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SUMMARY:Exposição interativa revela a beleza da Matemática
DESCRIPTION:A exposição interativa Matemática: um outro olhar abre a programação de 2020 do Centro Universitário Maria Antonia da USP trazendo objetos feitos para encantar\, desafiar\, instigar e surpreender os visitantes de todas as idades\, mesmo aqueles que não costumam ter uma relação tão amigável com essa ciência por relacioná-la apenas a conteúdos escolares. A mostra\, que será aberta no dia 5 de março\, reúne peças do acervo do Centro de Difusão e Ensino Matemateca do Instituto de Matemática e Estatística (IME) da USP\, que há 17 anos produz materiais que despertam o interesse das pessoas por matemática.     “Tudo é interativo e pode ser tocado. Alguns temas podem ser familiares\, outros nem tanto\, mas as peças sempre trazem para o visitante uma experiência real que o aproxima da beleza da matemática sem a linguagem formal que a caracteriza”\, diz o curador da mostra e também diretor da Matemateca\, Eduardo Colli\, explicando que cada objeto pode ser visto de formas diferentes\, de acordo com a experiência prévia do visitante. Entre as atrações estão as “árvores de steiner”\, que mostram como as películas de sabão nos dão a resposta para saber a menor distância entre dois pontos\, e jogos em que os visitantes podem se divertir e aprender por meio de modelos matemáticos\, como tratar das mais diversas situações de conflito e cooperação entre dois ou mais agentes. Para enriquecer  a interação com o público\, estudantes de graduação e de pós-graduação do IME atuarão como mediadores\, tirando dúvidas e discutindo o conteúdo com os visitantes.  Escolas podem agendar visitas monitoradas pelo email matemateca@ime.usp.br ou pelo telefone (11) 3091-1884.  No dia 14 de março também será comemorado pela primeira vez o Dia Internacional da Matemática\, instituído recentemente pela Organização das Nações Unidas para a Educação\, a Ciência e a Cultura (Unesco). Neste dia\, além da exposição\, haverá programação especial aberta à população no Centro Maria Antonia.  Foto: Jogos/ Alisson Ricardo Matemateca O Centro de Difusão e Ensino Matemateca\, mais conhecido como Matemateca\, surgiu em 2003 da vontade de professores do Instituto de Matemática e Estatística (IME) da USP de transmitir a visão da matemática dos especialistas diretamente ao público leigo\, propondo novos olhares e uma relação mais próxima dessa ciência com a vida cotidiana ou com desafios instigantes. Seu acervo vem sendo  construído desde então e exibido em diversas cidades do país.      Texto: Sandra Lima  Serviço Exposição Interativa Matemática: um outro olharOnde |  Centro Universitário Maria Antonia – Edifício Rui Barbosa Rua Maria Antônia\, 294 – Vila Buarque – São Paulo\, SP (próximo às estações Higienópolis e Santa Cecília do metrô) Abertura | 5 de março de 2020 às 19 horasVisitação | De 6 a 29 de março de 2020  Horário | terça a domingo\, e feriados\, das 10 às 18 horas Classificação | Livre Quanto | Grátis Informações | (11) 3123-5202 Agendamentos | visitas monitoradas para escolas e grupos com mais de 20 pessoas devem ser marcadas pelo e-mail matemateca@ime.usp.br ou telefone (11) 3091 1884
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SUMMARY:A metropolização de São Paulo no legado de Rino Levi
DESCRIPTION:O Itaú Cultural abre a série Ocupação apresentando a vida e obra do arquiteto. A 49ª exposição do gênero\, idealizada para destacar o trabalho e a trajetória de artistas que são referência em sua área\, revela a modernização\, verticalização e mudança de parâmetros implementadas por ele na cidade. Um seminário\, lançamento de um livro sobre o seu universo\, filmes online e ações educativas marcam a iniciativa Em 1926\, quando o brasileiro\, filho de italianos\, Rino Levi (1901-1965) chegou em São Paulo\, depois de estudar na Escola Superior de Arquitetura de Roma\, a cidade crescia atabalhoadamente. Coube a este arquiteto e urbanista harmonizar e integrar arquitetura\, artes e natureza e atuar diretamente na metropolização paulistana. Tem a sua marca\, a verticalização do centro com atividades de serviço\, comércio\, lazer e cultura e a expansão horizontal formatada por bairros residenciais. Devem-se a ele\, ainda\, a diversificação e a especialização das atividades econômicas e profissionais em torno da arquitetura. A sua trajetória\, em suma\, se confunde com a história e a cultura da cidade que ajudou a construir. Este percurso pode ser conferido na Ocupação Rino Levi\, no Itaú Cultural\, de 29 de fevereiro a 12 de abril. A 49ª exposição da série Ocupação tem concepção e realização do próprio instituto\, que divide a curadoria com a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU/USP). As equipes do Observatório Itaú Cultural e da Enciclopédia Itaú Cultural\, formando a equipe de curadores\, contaram com cocuradoria dos arquitetos e professores Hugo Segawa\, Joana Mello\, Mônica Junqueira\, Renato Anelli e Tatiana Sakurai. O projeto expográfico é assinado pelo escritório de Stella Tedesco. Esta mostra integra a série de ações do Itaú Cultural voltadas para figuras fundamentais da arquitetura brasileira\, que já contou com outras de Gregori Warchavchik\, Paulo Mendes da Rocha\, Vilanova Artigas\, Flávio Império\, Oscar Niemeyer e Sergio Rodrigues. A ocupaçãoEntre croquis\, maquetes\, recortes de jornais\, fotografias\, vídeos inéditos e projetos desenhados por ele\, mas nunca construídos\, a exposição traça um amplo panorama do trajeto de Levi. Só para citar algumas obras dele que nunca saíram do papel\, tem a do Viaduto do Chá – imaginado totalmente diferente do que os transeuntes do centro da cidade se acostumaram a ver. Também vale citar uma maquete do que seria Brasília\, hoje\, caso o arquiteto não tivesse perdido para Oscar Niemeyer no concurso de 1957\, quando se elegeu o plano urbano da então futura capital do país.  Na ótica de Levi\, o Distrito Federal abrigaria finos blocos de 300 metros de altura\, com dois níveis de garagem e 20 andares habitáveis. Assim\, incorporaria o cerrado ao cotidiano dos brasilienses concentrando grupos de 16 mil moradores. Esta concentração próxima ao centro urbano e administrativo\, ao contrário de hoje\, facilitaria o deslocamento a pé. Esta obra apresentada na exposição\, também tem versão tátil para o público cego. Outras ferramentas de acessibilidade são igualmente encontradas por todo o espaço expositivo\, como   uma carta transposta para o braile\, dele para Álvaro Vital Brasil respondendo sobre a organização de seu escritório\, em 1947\, encontrada no acervo da biblioteca da FAU\, assim como orientações do arquiteto para a realização de fotografias internas em um apartamento do Edifício Prudência. Todos os vídeos expostos também têm tradução em Libras\, a língua brasileira de sinais. Situada no Piso Térreo\, a Ocupação Rino Levi se desdobra em cinco eixos. No primeiro\, ele é apresentado com todas as suas credenciais: um arquiteto e urbanista que se destacou pela variedade e qualidade de projetos que marcam a paisagem urbana de São Paulo. Entre eles\, o Teatro Cultura Artística\, os antigos cinemas UFA Palácio\, situado na avenida São João\, Universo – este\, podendo ser revivido por meio de uma obra executada em realidade virtual – e Ipiranga. Ainda\, os hospitais Antônio Cândido de Camargo do Instituto Central do Câncer e Einstein\, o banco Sul-Americano do Brasil. No eixo Morar Moderno\, encontram-se os projetos de Levi em diferentes escalas\, privilegiando a flexibilidade dos espaços e a integração entre arte\, design e paisagismo. Os ambientes repensados pelo arquiteto com nova disposição e áreas mais arejadas e independentes\, costumavam ter uma interação com paisagismo. Entre as moradias\, vale destaque o até hoje admirado Edifício Prudência\, situado na Avenida Higienópolis e tombado pelo Departamento do Patrimônio Histórico em 1994.  Ele próprio construiu a sua residência na Avenida 9 de Julho\, entre as ruas Suécia e Noruega. Ocupada\, na atualidade\, pela galeria de arte Luciana Brito\, ainda se destaca a integração do interior com o paisagismo no exterior da casa. Metrópole Vertical\, mais um núcleo da mostra\, mergulha nas experimentações do arquiteto homenageado com novas disposições nas plantas dos apartamentos e escritórios\, assim como a abertura das janelas e dos balcões para a paisagem urbana. Na sequência\, Cidade Nova apresenta ao público a arquitetura de Levi integrada ao urbanismo\, transportando para os projetos o conceito de alma brasileira\, em que vegetação e belezas naturais garantiriam vivacidade e cores únicas no mundo. Por fim\, em Metrópole Cultural encontram-se seus projetos – realizados ou não – voltados para novos modos de lazer de massa. Entre eles\, o Teatro Cultura Artística\, que se destaca na paisagem pelo gigantesco painel de Di Cavalcanti em sua fachada. Construído no terreno do antigo Velódromo de São Paulo\, o primeiro estádio de futebol do país\, este teatro foi atingido por um incêndio em 2008\, que praticamente o destruiu. Está em reconstrução desde 2018. Rino Levi\, tornou a arquitetura e o urbanismo disciplinas indissociáveis. Ele foi também professor e representante de classe profissional\, construindo uma ampla rede de relações no Brasil e no exterior. Em seu escritório\, um dos primeiros a serem construídos no país com esse fim\, além do contato com clientes\, colaboradores\, fornecedores e editores de revistas\, passaram dezenas de estagiários que difundiram seu modo de trabalhar e sua arquitetura. Na FAU/USP\, onde foi professor de 1957 a 1960\, participou da reestruturação do curso\, criou importantes parcerias de trabalho e conviveu com centenas de alunos\, cujos trabalhos buscou divulgar. No Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento de São Paulo (IAB/SP)\, como sócio e presidente (1954-1955)\, estabeleceu contatos com os principais profissionais de seu ramo em todo o mundo e participou ativamente de órgãos de classe internacionais comprometidos com o fomento e a difusão da profissão\, como a União internacional de Arquitetos (UIA). Esta rede de relações que ele teceu ao longo de sua vida – interrompida precocemente aos 63 anos\, quando acompanhava Burle Marx\, seu amigo e colaborador nos projetos paisagísticos\, em uma expedição botânica no interior da Bahia –\, também se encontra na exposição em sua homenagem. Seminário e livroEm sinergia com a Ocupação Rino Levi\, o Itaú Cultural realiza nos dias 2 e 3 de março (segunda-feira e terça-feira)\, o seminário Móvel\, Casa e Cidade: Arquitetura e Modernização\, em parceria com a FAU-USP. No primeiro dia\, das 19h às 22h\, é realizado no instituto o lançamento\, pela Romano Guerra Editora\, de Rino Levi\, Arquitetura e Cidade. Trata-se da segunda edição do livro monográfico sobre Levi e primeira publicação da editora. Lançado originalmente em 2001 e esgotado há mais de 10 anos\, a obra retorna com apoio da coletividade\, que viabilizou a nova publicação via patrocínio coletivo. Neste dia\, às 19h\, é realizada uma mesa redonda formada pelos professores e arquitetos Renato Anelli\, Abilio Guerra\, Nelson Kon\, Barbara Levi\, Antonio Carlos Sant’Anna e Paulo Bruna. Resultado do doutorado de Anelli\, da pesquisa iconográfica da equipe liderada por Guerra e de ensaios fotográficos originais de Kon\, a publicação em português-inglês aborda histórica e criticamente a vasta produção de Rino Levi\, inserindo-o no rol dos pioneiros da arquitetura moderna em São Paulo. Suas principais obras arquitetônicas e urbanísticas estão registradas em centenas de imagens (croquis\, desenhos\, fotos) e informações variadas (datas\, programas\, dados técnicos e construtivos). A segunda edição\, revisada e ampliada\, traz novo projeto gráfico assinado por Dárkon Vieira Roque\, imagens tratadas a partir dos arquivos digitais brutos\, textos revisados segundo a reforma ortográfica de 2009\, além de imagens inéditas do arquivo fotográfico de Nelson Kon\, do Acervo Digital Rino Levi\, e do acervo pessoal de Barbara Levi\, sua filha. Filmes e ações educativasEm diálogo com esta Ocupação\, o Itaú Cultural produziu uma publicação e um hotsite e preparou uma mostra online de filmes clássicos que retratam a cidade naquele tempo. Os longas-metragens subirão no site do instituto (www.itaucultural.org.br)\, de 2 a 12 de abril. São os seguintes: São Paulo\, Sinfonia da Metrópole\, de Adalberto Kemeny e Rodolfo Lustig (1929)\, São Paulo\, Sociedade Anônima\, de Luís Sérgio Person (1965)\, Os cinemas estão fechando\, de Abrão Berman\, (1980) e Quando as luzes das marquises se apagam\, de Renato Brandão (2018). O Núcleo de Educação e Relacionamento do instituto também preparou atividades em sinergia com a exposição. Das 14h às 15h30\, nos domingos de março (dias 7\, 14\, 21 e 28)\, os educadores do instituto promovem a oficina Minha casa de papel: construindo cômodos em miniatura. Ela relaciona as características da arquitetura de Rino Levi e questões como os modos de morar para que os participantes construam cômodos em miniatura. No final do mês\, eles serão juntados formando uma casa completa. A atividade é realizada no piso 1S\, tem 1h30 de duração e as inscrições para as 20 vagas existentes devem ser feitas 30 minutos antes de iniciar\, no balcão de informações do instituto. ServiçoOcupação Rino LeviAbertura: sábado\, dia 29 de fevereiro\, às 11hVisitação: até 12 de abrilPiso térreoClassificação etária: livreDe terças-feiras a sextas-feiras\, das 9h às 20h(permanência até as 20h30)Sábados\, domingos e feriados\, das 11h às 20hEntrada gratuita
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SUMMARY:Andrea Rehder Arte Contemporânea inaugura a exposição Transições SP/RJ
DESCRIPTION:Chris Apovian. What’s done cannot be undoneA Andrea Rehder Arte Contemporânea inaugura a exposição Transições SP/RJ\, com obras de Chris Apovian. Essa é a primeira individual da artista em mais de 20 anos na capital paulista. A mostra traz 10 obras entre pinturas\, vídeos e instalações. São trabalhos que\, de acordo com o título\, cobrem a trajetória de Chris  Apovian desde a década de 1990 até a fase atual. Juntos\, os itens dão um  panorama da linguagem artística diversificada da paulistana\, hoje radicada no Rio de Janeiro\, depois de viver durante vários anos na Europa.  Em 2006\, Chris Apovian causou furor na abertura para convidados da 26  Bienal de São Paulo realizada naquele ano. Ela reuniu 30 moradores de rua para uma performance e promoveu uma invasão artística ao evento\, como crítica à representação da pobreza na arte (o tema escolhido para a  Bienal naquele ano foi “Como Viver Junto”). Assim\, se tornou a primeira artista a invadir a mais tradicional mostra de São Paulo.  Presente na atual exposição\, o vídeo-performance O que quase ninguém viu  numa parceria artística com os moradores de rua e a polêmica gerada pela invasão\, em um documento que ganha maior relevância\, neste momento  em que uma nova Bienal acaba de começar.  Outro vídeo da exposição\, Cadê a Bisa?\,  foi feito em alusão ao centenário do genocídio armênio. A gravação aconteceu em 2015\, na região de Southbank Center\, em Londres\, tendo acabado dentro do museu Tate Modern.  Também estão presentes em Transições SP/RJ pinturas da série expressionista Multitude (“Multidão”\, em latim)\, da década de 90\, incluindo uma tela de  grande formato que será exposta pela primeira vez. O trabalho reflete a influência do pensamento sobre a multidão do filósofo luso-holandês Baruch Spinoza na obra da artista.  A\n transição na arte de Chris Apovian é também uma transição que se passa \nno Brasil e do mundo. A instalação O Bebê no Ventre\, baseado no desenho \nde Leonardo Da Vinci\, com a bandeira do Brasil formando o cordão \numbilical comemora o quinto centenário da morte de Leonardo Da Vinci e \ncertamente augura um novo renascer.  Sobre a artista Chris Apovian estudou pintura e arte contemporânea com Arcangelo Ianelli\, Carlos Fajardo e Nelson Leirner.  Participou de coletivas na galeria Nara Roesler e realizou exposições individuais na Funarte e na antiga Galeria São Paulo de Regina Boni (atual São Paulo Flutuante)\, esta última em 1999.  Integrou o coletivo Casa Blindada\, um dos pioneiros em intervenções artísticas urbanas\, ao lado de Eva Castiel\, Fanny Feigenson\, Graciela Rodrigues\,  Sheila Dryzun\, Sheila Mann Hara e André Balbi. O grupo produziu eventos no Paço das Artes\, com curadoria de Daniela Bousso\, e também em várias edições do projeto Arte Cidade\, com Nelson Brissac (1998-2002).  Na Itália\, frequentou aulas do artista conceitual Luciano Fabro\, e começou  a idealizar performances\, instalações e videopinturas. Também cursou  teatro.  Em Transições SP/RJ\,  ela reúne obras que vão do obscuro ao cômico\, com certa crueza que traz\, paradoxalmente\, a alegria de expressão\, marcada pelo vigor gestual das pinturas\, a escolha de cores vibrantes e a poética da artista.  ServiçoExposição Transições SP/RJ – individual de Chris Apovian Período: 10 de fevereiro a de 6 março de 2020 Local: Galeria Andrea Rehder Arte Contemporânea – Av. Brasil\, 2079 – Jardins | De 2ª a 6ª\, das 12h às 18hInformações: 11 3081-0083
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SUMMARY:Exposição Franz Weissmann: o vazio como forma
DESCRIPTION:Passados 10 anos desde a última exposição do artista realizada em São Paulo\, o Itaú Cultural encerra as grandes mostras de sua programação em 2019\, com a exposição Franz Weissmann: o vazio como forma. Mais de 800 peças apresentam a magnitude de sua obra – desde desenhos desconhecidos do público a seus trabalhos mais icônicos\,  os Amassados\, esculturas em pequena e grande escala e uma obra em realidade virtual. De 27 de novembro de 2019 a 9 de fevereiro de 2020\, a obra magistral de Franz Weissmann (Knittelfeld\, Áustria\, 1911 – Rio de Janeiro\, 2005) permanece assentada nos três andares do espaço expositivo do Itaú Cultural\, 1º\, – 1 e – 2. Com curadoria de Felipe Scovino e parceria do Instituto Franz Weissmann (IFW)\, a exposição Franz Weissmann: o vazio como forma se sustenta em cerca de 800 peças dispostas em cada andar\, sem ordem cronológica\, mas de forma antológica. Em um dos pisos\, estão as obras em maior escala. Desenhos\, a passagem do figurativo para o abstrato\, Amassados e cubos\, em outro. Por fim\, maquetes e estudos\, linha do tempo e uma obra pública em realidade virtual ocupam o -2. Em toda a mostra\, tem ferramentas de acessibilidade. Traduzido em números\, são mais de 50 esculturas\, entre pequeno\, médio e grande porte; 10 Amassados\, cujo suporte são placas de alumínio\, aço e outros metais; cerca de 50 desenhos; 730 maquetes; 14 obras originais acessíveis (táteis\, para os visitantes cegos ou de baixa visão) e\, em realidade virtual\, Monumento à Paz  – uma obra destinada ao espaço público\, porém nunca exposta. Há\, também\, dois audiovisuais sobre ele e um terceiro vídeo com depoimentos de familiares\, do curador e do historiador\, jornalista e crítico de arte Frederico Moraes. Tudo é acompanhado de uma linha do tempo\, com fotos da vida e obra do artista e de quatro obras de coleções privadas. Como em uma extensão da mostra\, um mapa criado pela equipe do Itaú Cultural indica a localização das obras públicas realizadas pelo artista e instaladas a céu aberto em São Paulo – no hotsite o mapeamento se estende às obras existentes nas ruas do Rio de Janeiro. Ele sempre foi instigado pela colocação de suas obras nas ruas\, de modo a ampliar os meios de contato do público com a arte\, modificando a sua relação com o espaço urbano. Ainda\, em uma ação que também transborda as paredes do instituto\, realizada em parceria do Itaú Cultural\, o IFW e a Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente\, está em exibição no Parque Prefeito Mario Covas a obra Cubo Azul (1978-2011) para visitação do público até 9 de fevereiro.  “Passaram-se cerca de 10 anos desde a última mostra de obras de Weissmann em São Paulo\, significando que muitos não tiveram acesso a uma exposição deste artista de grande magnitude”\, observa Scovino. Com esta ideia\, ele partiu para o desenho de uma linha curatorial antológica. “Nela celebramos tanto as obras icônicas do artista\, como os vazados\, os Amassados e outras pouco conhecidas do público\, como suas maquetes\, protótipos\, estudos e desenhos que ele realizou vivendo no Rio de Janeiro e na Espanha em meados dos anos de 1960 e nunca exibidos ao público”\, conta. De acordo com o curador\, Franz Weissmann: o vazio como forma parte de um caráter reflexivo e acompanha\, de ponta a ponta\, o trabalho do artista desde a sua gênese: dos anos de 1940 e 1950\, quando foi professor na Escola Guignard\, até as suas últimas produções realizadas no começo do século 21\, quando realizou a série de obras conhecidas como pinças e mondrianas\, esculturas que invadiram o espaço público. AcessibilidadeFerramentas de acessibilidade estão totalmente inseridas nas atividades do Itaú Cultural e não seria diferente em suas exposições. Em Franz Weissmann: o vazio como forma\, há mapas\, piso e obras táteis. Acompanhando obras e vídeos\, também tem áudio e videodescrição. Os mapas táteis encontram-se nos três andares da exposição. Em cada um deles\, há\, também\, audiodescrição dos trabalhos e um percurso acessível para 11 obras originais\, que podem ser tocadas. Além delas\, três maquetes táteis permitem a quem tem baixa visão ou é cego que perceba desenhos do artista.  Os três vídeos que estão na mostra\, ainda\, são complementados por videodescrição\, assim como a obra apresentada em realidade virtual\, Monumento à Paz. Instituto Franz Weissmann (IFW)O instituto foi criado em 2008\, tendo como fins associativos essenciais criar\, ampliar\, preservar\, estudar e difundir o legado criativo e a memória histórica do artista no Brasil e no exterior. Este repositório compreende milhares de suas esculturas\, provas\, protótipos\, maquetes\, estudos e relevos tridimensionais\, além de desenhos e projetos. O IFW guarda\, preserva\, cataloga e divulga os registros bibliográficos\, arquivísticos\, iconográficos e documentos pessoais de Franz Weissmann.
