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SUMMARY:Exposição "Muirapiranga"\,  inaugura novo espaço na funarte
DESCRIPTION:Com o apoio do Funarte SP\, a escultora Elizabeth Titton apresenta ao público\, a partir de 5 de outubro\, sua mais recente criação: a coleção Muirapiranga.  Levando o nome de uma árvore amazônica de madeira vermelha\, similar ao pau-brasil\, a exposição é uma ode à natureza a partir de esculturas de grandes dimensões feitas em aço corten. A mostra também marcará a abertura de um novo espaço de exposições no complexo artístico e terá estruturas dedicadas a pessoas com deficiência visual. Até 19 de janeiro de 2020\, sob o\npreceito de oferecer aos visitantes a oportunidade de vivenciar as obras de\nforma potente – levando-os a refletir sobre a crescente cegueira do homem\nmoderno perante o mundo que habita –\, 21 obras de grande porte (que variam de 1\na 4 metros de altura) ocuparão 600 m² entre o espaço do pátio\, hoje utilizado\ncomo estacionamento\, e as galerias Flávio de Carvalho e Mario Schenberg. “Com o projeto da exposição\n‘Muirapiranga’ como sua próxima meta de trabalho\, Elizabeth Titton procurava um\nespaço que pudesse receber suas grandes esculturas\, sobre as quais falava com\npaixão. E a equipe da Funarte São Paulo e eu buscávamos possibilidades de\ntransformar o pátio do Complexo em um espaço que recebesse obras de artes\nvisuais\, de arquitetura\, esculturas\, cenários”\, explica a ex-coordenadora da\nRepresentação Regional da Funarte SP\, Maria Ester Lopes Moreira. As peças produzidas por Elizabeth Titton brincam com os sentidos\, na medida em que oferecem a eternidade do metal\, acompanhada da efemeridade das formas. O aço corten possui elementos em sua composição que melhoram as propriedades anticorrosivas\, garantindo\, em média\, três vezes mais resistência do que o aço comum.  As formas\, por sua vez\, são portais e obeliscos produzidos nos últimos três anos a partir de corte a laser das peças metálicas. Esse tipo de obra tem sido material de exploração da artista desde 2006. Anteriormente\, Elizabeth foi diretora do Museu de Arte Contemporânea do Paraná\, nos anos 80\, e professora do curso superior de Escultura da Escola de Música e Belas Artes do Paraná por 16 anos\, na cidade de Curitiba\, onde vive desde os 8 anos de idade. A premissa desse tipo de produção\, que conduz a exposição ‘Muirapiranga’\, é impactar o observador por sua originalidade\, beleza\, significado e dimensões. Para a artista\, o “escultor produz a obra para o outro”\, ou seja\, Elizabeth\, sob grande influência do filósofo Merleau-Ponty\, acredita que “a percepção é fundamental e o corpo é a ferramenta para isso”. Com isso\, ela pretende trazer a realidade à tona e\, muito embora a temática seja evidente por si\, ela deseja oferecer uma experiência no lugar de um discurso especializado.  Neste aspecto\, a artista leva elementos como água\, árvores\, folhas\, flores\, peixes\, pássaros\, nuvens e estrelas\, que há muito tempo a inspira por meio de seus estudos sobre mitologia das comunidades indígenas do Xingu. Além de valorizar e homenagear o meio ambiente com seus “arcos do triunfo”\, ela nos alerta sobre a crescente incapacidade de experimentarmos e enxergarmos o mundo que habitamos. O fenômeno relativo à cegueira é\ninterpretado por Elizabeth Titton como metáfora da muirapiranga\, árvore em\nrisco de extinção\, aqui representada pela ferrugem do metal. Na mostra\, a\nvegetação é representada em forma de portais e obeliscos\, ícones da civilização\,\ncuja função é homenagear a natureza cada vez mais distante dos olhos\, do corpo\ne do conhecimento dos habitantes das cidades\, que cada vez mais vivem num mundo\nvirtual\, abstrato\, cegos ao mundo em que vivemos. Nesse sentido\, da dificuldade de\nenxergarmos\, sete obras serão impressas em 3D\, com aproximadamente 40 cm de\naltura\, para que\, além do público em geral\, visitantes com deficiências visuais\npossam perceber e sentir\, por meio do tato\, o formato das esculturas. Também\nserão instalados pisos especiais nos espaços da mostra\, bem como\ndisponibilizados texto e catálogos em braile e monitores preparados para\natender esse público durante o período da mostra.  Ao pensar em sua experiência\nartística\, Elizabeth sempre se baseia em algumas impressões trazidas à\nreflexão\, por Merleau-Ponty\, especialmente quando o pensador francês disse:\n“Quando percebo\, não penso o mundo\, ele se organiza diante de mim”. Com mensagens gravadas nas paredes\ndos espaços da Funarte\, citações escolhidas pela artista do filósofo francês\,\nestudado por ela em profundidade quando de sua pesquisa de mestrado em Educação\nna UFPR (Universidade Federal do Paraná)\, Elizabeth coloca o público diante da\npresença material e impactante de suas obras\, levando-o a confrontar a\nmaterialidade do aço que\, em seu design simples e de fácil reconhecimento\,\nremete à natureza\, na intenção de conduzir ao mundo encarnado do qual fala o\nfilósofo. A artista quer completar a\nexperiência de perceber o mundo\, conforme o pensamento de Merleau-Ponty\,\nalertando de que a ciência é sua expressão segunda\, pois\, primeiro\, existem os\nrios e as montanhas\, depois os mapas que as representam.  “Sensível e envolvida com sua\ncriação\, Elizabeth Titton enfatiza em sua proposta que a experiência oferecida\npela exposição pode ser experimentada por todos. Olhar\, tocar\, caminhar no seu\nentorno\, bem como sentir a frieza do metal\, é como a artista nos convida a\nestar na exposição. É assim também que nós da Funarte convidamos a todos para\nestarem no Complexo Cultural e dividir conosco essa reflexão acerca do nosso\nestar no mundo como natureza e obra de arte”\, comenta Maria Ester. Tendo em mente que a arte deve ser\nfruída antes de ser pensada\, Elizabeth convida a voltar ao mundo vivido em uma\nexperiência estética que parte de um mergulho na floresta de aço criada no solo\ndo importante espaço de cultura paulistano. Serviço – MuirapirangaFunarte SPEndereço: Alameda Nothmann\, 1058.Abertura ao público: 5 de outubro de 2019\,  às 14h Horário de visitação: terça a sexta\, das 10h às 18h; sábado e domingo\, das 14h às 21hIngresso: gratuitoTérmino: até 19 de janeiro de 2020
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SUMMARY:A artista Maria Fernanda Paes de Barros e o fotógrafo autoral Marcelo Oséas apresentam exposição “Duas Crônicas” no museu A Casa
DESCRIPTION:Exposição conjunta reúne a essência dos trabalhos em obras únicas inspiradas na ancestralidade indígena e ainda agregam contrapartidas sociais. A artista Maria Fernanda Paes de Barros e o fotógrafo autoral Marcelo Oséas apresentam a exposição conjunta “Duas Crônicas”\, com a união de duas temáticas indígenas de etnias diferentes e trabalhos que resgatam a identidade dessas comunidades. A exposição acontece em setembro no Museu A Casa em São Paulo\, instituição que tem como foco na produção cultural brasileira\, contribuindo para o reconhecimento\, valorização e desenvolvimento da produção artesanal ou semi-artesanal. Após uma exposição independente de grande sucesso\, em março\, Marcelo Oséas traz uma nova apresentação de sua série fotográfica “Uma Crônica Munduruku”\, fruto de uma imersão na etnia amazônica que dá nome à série\, localizada no baixo Tapajós. As imagens do dia a dia refletem o desejo da comunidade de fazer a manutenção do seu cotidiano\, mesmo com o contato com a sociedade de consumo e as pressões do mercado de turismo e empreendimentos regionais. Depois de um ano de pesquisa material e da vivência com a aldeia Munduruku\, Marcelo produziu os retratos\, realizados no plano digital da fotografia\, impressos via Fine Art em P&B e colorizadas manualmente com pigmentos naturais coletados na região amazônica. Esse trabalho resultou na série fotográfica que teve participação da comunidade na seleção e construção das fotografias. Esta nova abordagem reflete a aceitação positiva do público durante a primeira exposição das imagens. Somando às fotografias de Marcelo\, Maria Fernanda apresenta “Kwasáwa | Borari”\, propondo o resgate da ancestralidade indígena de um grupo de artesãs\, no Pará\, através da cerâmica e da palha. Durante o desenvolvimento de um projeto na comunidade ribeirinha de Urucureá\, a designer foi surpreendida pelas poucas informações que as artesãs possuíam sobre seus ancestrais e sobre a origem da técnica do trançado de palha que utilizam no seu trabalho.  