado\, no centro da capital paulista. O prédio construído em 1901 foi comprado pelo Banco do Brasil em 1923 e integralmente modificado e reestruturado para receber\, em 1927\, a primeira agência do Banco do Brasil em prédio próprio em São Paulo.  Com os elementos originais restaurados\, o prédio mantém as linhas que o tornam e revelam como um dos mais significativos exemplos da arquitetura do início do século passado. Conheça mais em: https://artsandculture.google.com/partner/ccbb-sao-paulo    Conhecimento com Curso online e Tour virtual –  Egito é um tema que realmente desperta muita curiosidade e é alvo de inúmeros estudos e teorias. Para aprofundar ainda mais o conhecimento após essa imersão pela mostra\, reunimos dois materiais extras: o curso online gratuito “As Pirâmides de Gizé: Arte Antiga do Egito e Arqueologia”\, promovido pela Universidade de Harvard (http://twixar.me/mV6T)\, e o tour virtual pelas pirâmides do Egito (visite em: http://twixar.me/0V6T). Aproveite!   Caso tenha problemas para acessar os links\, as URLs originais estão disponíveis abaixo: Webinar: https://youtu.be/OoYyeR12LTk    Apresentação utilizada no Webinar: https://drive.google.com/file/d/1lEKJAwxh5UWm411uJn9dYRiqycic16CR/view  Catálogo oficial: https://drive.google.com/file/d/10coTrV0_-UiffUoGUPSc1u HYPERLINK  “https://drive.google.com/file/d/10coTrV0_ UiffUoGUPSc1uYwhYLZlWKW/view”YwhYLZlWKW/view    Caderno de Arte e Educação: https://drive.google.com/file/d/1SKRZfjPM9VcyUJstPdEQqjxJa1bPHghD/view?usp=sharing   Conteúdos de acessibilidade: https://www.musea.art.br/  Tour pelo CCBB SP: https://artsandculture.google.com/partner/ccbb-sao-paulo  Curso online gratuito:  https://online-learning.harvard.edu/course/py HYPERLINK  “https://online-learning.harvard.edu/course/pyramids-giza-ancient-egyptian-art-and-archaeology”ramids-giza-ancient-egyptian-art-and-archaeology    Tour pelas pirâmides do Egito: https://artsandculture.google.com/streetview/9QEh91uq-NJ9BA?sv_lng=31.13178068127962  Site do Museo Egizio de Turim: https://museoegizio.it/
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SUMMARY:Galeria Patricia Costa inaugura coletiva Ave Evas
DESCRIPTION:Galeria Patricia Costa inaugura no dia 26 de março\, às 19h\, a coletiva “Ave Evas”\, com pinturas\, fotografias e objetos pictóricos das artistas Ana Durães\, Ana Luiza Rego\, Monica Barki e Nelly Gutmacher. Concebido por Sonia Salcedo del Castillo\, o título da exposição sugere o seu leitmotiv  curatorial: uma exaltação ao universo feminino em sua multiplicidade\, a  partir de quatro projetos poéticos distintos\, porém motivados por  semelhante afetividade e certa virilidade. Ave\, palavra de origem latina usada como saudação\, é carregada de entusiasmo e exaltação; Eva significa “a vivente\, a que tem vida”.  “No\n conjunto exposto\, há uma pulsão léxica\, de convivialidade\, que é \nulterior à retórica feminina. Trata-se de uma dinâmica\, possivelmente\, \nlegada de experimentações empreendidas entre as décadas de 60-80\, da \nperformance ao conceitual\, passando pela ideia de objetualidade que nos \nconduz à percepção de certa carnalidade corpórea\, quiçá emprestada da \npintura. Sensualidade de corpos\, curvas e formas sinuosas\, de frestas \nambíguas e imagens oníricas… de fragmentos míticos\, ancestrais\, \neróticos\, naturais…”\, explica Salcedo.   “Expressa\n na volúpia da arqueologia escultórica dos objetos de Nelly\, na \nluminosidade pictórica dos planos arbóreos de Durães\, na dramaturgia \nfotográfica de imagens viris ensaiadas por Barki\, na mítica pictural \nde vazios e cores (ou sarcasmos românticos de João e Salomés) construída\n por Rego\, enfim… a carne se faz verbo”\, ressalta a curadora. As obras e as artistasA paisagem\, a presença de árvores e a natureza integram o campo narrativo que Ana Durães instala nas suas pinturas\, de uma pesquisa já realizada há alguns anos. Na coletiva\, as pinturas apresentadas fazem parte da grande série Natureza Alterada\, resultantes de um trabalho realizado a partir da vegetação observada em suas incursões pelo interior do Brasil. Segundo a artista\, seria como olhar para o interior com uma visão mais profunda e  investigativa. Obras em exposição Pintura sobre tela\, 2019 (180 x 140 cm)Pintura sobre papel\, 2015-2019 (130 x 100 cm)Nas duas pinturas expostas por Ana Luiza Rego\, representações bem humoradas de objetos que se tornaram ícones de consumo\, ascensão social e luxo compõem um cenário para a história de personagens inspiradas na figura bíblica de Salomé\, independentes\, poderosas e atemporais\, que transitam por diferentes épocas.  Entre estes elementos\, representações masculinas inspiradas em João Batista apresentam um tipo de homem descartável\, que já não cabe mais no mundo feminino contemporâneo da mulher independente. A técnica utilizada\, óleo sobre tela\, resulta em uma pintura matérica\, rítmica\, onde o olhar circula pela obra acompanhando as pinceladas e os pontos de cor.  Obras em exposição Man in the wallet\, 2018 – Pintura sobre tela (100 x 75 cm)Shopping for men\, 2018 – Pintura sobre tela (120 x 150 cm)Monica Barki descortina o mundo fantasioso dos motéis cariocas. São ao todo cinco fotografias  de duas séries – Desejo e Arquitetura do secreto (2014/2017) -\, com  performances realizadas em diversos motéis do Rio de Janeiro.  Da Barra da Tijuca a São Gonçalo\, passando por Botafogo\, Lapa\, Glória e Avenida Brasil\, a artista frequentou as mais diversas suítes captando imagens com sua câmera.  Na maioria das vezes\, sou a Barki age como protagonista da obra\, elaborando e executando as ações. Ela cria nos quartos uma atmosfera quente\, sensual e convidativa\, utilizando a superposição de imagens\, jogos de espelhos\, máscaras\, luzes\, janelas\, objetos eróticos e instrumentos de prazer. Obras em exposição Mirrors\, 2014 – Fotografia sobre papel algodão (117 x 100 cm)Montagem Blue Mirror\, 2017 – Fotografia sobre papel algodão (110 x 300 cm)Shanti Om (1\, 2 e 3)\, 2017 – Fotografia sobre papel algodão (55 x 100 cm cada)Ao empregar seu próprio corpo para a moldagem inicial em gesso\, que depois será transformada em cerâmica\, Nelly Gutmacher pesquisa esta linguagem do corpo\, linguagem não discursiva. Age um pouco como o médico legista que disseca as partes do corpo para melhor conhecê-lo: seios\, ancas\, ventre\, pele\, tímpano\, hímen. E não contente em isolar estes fragmentos\, recolhe neles\, ou com eles\, a lingerie\, o sutiã\, a calcinha\, que são atributos de sedução\, segunda pele ou corpo. Erotizados pelo corpo\, estes objetos-fetiches são arqueologicamente parte dele\, portadores de significados. Mais: Nelly pesquisa\, no corpo\, os símbolos da repressão (ou da libertação): incrustações de chaves e de ornamentos. Obras em exposiçãoCoroa\, 2019-2020 – Resina (tamanho real)Vestido\, 2019-2020 – Resina (tamanho real)Deusa\, 2019-2020 – Resina (20 x 15 cm)Peitinhos\, 2019-2020 – Resina 70 unidades Busto\, 2019-2020 – Resina (8 x 32 cm)Objetos de tortura\, 2019-2020 – Resina (45 x 35 cm)Sementes vulvas\, 2019-2020 – Bronze (10 x 7 cm cada – 4 unidades)ServiçoArtistas: Ana Durães\, Ana Luiza Rego\, Monica Barki e Nelly GutmacherCuradoria: Sonia SalcedoAbertura: 26 de março de 2020\, das 19h às 22hExposição: 27 de março a 18 de abril de 2020Horário: Segunda a sexta\, das 11h às 19h. Aos sábados\, das 12h às 18hLocal: Galeria Patricia CostaEndereço: Av. Atlântica\, 4.240/loja 226 – Copacabana – RJTelefone: +55 21 2227-69294Entrada: Franca Classificação: Livre
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SUMMARY:Exposição Monográficas 1 - Carlos Scliar\, na Galeria de Arte André
DESCRIPTION:Carlos Scliar | Composição com Nêsperas.  A Galeria de Arte André abre\, no dia 24 de março\, a exposição Monográficas 1 – Carlos Scliar\, do artista gaúcho Carlos Scliar. Com curadoria de Mario Gioia\, a exposição traz cerca de 30 obras\, entre pinturas\, colagens e serigrafias feitas ao longo de toda a sua carreira.   Com uma trajetória reconhecida pela crítica e por colecionadores e curadores\, Carlos Scliar conta com uma extensa  produção ao longo dos 60 anos de seu trabalho como artista. Durante esse período\, expôs em cinco ocasiões diferentes na Galeria André\, em  1979\, 1983\, 1985\, 1989 e 1995. Na atual exposição\, há obras de diversas fases de sua trajetória\, e ainda desta última exposição\, feita em 1995\, que contou com texto de Olívio Tavares de Araújo.  “No caso deste début do programa Monográficas\, sobressaem a vitalidade da colagem\, a mobilidade do gênero natureza-morta\, a silenciosa opacidade das urbes em construção e as pulsantes relações plástico-visuais\, em especial de cor e forma”\, escreve Mario Gioia em seu texto curatorial. “Queremos solidificar num projeto de exposições o que a Galeria André tem de mais importante em sua história e valorizar artistas que hoje estão eclipsados”\, conta. Mario é curador do projeto Monográficas\, em que traz artistas que fizeram parte da trajetória da Galeria\, hoje com 61 anos de história. No segundo semestre de 2020\, é a vez de apresentar uma individual do italiano Enrico Bianco.   Scliar entre as montanhas e o mar Scliar transitou com uma volumosa produção entre as cidades de Cabo Frio\, no Rio de janeiro\, e Ouro Preto\, em Minas  Gerais. Mesmo não tendo sua produção desenvolvida em meio aos grandes centros\, suas obras eram vistas em coletivas e exposições em  prestigiados museus\, instituições e centros culturais. É o caso da grande exposição retrospectiva realizada no Museu de Arte Moderna  carioca\, em 1970\, com curadoria do influente crítico de arte Roberto Pontual\, expondo mais de 800 obras.   Em texto exclusivo e inédito feito para a publicação de 60 anos da Galeria André\, completados em 2019\, a historiadora de arte\, crítica e curadora Maria Alice Milliet afirma\, a respeito de Carlos Scliar\, que “sua pintura ia de encontro ao gosto de certo público que admirava o apuro técnico e a visualidade sóbria e equilibrada de suas telas. Em plena maturidade\, nada em seus quadros fazia lembrar o gravador preocupado com a questão social que ele havia sido. Na pintura seguiu as lições de Cézanne e do cubismo\, nos temas – naturezas-mortas\, paisagens\, retratos – e técnicas\, inclusive a colagem”.  O cronista Rubem Braga\, que o conhecia de longa data\, diz que “Scliar desiste de consertar o mundo com sua arte. O que faz hoje é um exercício de beleza\, que encerra uma louvação à vida”. Já Oswald de Andrade preconizou : “esse menino é uma vocação verdadeira…”. Esta Monográficas 1 – Carlos Scliar é uma rara oportunidade de revisitar a obra deste grande artista que já tem seu nome cravado na arte brasileira.   Scliar na Fundação Iberê Camargo A Fundação Iberê  Camargo\, um dos principais centros culturais do sul brasileiro\, localizada em Porto Alegre\, realiza\, até dia 8 de março  de 2020\, uma exposição de 180 trabalhos do chamado Grupo de Bagé\, do qual Carlos Scliar foi membro importante. A exposição Os quatro – Grupo de Bagé\, tem curadoria de Carolina Grippa e Caroline Hädrich. Além de Scliar\, estão representados Glauco Rodrigues\, Glênio Bianchetti e Danúbio Gonçalves. Carlos Scliar Filho de intelectuais e de ascendência judaica\, Carlos Scliar nasceu em Santa Maria\, no Rio Grande do Sul\, indo a São Paulo e Rio de Janeiro com 19 anos\, onde teve contato com o pintor Cândido Portinari. Destacado  desenhista\, gravurista\, pintor\, ilustrador\, cenógrafo\, roteirista e designer gráfico brasileiro\,  participou constantemente de exposições no Brasil e em todos os centros artísticos mundiais\, acumulando êxito em todos eles. Ativista social engajou-se em vários movimentos\, como o 1º Congresso da Juventude Democrática\, na Checoslováquia e em manifestações brasileiras\, seja produzindo cartazes ou ilustrando livros e revistas. Serviu à Segunda Guerra Mundial nos anos 1940 pela Força Expedicionária Brasileira (FEB). Na volta ao Brasil\, atuou em movimentos contra a ditadura Vargas\, com intensa participação política.   Realizou também trabalhos gráficos como para a peça teatral Orfeu da Conceição\, do poeta Vinícius de Moraes que estreou no Teatro Municipal do Rio de Janeiro\, em 1956. Também faz trabalhos para o filme Rio Zona Norte (1957)\, do diretor Nelson Pereira dos Santos. Ainda no final da década de 1950\, entre março de dirige o Departamento de Arte da revista Senhor\, publicada no Rio de Janeiro.  Produziu também obras públicas como para o edifício sede do Banco Aliança\, projetado pelo arquiteto Lucio Costa\, no Rio de janeiro. Na década de 1970 produziu painéis para a Museu Manchete\, no Rio de janeiro\, para a prefeitura de Porto Alegre\, para o Centro Administrativo de Salvador e para a Imprensa Oficial do Rio de Janeiro\, em Niterói.   Sobre o curador Mario Gioia Nascido em São Paulo\, em 1974\, é graduado pela ECA-USP (Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo). Integrou o grupo de críticos do Paço das Artes desde 2011\, instituição na qual fez o acompanhamento crítico de Luz Vermelha (2015)\, de Fabio Flaks\, Black Market (2012)\, de Paulo Almeida\, e A Riscar (2011)\, de Daniela Seixas. Foi crítico convidado de 2013 a 2015 do Programa de Exposições do CCSP (Centro Cultural São Paulo) e fez\, na mesma instituição\, parte do grupo de críticos do Programa de Fotografia 2012.  Em 2016\, a mostra Topofilias\, com sua curadoria\, no Margs (Museu de Arte do Rio Grande do Sul)\, em Porto Alegre\, foi contemplada com o 10º Prêmio Açorianos\, categoria desenho. É colaborador de periódicos de artes como Select e foi repórter de artes visuais e arquitetura da Folha de S.Paulo de 2005 a 2009. De 2011 a 2016\, coordenou o projeto Zip’Up\, na Zipper Galeria\, destinado à exibição de novos artistas e projetos inéditos. Na ArtLima 2017 (Peru)\, assinou a curadoria da seção especial CAP Brasil\, intitulada Sul-Sur\, e fez o texto de Territórios Forjados (Sketch Galería\, 2016)\, em Bogotá (Colômbia). Em 2018\, assinou a seção dedicada ao Brasil na Pinta (Miami\, EUA) e a curadoria de Esquinas que me atravessam\, de Rodrigo Sassi (CCBB-SP).  Sobre a Galeria de Arte André Fundada em 1959 pelo romeno André Blau\,  a Galeria de Arte André é atualmente referência no mercado de arte brasileira. Com 61 anos de  atuação\, é considerada a maior galeria de arte da América Latina. Atualmente dirigida por Juliana Blau\, a casa ajudou a forjar o mercado de arte no Brasil e passou por diversos endereços até se consolidar na Rua Estados Unidos\, entre a Avenida Rebouças e a Alameda Gabriel Monteiro da Silva.  Referência no mercado de arte brasileira\, há décadas a Galeria de Arte André acolhe gerações de artistas e incentiva o surgimento de  colecionadores e amantes das artes. Conhecida pelo seu acervo de  esculturas e obras de artistas como Aldemir Martins\, Alfredo Volpi\, Bruno Giorgi\, Carlos Araujo\, Carlos Scliar\, Cícero Dias\, Clóvis Graciano\, Di Cavalcanti\, Frans Krajcberg\, Guignard\, Hector Carybé\, Manabu Mabe\, Orlando Teruz\, Roberto Burle Marx\, Sonia Ebling e Tomie Ohtake\, entre muitos outros\, a casa oferece ao público exposições periódicas e projetos educacionais e culturais.   Agenda da galeria em 2020 Em 2020\, a Galeria de Arte André segue com a agenda repleta. Em maio\, acontece exposição individual de Victor  Brecheret\, abrindo as comemorações dos 100 anos da Semana de Arte Moderna de 1922\, com curadoria ainda a definir. Em agosto\, acontece a  segunda Monográficas\, dedicada a obra do italiano Enrico Bianco. E\, para fechar o ano\, em outubro\, serão apresentadas as esculturas em mármore de Valdo Kerpen\, com curadoria ainda a ser definida.  Serviço  Coquetel de abertura – 24 de março\, terça-feira\, 20h  Período expositivo: 24 de março a 18 de abril  Horário de funcionamento: segunda a sexta\, das 10h às 20h | sábados das 10h às 14h  Endereço: Rua Estados Unidos\, 2.280 –  Jardim Paulistano  Telefones: (11) 3081-9697 / 3081-3972 / 3063-0427
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SUMMARY:Gabriel Wickbold apresenta retrospectiva no Museu da Arte Brasileira da FAAP
DESCRIPTION:Artista exibe um recorte de cinco séries produzidas nos últimos 12 anos de trajetória na fotografia contemporânea As\n séries autorais de Gabriel Wickbold são construídas por meio de \nnarrativas inspiradas no ser humano inserido em questões cotidianas. \nSustentabilidade\, envelhecimento\, tecnologia\, conectividade\, luz e corpo\n são algumas das temáticas exploradas pelo fotógrafo\, que apresenta a \nindividual Gabriel Wickbold 2020\, no Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB FAAP)\, a partir de 11 de março. A mostra retrospectiva reúne mais de 100 obras que integram cinco das séries desenvolvidas pelo artista nos últimos 12 anos. São elas: I am Light\, Naïve\, Sexual Colors\, I am on-line e Sans Tache. Expoente da fotografia contemporânea\, Gabriel Wickbold destaca-se pela estética  de suas obras. O uso de cores extravagantes é um recurso que aplica para  captar a atenção do público\, que é convidado a adentrar temáticas  complexas da experiência humana por meio da dualidade entre fantasia e  realidade. A primeira mostra institucional de Wickbold é marcada pelo  uso da tecnologia e acontece como um desdobramento do livro homônimo que  lançou no último ano durante a 15.ª edição do Festival Internacional de  Arte de São Paulo\, a SP-Arte. Dividida em cinco salas no MAB FAAP\, a mostra dedica um espaço para cada série\, em um percurso que permite conectar a trajetória do artista por meio de  seus trabalhos mais icônicos. I am Light (2018)\, converge  pinturas humanas com a aplicação de glitter e tem como resultado telas  com cores potentes\, que criam efeitos de aura nos personagens. Sans Tache (2014)  critica a relação do homem com o envelhecimento e provoca uma reflexão  sobre as marcas de expressão e o uso abusivo de recursos de computação  para manipular uma estética inatingível. Em I am online (2016)\, o  fotógrafo discute o sufocamento causado pela alta conectividade com a  internet e as máscaras que criamos para as redes sociais. “Tem\n sido um prazer enorme viajar pelo mundo com a minha arte e entender \nque\, independente do lugar\, os temas das minhas séries são extremamente \nhumanos e conseguem dialogar com qualquer cultura”\, afirma Wickbold. \nPara o artista\, que é embaixador da BMW no Brasil – marca patrocinadora \nda mostra –\, a individual no MAB FAAP é uma oportunidade para o público \nconhecer a pesquisa e estética de seu trabalho\, que já passou por \nimportantes feiras no Brasil e no mundo. O espaço prestigiado já recebeu\n outros relevantes nomes da fotografia\, como Mario Testino\, Bob \nWolfenson\, Bob Gruen e JR Duran.  Sobre o artistaDesfrutando\n do reconhecimento crítico e comercial alcançado nos últimos anos\, o \nartista foi mais uma vez sucesso de vendas na SP-Arte e na SP-Foto de \n2019. Teve seu trabalho exibido internacionalmente no ano passado em \nexposições individuais em Lisboa e Londres e na Xposure\, um dos maiores \nfestivais de fotografia do mundo\, realizada nos Emirados Árabes Unidos\, \nonde foi um dos homenageados e conquistou definitivamente o respeito da \ncrítica mundial. ServiçoGabriel Wickbold 2020 Onde: Museu de Arte Brasileira da FAAP Endereço: R. Alagoas\, 903 – Higienópolis\, São Paulo Quando: 11 de março a 23 de maio Horários:  De segunda a sexta-feira\, das 10h às 19h – última entrada às 18h; Aos sábados\, domingos e feriados\, das 10h às 18h – última entrada às 17h;(Fechado às terças-feiras\, inclusive quando feriado)Entrada GratuitaSobre a Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP)Sustentada em três pilares: tradição\, cultura e inovação\, a FAAP é hoje um grande polo de educação\, com Ensino Médio\, 19 cursos de graduação\, nas áreas de Exatas e Humanas\, pós-graduação\, cursos de aperfeiçoamento de  curta-duração\, além de programas de idiomas\, intercâmbio e eventos de  alto nível que complementam a formação do aluno. Além de São Paulo\, a  FAAP está presente em São José dos Campos\, em Ribeirão Preto e em  Brasília.
