BEGIN:VCALENDAR
VERSION:2.0
PRODID:-//ArteRef - ECPv6.9.0//NONSGML v1.0//EN
CALSCALE:GREGORIAN
METHOD:PUBLISH
X-WR-CALNAME:ArteRef
X-ORIGINAL-URL:https://arteref.com
X-WR-CALDESC:Eventos para ArteRef
REFRESH-INTERVAL;VALUE=DURATION:PT1H
X-Robots-Tag:noindex
X-PUBLISHED-TTL:PT1H
BEGIN:VTIMEZONE
TZID:America/Sao_Paulo
BEGIN:STANDARD
TZOFFSETFROM:-0200
TZOFFSETTO:-0300
TZNAME:-03
DTSTART:20190217T020000
END:STANDARD
END:VTIMEZONE
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20200124T170000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20200322T180000
DTSTAMP:20260411T014319
CREATED:20200120T150244Z
LAST-MODIFIED:20200120T150308Z
UID:63313-1579885200-1584900000@arteref.com
SUMMARY:Exposição multimídia sobre Leonardo da Vinci no Parque Ibirapuera
DESCRIPTION:São Paulo\, 17 janeiro 2020 – A Enel\, em parceria com a Base7 Produções Culturais\, Embaixada da Itália e Consulado Geral da Itália\, traz para São Paulo a exposição internacional Da Vinci Experience e suas invenções\, em cartaz a partir de 25 de janeiro\, no Pavilhão das Culturas Brasileiras\, no Parque Ibirapuera\, com entrada gratuita.  A mostra celebra os 500 anos da morte de Leonardo da Vinci (1452-1519)\, gênio de perfil multifacetado\, e chega a São Paulo no aniversário da cidade para apresentar a paulistanos e demais visitantes a trajetória de uma das mentes mais brilhantes da história\, de forma interativa e inovadora. Criada em 2019 especialmente para o Ano de Leonardo\, a mostra é dividida em quatro núcleos — Sala das Máquinas\, Área “Self”\, Realidade Virtual e Sala Imersiva — que convidam o público a mergulhar no universo criativo de Da Vinci por meio de diferentes linguagens. Estudo do Efeito de Luz numa Cabeça de Perfil\, Gabinetto dei Disegni e delle Stampe degli Uffizi\, Florença | Leonardo da Vinci\n\n\n\nEstudo para Estátua Equestre de Francesco Sforza\, Biblioteca Nacional de España\, Madri | Leonardo da Vinci \n\nPara Nicola Cotugno\, Country Manager da Enel no Brasil\,  patrocinadora da exposição\, “contar essa história em São Paulo\, no aniversário da cidade\, é muito especial. Temos um olhar de futuro e  observar os grandes pensadores e artistas do passado também é inspirador para inovarmos. Quisemos dar este presente para a população\, em pleno Ibirapuera\, que possui uma relação tão forte com a cidade. Esperamos que as famílias\, especialmente as crianças\, possam  desfrutar desta experiência”. “São Paulo é um dos maiores polos culturais brasileiros\, e a Itália está presente por toda a cidade. Presentear o público paulistano com uma  mostra desta dimensão\, em um momento que o interesse por nosso país\, nossa cultura\, nossa arte e estilo de vida está em alta\, é uma grande  satisfação para nós. Começar o ano com a genialidade poliédrica de Leonardo é começar em grande estilo e nosso objetivo é manter este  padrão para todas as nossas manifestações culturais” afirma Filippo La Rosa\, Cônsul Geral da Itália em São Paulo. “A exposição  destina-se a um público de todas as idades. O objetivo é compartilhar gratuitamente o universo particular das criações de Da Vinci e revelar alguns dos mistérios que habitavam a mente do gênio”\, afirma Ricardo Ribenboim\, diretor da Base7 Projetos Culturais\, responsável pela mostra. O percurso se inicia na Sala de Máquinas\,  na qual o visitante se depara com dez reproduções artesanais das famosas máquinas pensadas e desenvolvidas pelo artista\, como o paraquedas\, o volante e a asa-delta. Leonardo da Vinci\, acima de tudo\, foi um cientista brilhante e que projetou dispositivos que\, posteriormente\,  viriam à luz em sua forma definitiva.  A visita segue pela Área “self”\, espaço que permite que os visitantes entrem nas molduras e façam parte de obras icônicas do artista\, como Mona Lisa e São João Batista.  No terceiro núcleo\, o público tem a oportunidade de interagir com as invenções idealizadas por Leonardo: os visitantes poderão controlar tanques blindados\, experimentar o voo humano da asa-delta ou ainda navegar em um rio operando o mecanismo criado para direcionar as embarcações\, em um tour em realidade virtual.  Projeções gigantescas nas superfícies da estrutura arquitetônica do Pavilhão e uma trilha sonora Dolby Surround 360º coroam a narrativa\, formando a Sala Imersiva. Nela\, serão transmitidas centenas de imagens digitalizadas e vídeos em alta definição. Em parceria com o Instituto Europeo de Design – IEDSão Paulo\, a mostra no Brasil traz\, ainda\, uma seção exclusiva dedicada à economia circular\, com mobiliários e peças de decoração reaproveitados a partir de itens da rede elétrica\, como postes e cruzetas\, que são estruturas feitas de concreto ou madeira\, entre outros  materiais\, e usadas para sustentar equipamentos elétricos nas redes de distribuição de energia.  Concebida pela Crossmedia Group  e consultoria de Roberta Barsanti\, diretora do Museo Leonardiano\, em Vinci\, a exposição foi exibida na Itália\, nas cidades de Milão\, Florença e Treviso; no Peru\, em Lima; no Chile\, em Santiago; e na Colômbia\, em  Bogotá.  ServiçoExposição Da Vinci Experience e suas invenções Preview: 24 de janeiro\, sexta-feira\, às 17h  Período expositivo: de 25 de janeiro a 22 de março  Local: Pavilhão das Culturas Brasileiras | Parque Ibirapuera  Endereço: Parque Ibirapuera (av. Pedro Álvares Cabral\, s/nº – Portões 1 e 3) Horários: quarta a domingo\, das 10h às 17h30 (com permanência até as 18h) Entrada gratuita
URL:https://arteref.com/event/exposicao-multimidia-sobre-leonardo-da-vinci-no-parque-ibirapuera/
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20191222T200000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20191222T190000
DTSTAMP:20260411T014320
CREATED:20191203T143547Z
LAST-MODIFIED:20191203T143611Z
UID:62523-1577044800-1577041200@arteref.com
SUMMARY:Theatro Municipal de São Paulo: programação de Natal
DESCRIPTION:O fim do ano se aproxima e a temporada natalina vem sempre acompanhada de muitas atrações por toda a capital paulista e como já é tradição\, o Theatro Municipal de São Paulo\, um dos espaços mais conhecidos e emblemáticos da cidade\, preparou uma programação especial para celebrar a festividade.  Até 22 de dezembro tem concertos sinfônicos e de canto coral e o sempre aguardado número de balé O Quebra-Nozes. A programação tem ingressos que não ultrapassam R$ 40 (inteira)\, uma das atrações é entrada gratuita. Ao todo\, serão 11 espetáculos. O Coral Paulistano abre a agenda com o concerto Cantando o Natal\, no dia 3 de dezembro. Com regência dividida entre Naomi Munakata e Maíra Ferreira\, o grupo interpreta obras como Noite Feliz\, de Franz Gruber\, e A babe is born\, de William Mathias\, no Salão Nobre do Municipal. Entre 4 e 8 de dezembro\, é a vez da Escola de Dança de São Paulo apresentar uma das coreografias mais populares e prestigiadas do balé russo\, O Quebra-Nozes\, de Tchaikovsky. O espetáculo tornou-se um clássico de final de ano por contar uma história que começa justamente na véspera de Natal. A remontagem assinada por Guivalde de Almeida\, Thaís de Assis e equipe da Escola de Dança de São Paulo\, tem Luiz Fernando Bongiovanni como coordenador artístico\, cenografia de José Roverato e figurinos do acervo da Escola. A agenda prossegue com Natal no Mosteiro\, também com o Coral Paulistano. Sob a batuta da regente titular Naomi Munakata\, o corpo artístico interpreta Gloria\, de Antonio Vivaldi. As sopranos Luciana Crepaldi e Rosemeire Moreira e a mezzo soprano Andreia Abreu serão as solistas. A apresentação é gratuita e acontece no dia 8\, no Mosteiro de São Bento. O grupo apresenta ainda o Concerto de Natal\, na Catedral Evangélica de São Paulo\, com regência de Naomi\, acompanhada do organista David Terry. O espetáculo acontece no dia 13\, também com entrada franca. No dia 14 de dezembro\, a Orquestra Sinfônica Municipal e o Coral Paulistano apresentam o programa Messias Cante Junto. Acompanhados dos solistas Aníbal Mancini (tenor)\, Luciana Bueno (mezzo) e Michel de Souza (baixo)\, Orquestra e Coro interpretam trechos de O Messias\, obra mais conhecida de Georg F. Häendel. O público é convidado a cantar junto as passagens que serão interpretadas em inglês\, sob as batutas do maestro Roberto Minczuk\, regente titular da OSM. Encerrando a programação\, a Orquestra Sinfônica Municipal se apresenta nos dias 21 e 22 de dezembro\, dessa vez acompanhada do Coro Lírico e sob regência de Mário Zaccaro\, diretor musical e regente titular do Coro\, que em 2019 celebrou 80 anos. É o Concerto de Natal\, cujo repertório mescla cânticos natalinos tradicionais em inglês e francês\, por exemplo\, a também muito conhecida Adeste Fideles\, passando pelo hino cristão Amazing grace e\, claro\, a versão de Ave Maria\, de Giulio Caccini\, só para citar algumas. A famosa ária da ópera Turandot\, Nessun dorma\, de Puccini e Summertime\, presente em Porgy and Bess e escrita por George Gershwin também estão no programa. Solistas convidados dividem o palco com Orquestra e Coro. Serviço 03/12 Terça – 20h  CANTANDO O NATAL  Coral Paulistano  Naomi Munakata e Maíra Ferreira – regentes  Solistas:  Aymée Wentz – soprano  Larissa Lacerda – mezzo soprano  Jeniffer Campbell – harpa  David Terry – órgão  Programa:  Sergei Prokofiev: Prelúdio op 12 nº 7 para harpa solo  Benjamin Britten: A Cerimony of Carols  William Mathias: A babe is born  Canção tradicional alemã/arr. Robert Lucas Pearsall: In Dulci Jubilo  Canção tradicional inglesa/arr. John Rutter: O Primeiro Natal  Assis Valente/arr. Aricó Jr.: Boas Festas  Caldas e Cavalcanti/arr. Cyro Pereira: Noite Azul  Adolphe Adam: O Holy Night (arr. John Rutter)  Canção tradicional francesa: Entre lebouef et l’âne gris   Franz Gruber: Noite Feliz  Local: Salão Nobre – Theatro Municipal de São Paulo   Endereço: Praça Ramos de Azevedo\, s/n° – República   Telefone: (11) 3053-2090   Duração aproximada: 1 hora   Classificação indicativa: Livre  Ingressos: R$ 20\,00  Vendas: pelo site theatromunicipal.org.br  ou pela bilheteria.  Horário da Bilheteria do Theatro Municipal: De segunda a sexta-feira\, das 10h às 19h\, e sábados e domingos\, das 10h às 17h.  04\, 05 e 06/12 Quarta\, quinta e sexta – 20h   07/12 Sábado – 16h e 20h   08/12 Domingo – 14h   O QUEBRA-NOZES  Escola de Dança de São Paulo  Coordenador Artístico – Luiz Fernando Bongiovanni  Remontagem – Guivalde de Almeida\, Thaís de Assis e Equipe EDASP   Cenografia – José Roverato  Figurinos – Acervo Escola de Dança de São Paulo  Local: Sala de Espetáculos – Theatro Municipal de São Paulo   Endereço: Praça Ramos de Azevedo\, s/n° – República  Telefone: (11) 3053-2090   Duração aproximada: 2 horas com 1 intervalo   Classificação indicativa: Livre   Ingressos: R$ 20\,00 / R$ 15\,00 / R$ 10\,00  Vendas: pelo site theatromunicipal.org.br ou pela bilheteria.  Horário da Bilheteria do Theatro Municipal: De segunda a sexta-feira\, das 10h às 19h\, e sábados e domingos\, das 10h às 17h.   08/12 Domingo – 15h   NATAL NO MOSTEIRO   Coral Paulistano   Naomi Munakata – regente   Rosemeire Moreira – soprano   Luciana Crepaldi – soprano   Andreia Abreu – mezzo soprano   Programa:   Antonio Vivaldi: Gloria   Local: Mosteiro de São Bento   Endereço: Largo de São Bento\, s/n – Centro Histórico de São Paulo   Duração aproximada: 60 minutos  Classificação indicativa: Livre   Ingressos: Entrada franca   13/12 Sexta – 20h   CONCERTO DE NATAL  Coral Paulistano   Naomi Munakata- regente  David Terry – órgão  Programa:   Charles-Marie Widor: Missa para coro e órgão op.36  Antiga melodia alemã: In Dulci Jubilo (arr. Robert Lucas Pearsall)  Canção tradicional inglesa: The First Noel (arr. John Rutter)  Assis Valente: Boas Festas (arr. Aricó Jr.)  Caldas e Cavalcanti: Noite Azul  Adolphe Adam: O Holy Night (arr. John Rutter)  Canção tradicional francesa: Entre leboeuf et l’âne gris (arr. David Terry)  Franz Gruber: Noite Feliz  Local: Catedral Evangélica de São Paulo  Endereço: R. Nestor Pestana\, 152 – Consolação  Duração aproximada: 60 minutos  Classificação indicativa: livre  Ingressos: Entrada Franca  14/12 Sábado – 17h   MESSIAS CANTE JUNTO   Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo   Coral Paulistano   Roberto Minczuk – regente   Luciana Bueno – mezzo soprano   Aníbal Mancini – tenor   Michel de Souza – baixo   Programa:   Georg F. Haendel: “O Messias” (trechos)   Local: Sala de Espetáculos – Theatro Municipal de São Paulo   Endereço: Praça Ramos de Azevedo\, s/n° – República  Duração aproximada: 70 minutos   Classificação Indicativa: Livre   Ingressos: R$ 30\,00 / R$ 20\,00 / R$ 12\,00  Vendas: pelo site theatromunicipal.org.br  ou pela bilheteria.  Horário da Bilheteria do Theatro Municipal: De segunda a sexta-feira\, das 10h às 19h\, e sábados e domingos\, das 10h às 17h.  21/12 Sábado – 20h | 22/12 Domingo – 17h   CONCERTO DE NATAL   Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo   Coro Lírico   Mário Zaccaro – regente  Programa:   Canto tradicional inglês: Deck the halls with boughs of Holly   Hino cristão: Amazing grace  Solista: Margarete Loureiro (contralto)   Canto tradicional de Natal: Adeste Fideles  Solista: Adriana Magalhães (soprano) Giacomo Puccini: Nessun dorma (da Ópera Turandot)   Solista: Marcello Vannucci (tenor)   Pastoril alagoano: Estrela de Natal – Pastoril Alagoano   Giulio Caccini: Ave Maria  Solista: Leonardo Pace (baixo)   Canto tradicional inglês: The first Noel   George Gershwin: Summertime (da Ópera Porgyand Bess)  Solista: Sandra Félix (soprano)   Pyotr I. Tchaiokovsky: Marcha da suite Quebra Nozes op 71   Melodia inglesa do séc XVI: What child is this?   Solista: Rogério Nunes (baixo)  O. Hammerstein e R. Rodgers: Climb every mountain  Johann Strauss II: Vozes da Primavera (Frühlingsstimen\, op. 410)   Franz Gruber: Noite feliz*  Canto tradicional francês: Angels we have heard on high   *arranjos e adaptações: Mário Zaccaro  Local: Sala de Espetáculos – Theatro Municipal de São Paulo   Endereço: Praça Ramos de Azevedo\, s/n° – República   Duração aproximada: 80 minutos   Classificação indicativa: Livre   Ingressos: R$ 40\,00 / R$ 30\,00 / R$ 12\,00  Vendas: pelo site theatromunicipal.org.br ou pela bilheteria.  Horário da Bilheteria do Theatro Municipal: De segunda a sexta-feira\, das 10h às 19h\, e sábados e domingos\, das 10h às 17h.
URL:https://arteref.com/event/theatro-municipal-de-sao-paulo-programacao-de-natal/
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20191219T113000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20191219T120000
DTSTAMP:20260411T014320
CREATED:20191205T145642Z
LAST-MODIFIED:20191205T145644Z
UID:62658-1576755000-1576756800@arteref.com
SUMMARY:Wine traz vinho e pipoca na estreia de Star Wars: Episódio IX
DESCRIPTION:Wine oferece experiência exclusiva na primeira edição do Wine Experience São Paulo\, dezembro de 2019 – Quem disse que vinho não combina com pipoca? A Wine\, maior clube de vinhos do mundo\, vai oferecer mais uma experiência exclusiva – e imperdível – ao público de São Paulo.  No dia 19 de dezembro a marca fará a primeira edição do Wine Experience em uma sessão de estreia do filme Star Wars: Episódio IX na sala Platinum do Kinoplex do Shopping Parque da Cidade. Na ocasião\, a Wine vai oferecer diferentes combos\, harmonizando sabores de pipocas com diversos vinhos. O preço do ingresso é R$ 50\,00 para sócio Wine e R$ 100\,00 não sócio. A experiência vai contar ainda com todo o conforto das salas Kinoplex. Essa é uma oportunidade incrível para aproveitar o match perfeito do vinho e pipoca e curtindo um dos filmes mais aguardados do ano! Os combos estão disponíveis em http://www.wine.com.br/clubewine/experience/cinewine/.  ServiçoQuando: 19/12/2019 Horário: das 21h às 00h Onde: Kinoplex Shopping Parque da Cidade\, Sala 06 (Av. das Nações Unidas\, 14401 – Loja 301 – Chácara Santo Antônio\, Zona Sul\, São Paulo – SP Vendas e valores: http://www.wine.com.br/clubewine/experience/cinewine/   Opções de combo Combo 01: Pipoca Doce (TAMANHO P) – Glaceada com caramelo aromatizado com baunilha\, servida com azeite de limão siciliano + Espumante Fantinel Cuvée Prestige Brut Combo 02: Pipoca Gourmand Al pesta (TAMANHO P) – Servida com azeite ao pesto e o mais puro sal virgem + Mas dels Mets D.O. Montsant 2016. Combo 03: Pipoca Gourmand Provençal – Servida com azeite de alho e sal virgem com ervas de Provence + Vale da Coruja RL Branco 2017
URL:https://arteref.com/event/wine-star-wars-episodio-ix/
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20191204T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20191207T160000
DTSTAMP:20260411T014320
CREATED:20191128T211701Z
LAST-MODIFIED:20191128T211734Z
UID:62399-1575453600-1575734400@arteref.com
SUMMARY:Leilão on-line do Instituto Vida Livre
DESCRIPTION:Com operação da Galeria Aura\, o Leilão on-line do Instituto Vida Livre 2019 terá abertura dos lances às 10h do dia 4 de dezembro de 2019 e encerramento às 16h do dia 7 de dezembro de 2019. 30 importantes artistas do cenário nacional doaram suas obras\, cujas  vendas serão revertidas para a viabilização e ampliação do trabalho  realizado pelo Instituto Vida Livre na reabilitação e soltura de animais silvestres vítimas do tráfico de fauna no Rio de Janeiro. O leilão será realizado exclusivamente on-line. Para conhecer as obras disponíveis\, basta preencher o formulário com  seus dados e o catálogo por e-mail será enviado.  Os lances\, sempre a  partir de um valor mínimo sinalizado em cada lote\, poderão ser feitos  através do e-mail info@aura.art.br ou pelo Whatsapp (11) 3034 – 3825.