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SUMMARY:Tiago Tebet em sua quarta exposição na Galeria Luciana Brito
DESCRIPTION:Em sua quarta exposição individual na Galeria Luciana Brito\, Tiago Tebet apresenta From Here to Eternity…But Not\, uma série marcante de quinze telas\, cada uma delas caracterizada por variações de padrões atraentes\, ressonantes\, que se desenvolvem através de superfícies cromáticas delicadamente sobrepostas. Os arranjos visuais aqui ultrapassam seus limites próprios de tal forma que podemos dizer que estas obras têm como intenção irradiar suas formas particulares através da interação entre experiência sensorial e percepção significante.  A configuração de relações resultante recria o efeito de uma espécie de emissão — caracterizada como simultaneamente uníssona e dissonante\, que alude à qualidade totalizante desta outra fonte primária da experiência sensorial: o som em todas as suas modalidades — audível\, inaudível\, musical.  Nestas pinturas\, os pulsantes motivos visuais remetem tanto à ornamentação e decoração artesanal como à representação ondulante da vibração acústica. A questão da expressão artesanal é tema persistente na obra do artista\, mas nunca se manifestou tão intimamente relacionada a um correlativo externo.  Esta confluência leva o espectador a estabelecer uma rede de relações entre a logística interna que atribuímos à pintura com a logística externa do nosso entorno perceptível. A combinação de estratégias na pintura de Tebet expande a intersecção entre a experiência representada e a experiência vivida.  Tiago Tebet. Untitled\, 2019Plaster and acrylic on canvas\, 110 x 80 cm\n\nTiago Tebet. Untitled\, 2019Plaster and acrylic on canvas\, 110 x 80 cmEm nosso contexto latino americano\, o artesanal raramente se dá como uma espécie de recurso excêntrico\, ele é de fato fértil em associações e co-extensivo com as dimensões temporais múltiplas de nossa topografia cultural e da nossa experiência.  No entrelaçar de cores\, superfícies e formas nestes trabalhos nos defrontamos com o paradoxo de um impacto perceptual imediato construído por meio da experiência de duplicação e justaposição temporal de motivos ou padrões: a junção das dimensões permanentes e efêmeras ou transitivas da forma e da visão como uma metáfora de nossa própria condição enquanto criaturas do tempo e do significado\, ambos\, tempo e significado\, ao mesmo tempo limitados e ilimitados. O título da exposição remete a uma frase inscrita na obra Spaghettivollmond (1984) do artista alemão Martin Kippenberger. Nesta pintura\, braços estendidos para o alto evocam a concepção de rendição e principalmente expiação\, ou o desejo de transcendência do mundano\, isto é\, a fuga improvável da história tal qual expressa na citação “From Here to Eternity but Not”. As sinuosas linhas de espaguete da obra de Kippenberger\, dispostas na forma nuclear de uma lua cheia (vollmond)\, reverberam de modo manifesto junto aos padrões ou motivos visuais das obras do artista brasileiro. Além de suas evidentes diferenças formais e contextuais\, uma mesma temática poética ou conceito central inclui os dois artistas: a relação entre a percepção e a elaboração da experiência do tempo\, isto é\, da razoavelmente explícita e efetiva imbricação e reverberação do tempo histórico\, condição de possibilidade dos significados culturais\, e a procura pela disseminação ou libertação no tempo.  Tiago Tebet redimensiona esta relação e a distribui pelo espaço expositivo. Cada tela nos apresenta os componentes de uma possível experiência sinestésica\, o encontro material e perceptivo dos sentidos que alude à transmissão de uma desejada e impossível libertação do tempo no interior do próprio tempo. Gabriel Lima
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SUMMARY:Artista brasileira realiza ação em prol de comunidades na Austŕalia
DESCRIPTION:Idealizadas por Kalina Juzwiak\, nove artes serão leiloadas durante dez dias\, com objetivo de ajudar quem sofreu com os incêndios no país. Com o intuito de ajudar moradores da Austrália\, diante dos incêndios que afligem  o país\, a artista brasileira Kalina Juzwiak\, reconhecida por adotar o minimalismo em suas obras e estilo de vida\, formatou uma campanha com suas obras. Nove artes feitas especialmente para esta ocasião serão leiloadas pelo site  https://bykaju.wixsite.com/artforaustralia\, com um preço base. A partir disso\, as pessoas interessadas poderão fazer uma oferta e dentro de dez dias\, quem sugerir o maior preço\, levará a ilustração.  100% da renda obtida com essa ação será revertida para uma instituição australiana. “Tenho me conectado cada vez mais com a natureza\, realizando uma imersão bem profunda e paralelamente neste momento\, uma das minhas irmãs que mora na Austrália me enviou fotos do seu quintal\, todas vermelhas devido à alta incidência de fogo no país. Isso me chocou bastante e decidi fazer algo para tentar ajudar”\, relata Kaju. Arte feita por Kalina JuzwiakDiante da vivência de sua família e dos relatos que ouviu\, Kaju fez ilustrações que traduzem o momento pelo qual a Austrália está passando\, causando um grande impacto na vida de seres humanos\, animais e na natureza em geral. “Tentei transformar este momento de sofrimento em um momento de reflexão\, através de desenhos feitos na cor cobre\, como símbolo do fogo\, e o branco\, representando a paz e o renascimento\, sobre papeis pretos\, que simbolizam as cinzas e o luto pelo qual o país está passando.” conta a artista. Com este trabalho\, Kalina busca viabilizar uma realidade melhor para comunidades australianas. “Muitas famílias não podiam sair de casa\, muitas crianças não podiam ir à escola\, e muitos ao saírem de casa cobrem o rosto para não inalar a fumaça. Com o fogo se aproximando\, muitas pessoas tiveram que deixar tudo pra trás e fugir para o mar\, de barco. Tudo isso me impactou muito e torço para que essa iniciativa possa gerar um impacto positivo”\, finaliza Kaju. A ação estará disponível até o dia 17 de fevereiro e\, para participar\, é preciso entrar no site https://bykaju.wixsite.com/artforaustralia\, e fazer sua contribuição. Sobre kajuKalina Juzwiak\, mais conhecida como “kaju”\, é uma artista plástica brasileira inicialmente formada em Arquitetura e Urbanismo e Design Gráfico. Hoje morando na Suíça\, seu trabalho visa unir referências multiculturais\, ferramentas criativas e projetos multidisciplinares. Acredita que a arte é uma expressão humana que pode conectar pessoas a sentimentos\, ambientes e traduzi-los sem o uso de palavras. Sua arte e design possuem uma visão sistêmica\, unindo disciplina a uma imaginação pró-ativa\, transformando composições em movimentos provocativos e momentos de reflexão para quem observa. Seu trabalho baseado em linhas e formas geométricas já ilustrou ambientes corporativos\, consultórios\, carros e estampas de roupas e acessórios. Trabalhou em parceria com grandes marcas como Starbucks\, Mercedes-Benz\, Jaguar\, Santander e Mont Blanc.  Além do trabalho como artista plástica\, complementa sua rotina como profissional contemporânea ministrando workshops e palestras que falam sobre o empreendedorismo na arte\, mostrando que é possível fazer da sua paixão a sua profissão com organização e proatividade. Também já expandiu seu trabalho em uma coautoria com a influencer Juliana Goes no livro “A Liberdade de Ser Quem Você É – Um Guia Para o Despertar do Amor Próprio e de Uma Vida com Mais Sentido”\, lançado em 2018.
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SUMMARY:Museu de Arte Sacra de São Paulo exibe “A outra África”
DESCRIPTION:Museu de Arte Sacra de São Paulo – MAS/SP\, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo\, dando sequência aos eventos comemorativos de seu Jubileu de Ouro a ser completado em Junho de 2020\, exibe “A outra África”\, uma das ações que celebram o aniversário de São Paulo\, sob curadoria de Renato Araújo da Silva\, com 303 obras entre terracotas\, urnas funerárias\, máscaras. estatuetas. armas\, joias\, instrumentos musicais\, objetos do cotidiano\, bustos e arte da corte de Benin\, que representam 29 etnias africanas. Esse conjunto é um recorte da Coleção Ivani e Jorge Yunes. Na exposição são apresentados centenas de objetos da cultura artística africana\, de diferentes etnias\, os quais possibilitam um rápido olhar sobre a cultura material de uma outra África\, que\, “ao mesmo tempo que é uma África que se remete ao mundo tradicional\, antigo\, trata-se de uma África que readaptou do seu próprio modo a sua prática artística no mundo contemporâneo\, fazendo do trabalho do artista popular uma homenagem aos seus\, aos nossos ancestrais” conceitua o curador Renato Araújo da Silva. O mundo Ocidental\, com seu conceito dúbio sobre o diferente\, criou sua própria definição\, um tanto folclórica\, sobre realidade e sociedades Africanas\, permeada de clichês. A verdade a ser alcançada\, está mais próxima\, e não tão ambivalentes e contraditórias quanto o foram no passado\, mas uma África mais acessível se acolhida em sua rica diversidade.  “A cultura afro ou negra é vasta\, rica\, e transcende fronteiras. Por muito tempo\, e ainda hoje\, mesmo com os avanços conquistados\, é mister que a discussão ocorra e continue ocorrendo”\, declara Beatriz Yunes Guarita\, Diretora Presidente da Coleção Ivani e Jorge Yunes. O gesto do escultor\, a carícia na argila modelada e transformada em terracota\, o som dos instrumentos\, a máscara dançada ou o movimento das mãos dos trabalhadores da arte popular africana\, serve de gatilho às nossas sensações a níveis elevados de excitação permitindo que nos posicionemos em uníssono aos mesmos interesses pelos mistérios da vida. “As nossas distâncias assim se diminuem. E aquele que outrora podia ter sido considerado um provável inimigo ou um desconhecido qualquer pode se tornar agora um íntimo amigo. A arte pode nos transformar!”\, conclui o curador. As peças da coleção foram agrupadas de acordo com alguns conceitos e/ou padrões\, para melhor entendimento: Terracotas\, Máscaras\, Estatuetas\, Joias\, Armas\, Instrumentos Musicais\, Objetos do Cotidiano\, itens destas técnicas e/ou materiais mostram um retrato visual de uma história além mar. Como destaque máximo entre a seleção exposta\, valiosas peças de Arte Afro-Cristã e Arte Sacra Etíope\, onde pode-se apreciar um exemplar da Cruz Processional Etíope\, em tempera sobre bronze\, exemplar raro em coleções não europeias São muitas as outras Áfricas dentro do que ela realmente é e as que podemos comportar em nossas cabeças e corações dessa imensidão do que ela de fato seja – esta que\, de tudo o que sabemos hoje\, certamente é a nossa Mãe África!   Mas a transformação de nossa percepção da África como secundária\, como mero “objeto do desejo” para uma atitude mais positiva do “sujeito do seu próprio conhecimento” não se dá de fora para dentro\, mas ao contrário\, a partir da voz de sua própria originalidade a África se mostrará para o mundo e essa mostra tenta revelar um pouco deste universo africano outro que quer ser visto por inteiro. Serviço Exposição: “A outra África” – Coleção Ivani e Jorge Yunes Curadoria: Renato Araújo daSilva Abertura: 25 de janeiro de 2020\, sábado\, às 11h Período: 26 de janeiro à 23 de março de 2020 Local: Museu de Arte Sacra de São Paulo – www.museuartesacra.org.br Endereço: Avenida Tiradentes\, 676 – Luz\, São Paulo (ao lado da estação Tiradentes do Metrô)  Tel.: 11 3326-5393 – agendamento / educativo para visitas monitoradas  Horários: De terça-feira a domingo\, das 9 às 17h | Presépio Napolitano: das 10 às 11h\, e das 14h às 15hIngresso: R$ 6\,00 (Inteira) | R$ 3\,00 (Meia entrada nacional para estudantes\, professores da rede privada e I.D. Jovem – mediante comprovação) | Grátis aos sábados | Isenções: crianças de até 7 anos\, adultos a partir de 60\, professores da rede pública\, pessoas com deficiência\, membros do ICOM\, policiais e militares – mediante comprovaçãoNúmero de obras: 303Técnicas: terracotas\, urnas funerárias\, máscaras. estatuetas. armas\, joias\, instrumentos musicais\, objetos do cotidiano\, bustos e objetos de arte da corte de BeninVeja mais sobre as exposições no Museu de Arte Sacra de São Paulo\nToTa Machina: exposição que une arte e Inteligência Artificial\n\nSão Paulo Cidade Imperial\n\nObras de Frei Jesuíno em exposição no MAS/SP
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SUMMARY:São Paulo Cidade Imperial