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SUMMARY:MIS recebe arte e ativismo ambiental de Thiago Cóstackz
DESCRIPTION:Artista multimídia lança novo livro\, documentário e exposição com instalações\,  esculturas e fotografias\, todo o conjunto produzido dentro do projeto S.O.S  Terra\, que realiza expedições ao redor do planeta; abertura acontece no dia 09  de março\, a partir das 18h. De 09  a 18 de março\, o MIS recebe obras do  artista e ativista ambiental Thiago Cóstackz\, que lança o livro “Tupiland goes to Greenland”\, em edição bilíngue; o documentário “A Terra de Frente”; e 25 obras entre instalações\, esculturas\, fotografias e músicas\, como parte do projeto S.O.S Terra.   Idealizado por Cóstackz há 12 anos\, o S.O.S Terra é uma ambiciosa  iniciativa\, que entrelaça arte multimídia e ações ambientais\, já realizadas em  três continentes\, com mais de 100 mil quilômetros percorridos pelo artista e sua  equipe em grandes cidades e lugares ameaçados ao redor do planeta. O resultado são trabalhos ousados\, inovadores e sustentáveis\, que se utilizam de diversas  linguagens artísticas para expressar urgências  de um tempo. As obras que estarão no \nMISCom 107 páginas\, edição bilíngue\,  capa dura e impresso de forma sustentável\,  o livro “Tupiland goes to Greenland” teve lançamento prévio no  final do ano em instituições americanas\, como a Universidade de Colúmbia e a  Universidade de Nova York. Agora\, será distribuído ao público durante o  lançamento até o final da exposição no MIS. Por meio de imagens\, poesias e  textos científicos\, a obra relata a mais recente expedição do S.O.S Terra realizada à Groenlândia e Amazônia\, e reflete sobre a atual situação do planeta.  O projeto gráfico foi feito pelas Irmãs de Criação.   Além da troca cultural promovida por  Cóstackz\, que levou em suas performances elementos da Amazônia para o Ártico e  vice-versa\, o título do livro se refere ao fato da devastação ambiental ignorar  fronteiras\, como as queimadas na Amazônia\, por exemplo\, afetando até mesmo o  degelo e o escurecimento da Grande Capa da Groenlândia\, a segunda maiormassa de gelo da terra.  O livro  também estará disponível para download gratuito em www.costackz.com/sosterra   Arctic Mother Goes To Amazon | Performance de Thiago Costackz com os indios TuiucasJá o documentário \n“A \nTerra de Frente”\, dirigido \npelo multiartista\, com uma hora de duração\, traz imagens de locais em risco por \nmudanças climáticas\, na Islândia\, Groenlândia e Amazônia brasileira\, e o \nprocesso de montagem das instalações e performances realizadas por Cóstackz \nnestas regiões. O filme intercala ainda entrevistas com cientistas brasileiros e \neuropeus\, além de participações da líder indígena Sônia \nGuajajara\, da ativista Céline Cousteau\, e o pajé Bire Huni Kuin\, \nda etnia Kaxinawa\, do \nAcre. A trilha sonora é assinada pelo duo musical C2H\, \nque Cóstackz integra com o músico islandês Hjörvar Hjörleifsson. A montagem e a finalização foram \nfeitas pela agência Younik. O filme ficará em cartaz no MIS até 18 de \nmarço. \n Na exposição\, o artista funde  elementos pop e míticos em um conjunto de fotografias\, instalações e esculturas. Entre os destaques  estão a peculiar escultura “Cactus on Ice”\, feita em acrílico translúcido  reciclável; “Trash Coral”\, esculturas minimalistas de porcelana\, que alertam  para o lixo plástico nos oceanos e para o branqueamento e morte dos corais; e a  escultura de aço reutilizado\, “Silver Bird”. “Mas a mais polêmica talvez seja “Made in Brazil 2019”\, que alude diretamente aos tempos bélicos e de autoextermínio  que vivemos hoje”\, afirma Cóstackz. Silver Bird Head esculturaEm fotografia\, são cerca de 15  imagens entre paisagens\, trabalhos de body art e performances de  Cóstackz\, como“The Great Tupi Mother on Ice”\, quando realizou uma dança performática sobre um iceberg no Oceano  Glacial Ártico; ouem visita a uma  tribo Tuiúca\, na Floresta Amazônica\,   executando uma dança cerimonial com os índios da aldeia (performance “The  Great Artic Mother in Amazon”). Outros destaques são “Jaguar in  Arctic”\, “Plastic” e “Morte no Mar Negro”.   Ativismo nas \nartesThiago \nCóstackz não poderia estar mais conectado a seu tempo do que agora. \nImpactos ambientais são uma prioridade em todos os seus trabalhos desde o início \nda carreira\, há quinze anos\, antes da tendência se consolidar em grandes eventos \ne importantes galerias de arte pelo mundo. “A arte não nasce para ser ativista\, \nmas se podemos usar o seu poder instigador para provocar acerca dos muitos \nproblemas ambientais\, por que não fazê-lo?”\, afirma Cóstackz. E \ncomplementa: “Artistas geralmente produzem obras que de alguma forma representam \no espírito de seu tempo\, portanto\, sou apenas um artista lendo meu tempo e \ncolocando um espelho diante dele”. Saiba MaisProjeto S.O.S Terra completa 12 anos \nO S.O.S Terra nasceu em 2008 com o \nobjetivo de colocar a arte a serviço da ciência e da conscientização ambiental\, \nquando tal associação ainda poderia causar susto ou desdém entre círculos mais \nconservadores. O tema sempre mobilizou Cóstackz\, que mesmo em obras como a \npintura\, utiliza tintas à base de água\, argilas naturais\, além de reaproveitar o \nque é considerado lixo\, garimpando materiais em locais como o centro de São \nPaulo.  A primeira expedição internacional do \nS.O.S \nTerra “Para que o mundo não acabe” aconteceu \nem 2013 \ne percorreu 10 \nlugares ameaçados\, instalando obras de arte que chamavam a atenção para a \nnecessidade de mudar hábitos nocivos ao planeta. A expedição passou pelo \nBrasil\, \nAmérica do Norte\, Rússia e países da \nEuropa. A \nmais recente\, batizada de “Tupiland goes to \nGreenland” \naconteceu em 2018 e seguiu pela Groenlândia\, Islândia\, Dinamarca\, além da \nAmazônia\, com intervenções artísticas\, performances e entrevistas com cientistas e especialistas em mudanças \nclimáticas.  Sobre o artistaNascido \nem Natal (RN)\, Thiago Cóstackz\, 35\, é ativista desde os 10 anos de idade e vive \nhá 13 anos em São Paulo. \nSua arte\, vigorosa em permanente evolução\, manifesta-se em \nmúltiplas linguagens e suportes\, do body \nart a performances\, da pintura a intervenções urbanas de enormes \ndimensões e da fotografia ao audiovisual. Já apresentou mostras inspiradas em \nobras de Franz \nKafka\, Dostoievski\, Darwin\, Stephen Hawking\, entre outros\, além de ter \nrealizado uma intervenção invocando questões ambientais e de Direitos Humanos no \naclamado show The \nWall\, de Roger Waters (ex-Pink Floyd)\, em 2012\, a convite do músico. \n(veja mais em https://www.thiagocostackz.com) Ações educativas: das escolas públicas de São Paulo a estudantes no exteriorOutra frente na qual Cóstackz atua é \na educação. No último ano falou para cerca de oito mil estudantes de São Paulo\, \nespecialmente em escolas públicas.  \nEm outubro do ano passado\, Cóstackz foi a Nova York para lançar o livro e \nrealizar uma exposição no BEA – Brazilian Endowment of the Arts\, e a história se \nrepetiu com estudantes locais\, com a realização de palestras e exposição na \nUniversidade de Columbia\, Universidade de Nova York e La Guardia College \nUniversity. O Projeto S.O.S é patrocinado pela \nempresa Air Liquide\,  por meio do \nPROAC – Governo do Estado de São Paulo e Secretaria de Cultura e Economia \nCriativa do Estado de São Paulo\, e pelo Aplicativo Rhapidus. Thiago Cóstackz e S.O.S Terra no MISABERTURA: 09 de março\, às 18h (aberto à visitação até 18 de março)HORÁRIOS: de terça a sábado\, das 10h às 20h; domingo\, das 10h às 20h Lançamento do livro “Tupiland goes to  Greenland” Lançamento do documentário “A  Terra de frente” Exposição de fotos\, esculturas e instalações Evento gratuito MIS –  Av. Europa\, 158 – Jardim Europa – São Paulo – SP
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SUMMARY:Leila de Sarquis expõe na Thomas Baccaro Art Gallery
DESCRIPTION:Thomas Baccaro Art Gallery expõe individual da artista Leila de Sarquis\, com 33 pinturas em óleo sobre tela. Leila de Sarquis iniciou sua carreira em 1977. Divagando pelos artifícios da pintura a óleo\, escultura\, objetos\, instalação e fotografia\, a artista perpassa pelo universo do onírico e do subconsciente.  Suas múltiplas abordagens e linguagens partem de uma definição de arte que considera\, sobretudo\, sua potência como experimento e vivência poética. Posto isso\, adentra-se um terreno em que a arte se torna uma pressuposição; encontra-se defronte uma situação em que uma visão – a da artista – é tomada como fonte instigante de expressividade. “Nas telas de Leila de Sarquis a pintura funciona como armadilha para capturar a figura e captura também o observador desarmado.” Maria Alice Milliet (Curadora em Artes Visuais\, Crítica e Historiadora da Arte) ServiçoPer.Cursos – 1980 à 2000Curadoria: Thomas BaccaroTexto: Maria Alice MillietEndereço: Rua Bastos Pereira\, 39 – Vila Nova Conceição SPTelefone: (11) 96434-1331
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SUMMARY:Exposição interativa revela a beleza da Matemática
DESCRIPTION:A exposição interativa Matemática: um outro olhar abre a programação de 2020 do Centro Universitário Maria Antonia da USP trazendo objetos feitos para encantar\, desafiar\, instigar e surpreender os visitantes de todas as idades\, mesmo aqueles que não costumam ter uma relação tão amigável com essa ciência por relacioná-la apenas a conteúdos escolares. A mostra\, que será aberta no dia 5 de março\, reúne peças do acervo do Centro de Difusão e Ensino Matemateca do Instituto de Matemática e Estatística (IME) da USP\, que há 17 anos produz materiais que despertam o interesse das pessoas por matemática.     “Tudo é interativo e pode ser tocado. Alguns temas podem ser familiares\, outros nem tanto\, mas as peças sempre trazem para o visitante uma experiência real que o aproxima da beleza da matemática sem a linguagem formal que a caracteriza”\, diz o curador da mostra e também diretor da Matemateca\, Eduardo Colli\, explicando que cada objeto pode ser visto de formas diferentes\, de acordo com a experiência prévia do visitante. Entre as atrações estão as “árvores de steiner”\, que mostram como as películas de sabão nos dão a resposta para saber a menor distância entre dois pontos\, e jogos em que os visitantes podem se divertir e aprender por meio de modelos matemáticos\, como tratar das mais diversas situações de conflito e cooperação entre dois ou mais agentes. Para enriquecer  a interação com o público\, estudantes de graduação e de pós-graduação do IME atuarão como mediadores\, tirando dúvidas e discutindo o conteúdo com os visitantes.  Escolas podem agendar visitas monitoradas pelo email matemateca@ime.usp.br ou pelo telefone (11) 3091-1884.  No dia 14 de março também será comemorado pela primeira vez o Dia Internacional da Matemática\, instituído recentemente pela Organização das Nações Unidas para a Educação\, a Ciência e a Cultura (Unesco). Neste dia\, além da exposição\, haverá programação especial aberta à população no Centro Maria Antonia.  Foto: Jogos/ Alisson Ricardo Matemateca O Centro de Difusão e Ensino Matemateca\, mais conhecido como Matemateca\, surgiu em 2003 da vontade de professores do Instituto de Matemática e Estatística (IME) da USP de transmitir a visão da matemática dos especialistas diretamente ao público leigo\, propondo novos olhares e uma relação mais próxima dessa ciência com a vida cotidiana ou com desafios instigantes. Seu acervo vem sendo  construído desde então e exibido em diversas cidades do país.      Texto: Sandra Lima  Serviço Exposição Interativa Matemática: um outro olharOnde |  Centro Universitário Maria Antonia – Edifício Rui Barbosa Rua Maria Antônia\, 294 – Vila Buarque – São Paulo\, SP (próximo às estações Higienópolis e Santa Cecília do metrô) Abertura | 5 de março de 2020 às 19 horasVisitação | De 6 a 29 de março de 2020  Horário | terça a domingo\, e feriados\, das 10 às 18 horas Classificação | Livre Quanto | Grátis Informações | (11) 3123-5202 Agendamentos | visitas monitoradas para escolas e grupos com mais de 20 pessoas devem ser marcadas pelo e-mail matemateca@ime.usp.br ou telefone (11) 3091 1884
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SUMMARY:A metropolização de São Paulo no legado de Rino Levi
DESCRIPTION:O Itaú Cultural abre a série Ocupação apresentando a vida e obra do arquiteto. A 49ª exposição do gênero\, idealizada para destacar o trabalho e a trajetória de artistas que são referência em sua área\, revela a modernização\, verticalização e mudança de parâmetros implementadas por ele na cidade. Um seminário\, lançamento de um livro sobre o seu universo\, filmes online e ações educativas marcam a iniciativa Em 1926\, quando o brasileiro\, filho de italianos\, Rino Levi (1901-1965) chegou em São Paulo\, depois de estudar na Escola Superior de Arquitetura de Roma\, a cidade crescia atabalhoadamente. Coube a este arquiteto e urbanista harmonizar e integrar arquitetura\, artes e natureza e atuar diretamente na metropolização paulistana. Tem a sua marca\, a verticalização do centro com atividades de serviço\, comércio\, lazer e cultura e a expansão horizontal formatada por bairros residenciais. Devem-se a ele\, ainda\, a diversificação e a especialização das atividades econômicas e profissionais em torno da arquitetura. A sua trajetória\, em suma\, se confunde com a história e a cultura da cidade que ajudou a construir. Este percurso pode ser conferido na Ocupação Rino Levi\, no Itaú Cultural\, de 29 de fevereiro a 12 de abril. A 49ª exposição da série Ocupação tem concepção e realização do próprio instituto\, que divide a curadoria com a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU/USP). As equipes do Observatório Itaú Cultural e da Enciclopédia Itaú Cultural\, formando a equipe de curadores\, contaram com cocuradoria dos arquitetos e professores Hugo Segawa\, Joana Mello\, Mônica Junqueira\, Renato Anelli e Tatiana Sakurai. O projeto expográfico é assinado pelo escritório de Stella Tedesco. Esta mostra integra a série de ações do Itaú Cultural voltadas para figuras fundamentais da arquitetura brasileira\, que já contou com outras de Gregori Warchavchik\, Paulo Mendes da Rocha\, Vilanova Artigas\, Flávio Império\, Oscar Niemeyer e Sergio Rodrigues. A ocupaçãoEntre croquis\, maquetes\, recortes de jornais\, fotografias\, vídeos inéditos e projetos desenhados por ele\, mas nunca construídos\, a exposição traça um amplo panorama do trajeto de Levi. Só para citar algumas obras dele que nunca saíram do papel\, tem a do Viaduto do Chá – imaginado totalmente diferente do que os transeuntes do centro da cidade se acostumaram a ver. Também vale citar uma maquete do que seria Brasília\, hoje\, caso o arquiteto não tivesse perdido para Oscar Niemeyer no concurso de 1957\, quando se elegeu o plano urbano da então futura capital do país.  