Essa ausência de conhecimento pode ser fruto de anos de intimidação sofridos pelos indígenas da região\, ou pelo fato de ter sido necessário optar por ser reconhecido como indígena ou população tradicional ribeirinha durante a demarcação de terras vários anos atrás\, uma vez que cada opção dava direitos diferentes a seus integrantes.  O trabalho desenvolvido por Maria Fernanda recupera o valor das vidas e da importância de seus ancestrais através do artesanato tradicional da etnia Borari\, quase inexistente nos dias de hoje: a cerâmica. O resultado disso foi a reprodução na palha das formas moldadas no barro. Cada peça tem um formato e cada artesã produziu uma peça\, numa forma de homenagem à etnia Borari e as suas próprias etnias sejam elas quais forem. O nome do projeto da designer\, Kwasáwa\, significa “conhecimento” na língua indígena Nheengatu. Os dois trabalhos distintos\, mas com diversas intersecções\, dão vida  à exposição “Duas Crônicas”\, a partir do dia 11 de setembro\, no Museu A Casa. Serão expostas 10 fotografias colorizadas manualmente pelo fotógrafo Marcelo Oséas e dez pares de vasos Borari e cestos produzidos pela comunidade de Urucureá. As peças estarão à venda e existe também a contrapartida social\, onde parte da renda será revertida para dar continuidade à construção da escola de cultura e costumes Munduruku\, que visa transmitir os valores tradicionais  e fortalecer a preservação da Floresta Nacional do Tapajós no futuro. Serviço: Data: de 11 de setembro a 29 de setembroOnde: Museu A CasaEndereço: Avenida Pedroso de Morais\, 1216/1234\, São PauloHorário: Terça à Domingo das 10h às 18h30
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SUMMARY:A Galeria de Arte André apresenta a exposição Segmentos
DESCRIPTION:A Galeria de Arte André apresenta a exposição Segmentos\, do artista mineiro Cássio Lázaro. A mostra traz cerca de 50 obras inéditas do escultor\, com trabalhos em aço de pequenas e grandes dimensões\, incluindo cerca de 25 dos chamados ‘segmentos’ de sua obra que se desdobram em diversos tratamentos do aço como carbono\, corten\, inox\, fosco\, espelhado. Destes ‘segmentos’\, podem ser destacadas as Rendas\, Tiras\, Amassados\, Corrosões\, Derretimento nas bordas\, entre outros. A curadoria é de Octávio Guastini. “A obra escultórica de Cássio Lázaro é de uma riqueza extraordinária de formas\, cores\, ritmos\, texturas e ideias. As configurações das partes de suas  obras variam da geometria às formas orgânicas\, resultantes de  procedimentos tais como o corte e a dobra\, a amassadura\, a torção\, a  fragmentação\, a construção”\, afirma Enock Sacramento\, crítico e curador  de arte\, responsável pelo texto de abertura da exposição. O artista nasceu em Cássia\, em Minas Gerais\, em 1952\, cidade que deu  origem ao seu nome. De família muito humilde\, sexto filho de 13 irmãos\,  Cássio saiu de casa muito cedo. Aos nove anos foi trabalhar numa olaria\,  onde começou a se interessar pelo barro e iniciou suas primeiras  brincadeiras com a escultura\, modelando bonecos de barro. Com 14 anos  foi para São Paulo\, onde trabalhou num banco até conseguir uma bolsa  para estudar na Escola Panamericana de Arte. Iniciou suas obras  escultóricas com arame\, passou para materiais coletados e reciclados e  seguiu para o aço. Nos  anos 1970\, expôs na Bienal de Arte de São Paulo\, com figuras sinuosas e  com um nó de 2\,20 metros de altura feito em inox. Em 1977\, foi trabalhar numa fundição\, onde aprendeu todos os processos do bronze\, ferro e aço. Em seu atelier\, desenvolveu maquinário de grande porte para moldar e tecer suas obras em material de difícil arregimentação como o aço.  O  esmero na execução\, o domínio entre a força e a delicadeza\, a constante  pesquisa formal aproximam a obra de Cássio daquela de grandes artistas  da escultura\, isto não só numa proximidade nos resultados obtidos\, mas  na fraternidade velada dos processos\, na busca constante pela obra  ideal\, sua pedra filosofal. Paulo Klein – crítico e curador de artes visuaisDepois de anos trabalhando numa linha de fragmentos em bronze\, o artista iniciou o que chamou de “desenfreado processo de criatividade”\, produzindo trabalhos abstratos em chapa de aço. Lembrou-se dos tempos em que era motoboy no banco\, com os papéis amassados jogados no lixo. Criou\, a partir daí\, a série “Amassados”\, em chapa de aço. “Desta vez eu não tinha nenhuma preocupação em representar figuras\, já sentia e reconhecia a força da arte. Percebi que o exercício de observação da  natureza e de tudo que está ao nosso redor nos fornecem todas as formas\, basta saber representá-las plasticamente. Passei a olhar com mais  cuidado para as erosões do solo\, os estufamentos das pinturas se  rompendo pela umidade\, as sombras se projetando\, etc. Assim foram  nascendo as Rupturas\, as Rasgaduras\, as Explosões\, as Rendas… Eu estava livre para criar e tinha confiança e compreensão do que estava fazendo. A criatividade tornou-se infinita”. Cássio Lázaro. Sem Título. 125 x 125 x 08 cmO artista autodidata afirma que sua experiência aconteceu na prática\, já  que não teve acesso a informações teóricas. “Meu caminho foi longo e  minhas experiências foram consistentes e intensas\, por isso posso afirmar a importância do escultor executar a própria obra\, sempre que  tiver condições para isso. O fazer nos conduz a inúmeras possibilidades  de criação\, pois até quando erramos\, aprendemos com o erro. Ao acompanhar todo o processo do meu trabalho\, vou transformando as sobras\, as rebarbas\, os respingos e vejo nascer novas composições\, tornando infinitas as criações… “. O crítico Enock Sacramento segue ainda em seu texto afirmando que “Muitas de suas esculturas relacionam-se com elementos da natureza\, ações\, conceitos\, noções abstratas. É por isso que a maioria delas recebe títulos como Corais\, Afluente\, Borras\, Colunas\, Torres\, Amassados\, Fragmentação\, Expansão\, Tensão cinética… Na série Afluentes\, por exemplo\, em meio a áreas de configuração textural ou de reentrâncias\, destaca-se uma área lisa que percebemos como um rio. Nas esculturas desta pequena série\, acontece o milagre da transformação do metal em água. Algumas lembram corais\, outras\, resíduos resultantes da ebulição ou infusão\, chamas\, cortes longitudinais de troncos. Nenhuma copia a realidade circundante. Com efeito\, o artista não reproduz a realidade. Ele cria uma outra realidade que é sua obra escultórica”. Sobre a Galeria de Arte AndréUma das galerias de arte mais tradicionais da cidade de São Paulo\, a Galeria de Arte André completa 60 anos em 2019 como a maior galeria de arte da  América Latina e anuncia a fusão de suas sedes e acervos. Atualmente dirigida por Juliana Blau\, a casa fundada em 1959 pelo romeno André Blau (1930-2018) ajudou a forjar o mercado de arte no Brasil e passou por diversos endereços até se consolidar na Rua Estados Unidos\, entre a Avenida Rebouças e a Alameda Gabriel Monteiro da Silva. Referência no mercado de arte brasileira\, há décadas a Galeria de Arte André acolhe gerações de artistas e incentiva o surgimento de colecionadores e amantes das artes. Conhecida pelo seu acervo de esculturas e obras de artistas como Di Cavalcanti\, Candido Portinari\, Alfredo Volpi\, Aldemir Martins\, Manabu Mabe\, Hector Carybé\, Roberto Burle Marx\, entre muitos outros\, a casa oferece ao público exposições periódicas e projetos educacionais e culturais. 60 anos da Galeria de Arte AndréPara celebrar seu aniversário de 60 anos\, a galeria realiza quatro exposições ao longo de 2019. Dentre elas\, duas são coletivas — a primeira e a última  do ano — com curadoria assinada pelo crítico de arte Mario Gioia\,  reconhecido no Brasil e exterior. A primeira delas é a mostra coletiva Entre Artes e Ofícios\, Centros e Arrabaldes\, com abertura em 23 de abril\, que reúne trabalhos de diversas gerações de artistas do Grupo Santa Helena e de nipo-brasileiros. Em junho\, acontece a exposição individual de Sônia Menna Barreto\, artista  apresentada ao mercado pela Galeria de Arte André. A terceira mostra\, por sua vez\, é realizada em setembro e traz obras do artista Cássio  Lázaro. Finalmente\, em novembro\, o encerramento das comemorações se dá por meio de uma mostra coletiva histórica e pelo lançamento do livro que  conta a história da galeria. ServiçoAbertura da exposição Segmentos\, de Cássio LázaroCuradoria de Octávio GuastiniCoquetel de aberturaDia 24 de setembro\, 20hPeríodo expositivo: de 25 de setembro a 19 de outubroHorário de funcionamento: Segunda a sexta\, das 10h às 20h |Sábados das 10h às 14hGaleria de Arte AndréRua Estados Unidos\, 2.280Jardim Paulistano01427-002 – São Paulo – SP(11) 3081-9697 / 3081-3972 / 3063-0427