DESCRIPTION:SÃO PAULO DO IMPÉRIO RETRATADA EM\nLIVRO \n(…)Os\nbrônquios da cidade que haviam sido a Rua Direita\, São Bento e do\nRosário cediam a vez para as linhas férreas. O progresso avança e\nSão Paulo se transforma. Museu de Arte Sacra de São Paulo – MAS/SP\, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo\, dando sequência aos eventos comemorativos de seu Jubileu de Ouro a ser completado em Junho de 2020\, lança o livro São Paulo Cidade Imperial\, com autoria de João Rossi e Paulo de Assunção.  A publicação\, composta por textos redigidos pelos autores nas suas áreas de expertise\, vem acompanhada por cerca de 140 registros fotográficos que cumprirão o papel de testemunhas da história. Um estudo sobre a formação e a evolução histórica da cidade de São Paulo entre 1822-1889\, período que compreende a proclamação da Independência em 1822 até a proclamação da República em 1889 é a fonte embrionária do projeto do qual resultou a publicação.  A meta é identificar as transformações ocorridas na cidade de São Paulo a partir do momento em que esta se torna um burgo estudantil\, bem como o impacto que a economia cafeeira traz para a cidade com a presença de imigrantes que alteraram a vida pacata do local desde o início do século XIX. A pesquisa leva em consideração o crescimento da economia cafeeira no vale do Paraíba e no Oeste Paulista que promovera uma “nova” fundação da cidade de São Paulo a partir da chegada da linha férrea. A cidade de São Paulo é a maior cidade do Brasil e uma das maiores do mundo\, marcada por diversidades e antagonismos que envolvem o mundo pós-moderno. Apesar da sua importância no cenário mundial\, poucos estudos nos últimos anos têm dedicado atenção à história da cidade de São Paulo.  As transformações ocorridas na cidade relatadas nas pesquisas executadas mostram o momento ‘zero’ dessas mudanças. A chegada da ferrovia provoca enormes transformações locais. A malha ferroviária ligou e modificou o espaço urbano com a construção de palacetes\, avenidas e praças\, exigindo novas formas de existência compatíveis com o progresso econômico\, das quais os imigrantes participaram de forma acentuada na sua construção.  Esses fatos por si induzem a discussões sobre as condições de vida material dos segmentos estudantis\, como dos acadêmicos do largo de São Francisco que revigorarão a vida cultural e econômica da cidade\, com lojas\, fábricas\, hotéis\, festas\, peças teatrais e serenatas. Pode-se afirmar que boa parte dos dados revelados tratam de aspectos pontuais sobre a evolução e o cotidiano da cidade\, sem oferecer uma visão adequada do processo evolutivo para compreensão da transformação de uma vila em metrópole.  Essa publicação possibilita um maior conhecimento sobre a vida política\, econômica e social da cidade de São Paulo no século XIX\, caracterizando a transformação do espaço urbano da cidade.  No início do século XIX\, o que preponderava nos sítios mais afastados era o isolamento. De vez em quando passava tropeiro\, mascate ou viajante\, rompendo com a monotonia do cotidiano dos moradores\, perdidos na imensidão de um território\, tendo a natureza exuberante por companhia. Nestas ocasiões\, a passagem de alguém era um acontecimento ímpar que fazia os moradores da vizinhança se reunirem para conhecer ou saber quem era a pessoa e que novas ela tinha para contar de outras terras. Assim era a cidade imperial de São Paulo. A situação se transforma e registros concretos exibem o que representavam as estradas de ferro para a Cidade de São Paulo: os brônquios são as duas linhas\, a Inglesa\, que parte de Santos\, e a São Paulo e Rio de Janeiro\, que se prende à estrada Pedro II. Por estas vias é que a cidade fazia os movimentos de inspiração e expiração do ar\, tão necessário à vida da capital\, tendo na Estação da Luz e na Estação do Brás suas referências.    Livro Título: São Paulo Cidade Imperial Autores: João Rossi e Paulo de Assunção Número de Páginas: 304 Dimensões: 16 x 23 cm – formato fechado ***item distribuído sem valor de vendaServiço Evento: “São Paulo Cidade Imperial” Autores: João Rossi e Paulo de Assunção Data: 25 de janeiro – sábado – às 11hs. Local: Museu de Arte Sacra de São Paulo – MAS/SP – www.museuartesacra.org.br Tel.: 11 3326-5393 – agendamento / educativo para visitas monitoradas   Horários: De terça-feira a domingo\, das 9 às 17h | Presépio Napolitano: das 10 às 11h\, e das 14h às 15h Ingresso: R$ 6\,00 (Inteira) | R$ 3\,00 (Meia entrada nacional para estudantes\, professores da rede privada e I.D. Jovem – mediante comprovação) | Grátis aos sábados | Isenções: crianças de até 7 anos\, adultos a partir de 60\, professores da rede pública\, pessoas com deficiência\, membros do ICOM\, policiais e militares – mediante comprovaçãoVeja mais sobre as exposições no Museu de Arte Sacra de São Paulo\nMuseu de Arte Sacra de São Paulo exibe “A outra África”\n\nToTa Machina: exposição que une arte e Inteligência Artificial\n\nObras de Frei Jesuíno em exposição no MAS/SP
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SUMMARY:Obras de Frei Jesuíno em exposição no MAS/SP
DESCRIPTION:A mostra busca a valorização do Patrimônio Material e Imaterial Sacros pela perspectiva do Religioso e do Artístico. Museu de Arte Sacra de São Paulo – MAS/SP\, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo\, dando sequência aos eventos comemorativos de seu Jubileu de Ouro a ser completado em Junho de 2020\, exibe Pintura & Música na Arte Colonial Paulista: Jesuino do Monte Carmelo\, sob curadoria de Emerson Ribeiro Castilho.  A mostra é uma homenagem ao recém completado bicentenário de sua morte\, reconhecido como um dos grandes artistas de São Paulo durante o Período Colonial\, com atuação como: sacerdote\, latinista\, pintor\, arquiteto\, compositor e músico.  “O\nconjunto das obras reunidas\, somado às recentes pesquisas e relatos\nhistóricos\, apontam Jesuíno como articulador de uma possível\noficina frente a sua grande produção plástica; tendo difundido\nseus ensinamentos e traços que podemos interpretar como “uma\nescola de pintura” com profunda influência na produção dos\nestilos artísticos do Barroco e Rococó Paulistas”\, discorre o\ncurador\, Dr. Emerson Castilho. \n Sendo de descendência afro-brasileira teve toda sua poética artística marcada pela “mulatice” conforme compreendido e pesquisado por Mário de Andrade para a elaboração de sua biografia em 1944\, sendo essa a última obra literária deste autor modernista.  Grande parte de todo Patrimônio Artístico e Arquitetônico Paulista\, tombado pelo IPHAN no estado\, é de sua autoria. Suas obras estão localizadas nas cidades de: Itu\, São Paulo e Santos. Sua produção artística de bens móveis\, está presente nos principais arquivos e coleções de museus de arte e música sacras de São Paulo e no Museu AfroBrasil. Pintura\n& Música na Arte Colonial Paulista apresenta\,\nem diálogo\, raras aproximações das coleções de Igrejas Ituanas:\nMatriz de Nossa Senhora da Candelária (1780); Igreja do Senhor Bom\nJesus (1765) e Nossa Senhora do Patrocínio (1820)\, onde as obras tem\nfunção de culto; somadas as obras musealizadas dos Museus de Música\nSacra e Arte Religiosa Pe. Jesuíno do Monte Carmelo\, Museu da Música\n– Itu\, do Museu AfroBrasil e de toda coleção do Museu de Arte\nSacra de São Paulo. \n Serviço Exposição: “Pintura & Música na Arte Colonial Paulista”   Artista: Frei Jesuíno do Monte Carmelo Curadoria: Dr. Emerson Ribeiro Castilho Abertura: 25 de janeiro de 2020\, sábado\, às 11h Período: 26 de janeiro à 23 de março de 2020 Local: Museu de Arte Sacra de São Paulo www.museuartesacra.org.br Endereço: Avenida Tiradentes\, 676 – Luz\, São Paulo (ao lado da estação Tiradentes do Metrô)   Tel.: 11 3326-5393 – agendamento / educativo para visitas monitoradas   Horários: De terça-feira a domingo\, das 9 às 17h | Presépio Napolitano: das 10 às 11h\, e das 14h às 15h Ingresso: R$ 6\,00 (Inteira) | R$ 3\,00 (Meia entrada nacional para estudantes\, professores da rede privada e I.D. Jovem – mediante comprovação) | Grátis aos sábados | Isenções: crianças de até 7 anos\, adultos a partir de 60\, professores da rede pública\, pessoas com deficiência\, membros do ICOM\, policiais e militares – mediante comprovação Número de obras: 17Veja mais sobre as exposições no Museu de Arte Sacra de São Paulo\nSão Paulo Cidade Imperial\n\nMuseu de Arte Sacra de São Paulo exibe “A outra África”\n\nToTa Machina: exposição que une arte e Inteligência Artificial
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SUMMARY:ToTa Machina: exposição que une arte e Inteligência Artificial
DESCRIPTION:E se a obra de arte pudesse ver o espectador antes mesmo que ele a visse? Essa é a proposta da exposição “ToTa Machina”\, da artista visual carioca Katia Wille\, que convida o visitante a criar um espelho de si mesmo nas obras\, unindo Inteligência Artificial e arte.  Com abertura no dia 25 de janeiro\, às 11h\, no Museu de Arte Sacra de São Paulo\, a mostra é composta por 15 obras\, entre pinturas\, esculturas e máquinas cognitivas integradas ao ambiente. A curadoria é de Bianca Boeckel.  Através da Inteligência Artificial na nuvem\, as obras reagem à presença de  pessoas\, refletem sentimentos e interagem através de movimentos diante  de estímulos visuais e faciais.  O projeto\, que já passou pelo Rio de Janeiro com grande visibilidade\, usa robótica e IA para análise de ambiente e sentimentos\, conectando o público com as obras e proporcionando uma experiência única a cada espectador\, por meio da tecnologia. Cada uma das obras traz uma experiência diferente\, abrindo\, assim\, o debate sobre a crescente interseção entre arte e tecnologia.  “Sempre quis que as imagens saltassem da tela\, que elas ganhassem o espectador. Vinha\, desde 2016\, fazendo este movimento com as cores contrastantes\, mas quando comecei a pesquisa com os materiais reflexivos que uso nas telas vi que a incidência da luz em superfícies drapeadas era diferente e bem interessante. A partir daí\, comecei o desenvolvimento das peles feitas da mistura do látex com o tecido e esta pesquisa evoluiu para  esculturas de parede\, ainda sem movimento. Em 2018\, comecei a introduzir  robótica e inteligência artificial nestas mesmas estruturas para que o  movimento fosse possível”\, explica Katia Wille. Montagem desenvolvida especialmente para são pauloAo entrar no espaço expositivo\, o visitante se depara com uma instigante  mistura de materiais dispostos de modo a ocupar todo o espaço de forma  fluida.  Katia Wille ocupa as vitrines com pinturas em telas feitas em  tecido metálico e pequenas esculturas em tecido moldado\, todas  dialogando com as instalações cognitivas feitas em eco látex – material  desenvolvido pela própria artista a partir da mistura de látex líquido  reciclado com tecidos e outros materiais que se movem através da emoção  do espectador.  As obras estão tanto suspensas pelo teto como onduladas nas paredes\, desenvolvidas a partir deste material poroso\, ora em forma de bolhas\, ora esticado ou ondulado\, destacando texturas e o brilho cobreado da superfície.  As pinturas e esculturas estão em constante diálogo. Em “ToTa Machina” –  que significa “Mulher Máquina” –\, as peças se retroalimentam\, ou seja\, a  pessoa vê a pintura e isso gera uma emoção que promove o movimento das  esculturas\, que por sua vez geram outra emoção\, uma vez que o visitante é  convidado a ser espectador e em seguida passa a ser protagonista do  movimento e\, assim\, das próprias obras.  “Investigo\n a relação das emoções com as nossas ações e movimentos. Narro uma \nhistória focada na vulnerabilidade das relações humanas\, com corpos que \nse emaranham e se torcem uns com os outros. Questiono como enxergamos o \noutro\, como nos deixamos permear nas nossas relações e como nos \nequilibramos na equação tão delicada do viver. Nas telas e esculturas\, \nos corpos flutuam sem qualquer ação da gravidade e também se desfazem \ndas suas identidades como se saíssemos de nós mesmos em direção ao \noutro”\, analisa a artista. Sobre a artista Nascida no Rio de Janeiro\, Katia Wille é formada em artes e design de moda pela Universidade de Amsterdã\, na Holanda\, e passou os últimos 10 anos  morando e trabalhando entre a Europa\, Ásia e Brasil.  As questões do  feminino\, do corpo em busca de sua essência e transformações\, sempre  povoaram as obras do artista\, que pretende estabelecer um diálogo entre o  espectador e a obra\, destacando a fragilidade das relações humanas e a busca incessante do olhar do outro. Partindo de preocupações e questões  levantadas ao longo de sua carreira\, a artista busca entender o movimento do interno sobre o externo\, a dinâmica complexa da relação humana com o mundo. Corpos em movimento\, entrelaçados\, curvos ou muito  esticados são constantes em seu trabalho e estabelecem uma relação com a  delicada questão da busca pelo equilíbrio. Corpos misturados perdem sua  identidade para formar uma massa homogênea\, semelhante às entranhas e  partes internas do ser humano. Os materiais escolhidos por Katia buscam  expressar conceitos como transformação\, elasticidade\, porosidade e fragmentação através de instalações e pinturas em material elástico e tecido metálico.  Em 2018\, a artista iniciou a pesquisa sobre esculturas cognitivas e instalações com apoio tecnológico. Assim\,  ela começa a criar obras que se movem de acordo com as emoções dos  espectadores. Isso permite\, através do material utilizado\, que o espectador se reflita no trabalho\, e se sinta co-criador da obra de arte.  Corpo\, cérebro e pele\, as três camadas ou pilares da obra da artista\, que busca ir além dos conceitos estabelecidos na delicada relação que a arte possibilita. Sobre a curadora Bianca Boeckel\, proprietária e diretora da galeria que também nomeia\,  especializou-se em Curadoria\, Art Advisory e Art Collection pela Sotheby’s em Nova York e frequentou cursos de História da Arte na NYU\, no Museu Brasileiro de Escultura – MUBE e na Casa do Saber\, em São Paulo.  Ao longo de 6 anos\, atuou como curadora em 24 das 29 exposições que promoveu em sua galeria; e em parceria com outros curadores como Ricardo Resende\, Fausto Chermont\, Thomas Baccaro e Heloisa Vivanco nas outras mostras realizadas.  A partir de 2018\, passa a oferecer cursos de História da Arte ministrados pelo colecionador e palestrante Fábio Faisal –  iniciando seu projeto educacional voltado para a cultura e disseminação da arte em diversas vertentes.  Organiza visitas guiadas à coleções  particulares\, exposições em museus e debates sobre arte contemporânea. Foi responsável pela curadoria\, expografia e execução do projeto idealizado por 10 artistas independentes e  integrantes dos grupos de acompanhamento artístico e coletivos Hermes e  VÃO – SP.  Em 2019 foi convidada pelo Museu de Arte Sacra de São Paulo para a curadoria da exposição Adagio\, do artista plástico Allann Seabra\, a primeira parceria realizada com sua galeria na Sala Metrô Tiradentes.   ServiçoAbertura: 25 de janeiro\, às 11hVisitação: até 25 de marçoLocal: Museu de Arte Sacra de São PauloEndereço: Av. Tiradentes\, 676 – Luz  Funcionamento: terça a domingo\, das 9h às 17hIngressos: R$ 6\,00 (estudantes pagam meia-entrada); sábados: gratuito.Telefone: (11) 3326-3336 Veja mais sobre as exposições no Museu de Arte Sacra de São Paulo\nMuseu de Arte Sacra de São Paulo exibe “A outra África”\n\nSão Paulo Cidade Imperial\n\nObras de Frei Jesuíno em exposição no MAS/SP
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SUMMARY:Exposição multimídia sobre Leonardo da Vinci no Parque Ibirapuera