URL:https://arteref.com/event/leilao-on-line-do-instituto-vida-livre/
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20191130T150000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20200118T180000
DTSTAMP:20260411T014320
CREATED:20191125T194204Z
LAST-MODIFIED:20191125T194244Z
UID:62215-1575126000-1579370400@arteref.com
SUMMARY:Exposição “Nas águas que se escondem” no Espaço Cultural Correios Niterói
DESCRIPTION:No mês em que o palácio dos Correios completa 105 anos e o Espaço Cultural Correios Niterói comemora cinco anos de funcionamento\, nove artistas  mulheres vão ocupar os espaços comuns do local com a exposição “Nas águas que se escondem”\, que será inaugurada no dia 30 de novembro.  “Queremos  brindar o público com esta grande exposição de arte contemporânea para  que as pessoas percebam a importância do palácio como espaço para a  arte”\, afirma Denise Anne\, diretora dos Correios Niterói. Carolina  Kaastrup\, Edna Kauss\, Fátima Pedro\, Ivani Pedrosa\, Myriam Glatt\, Roberta Paiva\, Talita Tunala\, Vanessa Rocha e Yoko Nishio  irão apresentar obras in situ\, instalações\, objetos\, postais e vídeos  que dialogam com a arquitetura eclética do palácio dos Correios\, com sua  função originária (como a troca de cartas e postais)\, com a localização e a paisagem que envolve o edifício e a história de Niterói\, única cidade fundada por índios.  “Água que se esconde”\, que inspira e dá título à exposição\, é uma das possíveis traduções do nome tupi da cidade de ‘Niterói (outrora “Nictheroy” ou “Nitheroy”)\, é Segundo a curadora\, Marisa Flórido\, “a  exposição\, ‘Nas águas que se escondem’\, revolve\, como fazem as ondas e  as marés\, as camadas de memórias esquecidas\, de histórias submersas\, de  trocas perdidas e atualizadas\, de paisagens desveladas”.   O carteiro é o ponto de partida da coletiva\, retratado na obra “s/ título”\, composta por diversas camisetas produzidas pela artista Carolina Kaastrup\, que trazem as formas geométricas e as cores do uniforme\, dispostas na  fachada do palácio. Entre o corpo do prédio e o do público\, flâmulas flutuam ao vento\, em fragilidades e persistências.  No centro das escadas\, do 2º andar ao térreo\, vindo na claraboia\, Edna Kauss instala “Tempestas“\, obra nas cores azul\, amarelo e verde\, composta por tubos de poliuretano e cabos de luminosidade contínua. Tempestas do latim\, de onde vem a palavra “tempestade”\, significa “tempo entre dois momentos”\, como um raio que divide o céu\, como um signo de  advertência.  Em uma mesa fica a obra “Voa depressa”\, da artista Fátima Pedro.\n Em alusão às cápsulas colocadas nos pés dos pombos-correio\, a obra é \ncomposta por desenhos sobre papel\, em forma de cilindro\, com imagens de \nfragmentos do corpo de um pombo.  Já Ivani Pedrosa ocupa as balaustradas internas do varandão localizado no primeiro andar\, com a obra “Ao Léu IV”\, uma instalação composta por letras  cortadas em PVC com as cores da Empresa Brasileira de Correios e  Telégrafos e as palavras “SIM” (amarelo) e “NÃO” (azul)\, além de bolas  de isopor com tamanhos variados. A intenção da artista é subverter a  telegrafia ao convidar o público para escrever sua palavra de ordem nas  bolas de isopor\, bem como resgatar o objetivo dos Correios: a escrita à mão de mensagens e missivas.  Myriam Glatt  apresenta placas de papelões pintados em cores tonais e em dimensões  variáveis\, ao redor dos seis conjuntos de colunas do pavimento térreo. A obra “Imoscapos” intervém na arquitetura do palácio de 1914\, no  encontro de um material efêmero como o papelão e as colunas centenárias.  “O real e o imaginário se unem nesse abraço\, dando ao espectador que  transita a experiência do convívio direto com a obra e o convidando a  circular ao seu redor”\, explica a artista.  “Abape ende?”\, em tupi antigo\, significa “Quem és tu?”. Título da instalação de Roberta Paiva\,  composta por três puçás (rede em cone para pesca)\, contendo espelhos de bolsa com a pergunta “Abape ende?”\, que poderão ser retirados e levados  pelo público. Roberta pretende devolver espelhos – objetos que eram  dados aos índios pelos portugueses em troca de madeira –  ao visitante  não como um souvenir\, mas como uma reflexão e uma interrogação a ser respondida: ‘Afinal\, quem és tu? O que trazes dos povos que aqui habitaram?’ Em alusão à “Revolta das Barcas”\, ocorrida em 1959 na estação das barcas e  que levou ao protesto da população contra um serviço alternativo e  ineficiente\, Talita Tunala traz “Opus magnum”\, instalação composta por um barco desgastado de fibra de vidro de 1\,35m x 3m\, que a artista recupera para uso\, e no qual ela intervém com desenhos\, acompanhado de uma narrativa fabular que mistura história\, ação e  ficção. A obra se apresenta como um instante suspenso de uma ação que só será concluída posteriormente\, após o encerramento da exposição\, com o retorno do barco ao mar. No térreo\, no hall entre a escada e o elevador\, a artista Vanessa Rocha  apresenta “S/ título”\, um conjunto de aquarelas\, no formato de postais  (10cm x 15cm) dispostos em um display\, que remetem a um tempo suspenso e abordam a precariedade da memória\, da comunicação e das relações.    Com “Mirantes”\, a artista Yoko Nishio reenquadra os dispositivos de segurança do edifício por meio duas estratégias: duas pequenas pinturas de câmeras de vigilância localizadas próximas às câmeras reais; e a colocação no piso do hall da entrada de quatro pequenos tablados circulares.  Posicionados sob a mira das câmeras de segurança presentes no local\, esses tablados convidam o espectador a pisar na sua superfície e a devolver a mirada\, criando um jogo imaginário com os enquadramentos produzidos por tais dispositivos de vigilância.    Serviço“Nas águas que se escondem” – coletiva com nove artistas mulheres ocupa áreas comuns do Espaço Cultural Correios NiteróiAbertura: 30/11/2019\, às 15h Visitação: Até 18/01/2020Local: Espaço Cultural Correios NiteróiEndereço: Avenida Visconde do Rio Branco\, 481 Funcionamento: de segunda-feira a sábado\, das 11h às18h (exceto feriados)Entrada franca
URL:https://arteref.com/event/exposicao-nas-aguas-que-se-escondem/
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20191118T000000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20191208T235900
DTSTAMP:20260411T014320
CREATED:20191119T172313Z
LAST-MODIFIED:20191119T193710Z
UID:61929-1574035200-1575849540@arteref.com
SUMMARY:Inscrições abertas para o Programa de Exposições Galeria Ibeu 2020
DESCRIPTION:Um dos mais renomados espaços de arte do Rio de Janeiro\, a Galeria de Arte Ibeu\, localizada no Jardim Botânico\, acaba de abrir as inscrições para o Programa de Exposições Galeria Ibeu 2020\, que contemplará propostas de exposições individuais a serem realizadas no período de março de 2020 a março de 2021.  Os artistas interessados devem enviar os projetos para editalgaleriaibeu2020@gmail.com. O resultado será divulgado no blog e Facebook da Galeria Ibeu no dia 6 de janeiro de 2020.   O edital tem como objetivo apresentar um recorte da produção artística  contemporânea e fomentar a discussão sobre a diversidade poética e a  pluralidade de temas e suportes acionados pelas linguagens  contemporâneas.  O candidato deverá baixar a ficha de inscrição em ibeugaleria.blogspost.com e preenchê-la com as informações solicitadas.  Junto com a ficha de inscrição\, o artista deverá enviar um projeto de  exposição e um portfólio contendo imagens de até dez trabalhos recentes  (a partir de 2018).  Os portfólios serão examinados e selecionados pela Comissão Cultural do  Ibeu e as propostas podem estar sujeitas a ocupar meia galeria\, no formato de duas mostras paralelas\, caso a Comissão Cultural julgue pertinente. Entre as ações do Ibeu estão a produção de material de divulgação\, montagem e desmontagem\, e o oferecimento de coquetel de  inauguração.  ARTISTAS DEVEM ENVIAR PROJETO E PORTFÓLIO ATÉ 8 DE DEZEMBRO  Mais informações: http://ibeugaleria.blogspot.com/
URL:https://arteref.com/event/programa-de-exposicoes-galeria-ibeu-2020/
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20191106T190000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20200105T190000
DTSTAMP:20260411T014320
CREATED:20191105T162109Z
LAST-MODIFIED:20191105T162135Z
UID:61114-1573066800-1578250800@arteref.com
SUMMARY:Araken expõe pela primeira vez telas figurativas
DESCRIPTION:Conhecido pela sua produção abstracionista\, Araken apresenta\, a partir do dia 6 de novembro\, sua primeira exposição com trabalhos figurativos\, passada uma década desde a sua última individual.  “Mameluco” ocupa três salas no  3.º andar do Centro Cultural Correios com pinturas coloridas em técnica  mista de grandes formatos — algumas chegam a medir 5 metros —\, esculturas e “penduráveis” (definição do artista para as instalações que  pendem do teto). As telas são “povoadas” por tipos populares brasileiros\, como negros\, índios\, caboclos e mamelucos\, que dão nome à exposição\, tendo como pano de fundo abstrações. Aviador\, filósofo\, teólogo e arquiteto\, além de artista\, Araken coordena um grupo de estudo do pensamento brasileiro\, o que o influenciou bastante na escolha deste título\, uma vez que era o termo empregado na época do Brasil  Colônia para designar mestiços de índios com brancos. Ou seja\, a origem de toda a miscigenação brasileira.  “Um aspecto relevante a ser destacado é o encontro das culturas em novo  território. Chegando nestas terras\, o conquistador português já encontrou os indígenas\, incorporando ao território\, logo depois\, o trabalho escravo do negro africano. As peculiaridades de cada uma dessas etnias\, somadas\, gerou uma verdadeira miscigenação cultural\, que hoje  perfaz concretamente a nossa cultura”\, afirma Araken.  “Confrontado com os tipos populares retratados nas dez pinturas de grandes formatos em exposição\, o título da mostra tem sua significação ampliada para além do processo de miscigenação de índios e brancos sugerida pelo título. Muitas dessas telas nos mostram outras formas de mistura étnica que  compõem o mosaico populacional brasileiro. Nestas pinturas\, negros\, índios\, caboclos e brancos são frequentemente extraídos e isolados dos  contextos histórico-antropológicos específicos em que circulam cotidianamente. A solidão dos retratados nestas telas sugere\, por  analogia\, o isolamento classificatório dos discursos e das ilustrações  dos viajantes dos séculos XVIII e XIX”\, analisa o curador\, Fenando Cocchiarale. Serviço“Mameluco” Araken expõe telas de grandes dimensões\, além de esculturas e penduráveisCuradoria: Fernando CocchiaraleLocal: Centro Cultural CorreiosEndereço: Rua Visconde de Itaboraí\, 20 – 3º andar – CentroAbertura: 6 de novembro de 2019\, às 19hPeríodo: de 7 de novembro de 2019 a 5 de janeiro de 2020Visitação: de terça a domingo\, das 12h às 19hEntrada francaClassificação etária: livreSaiba mais sobre ArakenTransferido  para Fortaleza\, Ceará\, para trabalhar como instrutor de caça de 1972 a 1974\, Araken teve contato com artistas locais na Casa de Raimundo Cela e na Galeria Gauguin\, como os pintores Giberto Cardoso\, Heloísa Jaçuaba\, Roberto Galvão e Aderson Medeiros.  Lá\, faz sua primeira exposição no XXII Salão de Abril\, conquistando Prêmio de Aquisição. Em 1974\, realiza  sua primeira individual\, na Casa de Raimundo Cela. Em 1985\, participa da coletiva Novíssimos\, na Galeria do IBEU\, no Rio de Janeiro.  Em 1986\, individual na Galeria Macunaíma/FUNARTE\, RJ. Em 1988\, é selecionado para o 1º Salão Baiano de Artes Plásticas (Salvador)\, integra a coletiva “Composto – 80 Anos de Imigração Japonesa”\, na Casa de Cultura Laura Alvim (RJ) e na Fundação Mokiti Okada (SP).  Em 1989\, integra a coletiva “Artistas do Rio”\, com Daniel Senise\, João Magalhães\, entre outros\, no  Museu do Ingá\, Niterói. Expõe\, em coletiva\, no Espace Latin Americain e na Galerie de Nesle\, ambos em Paris.  Em 1990\, expõe na “Quinzaine  Brésil”\, em Renner\, na França\, e na “Avant Première” ao 22º Festival de  Pintura\, na Embaixada do Brasil em Paris e no Chateau-Musée de Cannes-Sur-Mer\, França. Participa da mostra “Três Latino-Americanos”  (Ramirez\, Araken e Fernando Barata)\, na Galeria Akie Aricchi\, e participa da coletiva “Pinturas sobre Papel\, Pequenos Formatos” (Araken e  Duthoit)\, ambas em Paris. Retorna ao Brasil neste ano.  Em 1991\, participa da mostra “Mougins-Prestige\, 3º Salon”\, em Maire de Mougins\, na França. Em 1992\, participa da exposição-concurso “L’Art et les Quatre  Elements”\, na Galerie Akie Aricchi\, e da coletiva “Brésil Aujourd’hui”\,  na Galerie Debret\, ambas em Paris. Em 1993\, participa da coletiva “O  Espaço”\, ao lado de Rubens Gerchman e Gustavo Zalamea\, na Galeria  Toulouse\, no Rio.  Em 1994\, faz parte da coletiva “1994”\, no Museu da  República. Também participa da coletiva “Brésil: Espace et Couleur”\, com  itinerância em Bruxelas\, Paris\, Frankfurt\, Porto e Lisboa. Participa da  coletiva “Espaço”\, ao lado de Barrão\, Tozzi\, Granato\, João Magalhães\,  Zerbini e Rubens Gerchman\, no Espaço Cultural Correios\, no Rio. Também  participa do 1º Salão MAM-Bahia de Artes Plásticas\, em Salvador. Integra a coletiva “Action Painting”\, na Galeria Metara.  Em 1995\, participa da  coletiva “Da Cor do Rio”\, no Espaço Cultural dos Correios\, no Rio. Também realiza uma individual na Galeria Marlene Gastal\, em Brasília\, com apresentação de Fernando Bicudo. Integra a coletiva “Frente a  Frente”\, no Centro Cultural Correios.  Em 1996\, participa do 28º Festival  Internacional de Pintura\, no Chateau-Musée de Cannes-Sur-Mer\, na  França. Participa de coletiva itinerante\, com mais três artistas  (Vergara\, Tozzi e Gerchman)\, na Galeria Casa Grande (Goiânia)\, Galeria  Referência (Brasília)\, Galeria Toulouse (Rio de Janeiro) e Aeroportos  Internacionais de Bra´silia e de São Paulo.  Participa da coletiva  “Danses e Couleurs du Brésil”\, em Lyon\, na França. Em 1997\, realiza uma  individual na Galeria Referência\, em Brasília\, onde\, além da pintura\,  expõe objetos. Também realiza individual na Galeria Toulouse (Rio de  Janeiro).  No mesmo ano\, é incluído no Dicionário de Pintores Brasileiros  de Walmir Ayala.  Em 1998\, participa do “12ems Salon des Arts”\, de Mangeny\, em Paris. Participa da coletiva “Uma homenagem a Dali”\, na Galeria Metara\, e da coletiva “Brésil: Espace et Couleur”\, na Galeria da Villa Riso\, no Rio de Janeiro. Realiza individual no Espaço Cultural  dos Correios. Integra coletiva na Gallery 98\, no Casa Shopping\, e realiza individual no Clube de Aeronáutica.  Em 1999\, realiza exposição  conjunta com José Veras\, no Centro Cultural Cândido Mendes (RJ)\, integra  coletiva “Pintura: 500 anos depois no Rio”\, no Espaço Cultural dos  Correios (RJ) e ilustra a capa do livro de poesias “Os Sinais”\, de José  Lívia Dantas.  Em 2000\, leciona pintura no Ateliê do Bureau do Artista\,  no Rio. Expõe na mostra “Ipanema\, onde a arte acontece”\, na Atualidade  Galeria de Arte (RJ). Participa de coletiva na Galerie Maison de  Clotilde de Vaux\, Chapelle de l’Humanité\, em Paris\, e expõe ao lado de  Cláudio Kuperman\, David Largman\, John Nicholson e Manuel Fernandes\, na  Galeria da Vila Riso (RJ).  Em 2001\, integra a coletiva “Imaginatrium”\,  no Instituto de Arquitetos do Brasil\, e expõe ao lado de Christina  Oiticica e David Largman\, na Galeria de Arte Ipanema (RJ). Apresenta uma  individual no Espaço Cultural Mauá (RJ).  Em 2002\, inaugura a individual  “Transcendência”\, na Galeria Cândido Mendes.  Em 2003\, apresenta a  individual “Série Amarela”\, na Galeria Toulouse.  Em 2004\, inaugura  individual na Galeria de Arte Ibeu e “Objetos do Tempo”\, no Espaço Cultural Maurice Valansi.  Em 2005\, apresenta a individual “Campo de Pouso”\, no Memorial da América Latina (SP) e no Museu Histórico Nacional.  Em 2006\, expõe “Objetos do Tempo”\, na Folic Galeria\, e participa da Feira Internacional de Arte de Bogotá (Art Bo)\, na Colômbia.  Em 2007\, apresenta a individual “Dourado”\, na Galeria Toulouse\, e integra a coletiva “IBEU 70 anos / 70 obras do acervo”\, na  Galeria de Arte Ibeu.  Em 2009\, expõe “Biblioteca”\, no MAM-Rio e  participa das coletivas “Memorial revisitado – 20 anos”\, no Memorial da  América Latina (SP)\, e “Nano”\, no Studio 44\, em Estocolmo.  Em 2011\, inaugura a individual “Casais”\, na TAC Galeria.  Em 2014\, apresenta a  individual “Cor”\, na Galeria Canvas (SP) e integra a coletiva “Mergulho  no bailado de Flávio de Carvalho”\, no SESC-Rio.   