Na ótica de Levi\, o Distrito Federal abrigaria finos blocos de 300 metros de altura\, com dois níveis de garagem e 20 andares habitáveis. Assim\, incorporaria o cerrado ao cotidiano dos brasilienses concentrando grupos de 16 mil moradores. Esta concentração próxima ao centro urbano e administrativo\, ao contrário de hoje\, facilitaria o deslocamento a pé. Esta obra apresentada na exposição\, também tem versão tátil para o público cego. Outras ferramentas de acessibilidade são igualmente encontradas por todo o espaço expositivo\, como   uma carta transposta para o braile\, dele para Álvaro Vital Brasil respondendo sobre a organização de seu escritório\, em 1947\, encontrada no acervo da biblioteca da FAU\, assim como orientações do arquiteto para a realização de fotografias internas em um apartamento do Edifício Prudência. Todos os vídeos expostos também têm tradução em Libras\, a língua brasileira de sinais. Situada no Piso Térreo\, a Ocupação Rino Levi se desdobra em cinco eixos. No primeiro\, ele é apresentado com todas as suas credenciais: um arquiteto e urbanista que se destacou pela variedade e qualidade de projetos que marcam a paisagem urbana de São Paulo. Entre eles\, o Teatro Cultura Artística\, os antigos cinemas UFA Palácio\, situado na avenida São João\, Universo – este\, podendo ser revivido por meio de uma obra executada em realidade virtual – e Ipiranga. Ainda\, os hospitais Antônio Cândido de Camargo do Instituto Central do Câncer e Einstein\, o banco Sul-Americano do Brasil. No eixo Morar Moderno\, encontram-se os projetos de Levi em diferentes escalas\, privilegiando a flexibilidade dos espaços e a integração entre arte\, design e paisagismo. Os ambientes repensados pelo arquiteto com nova disposição e áreas mais arejadas e independentes\, costumavam ter uma interação com paisagismo. Entre as moradias\, vale destaque o até hoje admirado Edifício Prudência\, situado na Avenida Higienópolis e tombado pelo Departamento do Patrimônio Histórico em 1994.  Ele próprio construiu a sua residência na Avenida 9 de Julho\, entre as ruas Suécia e Noruega. Ocupada\, na atualidade\, pela galeria de arte Luciana Brito\, ainda se destaca a integração do interior com o paisagismo no exterior da casa. Metrópole Vertical\, mais um núcleo da mostra\, mergulha nas experimentações do arquiteto homenageado com novas disposições nas plantas dos apartamentos e escritórios\, assim como a abertura das janelas e dos balcões para a paisagem urbana. Na sequência\, Cidade Nova apresenta ao público a arquitetura de Levi integrada ao urbanismo\, transportando para os projetos o conceito de alma brasileira\, em que vegetação e belezas naturais garantiriam vivacidade e cores únicas no mundo. Por fim\, em Metrópole Cultural encontram-se seus projetos – realizados ou não – voltados para novos modos de lazer de massa. Entre eles\, o Teatro Cultura Artística\, que se destaca na paisagem pelo gigantesco painel de Di Cavalcanti em sua fachada. Construído no terreno do antigo Velódromo de São Paulo\, o primeiro estádio de futebol do país\, este teatro foi atingido por um incêndio em 2008\, que praticamente o destruiu. Está em reconstrução desde 2018. Rino Levi\, tornou a arquitetura e o urbanismo disciplinas indissociáveis. Ele foi também professor e representante de classe profissional\, construindo uma ampla rede de relações no Brasil e no exterior. Em seu escritório\, um dos primeiros a serem construídos no país com esse fim\, além do contato com clientes\, colaboradores\, fornecedores e editores de revistas\, passaram dezenas de estagiários que difundiram seu modo de trabalhar e sua arquitetura. Na FAU/USP\, onde foi professor de 1957 a 1960\, participou da reestruturação do curso\, criou importantes parcerias de trabalho e conviveu com centenas de alunos\, cujos trabalhos buscou divulgar. No Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento de São Paulo (IAB/SP)\, como sócio e presidente (1954-1955)\, estabeleceu contatos com os principais profissionais de seu ramo em todo o mundo e participou ativamente de órgãos de classe internacionais comprometidos com o fomento e a difusão da profissão\, como a União internacional de Arquitetos (UIA). Esta rede de relações que ele teceu ao longo de sua vida – interrompida precocemente aos 63 anos\, quando acompanhava Burle Marx\, seu amigo e colaborador nos projetos paisagísticos\, em uma expedição botânica no interior da Bahia –\, também se encontra na exposição em sua homenagem. Seminário e livroEm sinergia com a Ocupação Rino Levi\, o Itaú Cultural realiza nos dias 2 e 3 de março (segunda-feira e terça-feira)\, o seminário Móvel\, Casa e Cidade: Arquitetura e Modernização\, em parceria com a FAU-USP. No primeiro dia\, das 19h às 22h\, é realizado no instituto o lançamento\, pela Romano Guerra Editora\, de Rino Levi\, Arquitetura e Cidade. Trata-se da segunda edição do livro monográfico sobre Levi e primeira publicação da editora. Lançado originalmente em 2001 e esgotado há mais de 10 anos\, a obra retorna com apoio da coletividade\, que viabilizou a nova publicação via patrocínio coletivo. Neste dia\, às 19h\, é realizada uma mesa redonda formada pelos professores e arquitetos Renato Anelli\, Abilio Guerra\, Nelson Kon\, Barbara Levi\, Antonio Carlos Sant’Anna e Paulo Bruna. Resultado do doutorado de Anelli\, da pesquisa iconográfica da equipe liderada por Guerra e de ensaios fotográficos originais de Kon\, a publicação em português-inglês aborda histórica e criticamente a vasta produção de Rino Levi\, inserindo-o no rol dos pioneiros da arquitetura moderna em São Paulo. Suas principais obras arquitetônicas e urbanísticas estão registradas em centenas de imagens (croquis\, desenhos\, fotos) e informações variadas (datas\, programas\, dados técnicos e construtivos). A segunda edição\, revisada e ampliada\, traz novo projeto gráfico assinado por Dárkon Vieira Roque\, imagens tratadas a partir dos arquivos digitais brutos\, textos revisados segundo a reforma ortográfica de 2009\, além de imagens inéditas do arquivo fotográfico de Nelson Kon\, do Acervo Digital Rino Levi\, e do acervo pessoal de Barbara Levi\, sua filha. Filmes e ações educativasEm diálogo com esta Ocupação\, o Itaú Cultural produziu uma publicação e um hotsite e preparou uma mostra online de filmes clássicos que retratam a cidade naquele tempo. Os longas-metragens subirão no site do instituto (www.itaucultural.org.br)\, de 2 a 12 de abril. São os seguintes: São Paulo\, Sinfonia da Metrópole\, de Adalberto Kemeny e Rodolfo Lustig (1929)\, São Paulo\, Sociedade Anônima\, de Luís Sérgio Person (1965)\, Os cinemas estão fechando\, de Abrão Berman\, (1980) e Quando as luzes das marquises se apagam\, de Renato Brandão (2018). O Núcleo de Educação e Relacionamento do instituto também preparou atividades em sinergia com a exposição. Das 14h às 15h30\, nos domingos de março (dias 7\, 14\, 21 e 28)\, os educadores do instituto promovem a oficina Minha casa de papel: construindo cômodos em miniatura. Ela relaciona as características da arquitetura de Rino Levi e questões como os modos de morar para que os participantes construam cômodos em miniatura. No final do mês\, eles serão juntados formando uma casa completa. A atividade é realizada no piso 1S\, tem 1h30 de duração e as inscrições para as 20 vagas existentes devem ser feitas 30 minutos antes de iniciar\, no balcão de informações do instituto. ServiçoOcupação Rino LeviAbertura: sábado\, dia 29 de fevereiro\, às 11hVisitação: até 12 de abrilPiso térreoClassificação etária: livreDe terças-feiras a sextas-feiras\, das 9h às 20h(permanência até as 20h30)Sábados\, domingos e feriados\, das 11h às 20hEntrada gratuita
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SUMMARY:Andrea Rehder Arte Contemporânea inaugura a exposição Transições SP/RJ
DESCRIPTION:Chris Apovian. What’s done cannot be undoneA Andrea Rehder Arte Contemporânea inaugura a exposição Transições SP/RJ\, com obras de Chris Apovian. Essa é a primeira individual da artista em mais de 20 anos na capital paulista. A mostra traz 10 obras entre pinturas\, vídeos e instalações. São trabalhos que\, de acordo com o título\, cobrem a trajetória de Chris  Apovian desde a década de 1990 até a fase atual. Juntos\, os itens dão um  panorama da linguagem artística diversificada da paulistana\, hoje radicada no Rio de Janeiro\, depois de viver durante vários anos na Europa.  Em 2006\, Chris Apovian causou furor na abertura para convidados da 26  Bienal de São Paulo realizada naquele ano. Ela reuniu 30 moradores de rua para uma performance e promoveu uma invasão artística ao evento\, como crítica à representação da pobreza na arte (o tema escolhido para a  Bienal naquele ano foi “Como Viver Junto”). Assim\, se tornou a primeira artista a invadir a mais tradicional mostra de São Paulo.  Presente na atual exposição\, o vídeo-performance O que quase ninguém viu  numa parceria artística com os moradores de rua e a polêmica gerada pela invasão\, em um documento que ganha maior relevância\, neste momento  em que uma nova Bienal acaba de começar.  Outro vídeo da exposição\, Cadê a Bisa?\,  foi feito em alusão ao centenário do genocídio armênio. A gravação aconteceu em 2015\, na região de Southbank Center\, em Londres\, tendo acabado dentro do museu Tate Modern.  Também estão presentes em Transições SP/RJ pinturas da série expressionista Multitude (“Multidão”\, em latim)\, da década de 90\, incluindo uma tela de  grande formato que será exposta pela primeira vez. O trabalho reflete a influência do pensamento sobre a multidão do filósofo luso-holandês Baruch Spinoza na obra da artista.  A\n transição na arte de Chris Apovian é também uma transição que se passa \nno Brasil e do mundo. A instalação O Bebê no Ventre\, baseado no desenho \nde Leonardo Da Vinci\, com a bandeira do Brasil formando o cordão \numbilical comemora o quinto centenário da morte de Leonardo Da Vinci e \ncertamente augura um novo renascer.  Sobre a artista Chris Apovian estudou pintura e arte contemporânea com Arcangelo Ianelli\, Carlos Fajardo e Nelson Leirner.  Participou de coletivas na galeria Nara Roesler e realizou exposições individuais na Funarte e na antiga Galeria São Paulo de Regina Boni (atual São Paulo Flutuante)\, esta última em 1999.  Integrou o coletivo Casa Blindada\, um dos pioneiros em intervenções artísticas urbanas\, ao lado de Eva Castiel\, Fanny Feigenson\, Graciela Rodrigues\,  Sheila Dryzun\, Sheila Mann Hara e André Balbi. O grupo produziu eventos no Paço das Artes\, com curadoria de Daniela Bousso\, e também em várias edições do projeto Arte Cidade\, com Nelson Brissac (1998-2002).  Na Itália\, frequentou aulas do artista conceitual Luciano Fabro\, e começou  a idealizar performances\, instalações e videopinturas. Também cursou  teatro.  Em Transições SP/RJ\,  ela reúne obras que vão do obscuro ao cômico\, com certa crueza que traz\, paradoxalmente\, a alegria de expressão\, marcada pelo vigor gestual das pinturas\, a escolha de cores vibrantes e a poética da artista.  ServiçoExposição Transições SP/RJ – individual de Chris Apovian Período: 10 de fevereiro a de 6 março de 2020 Local: Galeria Andrea Rehder Arte Contemporânea – Av. Brasil\, 2079 – Jardins | De 2ª a 6ª\, das 12h às 18hInformações: 11 3081-0083
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SUMMARY:Exposição Franz Weissmann: o vazio como forma
DESCRIPTION:Passados 10 anos desde a última exposição do artista realizada em São Paulo\, o Itaú Cultural encerra as grandes mostras de sua programação em 2019\, com a exposição Franz Weissmann: o vazio como forma. Mais de 800 peças apresentam a magnitude de sua obra – desde desenhos desconhecidos do público a seus trabalhos mais icônicos\,  os Amassados\, esculturas em pequena e grande escala e uma obra em realidade virtual. De 27 de novembro de 2019 a 9 de fevereiro de 2020\, a obra magistral de Franz Weissmann (Knittelfeld\, Áustria\, 1911 – Rio de Janeiro\, 2005) permanece assentada nos três andares do espaço expositivo do Itaú Cultural\, 1º\, – 1 e – 2. Com curadoria de Felipe Scovino e parceria do Instituto Franz Weissmann (IFW)\, a exposição Franz Weissmann: o vazio como forma se sustenta em cerca de 800 peças dispostas em cada andar\, sem ordem cronológica\, mas de forma antológica. Em um dos pisos\, estão as obras em maior escala. Desenhos\, a passagem do figurativo para o abstrato\, Amassados e cubos\, em outro. Por fim\, maquetes e estudos\, linha do tempo e uma obra pública em realidade virtual ocupam o -2. Em toda a mostra\, tem ferramentas de acessibilidade. Traduzido em números\, são mais de 50 esculturas\, entre pequeno\, médio e grande porte; 10 Amassados\, cujo suporte são placas de alumínio\, aço e outros metais; cerca de 50 desenhos; 730 maquetes; 14 obras originais acessíveis (táteis\, para os visitantes cegos ou de baixa visão) e\, em realidade virtual\, Monumento à Paz  – uma obra destinada ao espaço público\, porém nunca exposta. Há\, também\, dois audiovisuais sobre ele e um terceiro vídeo com depoimentos de familiares\, do curador e do historiador\, jornalista e crítico de arte Frederico Moraes. Tudo é acompanhado de uma linha do tempo\, com fotos da vida e obra do artista e de quatro obras de coleções privadas. Como em uma extensão da mostra\, um mapa criado pela equipe do Itaú Cultural indica a localização das obras públicas realizadas pelo artista e instaladas a céu aberto em São Paulo – no hotsite o mapeamento se estende às obras existentes nas ruas do Rio de Janeiro. Ele sempre foi instigado pela colocação de suas obras nas ruas\, de modo a ampliar os meios de contato do público com a arte\, modificando a sua relação com o espaço urbano. Ainda\, em uma ação que também transborda as paredes do instituto\, realizada em parceria do Itaú Cultural\, o IFW e a Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente\, está em exibição no Parque Prefeito Mario Covas a obra Cubo Azul (1978-2011) para visitação do público até 9 de fevereiro.  “Passaram-se cerca de 10 anos desde a última mostra de obras de Weissmann em São Paulo\, significando que muitos não tiveram acesso a uma exposição deste artista de grande magnitude”\, observa Scovino. Com esta ideia\, ele partiu para o desenho de uma linha curatorial antológica. “Nela celebramos tanto as obras icônicas do artista\, como os vazados\, os Amassados e outras pouco conhecidas do público\, como suas maquetes\, protótipos\, estudos e desenhos que ele realizou vivendo no Rio de Janeiro e na Espanha em meados dos anos de 1960 e nunca exibidos ao público”\, conta. De acordo com o curador\, Franz Weissmann: o vazio como forma parte de um caráter reflexivo e acompanha\, de ponta a ponta\, o trabalho do artista desde a sua gênese: dos anos de 1940 e 1950\, quando foi professor na Escola Guignard\, até as suas últimas produções realizadas no começo do século 21\, quando realizou a série de obras conhecidas como pinças e mondrianas\, esculturas que invadiram o espaço público. AcessibilidadeFerramentas de acessibilidade estão totalmente inseridas nas atividades do Itaú Cultural e não seria diferente em suas exposições. Em Franz Weissmann: o vazio como forma\, há mapas\, piso e obras táteis. Acompanhando obras e vídeos\, também tem áudio e videodescrição. Os mapas táteis encontram-se nos três andares da exposição. Em cada um deles\, há\, também\, audiodescrição dos trabalhos e um percurso acessível para 11 obras originais\, que podem ser tocadas. Além delas\, três maquetes táteis permitem a quem tem baixa visão ou é cego que perceba desenhos do artista.  Os três vídeos que estão na mostra\, ainda\, são complementados por videodescrição\, assim como a obra apresentada em realidade virtual\, Monumento à Paz. Instituto Franz Weissmann (IFW)O instituto foi criado em 2008\, tendo como fins associativos essenciais criar\, ampliar\, preservar\, estudar e difundir o legado criativo e a memória histórica do artista no Brasil e no exterior. Este repositório compreende milhares de suas esculturas\, provas\, protótipos\, maquetes\, estudos e relevos tridimensionais\, além de desenhos e projetos. O IFW guarda\, preserva\, cataloga e divulga os registros bibliográficos\, arquivísticos\, iconográficos e documentos pessoais de Franz Weissmann.