DESCRIPTION:São Paulo\, 17 janeiro 2020 – A Enel\, em parceria com a Base7 Produções Culturais\, Embaixada da Itália e Consulado Geral da Itália\, traz para São Paulo a exposição internacional Da Vinci Experience e suas invenções\, em cartaz a partir de 25 de janeiro\, no Pavilhão das Culturas Brasileiras\, no Parque Ibirapuera\, com entrada gratuita.  A mostra celebra os 500 anos da morte de Leonardo da Vinci (1452-1519)\, gênio de perfil multifacetado\, e chega a São Paulo no aniversário da cidade para apresentar a paulistanos e demais visitantes a trajetória de uma das mentes mais brilhantes da história\, de forma interativa e inovadora. Criada em 2019 especialmente para o Ano de Leonardo\, a mostra é dividida em quatro núcleos — Sala das Máquinas\, Área “Self”\, Realidade Virtual e Sala Imersiva — que convidam o público a mergulhar no universo criativo de Da Vinci por meio de diferentes linguagens. Estudo do Efeito de Luz numa Cabeça de Perfil\, Gabinetto dei Disegni e delle Stampe degli Uffizi\, Florença | Leonardo da Vinci\n\n\n\nEstudo para Estátua Equestre de Francesco Sforza\, Biblioteca Nacional de España\, Madri | Leonardo da Vinci \n\nPara Nicola Cotugno\, Country Manager da Enel no Brasil\,  patrocinadora da exposição\, “contar essa história em São Paulo\, no aniversário da cidade\, é muito especial. Temos um olhar de futuro e  observar os grandes pensadores e artistas do passado também é inspirador para inovarmos. Quisemos dar este presente para a população\, em pleno Ibirapuera\, que possui uma relação tão forte com a cidade. Esperamos que as famílias\, especialmente as crianças\, possam  desfrutar desta experiência”. “São Paulo é um dos maiores polos culturais brasileiros\, e a Itália está presente por toda a cidade. Presentear o público paulistano com uma  mostra desta dimensão\, em um momento que o interesse por nosso país\, nossa cultura\, nossa arte e estilo de vida está em alta\, é uma grande  satisfação para nós. Começar o ano com a genialidade poliédrica de Leonardo é começar em grande estilo e nosso objetivo é manter este  padrão para todas as nossas manifestações culturais” afirma Filippo La Rosa\, Cônsul Geral da Itália em São Paulo. “A exposição  destina-se a um público de todas as idades. O objetivo é compartilhar gratuitamente o universo particular das criações de Da Vinci e revelar alguns dos mistérios que habitavam a mente do gênio”\, afirma Ricardo Ribenboim\, diretor da Base7 Projetos Culturais\, responsável pela mostra. O percurso se inicia na Sala de Máquinas\,  na qual o visitante se depara com dez reproduções artesanais das famosas máquinas pensadas e desenvolvidas pelo artista\, como o paraquedas\, o volante e a asa-delta. Leonardo da Vinci\, acima de tudo\, foi um cientista brilhante e que projetou dispositivos que\, posteriormente\,  viriam à luz em sua forma definitiva.  A visita segue pela Área “self”\, espaço que permite que os visitantes entrem nas molduras e façam parte de obras icônicas do artista\, como Mona Lisa e São João Batista.  No terceiro núcleo\, o público tem a oportunidade de interagir com as invenções idealizadas por Leonardo: os visitantes poderão controlar tanques blindados\, experimentar o voo humano da asa-delta ou ainda navegar em um rio operando o mecanismo criado para direcionar as embarcações\, em um tour em realidade virtual.  Projeções gigantescas nas superfícies da estrutura arquitetônica do Pavilhão e uma trilha sonora Dolby Surround 360º coroam a narrativa\, formando a Sala Imersiva. Nela\, serão transmitidas centenas de imagens digitalizadas e vídeos em alta definição. Em parceria com o Instituto Europeo de Design – IEDSão Paulo\, a mostra no Brasil traz\, ainda\, uma seção exclusiva dedicada à economia circular\, com mobiliários e peças de decoração reaproveitados a partir de itens da rede elétrica\, como postes e cruzetas\, que são estruturas feitas de concreto ou madeira\, entre outros  materiais\, e usadas para sustentar equipamentos elétricos nas redes de distribuição de energia.  Concebida pela Crossmedia Group  e consultoria de Roberta Barsanti\, diretora do Museo Leonardiano\, em Vinci\, a exposição foi exibida na Itália\, nas cidades de Milão\, Florença e Treviso; no Peru\, em Lima; no Chile\, em Santiago; e na Colômbia\, em  Bogotá.  ServiçoExposição Da Vinci Experience e suas invenções Preview: 24 de janeiro\, sexta-feira\, às 17h  Período expositivo: de 25 de janeiro a 22 de março  Local: Pavilhão das Culturas Brasileiras | Parque Ibirapuera  Endereço: Parque Ibirapuera (av. Pedro Álvares Cabral\, s/nº – Portões 1 e 3) Horários: quarta a domingo\, das 10h às 17h30 (com permanência até as 18h) Entrada gratuita
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SUMMARY:Theatro Municipal de São Paulo: programação de Natal
DESCRIPTION:O fim do ano se aproxima e a temporada natalina vem sempre acompanhada de muitas atrações por toda a capital paulista e como já é tradição\, o Theatro Municipal de São Paulo\, um dos espaços mais conhecidos e emblemáticos da cidade\, preparou uma programação especial para celebrar a festividade.  Até 22 de dezembro tem concertos sinfônicos e de canto coral e o sempre aguardado número de balé O Quebra-Nozes. A programação tem ingressos que não ultrapassam R$ 40 (inteira)\, uma das atrações é entrada gratuita. Ao todo\, serão 11 espetáculos. O Coral Paulistano abre a agenda com o concerto Cantando o Natal\, no dia 3 de dezembro. Com regência dividida entre Naomi Munakata e Maíra Ferreira\, o grupo interpreta obras como Noite Feliz\, de Franz Gruber\, e A babe is born\, de William Mathias\, no Salão Nobre do Municipal. Entre 4 e 8 de dezembro\, é a vez da Escola de Dança de São Paulo apresentar uma das coreografias mais populares e prestigiadas do balé russo\, O Quebra-Nozes\, de Tchaikovsky. O espetáculo tornou-se um clássico de final de ano por contar uma história que começa justamente na véspera de Natal. A remontagem assinada por Guivalde de Almeida\, Thaís de Assis e equipe da Escola de Dança de São Paulo\, tem Luiz Fernando Bongiovanni como coordenador artístico\, cenografia de José Roverato e figurinos do acervo da Escola. A agenda prossegue com Natal no Mosteiro\, também com o Coral Paulistano. Sob a batuta da regente titular Naomi Munakata\, o corpo artístico interpreta Gloria\, de Antonio Vivaldi. As sopranos Luciana Crepaldi e Rosemeire Moreira e a mezzo soprano Andreia Abreu serão as solistas. A apresentação é gratuita e acontece no dia 8\, no Mosteiro de São Bento. O grupo apresenta ainda o Concerto de Natal\, na Catedral Evangélica de São Paulo\, com regência de Naomi\, acompanhada do organista David Terry. O espetáculo acontece no dia 13\, também com entrada franca. No dia 14 de dezembro\, a Orquestra Sinfônica Municipal e o Coral Paulistano apresentam o programa Messias Cante Junto. Acompanhados dos solistas Aníbal Mancini (tenor)\, Luciana Bueno (mezzo) e Michel de Souza (baixo)\, Orquestra e Coro interpretam trechos de O Messias\, obra mais conhecida de Georg F. Häendel. O público é convidado a cantar junto as passagens que serão interpretadas em inglês\, sob as batutas do maestro Roberto Minczuk\, regente titular da OSM. Encerrando a programação\, a Orquestra Sinfônica Municipal se apresenta nos dias 21 e 22 de dezembro\, dessa vez acompanhada do Coro Lírico e sob regência de Mário Zaccaro\, diretor musical e regente titular do Coro\, que em 2019 celebrou 80 anos. É o Concerto de Natal\, cujo repertório mescla cânticos natalinos tradicionais em inglês e francês\, por exemplo\, a também muito conhecida Adeste Fideles\, passando pelo hino cristão Amazing grace e\, claro\, a versão de Ave Maria\, de Giulio Caccini\, só para citar algumas. A famosa ária da ópera Turandot\, Nessun dorma\, de Puccini e Summertime\, presente em Porgy and Bess e escrita por George Gershwin também estão no programa. Solistas convidados dividem o palco com Orquestra e Coro. Serviço 03/12 Terça – 20h  CANTANDO O NATAL  Coral Paulistano  Naomi Munakata e Maíra Ferreira – regentes  Solistas:  Aymée Wentz – soprano  Larissa Lacerda – mezzo soprano  Jeniffer Campbell – harpa  David Terry – órgão  Programa:  Sergei Prokofiev: Prelúdio op 12 nº 7 para harpa solo  Benjamin Britten: A Cerimony of Carols  William Mathias: A babe is born  Canção tradicional alemã/arr. Robert Lucas Pearsall: In Dulci Jubilo  Canção tradicional inglesa/arr. John Rutter: O Primeiro Natal  Assis Valente/arr. Aricó Jr.: Boas Festas  Caldas e Cavalcanti/arr. Cyro Pereira: Noite Azul  Adolphe Adam: O Holy Night (arr. John Rutter)  Canção tradicional francesa: Entre lebouef et l’âne gris   Franz Gruber: Noite Feliz  Local: Salão Nobre – Theatro Municipal de São Paulo   Endereço: Praça Ramos de Azevedo\, s/n° – República   Telefone: (11) 3053-2090   Duração aproximada: 1 hora   Classificação indicativa: Livre  Ingressos: R$ 20\,00  Vendas: pelo site theatromunicipal.org.br  ou pela bilheteria.  Horário da Bilheteria do Theatro Municipal: De segunda a sexta-feira\, das 10h às 19h\, e sábados e domingos\, das 10h às 17h.  04\, 05 e 06/12 Quarta\, quinta e sexta – 20h   07/12 Sábado – 16h e 20h   08/12 Domingo – 14h   O QUEBRA-NOZES  Escola de Dança de São Paulo  Coordenador Artístico – Luiz Fernando Bongiovanni  Remontagem – Guivalde de Almeida\, Thaís de Assis e Equipe EDASP   Cenografia – José Roverato  Figurinos – Acervo Escola de Dança de São Paulo  Local: Sala de Espetáculos – Theatro Municipal de São Paulo   Endereço: Praça Ramos de Azevedo\, s/n° – República  Telefone: (11) 3053-2090   Duração aproximada: 2 horas com 1 intervalo   Classificação indicativa: Livre   Ingressos: R$ 20\,00 / R$ 15\,00 / R$ 10\,00  Vendas: pelo site theatromunicipal.org.br ou pela bilheteria.  Horário da Bilheteria do Theatro Municipal: De segunda a sexta-feira\, das 10h às 19h\, e sábados e domingos\, das 10h às 17h.   08/12 Domingo – 15h   NATAL NO MOSTEIRO   Coral Paulistano   Naomi Munakata – regente   Rosemeire Moreira – soprano   Luciana Crepaldi – soprano   Andreia Abreu – mezzo soprano   Programa:   Antonio Vivaldi: Gloria   Local: Mosteiro de São Bento   Endereço: Largo de São Bento\, s/n – Centro Histórico de São Paulo   Duração aproximada: 60 minutos  Classificação indicativa: Livre   Ingressos: Entrada franca   13/12 Sexta – 20h   CONCERTO DE NATAL  Coral Paulistano   Naomi Munakata- regente  David Terry – órgão  Programa:   Charles-Marie Widor: Missa para coro e órgão op.36  Antiga melodia alemã: In Dulci Jubilo (arr. Robert Lucas Pearsall)  Canção tradicional inglesa: The First Noel (arr. John Rutter)  Assis Valente: Boas Festas (arr. Aricó Jr.)  Caldas e Cavalcanti: Noite Azul  Adolphe Adam: O Holy Night (arr. John Rutter)  Canção tradicional francesa: Entre leboeuf et l’âne gris (arr. David Terry)  Franz Gruber: Noite Feliz  Local: Catedral Evangélica de São Paulo  Endereço: R. Nestor Pestana\, 152 – Consolação  Duração aproximada: 60 minutos  Classificação indicativa: livre  Ingressos: Entrada Franca  14/12 Sábado – 17h   MESSIAS CANTE JUNTO   Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo   Coral Paulistano   Roberto Minczuk – regente   Luciana Bueno – mezzo soprano   Aníbal Mancini – tenor   Michel de Souza – baixo   Programa:   Georg F. Haendel: “O Messias” (trechos)   Local: Sala de Espetáculos – Theatro Municipal de São Paulo   Endereço: Praça Ramos de Azevedo\, s/n° – República  Duração aproximada: 70 minutos   Classificação Indicativa: Livre   Ingressos: R$ 30\,00 / R$ 20\,00 / R$ 12\,00  Vendas: pelo site theatromunicipal.org.br  ou pela bilheteria.  Horário da Bilheteria do Theatro Municipal: De segunda a sexta-feira\, das 10h às 19h\, e sábados e domingos\, das 10h às 17h.  21/12 Sábado – 20h | 22/12 Domingo – 17h   CONCERTO DE NATAL   Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo   Coro Lírico   Mário Zaccaro – regente  Programa:   Canto tradicional inglês: Deck the halls with boughs of Holly   Hino cristão: Amazing grace  Solista: Margarete Loureiro (contralto)   Canto tradicional de Natal: Adeste Fideles  Solista: Adriana Magalhães (soprano) Giacomo Puccini: Nessun dorma (da Ópera Turandot)   Solista: Marcello Vannucci (tenor)   Pastoril alagoano: Estrela de Natal – Pastoril Alagoano   Giulio Caccini: Ave Maria  Solista: Leonardo Pace (baixo)   Canto tradicional inglês: The first Noel   George Gershwin: Summertime (da Ópera Porgyand Bess)  Solista: Sandra Félix (soprano)   Pyotr I. Tchaiokovsky: Marcha da suite Quebra Nozes op 71   Melodia inglesa do séc XVI: What child is this?   Solista: Rogério Nunes (baixo)  O. Hammerstein e R. Rodgers: Climb every mountain  Johann Strauss II: Vozes da Primavera (Frühlingsstimen\, op. 410)   Franz Gruber: Noite feliz*  Canto tradicional francês: Angels we have heard on high   *arranjos e adaptações: Mário Zaccaro  Local: Sala de Espetáculos – Theatro Municipal de São Paulo   Endereço: Praça Ramos de Azevedo\, s/n° – República   Duração aproximada: 80 minutos   Classificação indicativa: Livre   Ingressos: R$ 40\,00 / R$ 30\,00 / R$ 12\,00  Vendas: pelo site theatromunicipal.org.br ou pela bilheteria.  Horário da Bilheteria do Theatro Municipal: De segunda a sexta-feira\, das 10h às 19h\, e sábados e domingos\, das 10h às 17h.
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SUMMARY:Wine traz vinho e pipoca na estreia de Star Wars: Episódio IX
DESCRIPTION:Wine oferece experiência exclusiva na primeira edição do Wine Experience São Paulo\, dezembro de 2019 – Quem disse que vinho não combina com pipoca? A Wine\, maior clube de vinhos do mundo\, vai oferecer mais uma experiência exclusiva – e imperdível – ao público de São Paulo.  No dia 19 de dezembro a marca fará a primeira edição do Wine Experience em uma sessão de estreia do filme Star Wars: Episódio IX na sala Platinum do Kinoplex do Shopping Parque da Cidade. Na ocasião\, a Wine vai oferecer diferentes combos\, harmonizando sabores de pipocas com diversos vinhos. O preço do ingresso é R$ 50\,00 para sócio Wine e R$ 100\,00 não sócio. A experiência vai contar ainda com todo o conforto das salas Kinoplex. Essa é uma oportunidade incrível para aproveitar o match perfeito do vinho e pipoca e curtindo um dos filmes mais aguardados do ano! Os combos estão disponíveis em http://www.wine.com.br/clubewine/experience/cinewine/.  ServiçoQuando: 19/12/2019 Horário: das 21h às 00h Onde: Kinoplex Shopping Parque da Cidade\, Sala 06 (Av. das Nações Unidas\, 14401 – Loja 301 – Chácara Santo Antônio\, Zona Sul\, São Paulo – SP Vendas e valores: http://www.wine.com.br/clubewine/experience/cinewine/   Opções de combo Combo 01: Pipoca Doce (TAMANHO P) – Glaceada com caramelo aromatizado com baunilha\, servida com azeite de limão siciliano + Espumante Fantinel Cuvée Prestige Brut Combo 02: Pipoca Gourmand Al pesta (TAMANHO P) – Servida com azeite ao pesto e o mais puro sal virgem + Mas dels Mets D.O. Montsant 2016. Combo 03: Pipoca Gourmand Provençal – Servida com azeite de alho e sal virgem com ervas de Provence + Vale da Coruja RL Branco 2017
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SUMMARY:Leilão on-line do Instituto Vida Livre
DESCRIPTION:Com operação da Galeria Aura\, o Leilão on-line do Instituto Vida Livre 2019 terá abertura dos lances às 10h do dia 4 de dezembro de 2019 e encerramento às 16h do dia 7 de dezembro de 2019. 30 importantes artistas do cenário nacional doaram suas obras\, cujas  vendas serão revertidas para a viabilização e ampliação do trabalho  realizado pelo Instituto Vida Livre na reabilitação e soltura de animais silvestres vítimas do tráfico de fauna no Rio de Janeiro. O leilão será realizado exclusivamente on-line. Para conhecer as obras disponíveis\, basta preencher o formulário com  seus dados e o catálogo por e-mail será enviado.  Os lances\, sempre a  partir de um valor mínimo sinalizado em cada lote\, poderão ser feitos  através do e-mail info@aura.art.br ou pelo Whatsapp (11) 3034 – 3825.