URL:https://arteref.com/event/araken-expoe-telas-figurativas/
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20191026T210000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20200315T170000
DTSTAMP:20260411T014320
CREATED:20191017T200703Z
LAST-MODIFIED:20191017T200840Z
UID:60015-1572123600-1584291600@arteref.com
SUMMARY:Mostra “Sob Ataque”\, na Casa da Imagem
DESCRIPTION:A mostra “Sob Ataque” volta à revolução de 1924 para abordar as bombas reais e simbólicas que contam a história do bairro dos Campos Elíseos.  No início do século XX uma bomba explodiu na Rua Helvetia\, número 2. Ocorria a Revolução Paulista de 1924\, também chamada de ‘a revolução que São Paulo esqueceu’: um levante tenentista duramente reprimido pelas tropas fiéis ao governo.   Depois de 23 dias de bombardeios que atingiram principalmente a população civil\, os jornais comemoravam a vitória da legalidade e o sufoco da revolução. Um século depois\, sob a justificativa de manter vigente a mesma legalidade\, muitas outras bombas\, reais e simbólicas\, têm explodido sobre aquele mesmo território\, impactando principalmente os mais vulneráveis.  É nesse contexto que ocorre\, no próximo dia 26\, na Casa da Imagem\, a abertura da mostra “Sob Ataque”. A exposição\, idealizada pelo Coletivo Garapa e realizada com apoio do Edital de Apoio à Criação e Exposição Fotográfica da Secretaria Municipal de Cultura\, é uma iniciativa cultural que se debruça sobre o território hoje conhecido como Cracolândia\, em São Paulo.  O projeto mapeia\, a partir da fotografia do imóvel da Rua Helvetia\, 2\, bombardeado durante a Revolução\, outras explosões e eventos de violência ocorridos naquele espaço desde então.  Para tal\, o coletivo\, que tem reconhecida produção fotográfica nos campos das artes visuais e do documentarismo\, emprega um misto de técnicas e abordagens\, utilizando desde a coleta de material imagético histórico até a criação de imagens fotográficas sobre o território em foco.  Em sua concepção\, a mostra reúne uma iconografia vinda de diferentes acervos documentais\, como os do Instituto Moreira Salles\, da Fundação Energia e Saneamento e da própria Casa da Imagem\, além de registros fotojornalísticos contemporâneos.  Entre as imagens de arquivo\, duas se destacam de modo especial: um postal de Gustavo Prugner\, de 1924 (cedido pelo Instituto Moreira Salles)\, e uma reprodução do panorama de Valério Vieira\, de 1922\, com 5 m de comprimento.  Além destas imagens\, fazem parte da exposição um conjunto de fotografias criadas pelo Coletivo Garapa a partir da encenação de explosões na região\, registros históricos sem autoria declarada e imagens de fotojornalistas contemporâneos. No total\, a exposição é composta por 24 imagens. Explosão 4. Mostra “Sob Ataque”| Coletivo GarapaAo revirar o\npassado\, “Sob Ataque” traz para o presente as tensões históricas que se\nacumulam e transformam a paisagem da região dos Campos Elíseos ao longo do\ntempo.  A proposta é fazer uma leitura transversal dessas tensões\, desde a\nformação do bairro até a atualidade. O imóvel bombardeado e fotografado por\nPrugner há quase cem anos ficava\, precisamente\, onde hoje se concentra o\n“fluxo” da chamada Cracolândia.  De acordo com um dos coordenadores e idealizadores do Garapa\, Paulo Fehlauer\, “a proposta é de exercitar um olhar ambíguo e dialético sobre essas explosões que\, ao longo do tempo\, ajudaram e ajudam a moldar não apenas a geografia do território\, mas\, também\, as suas dinâmicas históricas e sociais. Um território cuja alcunha pejorativa — Cracolândia — disfarça a complexidade das relações e dos conflitos que se entranham no tempo e no espaço\, confinando-as a uma leitura presumidamente unívoca”\, afirma.  Sobre o Coletivo GarapaPaulo Fehlauer e Rodrigo Marcondes compõem o Coletivo Garapa. Ambos egressos do jornalismo\, desde 2008 desenvolvem uma trajetória criativa que propõe tensionar as fronteiras entre o documentário e as artes visuais\, realidade e ficção\, além de integrar linguagens e plataformas explorando o contato entre a fotografia\, o vídeo\, o arquivo e a literatura.  Juntos\, desenvolvem um reconhecido trabalho de pesquisa autoral\, buscando em eventos históricos e contemporâneos\, na paisagem física e humana\, os elementos para a construção de narrativas complexas e multifacetadas\, resultando em um trabalho ao mesmo tempo artístico e político. Fehlauer é fotógrafo\, escritor e artista multimídia. Graduado pela ECA-USP e mestrando em Estudos Literários na Universidade Federal de São Paulo\, atuou como repórter fotográfico na Folha de S. Paulo e colabora com jornais e revistas do Brasil e exterior. Trabalhou no International Center of Photography e no National Geographic Photocamp\, em Nova York. Fundador do Coletivo Garapa e da Casa da Cultura Digital\, possui especialização em Formação de Escritores no Instituto Vera Cruz\, em São Paulo.  Marcondes\, por sua vez\, é jornalista\, fotógrafo e artista multimídia. Mestre pelo Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp. Colaborou com canais de comunicação brasileiros e do exterior\, como Folha de S. Paulo\, Editora Trip\, MTV Brasil\, além das produtoras Maria Farinha e Busca Vida Filmes. Viveu na Inglaterra e na Itália\, onde trabalhou como fotógrafo freelance e aprofundou sua educação nas artes visuais. Em 2012\, concluiu o Master of Documentary Photography\, da Universidade AKV St. Joost\, na Holanda. www.garapa.org ServiçoSOB ATAQUELocal: Casa da ImagemEndereço: Rua Roberto Simonse\, 136 – Centro Histórico de São PauloHorário: terça a domingo\, das 9h às 17hPeríodo: 26 de outubro a 15 de março de 2020
URL:https://arteref.com/event/mostra-sob-ataque-casa-da-imagem/
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://arteref.com/wp-content/uploads/2019/10/Revolução-de-1924.-Efeito-de-uma-Bomba-Gustavo-Prugner1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20191019T190000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20191214T220000
DTSTAMP:20260411T014320
CREATED:20191018T143419Z
LAST-MODIFIED:20191018T143440Z
UID:60042-1571511600-1576360800@arteref.com
SUMMARY:Mostra “Ela disse: porque os vestidos transbordam de vento”
DESCRIPTION:Única galeria de arte contemporânea em Petrópolis\, a A2 + Mul.ti.plo inaugura exposição com obras de Célia Euvaldo\, Elizabeth Jobim\, Ester Grinspum\, Renata Tassinari e Sandra Antunes Ramos. A mostra “Ela disse: porque os vestidos transbordam de vento” destaca a diversidade e extensão do uso do papel na trajetória de cinco conceituadas artistas brasileiras.  A coletiva será inaugurada no dia 19 de outubro\, às 19h\, no Vale das  Videiras\, e fica em cartaz até 14 de dezembro. A entrada é franca.  Na  mostra “Ela disse: porque os vestidos transbordam de vento”\, as cinco  artistas apresentam obras que se destacam tanto pela densidade como pela  economia de elementos\, como num poema (o título foi retirado da  antologia do poeta português Herberto Helder).  Célia Euvaldo traz desenhos feitos com nanquim sobre papel chinês\, realizados entre 1988 e 2011. Em superfícies opacas\, monocromáticas\, a presença do corpo e da textura surge em pinceladas largas\, feitas de uma vez só\, ora na horizontal\, ora na vertical\, criando um padrão desconcertante.“O traço oscila\, derrapa\, a tinta respinga\, e vou acatando o imprevisto\,  inclusive a reação do papel\, que às vezes enruga\, contrai\, e assim não é  só um fundo\, mas um elemento com um papel ativo”\, diz Célia. “São obras  de pinceladas únicas e\, portanto\, de um risco imenso. São trabalhos de  grande entrega”\, acrescenta Maneco Müller\, sócio da galeria. Ester Grinspum apresenta um conjunto de pinturas a óleo sobre papel\, de 2017. São pequenas formas desenhadas com pincéis de caligrafia japonesa\, com  traços que refletem a busca pela subjetividade e a relação entre espaços  e vazios\, questões importantes na produção da artista. “A forma  circular está sempre muito presente no meu trabalho e esses desenhos  também são círculos\, ou quase círculos\, que me remetem à perspectiva  cíclica do tempo”\, diz ela. “Um tom de incompletude ilumina as telas de  Ester\, que trazem também pinceladas únicas. É como se só o primeiro  passo fosse desvelado”\, diz Maneco.  Partindo da observação de pequenas pedras\, os desenhos de Elizabeth Jobim reunidos na mostra foram produzidos em acrílica e nanquim sobre papel\,  entre 2000 e 2004. “Eles trazem minha percepção das formas\, dos ângulos e  do espaço\, e são feitos de várias partes justapostas. Eu desenhava na  parede com uma técnica aguada\, por isso têm escorridos”\, diz ela. Para  Maneco\, a potência dos trabalhos em exposição consiste justamente neste  ambiente aguado que constrói e faz fluir\, propor uma espécie de  negociação\, por vezes tensa\, com o acaso. “Elizabeth tem um gesto muito  vivo\, muito presente\, mas nestes trabalhos\, ela incorpora o imprevisto. A  tinta escorre pelo papel e se transforma em arte”\, comenta Maneco. Nos trabalhos de Renata Tassinari se veem planos geometrizados por cores\,  resultado de uma pesquisa que a artista paulistana faz desde 2003. Os desenhos foram produzidos em 2018 com óleo e grafite sobre papel. Foi a  partir das pinturas que já fazia sobre placas acrílicas e sobre madeira que Renata começou a pensar o trabalho com o papel. “A paleta cromática  dos desenhos tem muito a ver com a das minhas pinturas\, inclusive a fresta branca\, que é o respiro da obra\, o risco por onde corre o ar”\, conta Renata. A cor é\, sem dúvida\, o eixo de gravidade dos trabalhos\, e cada uma delas se afirma por si\, como persona única e autônoma\, comenta Maneco. “Renata demonstra domínio absoluto ao colocar lado a lado cores improváveis\, que muitas vezes têm uma convivência nada  pacífica. O belo e o estruturado nascem a partir de uma insubordinação das cores”\, diz ele. Sandra Antunes Ramos apresenta pinturas em pequenos formatos\, que misturam  tinta a óleo e costura sobre papel. Nas obras\, ela trabalha tanto a  questão pictórica\, com blocos de cor\, sua marca registrada\, como rompe  com isso\, com linhas fluidas costuradas\, que remetem ao corpo feminino.  Pequenas e delicadas\, as pinturas resultam de um processo de fazer lento  e minucioso. “O papel é mais frágil do que a tela. Além disso\, uso papéis finos\, transparentes\, que marcam\, vincam\, reagem mais. A tinta a óleo\, mesmo no papel\, demora muito para secar e uso diversas camadas. Depois vem a costura\, que é lenta também”\, conta Sandra. “São obras delicadas\, tanto no formato quanto no acabamento\, que buscam equilibrar o  geométrico e o orgânico\, a rigidez e a fluidez”\, explica Maneco Muller. Todos os trabalhos reunidos na mostra “Ela disse: porque os vestidos  transbordam de vento” serão apresentados pela primeira vez na cidade de  Petrópolis. Sobre Célia EuvaldoCélia Euvaldo começou a expor em meados da década de 1980. Suas primeiras  exposições individuais foram na Galeria Macunaíma (Funarte\, Rio de  Janeiro\, 1988)\, no Museu de Arte Contemporânea (São Paulo\, 1989) e no  Centro Cultural São Paulo (1989). Ainda em 1989\, ganhou o I Prêmio no  Salão Nacional de Artes Plásticas da Funarte. Desde então tem exposto  regularmente em mostras individuais e coletivas em galerias e  instituições. Participou\, notadamente\, da 7ª Bienal Internacional de  Pintura de Cuenca\, Equador (2001) e da 5ª Bienal do Mercosul (2005).  Realizou exposições individuais\, entre outros\, no Paço Imperial (Rio de  Janeiro\, 1995\, 1999 e 2015/16)\, na Pinacoteca do Estado de São Paulo  (2006)\, no Centro Cultural Maria Antonia (São Paulo\, 2003 e 2010)\, no  Museu de Gravura da Cidade de Curitiba (2011) e no Instituto Tomie  Ohtake (São Paulo\, 2013). Em 2016\, participou da mostra coletiva Cut\, Folded\, Pressed & Other Actions  na David Zwirner Gallery\, em Nova York. Em 2017 realizou exposições  individuais no Rio de Janeiro\, em Belo Horizonte e Ribeirão Preto\, e\, em  2018\, na Galeria Raquel Arnaud\, em São Paulo. Sobre Elizabeth JobimDesenhista\,\n pintora\, gravadora. Realiza estudos de desenho e pintura com Anna Bella\n Geiger (1933)\, Aluísio Carvão (1920-2001) e Eduardo Sued (1925)\, \nno Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ)\, entre 1981 e 1985. \nCursa comunicação visual na Pontifícia Universidade Católica do Rio de \nJaneiro (PUC/RJ)\, a partir de 1981. Nessa universidade\, entre 1988 e \n1989\, faz curso de especialização em História da Arte e da Arquitetura \nno Brasil. Entre 1990 e 1992\, faz mestrado em Belas Artes na School of \nVisual Arts\, em Nova York. A partir de 1994\, leciona no Ateliê de \nDesenho e Pintura da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV/Parque \nLage)\, no Rio de Janeiro. Entre suas mais importantes exposições\, estão \nBlocos (2013)\, no MAM do Rio de Janeiro\, Em Azul (2010)\, na Estação \nPinacoteca de São Paulo\, e Endless Lines (2008)\, na Lehman College Art \nGallery\, em Nova York. Participa da coletiva Art in Brazil (1950-2011)\, \nno festival Europalia\, em 2011\, em Bruxelas\, e da 5ª Bienal do Mercosul\,\n em 2005.  Sobre Ester GrinspumFormada\n em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo\, fez sua \nprimeira exposição individual na Pinacoteca do Estado de São Paulo\, em \n1981\, e a seguir no Museu de Arte Contemporânea (USP) e na Galeria \nFunarte Macunaíma no Rio de Janeiro\, em 1983. A partir de então\, fez \nvárias exposições individuais no Brasil e exterior\, entre elas na \nGaleria Paulo Figueiredo (SP); na Galerie Lil’Orsay\, Paris; na Galeria \nMarilia Razuk (SP); no Paço Imperial do Rio de Janeiro; no Musée de \nLangres\, Paris; na Pinacoteca do Estado de São Paulo e na Galeria \nTransversal e no Instituto Tomie Ohtake. Participou de inúmeras \nexposições coletivas\, como Como vai você\, Geração 80?; Bienal \nLatino-Americana de Arte Sobre Papel\, em Buenos Aires\, 1986; I e II \nBienal de Havana\, 1984 e 1986; XX Bienal Internacional de São Paulo\, \n1989; Tabula Rasa\, Bienna\, Suíça\, 1991; UltraModern – The Art of \nContemporary Brazil\, Washington\, 1993; Bienal Brasil Século XX\, 1994; \nSelections Brazil\, Drawing Center\, Nova Iorque\, 1995; I Bienal do \nMercosul\, 1996; Stedelijk Museum\, Schiedam\, Holanda\, 1996; Escultura \nUrbana\, Alger\, 2003; ARCOMadrid\, Solo Project\, 2012. Foi contemplada com\n a Bolsa de Trabalho European Ceramic Work Centre em s’Hertogenbosch\, \nHolanda\, em 1995; a Bolsa Virtuose e de Residência na Cité des Arts\, em \nParis\, em 1997 e 1998; e a Bolsa Vitae de Artes\, em 2002\, entre outras. \nPossui trabalhos em coleções como Pinacoteca do Estado de São Paulo\, \nMuseu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo\, Museu de Arte \nModerna de São Paulo\, Brooklyn Museum (Nova Iorque)\, Fonds National \nd’Art Contemporain (França) e Coleção Patricia Phelps de Cisneros. Sobre Renata TassinariFormada  em Artes Plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado (Faap) em  1980\, onde foi aluna de grandes mestres como Carlos Fajardo e Dudi Maia  Rosa\, Renata Tassinari inicia sua produção com pinturas que mesclam  elementos figurativos à gestualidade característica da pintura da  Geração 80. A figuração vai lentamente desaparecendo e dá vez a uma  pesquisa marcante de cor\, que se transforma na marca de seus trabalhos. A  artista\, porém\, não dissocia cor e matéria – Tassinari repensa ambas a  partir da relação com o suporte e também ao agregar à superfície da tela  elementos díspares (como papelão e madeira) e diferentes técnicas. A  artista tem dezenas de mostras individuais e coletivas em seu histórico\,  incluindo a retrospectiva no Instituto Tomie Ohtake\, SP\, em 2015 e  mostras solo no MAM RJ\, MAM SP e Paço Imperial. Sobre Sandra Antunes RamosNasceu\n em 1964\, em São Paulo\, SP\, onde vive e trabalha. Sua trajetória em arte\n visual começou tardiamente. Dedicou-se por cerca de dez anos à \natividade de educadora. Posteriormente\, migrou para as artes gráficas\, onde realizou diversos desenhos de livros e capas. Como designer\, teve uma larga experiência na diagramação e no desenho de livros de arte. Em 2014\, realizou sua primeira individual\, na galeria Mul.ti.plo Espaço Arte\, no Rio de Janeiro\, com curadoria de Alberto Tassinari. Em\n 2016\, realizou uma exposição individual na Galeria Millan\, voltando a \nexpor lá em 2017\, em uma coletiva no espaço Anexo Millan. Participou de exposições coletivas\, como paratodos 2 (2017)\, na Carpintaria\, Rio de Janeiro\, e a mostra impávido colosso (2019)\, n’A Mesa\, também na capital carioca. ServiçoExposição de arte contemporâneaTítulo: “Ela disse: porque os vestidos transbordam de vento” Artistas: Célia Euvaldo\, Elizabeth Jobim\, Ester Grinspum\, Renata Tassinari e Sandra RamosAbertura: 19 de outubro\, às 19hVisitação: sexta 19h – 22h / sábado 11h – 16h e 19h – 22h / Domingo 11h – 16hLocal: A2 + Mul.ti.plo End.: Armazém das Videiras – Estrada Almirante Paulo Meira\, 8.400\, loja 5 – PetrópolisTel.: +55 24 2225-8802http://multiploespacoarte.com.br/
URL:https://arteref.com/event/mostra-ela-disse-porque-os-vestidos-transbordam-de-vento/
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20191018T193000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20191023T230000
DTSTAMP:20260411T014320
CREATED:20191017T163732Z
LAST-MODIFIED:20191017T163830Z
UID:59991-1571427000-1571871600@arteref.com
SUMMARY:Programação da 47ª Chapel Art Show
DESCRIPTION:18 de outubro | sexta-feira19h30 — Conversa: “O que é original na arte?” com Prof. Dr. Marcelo Conrado\, sobre direito de imagem. 19 de outubro | sábado10h às 17h — Kids corner (Brincadeiras artísticas para crianças). A partir das 19h Coquetel com comidas e bebidas brasileirasPocket show com Bruna SimõesVisita guiada com a Curadora Adriana Rede20 de outubro | domingo10h às 17h — Kids corner (Brincadeiras artísticas para crianças). A partir das 18h Coquetel com comidas e american drinksPocket show com Beatriz Abrahm e Maria Alice ArgentinoVisita guiada em inglês com Julie Belfer21 de outubro| segunda-feira19h30 — Coquetel e palestra “Arte e design Colecionável”\, com José Marton. 22 de outubro | terça-feira19h30 — Coquetel e talk com o artista homenageado Sérgio Fingermann 23 de outubro | quarta-feiraA partir das 18h – Finissage
URL:https://arteref.com/event/programacao-da-47a-chapel-art-show/
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20191005T140000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20200119T210000
DTSTAMP:20260411T014320
CREATED:20190912T195908Z
LAST-MODIFIED:20190919T152505Z
UID:58090-1570284000-1579467600@arteref.com
SUMMARY:Exposição "Muirapiranga"\,  inaugura novo espaço na funarte