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SUMMARY:Gestão dos museus de ontem\, hoje e\, agora\, do amanhã
DESCRIPTION:Nelson Colás – Diretor de Relações Institucionais da Feambra (Federação de Amigos de Museus do Brasil) Nada melhor do que mostrar e explicar\ncomo as coisas funcionam para que as pessoas passem a considerá-las relevantes.\nÉ com esta perspectiva pedagógica que o Instituto Brasileiros de Museus (Ibram)\nrealiza a 13ª edição da Primavera dos Museus\, um projeto nacional realizado\nentre os dias 23 e 29 de setembro\, que oferece exposições\, oficinas e palestras\ncom a proposta de trazer mais visitantes aos museus brasileiros. Com o tema “Museus por dentro\, por\ndentro dos museus”\, a campanha quer mostrar para a sociedade como se dá o\ncotidiano museológico e a gestão destes equipamentos — no Brasil\, há 3.800 museus\nem atividade\, muito dos quais pouco conhecidos. Quebrar as barreiras entre as\ninstituições e a sociedade deve ser a pedra de toque não apenas da Primavera\ndos Museus\, mas de todas as ações voltadas ao setor. Por isso\, a ideia é abrir\nas portas para que todos conheçam os museus não apenas nas suas galerias\, mas\nnos processos necessários para que eles se mantenham. As circunstâncias para tanto têm sido\nfavoráveis. Conforme os últimos levantamentos de visitantes\, o Brasil tem se\ndemonstrado um país que\, a cada dia\, tem mudado sua visão em relação ao\nsignificado de ir aos museus. De 2017 para 2018\, 38 milhões de pessoas\nvisitaram museus\, um aumento de 19% em relação a 2017\, segundo os dados do\nIbram. Se os ambientes dos museus\, estão\nrecebendo mais visitantes\, isso se deve a algumas mudanças na relação da gestão\ndesses estabelecimentos. Nos últimos anos\, curadores têm\nimplementado novas técnicas para trazer o público\, com apostas em metodologias\natuais de comunicação e desenvolvimento de eventos que possam atrair adultos\,\njovens ou crianças. O interesse do público também foi\ndespertado por causa de exposições que destacam minorias e grupos antes pouco\nrepresentados. A diversidade foi temas de inúmeras mostras\, que levaram ao\npúblico exposições sobre mulheres\, negros\, indígenas\, comunidade LGBTQI+ e\nartistas não-europeus. São obras que fazem com que pessoas antes “excluídas” da\nagenda se sintam\, agora\, representadas. Outro resultado positivo é que esta\nevolução não está unicamente relacionada a investimentos e ações do poder\npúblico. Associações e voluntariado também têm cooperado para o incentivo à\nvisita de mais pessoas à arte e história. Entre as novas estratégias\, alguns\nmuseus estão promovendo exposições interativas por meio da tecnologia\, para auxiliar\nna imersão das obras exibidas. A Pinacoteca de São Paulo é um bom exemplo\, com\num aplicativo para que os visitantes acompanhem as obras e possam interagir e\naprofundar-se na biografia dos autores. A tecnologia nesse caso é uma\nimportante ferramenta\, pois facilita o entendimento das obras exibidas e\ndesmistifica o conceito de que arte é algo inatingível. Junto a esse cenário atual\, a presença\nde Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) tem cooperado\nna divulgação dos museus\, por meio das mídias sociais. Essa metodologia tem\nampliado\, ainda mais\, a interação das pessoas com o espaço. Tanto é que\, além\nda entrada gratuita promovida em algumas exposições\, o Ibram também aponta o\naumento de 31% do público nos museus no primeiro semestre deste ano\, ocasionado\nprincipalmente em locais onde a utilização das mídias sociais são mais\nenfáticas. A mudança no modelo de comunicação para\npromover e apresentar a exposição da Tarsila de Amaral no MASP\, encerrada em 28\nde julho\, foi igualmente bem sucedida — o museu liberou fotografar as peças\nexpostas e\, com isso\, os milhares de visitantes utilizaram as redes sociais\npara mostrar suas idas\, publicando “selfies” junto às obras da Tarsila.\nUm dos efeitos foi a presença de 402 mil pessoas\, tornando a mostra como a mais\nvista no museu paulistano e superando o número de visitantes no Museu do Louvre\n(França) no mesmo período. É notório que a exposição nas redes\nsociais ajuda a tornar os museus mais conhecidos e atrativos para pessoas pouco\nhabituadas a esse tipo de passeio. Conforme dissertação de mestrado da\npesquisadora Mariana Santana Marques\, grande parte do público entrevistado foi\na algum museu após ver uma selfie do local. As publicações nas redes fazem com que\no engajamento das pessoas aumente. As fotos no Instagram com “hashtags”\, por\nexemplo\, promovem a divulgação do espaço sem o aporte financeiro da publicidade\ntradicional. Como dica\, tanto o poder público quanto associações que dão\nsuporte aos museus podem utilizar esse modelo de divulgação. As inovações na forma de chegar ao\npúblico fazem com que os museus não fiquem no ontem\, mas se fixem no presente\npara se projetarem no amanhã. Que essas inovações sejam constantes. O Brasil\nprecisa de seus museus valorizados não somente quando tragédias como a do Museu\nNacional acontecem. Os museus preservam a nossa memória e nos ensinam a não\ncometermos os mesmos erros tanto no presente\, quanto no futuro.
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SUMMARY:Raquel Saliba apresenta exposição "Os mitos e a memória" no Centro Cultural Correios
DESCRIPTION:Raquel Saliba apresenta suas esculturas a partir do dia 19 de setembro\, até 27 de outubro\, em “Os mitos e a memória”\, onde ela expõe cerca de 200 peças em cerâmica e metal\, de diferentes  texturas\, tonalidades cromáticas\, formas e tamanhos\, estes variando  entre 5cm e 1\,80m.  “Tornar-me artista foi um acaso\, aconteceu. Desde criança eu tenho contato com a  argila\, através de uma prima\, que é artista plástica. Isto certamente  influenciou a minha história: cresci moldando bonequinhas de barro.  Sempre fui apaixonada pela arte\, mas acabei estudando psicologia. Durante a universidade\, fiz um curso de desenho na escola Guignard\, que acabou sendo interrompido por falta de tempo. Já em 2011\, a arte entrou  em minha vida de uma forma tão intensa que não consegui mais parar. De  todas as matérias que já trabalhei\, a argila é a minha favorita”\, diz Raquel Saliba. Com curadoria de Marcus Lontra\, esta é a primeira individual da artista\,  que voltou para o Brasil em 2016\, depois de morar na França\, Austrália e  Inglaterra. “Para\n se abismar com as figuras heroicas de Raquel Saliba é preciso entender o\n mistério essencial da arte. É preciso entender a caverna\, seus ritos e \nmitos\, suas metáforas\, e a ação humana que\, em seu interior\, transforma e\n transfigura o mundo. No interior de nossas cavernas o ser refaz o mundo\n e\, graças à ação da arte\, garante ordem e sentido à sua existência. \nAssim nasce\, assim se cria\, assim se afirma: arte como espaço de \nredenção e pesquisa\, ciência e fé\, construção e acúmulo de saberes\, \ncultura e civilização que asseguram o mistério e a especificidade da \nespécie”\, afirma Marcus Lontra. Saiba mais sobre a artistaNascida em Itaúna\, Minas Gerais\, a artista é graduada em Psicologia\, mas desde 2011 tem se dedicado exclusivamente à arte. Raquel  Saliba já morou em diferentes partes do mundo\, o que possibilitou que  ela fizesse vários cursos e exposições como no Carrossel do Louvre (maio  de 2018)\, por exemplo. Residindo atualmente no Rio de Janeiro\, ela vem  se dedicando cada vez mais às esculturas em cerâmica.  Parte de sua  formação artística: curso Encontros e Reflexões\, com Iole de Freitas\,  2019\, Parque Lage\, Rio de Janeiro\, Brasil; exposição coletiva A Cara do  Rio (Centro Cultural dos Correios)\, 2018; curso Conversando sobre  esculturas objeto etc. e tal com Joao Goldberg\, Parque Lage\, Rio de  Janeiro\, Brasil em 2016 e 2017;  cursos de escultura e cerâmica no  Morley College\, Londres\, Reino Unido  2014 e 2015; cursos de escultura  no Heatherley School of Art\, Londres\, Reino Unido em 2015; workshop “O  inconsciente na argila”\, com  Sandy Brown\, Inglaterra\, junho de 2015;  cursos de Cerâmica e Escultura na UAL (University Arts of London)\,  professor Timothy Harker\, Londres\, Reino Unido em 2013; Centro de Artes  de Fremantle\, Austrália Ocidental 2003. ServiçoLocal: Centro Cultural CorreiosEndereço: Rua Visconde de Itaboraí\, 20 – 3º andar – CentroAbertura: 19 de setembro\, às 18hPeríodo: de 20 de setembro a 27 de outubro de 2019Visitação: de terça a domingo\, das 12h às 19h Entrada franca