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SUMMARY:Exposição “Nas águas que se escondem” no Espaço Cultural Correios Niterói
DESCRIPTION:No mês em que o palácio dos Correios completa 105 anos e o Espaço Cultural Correios Niterói comemora cinco anos de funcionamento\, nove artistas  mulheres vão ocupar os espaços comuns do local com a exposição “Nas águas que se escondem”\, que será inaugurada no dia 30 de novembro.  “Queremos  brindar o público com esta grande exposição de arte contemporânea para  que as pessoas percebam a importância do palácio como espaço para a  arte”\, afirma Denise Anne\, diretora dos Correios Niterói. Carolina  Kaastrup\, Edna Kauss\, Fátima Pedro\, Ivani Pedrosa\, Myriam Glatt\, Roberta Paiva\, Talita Tunala\, Vanessa Rocha e Yoko Nishio  irão apresentar obras in situ\, instalações\, objetos\, postais e vídeos  que dialogam com a arquitetura eclética do palácio dos Correios\, com sua  função originária (como a troca de cartas e postais)\, com a localização e a paisagem que envolve o edifício e a história de Niterói\, única cidade fundada por índios.  “Água que se esconde”\, que inspira e dá título à exposição\, é uma das possíveis traduções do nome tupi da cidade de ‘Niterói (outrora “Nictheroy” ou “Nitheroy”)\, é Segundo a curadora\, Marisa Flórido\, “a  exposição\, ‘Nas águas que se escondem’\, revolve\, como fazem as ondas e  as marés\, as camadas de memórias esquecidas\, de histórias submersas\, de  trocas perdidas e atualizadas\, de paisagens desveladas”.   O carteiro é o ponto de partida da coletiva\, retratado na obra “s/ título”\, composta por diversas camisetas produzidas pela artista Carolina Kaastrup\, que trazem as formas geométricas e as cores do uniforme\, dispostas na  fachada do palácio. Entre o corpo do prédio e o do público\, flâmulas flutuam ao vento\, em fragilidades e persistências.  No centro das escadas\, do 2º andar ao térreo\, vindo na claraboia\, Edna Kauss instala “Tempestas“\, obra nas cores azul\, amarelo e verde\, composta por tubos de poliuretano e cabos de luminosidade contínua. Tempestas do latim\, de onde vem a palavra “tempestade”\, significa “tempo entre dois momentos”\, como um raio que divide o céu\, como um signo de  advertência.  Em uma mesa fica a obra “Voa depressa”\, da artista Fátima Pedro.\n Em alusão às cápsulas colocadas nos pés dos pombos-correio\, a obra é \ncomposta por desenhos sobre papel\, em forma de cilindro\, com imagens de \nfragmentos do corpo de um pombo.  Já Ivani Pedrosa ocupa as balaustradas internas do varandão localizado no primeiro andar\, com a obra “Ao Léu IV”\, uma instalação composta por letras  cortadas em PVC com as cores da Empresa Brasileira de Correios e  Telégrafos e as palavras “SIM” (amarelo) e “NÃO” (azul)\, além de bolas  de isopor com tamanhos variados. A intenção da artista é subverter a  telegrafia ao convidar o público para escrever sua palavra de ordem nas  bolas de isopor\, bem como resgatar o objetivo dos Correios: a escrita à mão de mensagens e missivas.  Myriam Glatt  apresenta placas de papelões pintados em cores tonais e em dimensões  variáveis\, ao redor dos seis conjuntos de colunas do pavimento térreo. A obra “Imoscapos” intervém na arquitetura do palácio de 1914\, no  encontro de um material efêmero como o papelão e as colunas centenárias.  “O real e o imaginário se unem nesse abraço\, dando ao espectador que  transita a experiência do convívio direto com a obra e o convidando a  circular ao seu redor”\, explica a artista.  “Abape ende?”\, em tupi antigo\, significa “Quem és tu?”. Título da instalação de Roberta Paiva\,  composta por três puçás (rede em cone para pesca)\, contendo espelhos de bolsa com a pergunta “Abape ende?”\, que poderão ser retirados e levados  pelo público. Roberta pretende devolver espelhos – objetos que eram  dados aos índios pelos portugueses em troca de madeira –  ao visitante  não como um souvenir\, mas como uma reflexão e uma interrogação a ser respondida: ‘Afinal\, quem és tu? O que trazes dos povos que aqui habitaram?’ Em alusão à “Revolta das Barcas”\, ocorrida em 1959 na estação das barcas e  que levou ao protesto da população contra um serviço alternativo e  ineficiente\, Talita Tunala traz “Opus magnum”\, instalação composta por um barco desgastado de fibra de vidro de 1\,35m x 3m\, que a artista recupera para uso\, e no qual ela intervém com desenhos\, acompanhado de uma narrativa fabular que mistura história\, ação e  ficção. A obra se apresenta como um instante suspenso de uma ação que só será concluída posteriormente\, após o encerramento da exposição\, com o retorno do barco ao mar. No térreo\, no hall entre a escada e o elevador\, a artista Vanessa Rocha  apresenta “S/ título”\, um conjunto de aquarelas\, no formato de postais  (10cm x 15cm) dispostos em um display\, que remetem a um tempo suspenso e abordam a precariedade da memória\, da comunicação e das relações.    Com “Mirantes”\, a artista Yoko Nishio reenquadra os dispositivos de segurança do edifício por meio duas estratégias: duas pequenas pinturas de câmeras de vigilância localizadas próximas às câmeras reais; e a colocação no piso do hall da entrada de quatro pequenos tablados circulares.  Posicionados sob a mira das câmeras de segurança presentes no local\, esses tablados convidam o espectador a pisar na sua superfície e a devolver a mirada\, criando um jogo imaginário com os enquadramentos produzidos por tais dispositivos de vigilância.    Serviço“Nas águas que se escondem” – coletiva com nove artistas mulheres ocupa áreas comuns do Espaço Cultural Correios NiteróiAbertura: 30/11/2019\, às 15h Visitação: Até 18/01/2020Local: Espaço Cultural Correios NiteróiEndereço: Avenida Visconde do Rio Branco\, 481 Funcionamento: de segunda-feira a sábado\, das 11h às18h (exceto feriados)Entrada franca
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SUMMARY:Inscrições abertas para o Programa de Exposições Galeria Ibeu 2020
DESCRIPTION:Um dos mais renomados espaços de arte do Rio de Janeiro\, a Galeria de Arte Ibeu\, localizada no Jardim Botânico\, acaba de abrir as inscrições para o Programa de Exposições Galeria Ibeu 2020\, que contemplará propostas de exposições individuais a serem realizadas no período de março de 2020 a março de 2021.  Os artistas interessados devem enviar os projetos para editalgaleriaibeu2020@gmail.com. O resultado será divulgado no blog e Facebook da Galeria Ibeu no dia 6 de janeiro de 2020.   O edital tem como objetivo apresentar um recorte da produção artística  contemporânea e fomentar a discussão sobre a diversidade poética e a  pluralidade de temas e suportes acionados pelas linguagens  contemporâneas.  O candidato deverá baixar a ficha de inscrição em ibeugaleria.blogspost.com e preenchê-la com as informações solicitadas.  Junto com a ficha de inscrição\, o artista deverá enviar um projeto de  exposição e um portfólio contendo imagens de até dez trabalhos recentes  (a partir de 2018).  Os portfólios serão examinados e selecionados pela Comissão Cultural do  Ibeu e as propostas podem estar sujeitas a ocupar meia galeria\, no formato de duas mostras paralelas\, caso a Comissão Cultural julgue pertinente. Entre as ações do Ibeu estão a produção de material de divulgação\, montagem e desmontagem\, e o oferecimento de coquetel de  inauguração.  ARTISTAS DEVEM ENVIAR PROJETO E PORTFÓLIO ATÉ 8 DE DEZEMBRO  Mais informações: http://ibeugaleria.blogspot.com/
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SUMMARY:Araken expõe pela primeira vez telas figurativas
DESCRIPTION:Conhecido pela sua produção abstracionista\, Araken apresenta\, a partir do dia 6 de novembro\, sua primeira exposição com trabalhos figurativos\, passada uma década desde a sua última individual.  “Mameluco” ocupa três salas no  3.º andar do Centro Cultural Correios com pinturas coloridas em técnica  mista de grandes formatos — algumas chegam a medir 5 metros —\, esculturas e “penduráveis” (definição do artista para as instalações que  pendem do teto). As telas são “povoadas” por tipos populares brasileiros\, como negros\, índios\, caboclos e mamelucos\, que dão nome à exposição\, tendo como pano de fundo abstrações. Aviador\, filósofo\, teólogo e arquiteto\, além de artista\, Araken coordena um grupo de estudo do pensamento brasileiro\, o que o influenciou bastante na escolha deste título\, uma vez que era o termo empregado na época do Brasil  Colônia para designar mestiços de índios com brancos. Ou seja\, a origem de toda a miscigenação brasileira.  “Um aspecto relevante a ser destacado é o encontro das culturas em novo  território. Chegando nestas terras\, o conquistador português já encontrou os indígenas\, incorporando ao território\, logo depois\, o trabalho escravo do negro africano. As peculiaridades de cada uma dessas etnias\, somadas\, gerou uma verdadeira miscigenação cultural\, que hoje  perfaz concretamente a nossa cultura”\, afirma Araken.  “Confrontado com os tipos populares retratados nas dez pinturas de grandes formatos em exposição\, o título da mostra tem sua significação ampliada para além do processo de miscigenação de índios e brancos sugerida pelo título. Muitas dessas telas nos mostram outras formas de mistura étnica que  compõem o mosaico populacional brasileiro. Nestas pinturas\, negros\, índios\, caboclos e brancos são frequentemente extraídos e isolados dos  contextos histórico-antropológicos específicos em que circulam cotidianamente. A solidão dos retratados nestas telas sugere\, por  analogia\, o isolamento classificatório dos discursos e das ilustrações  dos viajantes dos séculos XVIII e XIX”\, analisa o curador\, Fenando Cocchiarale. Serviço“Mameluco” Araken expõe telas de grandes dimensões\, além de esculturas e penduráveisCuradoria: Fernando CocchiaraleLocal: Centro Cultural CorreiosEndereço: Rua Visconde de Itaboraí\, 20 – 3º andar – CentroAbertura: 6 de novembro de 2019\, às 19hPeríodo: de 7 de novembro de 2019 a 5 de janeiro de 2020Visitação: de terça a domingo\, das 12h às 19hEntrada francaClassificação etária: livreSaiba mais sobre ArakenTransferido  para Fortaleza\, Ceará\, para trabalhar como instrutor de caça de 1972 a 1974\, Araken teve contato com artistas locais na Casa de Raimundo Cela e na Galeria Gauguin\, como os pintores Giberto Cardoso\, Heloísa Jaçuaba\, Roberto Galvão e Aderson Medeiros.  Lá\, faz sua primeira exposição no XXII Salão de Abril\, conquistando Prêmio de Aquisição. Em 1974\, realiza  sua primeira individual\, na Casa de Raimundo Cela. Em 1985\, participa da coletiva Novíssimos\, na Galeria do IBEU\, no Rio de Janeiro.  Em 1986\, individual na Galeria Macunaíma/FUNARTE\, RJ. Em 1988\, é selecionado para o 1º Salão Baiano de Artes Plásticas (Salvador)\, integra a coletiva “Composto – 80 Anos de Imigração Japonesa”\, na Casa de Cultura Laura Alvim (RJ) e na Fundação Mokiti Okada (SP).  Em 1989\, integra a coletiva “Artistas do Rio”\, com Daniel Senise\, João Magalhães\, entre outros\, no  Museu do Ingá\, Niterói. Expõe\, em coletiva\, no Espace Latin Americain e na Galerie de Nesle\, ambos em Paris.  Em 1990\, expõe na “Quinzaine  Brésil”\, em Renner\, na França\, e na “Avant Première” ao 22º Festival de  Pintura\, na Embaixada do Brasil em Paris e no Chateau-Musée de Cannes-Sur-Mer\, França. Participa da mostra “Três Latino-Americanos”  (Ramirez\, Araken e Fernando Barata)\, na Galeria Akie Aricchi\, e participa da coletiva “Pinturas sobre Papel\, Pequenos Formatos” (Araken e  Duthoit)\, ambas em Paris. Retorna ao Brasil neste ano.  Em 1991\, participa da mostra “Mougins-Prestige\, 3º Salon”\, em Maire de Mougins\, na França. Em 1992\, participa da exposição-concurso “L’Art et les Quatre  Elements”\, na Galerie Akie Aricchi\, e da coletiva “Brésil Aujourd’hui”\,  na Galerie Debret\, ambas em Paris. Em 1993\, participa da coletiva “O  Espaço”\, ao lado de Rubens Gerchman e Gustavo Zalamea\, na Galeria  Toulouse\, no Rio.  Em 1994\, faz parte da coletiva “1994”\, no Museu da  República. Também participa da coletiva “Brésil: Espace et Couleur”\, com  itinerância em Bruxelas\, Paris\, Frankfurt\, Porto e Lisboa. Participa da  coletiva “Espaço”\, ao lado de Barrão\, Tozzi\, Granato\, João Magalhães\,  Zerbini e Rubens Gerchman\, no Espaço Cultural Correios\, no Rio. Também  participa do 1º Salão MAM-Bahia de Artes Plásticas\, em Salvador. Integra a coletiva “Action Painting”\, na Galeria Metara.  Em 1995\, participa da  coletiva “Da Cor do Rio”\, no Espaço Cultural dos Correios\, no Rio. Também realiza uma individual na Galeria Marlene Gastal\, em Brasília\, com apresentação de Fernando Bicudo. Integra a coletiva “Frente a  Frente”\, no Centro Cultural Correios.  Em 1996\, participa do 28º Festival  Internacional de Pintura\, no Chateau-Musée de Cannes-Sur-Mer\, na  França. Participa de coletiva itinerante\, com mais três artistas  (Vergara\, Tozzi e Gerchman)\, na Galeria Casa Grande (Goiânia)\, Galeria  Referência (Brasília)\, Galeria Toulouse (Rio de Janeiro) e Aeroportos  Internacionais de Bra´silia e de São Paulo.  Participa da coletiva  “Danses e Couleurs du Brésil”\, em Lyon\, na França. Em 1997\, realiza uma  individual na Galeria Referência\, em Brasília\, onde\, além da pintura\,  expõe objetos. Também realiza individual na Galeria Toulouse (Rio de  Janeiro).  No mesmo ano\, é incluído no Dicionário de Pintores Brasileiros  de Walmir Ayala.  Em 1998\, participa do “12ems Salon des Arts”\, de Mangeny\, em Paris. Participa da coletiva “Uma homenagem a Dali”\, na Galeria Metara\, e da coletiva “Brésil: Espace et Couleur”\, na Galeria da Villa Riso\, no Rio de Janeiro. Realiza individual no Espaço Cultural  dos Correios. Integra coletiva na Gallery 98\, no Casa Shopping\, e realiza individual no Clube de Aeronáutica.  Em 1999\, realiza exposição  conjunta com José Veras\, no Centro Cultural Cândido Mendes (RJ)\, integra  coletiva “Pintura: 500 anos depois no Rio”\, no Espaço Cultural dos  Correios (RJ) e ilustra a capa do livro de poesias “Os Sinais”\, de José  Lívia Dantas.  Em 2000\, leciona pintura no Ateliê do Bureau do Artista\,  no Rio. Expõe na mostra “Ipanema\, onde a arte acontece”\, na Atualidade  Galeria de Arte (RJ). Participa de coletiva na Galerie Maison de  Clotilde de Vaux\, Chapelle de l’Humanité\, em Paris\, e expõe ao lado de  Cláudio Kuperman\, David Largman\, John Nicholson e Manuel Fernandes\, na  Galeria da Vila Riso (RJ).  Em 2001\, integra a coletiva “Imaginatrium”\,  no Instituto de Arquitetos do Brasil\, e expõe ao lado de Christina  Oiticica e David Largman\, na Galeria de Arte Ipanema (RJ). Apresenta uma  individual no Espaço Cultural Mauá (RJ).  Em 2002\, inaugura a individual  “Transcendência”\, na Galeria Cândido Mendes.  Em 2003\, apresenta a  individual “Série Amarela”\, na Galeria Toulouse.  Em 2004\, inaugura  individual na Galeria de Arte Ibeu e “Objetos do Tempo”\, no Espaço Cultural Maurice Valansi.  Em 2005\, apresenta a individual “Campo de Pouso”\, no Memorial da América Latina (SP) e no Museu Histórico Nacional.  Em 2006\, expõe “Objetos do Tempo”\, na Folic Galeria\, e participa da Feira Internacional de Arte de Bogotá (Art Bo)\, na Colômbia.  Em 2007\, apresenta a individual “Dourado”\, na Galeria Toulouse\, e integra a coletiva “IBEU 70 anos / 70 obras do acervo”\, na  Galeria de Arte Ibeu.  Em 2009\, expõe “Biblioteca”\, no MAM-Rio e  participa das coletivas “Memorial revisitado – 20 anos”\, no Memorial da  América Latina (SP)\, e “Nano”\, no Studio 44\, em Estocolmo.  Em 2011\, inaugura a individual “Casais”\, na TAC Galeria.  Em 2014\, apresenta a  individual “Cor”\, na Galeria Canvas (SP) e integra a coletiva “Mergulho  no bailado de Flávio de Carvalho”\, no SESC-Rio.   