DESCRIPTION:Com o apoio do Funarte SP\, a escultora Elizabeth Titton apresenta ao público\, a partir de 5 de outubro\, sua mais recente criação: a coleção Muirapiranga.  Levando o nome de uma árvore amazônica de madeira vermelha\, similar ao pau-brasil\, a exposição é uma ode à natureza a partir de esculturas de grandes dimensões feitas em aço corten. A mostra também marcará a abertura de um novo espaço de exposições no complexo artístico e terá estruturas dedicadas a pessoas com deficiência visual. Até 19 de janeiro de 2020\, sob o\npreceito de oferecer aos visitantes a oportunidade de vivenciar as obras de\nforma potente – levando-os a refletir sobre a crescente cegueira do homem\nmoderno perante o mundo que habita –\, 21 obras de grande porte (que variam de 1\na 4 metros de altura) ocuparão 600 m² entre o espaço do pátio\, hoje utilizado\ncomo estacionamento\, e as galerias Flávio de Carvalho e Mario Schenberg. “Com o projeto da exposição\n‘Muirapiranga’ como sua próxima meta de trabalho\, Elizabeth Titton procurava um\nespaço que pudesse receber suas grandes esculturas\, sobre as quais falava com\npaixão. E a equipe da Funarte São Paulo e eu buscávamos possibilidades de\ntransformar o pátio do Complexo em um espaço que recebesse obras de artes\nvisuais\, de arquitetura\, esculturas\, cenários”\, explica a ex-coordenadora da\nRepresentação Regional da Funarte SP\, Maria Ester Lopes Moreira. As peças produzidas por Elizabeth Titton brincam com os sentidos\, na medida em que oferecem a eternidade do metal\, acompanhada da efemeridade das formas. O aço corten possui elementos em sua composição que melhoram as propriedades anticorrosivas\, garantindo\, em média\, três vezes mais resistência do que o aço comum.  As formas\, por sua vez\, são portais e obeliscos produzidos nos últimos três anos a partir de corte a laser das peças metálicas. Esse tipo de obra tem sido material de exploração da artista desde 2006. Anteriormente\, Elizabeth foi diretora do Museu de Arte Contemporânea do Paraná\, nos anos 80\, e professora do curso superior de Escultura da Escola de Música e Belas Artes do Paraná por 16 anos\, na cidade de Curitiba\, onde vive desde os 8 anos de idade. A premissa desse tipo de produção\, que conduz a exposição ‘Muirapiranga’\, é impactar o observador por sua originalidade\, beleza\, significado e dimensões. Para a artista\, o “escultor produz a obra para o outro”\, ou seja\, Elizabeth\, sob grande influência do filósofo Merleau-Ponty\, acredita que “a percepção é fundamental e o corpo é a ferramenta para isso”. Com isso\, ela pretende trazer a realidade à tona e\, muito embora a temática seja evidente por si\, ela deseja oferecer uma experiência no lugar de um discurso especializado.  Neste aspecto\, a artista leva elementos como água\, árvores\, folhas\, flores\, peixes\, pássaros\, nuvens e estrelas\, que há muito tempo a inspira por meio de seus estudos sobre mitologia das comunidades indígenas do Xingu. Além de valorizar e homenagear o meio ambiente com seus “arcos do triunfo”\, ela nos alerta sobre a crescente incapacidade de experimentarmos e enxergarmos o mundo que habitamos. O fenômeno relativo à cegueira é\ninterpretado por Elizabeth Titton como metáfora da muirapiranga\, árvore em\nrisco de extinção\, aqui representada pela ferrugem do metal. Na mostra\, a\nvegetação é representada em forma de portais e obeliscos\, ícones da civilização\,\ncuja função é homenagear a natureza cada vez mais distante dos olhos\, do corpo\ne do conhecimento dos habitantes das cidades\, que cada vez mais vivem num mundo\nvirtual\, abstrato\, cegos ao mundo em que vivemos. Nesse sentido\, da dificuldade de\nenxergarmos\, sete obras serão impressas em 3D\, com aproximadamente 40 cm de\naltura\, para que\, além do público em geral\, visitantes com deficiências visuais\npossam perceber e sentir\, por meio do tato\, o formato das esculturas. Também\nserão instalados pisos especiais nos espaços da mostra\, bem como\ndisponibilizados texto e catálogos em braile e monitores preparados para\natender esse público durante o período da mostra.  Ao pensar em sua experiência\nartística\, Elizabeth sempre se baseia em algumas impressões trazidas à\nreflexão\, por Merleau-Ponty\, especialmente quando o pensador francês disse:\n“Quando percebo\, não penso o mundo\, ele se organiza diante de mim”. Com mensagens gravadas nas paredes\ndos espaços da Funarte\, citações escolhidas pela artista do filósofo francês\,\nestudado por ela em profundidade quando de sua pesquisa de mestrado em Educação\nna UFPR (Universidade Federal do Paraná)\, Elizabeth coloca o público diante da\npresença material e impactante de suas obras\, levando-o a confrontar a\nmaterialidade do aço que\, em seu design simples e de fácil reconhecimento\,\nremete à natureza\, na intenção de conduzir ao mundo encarnado do qual fala o\nfilósofo. A artista quer completar a\nexperiência de perceber o mundo\, conforme o pensamento de Merleau-Ponty\,\nalertando de que a ciência é sua expressão segunda\, pois\, primeiro\, existem os\nrios e as montanhas\, depois os mapas que as representam.  “Sensível e envolvida com sua\ncriação\, Elizabeth Titton enfatiza em sua proposta que a experiência oferecida\npela exposição pode ser experimentada por todos. Olhar\, tocar\, caminhar no seu\nentorno\, bem como sentir a frieza do metal\, é como a artista nos convida a\nestar na exposição. É assim também que nós da Funarte convidamos a todos para\nestarem no Complexo Cultural e dividir conosco essa reflexão acerca do nosso\nestar no mundo como natureza e obra de arte”\, comenta Maria Ester. Tendo em mente que a arte deve ser\nfruída antes de ser pensada\, Elizabeth convida a voltar ao mundo vivido em uma\nexperiência estética que parte de um mergulho na floresta de aço criada no solo\ndo importante espaço de cultura paulistano. Serviço – MuirapirangaFunarte SPEndereço: Alameda Nothmann\, 1058.Abertura ao público: 5 de outubro de 2019\,  às 14h Horário de visitação: terça a sexta\, das 10h às 18h; sábado e domingo\, das 14h às 21hIngresso: gratuitoTérmino: até 19 de janeiro de 2020
URL:https://arteref.com/event/exposicao-muirapiranga-inaugura-novo-espaco-na-funarte/
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20190929T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20190929T183000
DTSTAMP:20260411T014320
CREATED:20190710T131200Z
LAST-MODIFIED:20190710T131216Z
UID:50213-1569751200-1569781800@arteref.com
SUMMARY:A artista Maria Fernanda Paes de Barros e o fotógrafo autoral Marcelo Oséas apresentam exposição “Duas Crônicas” no museu A Casa
DESCRIPTION:Exposição conjunta reúne a essência dos trabalhos em obras únicas inspiradas na ancestralidade indígena e ainda agregam contrapartidas sociais. A artista Maria Fernanda Paes de Barros e o fotógrafo autoral Marcelo Oséas apresentam a exposição conjunta “Duas Crônicas”\, com a união de duas temáticas indígenas de etnias diferentes e trabalhos que resgatam a identidade dessas comunidades. A exposição acontece em setembro no Museu A Casa em São Paulo\, instituição que tem como foco na produção cultural brasileira\, contribuindo para o reconhecimento\, valorização e desenvolvimento da produção artesanal ou semi-artesanal. Após uma exposição independente de grande sucesso\, em março\, Marcelo Oséas traz uma nova apresentação de sua série fotográfica “Uma Crônica Munduruku”\, fruto de uma imersão na etnia amazônica que dá nome à série\, localizada no baixo Tapajós. As imagens do dia a dia refletem o desejo da comunidade de fazer a manutenção do seu cotidiano\, mesmo com o contato com a sociedade de consumo e as pressões do mercado de turismo e empreendimentos regionais. Depois de um ano de pesquisa material e da vivência com a aldeia Munduruku\, Marcelo produziu os retratos\, realizados no plano digital da fotografia\, impressos via Fine Art em P&B e colorizadas manualmente com pigmentos naturais coletados na região amazônica. Esse trabalho resultou na série fotográfica que teve participação da comunidade na seleção e construção das fotografias. Esta nova abordagem reflete a aceitação positiva do público durante a primeira exposição das imagens. Somando às fotografias de Marcelo\, Maria Fernanda apresenta “Kwasáwa | Borari”\, propondo o resgate da ancestralidade indígena de um grupo de artesãs\, no Pará\, através da cerâmica e da palha. Durante o desenvolvimento de um projeto na comunidade ribeirinha de Urucureá\, a designer foi surpreendida pelas poucas informações que as artesãs possuíam sobre seus ancestrais e sobre a origem da técnica do trançado de palha que utilizam no seu trabalho.  Essa ausência de conhecimento pode ser fruto de anos de intimidação sofridos pelos indígenas da região\, ou pelo fato de ter sido necessário optar por ser reconhecido como indígena ou população tradicional ribeirinha durante a demarcação de terras vários anos atrás\, uma vez que cada opção dava direitos diferentes a seus integrantes.  O trabalho desenvolvido por Maria Fernanda recupera o valor das vidas e da importância de seus ancestrais através do artesanato tradicional da etnia Borari\, quase inexistente nos dias de hoje: a cerâmica. O resultado disso foi a reprodução na palha das formas moldadas no barro. Cada peça tem um formato e cada artesã produziu uma peça\, numa forma de homenagem à etnia Borari e as suas próprias etnias sejam elas quais forem. O nome do projeto da designer\, Kwasáwa\, significa “conhecimento” na língua indígena Nheengatu. Os dois trabalhos distintos\, mas com diversas intersecções\, dão vida  à exposição “Duas Crônicas”\, a partir do dia 11 de setembro\, no Museu A Casa. Serão expostas 10 fotografias colorizadas manualmente pelo fotógrafo Marcelo Oséas e dez pares de vasos Borari e cestos produzidos pela comunidade de Urucureá. As peças estarão à venda e existe também a contrapartida social\, onde parte da renda será revertida para dar continuidade à construção da escola de cultura e costumes Munduruku\, que visa transmitir os valores tradicionais  e fortalecer a preservação da Floresta Nacional do Tapajós no futuro. Serviço: Data: de 11 de setembro a 29 de setembroOnde: Museu A CasaEndereço: Avenida Pedroso de Morais\, 1216/1234\, São PauloHorário: Terça à Domingo das 10h às 18h30
URL:https://arteref.com/event/a-artista-maria-fernanda-paes-de-barros-e-o-fotografo-autoral-marcelo-oseas-apresentam-exposicao-duas-cronicas-no-museu-a-casa/
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20190924T200000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20191019T140000
DTSTAMP:20260411T014320
CREATED:20190916T173948Z
LAST-MODIFIED:20190916T190251Z
UID:58138-1569355200-1571493600@arteref.com
SUMMARY:A Galeria de Arte André apresenta a exposição Segmentos
DESCRIPTION:A Galeria de Arte André apresenta a exposição Segmentos\, do artista mineiro Cássio Lázaro. A mostra traz cerca de 50 obras inéditas do escultor\, com trabalhos em aço de pequenas e grandes dimensões\, incluindo cerca de 25 dos chamados ‘segmentos’ de sua obra que se desdobram em diversos tratamentos do aço como carbono\, corten\, inox\, fosco\, espelhado. Destes ‘segmentos’\, podem ser destacadas as Rendas\, Tiras\, Amassados\, Corrosões\, Derretimento nas bordas\, entre outros. A curadoria é de Octávio Guastini. “A obra escultórica de Cássio Lázaro é de uma riqueza extraordinária de formas\, cores\, ritmos\, texturas e ideias. As configurações das partes de suas  obras variam da geometria às formas orgânicas\, resultantes de  procedimentos tais como o corte e a dobra\, a amassadura\, a torção\, a  fragmentação\, a construção”\, afirma Enock Sacramento\, crítico e curador  de arte\, responsável pelo texto de abertura da exposição. O artista nasceu em Cássia\, em Minas Gerais\, em 1952\, cidade que deu  origem ao seu nome. De família muito humilde\, sexto filho de 13 irmãos\,  Cássio saiu de casa muito cedo. Aos nove anos foi trabalhar numa olaria\,  onde começou a se interessar pelo barro e iniciou suas primeiras  brincadeiras com a escultura\, modelando bonecos de barro. Com 14 anos  foi para São Paulo\, onde trabalhou num banco até conseguir uma bolsa  para estudar na Escola Panamericana de Arte. Iniciou suas obras  escultóricas com arame\, passou para materiais coletados e reciclados e  seguiu para o aço. Nos  anos 1970\, expôs na Bienal de Arte de São Paulo\, com figuras sinuosas e  com um nó de 2\,20 metros de altura feito em inox. Em 1977\, foi trabalhar numa fundição\, onde aprendeu todos os processos do bronze\, ferro e aço. Em seu atelier\, desenvolveu maquinário de grande porte para moldar e tecer suas obras em material de difícil arregimentação como o aço.  O  esmero na execução\, o domínio entre a força e a delicadeza\, a constante  pesquisa formal aproximam a obra de Cássio daquela de grandes artistas  da escultura\, isto não só numa proximidade nos resultados obtidos\, mas  na fraternidade velada dos processos\, na busca constante pela obra  ideal\, sua pedra filosofal. Paulo Klein – crítico e curador de artes visuaisDepois de anos trabalhando numa linha de fragmentos em bronze\, o artista iniciou o que chamou de “desenfreado processo de criatividade”\, produzindo trabalhos abstratos em chapa de aço. Lembrou-se dos tempos em que era motoboy no banco\, com os papéis amassados jogados no lixo. Criou\, a partir daí\, a série “Amassados”\, em chapa de aço. “Desta vez eu não tinha nenhuma preocupação em representar figuras\, já sentia e reconhecia a força da arte. Percebi que o exercício de observação da  natureza e de tudo que está ao nosso redor nos fornecem todas as formas\, basta saber representá-las plasticamente. Passei a olhar com mais  cuidado para as erosões do solo\, os estufamentos das pinturas se  rompendo pela umidade\, as sombras se projetando\, etc. Assim foram  nascendo as Rupturas\, as Rasgaduras\, as Explosões\, as Rendas… Eu estava livre para criar e tinha confiança e compreensão do que estava fazendo. A criatividade tornou-se infinita”. Cássio Lázaro. Sem Título. 125 x 125 x 08 cmO artista autodidata afirma que sua experiência aconteceu na prática\, já  que não teve acesso a informações teóricas. “Meu caminho foi longo e  minhas experiências foram consistentes e intensas\, por isso posso afirmar a importância do escultor executar a própria obra\, sempre que  tiver condições para isso. O fazer nos conduz a inúmeras possibilidades  de criação\, pois até quando erramos\, aprendemos com o erro. Ao acompanhar todo o processo do meu trabalho\, vou transformando as sobras\, as rebarbas\, os respingos e vejo nascer novas composições\, tornando infinitas as criações… “. O crítico Enock Sacramento segue ainda em seu texto afirmando que “Muitas de suas esculturas relacionam-se com elementos da natureza\, ações\, conceitos\, noções abstratas. É por isso que a maioria delas recebe títulos como Corais\, Afluente\, Borras\, Colunas\, Torres\, Amassados\, Fragmentação\, Expansão\, Tensão cinética… Na série Afluentes\, por exemplo\, em meio a áreas de configuração textural ou de reentrâncias\, destaca-se uma área lisa que percebemos como um rio. Nas esculturas desta pequena série\, acontece o milagre da transformação do metal em água. Algumas lembram corais\, outras\, resíduos resultantes da ebulição ou infusão\, chamas\, cortes longitudinais de troncos. Nenhuma copia a realidade circundante. Com efeito\, o artista não reproduz a realidade. Ele cria uma outra realidade que é sua obra escultórica”. Sobre a Galeria de Arte AndréUma das galerias de arte mais tradicionais da cidade de São Paulo\, a Galeria de Arte André completa 60 anos em 2019 como a maior galeria de arte da  América Latina e anuncia a fusão de suas sedes e acervos. Atualmente dirigida por Juliana Blau\, a casa fundada em 1959 pelo romeno André Blau (1930-2018) ajudou a forjar o mercado de arte no Brasil e passou por diversos endereços até se consolidar na Rua Estados Unidos\, entre a Avenida Rebouças e a Alameda Gabriel Monteiro da Silva. Referência no mercado de arte brasileira\, há décadas a Galeria de Arte André acolhe gerações de artistas e incentiva o surgimento de colecionadores e amantes das artes. Conhecida pelo seu acervo de esculturas e obras de artistas como Di Cavalcanti\, Candido Portinari\, Alfredo Volpi\, Aldemir Martins\, Manabu Mabe\, Hector Carybé\, Roberto Burle Marx\, entre muitos outros\, a casa oferece ao público exposições periódicas e projetos educacionais e culturais. 60 anos da Galeria de Arte AndréPara celebrar seu aniversário de 60 anos\, a galeria realiza quatro exposições ao longo de 2019. Dentre elas\, duas são coletivas — a primeira e a última  do ano — com curadoria assinada pelo crítico de arte Mario Gioia\,  reconhecido no Brasil e exterior. A primeira delas é a mostra coletiva Entre Artes e Ofícios\, Centros e Arrabaldes\, com abertura em 23 de abril\, que reúne trabalhos de diversas gerações de artistas do Grupo Santa Helena e de nipo-brasileiros. Em junho\, acontece a exposição individual de Sônia Menna Barreto\, artista  apresentada ao mercado pela Galeria de Arte André. A terceira mostra\, por sua vez\, é realizada em setembro e traz obras do artista Cássio  Lázaro. Finalmente\, em novembro\, o encerramento das comemorações se dá por meio de uma mostra coletiva histórica e pelo lançamento do livro que  conta a história da galeria. ServiçoAbertura da exposição Segmentos\, de Cássio LázaroCuradoria de Octávio GuastiniCoquetel de aberturaDia 24 de setembro\, 20hPeríodo expositivo: de 25 de setembro a 19 de outubroHorário de funcionamento: Segunda a sexta\, das 10h às 20h |Sábados das 10h às 14hGaleria de Arte AndréRua Estados Unidos\, 2.280Jardim Paulistano01427-002 – São Paulo – SP(11) 3081-9697 / 3081-3972 / 3063-0427
URL:https://arteref.com/event/galeria-de-arte-andre-exposicao-segmentos/
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://arteref.com/wp-content/uploads/2019/09/Amssado-ouro-velho.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20190923T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20190929T180000
DTSTAMP:20260411T014320
CREATED:20190919T163310Z
LAST-MODIFIED:20190919T163314Z
UID:58317-1569232800-1569780000@arteref.com
SUMMARY:Gestão dos museus de ontem\, hoje e\, agora\, do amanhã
DESCRIPTION:Nelson Colás – Diretor de Relações Institucionais da Feambra (Federação de Amigos de Museus do Brasil) Nada melhor do que mostrar e explicar\ncomo as coisas funcionam para que as pessoas passem a considerá-las relevantes.\nÉ com esta perspectiva pedagógica que o Instituto Brasileiros de Museus (Ibram)\nrealiza a 13ª edição da Primavera dos Museus\, um projeto nacional realizado\nentre os dias 23 e 29 de setembro\, que oferece exposições\, oficinas e palestras\ncom a proposta de trazer mais visitantes aos museus brasileiros. Com o tema “Museus por dentro\, por\ndentro dos museus”\, a campanha quer mostrar para a sociedade como se dá o\ncotidiano museológico e a gestão destes equipamentos — no Brasil\, há 3.800 museus\nem atividade\, muito dos quais pouco conhecidos. Quebrar as barreiras entre as\ninstituições e a sociedade deve ser a pedra de toque não apenas da Primavera\ndos Museus\, mas de todas as ações voltadas ao setor. Por isso\, a ideia é abrir\nas portas para que todos conheçam os museus não apenas nas suas galerias\, mas\nnos processos necessários para que eles se mantenham. As circunstâncias para tanto têm sido\nfavoráveis. Conforme os últimos levantamentos de visitantes\, o Brasil tem se\ndemonstrado um país que\, a cada dia\, tem mudado sua visão em relação ao\nsignificado de ir aos museus. De 2017 para 2018\, 38 milhões de pessoas\nvisitaram museus\, um aumento de 19% em relação a 2017\, segundo os dados do\nIbram. Se os ambientes dos museus\, estão\nrecebendo mais visitantes\, isso se deve a algumas mudanças na relação da gestão\ndesses estabelecimentos. Nos últimos anos\, curadores têm\nimplementado novas técnicas para trazer o público\, com apostas em metodologias\natuais de comunicação e desenvolvimento de eventos que possam atrair adultos\,\njovens ou crianças. O interesse do público também foi\ndespertado por causa de exposições que destacam minorias e grupos antes pouco\nrepresentados. A diversidade foi temas de inúmeras mostras\, que levaram ao\npúblico exposições sobre mulheres\, negros\, indígenas\, comunidade LGBTQI+ e\nartistas não-europeus. São obras que fazem com que pessoas antes “excluídas” da\nagenda se sintam\, agora\, representadas. Outro resultado positivo é que esta\nevolução não está unicamente relacionada a investimentos e ações do poder\npúblico. Associações e voluntariado também têm cooperado para o incentivo à\nvisita de mais pessoas à arte e história. Entre as novas estratégias\, alguns\nmuseus estão promovendo exposições interativas por meio da tecnologia\, para auxiliar\nna imersão das obras exibidas. A Pinacoteca de São Paulo é um bom exemplo\, com\num aplicativo para que os visitantes acompanhem as obras e possam interagir e\naprofundar-se na biografia dos autores. A tecnologia nesse caso é uma\nimportante ferramenta\, pois facilita o entendimento das obras exibidas e\ndesmistifica o conceito de que arte é algo inatingível. Junto a esse cenário atual\, a presença\nde Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) tem cooperado\nna divulgação dos museus\, por meio das mídias sociais. Essa metodologia tem\nampliado\, ainda mais\, a interação das pessoas com o espaço. Tanto é que\, além\nda entrada gratuita promovida em algumas exposições\, o Ibram também aponta o\naumento de 31% do público nos museus no primeiro semestre deste ano\, ocasionado\nprincipalmente em locais onde a utilização das mídias sociais são mais\nenfáticas. A mudança no modelo de comunicação para\npromover e apresentar a exposição da Tarsila de Amaral no MASP\, encerrada em 28\nde julho\, foi igualmente bem sucedida — o museu liberou fotografar as peças\nexpostas e\, com isso\, os milhares de visitantes utilizaram as redes sociais\npara mostrar suas idas\, publicando “selfies” junto às obras da Tarsila.\nUm dos efeitos foi a presença de 402 mil pessoas\, tornando a mostra como a mais\nvista no museu paulistano e superando o número de visitantes no Museu do Louvre\n(França) no mesmo período. É notório que a exposição nas redes\nsociais ajuda a tornar os museus mais conhecidos e atrativos para pessoas pouco\nhabituadas a esse tipo de passeio. Conforme dissertação de mestrado da\npesquisadora Mariana Santana Marques\, grande parte do público entrevistado foi\na algum museu após ver uma selfie do local. As publicações nas redes fazem com que\no engajamento das pessoas aumente. As fotos no Instagram com “hashtags”\, por\nexemplo\, promovem a divulgação do espaço sem o aporte financeiro da publicidade\ntradicional. Como dica\, tanto o poder público quanto associações que dão\nsuporte aos museus podem utilizar esse modelo de divulgação. As inovações na forma de chegar ao\npúblico fazem com que os museus não fiquem no ontem\, mas se fixem no presente\npara se projetarem no amanhã. Que essas inovações sejam constantes. O Brasil\nprecisa de seus museus valorizados não somente quando tragédias como a do Museu\nNacional acontecem. Os museus preservam a nossa memória e nos ensinam a não\ncometermos os mesmos erros tanto no presente\, quanto no futuro.