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SUMMARY:Move Cine Arte 2019
DESCRIPTION:O Move Cine Arte é um festival internacional de cinema de origem brasileira\, dedicado exclusivamente à exibição de filmes de arte e sobre arte que preenche uma lacuna oferecendo um espaço exclusivo de exibição e discussão de filmes que se debruçam sobre as outras artes\, ampliando o público para as demais formas de expressões artísticas.  O Move propõe uma janela única para filmes que retratam processos de criação\, biografias de  artistas ou obras de outras linguagens que se interligam com o cinema  como arquitetura\, pintura\, escultura\, teatro\, fotografia\, dança\, poesia\,  literatura\, música\, design\, moda\, performance\, videoarte e outras. A  curadoria do festival é realizada por Andre Fratti Costa (Olhar  Periférico Filmes\, Brasil) e Steve Bisson (FilmEssay\, Itália) que este ano selecionou 19 filmes de 14 países. Um júri internacional concederá os prêmios e os filmes agraciados serão exibidos em outubro em Veneza no Palazzo Mora do European Cultural Centre\, em meio a efervescência da  Bienal de Veneza\, a Biennale Arte 2019 que acontece na cidade italiana. Todos os filmes selecionados entre curtas\, médias e longas metragens\, serão exibidos em setembro em São Paulo. A abertura ao público\, com exibição do longa Cravos\, de Marco Del Fiol que aborda 3 gerações de artistas da família do fotógrafo Mario Cravo Neto será realizada no auditório principal do MIS dia 17/09 às 19h seguida de bate-papo entre os curadores Andre Fratti Costa\, Steve Bisson e o diretor Marco Del Fiol. A  cena cultural paulistana simultaneamente também apresenta a obra de  outro membro da família Cravo: o fotógrafo Christian Cravo inaugura “Mariana” exposição homônima ao livro de Christian\, com curadoria de Adriana Cravo\, que será inaugurada no dia 18/09 às 19h no Instituto Tomie Ohtake com 26  fotografias impressas em fine art que retratam as memórias humanas da  maior tragédia ambiental do país: o rompimento da barragem de Fundão\,  que vitimou fatalmente 19 pessoas e desabrigou centenas de famílias em  Mariana – Minas Gerais\, em 2015.  As exibições em São Paulo acontecerão entre os dias 17 e 25 de setembro no MIS-SP (Museu de Imagem e do Som)\, na FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado)\, no Espaço Marieta\, no IAB-SP (Instituto de Arquitetos do Brasil)\, no Istituto Italiano di Cultura de São Paulo\, SENAC Lapa e Sala Tatuí (Lote 42). Em seguida\, nos dias 26 e 27/09 o festival será exibido em Laguna\, Santa Catarina.A fase internacional acontecerá em Veneza dias 18 e 19/10 e segue para Paris em novembro. A entrada é franca em todas as sessões e está sujeita à lotação das salas.  Serviço: Festival MOVE CINE ARTE 2019  https://www.movecinearte.com/ >  programação anexaQuando: de 17 a 25 de setembroOnde/ São Paulo (salas de exibição):  MIS SP – Museu da Imagem e do Som de SP > Av. Europa\, 158\, Jd. EuropaFAAP – Fundação Armando Alvares Penteado> R. Alagoas\, 903 – HigienópolisEspaço Marieta > Rua Dona Maria Paula\, 96 – apt 2 – Bela Vista  IAB SP – Instituto de Arquitetos do Brasil/SP >  R. Bento Freitas\, 306 – 4º andar – Vila BuarqueIstituto Italiano di Cultura > Av. Higienópolis\, 436 – Higienópolis SENAC Lapa > Rua Faustolo\, 1347 – Vila Romana Sala Tatuí (Lote 42) > Rua Barão de Tatuí\, 42 – Santa Cecília?Entrada franca\, filmes legendados (sujeita a lotação das salas de exibição)
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SUMMARY:A Matilha Cultural promove o tradicional Setembro Verde
DESCRIPTION:São Paulo\, setembro de 2019 – A Matilha Cultural promove o tradicional Setembro Verde\, projeto anual do espaço multicultural\, que aborda questões ambientais.  A exposição “Emergência Climática”\, com abertura na terça-feira\, 17 de setembro\, exalta e celebra o meio ambiente\, a relevância dos povos indígenas para a proteção das florestas e a sustentabilidade\, pilares do espaço e da proposta. O evento é uma parceria de artistas indígenas\, Greenpeace Brasil e Coalização SP pelo Clima. Além de destacar a importância da sustentabilidade e o meio ambiente\, o Setembro Verde tem como objetivo alertar o público e provocar reflexões sobre os ataques à floresta amazônica agravados pelo discurso e ações de desmonte da política ambiental do governo Bolsonaro. Os ambientes serão compostos por recursos visuais que vão produzir um cenário com o objetivo de convidar a todos a mergulharem na temática importância da Floresta Amazônica e o impacto de sua destruição no agravamento da emergência climática.  Um dos ambientes recebe a exposição NI MEKEA\, que significa proteção da floresta\, em hãtxa kuin\, a língua Huni Kuin. Composta por  pinturas produzidas por jovens indígenas do Ponto de Cultura Kayatibu\, que trabalha com o resgate da sua cultura através da arte: obras de Yaka Huni Kuin\, Yube Shanu Tupinambá e Inu Shane Kaya. Com muita sensibilidade\, cor e expressão artística\, as obras apresentam a luta e riqueza de quem vive o dia a dia da preservação da floresta amazônica. Na noite de abertura\, haverá apresentação musical dos indígenas também. Em outro ambiente\, projeção de dados\, mapas\, fotografias e vídeos do Greenpeace mostrarão os registros feitos ao longo de 2019 que abordam o processo de desmatamento e queimadas. Também será exibido video documentário do Projeto “Amanhã é Hoje” que retrata o impacto das mudanças do clima na vida de milhares de brasileiros; Ainda para tratar da emergência que vive a região amazônica\, a exposição conta com materiais da Coalizão SP pelo Clima\, que se trata de uma articulação ampla\, composta por diversos coletivos que vem buscando fazer o debate socioambiental por meio de ações de combate às mudanças climáticas e construindo a Greve Global Pelo Clima\, que acontece no dia 20 de Setembro\, em São Paulo. O material gráfico foi produzido  pelo coletivo artístico Bijari. Cine Matilha recebe programação especial com filmes que trazem temática ambiental como “Amazônia Retorna”\, “O Escape” e “O professor substituto”. Fique atento no site e nas redes para programação completa. ServiçoSetembro Verde na Matilha CulturalEndereço: Rua Rego Freitas\, 542 – República\, São Paulo\, SPData: a partir de 17/09Horário: terça a sábado\, das 11h às 22h. domingo\, das 10h às 20hEntrada Livre
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SUMMARY:Maria Laet inaugura exposição "Sobrecéu" na Galeria do Lago
DESCRIPTION:A Galeria do Lago inaugura\, no dia 14 de setembro\, das 15h às 18h\, a exposição “Sobrecéu”\, da artista Maria Laet\, com curadoria de Isabel Sanson Portella.  Sobrecéu (título que faz referência à estrutura formada pela copa das árvores)\, busca falar da luz do sol que atravessa os pequenos espaços vazios formados pela trama da copa das árvores.  Trama que existe como uma espécie de pele da  floresta\, como uma matriz em movimento constante\, que filtra e desenha a luz\, o céu que por ela atravessa e alcança o lado dentro\, o lado do chão\, o outro lado.  Chapas de alumínio sensíveis à luz são colocadas no chão\, expostas a esses  pontos de luz\, na tentativa de gravar sobre a superfície do metal\, segurar no tempo\, algo que é tão delicado e efêmero na sua constante repetição. O trabalho final é um díptico\, constituído pela própria chapa de alumínio  (que depois de revelada tem sua cor em constante transformação)\, e sua  imagem inicial congelada no tempo\, mostrando a cor inicial da chapa e  ressaltando essa transformação. ServiçoAbertura: 14 de setembro\, sábado\, das 15h às 18hVisitação: 15 de setembro a 24 de novembro de 2019Horário: terça a sexta\, das 10h às 17h; sábado\, domingo e feriados\, das 11h às 18hGaleria do Lago (Museu da República)Endereço: Rua do Catete\, 153 – Catete\, Rio de Janeiro
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SUMMARY:Galeria Karla Osorio apresenta a exposição Percursos da Matéria