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SUMMARY:Mostra “Sob Ataque”\, na Casa da Imagem
DESCRIPTION:A mostra “Sob Ataque” volta à revolução de 1924 para abordar as bombas reais e simbólicas que contam a história do bairro dos Campos Elíseos.  No início do século XX uma bomba explodiu na Rua Helvetia\, número 2. Ocorria a Revolução Paulista de 1924\, também chamada de ‘a revolução que São Paulo esqueceu’: um levante tenentista duramente reprimido pelas tropas fiéis ao governo.   Depois de 23 dias de bombardeios que atingiram principalmente a população civil\, os jornais comemoravam a vitória da legalidade e o sufoco da revolução. Um século depois\, sob a justificativa de manter vigente a mesma legalidade\, muitas outras bombas\, reais e simbólicas\, têm explodido sobre aquele mesmo território\, impactando principalmente os mais vulneráveis.  É nesse contexto que ocorre\, no próximo dia 26\, na Casa da Imagem\, a abertura da mostra “Sob Ataque”. A exposição\, idealizada pelo Coletivo Garapa e realizada com apoio do Edital de Apoio à Criação e Exposição Fotográfica da Secretaria Municipal de Cultura\, é uma iniciativa cultural que se debruça sobre o território hoje conhecido como Cracolândia\, em São Paulo.  O projeto mapeia\, a partir da fotografia do imóvel da Rua Helvetia\, 2\, bombardeado durante a Revolução\, outras explosões e eventos de violência ocorridos naquele espaço desde então.  Para tal\, o coletivo\, que tem reconhecida produção fotográfica nos campos das artes visuais e do documentarismo\, emprega um misto de técnicas e abordagens\, utilizando desde a coleta de material imagético histórico até a criação de imagens fotográficas sobre o território em foco.  Em sua concepção\, a mostra reúne uma iconografia vinda de diferentes acervos documentais\, como os do Instituto Moreira Salles\, da Fundação Energia e Saneamento e da própria Casa da Imagem\, além de registros fotojornalísticos contemporâneos.  Entre as imagens de arquivo\, duas se destacam de modo especial: um postal de Gustavo Prugner\, de 1924 (cedido pelo Instituto Moreira Salles)\, e uma reprodução do panorama de Valério Vieira\, de 1922\, com 5 m de comprimento.  Além destas imagens\, fazem parte da exposição um conjunto de fotografias criadas pelo Coletivo Garapa a partir da encenação de explosões na região\, registros históricos sem autoria declarada e imagens de fotojornalistas contemporâneos. No total\, a exposição é composta por 24 imagens. Explosão 4. Mostra “Sob Ataque”| Coletivo GarapaAo revirar o\npassado\, “Sob Ataque” traz para o presente as tensões históricas que se\nacumulam e transformam a paisagem da região dos Campos Elíseos ao longo do\ntempo.  A proposta é fazer uma leitura transversal dessas tensões\, desde a\nformação do bairro até a atualidade. O imóvel bombardeado e fotografado por\nPrugner há quase cem anos ficava\, precisamente\, onde hoje se concentra o\n“fluxo” da chamada Cracolândia.  De acordo com um dos coordenadores e idealizadores do Garapa\, Paulo Fehlauer\, “a proposta é de exercitar um olhar ambíguo e dialético sobre essas explosões que\, ao longo do tempo\, ajudaram e ajudam a moldar não apenas a geografia do território\, mas\, também\, as suas dinâmicas históricas e sociais. Um território cuja alcunha pejorativa — Cracolândia — disfarça a complexidade das relações e dos conflitos que se entranham no tempo e no espaço\, confinando-as a uma leitura presumidamente unívoca”\, afirma.  Sobre o Coletivo GarapaPaulo Fehlauer e Rodrigo Marcondes compõem o Coletivo Garapa. Ambos egressos do jornalismo\, desde 2008 desenvolvem uma trajetória criativa que propõe tensionar as fronteiras entre o documentário e as artes visuais\, realidade e ficção\, além de integrar linguagens e plataformas explorando o contato entre a fotografia\, o vídeo\, o arquivo e a literatura.  Juntos\, desenvolvem um reconhecido trabalho de pesquisa autoral\, buscando em eventos históricos e contemporâneos\, na paisagem física e humana\, os elementos para a construção de narrativas complexas e multifacetadas\, resultando em um trabalho ao mesmo tempo artístico e político. Fehlauer é fotógrafo\, escritor e artista multimídia. Graduado pela ECA-USP e mestrando em Estudos Literários na Universidade Federal de São Paulo\, atuou como repórter fotográfico na Folha de S. Paulo e colabora com jornais e revistas do Brasil e exterior. Trabalhou no International Center of Photography e no National Geographic Photocamp\, em Nova York. Fundador do Coletivo Garapa e da Casa da Cultura Digital\, possui especialização em Formação de Escritores no Instituto Vera Cruz\, em São Paulo.  Marcondes\, por sua vez\, é jornalista\, fotógrafo e artista multimídia. Mestre pelo Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp. Colaborou com canais de comunicação brasileiros e do exterior\, como Folha de S. Paulo\, Editora Trip\, MTV Brasil\, além das produtoras Maria Farinha e Busca Vida Filmes. Viveu na Inglaterra e na Itália\, onde trabalhou como fotógrafo freelance e aprofundou sua educação nas artes visuais. Em 2012\, concluiu o Master of Documentary Photography\, da Universidade AKV St. Joost\, na Holanda. www.garapa.org ServiçoSOB ATAQUELocal: Casa da ImagemEndereço: Rua Roberto Simonse\, 136 – Centro Histórico de São PauloHorário: terça a domingo\, das 9h às 17hPeríodo: 26 de outubro a 15 de março de 2020
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SUMMARY:Mostra “Ela disse: porque os vestidos transbordam de vento”
DESCRIPTION:Única galeria de arte contemporânea em Petrópolis\, a A2 + Mul.ti.plo inaugura exposição com obras de Célia Euvaldo\, Elizabeth Jobim\, Ester Grinspum\, Renata Tassinari e Sandra Antunes Ramos. A mostra “Ela disse: porque os vestidos transbordam de vento” destaca a diversidade e extensão do uso do papel na trajetória de cinco conceituadas artistas brasileiras.  A coletiva será inaugurada no dia 19 de outubro\, às 19h\, no Vale das  Videiras\, e fica em cartaz até 14 de dezembro. A entrada é franca.  Na  mostra “Ela disse: porque os vestidos transbordam de vento”\, as cinco  artistas apresentam obras que se destacam tanto pela densidade como pela  economia de elementos\, como num poema (o título foi retirado da  antologia do poeta português Herberto Helder).  Célia Euvaldo traz desenhos feitos com nanquim sobre papel chinês\, realizados entre 1988 e 2011. Em superfícies opacas\, monocromáticas\, a presença do corpo e da textura surge em pinceladas largas\, feitas de uma vez só\, ora na horizontal\, ora na vertical\, criando um padrão desconcertante.“O traço oscila\, derrapa\, a tinta respinga\, e vou acatando o imprevisto\,  inclusive a reação do papel\, que às vezes enruga\, contrai\, e assim não é  só um fundo\, mas um elemento com um papel ativo”\, diz Célia. “São obras  de pinceladas únicas e\, portanto\, de um risco imenso. São trabalhos de  grande entrega”\, acrescenta Maneco Müller\, sócio da galeria. Ester Grinspum apresenta um conjunto de pinturas a óleo sobre papel\, de 2017. São pequenas formas desenhadas com pincéis de caligrafia japonesa\, com  traços que refletem a busca pela subjetividade e a relação entre espaços  e vazios\, questões importantes na produção da artista. “A forma  circular está sempre muito presente no meu trabalho e esses desenhos  também são círculos\, ou quase círculos\, que me remetem à perspectiva  cíclica do tempo”\, diz ela. “Um tom de incompletude ilumina as telas de  Ester\, que trazem também pinceladas únicas. É como se só o primeiro  passo fosse desvelado”\, diz Maneco.  Partindo da observação de pequenas pedras\, os desenhos de Elizabeth Jobim reunidos na mostra foram produzidos em acrílica e nanquim sobre papel\,  entre 2000 e 2004. “Eles trazem minha percepção das formas\, dos ângulos e  do espaço\, e são feitos de várias partes justapostas. Eu desenhava na  parede com uma técnica aguada\, por isso têm escorridos”\, diz ela. Para  Maneco\, a potência dos trabalhos em exposição consiste justamente neste  ambiente aguado que constrói e faz fluir\, propor uma espécie de  negociação\, por vezes tensa\, com o acaso. “Elizabeth tem um gesto muito  vivo\, muito presente\, mas nestes trabalhos\, ela incorpora o imprevisto. A  tinta escorre pelo papel e se transforma em arte”\, comenta Maneco. Nos trabalhos de Renata Tassinari se veem planos geometrizados por cores\,  resultado de uma pesquisa que a artista paulistana faz desde 2003. Os desenhos foram produzidos em 2018 com óleo e grafite sobre papel. Foi a  partir das pinturas que já fazia sobre placas acrílicas e sobre madeira que Renata começou a pensar o trabalho com o papel. “A paleta cromática  dos desenhos tem muito a ver com a das minhas pinturas\, inclusive a fresta branca\, que é o respiro da obra\, o risco por onde corre o ar”\, conta Renata. A cor é\, sem dúvida\, o eixo de gravidade dos trabalhos\, e cada uma delas se afirma por si\, como persona única e autônoma\, comenta Maneco. “Renata demonstra domínio absoluto ao colocar lado a lado cores improváveis\, que muitas vezes têm uma convivência nada  pacífica. O belo e o estruturado nascem a partir de uma insubordinação das cores”\, diz ele. Sandra Antunes Ramos apresenta pinturas em pequenos formatos\, que misturam  tinta a óleo e costura sobre papel. Nas obras\, ela trabalha tanto a  questão pictórica\, com blocos de cor\, sua marca registrada\, como rompe  com isso\, com linhas fluidas costuradas\, que remetem ao corpo feminino.  Pequenas e delicadas\, as pinturas resultam de um processo de fazer lento  e minucioso. “O papel é mais frágil do que a tela. Além disso\, uso papéis finos\, transparentes\, que marcam\, vincam\, reagem mais. A tinta a óleo\, mesmo no papel\, demora muito para secar e uso diversas camadas. Depois vem a costura\, que é lenta também”\, conta Sandra. “São obras delicadas\, tanto no formato quanto no acabamento\, que buscam equilibrar o  geométrico e o orgânico\, a rigidez e a fluidez”\, explica Maneco Muller. Todos os trabalhos reunidos na mostra “Ela disse: porque os vestidos  transbordam de vento” serão apresentados pela primeira vez na cidade de  Petrópolis. Sobre Célia EuvaldoCélia Euvaldo começou a expor em meados da década de 1980. Suas primeiras  exposições individuais foram na Galeria Macunaíma (Funarte\, Rio de  Janeiro\, 1988)\, no Museu de Arte Contemporânea (São Paulo\, 1989) e no  Centro Cultural São Paulo (1989). Ainda em 1989\, ganhou o I Prêmio no  Salão Nacional de Artes Plásticas da Funarte. Desde então tem exposto  regularmente em mostras individuais e coletivas em galerias e  instituições. Participou\, notadamente\, da 7ª Bienal Internacional de  Pintura de Cuenca\, Equador (2001) e da 5ª Bienal do Mercosul (2005).  Realizou exposições individuais\, entre outros\, no Paço Imperial (Rio de  Janeiro\, 1995\, 1999 e 2015/16)\, na Pinacoteca do Estado de São Paulo  (2006)\, no Centro Cultural Maria Antonia (São Paulo\, 2003 e 2010)\, no  Museu de Gravura da Cidade de Curitiba (2011) e no Instituto Tomie  Ohtake (São Paulo\, 2013). Em 2016\, participou da mostra coletiva Cut\, Folded\, Pressed & Other Actions  na David Zwirner Gallery\, em Nova York. Em 2017 realizou exposições  individuais no Rio de Janeiro\, em Belo Horizonte e Ribeirão Preto\, e\, em  2018\, na Galeria Raquel Arnaud\, em São Paulo. Sobre Elizabeth JobimDesenhista\,\n pintora\, gravadora. Realiza estudos de desenho e pintura com Anna Bella\n Geiger (1933)\, Aluísio Carvão (1920-2001) e Eduardo Sued (1925)\, \nno Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ)\, entre 1981 e 1985. \nCursa comunicação visual na Pontifícia Universidade Católica do Rio de \nJaneiro (PUC/RJ)\, a partir de 1981. Nessa universidade\, entre 1988 e \n1989\, faz curso de especialização em História da Arte e da Arquitetura \nno Brasil. Entre 1990 e 1992\, faz mestrado em Belas Artes na School of \nVisual Arts\, em Nova York. A partir de 1994\, leciona no Ateliê de \nDesenho e Pintura da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV/Parque \nLage)\, no Rio de Janeiro. Entre suas mais importantes exposições\, estão \nBlocos (2013)\, no MAM do Rio de Janeiro\, Em Azul (2010)\, na Estação \nPinacoteca de São Paulo\, e Endless Lines (2008)\, na Lehman College Art \nGallery\, em Nova York. Participa da coletiva Art in Brazil (1950-2011)\, \nno festival Europalia\, em 2011\, em Bruxelas\, e da 5ª Bienal do Mercosul\,\n em 2005.  Sobre Ester GrinspumFormada\n em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo\, fez sua \nprimeira exposição individual na Pinacoteca do Estado de São Paulo\, em \n1981\, e a seguir no Museu de Arte Contemporânea (USP) e na Galeria \nFunarte Macunaíma no Rio de Janeiro\, em 1983. A partir de então\, fez \nvárias exposições individuais no Brasil e exterior\, entre elas na \nGaleria Paulo Figueiredo (SP); na Galerie Lil’Orsay\, Paris; na Galeria \nMarilia Razuk (SP); no Paço Imperial do Rio de Janeiro; no Musée de \nLangres\, Paris; na Pinacoteca do Estado de São Paulo e na Galeria \nTransversal e no Instituto Tomie Ohtake. Participou de inúmeras \nexposições coletivas\, como Como vai você\, Geração 80?; Bienal \nLatino-Americana de Arte Sobre Papel\, em Buenos Aires\, 1986; I e II \nBienal de Havana\, 1984 e 1986; XX Bienal Internacional de São Paulo\, \n1989; Tabula Rasa\, Bienna\, Suíça\, 1991; UltraModern – The Art of \nContemporary Brazil\, Washington\, 1993; Bienal Brasil Século XX\, 1994; \nSelections Brazil\, Drawing Center\, Nova Iorque\, 1995; I Bienal do \nMercosul\, 1996; Stedelijk Museum\, Schiedam\, Holanda\, 1996; Escultura \nUrbana\, Alger\, 2003; ARCOMadrid\, Solo Project\, 2012. Foi contemplada com\n a Bolsa de Trabalho European Ceramic Work Centre em s’Hertogenbosch\, \nHolanda\, em 1995; a Bolsa Virtuose e de Residência na Cité des Arts\, em \nParis\, em 1997 e 1998; e a Bolsa Vitae de Artes\, em 2002\, entre outras. \nPossui trabalhos em coleções como Pinacoteca do Estado de São Paulo\, \nMuseu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo\, Museu de Arte \nModerna de São Paulo\, Brooklyn Museum (Nova Iorque)\, Fonds National \nd’Art Contemporain (França) e Coleção Patricia Phelps de Cisneros. Sobre Renata TassinariFormada  em Artes Plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado (Faap) em  1980\, onde foi aluna de grandes mestres como Carlos Fajardo e Dudi Maia  Rosa\, Renata Tassinari inicia sua produção com pinturas que mesclam  elementos figurativos à gestualidade característica da pintura da  Geração 80. A figuração vai lentamente desaparecendo e dá vez a uma  pesquisa marcante de cor\, que se transforma na marca de seus trabalhos. A  artista\, porém\, não dissocia cor e matéria – Tassinari repensa ambas a  partir da relação com o suporte e também ao agregar à superfície da tela  elementos díspares (como papelão e madeira) e diferentes técnicas. A  artista tem dezenas de mostras individuais e coletivas em seu histórico\,  incluindo a retrospectiva no Instituto Tomie Ohtake\, SP\, em 2015 e  mostras solo no MAM RJ\, MAM SP e Paço Imperial. Sobre Sandra Antunes RamosNasceu\n em 1964\, em São Paulo\, SP\, onde vive e trabalha. Sua trajetória em arte\n visual começou tardiamente. Dedicou-se por cerca de dez anos à \natividade de educadora. Posteriormente\, migrou para as artes gráficas\, onde realizou diversos desenhos de livros e capas. Como designer\, teve uma larga experiência na diagramação e no desenho de livros de arte. Em 2014\, realizou sua primeira individual\, na galeria Mul.ti.plo Espaço Arte\, no Rio de Janeiro\, com curadoria de Alberto Tassinari. Em\n 2016\, realizou uma exposição individual na Galeria Millan\, voltando a \nexpor lá em 2017\, em uma coletiva no espaço Anexo Millan. Participou de exposições coletivas\, como paratodos 2 (2017)\, na Carpintaria\, Rio de Janeiro\, e a mostra impávido colosso (2019)\, n’A Mesa\, também na capital carioca. ServiçoExposição de arte contemporâneaTítulo: “Ela disse: porque os vestidos transbordam de vento” Artistas: Célia Euvaldo\, Elizabeth Jobim\, Ester Grinspum\, Renata Tassinari e Sandra RamosAbertura: 19 de outubro\, às 19hVisitação: sexta 19h – 22h / sábado 11h – 16h e 19h – 22h / Domingo 11h – 16hLocal: A2 + Mul.ti.plo End.: Armazém das Videiras – Estrada Almirante Paulo Meira\, 8.400\, loja 5 – PetrópolisTel.: +55 24 2225-8802http://multiploespacoarte.com.br/
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SUMMARY:Programação da 47ª Chapel Art Show
DESCRIPTION:18 de outubro | sexta-feira19h30 — Conversa: “O que é original na arte?” com Prof. Dr. Marcelo Conrado\, sobre direito de imagem. 19 de outubro | sábado10h às 17h — Kids corner (Brincadeiras artísticas para crianças). A partir das 19h Coquetel com comidas e bebidas brasileirasPocket show com Bruna SimõesVisita guiada com a Curadora Adriana Rede20 de outubro | domingo10h às 17h — Kids corner (Brincadeiras artísticas para crianças). A partir das 18h Coquetel com comidas e american drinksPocket show com Beatriz Abrahm e Maria Alice ArgentinoVisita guiada em inglês com Julie Belfer21 de outubro| segunda-feira19h30 — Coquetel e palestra “Arte e design Colecionável”\, com José Marton. 22 de outubro | terça-feira19h30 — Coquetel e talk com o artista homenageado Sérgio Fingermann 23 de outubro | quarta-feiraA partir das 18h – Finissage
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SUMMARY:Exposição "Muirapiranga"\,  inaugura novo espaço na funarte