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SUMMARY:Tiago Tebet em sua quarta exposição na Galeria Luciana Brito
DESCRIPTION:Em sua quarta exposição individual na Galeria Luciana Brito\, Tiago Tebet apresenta From Here to Eternity…But Not\, uma série marcante de quinze telas\, cada uma delas caracterizada por variações de padrões atraentes\, ressonantes\, que se desenvolvem através de superfícies cromáticas delicadamente sobrepostas. Os arranjos visuais aqui ultrapassam seus limites próprios de tal forma que podemos dizer que estas obras têm como intenção irradiar suas formas particulares através da interação entre experiência sensorial e percepção significante.  A configuração de relações resultante recria o efeito de uma espécie de emissão — caracterizada como simultaneamente uníssona e dissonante\, que alude à qualidade totalizante desta outra fonte primária da experiência sensorial: o som em todas as suas modalidades — audível\, inaudível\, musical.  Nestas pinturas\, os pulsantes motivos visuais remetem tanto à ornamentação e decoração artesanal como à representação ondulante da vibração acústica. A questão da expressão artesanal é tema persistente na obra do artista\, mas nunca se manifestou tão intimamente relacionada a um correlativo externo.  Esta confluência leva o espectador a estabelecer uma rede de relações entre a logística interna que atribuímos à pintura com a logística externa do nosso entorno perceptível. A combinação de estratégias na pintura de Tebet expande a intersecção entre a experiência representada e a experiência vivida.  Tiago Tebet. Untitled\, 2019Plaster and acrylic on canvas\, 110 x 80 cm\n\nTiago Tebet. Untitled\, 2019Plaster and acrylic on canvas\, 110 x 80 cmEm nosso contexto latino americano\, o artesanal raramente se dá como uma espécie de recurso excêntrico\, ele é de fato fértil em associações e co-extensivo com as dimensões temporais múltiplas de nossa topografia cultural e da nossa experiência.  No entrelaçar de cores\, superfícies e formas nestes trabalhos nos defrontamos com o paradoxo de um impacto perceptual imediato construído por meio da experiência de duplicação e justaposição temporal de motivos ou padrões: a junção das dimensões permanentes e efêmeras ou transitivas da forma e da visão como uma metáfora de nossa própria condição enquanto criaturas do tempo e do significado\, ambos\, tempo e significado\, ao mesmo tempo limitados e ilimitados. O título da exposição remete a uma frase inscrita na obra Spaghettivollmond (1984) do artista alemão Martin Kippenberger. Nesta pintura\, braços estendidos para o alto evocam a concepção de rendição e principalmente expiação\, ou o desejo de transcendência do mundano\, isto é\, a fuga improvável da história tal qual expressa na citação “From Here to Eternity but Not”. As sinuosas linhas de espaguete da obra de Kippenberger\, dispostas na forma nuclear de uma lua cheia (vollmond)\, reverberam de modo manifesto junto aos padrões ou motivos visuais das obras do artista brasileiro. Além de suas evidentes diferenças formais e contextuais\, uma mesma temática poética ou conceito central inclui os dois artistas: a relação entre a percepção e a elaboração da experiência do tempo\, isto é\, da razoavelmente explícita e efetiva imbricação e reverberação do tempo histórico\, condição de possibilidade dos significados culturais\, e a procura pela disseminação ou libertação no tempo.  Tiago Tebet redimensiona esta relação e a distribui pelo espaço expositivo. Cada tela nos apresenta os componentes de uma possível experiência sinestésica\, o encontro material e perceptivo dos sentidos que alude à transmissão de uma desejada e impossível libertação do tempo no interior do próprio tempo. Gabriel Lima
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SUMMARY:Artista brasileira realiza ação em prol de comunidades na Austŕalia
DESCRIPTION:Idealizadas por Kalina Juzwiak\, nove artes serão leiloadas durante dez dias\, com objetivo de ajudar quem sofreu com os incêndios no país. Com o intuito de ajudar moradores da Austrália\, diante dos incêndios que afligem  o país\, a artista brasileira Kalina Juzwiak\, reconhecida por adotar o minimalismo em suas obras e estilo de vida\, formatou uma campanha com suas obras. Nove artes feitas especialmente para esta ocasião serão leiloadas pelo site  https://bykaju.wixsite.com/artforaustralia\, com um preço base. A partir disso\, as pessoas interessadas poderão fazer uma oferta e dentro de dez dias\, quem sugerir o maior preço\, levará a ilustração.  100% da renda obtida com essa ação será revertida para uma instituição australiana. “Tenho me conectado cada vez mais com a natureza\, realizando uma imersão bem profunda e paralelamente neste momento\, uma das minhas irmãs que mora na Austrália me enviou fotos do seu quintal\, todas vermelhas devido à alta incidência de fogo no país. Isso me chocou bastante e decidi fazer algo para tentar ajudar”\, relata Kaju. Arte feita por Kalina JuzwiakDiante da vivência de sua família e dos relatos que ouviu\, Kaju fez ilustrações que traduzem o momento pelo qual a Austrália está passando\, causando um grande impacto na vida de seres humanos\, animais e na natureza em geral. “Tentei transformar este momento de sofrimento em um momento de reflexão\, através de desenhos feitos na cor cobre\, como símbolo do fogo\, e o branco\, representando a paz e o renascimento\, sobre papeis pretos\, que simbolizam as cinzas e o luto pelo qual o país está passando.” conta a artista. Com este trabalho\, Kalina busca viabilizar uma realidade melhor para comunidades australianas. “Muitas famílias não podiam sair de casa\, muitas crianças não podiam ir à escola\, e muitos ao saírem de casa cobrem o rosto para não inalar a fumaça. Com o fogo se aproximando\, muitas pessoas tiveram que deixar tudo pra trás e fugir para o mar\, de barco. Tudo isso me impactou muito e torço para que essa iniciativa possa gerar um impacto positivo”\, finaliza Kaju. A ação estará disponível até o dia 17 de fevereiro e\, para participar\, é preciso entrar no site https://bykaju.wixsite.com/artforaustralia\, e fazer sua contribuição. Sobre kajuKalina Juzwiak\, mais conhecida como “kaju”\, é uma artista plástica brasileira inicialmente formada em Arquitetura e Urbanismo e Design Gráfico. Hoje morando na Suíça\, seu trabalho visa unir referências multiculturais\, ferramentas criativas e projetos multidisciplinares. Acredita que a arte é uma expressão humana que pode conectar pessoas a sentimentos\, ambientes e traduzi-los sem o uso de palavras. Sua arte e design possuem uma visão sistêmica\, unindo disciplina a uma imaginação pró-ativa\, transformando composições em movimentos provocativos e momentos de reflexão para quem observa. Seu trabalho baseado em linhas e formas geométricas já ilustrou ambientes corporativos\, consultórios\, carros e estampas de roupas e acessórios. Trabalhou em parceria com grandes marcas como Starbucks\, Mercedes-Benz\, Jaguar\, Santander e Mont Blanc.  Além do trabalho como artista plástica\, complementa sua rotina como profissional contemporânea ministrando workshops e palestras que falam sobre o empreendedorismo na arte\, mostrando que é possível fazer da sua paixão a sua profissão com organização e proatividade. Também já expandiu seu trabalho em uma coautoria com a influencer Juliana Goes no livro “A Liberdade de Ser Quem Você É – Um Guia Para o Despertar do Amor Próprio e de Uma Vida com Mais Sentido”\, lançado em 2018.
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SUMMARY:Museu de Arte Sacra de São Paulo exibe “A outra África”
DESCRIPTION:Museu de Arte Sacra de São Paulo – MAS/SP\, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo\, dando sequência aos eventos comemorativos de seu Jubileu de Ouro a ser completado em Junho de 2020\, exibe “A outra África”\, uma das ações que celebram o aniversário de São Paulo\, sob curadoria de Renato Araújo da Silva\, com 303 obras entre terracotas\, urnas funerárias\, máscaras. estatuetas. armas\, joias\, instrumentos musicais\, objetos do cotidiano\, bustos e arte da corte de Benin\, que representam 29 etnias africanas. Esse conjunto é um recorte da Coleção Ivani e Jorge Yunes. Na exposição são apresentados centenas de objetos da cultura artística africana\, de diferentes etnias\, os quais possibilitam um rápido olhar sobre a cultura material de uma outra África\, que\, “ao mesmo tempo que é uma África que se remete ao mundo tradicional\, antigo\, trata-se de uma África que readaptou do seu próprio modo a sua prática artística no mundo contemporâneo\, fazendo do trabalho do artista popular uma homenagem aos seus\, aos nossos ancestrais” conceitua o curador Renato Araújo da Silva. O mundo Ocidental\, com seu conceito dúbio sobre o diferente\, criou sua própria definição\, um tanto folclórica\, sobre realidade e sociedades Africanas\, permeada de clichês. A verdade a ser alcançada\, está mais próxima\, e não tão ambivalentes e contraditórias quanto o foram no passado\, mas uma África mais acessível se acolhida em sua rica diversidade.  “A cultura afro ou negra é vasta\, rica\, e transcende fronteiras. Por muito tempo\, e ainda hoje\, mesmo com os avanços conquistados\, é mister que a discussão ocorra e continue ocorrendo”\, declara Beatriz Yunes Guarita\, Diretora Presidente da Coleção Ivani e Jorge Yunes. O gesto do escultor\, a carícia na argila modelada e transformada em terracota\, o som dos instrumentos\, a máscara dançada ou o movimento das mãos dos trabalhadores da arte popular africana\, serve de gatilho às nossas sensações a níveis elevados de excitação permitindo que nos posicionemos em uníssono aos mesmos interesses pelos mistérios da vida. “As nossas distâncias assim se diminuem. E aquele que outrora podia ter sido considerado um provável inimigo ou um desconhecido qualquer pode se tornar agora um íntimo amigo. A arte pode nos transformar!”\, conclui o curador. As peças da coleção foram agrupadas de acordo com alguns conceitos e/ou padrões\, para melhor entendimento: Terracotas\, Máscaras\, Estatuetas\, Joias\, Armas\, Instrumentos Musicais\, Objetos do Cotidiano\, itens destas técnicas e/ou materiais mostram um retrato visual de uma história além mar. Como destaque máximo entre a seleção exposta\, valiosas peças de Arte Afro-Cristã e Arte Sacra Etíope\, onde pode-se apreciar um exemplar da Cruz Processional Etíope\, em tempera sobre bronze\, exemplar raro em coleções não europeias São muitas as outras Áfricas dentro do que ela realmente é e as que podemos comportar em nossas cabeças e corações dessa imensidão do que ela de fato seja – esta que\, de tudo o que sabemos hoje\, certamente é a nossa Mãe África!   Mas a transformação de nossa percepção da África como secundária\, como mero “objeto do desejo” para uma atitude mais positiva do “sujeito do seu próprio conhecimento” não se dá de fora para dentro\, mas ao contrário\, a partir da voz de sua própria originalidade a África se mostrará para o mundo e essa mostra tenta revelar um pouco deste universo africano outro que quer ser visto por inteiro. Serviço Exposição: “A outra África” – Coleção Ivani e Jorge Yunes Curadoria: Renato Araújo daSilva Abertura: 25 de janeiro de 2020\, sábado\, às 11h Período: 26 de janeiro à 23 de março de 2020 Local: Museu de Arte Sacra de São Paulo – www.museuartesacra.org.br Endereço: Avenida Tiradentes\, 676 – Luz\, São Paulo (ao lado da estação Tiradentes do Metrô)  Tel.: 11 3326-5393 – agendamento / educativo para visitas monitoradas  Horários: De terça-feira a domingo\, das 9 às 17h | Presépio Napolitano: das 10 às 11h\, e das 14h às 15hIngresso: R$ 6\,00 (Inteira) | R$ 3\,00 (Meia entrada nacional para estudantes\, professores da rede privada e I.D. Jovem – mediante comprovação) | Grátis aos sábados | Isenções: crianças de até 7 anos\, adultos a partir de 60\, professores da rede pública\, pessoas com deficiência\, membros do ICOM\, policiais e militares – mediante comprovaçãoNúmero de obras: 303Técnicas: terracotas\, urnas funerárias\, máscaras. estatuetas. armas\, joias\, instrumentos musicais\, objetos do cotidiano\, bustos e objetos de arte da corte de BeninVeja mais sobre as exposições no Museu de Arte Sacra de São Paulo\nToTa Machina: exposição que une arte e Inteligência Artificial\n\nSão Paulo Cidade Imperial\n\nObras de Frei Jesuíno em exposição no MAS/SP
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SUMMARY:São Paulo Cidade Imperial