DESCRIPTION:A Galeria Karla Osorio\, em Brasília\, abre no dia 10 de setembro\, às 19h\, a exposição “Percursos da Matéria”\, individual do artista marroquino Hassan Bourkia.  O artista apresentará obras inéditas produzidas em residência artística na galeria por quase 40 dias. Neste período\, Bourkia realizou um grande processo de pesquisa e criação de novas obras inspirado por sua experiência no Brasil\, onde veio pela primeira vez.  O resultado são quase trinta obras tridimensionais com pinturas e esculturas. O artista\, um dos mais célebres do Marrocos\, utilizou uma técnica muito original com materiais orgânicos tais como: cinzas\, cal\, terra\, ovo e objetos encontrados (madeira\, ferro\, etc..). Até novembro o artista considerado o “poeta dos artistas marroquinos” e reconhecido mundialmente\, está em outro grande evento na América Latina\, pois é um dos destaques da BIENALSUR 2019\, em Buenos Aires\, onde divide pavilhão com Michelangelo Pistoletto. GaKO art. Hassan Bourkia. A La Pintura\, 2019.Mixed media on canvas.100 x 100 cmServiçoExposição Percursos da matériaEm cartaz até 25 de outubro A galeria está aberta à visitação de segunda a sexta-feira\, entre 9h e 18h\, mediante agendamento.Possível receber grupos escolares e instituições interessadas em visita guiada.Mais informações em:  Galeria Karla Osorio
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SUMMARY:"Cidades Inteligentes" une arte e comunidade para transformar passarela de SP
DESCRIPTION:Projeto que vai levar intervenções artísticas e oficinas para jovens de comunidades de várias cidades do país\, desembarca no bairro Água Branca em SP e ‘dá cara nova’ para passarela No começo de setembro\, o projeto ‘Cidades Inteligentes’ desembarca na capital de São Paulo. Com a proposta de mobilizar a própria comunidade para colocar a ‘mão na massa’ e transformar espaços públicos usando a arte e a sustentabilidade\, serão realizadas intervenções artísticas e oficinas para jovens de 12 a 18 anos em cinco pontos do país.  São Paulo vai ser o primeiro deles a receber a ação\, onde os participantes serão conduzidos pelo grafiteiro Enivo\, transformando a passarela que passa sobre a linha 8 Diamante da CPTM\, no bairro Água Branca. A festa de ‘inauguração’ do espaço repaginado vai trazer DJ e outras atrações culturais\, no dia 16 de setembro (segunda-feira)\, na própria passarela. Com patrocínio da Duratex\, por meio da marca Deca\, a iniciativa foi concebida pela produtora cultural Numen Produtora e é uma realização da Secretaria Especial da Cultura\, Ministério da Cidadania e Pátria Amada Brasil Governo Federal\, viabilizada por meio da Lei de Incentivo à Cultura. E quem está na parte da criação das atividades é o estúdio Plantar Ideias\, responsável por coordenar as oficinas e integrar a parte estética do trabalho.  A passarela é localizada na Avenida Santa Marina\, nome em homenagem a uma antiga fábrica de vidros do bairro. Todo o projeto pode ser acompanhado pela hashtag #seliganapraça nas redes sociais (www.facebook.com/projetocidadesinteligentes e @projetocidadesinteligentes no Instagram) e pelo site numenprodutora.com.br/projetocidadesinteligentes . “Ao realizar uma intervenção coletivamente\, mostramos que a arte pode e deve ser acessível e presente em diversos cantos da cidade\, e como isso melhora a qualidade de vida da comunidade\, trazendo ideias\, sonhos\, esperança\, deixando o ambiente mais leve\, agradável e convidativo para a vida em grupo”\, diz Gianna Toni\, produtora executiva do projeto pela Numen Produtora. A ação vai reunir jovens do Instituto Rogacionista e adolescentes da região\, a partir do dia 09 de setembro\, para ciclos de oficinas gratuitas teóricas e práticas de grafite e pintura\, design paisagístico e de mobiliário urbano. A principal intenção é que nos 5 dias de aulas\, os adolescentes aprendam ferramentas que\, unidas com a arte e a sustentabilidade\, permitam continuar a manutenção do trabalho que fizerem\, ou até mesmo que usem em empreendimentos futuros. “A proposta busca incentivar crianças e jovens a compreender a composição de materiais\, formas e cores no intuito de estimular a criatividade e viabilizar a revitalização dos espaços urbanos com os resultados das oficinas. Serão utilizados materiais comuns e de fácil acesso\, plantas comestíveis entre outros materiais e elementos buscando o reaproveitamento ou ressignificação de materiais”\, comenta Luciana Pitombo\, da Plantar Ideias. “Entendemos que é fundamental estarmos próximos de comunidades\, porque acreditamos que juntos podemos atuar de forma muito mais eficaz para a promoção do desenvolvimento local. Este projeto contribui para a inclusão social\, empoderando os participantes sobre responsabilidades nos espaços coletivos\, além de estimular o desenvolvimento de novas habilidades\, tanto pessoais quanto coletivas”\, avalia Eliane dos Santos\, coordenadora de Sustentabilidade da Duratex\, empresa dona da marca Deca. As oficinas com os jovens de cada município vão ser ministradas por uma equipe de educadores especialistas nas respectivas áreas\, valorizando talentos locais. Em São Paulo\,  destaca-se a participação do grafiteiro Enivo\, um dos nomes mais influentes na cena paulistana do grafite\, que conduzirá as oficinas de grafite e pintura\, além de deixar sua arte na passarela. “Estou muito feliz em participar do projeto\, porque aos 12 anos a arte transformou minha vida. E hoje tenho como missão colaborar na formação e transformação dos jovens. Eu me vejo em cada um deles”\, comenta o grafiteiro Enivo. Ao final do projeto\, vai acontecer uma festa de ‘inauguração’ da passarela ao som de DJ e atrações culturais. Além disso\, para potencializar a circulação de pessoas\, uma rede de wi-fi com conexão gratuita vai ser instalada no espaço trabalhado.  O projeto vai até novembro e no roteiro dos lugares que vai passar também estão Jacareí-SP\, Jundiaí-SP\, Uberaba-MG e Queimados-RJ. 
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SUMMARY:Luiz Aquila III Milênio - criação em aberto
DESCRIPTION:Segundo o poema de João Cabral de Melo Neto\, “Quadro  nenhum está acabado/ disse certo pintor;/ se pode sem fim continuá-lo\,/  primeiro\, ao além do quadro/ que\, feito a partir de tal forma\,/ tem na tela\, oculta\, uma porta/ que dá a um corredor/ que leva a outra e a  muitas outras”. “A lição de pintura” traduz a essência da exposição  “Luiz Aquila III Milênio – criação em aberto”\, onde o artista apresenta  obras inéditas realizadas entre 2009 e 2019\, a partir 31 de agosto\, no Museu Nacional de Belas Artes. Ao  todo\, serão expostas 30 pinturas\, que contam com a liberdade criativa  do artista para articular cores e contrastes\, através de planos e pinceladas presentes e expressivas com dimensões que vão de 70x90cm até  210x140cm.            “Luiz Aquila pertence a uma geração de artistas com sólida e erudita  formação. Disciplinado e meticuloso\, desenvolve na intimidade de seu  ateliê as suas obras\, a partir de intensa pesquisa de materiais e  suportes. Diariamente\, num exercício incansável de amor e troca\, tensão e  conflito entre criador e criatura\, transita entre telas\, cavaletes\, pincéis\, desenhos\, rabiscos e superposições cromáticas\, quando a sua  mão\, em gestos cadentes e poéticos\, proporciona\, uma obra mágica\, uma  obra única\, fruto da inquietação de um pintor maior”\, afirma Monica Xexéo\, diretora do Museu Nacional de Belas Artes.          Trechos de textos críticos e estudiosos\, como Casimiro Xavier de Mendonça\, Felipe Chaimovich\,  Lauro Cavalcanti\, Lelia Coelho Frota\, Luiza Interlenghi\, Marcus Lontra\,  Mario Barata\, Vanda Klabin\, Vera Pedrosa e Wilson Coutinho compõem o espaço expositivo da Sala Bernardelli\, ajudando o visitante a conhecer a trajetória do artista. Um exemplo é a frase do crítico e historiador Frederico Morais que elucida\, em parte\, a escolha do nome da mostra: “Aquila  procura manter seu processo de criação em aberto\, sujeito a alterações\,  o quadro fluente\, em andamento. O quadro vai nascendo ali\, no  corpo-a-corpo com a matéria com que constrói sua pintura\, num diálogo  ativo e inteligente”.          Uma das paredes foi reservada para a exibição do filme-documentário “Aquila\, Luiz”\, dirigido por Luiz Carlos Lacerda. “Acredito\n que todo cineasta deve ter o cuidado de procurar nas Artes Plásticas \nreferências de luz e enquadramento. Minha admiração pelo trabalho do \nAquila vem de muito tempo\, nos conhecemos há vários anos. Devo bastante \nao resultado da fotografia e do movimento de câmera\, que acompanha o \nritmo das suas pinceladas\, ao diretor de fotografia Alisson Prodlik”\, diz Luiz Carlos. “O que mais me chamou atenção durante as\n filmagens foi o extremo compromisso com a liberdade de criação. É uma \nrelação impulsiva\, ele entra num transe e fica obnubilado pela \nexpressão”\, complementa.  Durante  a exposição\, até o dia 1º de dezembro\, haverá uma programação variada de atividades\, que prevê visitas comentadas pelo artista e palestras com alguns convidados especiais.  