DESCRIPTION:Com o apoio do Funarte SP\, a escultora Elizabeth Titton apresenta ao público\, a partir de 5 de outubro\, sua mais recente criação: a coleção Muirapiranga.  Levando o nome de uma árvore amazônica de madeira vermelha\, similar ao pau-brasil\, a exposição é uma ode à natureza a partir de esculturas de grandes dimensões feitas em aço corten. A mostra também marcará a abertura de um novo espaço de exposições no complexo artístico e terá estruturas dedicadas a pessoas com deficiência visual. Até 19 de janeiro de 2020\, sob o\npreceito de oferecer aos visitantes a oportunidade de vivenciar as obras de\nforma potente – levando-os a refletir sobre a crescente cegueira do homem\nmoderno perante o mundo que habita –\, 21 obras de grande porte (que variam de 1\na 4 metros de altura) ocuparão 600 m² entre o espaço do pátio\, hoje utilizado\ncomo estacionamento\, e as galerias Flávio de Carvalho e Mario Schenberg. “Com o projeto da exposição\n‘Muirapiranga’ como sua próxima meta de trabalho\, Elizabeth Titton procurava um\nespaço que pudesse receber suas grandes esculturas\, sobre as quais falava com\npaixão. E a equipe da Funarte São Paulo e eu buscávamos possibilidades de\ntransformar o pátio do Complexo em um espaço que recebesse obras de artes\nvisuais\, de arquitetura\, esculturas\, cenários”\, explica a ex-coordenadora da\nRepresentação Regional da Funarte SP\, Maria Ester Lopes Moreira. As peças produzidas por Elizabeth Titton brincam com os sentidos\, na medida em que oferecem a eternidade do metal\, acompanhada da efemeridade das formas. O aço corten possui elementos em sua composição que melhoram as propriedades anticorrosivas\, garantindo\, em média\, três vezes mais resistência do que o aço comum.  As formas\, por sua vez\, são portais e obeliscos produzidos nos últimos três anos a partir de corte a laser das peças metálicas. Esse tipo de obra tem sido material de exploração da artista desde 2006. Anteriormente\, Elizabeth foi diretora do Museu de Arte Contemporânea do Paraná\, nos anos 80\, e professora do curso superior de Escultura da Escola de Música e Belas Artes do Paraná por 16 anos\, na cidade de Curitiba\, onde vive desde os 8 anos de idade. A premissa desse tipo de produção\, que conduz a exposição ‘Muirapiranga’\, é impactar o observador por sua originalidade\, beleza\, significado e dimensões. Para a artista\, o “escultor produz a obra para o outro”\, ou seja\, Elizabeth\, sob grande influência do filósofo Merleau-Ponty\, acredita que “a percepção é fundamental e o corpo é a ferramenta para isso”. Com isso\, ela pretende trazer a realidade à tona e\, muito embora a temática seja evidente por si\, ela deseja oferecer uma experiência no lugar de um discurso especializado.  Neste aspecto\, a artista leva elementos como água\, árvores\, folhas\, flores\, peixes\, pássaros\, nuvens e estrelas\, que há muito tempo a inspira por meio de seus estudos sobre mitologia das comunidades indígenas do Xingu. Além de valorizar e homenagear o meio ambiente com seus “arcos do triunfo”\, ela nos alerta sobre a crescente incapacidade de experimentarmos e enxergarmos o mundo que habitamos. O fenômeno relativo à cegueira é\ninterpretado por Elizabeth Titton como metáfora da muirapiranga\, árvore em\nrisco de extinção\, aqui representada pela ferrugem do metal. Na mostra\, a\nvegetação é representada em forma de portais e obeliscos\, ícones da civilização\,\ncuja função é homenagear a natureza cada vez mais distante dos olhos\, do corpo\ne do conhecimento dos habitantes das cidades\, que cada vez mais vivem num mundo\nvirtual\, abstrato\, cegos ao mundo em que vivemos. Nesse sentido\, da dificuldade de\nenxergarmos\, sete obras serão impressas em 3D\, com aproximadamente 40 cm de\naltura\, para que\, além do público em geral\, visitantes com deficiências visuais\npossam perceber e sentir\, por meio do tato\, o formato das esculturas. Também\nserão instalados pisos especiais nos espaços da mostra\, bem como\ndisponibilizados texto e catálogos em braile e monitores preparados para\natender esse público durante o período da mostra.  Ao pensar em sua experiência\nartística\, Elizabeth sempre se baseia em algumas impressões trazidas à\nreflexão\, por Merleau-Ponty\, especialmente quando o pensador francês disse:\n“Quando percebo\, não penso o mundo\, ele se organiza diante de mim”. Com mensagens gravadas nas paredes\ndos espaços da Funarte\, citações escolhidas pela artista do filósofo francês\,\nestudado por ela em profundidade quando de sua pesquisa de mestrado em Educação\nna UFPR (Universidade Federal do Paraná)\, Elizabeth coloca o público diante da\npresença material e impactante de suas obras\, levando-o a confrontar a\nmaterialidade do aço que\, em seu design simples e de fácil reconhecimento\,\nremete à natureza\, na intenção de conduzir ao mundo encarnado do qual fala o\nfilósofo. A artista quer completar a\nexperiência de perceber o mundo\, conforme o pensamento de Merleau-Ponty\,\nalertando de que a ciência é sua expressão segunda\, pois\, primeiro\, existem os\nrios e as montanhas\, depois os mapas que as representam.  “Sensível e envolvida com sua\ncriação\, Elizabeth Titton enfatiza em sua proposta que a experiência oferecida\npela exposição pode ser experimentada por todos. Olhar\, tocar\, caminhar no seu\nentorno\, bem como sentir a frieza do metal\, é como a artista nos convida a\nestar na exposição. É assim também que nós da Funarte convidamos a todos para\nestarem no Complexo Cultural e dividir conosco essa reflexão acerca do nosso\nestar no mundo como natureza e obra de arte”\, comenta Maria Ester. Tendo em mente que a arte deve ser\nfruída antes de ser pensada\, Elizabeth convida a voltar ao mundo vivido em uma\nexperiência estética que parte de um mergulho na floresta de aço criada no solo\ndo importante espaço de cultura paulistano. Serviço – MuirapirangaFunarte SPEndereço: Alameda Nothmann\, 1058.Abertura ao público: 5 de outubro de 2019\,  às 14h Horário de visitação: terça a sexta\, das 10h às 18h; sábado e domingo\, das 14h às 21hIngresso: gratuitoTérmino: até 19 de janeiro de 2020
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SUMMARY:A artista Maria Fernanda Paes de Barros e o fotógrafo autoral Marcelo Oséas apresentam exposição “Duas Crônicas” no museu A Casa
DESCRIPTION:Exposição conjunta reúne a essência dos trabalhos em obras únicas inspiradas na ancestralidade indígena e ainda agregam contrapartidas sociais. A artista Maria Fernanda Paes de Barros e o fotógrafo autoral Marcelo Oséas apresentam a exposição conjunta “Duas Crônicas”\, com a união de duas temáticas indígenas de etnias diferentes e trabalhos que resgatam a identidade dessas comunidades. A exposição acontece em setembro no Museu A Casa em São Paulo\, instituição que tem como foco na produção cultural brasileira\, contribuindo para o reconhecimento\, valorização e desenvolvimento da produção artesanal ou semi-artesanal. Após uma exposição independente de grande sucesso\, em março\, Marcelo Oséas traz uma nova apresentação de sua série fotográfica “Uma Crônica Munduruku”\, fruto de uma imersão na etnia amazônica que dá nome à série\, localizada no baixo Tapajós. As imagens do dia a dia refletem o desejo da comunidade de fazer a manutenção do seu cotidiano\, mesmo com o contato com a sociedade de consumo e as pressões do mercado de turismo e empreendimentos regionais. Depois de um ano de pesquisa material e da vivência com a aldeia Munduruku\, Marcelo produziu os retratos\, realizados no plano digital da fotografia\, impressos via Fine Art em P&B e colorizadas manualmente com pigmentos naturais coletados na região amazônica. Esse trabalho resultou na série fotográfica que teve participação da comunidade na seleção e construção das fotografias. Esta nova abordagem reflete a aceitação positiva do público durante a primeira exposição das imagens. Somando às fotografias de Marcelo\, Maria Fernanda apresenta “Kwasáwa | Borari”\, propondo o resgate da ancestralidade indígena de um grupo de artesãs\, no Pará\, através da cerâmica e da palha. Durante o desenvolvimento de um projeto na comunidade ribeirinha de Urucureá\, a designer foi surpreendida pelas poucas informações que as artesãs possuíam sobre seus ancestrais e sobre a origem da técnica do trançado de palha que utilizam no seu trabalho.  Essa ausência de conhecimento pode ser fruto de anos de intimidação sofridos pelos indígenas da região\, ou pelo fato de ter sido necessário optar por ser reconhecido como indígena ou população tradicional ribeirinha durante a demarcação de terras vários anos atrás\, uma vez que cada opção dava direitos diferentes a seus integrantes.  O trabalho desenvolvido por Maria Fernanda recupera o valor das vidas e da importância de seus ancestrais através do artesanato tradicional da etnia Borari\, quase inexistente nos dias de hoje: a cerâmica. O resultado disso foi a reprodução na palha das formas moldadas no barro. Cada peça tem um formato e cada artesã produziu uma peça\, numa forma de homenagem à etnia Borari e as suas próprias etnias sejam elas quais forem. O nome do projeto da designer\, Kwasáwa\, significa “conhecimento” na língua indígena Nheengatu. Os dois trabalhos distintos\, mas com diversas intersecções\, dão vida  à exposição “Duas Crônicas”\, a partir do dia 11 de setembro\, no Museu A Casa. Serão expostas 10 fotografias colorizadas manualmente pelo fotógrafo Marcelo Oséas e dez pares de vasos Borari e cestos produzidos pela comunidade de Urucureá. As peças estarão à venda e existe também a contrapartida social\, onde parte da renda será revertida para dar continuidade à construção da escola de cultura e costumes Munduruku\, que visa transmitir os valores tradicionais  e fortalecer a preservação da Floresta Nacional do Tapajós no futuro. Serviço: Data: de 11 de setembro a 29 de setembroOnde: Museu A CasaEndereço: Avenida Pedroso de Morais\, 1216/1234\, São PauloHorário: Terça à Domingo das 10h às 18h30
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SUMMARY:A Galeria de Arte André apresenta a exposição Segmentos
DESCRIPTION:A Galeria de Arte André apresenta a exposição Segmentos\, do artista mineiro Cássio Lázaro. A mostra traz cerca de 50 obras inéditas do escultor\, com trabalhos em aço de pequenas e grandes dimensões\, incluindo cerca de 25 dos chamados ‘segmentos’ de sua obra que se desdobram em diversos tratamentos do aço como carbono\, corten\, inox\, fosco\, espelhado. Destes ‘segmentos’\, podem ser destacadas as Rendas\, Tiras\, Amassados\, Corrosões\, Derretimento nas bordas\, entre outros. A curadoria é de Octávio Guastini. “A obra escultórica de Cássio Lázaro é de uma riqueza extraordinária de formas\, cores\, ritmos\, texturas e ideias. As configurações das partes de suas  obras variam da geometria às formas orgânicas\, resultantes de  procedimentos tais como o corte e a dobra\, a amassadura\, a torção\, a  fragmentação\, a construção”\, afirma Enock Sacramento\, crítico e curador  de arte\, responsável pelo texto de abertura da exposição. O artista nasceu em Cássia\, em Minas Gerais\, em 1952\, cidade que deu  origem ao seu nome. De família muito humilde\, sexto filho de 13 irmãos\,  Cássio saiu de casa muito cedo. Aos nove anos foi trabalhar numa olaria\,  onde começou a se interessar pelo barro e iniciou suas primeiras  brincadeiras com a escultura\, modelando bonecos de barro. Com 14 anos  foi para São Paulo\, onde trabalhou num banco até conseguir uma bolsa  para estudar na Escola Panamericana de Arte. Iniciou suas obras  escultóricas com arame\, passou para materiais coletados e reciclados e  seguiu para o aço. Nos  anos 1970\, expôs na Bienal de Arte de São Paulo\, com figuras sinuosas e  com um nó de 2\,20 metros de altura feito em inox. Em 1977\, foi trabalhar numa fundição\, onde aprendeu todos os processos do bronze\, ferro e aço. Em seu atelier\, desenvolveu maquinário de grande porte para moldar e tecer suas obras em material de difícil arregimentação como o aço.  O  esmero na execução\, o domínio entre a força e a delicadeza\, a constante  pesquisa formal aproximam a obra de Cássio daquela de grandes artistas  da escultura\, isto não só numa proximidade nos resultados obtidos\, mas  na fraternidade velada dos processos\, na busca constante pela obra  ideal\, sua pedra filosofal. Paulo Klein – crítico e curador de artes visuaisDepois de anos trabalhando numa linha de fragmentos em bronze\, o artista iniciou o que chamou de “desenfreado processo de criatividade”\, produzindo trabalhos abstratos em chapa de aço. Lembrou-se dos tempos em que era motoboy no banco\, com os papéis amassados jogados no lixo. Criou\, a partir daí\, a série “Amassados”\, em chapa de aço. “Desta vez eu não tinha nenhuma preocupação em representar figuras\, já sentia e reconhecia a força da arte. Percebi que o exercício de observação da  natureza e de tudo que está ao nosso redor nos fornecem todas as formas\, basta saber representá-las plasticamente. Passei a olhar com mais  cuidado para as erosões do solo\, os estufamentos das pinturas se  rompendo pela umidade\, as sombras se projetando\, etc. Assim foram  nascendo as Rupturas\, as Rasgaduras\, as Explosões\, as Rendas… Eu estava livre para criar e tinha confiança e compreensão do que estava fazendo. A criatividade tornou-se infinita”. Cássio Lázaro. Sem Título. 125 x 125 x 08 cmO artista autodidata afirma que sua experiência aconteceu na prática\, já  que não teve acesso a informações teóricas. “Meu caminho foi longo e  minhas experiências foram consistentes e intensas\, por isso posso afirmar a importância do escultor executar a própria obra\, sempre que  tiver condições para isso. O fazer nos conduz a inúmeras possibilidades  de criação\, pois até quando erramos\, aprendemos com o erro. Ao acompanhar todo o processo do meu trabalho\, vou transformando as sobras\, as rebarbas\, os respingos e vejo nascer novas composições\, tornando infinitas as criações… “. O crítico Enock Sacramento segue ainda em seu texto afirmando que “Muitas de suas esculturas relacionam-se com elementos da natureza\, ações\, conceitos\, noções abstratas. É por isso que a maioria delas recebe títulos como Corais\, Afluente\, Borras\, Colunas\, Torres\, Amassados\, Fragmentação\, Expansão\, Tensão cinética… Na série Afluentes\, por exemplo\, em meio a áreas de configuração textural ou de reentrâncias\, destaca-se uma área lisa que percebemos como um rio. Nas esculturas desta pequena série\, acontece o milagre da transformação do metal em água. Algumas lembram corais\, outras\, resíduos resultantes da ebulição ou infusão\, chamas\, cortes longitudinais de troncos. Nenhuma copia a realidade circundante. Com efeito\, o artista não reproduz a realidade. Ele cria uma outra realidade que é sua obra escultórica”. Sobre a Galeria de Arte AndréUma das galerias de arte mais tradicionais da cidade de São Paulo\, a Galeria de Arte André completa 60 anos em 2019 como a maior galeria de arte da  América Latina e anuncia a fusão de suas sedes e acervos. Atualmente dirigida por Juliana Blau\, a casa fundada em 1959 pelo romeno André Blau (1930-2018) ajudou a forjar o mercado de arte no Brasil e passou por diversos endereços até se consolidar na Rua Estados Unidos\, entre a Avenida Rebouças e a Alameda Gabriel Monteiro da Silva. Referência no mercado de arte brasileira\, há décadas a Galeria de Arte André acolhe gerações de artistas e incentiva o surgimento de colecionadores e amantes das artes. Conhecida pelo seu acervo de esculturas e obras de artistas como Di Cavalcanti\, Candido Portinari\, Alfredo Volpi\, Aldemir Martins\, Manabu Mabe\, Hector Carybé\, Roberto Burle Marx\, entre muitos outros\, a casa oferece ao público exposições periódicas e projetos educacionais e culturais. 60 anos da Galeria de Arte AndréPara celebrar seu aniversário de 60 anos\, a galeria realiza quatro exposições ao longo de 2019. Dentre elas\, duas são coletivas — a primeira e a última  do ano — com curadoria assinada pelo crítico de arte Mario Gioia\,  reconhecido no Brasil e exterior. A primeira delas é a mostra coletiva Entre Artes e Ofícios\, Centros e Arrabaldes\, com abertura em 23 de abril\, que reúne trabalhos de diversas gerações de artistas do Grupo Santa Helena e de nipo-brasileiros. Em junho\, acontece a exposição individual de Sônia Menna Barreto\, artista  apresentada ao mercado pela Galeria de Arte André. A terceira mostra\, por sua vez\, é realizada em setembro e traz obras do artista Cássio  Lázaro. Finalmente\, em novembro\, o encerramento das comemorações se dá por meio de uma mostra coletiva histórica e pelo lançamento do livro que  conta a história da galeria. ServiçoAbertura da exposição Segmentos\, de Cássio LázaroCuradoria de Octávio GuastiniCoquetel de aberturaDia 24 de setembro\, 20hPeríodo expositivo: de 25 de setembro a 19 de outubroHorário de funcionamento: Segunda a sexta\, das 10h às 20h |Sábados das 10h às 14hGaleria de Arte AndréRua Estados Unidos\, 2.280Jardim Paulistano01427-002 – São Paulo – SP(11) 3081-9697 / 3081-3972 / 3063-0427
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SUMMARY:Gestão dos museus de ontem\, hoje e\, agora\, do amanhã
DESCRIPTION:Nelson Colás – Diretor de Relações Institucionais da Feambra (Federação de Amigos de Museus do Brasil) Nada melhor do que mostrar e explicar\ncomo as coisas funcionam para que as pessoas passem a considerá-las relevantes.\nÉ com esta perspectiva pedagógica que o Instituto Brasileiros de Museus (Ibram)\nrealiza a 13ª edição da Primavera dos Museus\, um projeto nacional realizado\nentre os dias 23 e 29 de setembro\, que oferece exposições\, oficinas e palestras\ncom a proposta de trazer mais visitantes aos museus brasileiros. Com o tema “Museus por dentro\, por\ndentro dos museus”\, a campanha quer mostrar para a sociedade como se dá o\ncotidiano museológico e a gestão destes equipamentos — no Brasil\, há 3.800 museus\nem atividade\, muito dos quais pouco conhecidos. Quebrar as barreiras entre as\ninstituições e a sociedade deve ser a pedra de toque não apenas da Primavera\ndos Museus\, mas de todas as ações voltadas ao setor. Por isso\, a ideia é abrir\nas portas para que todos conheçam os museus não apenas nas suas galerias\, mas\nnos processos necessários para que eles se mantenham. As circunstâncias para tanto têm sido\nfavoráveis. Conforme os últimos levantamentos de visitantes\, o Brasil tem se\ndemonstrado um país que\, a cada dia\, tem mudado sua visão em relação ao\nsignificado de ir aos museus. De 2017 para 2018\, 38 milhões de pessoas\nvisitaram museus\, um aumento de 19% em relação a 2017\, segundo os dados do\nIbram. Se os ambientes dos museus\, estão\nrecebendo mais visitantes\, isso se deve a algumas mudanças na relação da gestão\ndesses estabelecimentos. Nos últimos anos\, curadores têm\nimplementado novas técnicas para trazer o público\, com apostas em metodologias\natuais de comunicação e desenvolvimento de eventos que possam atrair adultos\,\njovens ou crianças. O interesse do público também foi\ndespertado por causa de exposições que destacam minorias e grupos antes pouco\nrepresentados. A diversidade foi temas de inúmeras mostras\, que levaram ao\npúblico exposições sobre mulheres\, negros\, indígenas\, comunidade LGBTQI+ e\nartistas não-europeus. São obras que fazem com que pessoas antes “excluídas” da\nagenda se sintam\, agora\, representadas. Outro resultado positivo é que esta\nevolução não está unicamente relacionada a investimentos e ações do poder\npúblico. Associações e voluntariado também têm cooperado para o incentivo à\nvisita de mais pessoas à arte e história. Entre as novas estratégias\, alguns\nmuseus estão promovendo exposições interativas por meio da tecnologia\, para auxiliar\nna imersão das obras exibidas. A Pinacoteca de São Paulo é um bom exemplo\, com\num aplicativo para que os visitantes acompanhem as obras e possam interagir e\naprofundar-se na biografia dos autores. A tecnologia nesse caso é uma\nimportante ferramenta\, pois facilita o entendimento das obras exibidas e\ndesmistifica o conceito de que arte é algo inatingível. Junto a esse cenário atual\, a presença\nde Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) tem cooperado\nna divulgação dos museus\, por meio das mídias sociais. Essa metodologia tem\nampliado\, ainda mais\, a interação das pessoas com o espaço. Tanto é que\, além\nda entrada gratuita promovida em algumas exposições\, o Ibram também aponta o\naumento de 31% do público nos museus no primeiro semestre deste ano\, ocasionado\nprincipalmente em locais onde a utilização das mídias sociais são mais\nenfáticas. A mudança no modelo de comunicação para\npromover e apresentar a exposição da Tarsila de Amaral no MASP\, encerrada em 28\nde julho\, foi igualmente bem sucedida — o museu liberou fotografar as peças\nexpostas e\, com isso\, os milhares de visitantes utilizaram as redes sociais\npara mostrar suas idas\, publicando “selfies” junto às obras da Tarsila.\nUm dos efeitos foi a presença de 402 mil pessoas\, tornando a mostra como a mais\nvista no museu paulistano e superando o número de visitantes no Museu do Louvre\n(França) no mesmo período. É notório que a exposição nas redes\nsociais ajuda a tornar os museus mais conhecidos e atrativos para pessoas pouco\nhabituadas a esse tipo de passeio. Conforme dissertação de mestrado da\npesquisadora Mariana Santana Marques\, grande parte do público entrevistado foi\na algum museu após ver uma selfie do local. As publicações nas redes fazem com que\no engajamento das pessoas aumente. As fotos no Instagram com “hashtags”\, por\nexemplo\, promovem a divulgação do espaço sem o aporte financeiro da publicidade\ntradicional. Como dica\, tanto o poder público quanto associações que dão\nsuporte aos museus podem utilizar esse modelo de divulgação. As inovações na forma de chegar ao\npúblico fazem com que os museus não fiquem no ontem\, mas se fixem no presente\npara se projetarem no amanhã. Que essas inovações sejam constantes. O Brasil\nprecisa de seus museus valorizados não somente quando tragédias como a do Museu\nNacional acontecem. Os museus preservam a nossa memória e nos ensinam a não\ncometermos os mesmos erros tanto no presente\, quanto no futuro.