DESCRIPTION:SÃO PAULO DO IMPÉRIO RETRATADA EM\nLIVRO \n(…)Os\nbrônquios da cidade que haviam sido a Rua Direita\, São Bento e do\nRosário cediam a vez para as linhas férreas. O progresso avança e\nSão Paulo se transforma. Museu de Arte Sacra de São Paulo – MAS/SP\, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo\, dando sequência aos eventos comemorativos de seu Jubileu de Ouro a ser completado em Junho de 2020\, lança o livro São Paulo Cidade Imperial\, com autoria de João Rossi e Paulo de Assunção.  A publicação\, composta por textos redigidos pelos autores nas suas áreas de expertise\, vem acompanhada por cerca de 140 registros fotográficos que cumprirão o papel de testemunhas da história. Um estudo sobre a formação e a evolução histórica da cidade de São Paulo entre 1822-1889\, período que compreende a proclamação da Independência em 1822 até a proclamação da República em 1889 é a fonte embrionária do projeto do qual resultou a publicação.  A meta é identificar as transformações ocorridas na cidade de São Paulo a partir do momento em que esta se torna um burgo estudantil\, bem como o impacto que a economia cafeeira traz para a cidade com a presença de imigrantes que alteraram a vida pacata do local desde o início do século XIX. A pesquisa leva em consideração o crescimento da economia cafeeira no vale do Paraíba e no Oeste Paulista que promovera uma “nova” fundação da cidade de São Paulo a partir da chegada da linha férrea. A cidade de São Paulo é a maior cidade do Brasil e uma das maiores do mundo\, marcada por diversidades e antagonismos que envolvem o mundo pós-moderno. Apesar da sua importância no cenário mundial\, poucos estudos nos últimos anos têm dedicado atenção à história da cidade de São Paulo.  As transformações ocorridas na cidade relatadas nas pesquisas executadas mostram o momento ‘zero’ dessas mudanças. A chegada da ferrovia provoca enormes transformações locais. A malha ferroviária ligou e modificou o espaço urbano com a construção de palacetes\, avenidas e praças\, exigindo novas formas de existência compatíveis com o progresso econômico\, das quais os imigrantes participaram de forma acentuada na sua construção.  Esses fatos por si induzem a discussões sobre as condições de vida material dos segmentos estudantis\, como dos acadêmicos do largo de São Francisco que revigorarão a vida cultural e econômica da cidade\, com lojas\, fábricas\, hotéis\, festas\, peças teatrais e serenatas. Pode-se afirmar que boa parte dos dados revelados tratam de aspectos pontuais sobre a evolução e o cotidiano da cidade\, sem oferecer uma visão adequada do processo evolutivo para compreensão da transformação de uma vila em metrópole.  Essa publicação possibilita um maior conhecimento sobre a vida política\, econômica e social da cidade de São Paulo no século XIX\, caracterizando a transformação do espaço urbano da cidade.  No início do século XIX\, o que preponderava nos sítios mais afastados era o isolamento. De vez em quando passava tropeiro\, mascate ou viajante\, rompendo com a monotonia do cotidiano dos moradores\, perdidos na imensidão de um território\, tendo a natureza exuberante por companhia. Nestas ocasiões\, a passagem de alguém era um acontecimento ímpar que fazia os moradores da vizinhança se reunirem para conhecer ou saber quem era a pessoa e que novas ela tinha para contar de outras terras. Assim era a cidade imperial de São Paulo. A situação se transforma e registros concretos exibem o que representavam as estradas de ferro para a Cidade de São Paulo: os brônquios são as duas linhas\, a Inglesa\, que parte de Santos\, e a São Paulo e Rio de Janeiro\, que se prende à estrada Pedro II. Por estas vias é que a cidade fazia os movimentos de inspiração e expiração do ar\, tão necessário à vida da capital\, tendo na Estação da Luz e na Estação do Brás suas referências.    Livro Título: São Paulo Cidade Imperial Autores: João Rossi e Paulo de Assunção Número de Páginas: 304 Dimensões: 16 x 23 cm – formato fechado ***item distribuído sem valor de vendaServiço Evento: “São Paulo Cidade Imperial” Autores: João Rossi e Paulo de Assunção Data: 25 de janeiro – sábado – às 11hs. Local: Museu de Arte Sacra de São Paulo – MAS/SP – www.museuartesacra.org.br Tel.: 11 3326-5393 – agendamento / educativo para visitas monitoradas   Horários: De terça-feira a domingo\, das 9 às 17h | Presépio Napolitano: das 10 às 11h\, e das 14h às 15h Ingresso: R$ 6\,00 (Inteira) | R$ 3\,00 (Meia entrada nacional para estudantes\, professores da rede privada e I.D. Jovem – mediante comprovação) | Grátis aos sábados | Isenções: crianças de até 7 anos\, adultos a partir de 60\, professores da rede pública\, pessoas com deficiência\, membros do ICOM\, policiais e militares – mediante comprovaçãoVeja mais sobre as exposições no Museu de Arte Sacra de São Paulo\nMuseu de Arte Sacra de São Paulo exibe “A outra África”\n\nToTa Machina: exposição que une arte e Inteligência Artificial\n\nObras de Frei Jesuíno em exposição no MAS/SP
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SUMMARY:Obras de Frei Jesuíno em exposição no MAS/SP
DESCRIPTION:A mostra busca a valorização do Patrimônio Material e Imaterial Sacros pela perspectiva do Religioso e do Artístico. Museu de Arte Sacra de São Paulo – MAS/SP\, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo\, dando sequência aos eventos comemorativos de seu Jubileu de Ouro a ser completado em Junho de 2020\, exibe Pintura & Música na Arte Colonial Paulista: Jesuino do Monte Carmelo\, sob curadoria de Emerson Ribeiro Castilho.  A mostra é uma homenagem ao recém completado bicentenário de sua morte\, reconhecido como um dos grandes artistas de São Paulo durante o Período Colonial\, com atuação como: sacerdote\, latinista\, pintor\, arquiteto\, compositor e músico.  “O\nconjunto das obras reunidas\, somado às recentes pesquisas e relatos\nhistóricos\, apontam Jesuíno como articulador de uma possível\noficina frente a sua grande produção plástica; tendo difundido\nseus ensinamentos e traços que podemos interpretar como “uma\nescola de pintura” com profunda influência na produção dos\nestilos artísticos do Barroco e Rococó Paulistas”\, discorre o\ncurador\, Dr. Emerson Castilho. \n Sendo de descendência afro-brasileira teve toda sua poética artística marcada pela “mulatice” conforme compreendido e pesquisado por Mário de Andrade para a elaboração de sua biografia em 1944\, sendo essa a última obra literária deste autor modernista.  Grande parte de todo Patrimônio Artístico e Arquitetônico Paulista\, tombado pelo IPHAN no estado\, é de sua autoria. Suas obras estão localizadas nas cidades de: Itu\, São Paulo e Santos. Sua produção artística de bens móveis\, está presente nos principais arquivos e coleções de museus de arte e música sacras de São Paulo e no Museu AfroBrasil. Pintura\n& Música na Arte Colonial Paulista apresenta\,\nem diálogo\, raras aproximações das coleções de Igrejas Ituanas:\nMatriz de Nossa Senhora da Candelária (1780); Igreja do Senhor Bom\nJesus (1765) e Nossa Senhora do Patrocínio (1820)\, onde as obras tem\nfunção de culto; somadas as obras musealizadas dos Museus de Música\nSacra e Arte Religiosa Pe. Jesuíno do Monte Carmelo\, Museu da Música\n– Itu\, do Museu AfroBrasil e de toda coleção do Museu de Arte\nSacra de São Paulo. \n Serviço Exposição: “Pintura & Música na Arte Colonial Paulista”   Artista: Frei Jesuíno do Monte Carmelo Curadoria: Dr. Emerson Ribeiro Castilho Abertura: 25 de janeiro de 2020\, sábado\, às 11h Período: 26 de janeiro à 23 de março de 2020 Local: Museu de Arte Sacra de São Paulo www.museuartesacra.org.br Endereço: Avenida Tiradentes\, 676 – Luz\, São Paulo (ao lado da estação Tiradentes do Metrô)   Tel.: 11 3326-5393 – agendamento / educativo para visitas monitoradas   Horários: De terça-feira a domingo\, das 9 às 17h | Presépio Napolitano: das 10 às 11h\, e das 14h às 15h Ingresso: R$ 6\,00 (Inteira) | R$ 3\,00 (Meia entrada nacional para estudantes\, professores da rede privada e I.D. Jovem – mediante comprovação) | Grátis aos sábados | Isenções: crianças de até 7 anos\, adultos a partir de 60\, professores da rede pública\, pessoas com deficiência\, membros do ICOM\, policiais e militares – mediante comprovação Número de obras: 17Veja mais sobre as exposições no Museu de Arte Sacra de São Paulo\nSão Paulo Cidade Imperial\n\nMuseu de Arte Sacra de São Paulo exibe “A outra África”\n\nToTa Machina: exposição que une arte e Inteligência Artificial
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SUMMARY:ToTa Machina: exposição que une arte e Inteligência Artificial
DESCRIPTION:E se a obra de arte pudesse ver o espectador antes mesmo que ele a visse? Essa é a proposta da exposição “ToTa Machina”\, da artista visual carioca Katia Wille\, que convida o visitante a criar um espelho de si mesmo nas obras\, unindo Inteligência Artificial e arte.  Com abertura no dia 25 de janeiro\, às 11h\, no Museu de Arte Sacra de São Paulo\, a mostra é composta por 15 obras\, entre pinturas\, esculturas e máquinas cognitivas integradas ao ambiente. A curadoria é de Bianca Boeckel.  Através da Inteligência Artificial na nuvem\, as obras reagem à presença de  pessoas\, refletem sentimentos e interagem através de movimentos diante  de estímulos visuais e faciais.  O projeto\, que já passou pelo Rio de Janeiro com grande visibilidade\, usa robótica e IA para análise de ambiente e sentimentos\, conectando o público com as obras e proporcionando uma experiência única a cada espectador\, por meio da tecnologia. Cada uma das obras traz uma experiência diferente\, abrindo\, assim\, o debate sobre a crescente interseção entre arte e tecnologia.  “Sempre quis que as imagens saltassem da tela\, que elas ganhassem o espectador. Vinha\, desde 2016\, fazendo este movimento com as cores contrastantes\, mas quando comecei a pesquisa com os materiais reflexivos que uso nas telas vi que a incidência da luz em superfícies drapeadas era diferente e bem interessante. A partir daí\, comecei o desenvolvimento das peles feitas da mistura do látex com o tecido e esta pesquisa evoluiu para  esculturas de parede\, ainda sem movimento. Em 2018\, comecei a introduzir  robótica e inteligência artificial nestas mesmas estruturas para que o  movimento fosse possível”\, explica Katia Wille. Montagem desenvolvida especialmente para são pauloAo entrar no espaço expositivo\, o visitante se depara com uma instigante  mistura de materiais dispostos de modo a ocupar todo o espaço de forma  fluida.  Katia Wille ocupa as vitrines com pinturas em telas feitas em  tecido metálico e pequenas esculturas em tecido moldado\, todas  dialogando com as instalações cognitivas feitas em eco látex – material  desenvolvido pela própria artista a partir da mistura de látex líquido  reciclado com tecidos e outros materiais que se movem através da emoção  do espectador.  As obras estão tanto suspensas pelo teto como onduladas nas paredes\, desenvolvidas a partir deste material poroso\, ora em forma de bolhas\, ora esticado ou ondulado\, destacando texturas e o brilho cobreado da superfície.  As pinturas e esculturas estão em constante diálogo. Em “ToTa Machina” –  que significa “Mulher Máquina” –\, as peças se retroalimentam\, ou seja\, a  pessoa vê a pintura e isso gera uma emoção que promove o movimento das  esculturas\, que por sua vez geram outra emoção\, uma vez que o visitante é  convidado a ser espectador e em seguida passa a ser protagonista do  movimento e\, assim\, das próprias obras.  “Investigo\n a relação das emoções com as nossas ações e movimentos. Narro uma \nhistória focada na vulnerabilidade das relações humanas\, com corpos que \nse emaranham e se torcem uns com os outros. Questiono como enxergamos o \noutro\, como nos deixamos permear nas nossas relações e como nos \nequilibramos na equação tão delicada do viver. Nas telas e esculturas\, \nos corpos flutuam sem qualquer ação da gravidade e também se desfazem \ndas suas identidades como se saíssemos de nós mesmos em direção ao \noutro”\, analisa a artista. Sobre a artista Nascida no Rio de Janeiro\, Katia Wille é formada em artes e design de moda pela Universidade de Amsterdã\, na Holanda\, e passou os últimos 10 anos  morando e trabalhando entre a Europa\, Ásia e Brasil.  As questões do  feminino\, do corpo em busca de sua essência e transformações\, sempre  povoaram as obras do artista\, que pretende estabelecer um diálogo entre o  espectador e a obra\, destacando a fragilidade das relações humanas e a busca incessante do olhar do outro. Partindo de preocupações e questões  levantadas ao longo de sua carreira\, a artista busca entender o movimento do interno sobre o externo\, a dinâmica complexa da relação humana com o mundo. Corpos em movimento\, entrelaçados\, curvos ou muito  esticados são constantes em seu trabalho e estabelecem uma relação com a  delicada questão da busca pelo equilíbrio. Corpos misturados perdem sua  identidade para formar uma massa homogênea\, semelhante às entranhas e  partes internas do ser humano. Os materiais escolhidos por Katia buscam  expressar conceitos como transformação\, elasticidade\, porosidade e fragmentação através de instalações e pinturas em material elástico e tecido metálico.  Em 2018\, a artista iniciou a pesquisa sobre esculturas cognitivas e instalações com apoio tecnológico. Assim\,  ela começa a criar obras que se movem de acordo com as emoções dos  espectadores. Isso permite\, através do material utilizado\, que o espectador se reflita no trabalho\, e se sinta co-criador da obra de arte.  Corpo\, cérebro e pele\, as três camadas ou pilares da obra da artista\, que busca ir além dos conceitos estabelecidos na delicada relação que a arte possibilita. Sobre a curadora Bianca Boeckel\, proprietária e diretora da galeria que também nomeia\,  especializou-se em Curadoria\, Art Advisory e Art Collection pela Sotheby’s em Nova York e frequentou cursos de História da Arte na NYU\, no Museu Brasileiro de Escultura – MUBE e na Casa do Saber\, em São Paulo.  Ao longo de 6 anos\, atuou como curadora em 24 das 29 exposições que promoveu em sua galeria; e em parceria com outros curadores como Ricardo Resende\, Fausto Chermont\, Thomas Baccaro e Heloisa Vivanco nas outras mostras realizadas.  A partir de 2018\, passa a oferecer cursos de História da Arte ministrados pelo colecionador e palestrante Fábio Faisal –  iniciando seu projeto educacional voltado para a cultura e disseminação da arte em diversas vertentes.  Organiza visitas guiadas à coleções  particulares\, exposições em museus e debates sobre arte contemporânea. Foi responsável pela curadoria\, expografia e execução do projeto idealizado por 10 artistas independentes e  integrantes dos grupos de acompanhamento artístico e coletivos Hermes e  VÃO – SP.  Em 2019 foi convidada pelo Museu de Arte Sacra de São Paulo para a curadoria da exposição Adagio\, do artista plástico Allann Seabra\, a primeira parceria realizada com sua galeria na Sala Metrô Tiradentes.   ServiçoAbertura: 25 de janeiro\, às 11hVisitação: até 25 de marçoLocal: Museu de Arte Sacra de São PauloEndereço: Av. Tiradentes\, 676 – Luz  Funcionamento: terça a domingo\, das 9h às 17hIngressos: R$ 6\,00 (estudantes pagam meia-entrada); sábados: gratuito.Telefone: (11) 3326-3336 Veja mais sobre as exposições no Museu de Arte Sacra de São Paulo\nMuseu de Arte Sacra de São Paulo exibe “A outra África”\n\nSão Paulo Cidade Imperial\n\nObras de Frei Jesuíno em exposição no MAS/SP
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SUMMARY:Exposição multimídia sobre Leonardo da Vinci no Parque Ibirapuera