Desdobramentos de quadros e pintura-instalação composta por sete grandes telas se destacamCerta vez\, o curador Lauro Cavalcanti afirmou que a produção de Aquila seria uma pintura “em permanente construção”. Um dos destaques da mostra\, a série de quatro telas “Mergulhos no Azul”\, confirma esta fala\, onde a cor é usada como assunto e a partir dela ocorrem improvisos cromáticos.   Impactante\, a composição de sete telas originadas da pintura-instalação do MAM-SP\, em 2013\, está sendo exibida no Rio pela primeira vez. As pinturas dinâmicas e gráficas medem 210×140cm cada uma\, e ganham uma dimensão monumental capaz de  transportar o espectador para dentro da atmosfera do artista\, que aqui  utilizou técnica mista de acrílica e eventual uso de colagens.  Saiba mais sobre o artistaLuiz\n Aquila criou na pintura\, no desenho e na gravura. Também foi professor e\n diretor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage\, onde exerceu grande \ninfluência sobre a Nova Pintura Brasileira\, Geração 80. Nasceu em 27 de \nfevereiro de 1943\, no Rio de Janeiro\, e iniciou-se nas artes através de \nseu pai\, o artista plástico e arquiteto Alcides da Rocha Miranda. Foi \naluno de Aluísio Carvão\, pintura\, no MAM-RJ e de xilogravura de Oswaldo \nGoeldi na Escola Nacional de Belas Artes. Frequentou cursos livres na \nUniversidade de Brasília (UnB)\, foi bolsista do Governo Francês em \nParis\, do British Council em Londres\, e da Fundação Gulbenkian em Lisboa\n e Évora. Ao longo da carreira\, participou de mais de 200 exposições \n(individuais e coletivas) no Brasil e no exterior\, e foi chamado pelo \ncrítico Frederico Morais de “herói de sua própria pintura”. Participou \nda 17ª\, 18ª e 20ª Bienal Internacional de São Paulo em 1983\, 1985 e \n1989\, respectivamente e também da Bienal de Veneza. Em 1988\, \ntransferiu-se para Petrópolis\, região serrana do Rio de Janeiro. Em \n1992\, o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ) e\, em 1993\, o \nMuseu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP) realizaram mostras\n retrospectivas de seu trabalho. Em 2003\, exposição individual no Museu \nde Arte Contemporânea (MAC-Niterói).  Em 2013\, o artista comemorou cinco\n décadas de trajetória com uma grande retrospectiva no Paço Imperial. Ficha técnicaApresentação: Monica Xexéo  Coordenação Geral: Patricia Costa – Galeria Patricia CostaProdução: Paulo BranquinhoAssessoria de Imprensa: Bia Sampaio (BriefCom) e Nelson Jr.Design: 19design / Heloísa FariaAssistente do artista: Lilia Olmedo MonteiroCom exibição de filme de Luiz Carlos Lacerda.ServiçoExposição “LUIZ AQUILA III MILÊNIO – criação em aberto”Abertura: dia 31 de agosto\, sábado\, das 14h às 18hLocal:  Museu Nacional de Belas Artes/MNBA – Avenida Rio Branco\, 199 – CinelândiaSala: BernardelliVisitação: de terça a sexta\, das 10h às 18h\, sábados\, domingos e feriados\, das 13h às 18hPeríodo: de 1º de setembro a 1º de dezembro de 2019Ingressos:  R$ 8\,00 inteira\, R$ 4\,00 meia e ingresso família (para até 4 membros de  uma mesma família) a R$ 8\,00. Grátis aos domingos. Tel: (21) 3299-0600Informações sobre a exposição: Bia Sampaio (BriefCom) – (21)98181-8351/biasampaio@briefcom.com.brNelson Jr – imprensa@mnba.gov.br
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SUMMARY:Luciana Brito Galeria inaugura mostras de Caio Reisewitz e Érika Malzoni
DESCRIPTION:No dia 31 de agosto\, a Luciana Brito Galeria vai inaugurar as individuais de Caio Reisewitz e da artista convidada Érika Malzoni.  A mostra de Caio Reisewitz\, intitulada Cassino\, apresenta uma série inédita de cinco fotos de grandes dimensões\, realizadas na praia de nome homônimo ao da exposição. Todas as imagens parecem conter o mínimo necessário para a identificação de uma paisagem\, flertando com a abstração. A exposição conta com texto crítico de Luisa Duarte. Dando continuidade ao projeto Artista Convidado\, a Luciana Brito Galeria tem a honra de apresentar trabalhos inéditos de Érika Malzoni. A exposição denominada Expressura\, mostra um conjunto de obras construídas a partir daquilo que sobrou\, usando materiais simples e domésticos para refletir sobre temas como a transitoriedade\, o excesso\, a vulnerabilidade e a memória. ServiçoEndereço: Av. Nove de Julho\, 5162 – Jardim Europa\, São PauloData: 31/08 (sábado) a 26/10 (sábado)Telefone: (11) 3842-0634http://www.lucianabritogaleria.com.br/
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SUMMARY:Invenções Híbridas\, uma performance de Paulo Nenflidio
DESCRIPTION:Invenções Híbridas – Paulo NenflidioNo dia 05/10\, haverá a para a performance\, lançamento do catálogo e conversa com o artista Paulo Nenflidio\, em sua exposição Invenções Híbridas\, na Caixa Cultural SP.  A mostra conta com a curadoria de Fernanda Vogas e está em curso na Caixa Cultural São Paulo.  A performance terá início às 14h30 e a conversa às 15h. O local está situado na Praça da Sé\, 111 – Centro.  Veja também\nPaulo Nenflidio\, o artista que esculpe o invisível
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SUMMARY:Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia aborda o tema socioambiental
DESCRIPTION:De 31 de agosto a 3 novembro\, o MuBE (Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia) abre suas portas para a mostra Ambiental: arte e movimentos. Com curadoria de Cauê Alves\,  curador chefe do Museu\, e Marcia Hirota\, diretora-executiva da Fundação SOS Mata Atlântica\, a exposição\, que reúne trabalhos de 22 artistas\, entre  desenhos\, pinturas\, fotografias e instalações que dialogam direta e  indiretamente com questões ecológicas\, também abrirá espaço para que organizações socioambientais apresentem suas ideias e ações. A coletiva traz obras de artistas como Alexandre\n da Cunha\, Arthur Lescher\, Brígida Baltar\, Cláudia Jaguaribe\, Dudi Maia \nRosa\, Luiz Zerbini\, Pedro Motta e Rodrigo Bueno. A convite do MuBE\, as organizações Fundação SOS Mata Atlântica\, Greenpeace\, Instituto Socioambiental (ISA)\, Fundação Pró-Tamar\, Save-Brasil e WWF-Brasil ocupam a área externa do MuBE no dia da abertura e na tradicional feira dominical\, e trazem uma série de ações ao longo do\nperíodo expositivo.  A\n mostra tem como objetivo reafirmar o papel do Museu no debate das \nquestões do meio ambiente. O MuBE nasceu da organização da sociedade \ncivil\, em pleno processo de abertura política no final da década de \n1980\, em defesa da qualidade de vida na cidade e da preservação do \nverde. “Temos\n enfatizado um olhar contemporâneo sobre a arte para ampliar o \nentendimento das pessoas sobre a ocupação do espaço e incorporando as \nexpressões que dialogam com nosso ambiente”\, afirma Cauê Alves. Em\n 1986 – mesmo ano em que o terreno onde hoje é o MuBE foi desapropriado e\n cedido para a construção do museu – foi criada a Fundação SOS Mata \nAtlântica\, época em que emergia a consciência ecológica e a luta pela \ndemocracia e por diversas causas sociais no Brasil. Organizava-se\,\nentão\, um forte movimento ambientalista no país para estruturar espaços \nde debate sobre o tema. Na mostra\, o público poderá visitar uma linha do\n tempo com imagens\, vídeos e informações desta história e conquistas até\n os dias de hoje. “Nascemos\n do interesse genuíno de lutar por algo que é de todos e assim devemos \nnos manter\, sempre respeitando as características e funções da natureza \npara nosso bem-estar. É importante que a sociedade entenda a importância\n dos movimentos socioambientais. Sempre colaboramos para o debate a \npartir de dados\ncientíficos\, na formulação de estratégias relevantes e políticas \npúblicas eficazes para toda a população”\, afirma Marcia Hirota. Lista de artistasAlexandre da Cunha  Artur LescherBrígida BaltarCamila RochaCássio VasconcellosCharles DarwinCláudia JaguaribeDaniel CaballeroDudi Maia RosaEduardo SrurFrans KrajcbergFulvio PennacchiGeórgia KyriakakisHugo FrançaJosé PancettiKimi Nii    Luiz ZerbiniManata LaudadesPedro MottaRodrigo BuenoShirley Paes LemeVanderlei LopesYiftah Peled ONGsFundação SOS Mata AtlânticaGreenpeaceInstituto Socioambiental (ISA)Fundação Pró-TamarSave-BrasilWWF-Brasil Sobre o MuBE O\n MuBE\, Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia\, foi criado em 1986\, a \npartir da concessão do terreno na Av. Europa pela Prefeitura de São \nPaulo. Surgiu de um movimento de milhares de cidadãos a favor da \npreservação da qualidade de vida e do verde em uma das regiões mais \nvalorizadas da cidade de