URL:https://arteref.com/event/gestao-de-museus-de-ontem-hoje-e-agora-do-amanha/
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20190919T180000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20191027T190000
DTSTAMP:20260411T014320
CREATED:20190910T145039Z
LAST-MODIFIED:20190910T145203Z
UID:57900-1568916000-1572202800@arteref.com
SUMMARY:Raquel Saliba apresenta exposição "Os mitos e a memória" no Centro Cultural Correios
DESCRIPTION:Raquel Saliba apresenta suas esculturas a partir do dia 19 de setembro\, até 27 de outubro\, em “Os mitos e a memória”\, onde ela expõe cerca de 200 peças em cerâmica e metal\, de diferentes  texturas\, tonalidades cromáticas\, formas e tamanhos\, estes variando  entre 5cm e 1\,80m.  “Tornar-me artista foi um acaso\, aconteceu. Desde criança eu tenho contato com a  argila\, através de uma prima\, que é artista plástica. Isto certamente  influenciou a minha história: cresci moldando bonequinhas de barro.  Sempre fui apaixonada pela arte\, mas acabei estudando psicologia. Durante a universidade\, fiz um curso de desenho na escola Guignard\, que acabou sendo interrompido por falta de tempo. Já em 2011\, a arte entrou  em minha vida de uma forma tão intensa que não consegui mais parar. De  todas as matérias que já trabalhei\, a argila é a minha favorita”\, diz Raquel Saliba. Com curadoria de Marcus Lontra\, esta é a primeira individual da artista\,  que voltou para o Brasil em 2016\, depois de morar na França\, Austrália e  Inglaterra. “Para\n se abismar com as figuras heroicas de Raquel Saliba é preciso entender o\n mistério essencial da arte. É preciso entender a caverna\, seus ritos e \nmitos\, suas metáforas\, e a ação humana que\, em seu interior\, transforma e\n transfigura o mundo. No interior de nossas cavernas o ser refaz o mundo\n e\, graças à ação da arte\, garante ordem e sentido à sua existência. \nAssim nasce\, assim se cria\, assim se afirma: arte como espaço de \nredenção e pesquisa\, ciência e fé\, construção e acúmulo de saberes\, \ncultura e civilização que asseguram o mistério e a especificidade da \nespécie”\, afirma Marcus Lontra. Saiba mais sobre a artistaNascida em Itaúna\, Minas Gerais\, a artista é graduada em Psicologia\, mas desde 2011 tem se dedicado exclusivamente à arte. Raquel  Saliba já morou em diferentes partes do mundo\, o que possibilitou que  ela fizesse vários cursos e exposições como no Carrossel do Louvre (maio  de 2018)\, por exemplo. Residindo atualmente no Rio de Janeiro\, ela vem  se dedicando cada vez mais às esculturas em cerâmica.  Parte de sua  formação artística: curso Encontros e Reflexões\, com Iole de Freitas\,  2019\, Parque Lage\, Rio de Janeiro\, Brasil; exposição coletiva A Cara do  Rio (Centro Cultural dos Correios)\, 2018; curso Conversando sobre  esculturas objeto etc. e tal com Joao Goldberg\, Parque Lage\, Rio de  Janeiro\, Brasil em 2016 e 2017;  cursos de escultura e cerâmica no  Morley College\, Londres\, Reino Unido  2014 e 2015; cursos de escultura  no Heatherley School of Art\, Londres\, Reino Unido em 2015; workshop “O  inconsciente na argila”\, com  Sandy Brown\, Inglaterra\, junho de 2015;  cursos de Cerâmica e Escultura na UAL (University Arts of London)\,  professor Timothy Harker\, Londres\, Reino Unido em 2013; Centro de Artes  de Fremantle\, Austrália Ocidental 2003. ServiçoLocal: Centro Cultural CorreiosEndereço: Rua Visconde de Itaboraí\, 20 – 3º andar – CentroAbertura: 19 de setembro\, às 18hPeríodo: de 20 de setembro a 27 de outubro de 2019Visitação: de terça a domingo\, das 12h às 19h Entrada franca
URL:https://arteref.com/event/os-mitos-e-a-memoria-raquel-saliba/
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20190917T190000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20190925T213000
DTSTAMP:20260411T014320
CREATED:20190916T204028Z
LAST-MODIFIED:20190916T204050Z
UID:58187-1568746800-1569447000@arteref.com
SUMMARY:Move Cine Arte 2019
DESCRIPTION:O Move Cine Arte é um festival internacional de cinema de origem brasileira\, dedicado exclusivamente à exibição de filmes de arte e sobre arte que preenche uma lacuna oferecendo um espaço exclusivo de exibição e discussão de filmes que se debruçam sobre as outras artes\, ampliando o público para as demais formas de expressões artísticas.  O Move propõe uma janela única para filmes que retratam processos de criação\, biografias de  artistas ou obras de outras linguagens que se interligam com o cinema  como arquitetura\, pintura\, escultura\, teatro\, fotografia\, dança\, poesia\,  literatura\, música\, design\, moda\, performance\, videoarte e outras. A  curadoria do festival é realizada por Andre Fratti Costa (Olhar  Periférico Filmes\, Brasil) e Steve Bisson (FilmEssay\, Itália) que este ano selecionou 19 filmes de 14 países. Um júri internacional concederá os prêmios e os filmes agraciados serão exibidos em outubro em Veneza no Palazzo Mora do European Cultural Centre\, em meio a efervescência da  Bienal de Veneza\, a Biennale Arte 2019 que acontece na cidade italiana. Todos os filmes selecionados entre curtas\, médias e longas metragens\, serão exibidos em setembro em São Paulo. A abertura ao público\, com exibição do longa Cravos\, de Marco Del Fiol que aborda 3 gerações de artistas da família do fotógrafo Mario Cravo Neto será realizada no auditório principal do MIS dia 17/09 às 19h seguida de bate-papo entre os curadores Andre Fratti Costa\, Steve Bisson e o diretor Marco Del Fiol. A  cena cultural paulistana simultaneamente também apresenta a obra de  outro membro da família Cravo: o fotógrafo Christian Cravo inaugura “Mariana” exposição homônima ao livro de Christian\, com curadoria de Adriana Cravo\, que será inaugurada no dia 18/09 às 19h no Instituto Tomie Ohtake com 26  fotografias impressas em fine art que retratam as memórias humanas da  maior tragédia ambiental do país: o rompimento da barragem de Fundão\,  que vitimou fatalmente 19 pessoas e desabrigou centenas de famílias em  Mariana – Minas Gerais\, em 2015.  As exibições em São Paulo acontecerão entre os dias 17 e 25 de setembro no MIS-SP (Museu de Imagem e do Som)\, na FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado)\, no Espaço Marieta\, no IAB-SP (Instituto de Arquitetos do Brasil)\, no Istituto Italiano di Cultura de São Paulo\, SENAC Lapa e Sala Tatuí (Lote 42). Em seguida\, nos dias 26 e 27/09 o festival será exibido em Laguna\, Santa Catarina.A fase internacional acontecerá em Veneza dias 18 e 19/10 e segue para Paris em novembro. A entrada é franca em todas as sessões e está sujeita à lotação das salas.  Serviço: Festival MOVE CINE ARTE 2019  https://www.movecinearte.com/ >  programação anexaQuando: de 17 a 25 de setembroOnde/ São Paulo (salas de exibição):  MIS SP – Museu da Imagem e do Som de SP > Av. Europa\, 158\, Jd. EuropaFAAP – Fundação Armando Alvares Penteado> R. Alagoas\, 903 – HigienópolisEspaço Marieta > Rua Dona Maria Paula\, 96 – apt 2 – Bela Vista  IAB SP – Instituto de Arquitetos do Brasil/SP >  R. Bento Freitas\, 306 – 4º andar – Vila BuarqueIstituto Italiano di Cultura > Av. Higienópolis\, 436 – Higienópolis SENAC Lapa > Rua Faustolo\, 1347 – Vila Romana Sala Tatuí (Lote 42) > Rua Barão de Tatuí\, 42 – Santa Cecília?Entrada franca\, filmes legendados (sujeita a lotação das salas de exibição)
URL:https://arteref.com/event/move-cine-arte/
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20190917T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20191025T220000
DTSTAMP:20260411T014320
CREATED:20190916T190225Z
LAST-MODIFIED:20190916T190258Z
UID:58168-1568718000-1572040800@arteref.com
SUMMARY:A Matilha Cultural promove o tradicional Setembro Verde
DESCRIPTION:São Paulo\, setembro de 2019 – A Matilha Cultural promove o tradicional Setembro Verde\, projeto anual do espaço multicultural\, que aborda questões ambientais.  A exposição “Emergência Climática”\, com abertura na terça-feira\, 17 de setembro\, exalta e celebra o meio ambiente\, a relevância dos povos indígenas para a proteção das florestas e a sustentabilidade\, pilares do espaço e da proposta. O evento é uma parceria de artistas indígenas\, Greenpeace Brasil e Coalização SP pelo Clima. Além de destacar a importância da sustentabilidade e o meio ambiente\, o Setembro Verde tem como objetivo alertar o público e provocar reflexões sobre os ataques à floresta amazônica agravados pelo discurso e ações de desmonte da política ambiental do governo Bolsonaro. Os ambientes serão compostos por recursos visuais que vão produzir um cenário com o objetivo de convidar a todos a mergulharem na temática importância da Floresta Amazônica e o impacto de sua destruição no agravamento da emergência climática.  Um dos ambientes recebe a exposição NI MEKEA\, que significa proteção da floresta\, em hãtxa kuin\, a língua Huni Kuin. Composta por  pinturas produzidas por jovens indígenas do Ponto de Cultura Kayatibu\, que trabalha com o resgate da sua cultura através da arte: obras de Yaka Huni Kuin\, Yube Shanu Tupinambá e Inu Shane Kaya. Com muita sensibilidade\, cor e expressão artística\, as obras apresentam a luta e riqueza de quem vive o dia a dia da preservação da floresta amazônica. Na noite de abertura\, haverá apresentação musical dos indígenas também. Em outro ambiente\, projeção de dados\, mapas\, fotografias e vídeos do Greenpeace mostrarão os registros feitos ao longo de 2019 que abordam o processo de desmatamento e queimadas. Também será exibido video documentário do Projeto “Amanhã é Hoje” que retrata o impacto das mudanças do clima na vida de milhares de brasileiros; Ainda para tratar da emergência que vive a região amazônica\, a exposição conta com materiais da Coalizão SP pelo Clima\, que se trata de uma articulação ampla\, composta por diversos coletivos que vem buscando fazer o debate socioambiental por meio de ações de combate às mudanças climáticas e construindo a Greve Global Pelo Clima\, que acontece no dia 20 de Setembro\, em São Paulo. O material gráfico foi produzido  pelo coletivo artístico Bijari. Cine Matilha recebe programação especial com filmes que trazem temática ambiental como “Amazônia Retorna”\, “O Escape” e “O professor substituto”. Fique atento no site e nas redes para programação completa. ServiçoSetembro Verde na Matilha CulturalEndereço: Rua Rego Freitas\, 542 – República\, São Paulo\, SPData: a partir de 17/09Horário: terça a sábado\, das 11h às 22h. domingo\, das 10h às 20hEntrada Livre
URL:https://arteref.com/event/matilha-cultural-setembro-verde/
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20190914T150000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20191124T180000
DTSTAMP:20260411T014320
CREATED:20190910T141845Z
LAST-MODIFIED:20190910T142130Z
UID:57889-1568473200-1574618400@arteref.com
SUMMARY:Maria Laet inaugura exposição "Sobrecéu" na Galeria do Lago
DESCRIPTION:A Galeria do Lago inaugura\, no dia 14 de setembro\, das 15h às 18h\, a exposição “Sobrecéu”\, da artista Maria Laet\, com curadoria de Isabel Sanson Portella.  Sobrecéu (título que faz referência à estrutura formada pela copa das árvores)\, busca falar da luz do sol que atravessa os pequenos espaços vazios formados pela trama da copa das árvores.  Trama que existe como uma espécie de pele da  floresta\, como uma matriz em movimento constante\, que filtra e desenha a luz\, o céu que por ela atravessa e alcança o lado dentro\, o lado do chão\, o outro lado.  Chapas de alumínio sensíveis à luz são colocadas no chão\, expostas a esses  pontos de luz\, na tentativa de gravar sobre a superfície do metal\, segurar no tempo\, algo que é tão delicado e efêmero na sua constante repetição. O trabalho final é um díptico\, constituído pela própria chapa de alumínio  (que depois de revelada tem sua cor em constante transformação)\, e sua  imagem inicial congelada no tempo\, mostrando a cor inicial da chapa e  ressaltando essa transformação. ServiçoAbertura: 14 de setembro\, sábado\, das 15h às 18hVisitação: 15 de setembro a 24 de novembro de 2019Horário: terça a sexta\, das 10h às 17h; sábado\, domingo e feriados\, das 11h às 18hGaleria do Lago (Museu da República)Endereço: Rua do Catete\, 153 – Catete\, Rio de Janeiro
URL:https://arteref.com/event/sobreceu-maria-laet/
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20190910T190000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20191025T190000
DTSTAMP:20260411T014320
CREATED:20190919T152439Z
LAST-MODIFIED:20190919T152945Z
UID:58309-1568142000-1572030000@arteref.com
SUMMARY:Galeria Karla Osorio apresenta a exposição Percursos da Matéria
DESCRIPTION:A Galeria Karla Osorio\, em Brasília\, abre no dia 10 de setembro\, às 19h\, a exposição “Percursos da Matéria”\, individual do artista marroquino Hassan Bourkia.  O artista apresentará obras inéditas produzidas em residência artística na galeria por quase 40 dias. Neste período\, Bourkia realizou um grande processo de pesquisa e criação de novas obras inspirado por sua experiência no Brasil\, onde veio pela primeira vez.  O resultado são quase trinta obras tridimensionais com pinturas e esculturas. O artista\, um dos mais célebres do Marrocos\, utilizou uma técnica muito original com materiais orgânicos tais como: cinzas\, cal\, terra\, ovo e objetos encontrados (madeira\, ferro\, etc..). Até novembro o artista considerado o “poeta dos artistas marroquinos” e reconhecido mundialmente\, está em outro grande evento na América Latina\, pois é um dos destaques da BIENALSUR 2019\, em Buenos Aires\, onde divide pavilhão com Michelangelo Pistoletto. GaKO art. Hassan Bourkia. A La Pintura\, 2019.Mixed media on canvas.100 x 100 cmServiçoExposição Percursos da matériaEm cartaz até 25 de outubro A galeria está aberta à visitação de segunda a sexta-feira\, entre 9h e 18h\, mediante agendamento.Possível receber grupos escolares e instituições interessadas em visita guiada.Mais informações em:  Galeria Karla Osorio
URL:https://arteref.com/event/galeria-karla-osorio-apresenta-a-exposicao-percursos-da-materia/
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20190909T080000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20190913T170000
DTSTAMP:20260411T014320
CREATED:20190910T143045Z
LAST-MODIFIED:20190910T145111Z
UID:57893-1568016000-1568394000@arteref.com
SUMMARY:"Cidades Inteligentes" une arte e comunidade para transformar passarela de SP
DESCRIPTION:Projeto que vai levar intervenções artísticas e oficinas para jovens de comunidades de várias cidades do país\, desembarca no bairro Água Branca em SP e ‘dá cara nova’ para passarela No começo de setembro\, o projeto ‘Cidades Inteligentes’ desembarca na capital de São Paulo. Com a proposta de mobilizar a própria comunidade para colocar a ‘mão na massa’ e transformar espaços públicos usando a arte e a sustentabilidade\, serão realizadas intervenções artísticas e oficinas para jovens de 12 a 18 anos em cinco pontos do país.  São Paulo vai ser o primeiro deles a receber a ação\, onde os participantes serão conduzidos pelo grafiteiro Enivo\, transformando a passarela que passa sobre a linha 8 Diamante da CPTM\, no bairro Água Branca. A festa de ‘inauguração’ do espaço repaginado vai trazer DJ e outras atrações culturais\, no dia 16 de setembro (segunda-feira)\, na própria passarela. Com patrocínio da Duratex\, por meio da marca Deca\, a iniciativa foi concebida pela produtora cultural Numen Produtora e é uma realização da Secretaria Especial da Cultura\, Ministério da Cidadania e Pátria Amada Brasil Governo Federal\, viabilizada por meio da Lei de Incentivo à Cultura. E quem está na parte da criação das atividades é o estúdio Plantar Ideias\, responsável por coordenar as oficinas e integrar a parte estética do trabalho.  A passarela é localizada na Avenida Santa Marina\, nome em homenagem a uma antiga fábrica de vidros do bairro. Todo o projeto pode ser acompanhado pela hashtag #seliganapraça nas redes sociais (www.facebook.com/projetocidadesinteligentes e @projetocidadesinteligentes no Instagram) e pelo site numenprodutora.com.br/projetocidadesinteligentes . “Ao realizar uma intervenção coletivamente\, mostramos que a arte pode e deve ser acessível e presente em diversos cantos da cidade\, e como isso melhora a qualidade de vida da comunidade\, trazendo ideias\, sonhos\, esperança\, deixando o ambiente mais leve\, agradável e convidativo para a vida em grupo”\, diz Gianna Toni\, produtora executiva do projeto pela Numen Produtora. A ação vai reunir jovens do Instituto Rogacionista e adolescentes da região\, a partir do dia 09 de setembro\, para ciclos de oficinas gratuitas teóricas e práticas de grafite e pintura\, design paisagístico e de mobiliário urbano. A principal intenção é que nos 5 dias de aulas\, os adolescentes aprendam ferramentas que\, unidas com a arte e a sustentabilidade\, permitam continuar a manutenção do trabalho que fizerem\, ou até mesmo que usem em empreendimentos futuros. “A proposta busca incentivar crianças e jovens a compreender a composição de materiais\, formas e cores no intuito de estimular a criatividade e viabilizar a revitalização dos espaços urbanos com os resultados das oficinas. Serão utilizados materiais comuns e de fácil acesso\, plantas comestíveis entre outros materiais e elementos buscando o reaproveitamento ou ressignificação de materiais”\, comenta Luciana Pitombo\, da Plantar Ideias. “Entendemos que é fundamental estarmos próximos de comunidades\, porque acreditamos que juntos podemos atuar de forma muito mais eficaz para a promoção do desenvolvimento local. Este projeto contribui para a inclusão social\, empoderando os participantes sobre responsabilidades nos espaços coletivos\, além de estimular o desenvolvimento de novas habilidades\, tanto pessoais quanto coletivas”\, avalia Eliane dos Santos\, coordenadora de Sustentabilidade da Duratex\, empresa dona da marca Deca. As oficinas com os jovens de cada município vão ser ministradas por uma equipe de educadores especialistas nas respectivas áreas\, valorizando talentos locais. Em São Paulo\,  destaca-se a participação do grafiteiro Enivo\, um dos nomes mais influentes na cena paulistana do grafite\, que conduzirá as oficinas de grafite e pintura\, além de deixar sua arte na passarela. “Estou muito feliz em participar do projeto\, porque aos 12 anos a arte transformou minha vida. E hoje tenho como missão colaborar na formação e transformação dos jovens. Eu me vejo em cada um deles”\, comenta o grafiteiro Enivo. Ao final do projeto\, vai acontecer uma festa de ‘inauguração’ da passarela ao som de DJ e atrações culturais. Além disso\, para potencializar a circulação de pessoas\, uma rede de wi-fi com conexão gratuita vai ser instalada no espaço trabalhado.  O projeto vai até novembro e no roteiro dos lugares que vai passar também estão Jacareí-SP\, Jundiaí-SP\, Uberaba-MG e Queimados-RJ. 