DESCRIPTION:São Paulo\, 17 janeiro 2020 – A Enel\, em parceria com a Base7 Produções Culturais\, Embaixada da Itália e Consulado Geral da Itália\, traz para São Paulo a exposição internacional Da Vinci Experience e suas invenções\, em cartaz a partir de 25 de janeiro\, no Pavilhão das Culturas Brasileiras\, no Parque Ibirapuera\, com entrada gratuita.  A mostra celebra os 500 anos da morte de Leonardo da Vinci (1452-1519)\, gênio de perfil multifacetado\, e chega a São Paulo no aniversário da cidade para apresentar a paulistanos e demais visitantes a trajetória de uma das mentes mais brilhantes da história\, de forma interativa e inovadora. Criada em 2019 especialmente para o Ano de Leonardo\, a mostra é dividida em quatro núcleos — Sala das Máquinas\, Área “Self”\, Realidade Virtual e Sala Imersiva — que convidam o público a mergulhar no universo criativo de Da Vinci por meio de diferentes linguagens. Estudo do Efeito de Luz numa Cabeça de Perfil\, Gabinetto dei Disegni e delle Stampe degli Uffizi\, Florença | Leonardo da Vinci\n\n\n\nEstudo para Estátua Equestre de Francesco Sforza\, Biblioteca Nacional de España\, Madri | Leonardo da Vinci \n\nPara Nicola Cotugno\, Country Manager da Enel no Brasil\,  patrocinadora da exposição\, “contar essa história em São Paulo\, no aniversário da cidade\, é muito especial. Temos um olhar de futuro e  observar os grandes pensadores e artistas do passado também é inspirador para inovarmos. Quisemos dar este presente para a população\, em pleno Ibirapuera\, que possui uma relação tão forte com a cidade. Esperamos que as famílias\, especialmente as crianças\, possam  desfrutar desta experiência”. “São Paulo é um dos maiores polos culturais brasileiros\, e a Itália está presente por toda a cidade. Presentear o público paulistano com uma  mostra desta dimensão\, em um momento que o interesse por nosso país\, nossa cultura\, nossa arte e estilo de vida está em alta\, é uma grande  satisfação para nós. Começar o ano com a genialidade poliédrica de Leonardo é começar em grande estilo e nosso objetivo é manter este  padrão para todas as nossas manifestações culturais” afirma Filippo La Rosa\, Cônsul Geral da Itália em São Paulo. “A exposição  destina-se a um público de todas as idades. O objetivo é compartilhar gratuitamente o universo particular das criações de Da Vinci e revelar alguns dos mistérios que habitavam a mente do gênio”\, afirma Ricardo Ribenboim\, diretor da Base7 Projetos Culturais\, responsável pela mostra. O percurso se inicia na Sala de Máquinas\,  na qual o visitante se depara com dez reproduções artesanais das famosas máquinas pensadas e desenvolvidas pelo artista\, como o paraquedas\, o volante e a asa-delta. Leonardo da Vinci\, acima de tudo\, foi um cientista brilhante e que projetou dispositivos que\, posteriormente\,  viriam à luz em sua forma definitiva.  A visita segue pela Área “self”\, espaço que permite que os visitantes entrem nas molduras e façam parte de obras icônicas do artista\, como Mona Lisa e São João Batista.  No terceiro núcleo\, o público tem a oportunidade de interagir com as invenções idealizadas por Leonardo: os visitantes poderão controlar tanques blindados\, experimentar o voo humano da asa-delta ou ainda navegar em um rio operando o mecanismo criado para direcionar as embarcações\, em um tour em realidade virtual.  Projeções gigantescas nas superfícies da estrutura arquitetônica do Pavilhão e uma trilha sonora Dolby Surround 360º coroam a narrativa\, formando a Sala Imersiva. Nela\, serão transmitidas centenas de imagens digitalizadas e vídeos em alta definição. Em parceria com o Instituto Europeo de Design – IEDSão Paulo\, a mostra no Brasil traz\, ainda\, uma seção exclusiva dedicada à economia circular\, com mobiliários e peças de decoração reaproveitados a partir de itens da rede elétrica\, como postes e cruzetas\, que são estruturas feitas de concreto ou madeira\, entre outros  materiais\, e usadas para sustentar equipamentos elétricos nas redes de distribuição de energia.  Concebida pela Crossmedia Group  e consultoria de Roberta Barsanti\, diretora do Museo Leonardiano\, em Vinci\, a exposição foi exibida na Itália\, nas cidades de Milão\, Florença e Treviso; no Peru\, em Lima; no Chile\, em Santiago; e na Colômbia\, em  Bogotá.  ServiçoExposição Da Vinci Experience e suas invenções Preview: 24 de janeiro\, sexta-feira\, às 17h  Período expositivo: de 25 de janeiro a 22 de março  Local: Pavilhão das Culturas Brasileiras | Parque Ibirapuera  Endereço: Parque Ibirapuera (av. Pedro Álvares Cabral\, s/nº – Portões 1 e 3) Horários: quarta a domingo\, das 10h às 17h30 (com permanência até as 18h) Entrada gratuita
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SUMMARY:Theatro Municipal de São Paulo: programação de Natal
DESCRIPTION:O fim do ano se aproxima e a temporada natalina vem sempre acompanhada de muitas atrações por toda a capital paulista e como já é tradição\, o Theatro Municipal de São Paulo\, um dos espaços mais conhecidos e emblemáticos da cidade\, preparou uma programação especial para celebrar a festividade.  Até 22 de dezembro tem concertos sinfônicos e de canto coral e o sempre aguardado número de balé O Quebra-Nozes. A programação tem ingressos que não ultrapassam R$ 40 (inteira)\, uma das atrações é entrada gratuita. Ao todo\, serão 11 espetáculos. O Coral Paulistano abre a agenda com o concerto Cantando o Natal\, no dia 3 de dezembro. Com regência dividida entre Naomi Munakata e Maíra Ferreira\, o grupo interpreta obras como Noite Feliz\, de Franz Gruber\, e A babe is born\, de William Mathias\, no Salão Nobre do Municipal. Entre 4 e 8 de dezembro\, é a vez da Escola de Dança de São Paulo apresentar uma das coreografias mais populares e prestigiadas do balé russo\, O Quebra-Nozes\, de Tchaikovsky. O espetáculo tornou-se um clássico de final de ano por contar uma história que começa justamente na véspera de Natal. A remontagem assinada por Guivalde de Almeida\, Thaís de Assis e equipe da Escola de Dança de São Paulo\, tem Luiz Fernando Bongiovanni como coordenador artístico\, cenografia de José Roverato e figurinos do acervo da Escola. A agenda prossegue com Natal no Mosteiro\, também com o Coral Paulistano. Sob a batuta da regente titular Naomi Munakata\, o corpo artístico interpreta Gloria\, de Antonio Vivaldi. As sopranos Luciana Crepaldi e Rosemeire Moreira e a mezzo soprano Andreia Abreu serão as solistas. A apresentação é gratuita e acontece no dia 8\, no Mosteiro de São Bento. O grupo apresenta ainda o Concerto de Natal\, na Catedral Evangélica de São Paulo\, com regência de Naomi\, acompanhada do organista David Terry. O espetáculo acontece no dia 13\, também com entrada franca. No dia 14 de dezembro\, a Orquestra Sinfônica Municipal e o Coral Paulistano apresentam o programa Messias Cante Junto. Acompanhados dos solistas Aníbal Mancini (tenor)\, Luciana Bueno (mezzo) e Michel de Souza (baixo)\, Orquestra e Coro interpretam trechos de O Messias\, obra mais conhecida de Georg F. Häendel. O público é convidado a cantar junto as passagens que serão interpretadas em inglês\, sob as batutas do maestro Roberto Minczuk\, regente titular da OSM. Encerrando a programação\, a Orquestra Sinfônica Municipal se apresenta nos dias 21 e 22 de dezembro\, dessa vez acompanhada do Coro Lírico e sob regência de Mário Zaccaro\, diretor musical e regente titular do Coro\, que em 2019 celebrou 80 anos. É o Concerto de Natal\, cujo repertório mescla cânticos natalinos tradicionais em inglês e francês\, por exemplo\, a também muito conhecida Adeste Fideles\, passando pelo hino cristão Amazing grace e\, claro\, a versão de Ave Maria\, de Giulio Caccini\, só para citar algumas. A famosa ária da ópera Turandot\, Nessun dorma\, de Puccini e Summertime\, presente em Porgy and Bess e escrita por George Gershwin também estão no programa. Solistas convidados dividem o palco com Orquestra e Coro. Serviço 03/12 Terça – 20h  CANTANDO O NATAL  Coral Paulistano  Naomi Munakata e Maíra Ferreira – regentes  Solistas:  Aymée Wentz – soprano  Larissa Lacerda – mezzo soprano  Jeniffer Campbell – harpa  David Terry – órgão  Programa:  Sergei Prokofiev: Prelúdio op 12 nº 7 para harpa solo  Benjamin Britten: A Cerimony of Carols  William Mathias: A babe is born  Canção tradicional alemã/arr. Robert Lucas Pearsall: In Dulci Jubilo  Canção tradicional inglesa/arr. John Rutter: O Primeiro Natal  Assis Valente/arr. Aricó Jr.: Boas Festas  Caldas e Cavalcanti/arr. Cyro Pereira: Noite Azul  Adolphe Adam: O Holy Night (arr. John Rutter)  Canção tradicional francesa: Entre lebouef et l’âne gris   Franz Gruber: Noite Feliz  Local: Salão Nobre – Theatro Municipal de São Paulo   Endereço: Praça Ramos de Azevedo\, s/n° – República   Telefone: (11) 3053-2090   Duração aproximada: 1 hora   Classificação indicativa: Livre  Ingressos: R$ 20\,00  Vendas: pelo site theatromunicipal.org.br  ou pela bilheteria.  Horário da Bilheteria do Theatro Municipal: De segunda a sexta-feira\, das 10h às 19h\, e sábados e domingos\, das 10h às 17h.  04\, 05 e 06/12 Quarta\, quinta e sexta – 20h   07/12 Sábado – 16h e 20h   08/12 Domingo – 14h   O QUEBRA-NOZES  Escola de Dança de São Paulo  Coordenador Artístico – Luiz Fernando Bongiovanni  Remontagem – Guivalde de Almeida\, Thaís de Assis e Equipe EDASP   Cenografia – José Roverato  Figurinos – Acervo Escola de Dança de São Paulo  Local: Sala de Espetáculos – Theatro Municipal de São Paulo   Endereço: Praça Ramos de Azevedo\, s/n° – República  Telefone: (11) 3053-2090   Duração aproximada: 2 horas com 1 intervalo   Classificação indicativa: Livre   Ingressos: R$ 20\,00 / R$ 15\,00 / R$ 10\,00  Vendas: pelo site theatromunicipal.org.br ou pela bilheteria.  Horário da Bilheteria do Theatro Municipal: De segunda a sexta-feira\, das 10h às 19h\, e sábados e domingos\, das 10h às 17h.   08/12 Domingo – 15h   NATAL NO MOSTEIRO   Coral Paulistano   Naomi Munakata – regente   Rosemeire Moreira – soprano   Luciana Crepaldi – soprano   Andreia Abreu – mezzo soprano   Programa:   Antonio Vivaldi: Gloria   Local: Mosteiro de São Bento   Endereço: Largo de São Bento\, s/n – Centro Histórico de São Paulo   Duração aproximada: 60 minutos  Classificação indicativa: Livre   Ingressos: Entrada franca   13/12 Sexta – 20h   CONCERTO DE NATAL  Coral Paulistano   Naomi Munakata- regente  David Terry – órgão  Programa:   Charles-Marie Widor: Missa para coro e órgão op.36  Antiga melodia alemã: In Dulci Jubilo (arr. Robert Lucas Pearsall)  Canção tradicional inglesa: The First Noel (arr. John Rutter)  Assis Valente: Boas Festas (arr. Aricó Jr.)  Caldas e Cavalcanti: Noite Azul  Adolphe Adam: O Holy Night (arr. John Rutter)  Canção tradicional francesa: Entre leboeuf et l’âne gris (arr. David Terry)  Franz Gruber: Noite Feliz  Local: Catedral Evangélica de São Paulo  Endereço: R. Nestor Pestana\, 152 – Consolação  Duração aproximada: 60 minutos  Classificação indicativa: livre  Ingressos: Entrada Franca  14/12 Sábado – 17h   MESSIAS CANTE JUNTO   Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo   Coral Paulistano   Roberto Minczuk – regente   Luciana Bueno – mezzo soprano   Aníbal Mancini – tenor   Michel de Souza – baixo   Programa:   Georg F. Haendel: “O Messias” (trechos)   Local: Sala de Espetáculos – Theatro Municipal de São Paulo   Endereço: Praça Ramos de Azevedo\, s/n° – República  Duração aproximada: 70 minutos   Classificação Indicativa: Livre   Ingressos: R$ 30\,00 / R$ 20\,00 / R$ 12\,00  Vendas: pelo site theatromunicipal.org.br  ou pela bilheteria.  Horário da Bilheteria do Theatro Municipal: De segunda a sexta-feira\, das 10h às 19h\, e sábados e domingos\, das 10h às 17h.  21/12 Sábado – 20h | 22/12 Domingo – 17h   CONCERTO DE NATAL   Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo   Coro Lírico   Mário Zaccaro – regente  Programa:   Canto tradicional inglês: Deck the halls with boughs of Holly   Hino cristão: Amazing grace  Solista: Margarete Loureiro (contralto)   Canto tradicional de Natal: Adeste Fideles  Solista: Adriana Magalhães (soprano) Giacomo Puccini: Nessun dorma (da Ópera Turandot)   Solista: Marcello Vannucci (tenor)   Pastoril alagoano: Estrela de Natal – Pastoril Alagoano   Giulio Caccini: Ave Maria  Solista: Leonardo Pace (baixo)   Canto tradicional inglês: The first Noel   George Gershwin: Summertime (da Ópera Porgyand Bess)  Solista: Sandra Félix (soprano)   Pyotr I. Tchaiokovsky: Marcha da suite Quebra Nozes op 71   Melodia inglesa do séc XVI: What child is this?   Solista: Rogério Nunes (baixo)  O. Hammerstein e R. Rodgers: Climb every mountain  Johann Strauss II: Vozes da Primavera (Frühlingsstimen\, op. 410)   Franz Gruber: Noite feliz*  Canto tradicional francês: Angels we have heard on high   *arranjos e adaptações: Mário Zaccaro  Local: Sala de Espetáculos – Theatro Municipal de São Paulo   Endereço: Praça Ramos de Azevedo\, s/n° – República   Duração aproximada: 80 minutos   Classificação indicativa: Livre   Ingressos: R$ 40\,00 / R$ 30\,00 / R$ 12\,00  Vendas: pelo site theatromunicipal.org.br ou pela bilheteria.  Horário da Bilheteria do Theatro Municipal: De segunda a sexta-feira\, das 10h às 19h\, e sábados e domingos\, das 10h às 17h.
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SUMMARY:Wine traz vinho e pipoca na estreia de Star Wars: Episódio IX
DESCRIPTION:Wine oferece experiência exclusiva na primeira edição do Wine Experience São Paulo\, dezembro de 2019 – Quem disse que vinho não combina com pipoca? A Wine\, maior clube de vinhos do mundo\, vai oferecer mais uma experiência exclusiva – e imperdível – ao público de São Paulo.  No dia 19 de dezembro a marca fará a primeira edição do Wine Experience em uma sessão de estreia do filme Star Wars: Episódio IX na sala Platinum do Kinoplex do Shopping Parque da Cidade. Na ocasião\, a Wine vai oferecer diferentes combos\, harmonizando sabores de pipocas com diversos vinhos. O preço do ingresso é R$ 50\,00 para sócio Wine e R$ 100\,00 não sócio. A experiência vai contar ainda com todo o conforto das salas Kinoplex. Essa é uma oportunidade incrível para aproveitar o match perfeito do vinho e pipoca e curtindo um dos filmes mais aguardados do ano! Os combos estão disponíveis em http://www.wine.com.br/clubewine/experience/cinewine/.  ServiçoQuando: 19/12/2019 Horário: das 21h às 00h Onde: Kinoplex Shopping Parque da Cidade\, Sala 06 (Av. das Nações Unidas\, 14401 – Loja 301 – Chácara Santo Antônio\, Zona Sul\, São Paulo – SP Vendas e valores: http://www.wine.com.br/clubewine/experience/cinewine/   Opções de combo Combo 01: Pipoca Doce (TAMANHO P) – Glaceada com caramelo aromatizado com baunilha\, servida com azeite de limão siciliano + Espumante Fantinel Cuvée Prestige Brut Combo 02: Pipoca Gourmand Al pesta (TAMANHO P) – Servida com azeite ao pesto e o mais puro sal virgem + Mas dels Mets D.O. Montsant 2016. Combo 03: Pipoca Gourmand Provençal – Servida com azeite de alho e sal virgem com ervas de Provence + Vale da Coruja RL Branco 2017
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SUMMARY:Leilão on-line do Instituto Vida Livre
DESCRIPTION:Com operação da Galeria Aura\, o Leilão on-line do Instituto Vida Livre 2019 terá abertura dos lances às 10h do dia 4 de dezembro de 2019 e encerramento às 16h do dia 7 de dezembro de 2019. 30 importantes artistas do cenário nacional doaram suas obras\, cujas  vendas serão revertidas para a viabilização e ampliação do trabalho  realizado pelo Instituto Vida Livre na reabilitação e soltura de animais silvestres vítimas do tráfico de fauna no Rio de Janeiro. O leilão será realizado exclusivamente on-line. Para conhecer as obras disponíveis\, basta preencher o formulário com  seus dados e o catálogo por e-mail será enviado.  Os lances\, sempre a  partir de um valor mínimo sinalizado em cada lote\, poderão ser feitos  através do e-mail info@aura.art.br ou pelo Whatsapp (11) 3034 – 3825.