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SUMMARY:Raquel Saliba apresenta exposição "Os mitos e a memória" no Centro Cultural Correios
DESCRIPTION:Raquel Saliba apresenta suas esculturas a partir do dia 19 de setembro\, até 27 de outubro\, em “Os mitos e a memória”\, onde ela expõe cerca de 200 peças em cerâmica e metal\, de diferentes  texturas\, tonalidades cromáticas\, formas e tamanhos\, estes variando  entre 5cm e 1\,80m.  “Tornar-me artista foi um acaso\, aconteceu. Desde criança eu tenho contato com a  argila\, através de uma prima\, que é artista plástica. Isto certamente  influenciou a minha história: cresci moldando bonequinhas de barro.  Sempre fui apaixonada pela arte\, mas acabei estudando psicologia. Durante a universidade\, fiz um curso de desenho na escola Guignard\, que acabou sendo interrompido por falta de tempo. Já em 2011\, a arte entrou  em minha vida de uma forma tão intensa que não consegui mais parar. De  todas as matérias que já trabalhei\, a argila é a minha favorita”\, diz Raquel Saliba. Com curadoria de Marcus Lontra\, esta é a primeira individual da artista\,  que voltou para o Brasil em 2016\, depois de morar na França\, Austrália e  Inglaterra. “Para\n se abismar com as figuras heroicas de Raquel Saliba é preciso entender o\n mistério essencial da arte. É preciso entender a caverna\, seus ritos e \nmitos\, suas metáforas\, e a ação humana que\, em seu interior\, transforma e\n transfigura o mundo. No interior de nossas cavernas o ser refaz o mundo\n e\, graças à ação da arte\, garante ordem e sentido à sua existência. \nAssim nasce\, assim se cria\, assim se afirma: arte como espaço de \nredenção e pesquisa\, ciência e fé\, construção e acúmulo de saberes\, \ncultura e civilização que asseguram o mistério e a especificidade da \nespécie”\, afirma Marcus Lontra. Saiba mais sobre a artistaNascida em Itaúna\, Minas Gerais\, a artista é graduada em Psicologia\, mas desde 2011 tem se dedicado exclusivamente à arte. Raquel  Saliba já morou em diferentes partes do mundo\, o que possibilitou que  ela fizesse vários cursos e exposições como no Carrossel do Louvre (maio  de 2018)\, por exemplo. Residindo atualmente no Rio de Janeiro\, ela vem  se dedicando cada vez mais às esculturas em cerâmica.  Parte de sua  formação artística: curso Encontros e Reflexões\, com Iole de Freitas\,  2019\, Parque Lage\, Rio de Janeiro\, Brasil; exposição coletiva A Cara do  Rio (Centro Cultural dos Correios)\, 2018; curso Conversando sobre  esculturas objeto etc. e tal com Joao Goldberg\, Parque Lage\, Rio de  Janeiro\, Brasil em 2016 e 2017;  cursos de escultura e cerâmica no  Morley College\, Londres\, Reino Unido  2014 e 2015; cursos de escultura  no Heatherley School of Art\, Londres\, Reino Unido em 2015; workshop “O  inconsciente na argila”\, com  Sandy Brown\, Inglaterra\, junho de 2015;  cursos de Cerâmica e Escultura na UAL (University Arts of London)\,  professor Timothy Harker\, Londres\, Reino Unido em 2013; Centro de Artes  de Fremantle\, Austrália Ocidental 2003. ServiçoLocal: Centro Cultural CorreiosEndereço: Rua Visconde de Itaboraí\, 20 – 3º andar – CentroAbertura: 19 de setembro\, às 18hPeríodo: de 20 de setembro a 27 de outubro de 2019Visitação: de terça a domingo\, das 12h às 19h Entrada franca
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SUMMARY:Move Cine Arte 2019
DESCRIPTION:O Move Cine Arte é um festival internacional de cinema de origem brasileira\, dedicado exclusivamente à exibição de filmes de arte e sobre arte que preenche uma lacuna oferecendo um espaço exclusivo de exibição e discussão de filmes que se debruçam sobre as outras artes\, ampliando o público para as demais formas de expressões artísticas.  O Move propõe uma janela única para filmes que retratam processos de criação\, biografias de  artistas ou obras de outras linguagens que se interligam com o cinema  como arquitetura\, pintura\, escultura\, teatro\, fotografia\, dança\, poesia\,  literatura\, música\, design\, moda\, performance\, videoarte e outras. A  curadoria do festival é realizada por Andre Fratti Costa (Olhar  Periférico Filmes\, Brasil) e Steve Bisson (FilmEssay\, Itália) que este ano selecionou 19 filmes de 14 países. Um júri internacional concederá os prêmios e os filmes agraciados serão exibidos em outubro em Veneza no Palazzo Mora do European Cultural Centre\, em meio a efervescência da  Bienal de Veneza\, a Biennale Arte 2019 que acontece na cidade italiana. Todos os filmes selecionados entre curtas\, médias e longas metragens\, serão exibidos em setembro em São Paulo. A abertura ao público\, com exibição do longa Cravos\, de Marco Del Fiol que aborda 3 gerações de artistas da família do fotógrafo Mario Cravo Neto será realizada no auditório principal do MIS dia 17/09 às 19h seguida de bate-papo entre os curadores Andre Fratti Costa\, Steve Bisson e o diretor Marco Del Fiol. A  cena cultural paulistana simultaneamente também apresenta a obra de  outro membro da família Cravo: o fotógrafo Christian Cravo inaugura “Mariana” exposição homônima ao livro de Christian\, com curadoria de Adriana Cravo\, que será inaugurada no dia 18/09 às 19h no Instituto Tomie Ohtake com 26  fotografias impressas em fine art que retratam as memórias humanas da  maior tragédia ambiental do país: o rompimento da barragem de Fundão\,  que vitimou fatalmente 19 pessoas e desabrigou centenas de famílias em  Mariana – Minas Gerais\, em 2015.  As exibições em São Paulo acontecerão entre os dias 17 e 25 de setembro no MIS-SP (Museu de Imagem e do Som)\, na FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado)\, no Espaço Marieta\, no IAB-SP (Instituto de Arquitetos do Brasil)\, no Istituto Italiano di Cultura de São Paulo\, SENAC Lapa e Sala Tatuí (Lote 42). Em seguida\, nos dias 26 e 27/09 o festival será exibido em Laguna\, Santa Catarina.A fase internacional acontecerá em Veneza dias 18 e 19/10 e segue para Paris em novembro. A entrada é franca em todas as sessões e está sujeita à lotação das salas.  Serviço: Festival MOVE CINE ARTE 2019  https://www.movecinearte.com/ >  programação anexaQuando: de 17 a 25 de setembroOnde/ São Paulo (salas de exibição):  MIS SP – Museu da Imagem e do Som de SP > Av. Europa\, 158\, Jd. EuropaFAAP – Fundação Armando Alvares Penteado> R. Alagoas\, 903 – HigienópolisEspaço Marieta > Rua Dona Maria Paula\, 96 – apt 2 – Bela Vista  IAB SP – Instituto de Arquitetos do Brasil/SP >  R. Bento Freitas\, 306 – 4º andar – Vila BuarqueIstituto Italiano di Cultura > Av. Higienópolis\, 436 – Higienópolis SENAC Lapa > Rua Faustolo\, 1347 – Vila Romana Sala Tatuí (Lote 42) > Rua Barão de Tatuí\, 42 – Santa Cecília?Entrada franca\, filmes legendados (sujeita a lotação das salas de exibição)
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SUMMARY:A Matilha Cultural promove o tradicional Setembro Verde
DESCRIPTION:São Paulo\, setembro de 2019 – A Matilha Cultural promove o tradicional Setembro Verde\, projeto anual do espaço multicultural\, que aborda questões ambientais.  A exposição “Emergência Climática”\, com abertura na terça-feira\, 17 de setembro\, exalta e celebra o meio ambiente\, a relevância dos povos indígenas para a proteção das florestas e a sustentabilidade\, pilares do espaço e da proposta. O evento é uma parceria de artistas indígenas\, Greenpeace Brasil e Coalização SP pelo Clima. Além de destacar a importância da sustentabilidade e o meio ambiente\, o Setembro Verde tem como objetivo alertar o público e provocar reflexões sobre os ataques à floresta amazônica agravados pelo discurso e ações de desmonte da política ambiental do governo Bolsonaro. Os ambientes serão compostos por recursos visuais que vão produzir um cenário com o objetivo de convidar a todos a mergulharem na temática importância da Floresta Amazônica e o impacto de sua destruição no agravamento da emergência climática.  Um dos ambientes recebe a exposição NI MEKEA\, que significa proteção da floresta\, em hãtxa kuin\, a língua Huni Kuin. Composta por  pinturas produzidas por jovens indígenas do Ponto de Cultura Kayatibu\, que trabalha com o resgate da sua cultura através da arte: obras de Yaka Huni Kuin\, Yube Shanu Tupinambá e Inu Shane Kaya. Com muita sensibilidade\, cor e expressão artística\, as obras apresentam a luta e riqueza de quem vive o dia a dia da preservação da floresta amazônica. Na noite de abertura\, haverá apresentação musical dos indígenas também. Em outro ambiente\, projeção de dados\, mapas\, fotografias e vídeos do Greenpeace mostrarão os registros feitos ao longo de 2019 que abordam o processo de desmatamento e queimadas. Também será exibido video documentário do Projeto “Amanhã é Hoje” que retrata o impacto das mudanças do clima na vida de milhares de brasileiros; Ainda para tratar da emergência que vive a região amazônica\, a exposição conta com materiais da Coalizão SP pelo Clima\, que se trata de uma articulação ampla\, composta por diversos coletivos que vem buscando fazer o debate socioambiental por meio de ações de combate às mudanças climáticas e construindo a Greve Global Pelo Clima\, que acontece no dia 20 de Setembro\, em São Paulo. O material gráfico foi produzido  pelo coletivo artístico Bijari. Cine Matilha recebe programação especial com filmes que trazem temática ambiental como “Amazônia Retorna”\, “O Escape” e “O professor substituto”. Fique atento no site e nas redes para programação completa. ServiçoSetembro Verde na Matilha CulturalEndereço: Rua Rego Freitas\, 542 – República\, São Paulo\, SPData: a partir de 17/09Horário: terça a sábado\, das 11h às 22h. domingo\, das 10h às 20hEntrada Livre
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SUMMARY:Maria Laet inaugura exposição "Sobrecéu" na Galeria do Lago
DESCRIPTION:A Galeria do Lago inaugura\, no dia 14 de setembro\, das 15h às 18h\, a exposição “Sobrecéu”\, da artista Maria Laet\, com curadoria de Isabel Sanson Portella.  Sobrecéu (título que faz referência à estrutura formada pela copa das árvores)\, busca falar da luz do sol que atravessa os pequenos espaços vazios formados pela trama da copa das árvores.  Trama que existe como uma espécie de pele da  floresta\, como uma matriz em movimento constante\, que filtra e desenha a luz\, o céu que por ela atravessa e alcança o lado dentro\, o lado do chão\, o outro lado.  Chapas de alumínio sensíveis à luz são colocadas no chão\, expostas a esses  pontos de luz\, na tentativa de gravar sobre a superfície do metal\, segurar no tempo\, algo que é tão delicado e efêmero na sua constante repetição. O trabalho final é um díptico\, constituído pela própria chapa de alumínio  (que depois de revelada tem sua cor em constante transformação)\, e sua  imagem inicial congelada no tempo\, mostrando a cor inicial da chapa e  ressaltando essa transformação. ServiçoAbertura: 14 de setembro\, sábado\, das 15h às 18hVisitação: 15 de setembro a 24 de novembro de 2019Horário: terça a sexta\, das 10h às 17h; sábado\, domingo e feriados\, das 11h às 18hGaleria do Lago (Museu da República)Endereço: Rua do Catete\, 153 – Catete\, Rio de Janeiro
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SUMMARY:Galeria Karla Osorio apresenta a exposição Percursos da Matéria
DESCRIPTION:A Galeria Karla Osorio\, em Brasília\, abre no dia 10 de setembro\, às 19h\, a exposição “Percursos da Matéria”\, individual do artista marroquino Hassan Bourkia.  O artista apresentará obras inéditas produzidas em residência artística na galeria por quase 40 dias. Neste período\, Bourkia realizou um grande processo de pesquisa e criação de novas obras inspirado por sua experiência no Brasil\, onde veio pela primeira vez.  O resultado são quase trinta obras tridimensionais com pinturas e esculturas. O artista\, um dos mais célebres do Marrocos\, utilizou uma técnica muito original com materiais orgânicos tais como: cinzas\, cal\, terra\, ovo e objetos encontrados (madeira\, ferro\, etc..). Até novembro o artista considerado o “poeta dos artistas marroquinos” e reconhecido mundialmente\, está em outro grande evento na América Latina\, pois é um dos destaques da BIENALSUR 2019\, em Buenos Aires\, onde divide pavilhão com Michelangelo Pistoletto. GaKO art. Hassan Bourkia. A La Pintura\, 2019.Mixed media on canvas.100 x 100 cmServiçoExposição Percursos da matériaEm cartaz até 25 de outubro A galeria está aberta à visitação de segunda a sexta-feira\, entre 9h e 18h\, mediante agendamento.Possível receber grupos escolares e instituições interessadas em visita guiada.Mais informações em:  Galeria Karla Osorio
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SUMMARY:"Cidades Inteligentes" une arte e comunidade para transformar passarela de SP
DESCRIPTION:Projeto que vai levar intervenções artísticas e oficinas para jovens de comunidades de várias cidades do país\, desembarca no bairro Água Branca em SP e ‘dá cara nova’ para passarela No começo de setembro\, o projeto ‘Cidades Inteligentes’ desembarca na capital de São Paulo. Com a proposta de mobilizar a própria comunidade para colocar a ‘mão na massa’ e transformar espaços públicos usando a arte e a sustentabilidade\, serão realizadas intervenções artísticas e oficinas para jovens de 12 a 18 anos em cinco pontos do país.  São Paulo vai ser o primeiro deles a receber a ação\, onde os participantes serão conduzidos pelo grafiteiro Enivo\, transformando a passarela que passa sobre a linha 8 Diamante da CPTM\, no bairro Água Branca. A festa de ‘inauguração’ do espaço repaginado vai trazer DJ e outras atrações culturais\, no dia 16 de setembro (segunda-feira)\, na própria passarela. Com patrocínio da Duratex\, por meio da marca Deca\, a iniciativa foi concebida pela produtora cultural Numen Produtora e é uma realização da Secretaria Especial da Cultura\, Ministério da Cidadania e Pátria Amada Brasil Governo Federal\, viabilizada por meio da Lei de Incentivo à Cultura. E quem está na parte da criação das atividades é o estúdio Plantar Ideias\, responsável por coordenar as oficinas e integrar a parte estética do trabalho.  A passarela é localizada na Avenida Santa Marina\, nome em homenagem a uma antiga fábrica de vidros do bairro. Todo o projeto pode ser acompanhado pela hashtag #seliganapraça nas redes sociais (www.facebook.com/projetocidadesinteligentes e @projetocidadesinteligentes no Instagram) e pelo site numenprodutora.com.br/projetocidadesinteligentes . “Ao realizar uma intervenção coletivamente\, mostramos que a arte pode e deve ser acessível e presente em diversos cantos da cidade\, e como isso melhora a qualidade de vida da comunidade\, trazendo ideias\, sonhos\, esperança\, deixando o ambiente mais leve\, agradável e convidativo para a vida em grupo”\, diz Gianna Toni\, produtora executiva do projeto pela Numen Produtora. A ação vai reunir jovens do Instituto Rogacionista e adolescentes da região\, a partir do dia 09 de setembro\, para ciclos de oficinas gratuitas teóricas e práticas de grafite e pintura\, design paisagístico e de mobiliário urbano. A principal intenção é que nos 5 dias de aulas\, os adolescentes aprendam ferramentas que\, unidas com a arte e a sustentabilidade\, permitam continuar a manutenção do trabalho que fizerem\, ou até mesmo que usem em empreendimentos futuros. “A proposta busca incentivar crianças e jovens a compreender a composição de materiais\, formas e cores no intuito de estimular a criatividade e viabilizar a revitalização dos espaços urbanos com os resultados das oficinas. Serão utilizados materiais comuns e de fácil acesso\, plantas comestíveis entre outros materiais e elementos buscando o reaproveitamento ou ressignificação de materiais”\, comenta Luciana Pitombo\, da Plantar Ideias. “Entendemos que é fundamental estarmos próximos de comunidades\, porque acreditamos que juntos podemos atuar de forma muito mais eficaz para a promoção do desenvolvimento local. Este projeto contribui para a inclusão social\, empoderando os participantes sobre responsabilidades nos espaços coletivos\, além de estimular o desenvolvimento de novas habilidades\, tanto pessoais quanto coletivas”\, avalia Eliane dos Santos\, coordenadora de Sustentabilidade da Duratex\, empresa dona da marca Deca. As oficinas com os jovens de cada município vão ser ministradas por uma equipe de educadores especialistas nas respectivas áreas\, valorizando talentos locais. Em São Paulo\,  destaca-se a participação do grafiteiro Enivo\, um dos nomes mais influentes na cena paulistana do grafite\, que conduzirá as oficinas de grafite e pintura\, além de deixar sua arte na passarela. “Estou muito feliz em participar do projeto\, porque aos 12 anos a arte transformou minha vida. E hoje tenho como missão colaborar na formação e transformação dos jovens. Eu me vejo em cada um deles”\, comenta o grafiteiro Enivo. Ao final do projeto\, vai acontecer uma festa de ‘inauguração’ da passarela ao som de DJ e atrações culturais. Além disso\, para potencializar a circulação de pessoas\, uma rede de wi-fi com conexão gratuita vai ser instalada no espaço trabalhado.  O projeto vai até novembro e no roteiro dos lugares que vai passar também estão Jacareí-SP\, Jundiaí-SP\, Uberaba-MG e Queimados-RJ. 
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