URL:https://arteref.com/event/cidades-inteligentes-une-arte-e-comunidade-para-transformar-passarela-de-sp/
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20190831T140000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20191201T180000
DTSTAMP:20260411T014320
CREATED:20190819T171639Z
LAST-MODIFIED:20190819T171715Z
UID:54990-1567260000-1575223200@arteref.com
SUMMARY:Luiz Aquila III Milênio - criação em aberto
DESCRIPTION:Segundo o poema de João Cabral de Melo Neto\, “Quadro  nenhum está acabado/ disse certo pintor;/ se pode sem fim continuá-lo\,/  primeiro\, ao além do quadro/ que\, feito a partir de tal forma\,/ tem na tela\, oculta\, uma porta/ que dá a um corredor/ que leva a outra e a  muitas outras”. “A lição de pintura” traduz a essência da exposição  “Luiz Aquila III Milênio – criação em aberto”\, onde o artista apresenta  obras inéditas realizadas entre 2009 e 2019\, a partir 31 de agosto\, no Museu Nacional de Belas Artes. Ao  todo\, serão expostas 30 pinturas\, que contam com a liberdade criativa  do artista para articular cores e contrastes\, através de planos e pinceladas presentes e expressivas com dimensões que vão de 70x90cm até  210x140cm.            “Luiz Aquila pertence a uma geração de artistas com sólida e erudita  formação. Disciplinado e meticuloso\, desenvolve na intimidade de seu  ateliê as suas obras\, a partir de intensa pesquisa de materiais e  suportes. Diariamente\, num exercício incansável de amor e troca\, tensão e  conflito entre criador e criatura\, transita entre telas\, cavaletes\, pincéis\, desenhos\, rabiscos e superposições cromáticas\, quando a sua  mão\, em gestos cadentes e poéticos\, proporciona\, uma obra mágica\, uma  obra única\, fruto da inquietação de um pintor maior”\, afirma Monica Xexéo\, diretora do Museu Nacional de Belas Artes.          Trechos de textos críticos e estudiosos\, como Casimiro Xavier de Mendonça\, Felipe Chaimovich\,  Lauro Cavalcanti\, Lelia Coelho Frota\, Luiza Interlenghi\, Marcus Lontra\,  Mario Barata\, Vanda Klabin\, Vera Pedrosa e Wilson Coutinho compõem o espaço expositivo da Sala Bernardelli\, ajudando o visitante a conhecer a trajetória do artista. Um exemplo é a frase do crítico e historiador Frederico Morais que elucida\, em parte\, a escolha do nome da mostra: “Aquila  procura manter seu processo de criação em aberto\, sujeito a alterações\,  o quadro fluente\, em andamento. O quadro vai nascendo ali\, no  corpo-a-corpo com a matéria com que constrói sua pintura\, num diálogo  ativo e inteligente”.          Uma das paredes foi reservada para a exibição do filme-documentário “Aquila\, Luiz”\, dirigido por Luiz Carlos Lacerda. “Acredito\n que todo cineasta deve ter o cuidado de procurar nas Artes Plásticas \nreferências de luz e enquadramento. Minha admiração pelo trabalho do \nAquila vem de muito tempo\, nos conhecemos há vários anos. Devo bastante \nao resultado da fotografia e do movimento de câmera\, que acompanha o \nritmo das suas pinceladas\, ao diretor de fotografia Alisson Prodlik”\, diz Luiz Carlos. “O que mais me chamou atenção durante as\n filmagens foi o extremo compromisso com a liberdade de criação. É uma \nrelação impulsiva\, ele entra num transe e fica obnubilado pela \nexpressão”\, complementa.  Durante  a exposição\, até o dia 1º de dezembro\, haverá uma programação variada de atividades\, que prevê visitas comentadas pelo artista e palestras com alguns convidados especiais.  Desdobramentos de quadros e pintura-instalação composta por sete grandes telas se destacamCerta vez\, o curador Lauro Cavalcanti afirmou que a produção de Aquila seria uma pintura “em permanente construção”. Um dos destaques da mostra\, a série de quatro telas “Mergulhos no Azul”\, confirma esta fala\, onde a cor é usada como assunto e a partir dela ocorrem improvisos cromáticos.   Impactante\, a composição de sete telas originadas da pintura-instalação do MAM-SP\, em 2013\, está sendo exibida no Rio pela primeira vez. As pinturas dinâmicas e gráficas medem 210×140cm cada uma\, e ganham uma dimensão monumental capaz de  transportar o espectador para dentro da atmosfera do artista\, que aqui  utilizou técnica mista de acrílica e eventual uso de colagens.  Saiba mais sobre o artistaLuiz\n Aquila criou na pintura\, no desenho e na gravura. Também foi professor e\n diretor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage\, onde exerceu grande \ninfluência sobre a Nova Pintura Brasileira\, Geração 80. Nasceu em 27 de \nfevereiro de 1943\, no Rio de Janeiro\, e iniciou-se nas artes através de \nseu pai\, o artista plástico e arquiteto Alcides da Rocha Miranda. Foi \naluno de Aluísio Carvão\, pintura\, no MAM-RJ e de xilogravura de Oswaldo \nGoeldi na Escola Nacional de Belas Artes. Frequentou cursos livres na \nUniversidade de Brasília (UnB)\, foi bolsista do Governo Francês em \nParis\, do British Council em Londres\, e da Fundação Gulbenkian em Lisboa\n e Évora. Ao longo da carreira\, participou de mais de 200 exposições \n(individuais e coletivas) no Brasil e no exterior\, e foi chamado pelo \ncrítico Frederico Morais de “herói de sua própria pintura”. Participou \nda 17ª\, 18ª e 20ª Bienal Internacional de São Paulo em 1983\, 1985 e \n1989\, respectivamente e também da Bienal de Veneza. Em 1988\, \ntransferiu-se para Petrópolis\, região serrana do Rio de Janeiro. Em \n1992\, o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ) e\, em 1993\, o \nMuseu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP) realizaram mostras\n retrospectivas de seu trabalho. Em 2003\, exposição individual no Museu \nde Arte Contemporânea (MAC-Niterói).  Em 2013\, o artista comemorou cinco\n décadas de trajetória com uma grande retrospectiva no Paço Imperial. Ficha técnicaApresentação: Monica Xexéo  Coordenação Geral: Patricia Costa – Galeria Patricia CostaProdução: Paulo BranquinhoAssessoria de Imprensa: Bia Sampaio (BriefCom) e Nelson Jr.Design: 19design / Heloísa FariaAssistente do artista: Lilia Olmedo MonteiroCom exibição de filme de Luiz Carlos Lacerda.ServiçoExposição “LUIZ AQUILA III MILÊNIO – criação em aberto”Abertura: dia 31 de agosto\, sábado\, das 14h às 18hLocal:  Museu Nacional de Belas Artes/MNBA – Avenida Rio Branco\, 199 – CinelândiaSala: BernardelliVisitação: de terça a sexta\, das 10h às 18h\, sábados\, domingos e feriados\, das 13h às 18hPeríodo: de 1º de setembro a 1º de dezembro de 2019Ingressos:  R$ 8\,00 inteira\, R$ 4\,00 meia e ingresso família (para até 4 membros de  uma mesma família) a R$ 8\,00. Grátis aos domingos. Tel: (21) 3299-0600Informações sobre a exposição: Bia Sampaio (BriefCom) – (21)98181-8351/biasampaio@briefcom.com.brNelson Jr – imprensa@mnba.gov.br
URL:https://arteref.com/event/luiz-aquila-criacao-em-aberto/
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20190831T103000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20191026T180000
DTSTAMP:20260411T014320
CREATED:20190819T150120Z
LAST-MODIFIED:20190819T150210Z
UID:54971-1567247400-1572112800@arteref.com
SUMMARY:Luciana Brito Galeria inaugura mostras de Caio Reisewitz e Érika Malzoni
DESCRIPTION:No dia 31 de agosto\, a Luciana Brito Galeria vai inaugurar as individuais de Caio Reisewitz e da artista convidada Érika Malzoni.  A mostra de Caio Reisewitz\, intitulada Cassino\, apresenta uma série inédita de cinco fotos de grandes dimensões\, realizadas na praia de nome homônimo ao da exposição. Todas as imagens parecem conter o mínimo necessário para a identificação de uma paisagem\, flertando com a abstração. A exposição conta com texto crítico de Luisa Duarte. Dando continuidade ao projeto Artista Convidado\, a Luciana Brito Galeria tem a honra de apresentar trabalhos inéditos de Érika Malzoni. A exposição denominada Expressura\, mostra um conjunto de obras construídas a partir daquilo que sobrou\, usando materiais simples e domésticos para refletir sobre temas como a transitoriedade\, o excesso\, a vulnerabilidade e a memória. ServiçoEndereço: Av. Nove de Julho\, 5162 – Jardim Europa\, São PauloData: 31/08 (sábado) a 26/10 (sábado)Telefone: (11) 3842-0634http://www.lucianabritogaleria.com.br/
URL:https://arteref.com/event/luciana-brito-galeria-inaugura-mostras/
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://arteref.com/wp-content/uploads/2019/08/013677-copy.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20190827T090000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20191103T200000
DTSTAMP:20260411T014320
CREATED:20191004T163528Z
LAST-MODIFIED:20191004T163558Z
UID:59187-1566896400-1572811200@arteref.com
SUMMARY:Invenções Híbridas\, uma performance de Paulo Nenflidio
DESCRIPTION:Invenções Híbridas – Paulo NenflidioNo dia 05/10\, haverá a para a performance\, lançamento do catálogo e conversa com o artista Paulo Nenflidio\, em sua exposição Invenções Híbridas\, na Caixa Cultural SP.  A mostra conta com a curadoria de Fernanda Vogas e está em curso na Caixa Cultural São Paulo.  A performance terá início às 14h30 e a conversa às 15h. O local está situado na Praça da Sé\, 111 – Centro.  Veja também\nPaulo Nenflidio\, o artista que esculpe o invisível
URL:https://arteref.com/event/invencoes-hibridas-paulo-nenflidio/
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20190827T080000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20190827T170000
DTSTAMP:20260411T014320
CREATED:20190827T163558Z
LAST-MODIFIED:20190827T163601Z
UID:56311-1566892800-1566925200@arteref.com
SUMMARY:Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia aborda o tema socioambiental
DESCRIPTION:De 31 de agosto a 3 novembro\, o MuBE (Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia) abre suas portas para a mostra Ambiental: arte e movimentos. Com curadoria de Cauê Alves\,  curador chefe do Museu\, e Marcia Hirota\, diretora-executiva da Fundação SOS Mata Atlântica\, a exposição\, que reúne trabalhos de 22 artistas\, entre  desenhos\, pinturas\, fotografias e instalações que dialogam direta e  indiretamente com questões ecológicas\, também abrirá espaço para que organizações socioambientais apresentem suas ideias e ações. A coletiva traz obras de artistas como Alexandre\n da Cunha\, Arthur Lescher\, Brígida Baltar\, Cláudia Jaguaribe\, Dudi Maia \nRosa\, Luiz Zerbini\, Pedro Motta e Rodrigo Bueno. A convite do MuBE\, as organizações Fundação SOS Mata Atlântica\, Greenpeace\, Instituto Socioambiental (ISA)\, Fundação Pró-Tamar\, Save-Brasil e WWF-Brasil ocupam a área externa do MuBE no dia da abertura e na tradicional feira dominical\, e trazem uma série de ações ao longo do\nperíodo expositivo.  A\n mostra tem como objetivo reafirmar o papel do Museu no debate das \nquestões do meio ambiente. O MuBE nasceu da organização da sociedade \ncivil\, em pleno processo de abertura política no final da década de \n1980\, em defesa da qualidade de vida na cidade e da preservação do \nverde. “Temos\n enfatizado um olhar contemporâneo sobre a arte para ampliar o \nentendimento das pessoas sobre a ocupação do espaço e incorporando as \nexpressões que dialogam com nosso ambiente”\, afirma Cauê Alves. Em\n 1986 – mesmo ano em que o terreno onde hoje é o MuBE foi desapropriado e\n cedido para a construção do museu – foi criada a Fundação SOS Mata \nAtlântica\, época em que emergia a consciência ecológica e a luta pela \ndemocracia e por diversas causas sociais no Brasil. Organizava-se\,\nentão\, um forte movimento ambientalista no país para estruturar espaços \nde debate sobre o tema. Na mostra\, o público poderá visitar uma linha do\n tempo com imagens\, vídeos e informações desta história e conquistas até\n os dias de hoje. “Nascemos\n do interesse genuíno de lutar por algo que é de todos e assim devemos \nnos manter\, sempre respeitando as características e funções da natureza \npara nosso bem-estar. É importante que a sociedade entenda a importância\n dos movimentos socioambientais. Sempre colaboramos para o debate a \npartir de dados\ncientíficos\, na formulação de estratégias relevantes e políticas \npúblicas eficazes para toda a população”\, afirma Marcia Hirota. Lista de artistasAlexandre da Cunha  Artur LescherBrígida BaltarCamila RochaCássio VasconcellosCharles DarwinCláudia JaguaribeDaniel CaballeroDudi Maia RosaEduardo SrurFrans KrajcbergFulvio PennacchiGeórgia KyriakakisHugo FrançaJosé PancettiKimi Nii    Luiz ZerbiniManata LaudadesPedro MottaRodrigo BuenoShirley Paes LemeVanderlei LopesYiftah Peled ONGsFundação SOS Mata AtlânticaGreenpeaceInstituto Socioambiental (ISA)Fundação Pró-TamarSave-BrasilWWF-Brasil Sobre o MuBE O\n MuBE\, Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia\, foi criado em 1986\, a \npartir da concessão do terreno na Av. Europa pela Prefeitura de São \nPaulo. Surgiu de um movimento de milhares de cidadãos a favor da \npreservação da qualidade de vida e do verde em uma das regiões mais \nvalorizadas da cidade de São Paulo. Para a\nconstrução do prédio do Museu foi realizado um concurso que contou com a\n participação de vários arquitetos de renome e foi vencido por Paulo \nMendes da Rocha\, que convidou Roberto Burle Marx para realizar o projeto\n paisagístico. O MuBE é uma das mais importantes construções brutalistas\n do mundo\, uma das principais obras de Paulo Mendes da Rocha\, grande \nnome da arquitetura brasileira e mundial\, vencedor do prêmio Pritzker em\n 2006\,\nconsiderado o Oscar da arquitetura mundial\, e do Leão de Ouro da Bienal \nde Arquitetura de Veneza\, entre outros. Uma maquete do prédio do museu e\n seu projeto fazem parte hoje do acervo do MoMA de Nova York. Sobre a Fundação SOS Mata Atlântica A\n Fundação SOS Mata Atlântica é uma ONG ambiental brasileira. Atua na \npromoção de políticas públicas para a conservação da Mata Atlântica por \nmeio do monitoramento do bioma\, produção de estudos\, projetos \ndemonstrativos\, diálogo com setores públicos e privados\,\naprimoramento da legislação ambiental\, comunicação e engajamento da \nsociedade em prol da recuperação da floresta\, da valorização dos parques\n e reservas\, de água limpa e da proteção do mar. Os projetos e campanhas\n da ONG dependem da ajuda de pessoas e empresas para continuar a \nexistir. Saiba como você pode ajudar em www.sosma.org.br. Serviço:Ambiental: arte e movimentosLocal: MuBE – Museu Brasileiro da Escultura e da EcologiaAbertura: 31 de agosto\, sábado\, das 12h às 18hPeríodo expositivo: 1 de setembro a 3 de novembro\, de terça-feira a domingo\, das 10h às 18hEndereço: Rua Alemanha\, 221\, Jardim Europa\, São PauloEntrada gratuitaMais informações: www.mube.space Veja também\nMuBE aproxima grande público de importantes coleções particulares
URL:https://arteref.com/event/museu-brasileiro-de-escultura-e-ecologia/
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20190821T170000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20190825T200000
DTSTAMP:20260411T014320
CREATED:20190821T163317Z
LAST-MODIFIED:20190910T141935Z
UID:55498-1566406800-1566763200@arteref.com
SUMMARY:13ª SP-Foto estreita vínculos entre a fotografia brasileira e a cena internacional
DESCRIPTION:A SP-Foto – Feira de Fotografia de São Paulo chega  à sua 13ª edição  firmando-se como o mais relevante evento de fotografia do Brasil. De 21  a 25 de agosto\, a Feira ocupa toda a área de eventos do Shopping JK  Iguatemi e reúne as principais galerias\, museus e editoras que atuam com  fotografia no País.  Entre os 43 expositores\, retornam as galerias: Fortes D’Aloia & Gabriel\, Mendes Wood DM\, Vermelho\, Mario Cohen\, Silvia  Cintra + Box 4\, Luciana Caravello\, Luciana Brito Galeria\, além de casas especializadas em fotografia vintage como a Fólio\, a Utópica e a MaPa.   Estreiam as galerias Almeida e Dale+ Leme/AD (São Paulo)\, Galería  Zielinsky (Barcelona) e LAMB Arts (Londres\, São Paulo). De Maureen Bisilliat a Bárbara Wagner\, atividades como o Circuito Ateliês Abertos\, o Meet the Artists e a parceria inédita com a Escrevedeira\,  espaço de eventos literários\,  a programação da SP-Foto amplia o contato do público com nomes  ascendentes e consagrados da fotografia nacional. Além disso\, o evento intensifica o interesse internacional pela fotografia brasileira convidando sete especialistas estrangeiras ligadas a instituições renomadas de arte contemporânea.  As curadoras Margot Norton (New Museum\, EUA)\, Barbara Tannenbaum(Cleveland Museum\, EUA) e Julieta González (Jumex\, México) engrossam reflexões candentes ao mundo da fotografia no Talks desta  edição. DestaquesPara  enriquecer a cena de fotografia e arte contemporânea do Brasil\, a  SP-Foto traz ao público nomes nacionais e internacionais em  efervescência nos principais pólos artísticos do mundo. A Mendes Wood DM\, uma das mais influentes galerias brasileiras no exterior\, apresenta imagens  singulares de duas figuras históricas da arte norte-americana: uma série  em cores da fotógrafa Francesca Woodman\, expostas em 2017 na Fondation Henri Cartier-Bresson (França).Também se destacam na seleção da galeria os artistas brasileiros Luiz Roque e Sofia  Borges. A Vermelho destaca as artistas Cinthia Marcelle\, única brasileira com menção honrosa na Bienal de Veneza\, e Ana Maria Tavares\, que apresenta obra inédita da série Skena in acqua\, com fotografias bordadas. A Dan Galeria apresenta o espanhol José Manuel Ballester com uma série de imagens emblemáticas de São Paulo que retratam ícones como o  Pavilhão Ciccillo Matarazzo e o Edifício Copan. Figura mais conhecida  por aqui\, o britânico Martin  Parr retrata com humor e sarcasmo os costumes da contemporaneidade. Suas fotografias são expostas pela Galeria Lume. É possível localizar certos eixos temáticos que atravessam a Feira. Artistas como Denise Milan (Galeria Lume) e Caio Reisewitz (Luciana Brito Galeria) refletem acerca de tragédias socioambientais que colocam em risco a vida do planeta.  