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SUMMARY:Exposição “Nas águas que se escondem” no Espaço Cultural Correios Niterói
DESCRIPTION:No mês em que o palácio dos Correios completa 105 anos e o Espaço Cultural Correios Niterói comemora cinco anos de funcionamento\, nove artistas  mulheres vão ocupar os espaços comuns do local com a exposição “Nas águas que se escondem”\, que será inaugurada no dia 30 de novembro.  “Queremos  brindar o público com esta grande exposição de arte contemporânea para  que as pessoas percebam a importância do palácio como espaço para a  arte”\, afirma Denise Anne\, diretora dos Correios Niterói. Carolina  Kaastrup\, Edna Kauss\, Fátima Pedro\, Ivani Pedrosa\, Myriam Glatt\, Roberta Paiva\, Talita Tunala\, Vanessa Rocha e Yoko Nishio  irão apresentar obras in situ\, instalações\, objetos\, postais e vídeos  que dialogam com a arquitetura eclética do palácio dos Correios\, com sua  função originária (como a troca de cartas e postais)\, com a localização e a paisagem que envolve o edifício e a história de Niterói\, única cidade fundada por índios.  “Água que se esconde”\, que inspira e dá título à exposição\, é uma das possíveis traduções do nome tupi da cidade de ‘Niterói (outrora “Nictheroy” ou “Nitheroy”)\, é Segundo a curadora\, Marisa Flórido\, “a  exposição\, ‘Nas águas que se escondem’\, revolve\, como fazem as ondas e  as marés\, as camadas de memórias esquecidas\, de histórias submersas\, de  trocas perdidas e atualizadas\, de paisagens desveladas”.   O carteiro é o ponto de partida da coletiva\, retratado na obra “s/ título”\, composta por diversas camisetas produzidas pela artista Carolina Kaastrup\, que trazem as formas geométricas e as cores do uniforme\, dispostas na  fachada do palácio. Entre o corpo do prédio e o do público\, flâmulas flutuam ao vento\, em fragilidades e persistências.  No centro das escadas\, do 2º andar ao térreo\, vindo na claraboia\, Edna Kauss instala “Tempestas“\, obra nas cores azul\, amarelo e verde\, composta por tubos de poliuretano e cabos de luminosidade contínua. Tempestas do latim\, de onde vem a palavra “tempestade”\, significa “tempo entre dois momentos”\, como um raio que divide o céu\, como um signo de  advertência.  Em uma mesa fica a obra “Voa depressa”\, da artista Fátima Pedro.\n Em alusão às cápsulas colocadas nos pés dos pombos-correio\, a obra é \ncomposta por desenhos sobre papel\, em forma de cilindro\, com imagens de \nfragmentos do corpo de um pombo.  Já Ivani Pedrosa ocupa as balaustradas internas do varandão localizado no primeiro andar\, com a obra “Ao Léu IV”\, uma instalação composta por letras  cortadas em PVC com as cores da Empresa Brasileira de Correios e  Telégrafos e as palavras “SIM” (amarelo) e “NÃO” (azul)\, além de bolas  de isopor com tamanhos variados. A intenção da artista é subverter a  telegrafia ao convidar o público para escrever sua palavra de ordem nas  bolas de isopor\, bem como resgatar o objetivo dos Correios: a escrita à mão de mensagens e missivas.  Myriam Glatt  apresenta placas de papelões pintados em cores tonais e em dimensões  variáveis\, ao redor dos seis conjuntos de colunas do pavimento térreo. A obra “Imoscapos” intervém na arquitetura do palácio de 1914\, no  encontro de um material efêmero como o papelão e as colunas centenárias.  “O real e o imaginário se unem nesse abraço\, dando ao espectador que  transita a experiência do convívio direto com a obra e o convidando a  circular ao seu redor”\, explica a artista.  “Abape ende?”\, em tupi antigo\, significa “Quem és tu?”. Título da instalação de Roberta Paiva\,  composta por três puçás (rede em cone para pesca)\, contendo espelhos de bolsa com a pergunta “Abape ende?”\, que poderão ser retirados e levados  pelo público. Roberta pretende devolver espelhos – objetos que eram  dados aos índios pelos portugueses em troca de madeira –  ao visitante  não como um souvenir\, mas como uma reflexão e uma interrogação a ser respondida: ‘Afinal\, quem és tu? O que trazes dos povos que aqui habitaram?’ Em alusão à “Revolta das Barcas”\, ocorrida em 1959 na estação das barcas e  que levou ao protesto da população contra um serviço alternativo e  ineficiente\, Talita Tunala traz “Opus magnum”\, instalação composta por um barco desgastado de fibra de vidro de 1\,35m x 3m\, que a artista recupera para uso\, e no qual ela intervém com desenhos\, acompanhado de uma narrativa fabular que mistura história\, ação e  ficção. A obra se apresenta como um instante suspenso de uma ação que só será concluída posteriormente\, após o encerramento da exposição\, com o retorno do barco ao mar. No térreo\, no hall entre a escada e o elevador\, a artista Vanessa Rocha  apresenta “S/ título”\, um conjunto de aquarelas\, no formato de postais  (10cm x 15cm) dispostos em um display\, que remetem a um tempo suspenso e abordam a precariedade da memória\, da comunicação e das relações.    Com “Mirantes”\, a artista Yoko Nishio reenquadra os dispositivos de segurança do edifício por meio duas estratégias: duas pequenas pinturas de câmeras de vigilância localizadas próximas às câmeras reais; e a colocação no piso do hall da entrada de quatro pequenos tablados circulares.  Posicionados sob a mira das câmeras de segurança presentes no local\, esses tablados convidam o espectador a pisar na sua superfície e a devolver a mirada\, criando um jogo imaginário com os enquadramentos produzidos por tais dispositivos de vigilância.    Serviço“Nas águas que se escondem” – coletiva com nove artistas mulheres ocupa áreas comuns do Espaço Cultural Correios NiteróiAbertura: 30/11/2019\, às 15h Visitação: Até 18/01/2020Local: Espaço Cultural Correios NiteróiEndereço: Avenida Visconde do Rio Branco\, 481 Funcionamento: de segunda-feira a sábado\, das 11h às18h (exceto feriados)Entrada franca
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SUMMARY:Inscrições abertas para o Programa de Exposições Galeria Ibeu 2020
DESCRIPTION:Um dos mais renomados espaços de arte do Rio de Janeiro\, a Galeria de Arte Ibeu\, localizada no Jardim Botânico\, acaba de abrir as inscrições para o Programa de Exposições Galeria Ibeu 2020\, que contemplará propostas de exposições individuais a serem realizadas no período de março de 2020 a março de 2021.  Os artistas interessados devem enviar os projetos para editalgaleriaibeu2020@gmail.com. O resultado será divulgado no blog e Facebook da Galeria Ibeu no dia 6 de janeiro de 2020.   O edital tem como objetivo apresentar um recorte da produção artística  contemporânea e fomentar a discussão sobre a diversidade poética e a  pluralidade de temas e suportes acionados pelas linguagens  contemporâneas.  O candidato deverá baixar a ficha de inscrição em ibeugaleria.blogspost.com e preenchê-la com as informações solicitadas.  Junto com a ficha de inscrição\, o artista deverá enviar um projeto de  exposição e um portfólio contendo imagens de até dez trabalhos recentes  (a partir de 2018).  Os portfólios serão examinados e selecionados pela Comissão Cultural do  Ibeu e as propostas podem estar sujeitas a ocupar meia galeria\, no formato de duas mostras paralelas\, caso a Comissão Cultural julgue pertinente. Entre as ações do Ibeu estão a produção de material de divulgação\, montagem e desmontagem\, e o oferecimento de coquetel de  inauguração.  ARTISTAS DEVEM ENVIAR PROJETO E PORTFÓLIO ATÉ 8 DE DEZEMBRO  Mais informações: http://ibeugaleria.blogspot.com/
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SUMMARY:Araken expõe pela primeira vez telas figurativas
DESCRIPTION:Conhecido pela sua produção abstracionista\, Araken apresenta\, a partir do dia 6 de novembro\, sua primeira exposição com trabalhos figurativos\, passada uma década desde a sua última individual.  “Mameluco” ocupa três salas no  3.º andar do Centro Cultural Correios com pinturas coloridas em técnica  mista de grandes formatos — algumas chegam a medir 5 metros —\, esculturas e “penduráveis” (definição do artista para as instalações que  pendem do teto). As telas são “povoadas” por tipos populares brasileiros\, como negros\, índios\, caboclos e mamelucos\, que dão nome à exposição\, tendo como pano de fundo abstrações. Aviador\, filósofo\, teólogo e arquiteto\, além de artista\, Araken coordena um grupo de estudo do pensamento brasileiro\, o que o influenciou bastante na escolha deste título\, uma vez que era o termo empregado na época do Brasil  Colônia para designar mestiços de índios com brancos. Ou seja\, a origem de toda a miscigenação brasileira.  “Um aspecto relevante a ser destacado é o encontro das culturas em novo  território. Chegando nestas terras\, o conquistador português já encontrou os indígenas\, incorporando ao território\, logo depois\, o trabalho escravo do negro africano. As peculiaridades de cada uma dessas etnias\, somadas\, gerou uma verdadeira miscigenação cultural\, que hoje  perfaz concretamente a nossa cultura”\, afirma Araken.  “Confrontado com os tipos populares retratados nas dez pinturas de grandes formatos em exposição\, o título da mostra tem sua significação ampliada para além do processo de miscigenação de índios e brancos sugerida pelo título. Muitas dessas telas nos mostram outras formas de mistura étnica que  compõem o mosaico populacional brasileiro. Nestas pinturas\, negros\, índios\, caboclos e brancos são frequentemente extraídos e isolados dos  contextos histórico-antropológicos específicos em que circulam cotidianamente. A solidão dos retratados nestas telas sugere\, por  analogia\, o isolamento classificatório dos discursos e das ilustrações  dos viajantes dos séculos XVIII e XIX”\, analisa o curador\, Fenando Cocchiarale. Serviço“Mameluco” Araken expõe telas de grandes dimensões\, além de esculturas e penduráveisCuradoria: Fernando CocchiaraleLocal: Centro Cultural CorreiosEndereço: Rua Visconde de Itaboraí\, 20 – 3º andar – CentroAbertura: 6 de novembro de 2019\, às 19hPeríodo: de 7 de novembro de 2019 a 5 de janeiro de 2020Visitação: de terça a domingo\, das 12h às 19hEntrada francaClassificação etária: livreSaiba mais sobre ArakenTransferido  para Fortaleza\, Ceará\, para trabalhar como instrutor de caça de 1972 a 1974\, Araken teve contato com artistas locais na Casa de Raimundo Cela e na Galeria Gauguin\, como os pintores Giberto Cardoso\, Heloísa Jaçuaba\, Roberto Galvão e Aderson Medeiros.  Lá\, faz sua primeira exposição no XXII Salão de Abril\, conquistando Prêmio de Aquisição. Em 1974\, realiza  sua primeira individual\, na Casa de Raimundo Cela. Em 1985\, participa da coletiva Novíssimos\, na Galeria do IBEU\, no Rio de Janeiro.  Em 1986\, individual na Galeria Macunaíma/FUNARTE\, RJ. Em 1988\, é selecionado para o 1º Salão Baiano de Artes Plásticas (Salvador)\, integra a coletiva “Composto – 80 Anos de Imigração Japonesa”\, na Casa de Cultura Laura Alvim (RJ) e na Fundação Mokiti Okada (SP).  Em 1989\, integra a coletiva “Artistas do Rio”\, com Daniel Senise\, João Magalhães\, entre outros\, no  Museu do Ingá\, Niterói. Expõe\, em coletiva\, no Espace Latin Americain e na Galerie de Nesle\, ambos em Paris.  Em 1990\, expõe na “Quinzaine  Brésil”\, em Renner\, na França\, e na “Avant Première” ao 22º Festival de  Pintura\, na Embaixada do Brasil em Paris e no Chateau-Musée de Cannes-Sur-Mer\, França. Participa da mostra “Três Latino-Americanos”  (Ramirez\, Araken e Fernando Barata)\, na Galeria Akie Aricchi\, e participa da coletiva “Pinturas sobre Papel\, Pequenos Formatos” (Araken e  Duthoit)\, ambas em Paris. Retorna ao Brasil neste ano.  Em 1991\, participa da mostra “Mougins-Prestige\, 3º Salon”\, em Maire de Mougins\, na França. Em 1992\, participa da exposição-concurso “L’Art et les Quatre  Elements”\, na Galerie Akie Aricchi\, e da coletiva “Brésil Aujourd’hui”\,  na Galerie Debret\, ambas em Paris. Em 1993\, participa da coletiva “O  Espaço”\, ao lado de Rubens Gerchman e Gustavo Zalamea\, na Galeria  Toulouse\, no Rio.  Em 1994\, faz parte da coletiva “1994”\, no Museu da  República. Também participa da coletiva “Brésil: Espace et Couleur”\, com  itinerância em Bruxelas\, Paris\, Frankfurt\, Porto e Lisboa. Participa da  coletiva “Espaço”\, ao lado de Barrão\, Tozzi\, Granato\, João Magalhães\,  Zerbini e Rubens Gerchman\, no Espaço Cultural Correios\, no Rio. Também  participa do 1º Salão MAM-Bahia de Artes Plásticas\, em Salvador. Integra a coletiva “Action Painting”\, na Galeria Metara.  Em 1995\, participa da  coletiva “Da Cor do Rio”\, no Espaço Cultural dos Correios\, no Rio. Também realiza uma individual na Galeria Marlene Gastal\, em Brasília\, com apresentação de Fernando Bicudo. Integra a coletiva “Frente a  Frente”\, no Centro Cultural Correios.  Em 1996\, participa do 28º Festival  Internacional de Pintura\, no Chateau-Musée de Cannes-Sur-Mer\, na  França. Participa de coletiva itinerante\, com mais três artistas  (Vergara\, Tozzi e Gerchman)\, na Galeria Casa Grande (Goiânia)\, Galeria  Referência (Brasília)\, Galeria Toulouse (Rio de Janeiro) e Aeroportos  Internacionais de Bra´silia e de São Paulo.  Participa da coletiva  “Danses e Couleurs du Brésil”\, em Lyon\, na França. Em 1997\, realiza uma  individual na Galeria Referência\, em Brasília\, onde\, além da pintura\,  expõe objetos. Também realiza individual na Galeria Toulouse (Rio de  Janeiro).  No mesmo ano\, é incluído no Dicionário de Pintores Brasileiros  de Walmir Ayala.  Em 1998\, participa do “12ems Salon des Arts”\, de Mangeny\, em Paris. Participa da coletiva “Uma homenagem a Dali”\, na Galeria Metara\, e da coletiva “Brésil: Espace et Couleur”\, na Galeria da Villa Riso\, no Rio de Janeiro. Realiza individual no Espaço Cultural  dos Correios. Integra coletiva na Gallery 98\, no Casa Shopping\, e realiza individual no Clube de Aeronáutica.  Em 1999\, realiza exposição  conjunta com José Veras\, no Centro Cultural Cândido Mendes (RJ)\, integra  coletiva “Pintura: 500 anos depois no Rio”\, no Espaço Cultural dos  Correios (RJ) e ilustra a capa do livro de poesias “Os Sinais”\, de José  Lívia Dantas.  Em 2000\, leciona pintura no Ateliê do Bureau do Artista\,  no Rio. Expõe na mostra “Ipanema\, onde a arte acontece”\, na Atualidade  Galeria de Arte (RJ). Participa de coletiva na Galerie Maison de  Clotilde de Vaux\, Chapelle de l’Humanité\, em Paris\, e expõe ao lado de  Cláudio Kuperman\, David Largman\, John Nicholson e Manuel Fernandes\, na  Galeria da Vila Riso (RJ).  Em 2001\, integra a coletiva “Imaginatrium”\,  no Instituto de Arquitetos do Brasil\, e expõe ao lado de Christina  Oiticica e David Largman\, na Galeria de Arte Ipanema (RJ). Apresenta uma  individual no Espaço Cultural Mauá (RJ).  Em 2002\, inaugura a individual  “Transcendência”\, na Galeria Cândido Mendes.  Em 2003\, apresenta a  individual “Série Amarela”\, na Galeria Toulouse.  Em 2004\, inaugura  individual na Galeria de Arte Ibeu e “Objetos do Tempo”\, no Espaço Cultural Maurice Valansi.  Em 2005\, apresenta a individual “Campo de Pouso”\, no Memorial da América Latina (SP) e no Museu Histórico Nacional.  Em 2006\, expõe “Objetos do Tempo”\, na Folic Galeria\, e participa da Feira Internacional de Arte de Bogotá (Art Bo)\, na Colômbia.  Em 2007\, apresenta a individual “Dourado”\, na Galeria Toulouse\, e integra a coletiva “IBEU 70 anos / 70 obras do acervo”\, na  Galeria de Arte Ibeu.  Em 2009\, expõe “Biblioteca”\, no MAM-Rio e  participa das coletivas “Memorial revisitado – 20 anos”\, no Memorial da  América Latina (SP)\, e “Nano”\, no Studio 44\, em Estocolmo.  Em 2011\, inaugura a individual “Casais”\, na TAC Galeria.  Em 2014\, apresenta a  individual “Cor”\, na Galeria Canvas (SP) e integra a coletiva “Mergulho  no bailado de Flávio de Carvalho”\, no SESC-Rio.   