São Paulo. Para a\nconstrução do prédio do Museu foi realizado um concurso que contou com a\n participação de vários arquitetos de renome e foi vencido por Paulo \nMendes da Rocha\, que convidou Roberto Burle Marx para realizar o projeto\n paisagístico. O MuBE é uma das mais importantes construções brutalistas\n do mundo\, uma das principais obras de Paulo Mendes da Rocha\, grande \nnome da arquitetura brasileira e mundial\, vencedor do prêmio Pritzker em\n 2006\,\nconsiderado o Oscar da arquitetura mundial\, e do Leão de Ouro da Bienal \nde Arquitetura de Veneza\, entre outros. Uma maquete do prédio do museu e\n seu projeto fazem parte hoje do acervo do MoMA de Nova York. Sobre a Fundação SOS Mata Atlântica A\n Fundação SOS Mata Atlântica é uma ONG ambiental brasileira. Atua na \npromoção de políticas públicas para a conservação da Mata Atlântica por \nmeio do monitoramento do bioma\, produção de estudos\, projetos \ndemonstrativos\, diálogo com setores públicos e privados\,\naprimoramento da legislação ambiental\, comunicação e engajamento da \nsociedade em prol da recuperação da floresta\, da valorização dos parques\n e reservas\, de água limpa e da proteção do mar. Os projetos e campanhas\n da ONG dependem da ajuda de pessoas e empresas para continuar a \nexistir. Saiba como você pode ajudar em www.sosma.org.br. Serviço:Ambiental: arte e movimentosLocal: MuBE – Museu Brasileiro da Escultura e da EcologiaAbertura: 31 de agosto\, sábado\, das 12h às 18hPeríodo expositivo: 1 de setembro a 3 de novembro\, de terça-feira a domingo\, das 10h às 18hEndereço: Rua Alemanha\, 221\, Jardim Europa\, São PauloEntrada gratuitaMais informações: www.mube.space Veja também\nMuBE aproxima grande público de importantes coleções particulares
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SUMMARY:13ª SP-Foto estreita vínculos entre a fotografia brasileira e a cena internacional
DESCRIPTION:A SP-Foto – Feira de Fotografia de São Paulo chega  à sua 13ª edição  firmando-se como o mais relevante evento de fotografia do Brasil. De 21  a 25 de agosto\, a Feira ocupa toda a área de eventos do Shopping JK  Iguatemi e reúne as principais galerias\, museus e editoras que atuam com  fotografia no País.  Entre os 43 expositores\, retornam as galerias: Fortes D’Aloia & Gabriel\, Mendes Wood DM\, Vermelho\, Mario Cohen\, Silvia  Cintra + Box 4\, Luciana Caravello\, Luciana Brito Galeria\, além de casas especializadas em fotografia vintage como a Fólio\, a Utópica e a MaPa.   Estreiam as galerias Almeida e Dale+ Leme/AD (São Paulo)\, Galería  Zielinsky (Barcelona) e LAMB Arts (Londres\, São Paulo). De Maureen Bisilliat a Bárbara Wagner\, atividades como o Circuito Ateliês Abertos\, o Meet the Artists e a parceria inédita com a Escrevedeira\,  espaço de eventos literários\,  a programação da SP-Foto amplia o contato do público com nomes  ascendentes e consagrados da fotografia nacional. Além disso\, o evento intensifica o interesse internacional pela fotografia brasileira convidando sete especialistas estrangeiras ligadas a instituições renomadas de arte contemporânea.  As curadoras Margot Norton (New Museum\, EUA)\, Barbara Tannenbaum(Cleveland Museum\, EUA) e Julieta González (Jumex\, México) engrossam reflexões candentes ao mundo da fotografia no Talks desta  edição. DestaquesPara  enriquecer a cena de fotografia e arte contemporânea do Brasil\, a  SP-Foto traz ao público nomes nacionais e internacionais em  efervescência nos principais pólos artísticos do mundo. A Mendes Wood DM\, uma das mais influentes galerias brasileiras no exterior\, apresenta imagens  singulares de duas figuras históricas da arte norte-americana: uma série  em cores da fotógrafa Francesca Woodman\, expostas em 2017 na Fondation Henri Cartier-Bresson (França).Também se destacam na seleção da galeria os artistas brasileiros Luiz Roque e Sofia  Borges. A Vermelho destaca as artistas Cinthia Marcelle\, única brasileira com menção honrosa na Bienal de Veneza\, e Ana Maria Tavares\, que apresenta obra inédita da série Skena in acqua\, com fotografias bordadas. A Dan Galeria apresenta o espanhol José Manuel Ballester com uma série de imagens emblemáticas de São Paulo que retratam ícones como o  Pavilhão Ciccillo Matarazzo e o Edifício Copan. Figura mais conhecida  por aqui\, o britânico Martin  Parr retrata com humor e sarcasmo os costumes da contemporaneidade. Suas fotografias são expostas pela Galeria Lume. É possível localizar certos eixos temáticos que atravessam a Feira. Artistas como Denise Milan (Galeria Lume) e Caio Reisewitz (Luciana Brito Galeria) refletem acerca de tragédias socioambientais que colocam em risco a vida do planeta.  Em outra chave\, tanto Janaina Tschäpe (Fortes D’Aloia & Gabriel) como Luciana Magno (Janaína Torres) registram performances que relacionam o mundo interior e a natureza exterior. Ao todo\, a SP-Foto reúne mais de 80 anos de história da fotografia. A MaPa revela  obras vintage da coleção deKim Esteve\,  com artistas fundamentais para o movimento\, a exemplo de Helmut Newton e Larry  Clark. A Utópica destaca o legado que ícones como German Lorca e José Yalenti deixaram para a formação da fotografia moderna no Brasil. Talks & Meet the ArtistsParte fundamental na programação da SP-Foto\, o Talks abriga encontros  entre curadores\, galeristas\, artistas e colecionadores\, personalidades  que refletem a respeito das tendências no fazer fotográfico e compartilham práticas e pesquisas. Nesta 13ª SP-Foto\, quatro conversas preenchem as tardes de quinta e sexta-feira\, 22 e 23 de agosto. Sob mediação do escritor e curador Miguel Del Castillo\, a curadora norte-americana Margot Norton\, à frente da próxima trienal do New Museum (EUA)\, e o arquiteto Guilherme  Wisnik\, autor da obra Dentro do nevoeiro\, conversam sobre o impacto da contemporaneidade  digital nas imagens\, e os desdobramentos sociais consequentes desse movimento. Em diálogo com o jornalista e pesquisador Ronaldo Entler\, a venezuelana Julieta  González\, do Museo Jumex(México)\, analisa como artistas contemporâneos\, como Christopher  Williams\, Rosângela Rennó e Wolfgang Tillmans\, se apropriam da fotografia para construírem  seus trabalhos. González já fez parte da equipe de curadoria do Whitney  Museum (Nova York) e Tate Modern (Londres)\, onde expandiu de forma significativa o acervo de arte latino-americana e\, mais especificamente\, brasileira. A integração da fotografia ao mesmo mercado de pinturas e esculturas  alterou a percepção da natureza dual da foto enquanto objeto e imagem. O  que essas mudanças implicam para o futuro fotográfico? A curadora norte-americana Barbara Tannenbaum\, do Cleveland  Museum (EUA)\, aterriza  pela primeira vez no Brasil para refletir sobre essas e outras questões  do mercado fotográfico\, ao lado do galerista Mário Cohen. Estreia da última edição\, o Meet the Artists\, programação voltada à troca de experiências com importantes fotógrafos do cenário contemporâneo\, volta este ano com a presença de Bárbara Wagner & Benjamin de Burca e Mauro Restiffe\, ambos representados pela Fortes D’Aloia e Gabriel\, que encontram o público no último dia de Feira\, 25 de agosto. Bárbara Wagner & Benjamin de Burca questionam convenções sobre a cultura  popular e de massa pela arte contemporânea\, evocando temas políticos e identitários em suas fotografias e obras audiovisuais. Além de  representar o Brasil na atual Bienal de Veneza\, a dupla realizou individuais este ano no Stedelijk Museum\, em Amsterdã\, e no Pérez  Art Museum\, em Miami. Quase ativista da fotografia analógica desde os anos 1980\, Mauro Restiffe reapresenta ao público a série Alvorada(2018)\, com vistas particulares do restauro da residência oficial da Presidência da República. Restiffe atualmente  prepara uma grande exposição individual para o centro cultural OGR Torino\, na Itália\, e outras de suas exposições recentes incluem São Paulo\, fora de alcance\, no Instituto Moreira Salles\, e Álbum\,  na Estação Pinacoteca\, ambas em São Paulo. O Talks e o Meet the Artists são atividades gratuitas e acontecem no Cubo\, novo espaço para eventos situado no 3º andar do Shopping JK Iguatemi.  