Em outra chave\, tanto Janaina Tschäpe (Fortes D’Aloia & Gabriel) como Luciana Magno (Janaína Torres) registram performances que relacionam o mundo interior e a natureza exterior. Ao todo\, a SP-Foto reúne mais de 80 anos de história da fotografia. A MaPa revela  obras vintage da coleção deKim Esteve\,  com artistas fundamentais para o movimento\, a exemplo de Helmut Newton e Larry  Clark. A Utópica destaca o legado que ícones como German Lorca e José Yalenti deixaram para a formação da fotografia moderna no Brasil. Talks & Meet the ArtistsParte fundamental na programação da SP-Foto\, o Talks abriga encontros  entre curadores\, galeristas\, artistas e colecionadores\, personalidades  que refletem a respeito das tendências no fazer fotográfico e compartilham práticas e pesquisas. Nesta 13ª SP-Foto\, quatro conversas preenchem as tardes de quinta e sexta-feira\, 22 e 23 de agosto. Sob mediação do escritor e curador Miguel Del Castillo\, a curadora norte-americana Margot Norton\, à frente da próxima trienal do New Museum (EUA)\, e o arquiteto Guilherme  Wisnik\, autor da obra Dentro do nevoeiro\, conversam sobre o impacto da contemporaneidade  digital nas imagens\, e os desdobramentos sociais consequentes desse movimento. Em diálogo com o jornalista e pesquisador Ronaldo Entler\, a venezuelana Julieta  González\, do Museo Jumex(México)\, analisa como artistas contemporâneos\, como Christopher  Williams\, Rosângela Rennó e Wolfgang Tillmans\, se apropriam da fotografia para construírem  seus trabalhos. González já fez parte da equipe de curadoria do Whitney  Museum (Nova York) e Tate Modern (Londres)\, onde expandiu de forma significativa o acervo de arte latino-americana e\, mais especificamente\, brasileira. A integração da fotografia ao mesmo mercado de pinturas e esculturas  alterou a percepção da natureza dual da foto enquanto objeto e imagem. O  que essas mudanças implicam para o futuro fotográfico? A curadora norte-americana Barbara Tannenbaum\, do Cleveland  Museum (EUA)\, aterriza  pela primeira vez no Brasil para refletir sobre essas e outras questões  do mercado fotográfico\, ao lado do galerista Mário Cohen. Estreia da última edição\, o Meet the Artists\, programação voltada à troca de experiências com importantes fotógrafos do cenário contemporâneo\, volta este ano com a presença de Bárbara Wagner & Benjamin de Burca e Mauro Restiffe\, ambos representados pela Fortes D’Aloia e Gabriel\, que encontram o público no último dia de Feira\, 25 de agosto. Bárbara Wagner & Benjamin de Burca questionam convenções sobre a cultura  popular e de massa pela arte contemporânea\, evocando temas políticos e identitários em suas fotografias e obras audiovisuais. Além de  representar o Brasil na atual Bienal de Veneza\, a dupla realizou individuais este ano no Stedelijk Museum\, em Amsterdã\, e no Pérez  Art Museum\, em Miami. Quase ativista da fotografia analógica desde os anos 1980\, Mauro Restiffe reapresenta ao público a série Alvorada(2018)\, com vistas particulares do restauro da residência oficial da Presidência da República. Restiffe atualmente  prepara uma grande exposição individual para o centro cultural OGR Torino\, na Itália\, e outras de suas exposições recentes incluem São Paulo\, fora de alcance\, no Instituto Moreira Salles\, e Álbum\,  na Estação Pinacoteca\, ambas em São Paulo. O Talks e o Meet the Artists são atividades gratuitas e acontecem no Cubo\, novo espaço para eventos situado no 3º andar do Shopping JK Iguatemi.  Sujeitas à lotação\, as palestras contam ainda com transmissão ao vivo\, feita em parceria com o Portal Terra. Imersão profissionalAlém das participações já confirmadas para o Talks\, outros importantes  curadores estrangeiros desembarcam no país para participar de uma imersão promovida pela SP-Foto. Tanya Barson\, atual curadora-chefe do MACBA\, em Barcelona visita o Brasil a convite da Feira. Quando na Tate Gallery\, nos anos 2000\, ela realizou importantes individuais de  artistas como Mira Schendel e Hélio Oiticica\,  que reposicionaram a arte brasileira nas discussões contemporâneas no exterior. Sophie Hackett\, curadora da Art  Gallery of Ontario (Canadá) e com larga experiência na relação entre fotografia e o pensamento queer visita o país pela primeira vez. Entre os que retornam estão Elizabeth Cronin\, curadora de fotografia  da NY Public Library (Estados Unidos) e Simon Baker\,  atual diretor da Maison Européenne de la Photographie\, em Paris\, que esteve na SP-Foto em 2017\, quando atuava na Tate  Modern. Essa experiência abarca visitas a coleções públicas e particulares em  instituições e galerias\, assim como encontros com artistas\, sempre com o  intuito de promover a arte brasileira e a dinamizar o  intercâmbio cultural e profissional. Setor editorial e museusPela primeira vez\, a SP-Foto tem um setor dedicado às principais editoras  voltadas a produção de fotolivros e outras publicações relacionadas ao  fazer fotográfico. A proposta é oferecer prints e livros especiais com valores acessíveis ao público. Editoras com forte presença no mercado\, como a Cobogó e a Taschen\, participam da 13ª SP-Foto ao lado da BEI Editora\, Editora Madalena\, Fotô Editorial\, Lovely House\, Terra Virgem e YOW. O MASP também debuta na Feira com os catálogos de suas principais mostras\,\n como Foto Cine Clube Bandeirante: do arquivo à rede. E o MAM retorna\n ao evento com seu tradicional Clube de Fotografia\, uma assinatura anual com edições limitadas de importantes fotógrafos brasileiros. Fotografia & LiteraturaAs relações entre fotografia e literatura são o mote de um novo ciclo de conversas que a SP-Foto lança  nesta 13ª edição\, em parceria com a Escrevedeira – espaço de cursos e eventos literários em São Paulo. Concebido pelo escritor e crítico de arte João Bandeira\, Olho no Olho  – Fotografia & Literatura apresenta três mesas\, com programação dividida entre a sede da Escrevedeira\, nos dias 10  e 17 de agosto\, na Vila Madalena\, e a SP-Foto\, no Shopping JK Iguatemi. Na \nprogramação do ciclo\, profissionais da escrita convidam fotógrafos \nrenomados a falarem sobre autores e livros que influenciaram sua \nprodução imagética. Em diálogo com o escritor e artista Alberto\n Martins\, Maureen Bisilliatreflete sobre seus ensaios fotográficos inspirados por\n obras literárias como “Grande sertão: veredas”; Bob Wolfenson conversa com o jornalista e editor Matinas\n Suzuki Jr. a respeito do trabalho do fotógrafo norte-americano Walker Evans no livro\n “Elogiemos os homens ilustres”; e Cristiano Mascaro faz à escritora Noemi\n Jaffe um relato afetivo acerca de Clarice Lispector e outros autores marcantes para\n seu trabalho. Circuito Ateliês AbertosApresentado pela Stella Artois\, o Circuito Ateliês Abertos retorna com  novidades nesta 13ª edição da SP-Foto. Em 2019\, o Atelier do Centro\, Pivô e Residência  Artística FAAP\, localizados no bairro da República\, passam a integrar o circuito.  Participam também os já tradicionais estúdios coletivos da Vila  Madalena\, Hermes  Artes Visuais\, Projeto Fidalga\, Fonte e Vão  – Espaço independente de arte\,  que abrem as portas para o público conhecer de perto os processos de  artistas ligados ao universo fotográfico e da imagem. O Circuito Ateliês Abertos acontece no 17 de agosto\, o sábado que antecede a SP-Foto\, das 14h às 18h no Centro\, e das 17h às 21h na Vila Madalena. Visitas GuiadasEm parceria  com a Vivo\, a SP-Foto oferece percursos temáticos para o público interessado em conhecer as histórias por trás das obras e dos artistas apresentados na Feira. Elaborados e guiados pelos  especialistas Paola Fabres\, Isabella Lenzi e Gustavo Colombini\, os quatro roteiros exclusivos – breve história da fotografia\, fotografia e modernidade\, cidades e natureza\, corpos e identidades  – convidam o visitante a uma imersão no mundo da fotografia e nas reflexões que circundam esta linguagem. As Visitas Guiadas acontecem  gratuitamente em todos os dias de Feira\, com inscrições abertas sempre uma hora antes da saída de cada visita. Serviço13ª SP-FotoAbertura: quarta-feira\, 21 de Agosto\, das 17h às 21hFuncionamento: de quinta a sábado (22\, 23 e 24)\, das 14h às 21h; e domingo (25)\, das 14h às 20hEntrada gratuitaShopping JK Iguatemi | 3º pisoAv. Presidente Juscelino Kubitschek\, 2041 – Vila Olímpia\, São Paulo\, BrasilTalks22 de agosto\, quinta-feiraMargot Norton e Guilherme Wisnik | Das 17h às 18h30Barbara Tennenbaum e Mario Cohen | Das 19h às 20h23 de Agosto\, sexta-feira Julieta González e Ronaldo Entler |Das 19h às 20hMeet the Artists25 de agosto\, domingoMauro Restiffe | Das16h às 17hBárbara Wagner & Benjamin de Burca |Das 17h30 às 19hEscrevedeira 10 de agosto\, sábado Maureen Bisilliat & Alberto Martins | às 11h17 de agosto\, sábado Bob Wolfenson & Matinas Suzuki Jr. | às 11h Escrevedeira – R. Isabel de Castela\, 14123 de agosto\, sexta-feira Cristiano Mascaro & Noemi Jaffa | às 17h Cubo no JK Iguatemi Circuito Ateliês AbertosCentro17 de agosto\, sexta-feira | 14h às 18h Atelier do Centro | R. Epitácio Pessoa\, 91 Pivô | Av. Ipiranga\, 200 Residência FAAP | Praça do Patriarca\, 78Vila Madalena\n17 de agosto\, sexta-feira | 17h às 21h Ateliê Fidalga | Rua Fidalga\, 299 Vão – Espaço Independente de Arte | Rua Mourato Coelho\, 787 Fonte | Rua Mourato Coelho\, 787
URL:https://arteref.com/event/13a-sp-foto-estreita-vinculos-entre-a-fotografia-brasileira-e-a-cena-internacional/
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20190817T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20191029T140000
DTSTAMP:20260411T014320
CREATED:20190715T145637Z
LAST-MODIFIED:20190715T150723Z
UID:50789-1566036000-1572357600@arteref.com
SUMMARY:Obra multidisciplinar de Flávio de Carvalho ganha exposição individual na Galeria Almeida e Dale
DESCRIPTION:Mostra reúne registros das polêmicas performances do artista\, além de pinturas e desenhos produzidos entre 1930 e 1970 Uma das mais importantes referências da vanguarda brasileira do Séc. XX\, a extensa obra do artista Flávio de Carvalho (1899-1973) estará em exposição\, de 17 de agosto a 19 de outubro\, na Galeria Almeida e Dale\, em São Paulo. Com curadoria de Kiki Mazzucchelli\, a mostra foi originalmente apresentada na Sotheby’s S2 Gallery\, em Londres\, em abril deste ano\, sendo a primeira exposição individual dedicada a Flávio de Carvalho no Reino Unido\, país onde viveu de 1914 a 1922. A seleção de obras oferece um panorama esclarecedor da trajetória multidisciplinar de Flávio de Carvalho\, cobrindo cinco décadas de sua produção. Cerca de cinquenta trabalhos\, entre desenhos\, pinturas\, ilustrações\, materiais de arquivo e documentação dos projetos imateriais do artista\, representam sua diversidade de meios de expressão e sua inestimável contribuição para a ampliação das possibilidades do fazer artístico. Entre os destaques\, está o conjunto de retratos de alguns nomes significativos que acompanharam Carvalho em sua trajetória artística\, formado por pinturas e desenhos cujas linhas expressivas que visam a capturar o estado psicológico de seus modelos. Também chamam atenção os projetos arquitetônicos apresentados pelo artista em concursos nacionais e internacionais. Considerado um dos pioneiros da arquitetura moderna no Brasil\, Carvalho\, em seus projetos\, combinava uma linguagem futurística a elementos alegóricos e decorativos\, evidenciando seu interesse por temas ligados à etnologia\, à psicanálise e à antropofagia. “Flávio de Carvalho é uma das figuras mais interessantes da vanguarda brasileira do século XX. Seus projetos de cunho conceitual atestam seu extraordinário feito de expandir o campo da arte para além de territórios e formas conhecidos\, ampliando assim a própria definição daquilo que pode ser considerado arte”\, comenta Kiki. New LookEm 1931\, Flávio de Carvalho realiza sua primeira intervenção no espaço público; a Experiência n.2\, na qual caminhou contra o fluxo de uma procissão de Corpus Christi nas ruas do centro de São Paulo\, o que\, talvez\, seja o primeiro registro de uma performance no Brasil. Em 1956\, quase aos 60 anos de idade\, o artista desfilou pelas ruas de São Paulo vestindo um blusão bufante\, uma saia plissada e sandálias\, um traje projetado\, segundo ele\, para servir como alternativa ao padrão do terno e gravata e libertar o homem tropical do desconforto causado por estilos de moda importados da Europa. Acompanhado por uma extensa cobertura de imprensa organizada por ele próprio e que pode ser observada em algumas das fotografias presentes nesta exposição\, Flávio de Carvalho batizou a obra de New Look (Experiência n.3). As vantagens funcionais da vestimenta foram impressas em um anúncio criado pelo artista\, trazendo afirmações mais razoáveis como sua capacidade de minimizar a transpiração excessiva até alegações mais inverossímeis\, como sua virtude de evitar guerras devido ao uso de “cores vivas (que) substituem desejos de agressão”. Segundo a curadora KiKi Mazzucchelli\, “a obra é um projeto exemplar de Carvalho\, na medida em que combina o experimentalismo utópico a uma abordagem calcada no racionalismo\, metodologia que utilizou em várias ocasiões para desmistificar as crenças e convenções dominantes.”. O “revolucionário romântico” ou o “antropófago ideal”Cunhado por Le Corbusier após um encontro com Carvalho em 1929\, para definir sua prática artística visionária e multimodal\, o primeiro termo é o mais usado por críticos\, mas\, talvez\, seja insuficiente para capturar o caráter idealista e inventivo do conjunto de sua obra. A segunda definição\, supostamente creditada a Oswald de Andrade\, autor do reconhecido “Manifesto Antropofágico” (1928)\, pode revelar mais sobre sua prática. Segundo o biógrafo J. Toledo\, em Flávio de Carvalho: o comedor de emoções\, Oswald de Andrade assim o exaltou em 1930\, à época do IV Congresso Panamericano de Arquitetura\, no Rio de Janeiro. Na ocasião\, Flávio de Carvalho apresentou um ensaio intitulado A cidade do homem nu\, seu plano diretor para uma nova metrópole nos trópicos que seria destituída de Deus\, propriedade e casamento\, numa proposição extremamente ousada em um contexto cultural ultraconservador. Flávio de CarvalhoPintor\, escultor\, arquiteto\, cenógrafo\, designer\, jornalista\, escritor e dramaturgo\, Flávio de Carvalho nasceu no Rio de Janeiro\, em 1899. Reconhecido por investigações de vanguarda na arte performática\, Carvalho usou seus muitos talentos e formas excêntricas e irreverentes de expressão para chocar a burguesia. Inovou ao adotar novas mídias\, destacando-se por suas inovações no campo do teatro e suas performances artísticas\, abrindo caminho para as novas tendências que se desenvolveram no Brasil a partir dos anos 1960. Aclamado na Europa Ocidental\, na URSS e nos Estados Unidos\, seus retratos expressionistas de personalidades estão em acervos de importantes museus em Nova York\, Paris\, Roma\, Moscou\, além de São Paulo e Rio de Janeiro. Apesar de ter recebido atenção significativa da mídia ao longo de sua carreira\, a obra de Carvalho constantemente se chocou com o conservadorismo dominante\, em uma época em que não havia museus dedicados à arte moderna no país (o primeiro deles\, o MASP\, foi fundado apenas em 1947). Assim\, materiais de arquivo e de documentação relevantes para a reconstrução de sua trajetória artística acabaram sendo dispersados em diferentes coleções públicas e privadas. A exposição apresentada na Almeida & Dale visa contribuir para a contextualização e reavaliação da obra de Flávio de Carvalho\, e será acompanhada de um catálogo contendo textos inéditos que abordam temas significativos para uma melhor compreensão de seu papel fundamental na historiografia da arte brasileira. Individual de Flávio de CarvalhoLocal: Galeria Almeida e DaleEndereço: Rua Caconde\, 152 | Jardim Paulista – São PauloAbertura: sábado\, 17 de agosto\, das 10h às 14hPeríodo expositivo: de 17 de agosto a 19 de outubroVisitação: de segunda a sexta\, das 10h às 19hTelefone: 11 3882-7120Entrada gratuita
URL:https://arteref.com/event/obra-multidisciplinar-de-flavio-de-carvalho-ganha-exposicao-individual-na-galeria-almeida-e-dale/
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20190814T140000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20191015T180000
DTSTAMP:20260411T014320
CREATED:20190715T150526Z
LAST-MODIFIED:20190715T150555Z
UID:50799-1565791200-1571162400@arteref.com
SUMMARY:Stephan Doitschinoff apresenta exposição inédita na Janaína Torres Galeria