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SUMMARY:Mostra “Sob Ataque”\, na Casa da Imagem
DESCRIPTION:A mostra “Sob Ataque” volta à revolução de 1924 para abordar as bombas reais e simbólicas que contam a história do bairro dos Campos Elíseos.  No início do século XX uma bomba explodiu na Rua Helvetia\, número 2. Ocorria a Revolução Paulista de 1924\, também chamada de ‘a revolução que São Paulo esqueceu’: um levante tenentista duramente reprimido pelas tropas fiéis ao governo.   Depois de 23 dias de bombardeios que atingiram principalmente a população civil\, os jornais comemoravam a vitória da legalidade e o sufoco da revolução. Um século depois\, sob a justificativa de manter vigente a mesma legalidade\, muitas outras bombas\, reais e simbólicas\, têm explodido sobre aquele mesmo território\, impactando principalmente os mais vulneráveis.  É nesse contexto que ocorre\, no próximo dia 26\, na Casa da Imagem\, a abertura da mostra “Sob Ataque”. A exposição\, idealizada pelo Coletivo Garapa e realizada com apoio do Edital de Apoio à Criação e Exposição Fotográfica da Secretaria Municipal de Cultura\, é uma iniciativa cultural que se debruça sobre o território hoje conhecido como Cracolândia\, em São Paulo.  O projeto mapeia\, a partir da fotografia do imóvel da Rua Helvetia\, 2\, bombardeado durante a Revolução\, outras explosões e eventos de violência ocorridos naquele espaço desde então.  Para tal\, o coletivo\, que tem reconhecida produção fotográfica nos campos das artes visuais e do documentarismo\, emprega um misto de técnicas e abordagens\, utilizando desde a coleta de material imagético histórico até a criação de imagens fotográficas sobre o território em foco.  Em sua concepção\, a mostra reúne uma iconografia vinda de diferentes acervos documentais\, como os do Instituto Moreira Salles\, da Fundação Energia e Saneamento e da própria Casa da Imagem\, além de registros fotojornalísticos contemporâneos.  Entre as imagens de arquivo\, duas se destacam de modo especial: um postal de Gustavo Prugner\, de 1924 (cedido pelo Instituto Moreira Salles)\, e uma reprodução do panorama de Valério Vieira\, de 1922\, com 5 m de comprimento.  Além destas imagens\, fazem parte da exposição um conjunto de fotografias criadas pelo Coletivo Garapa a partir da encenação de explosões na região\, registros históricos sem autoria declarada e imagens de fotojornalistas contemporâneos. No total\, a exposição é composta por 24 imagens. Explosão 4. Mostra “Sob Ataque”| Coletivo GarapaAo revirar o\npassado\, “Sob Ataque” traz para o presente as tensões históricas que se\nacumulam e transformam a paisagem da região dos Campos Elíseos ao longo do\ntempo.  A proposta é fazer uma leitura transversal dessas tensões\, desde a\nformação do bairro até a atualidade. O imóvel bombardeado e fotografado por\nPrugner há quase cem anos ficava\, precisamente\, onde hoje se concentra o\n“fluxo” da chamada Cracolândia.  De acordo com um dos coordenadores e idealizadores do Garapa\, Paulo Fehlauer\, “a proposta é de exercitar um olhar ambíguo e dialético sobre essas explosões que\, ao longo do tempo\, ajudaram e ajudam a moldar não apenas a geografia do território\, mas\, também\, as suas dinâmicas históricas e sociais. Um território cuja alcunha pejorativa — Cracolândia — disfarça a complexidade das relações e dos conflitos que se entranham no tempo e no espaço\, confinando-as a uma leitura presumidamente unívoca”\, afirma.  Sobre o Coletivo GarapaPaulo Fehlauer e Rodrigo Marcondes compõem o Coletivo Garapa. Ambos egressos do jornalismo\, desde 2008 desenvolvem uma trajetória criativa que propõe tensionar as fronteiras entre o documentário e as artes visuais\, realidade e ficção\, além de integrar linguagens e plataformas explorando o contato entre a fotografia\, o vídeo\, o arquivo e a literatura.  Juntos\, desenvolvem um reconhecido trabalho de pesquisa autoral\, buscando em eventos históricos e contemporâneos\, na paisagem física e humana\, os elementos para a construção de narrativas complexas e multifacetadas\, resultando em um trabalho ao mesmo tempo artístico e político. Fehlauer é fotógrafo\, escritor e artista multimídia. Graduado pela ECA-USP e mestrando em Estudos Literários na Universidade Federal de São Paulo\, atuou como repórter fotográfico na Folha de S. Paulo e colabora com jornais e revistas do Brasil e exterior. Trabalhou no International Center of Photography e no National Geographic Photocamp\, em Nova York. Fundador do Coletivo Garapa e da Casa da Cultura Digital\, possui especialização em Formação de Escritores no Instituto Vera Cruz\, em São Paulo.  Marcondes\, por sua vez\, é jornalista\, fotógrafo e artista multimídia. Mestre pelo Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp. Colaborou com canais de comunicação brasileiros e do exterior\, como Folha de S. Paulo\, Editora Trip\, MTV Brasil\, além das produtoras Maria Farinha e Busca Vida Filmes. Viveu na Inglaterra e na Itália\, onde trabalhou como fotógrafo freelance e aprofundou sua educação nas artes visuais. Em 2012\, concluiu o Master of Documentary Photography\, da Universidade AKV St. Joost\, na Holanda. www.garapa.org ServiçoSOB ATAQUELocal: Casa da ImagemEndereço: Rua Roberto Simonse\, 136 – Centro Histórico de São PauloHorário: terça a domingo\, das 9h às 17hPeríodo: 26 de outubro a 15 de março de 2020
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SUMMARY:Mostra “Ela disse: porque os vestidos transbordam de vento”
DESCRIPTION:Única galeria de arte contemporânea em Petrópolis\, a A2 + Mul.ti.plo inaugura exposição com obras de Célia Euvaldo\, Elizabeth Jobim\, Ester Grinspum\, Renata Tassinari e Sandra Antunes Ramos. A mostra “Ela disse: porque os vestidos transbordam de vento” destaca a diversidade e extensão do uso do papel na trajetória de cinco conceituadas artistas brasileiras.  A coletiva será inaugurada no dia 19 de outubro\, às 19h\, no Vale das  Videiras\, e fica em cartaz até 14 de dezembro. A entrada é franca.  Na  mostra “Ela disse: porque os vestidos transbordam de vento”\, as cinco  artistas apresentam obras que se destacam tanto pela densidade como pela  economia de elementos\, como num poema (o título foi retirado da  antologia do poeta português Herberto Helder).  Célia Euvaldo traz desenhos feitos com nanquim sobre papel chinês\, realizados entre 1988 e 2011. Em superfícies opacas\, monocromáticas\, a presença do corpo e da textura surge em pinceladas largas\, feitas de uma vez só\, ora na horizontal\, ora na vertical\, criando um padrão desconcertante.“O traço oscila\, derrapa\, a tinta respinga\, e vou acatando o imprevisto\,  inclusive a reação do papel\, que às vezes enruga\, contrai\, e assim não é  só um fundo\, mas um elemento com um papel ativo”\, diz Célia. “São obras  de pinceladas únicas e\, portanto\, de um risco imenso. São trabalhos de  grande entrega”\, acrescenta Maneco Müller\, sócio da galeria. Ester Grinspum apresenta um conjunto de pinturas a óleo sobre papel\, de 2017. São pequenas formas desenhadas com pincéis de caligrafia japonesa\, com  traços que refletem a busca pela subjetividade e a relação entre espaços  e vazios\, questões importantes na produção da artista. “A forma  circular está sempre muito presente no meu trabalho e esses desenhos  também são círculos\, ou quase círculos\, que me remetem à perspectiva  cíclica do tempo”\, diz ela. “Um tom de incompletude ilumina as telas de  Ester\, que trazem também pinceladas únicas. É como se só o primeiro  passo fosse desvelado”\, diz Maneco.  Partindo da observação de pequenas pedras\, os desenhos de Elizabeth Jobim reunidos na mostra foram produzidos em acrílica e nanquim sobre papel\,  entre 2000 e 2004. “Eles trazem minha percepção das formas\, dos ângulos e  do espaço\, e são feitos de várias partes justapostas. Eu desenhava na  parede com uma técnica aguada\, por isso têm escorridos”\, diz ela. Para  Maneco\, a potência dos trabalhos em exposição consiste justamente neste  ambiente aguado que constrói e faz fluir\, propor uma espécie de  negociação\, por vezes tensa\, com o acaso. “Elizabeth tem um gesto muito  vivo\, muito presente\, mas nestes trabalhos\, ela incorpora o imprevisto. A  tinta escorre pelo papel e se transforma em arte”\, comenta Maneco. Nos trabalhos de Renata Tassinari se veem planos geometrizados por cores\,  resultado de uma pesquisa que a artista paulistana faz desde 2003. Os desenhos foram produzidos em 2018 com óleo e grafite sobre papel. Foi a  partir das pinturas que já fazia sobre placas acrílicas e sobre madeira que Renata começou a pensar o trabalho com o papel. “A paleta cromática  dos desenhos tem muito a ver com a das minhas pinturas\, inclusive a fresta branca\, que é o respiro da obra\, o risco por onde corre o ar”\, conta Renata. A cor é\, sem dúvida\, o eixo de gravidade dos trabalhos\, e cada uma delas se afirma por si\, como persona única e autônoma\, comenta Maneco. “Renata demonstra domínio absoluto ao colocar lado a lado cores improváveis\, que muitas vezes têm uma convivência nada  pacífica. O belo e o estruturado nascem a partir de uma insubordinação das cores”\, diz ele. Sandra Antunes Ramos apresenta pinturas em pequenos formatos\, que misturam  tinta a óleo e costura sobre papel. Nas obras\, ela trabalha tanto a  questão pictórica\, com blocos de cor\, sua marca registrada\, como rompe  com isso\, com linhas fluidas costuradas\, que remetem ao corpo feminino.  Pequenas e delicadas\, as pinturas resultam de um processo de fazer lento  e minucioso. “O papel é mais frágil do que a tela. Além disso\, uso papéis finos\, transparentes\, que marcam\, vincam\, reagem mais. A tinta a óleo\, mesmo no papel\, demora muito para secar e uso diversas camadas. Depois vem a costura\, que é lenta também”\, conta Sandra. “São obras delicadas\, tanto no formato quanto no acabamento\, que buscam equilibrar o  geométrico e o orgânico\, a rigidez e a fluidez”\, explica Maneco Muller. Todos os trabalhos reunidos na mostra “Ela disse: porque os vestidos  transbordam de vento” serão apresentados pela primeira vez na cidade de  Petrópolis. Sobre Célia EuvaldoCélia Euvaldo começou a expor em meados da década de 1980. Suas primeiras  exposições individuais foram na Galeria Macunaíma (Funarte\, Rio de  Janeiro\, 1988)\, no Museu de Arte Contemporânea (São Paulo\, 1989) e no  Centro Cultural São Paulo (1989). Ainda em 1989\, ganhou o I Prêmio no  Salão Nacional de Artes Plásticas da Funarte. Desde então tem exposto  regularmente em mostras individuais e coletivas em galerias e  instituições. Participou\, notadamente\, da 7ª Bienal Internacional de  Pintura de Cuenca\, Equador (2001) e da 5ª Bienal do Mercosul (2005).  Realizou exposições individuais\, entre outros\, no Paço Imperial (Rio de  Janeiro\, 1995\, 1999 e 2015/16)\, na Pinacoteca do Estado de São Paulo  (2006)\, no Centro Cultural Maria Antonia (São Paulo\, 2003 e 2010)\, no  Museu de Gravura da Cidade de Curitiba (2011) e no Instituto Tomie  Ohtake (São Paulo\, 2013). Em 2016\, participou da mostra coletiva Cut\, Folded\, Pressed & Other Actions  na David Zwirner Gallery\, em Nova York. Em 2017 realizou exposições  individuais no Rio de Janeiro\, em Belo Horizonte e Ribeirão Preto\, e\, em  2018\, na Galeria Raquel Arnaud\, em São Paulo. Sobre Elizabeth JobimDesenhista\,\n pintora\, gravadora. Realiza estudos de desenho e pintura com Anna Bella\n Geiger (1933)\, Aluísio Carvão (1920-2001) e Eduardo Sued (1925)\, \nno Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ)\, entre 1981 e 1985. \nCursa comunicação visual na Pontifícia Universidade Católica do Rio de \nJaneiro (PUC/RJ)\, a partir de 1981. Nessa universidade\, entre 1988 e \n1989\, faz curso de especialização em História da Arte e da Arquitetura \nno Brasil. Entre 1990 e 1992\, faz mestrado em Belas Artes na School of \nVisual Arts\, em Nova York. A partir de 1994\, leciona no Ateliê de \nDesenho e Pintura da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV/Parque \nLage)\, no Rio de Janeiro. Entre suas mais importantes exposições\, estão \nBlocos (2013)\, no MAM do Rio de Janeiro\, Em Azul (2010)\, na Estação \nPinacoteca de São Paulo\, e Endless Lines (2008)\, na Lehman College Art \nGallery\, em Nova York. Participa da coletiva Art in Brazil (1950-2011)\, \nno festival Europalia\, em 2011\, em Bruxelas\, e da 5ª Bienal do Mercosul\,\n em 2005.  Sobre Ester GrinspumFormada\n em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo\, fez sua \nprimeira exposição individual na Pinacoteca do Estado de São Paulo\, em \n1981\, e a seguir no Museu de Arte Contemporânea (USP) e na Galeria \nFunarte Macunaíma no Rio de Janeiro\, em 1983. A partir de então\, fez \nvárias exposições individuais no Brasil e exterior\, entre elas na \nGaleria Paulo Figueiredo (SP); na Galerie Lil’Orsay\, Paris; na Galeria \nMarilia Razuk (SP); no Paço Imperial do Rio de Janeiro; no Musée de \nLangres\, Paris; na Pinacoteca do Estado de São Paulo e na Galeria \nTransversal e no Instituto Tomie Ohtake. Participou de inúmeras \nexposições coletivas\, como Como vai você\, Geração 80?; Bienal \nLatino-Americana de Arte Sobre Papel\, em Buenos Aires\, 1986; I e II \nBienal de Havana\, 1984 e 1986; XX Bienal Internacional de São Paulo\, \n1989; Tabula Rasa\, Bienna\, Suíça\, 1991; UltraModern – The Art of \nContemporary Brazil\, Washington\, 1993; Bienal Brasil Século XX\, 1994; \nSelections Brazil\, Drawing Center\, Nova Iorque\, 1995; I Bienal do \nMercosul\, 1996; Stedelijk Museum\, Schiedam\, Holanda\, 1996; Escultura \nUrbana\, Alger\, 2003; ARCOMadrid\, Solo Project\, 2012. Foi contemplada com\n a Bolsa de Trabalho European Ceramic Work Centre em s’Hertogenbosch\, \nHolanda\, em 1995; a Bolsa Virtuose e de Residência na Cité des Arts\, em \nParis\, em 1997 e 1998; e a Bolsa Vitae de Artes\, em 2002\, entre outras. \nPossui trabalhos em coleções como Pinacoteca do Estado de São Paulo\, \nMuseu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo\, Museu de Arte \nModerna de São Paulo\, Brooklyn Museum (Nova Iorque)\, Fonds National \nd’Art Contemporain (França) e Coleção Patricia Phelps de Cisneros. Sobre Renata TassinariFormada  em Artes Plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado (Faap) em  1980\, onde foi aluna de grandes mestres como Carlos Fajardo e Dudi Maia  Rosa\, Renata Tassinari inicia sua produção com pinturas que mesclam  elementos figurativos à gestualidade característica da pintura da  Geração 80. A figuração vai lentamente desaparecendo e dá vez a uma  pesquisa marcante de cor\, que se transforma na marca de seus trabalhos. A  artista\, porém\, não dissocia cor e matéria – Tassinari repensa ambas a  partir da relação com o suporte e também ao agregar à superfície da tela  elementos díspares (como papelão e madeira) e diferentes técnicas. A  artista tem dezenas de mostras individuais e coletivas em seu histórico\,  incluindo a retrospectiva no Instituto Tomie Ohtake\, SP\, em 2015 e  mostras solo no MAM RJ\, MAM SP e Paço Imperial. Sobre Sandra Antunes RamosNasceu\n em 1964\, em São Paulo\, SP\, onde vive e trabalha. Sua trajetória em arte\n visual começou tardiamente. Dedicou-se por cerca de dez anos à \natividade de educadora. Posteriormente\, migrou para as artes gráficas\, onde realizou diversos desenhos de livros e capas. Como designer\, teve uma larga experiência na diagramação e no desenho de livros de arte. Em 2014\, realizou sua primeira individual\, na galeria Mul.ti.plo Espaço Arte\, no Rio de Janeiro\, com curadoria de Alberto Tassinari. Em\n 2016\, realizou uma exposição individual na Galeria Millan\, voltando a \nexpor lá em 2017\, em uma coletiva no espaço Anexo Millan. Participou de exposições coletivas\, como paratodos 2 (2017)\, na Carpintaria\, Rio de Janeiro\, e a mostra impávido colosso (2019)\, n’A Mesa\, também na capital carioca. ServiçoExposição de arte contemporâneaTítulo: “Ela disse: porque os vestidos transbordam de vento” Artistas: Célia Euvaldo\, Elizabeth Jobim\, Ester Grinspum\, Renata Tassinari e Sandra RamosAbertura: 19 de outubro\, às 19hVisitação: sexta 19h – 22h / sábado 11h – 16h e 19h – 22h / Domingo 11h – 16hLocal: A2 + Mul.ti.plo End.: Armazém das Videiras – Estrada Almirante Paulo Meira\, 8.400\, loja 5 – PetrópolisTel.: +55 24 2225-8802http://multiploespacoarte.com.br/
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SUMMARY:Programação da 47ª Chapel Art Show
DESCRIPTION:18 de outubro | sexta-feira19h30 — Conversa: “O que é original na arte?” com Prof. Dr. Marcelo Conrado\, sobre direito de imagem. 19 de outubro | sábado10h às 17h — Kids corner (Brincadeiras artísticas para crianças). A partir das 19h Coquetel com comidas e bebidas brasileirasPocket show com Bruna SimõesVisita guiada com a Curadora Adriana Rede20 de outubro | domingo10h às 17h — Kids corner (Brincadeiras artísticas para crianças). A partir das 18h Coquetel com comidas e american drinksPocket show com Beatriz Abrahm e Maria Alice ArgentinoVisita guiada em inglês com Julie Belfer21 de outubro| segunda-feira19h30 — Coquetel e palestra “Arte e design Colecionável”\, com José Marton. 22 de outubro | terça-feira19h30 — Coquetel e talk com o artista homenageado Sérgio Fingermann 23 de outubro | quarta-feiraA partir das 18h – Finissage
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