DESCRIPTION:Em diversos suportes\, artista revela intensa pesquisa em torno de temas contemporâneos e universais\, que abordam desde pós-verdade e consumismo até espiritualidade e religião. Reflexões acerca de temas polêmicos e tão caros ao mundo atual\, como colonialismo\, democracia\, pós-verdade e o papel das plantas psicoativas na sociedade contemporânea conduzem a obra de Stephan Doitschinoff. Autor de uma arte energética\, ele estrutura seu trabalho em um sistema de símbolos autorais de narrativa singular\, com desenhos\, pinturas\, esculturas\, vídeos e instalações. O artista\, agora\, abre as portas de seu universo onírico e convida o público a adentrá-las por meio da exposição Estaremos aqui para sempre\, individual exibida a partir de 14 de agosto\, na Janaina Torres Galeria. Com curadoria de Daniel Rangel\, a mostra reúne um conjunto inédito de trabalhos produzidos por Doitschinoff nos últimos cinco anos. São obras que evidenciam sua intensa pesquisa sobre a sociedade contemporânea a partir de ícones e símbolos autorais e ainda elementos advindos de diversas culturas e religiões\, como o catolicismo\, a umbanda e o xamanismo. “É uma obra com influências surrealistas\, uma escrita visual carregada de informações criptografadas por uma literatura fantástica imagética acerca da contemporaneidade”\, pontua o curador\, que participará de um bate-papo com o artista no dia 31 de agosto\, das 16h às 18h\, na Galeria. Um dos destaques da exposição é a instalação Interventu (2017)\, obra comissionada por Rachel Thomas\, curadora do Museu de Arte Moderna da Irlanda (IMMA)\, onde o artista foi convidado a fazer uma residência de dois meses. O título e o conceito do trabalho têm origem em uma pesquisa de Stephan em torno da prática votiva e os diversos tipos de ex-votos\, objetos oferecidos a santos e divindades em troca de uma graça. O artista utilizou ex-votos originais de Juazeiro do Norte\, Ceará\, e de outros objetos relativos a esta prática\, para criar um grande altar. Parte da instalação que compôs a exposição original poderá ser vista agora no Brasil\, na Janaina Torres Galeria. É o caso de Palma Votiva\, um ex-voto gigante construído pelo artista a fim de aludir à mão da divindade que desce do céu\, abrindo a realidade\, pronta para intervir por seus fiéis. A obra é materializada com uma mão suspensa produzida em latão e peças esculpidas por repuxo\, fundição\, corte e solda. Em sua palma\, estão incrustados 18 símbolos recorrentes no trabalho de Doitschinoff\, quase todos autorais\, como a Foice com Mariposa\, o Intestino Coroado e a Escada de Degraus Tortos. A série de esculturas de ex-votos em parafina compõe a parte inédita desta exposição. Entre as peças\, os visitantes poderão ver os livros nos quais foram esculpidas em relevo imagens de psicoativos como o ayahuasca\, o cogumelo Psilocibe cubensis\, o cactos Peyote (Lophophora williamsii) e a planta Morning Glory (Ipomoea). “Plantas\, fungos\, extratos vegetais e animais com propriedades psicoativas estão profundamente arraigados às práticas espirituais\, medicinais e ritos de passagem de povos nativos que tiveram sua população e sua cultura marginalizada\, dando lugar à lei\, à cultura e à tradição do conquistador”\, pontua Doitschinoff. A vídeo-performance Marcha ao Cvlto do Fvtvrv (2018)\, criada para a exposição Above\, So Below: Portals\, Visions\, Spirits & Mystics\, comissionada pelo IMMA\, conta com a participação especial de Iggor Cavalera (Sepultura\, Cavalera Conspiracy\, Mixhell)\, Laima Leyton (Mixhell\, Soulwax)\, Donna McCabe (A Ritual Sea) e da escola de samba dublinense Masamba. O vídeo é parte da série Cvlto do Fvtvrv\, obra multimídia no formato de uma “seita-igreja” com muitos dos seus possíveis elementos áudio-visuais: ícones antropomórficos de divindades\, manifestações\, hinos\, publicações\, uniformes\, medalhas\, cartões de identificação\, balcão de adesão e voluntariado. A exposição ainda traz quatro desenhos\, como Três Mundos (110cm x 75cm\, 2019) e O Homem Apropriado (110cm x 75cm\, 2019) e quatro pinturas\, com destaque para a tela As Virtudes da Idolatria (230cm x 194cm\, 2018)\, em que corpos e cabelos de figuras humanas formam uma estrutura geométrica\, como uma espécie de mandala ou estrela\, em alusão ao símbolo do Cvlto do Fvtvrv. A obra traz símbolos\, ícones e referências recorrentes no trabalho do artista\, como velas e oferendas\, que remetem à pesquisa em torno das maneiras através das quais as pessoas procuram se comunicar ou acessar outras dimensões e o mundo espiritual. Outro destaque\, Panoptic Wave (230cm x 180cm\, 2017)\, tem composição inspirada na série de símbolos e ícones criados pelo artista para a instalação 3 Planets – Panoptic Wave\, desenvolvida em parceria com o educativo do Museu de Arte Moderna de São Paulo. Stephan Doitschinoff – Estaremos Aqui Para Sempre Local: Janaina Torres GaleriaEndereço: Rua Joaquim Antunes\, 177 / cj 11\, PinheirosAbertura: quarta-feira\, 14 de agosto\, quarta-feira\, das 19h às 22hPeríodo expositivo: de 15 de agosto até 05 de outubro de 2019Conversa com o curador e o artista na Galeria: sábado\, 31 de agosto\, das 16h às 18h Visitação: de segunda a sexta-feira\, das 10h às 19h\, e aos sábados\, das 11h às 15h (nos dias 31 de agosto e 05 de outubro\, das 14h às 18h)Telefone: (11) 3064-1507Entrada gratuita
URL:https://arteref.com/event/stephan-doitschinoff-apresenta-exposicao-inedita-na-janaina-torres-galeria/
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20190810T000000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20190914T180000
DTSTAMP:20260411T014320
CREATED:20190716T154219Z
LAST-MODIFIED:20190716T154319Z
UID:50968-1565395200-1568484000@arteref.com
SUMMARY:Exposição Naufrágios traz artistas gravadores chilenos para São Paulo
DESCRIPTION:A abertura acontecerá no dia 10 de agosto\, sábado\, das 13h às 17h com presença garantida dos artistas.  A exposição discute o Naufrágio como metáfora de uma cidade que submerge através de imagens do imaginário portenho: a arquitetura\, a relação dos cidadãos com o mar e a cidade como patrimônio histórico. O evento conta com gravuras trazidas do Atelier Casaplan de Valparaíso – Chile. A mostra terá cerca de 35 obras impressas sobre Papel Guarro Super Alfa\, 56x38cm. Artistas: Andrea Pino\, Anita Tuma\, Carolina Bilemberg\, Daniela Stevenson\, Javera Moreira\, Luis Cano\, Marko Molina\, Pamela Saez\, Raul Besoain e Roberto Acosta. Sobre o Atelier CasaPlan: “O Atelier CasaPlan é um espaço de produção e difusão cultural localizado em Valparaíso\, Chile. Buscamos ser um lugar de encontro e reflexão nas artes visuais com ênfase na gráfica e nas práticas artísticas contemporâneas vinculadas a gravura. Para isso contamos com infraestrutura profissional que permite o desenvolvimento de projetos gráfios de alto nível.Nosso trabalho fortalece a oferta cultural da cidade de Valparaíso enriquecendo com novas perspectivas o fazer local. De nossa posição como espaço independente e autonômo apresentamos uma oferta cultual valiosa com uma programação ininterrupta durante todo o ano nas áreas de gravura e impressão. O Atelier desenvolve um trabalho de formação ao mesmo tempo em que recebe artistas residentes que vem desenvolver e investigar novas possibilidades visuais através da gráfica. Neste curto e importante período de existência recebemos artistas nacionais e estrangeiros que se envolvem com este cruzamento disciplinar em obras contundentes.  Serviço: Galeria Gravura Brasileira Abertura – 10 de agosto\, sábado\, 13-17hPeríodo expositivo: 10 de agosto a 14 de setembro de 2019.fotos: divulgaçãoHorário de funcionamento:Segunda a Sexta: 12h00 às 18h00 ou com hora marcadaimagens em alta e mais informações\, por favor entrar em contatofalar com Eduardo BesenEndereço:Rua Ásia\, 219\, Cerqueira César\, São Paulo\, SPCEP 05413-030 – Tel. 11 3624.0301whatsapp- 11.982589842www.gravurabrasileira.com
URL:https://arteref.com/event/exposicao-naufragios-traz-artistas-gravadores-chilenos-para-sao-paulo/
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20190808T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20191006T180000
DTSTAMP:20260411T014320
CREATED:20190730T145953Z
LAST-MODIFIED:20190730T171951Z
UID:52463-1565258400-1570384800@arteref.com
SUMMARY:Artista visual carioca Myriam Glatt inaugura primeira exposição no DF
DESCRIPTION:Arquitetura de Brasília inspirou painel criado especialmente para a mostra no Museu Correios  Brasília inspirou a\nartista visual carioca Myriam Glatt em sua primeira exposição no\nDistrito Federal e oitava individual\, intitulada “Plano Pictório\nPiloto”\, que será inaugurada no dia 8 de agosto\, às 19h\, no\nMuseu Correios. Sob curadoria de Ivair Reinaldim\, a mostra será\ncomposta por dez obras\, sendo cinco inéditas\, incluindo um painel\ncomposto por 184 azulejos inspirado em Athos Bulcão e feito\nespecialmente para a ocasião. Os trabalhos serão organizados em\ntrês núcleos principais que relacionam as obras da artista a\nalgumas questões da capital federal. No primeiro núcleo\nserão apresentadas “Composição Floral 6” e “4\nEstações”\, obras anteriores\, já exibidas no Rio de Janeiro e\nem São Paulo\, que fazem referência tanto ao interesse de Myriam\nGlatt pela condição estrutural do módulo que se repete\, formando\num conjunto maior\, quanto pelo caráter cíclico da natureza. Esses\ntrabalhos\, neste contexto expositivo\, aludem à monumentalidade da\npaisagem do cerrado e ao orgânico como forte presença frente ao\ngeométrico\, elementos que não se excluem\, mas se complementam. Na sequência\, o\nsegundo núcleo reúne “Autofagias”\, “Periódicos”\,\n“Entre Abas” e “Escultura ZigZag”\, reforçando a\npassagem de pesquisas anteriores da artista para a presença de novos\ntrabalhos\, realizados especialmente para a mostra. Em todos eles\, a\nressignificação do suporte (tela\, páginas de jornal e papelão)\,\nora explicita o resgate daquilo que outrora havia perdido sua\nutilidade\, passando a ter seu valor transformado\, ora evidencia a\npossibilidade de reestruturação do fragmento por meio do ato\npictórico\, dando nova visibilidade a esses materiais\, seja pela\ninserção da geometria seja pela predominância das áreas de cor.\nSurge\, nesse processo\, o desejo de participação do espectador\, uma\nvez que alguns desses trabalhos permitem a alteração de suas\nformas. A artista começou a\ntrabalhar com materiais reciclados como papelão\, caixas de fósforos\ne jornais depois de ver o excesso destes descartados pela cidade. A\npartir destes materiais\, a artista\, que é formada em Arquitetura\,\ncria colagens e campos de cor. “Gosto da ideia de construir\, de\ntrazer elementos que vem de diversos lugares para juntos brotar um\nnovo dialogo. Afinal\, deslocar\, apropriar\, selecionar\, cortar\, colar\nparece fazer parte de um pintor contemporâneo”\, analisa Myriam\nGlatt. No terceiro e último\nnúcleo serão apresentadas as obras “Aba Móvel”\,\n“Geometria Móvel”\, “Mandala” e o trabalho que\nparticularmente dialoga com o local da exposição. Neste último\nespaço é possível perceber uma continuidade em relação às\nquestões anteriores\, reforçando-se a ênfase sobre a participação\ndo espectador. Em alguns momentos\, isso ocorre na alteração da\nconfiguração espacial do trabalho por meio da manipulação direta\ndo espectador e\, em outros\, pela presença integral de seu corpo\, que\nse coloca em relação com a proposição artística como um todo.\nParte desse módulo destaca o diálogo da pintura sobre papelão com\nas cores e o ambiente arquitetônico. “A mostra culmina\nno interesse da artista sobre certo aspecto particular de Brasília:\nos azulejos modernistas de Athos Bulcão. A partir da modulação\,\ndetalhes de imagens que fazem referência a formas geométricas e\norgânicas reconhecidas na arquitetura\, na escultura\, na fauna e na\nflora da capital federal\, combinam-se de diferentes modos\, apontando\npara uma diversidade de arranjos e para novos caminhos a serem\nexplorados nesse processo”\, avalia o curador Ivair Reinaldim. Sobre Myriam GlattFormada em Arquitetura pela Universidade Santa Úrsula (RJ)\, pós-graduada em Arte\Filosofia pela PUC-Rio (2014). Estudou escultura no San Francisco Art Institute e no Santa Barbara City College\, California USA (83/84). Trabalhou com arte aplicada e cenografia (1990 a 2000). Deu aulas de escultura em papier maché na universidade Estácio de Sá (1999). Estudou pintura no Parque Lage com Charles Watson (1995 a 1997)\, João Magalhães\, Ivair Renaldim\, Daniel Senise\, Fernando Cocchiarale\, e Marcelo Campos (2008 a 2013). Participou de grupo de estudos do curador Marcelo Campos (2015)\, de Daniela Labra (2017) e atualmente de Marisa Flórido (2018). Tem obras nos acervos dos colecionadores Claudio Valansi e Sabina Matz\, e nos Correios RJ e SP. ServiçoAbertura: 8 de agosto\, às 19hVisitação: 9 de agosto a 06 de outubro de 2019Local: Museu CorreiosEndereço: Setor Comercial Sul\, Q4\, bl. A\, nº 256 – Ed. Apolo\, Asa Sul  – BrasíliaHorários: terça a sexta\, das 10h às 19h; sábados\, domingos e feriados\, das 14h às 18hInformações: (61) 2141-9276
URL:https://arteref.com/event/artista-visual-carioca-myriam-glatt-inaugura-primeira-exposicao-no-df/
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20190807T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20190914T190000
DTSTAMP:20260411T014320
CREATED:20190715T151531Z
LAST-MODIFIED:20190715T151532Z
UID:50807-1565172000-1568487600@arteref.com
SUMMARY:Brian Griffiths realiza exposição Taking Sides na Galeria Luisa Strina
DESCRIPTION:“Faço esculturas porque elas se abrigam no mundo conosco\, como nós. São inanimadas e ainda assim nos definem. O ser e as coisas parecem sempre misturados. Sou atraído por como pensamos com as coisas e como as coisas pensam. No ateliê\, negocio entre o que quero e o que as coisas precisam. Isso geralmente é uma sitcom. Considero a escultura um ato social\, uma investigação social\, um tipo de narrativa rebelde coletiva. Preocupo-me com a maneira como minha escultura difere de objetos em circulação geral como mercadorias e quais relações e valores essa diferença estabelece. Faço uma arte que é cheia de contradições\, falibilidade e sentimentos – algo propositalmente cansado\, como uma alternativa para o brilhante e recém-saído da caixa. Eu estou fazendo um lugar para nós\, para o humano.” [Brian Griffiths\, 2019] Taking Sides\, a quarta exposição individual do artista com a Galeria Luisa Strina\, apresenta duas séries diferentes de trabalhos: No No to Knock-Knocks\, versões de um personagem escultórico de Brian Griffiths\, e AIR SIGNS\, uma série de fotografias de Brian Griffiths e Frank Kent. No No to Knock-Knocks é uma figura tragicômica: um macho caucasiano assemelhado a um boneco nu\, que parece não saber que suas cordas – se alguma vez o seguraram – foram decisivamente cortadas. Careca\, cego e com sua pintura cor-de-rosa e corpo de madeira mostrando sinais de desgaste\, este pequeno performer interpreta o seu papel aos tropeços. Em seu livro Puppet: An Essay on Uncanny Life (2011)\, Kenneth Gross escreve que “o boneco serve como um embaixador ou peregrino do mundo das coisas para os seres humanos”. É um objeto “que tem uma educação\, que aprendeu a agir”. Os não-tão-fantoches de Griffiths são performers ambíguos\, provocando tanto a risada como a simpatia. Objetos materiais\, em vez de corpos vivos\, eles estão fadados a subir ao palco\, apesar da implausível rigidez de sua atuação\, de se comunicar apenas por meio de sua própria matéria aborrecida. Em Taking Sides\, esse personagem aparece para se divertir\, tirar uma soneca ou talvez fingir-se de morto; pontuando o espaço como uma história em quadrinhos rotineira. Esse impulso para desacelerar\, para demorar-se\, pode ser lastreada a tradições do absurdo\, em particular à obra de Samuel Beckett\, em que a ação tende a estacionar. Este pequeno personagem também tem um toque do artista de vaudeville nele – ele interpreta a comédia de pastelão com grande brio e consegue evocar charme e pathos pelo viés do fracasso. As posturas da figura e as fixações rudimentares falam de seu potencial de improvisação em andamento; essas obras de arte admitem a perspectiva de sua própria reformulação. Seu tempo parece expansivo\, sua situação\, mutável; no entanto\, esse arquétipo de “homem comum” está perdido e cego acerca de sua situação e dos problemas de tais ideias universais automáticas – e artificiais. Brian Griffiths e Frank Kent compartilham um ateliê\, eles dividem o estúdio exatamente no meio\, eles tomam partido. Fizeram juntos obras fotográficas chamadas AIR SIGNS. Estas são uma série contínua de trabalhos esculturais que são apresentados como fotografias. É uma colaboração que apresenta objetos de seu estúdio e\, ocasionalmente\, da vida dos artistas. AIR SIGNS valoriza a abordagem improvisada de arranjos formais e a celebração da vida e da arte. Objetos são exibidos\, posicionados e colocados em ação dentro de um cubo de madeira. Essa estrutura constante achata as três dimensões e direciona o foco\, cria um espaço para isolar e examinar as coisas do dia-a-dia. O palco de veludo torna-se uma superfície dramática e ostensiva que sustenta os objetos acompanhando a luz e a atividade de forma incontrolável. Essas imagens oscilam satisfatoriamente entre documento e sonho\, a razão e a intuição; silenciosa e insistentemente\, sugerem imagens de pensamentos com formas estranhas\, ou balões de texto. Esses quadros também estabelecem estrutura e ordem – enquanto objetos\, ações e o próprio processo fotográfico\, tentativas de romper. Tal como acontece com todas as molduras ou fronteiras – elas privilegiam e ignoram (tomando partido de novo) – apresentam um mundo e não o mundo\, admitem que a realidade não é algo exterior\, mas algo que compomos a cada momento\, com uma constante interpretação de fato e ficção\, objetiva e subjetiva. As obras de AIR SIGNS estabelecem um diálogo histórico de arte com outras esculturas fotografadas\, como Involuntary Sculptures\, de Brassaï\, as radiantes fotos de estúdio de Brancusi\, fotografias de Peter Fischli & David Weiss de equilíbrio de objetos do cotidiano (Série Equilibrium)\, imagens de objetos cotidianos de Gabriel Orozco (como Cats and Watermelons\, 1992)\, Marcel Broodthaers (como Daguerre’s Soup\, 1974). A prática de Griffiths sempre negociou as histórias e as linguagens da escultura e seu duplo\, o objeto – ele utiliza a posição de que a escultura não pode mais significar algo específico\, mas sim indicar uma objetividade polimorfa. “Brancusi articulou o estúdio em torno de groupes mobiles (grupos móveis)\, por meio de categorias de escultura\, bases e pedestais. Kent e eu criamos estratégias de agrupamento mais relaxadas e abertas\, em que as abordagens podem ser reconfiguradas diariamente. Isso resulta em imagens mudando de atitude\, do literal e óbvio ao magicamente obscuro; na fotografia Power\, History and Comfort (2019) todas as cadeiras do nosso estúdio são agrupadas. Por este arranjo simples o trabalho passa a falar de diferentes espaços\, atividades (trabalho e lazer) e períodos do design; em Germany to Spain\, England back to Germany (2019)\, uma série de objetos verdes está alinhada e o título mapeia absurdamente as origens dos objetos; em European Magic (2019)\, uma bicicleta voa pelo estúdio iluminado pelo anoitecer”\, analisa Brian. Sobre os artistasNascido em 1968\, em Stratford-upon-Avon\, Inglaterra\, Griffiths vive e trabalha em Londres\, Inglaterra. Mostras individuais recentes incluem: Vilma Gold\, Londres (2016); BALTIC Centre for Contemporary Art\, Gateshead (2015); Tramway\, Glasgow (2014); Galeria Luisa Strina\, São Paulo (2012). Exposições coletivas recentes incluem: Voyage\, Berjamin & Gomide\, São Paulo (2017); Nuit Américaine\, Office Baroque\, Bruxelas (2014); Folk Devil\, David Zwirner\, Nova York (2013); British Art Show 7: In the Days of the Comet\, Hayward Gallery\, Londres e itinerância (2010-11); Rude Britannia: British Comic Art\, Tate Britain\, Londres (2010). Nascido em 1982 em Londres\, UK\, Frank Kent vive e trabalha em Londres. Frank Kent estudou na Royal Academy Schools\, Londres\, e Nottingham Trent University. Exposições anteriores e obras comissionadas incluem: New Works\, mostra individual na Fold Gallery\, Londres\, 2017; Green backrests for lectures and other events\, projeto para a Royal Academy Schools\, Londres\, 2015; Site & Situ\, residência de três meses na Surface Gallery\, Nottingham\, UK\, 2011; Visual Delusions\, exposição individual na galeria Bend In The River\, Gainsborough\, UK\, 2011.
URL:https://arteref.com/event/brian-griffiths-realiza-exposicao-taking-sides-na-galeria-luisa-strina/
END:VEVENT
END:VCALENDAR