Sujeitas à lotação\, as palestras contam ainda com transmissão ao vivo\, feita em parceria com o Portal Terra. Imersão profissionalAlém das participações já confirmadas para o Talks\, outros importantes  curadores estrangeiros desembarcam no país para participar de uma imersão promovida pela SP-Foto. Tanya Barson\, atual curadora-chefe do MACBA\, em Barcelona visita o Brasil a convite da Feira. Quando na Tate Gallery\, nos anos 2000\, ela realizou importantes individuais de  artistas como Mira Schendel e Hélio Oiticica\,  que reposicionaram a arte brasileira nas discussões contemporâneas no exterior. Sophie Hackett\, curadora da Art  Gallery of Ontario (Canadá) e com larga experiência na relação entre fotografia e o pensamento queer visita o país pela primeira vez. Entre os que retornam estão Elizabeth Cronin\, curadora de fotografia  da NY Public Library (Estados Unidos) e Simon Baker\,  atual diretor da Maison Européenne de la Photographie\, em Paris\, que esteve na SP-Foto em 2017\, quando atuava na Tate  Modern. Essa experiência abarca visitas a coleções públicas e particulares em  instituições e galerias\, assim como encontros com artistas\, sempre com o  intuito de promover a arte brasileira e a dinamizar o  intercâmbio cultural e profissional. Setor editorial e museusPela primeira vez\, a SP-Foto tem um setor dedicado às principais editoras  voltadas a produção de fotolivros e outras publicações relacionadas ao  fazer fotográfico. A proposta é oferecer prints e livros especiais com valores acessíveis ao público. Editoras com forte presença no mercado\, como a Cobogó e a Taschen\, participam da 13ª SP-Foto ao lado da BEI Editora\, Editora Madalena\, Fotô Editorial\, Lovely House\, Terra Virgem e YOW. O MASP também debuta na Feira com os catálogos de suas principais mostras\,\n como Foto Cine Clube Bandeirante: do arquivo à rede. E o MAM retorna\n ao evento com seu tradicional Clube de Fotografia\, uma assinatura anual com edições limitadas de importantes fotógrafos brasileiros. Fotografia & LiteraturaAs relações entre fotografia e literatura são o mote de um novo ciclo de conversas que a SP-Foto lança  nesta 13ª edição\, em parceria com a Escrevedeira – espaço de cursos e eventos literários em São Paulo. Concebido pelo escritor e crítico de arte João Bandeira\, Olho no Olho  – Fotografia & Literatura apresenta três mesas\, com programação dividida entre a sede da Escrevedeira\, nos dias 10  e 17 de agosto\, na Vila Madalena\, e a SP-Foto\, no Shopping JK Iguatemi. Na \nprogramação do ciclo\, profissionais da escrita convidam fotógrafos \nrenomados a falarem sobre autores e livros que influenciaram sua \nprodução imagética. Em diálogo com o escritor e artista Alberto\n Martins\, Maureen Bisilliatreflete sobre seus ensaios fotográficos inspirados por\n obras literárias como “Grande sertão: veredas”; Bob Wolfenson conversa com o jornalista e editor Matinas\n Suzuki Jr. a respeito do trabalho do fotógrafo norte-americano Walker Evans no livro\n “Elogiemos os homens ilustres”; e Cristiano Mascaro faz à escritora Noemi\n Jaffe um relato afetivo acerca de Clarice Lispector e outros autores marcantes para\n seu trabalho. Circuito Ateliês AbertosApresentado pela Stella Artois\, o Circuito Ateliês Abertos retorna com  novidades nesta 13ª edição da SP-Foto. Em 2019\, o Atelier do Centro\, Pivô e Residência  Artística FAAP\, localizados no bairro da República\, passam a integrar o circuito.  Participam também os já tradicionais estúdios coletivos da Vila  Madalena\, Hermes  Artes Visuais\, Projeto Fidalga\, Fonte e Vão  – Espaço independente de arte\,  que abrem as portas para o público conhecer de perto os processos de  artistas ligados ao universo fotográfico e da imagem. O Circuito Ateliês Abertos acontece no 17 de agosto\, o sábado que antecede a SP-Foto\, das 14h às 18h no Centro\, e das 17h às 21h na Vila Madalena. Visitas GuiadasEm parceria  com a Vivo\, a SP-Foto oferece percursos temáticos para o público interessado em conhecer as histórias por trás das obras e dos artistas apresentados na Feira. Elaborados e guiados pelos  especialistas Paola Fabres\, Isabella Lenzi e Gustavo Colombini\, os quatro roteiros exclusivos – breve história da fotografia\, fotografia e modernidade\, cidades e natureza\, corpos e identidades  – convidam o visitante a uma imersão no mundo da fotografia e nas reflexões que circundam esta linguagem. As Visitas Guiadas acontecem  gratuitamente em todos os dias de Feira\, com inscrições abertas sempre uma hora antes da saída de cada visita. Serviço13ª SP-FotoAbertura: quarta-feira\, 21 de Agosto\, das 17h às 21hFuncionamento: de quinta a sábado (22\, 23 e 24)\, das 14h às 21h; e domingo (25)\, das 14h às 20hEntrada gratuitaShopping JK Iguatemi | 3º pisoAv. Presidente Juscelino Kubitschek\, 2041 – Vila Olímpia\, São Paulo\, BrasilTalks22 de agosto\, quinta-feiraMargot Norton e Guilherme Wisnik | Das 17h às 18h30Barbara Tennenbaum e Mario Cohen | Das 19h às 20h23 de Agosto\, sexta-feira Julieta González e Ronaldo Entler |Das 19h às 20hMeet the Artists25 de agosto\, domingoMauro Restiffe | Das16h às 17hBárbara Wagner & Benjamin de Burca |Das 17h30 às 19hEscrevedeira 10 de agosto\, sábado Maureen Bisilliat & Alberto Martins | às 11h17 de agosto\, sábado Bob Wolfenson & Matinas Suzuki Jr. | às 11h Escrevedeira – R. Isabel de Castela\, 14123 de agosto\, sexta-feira Cristiano Mascaro & Noemi Jaffa | às 17h Cubo no JK Iguatemi Circuito Ateliês AbertosCentro17 de agosto\, sexta-feira | 14h às 18h Atelier do Centro | R. Epitácio Pessoa\, 91 Pivô | Av. Ipiranga\, 200 Residência FAAP | Praça do Patriarca\, 78Vila Madalena\n17 de agosto\, sexta-feira | 17h às 21h Ateliê Fidalga | Rua Fidalga\, 299 Vão – Espaço Independente de Arte | Rua Mourato Coelho\, 787 Fonte | Rua Mourato Coelho\, 787
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SUMMARY:Obra multidisciplinar de Flávio de Carvalho ganha exposição individual na Galeria Almeida e Dale
DESCRIPTION:Mostra reúne registros das polêmicas performances do artista\, além de pinturas e desenhos produzidos entre 1930 e 1970 Uma das mais importantes referências da vanguarda brasileira do Séc. XX\, a extensa obra do artista Flávio de Carvalho (1899-1973) estará em exposição\, de 17 de agosto a 19 de outubro\, na Galeria Almeida e Dale\, em São Paulo. Com curadoria de Kiki Mazzucchelli\, a mostra foi originalmente apresentada na Sotheby’s S2 Gallery\, em Londres\, em abril deste ano\, sendo a primeira exposição individual dedicada a Flávio de Carvalho no Reino Unido\, país onde viveu de 1914 a 1922. A seleção de obras oferece um panorama esclarecedor da trajetória multidisciplinar de Flávio de Carvalho\, cobrindo cinco décadas de sua produção. Cerca de cinquenta trabalhos\, entre desenhos\, pinturas\, ilustrações\, materiais de arquivo e documentação dos projetos imateriais do artista\, representam sua diversidade de meios de expressão e sua inestimável contribuição para a ampliação das possibilidades do fazer artístico. Entre os destaques\, está o conjunto de retratos de alguns nomes significativos que acompanharam Carvalho em sua trajetória artística\, formado por pinturas e desenhos cujas linhas expressivas que visam a capturar o estado psicológico de seus modelos. Também chamam atenção os projetos arquitetônicos apresentados pelo artista em concursos nacionais e internacionais. Considerado um dos pioneiros da arquitetura moderna no Brasil\, Carvalho\, em seus projetos\, combinava uma linguagem futurística a elementos alegóricos e decorativos\, evidenciando seu interesse por temas ligados à etnologia\, à psicanálise e à antropofagia. “Flávio de Carvalho é uma das figuras mais interessantes da vanguarda brasileira do século XX. Seus projetos de cunho conceitual atestam seu extraordinário feito de expandir o campo da arte para além de territórios e formas conhecidos\, ampliando assim a própria definição daquilo que pode ser considerado arte”\, comenta Kiki. New LookEm 1931\, Flávio de Carvalho realiza sua primeira intervenção no espaço público; a Experiência n.2\, na qual caminhou contra o fluxo de uma procissão de Corpus Christi nas ruas do centro de São Paulo\, o que\, talvez\, seja o primeiro registro de uma performance no Brasil. Em 1956\, quase aos 60 anos de idade\, o artista desfilou pelas ruas de São Paulo vestindo um blusão bufante\, uma saia plissada e sandálias\, um traje projetado\, segundo ele\, para servir como alternativa ao padrão do terno e gravata e libertar o homem tropical do desconforto causado por estilos de moda importados da Europa. Acompanhado por uma extensa cobertura de imprensa organizada por ele próprio e que pode ser observada em algumas das fotografias presentes nesta exposição\, Flávio de Carvalho batizou a obra de New Look (Experiência n.3). As vantagens funcionais da vestimenta foram impressas em um anúncio criado pelo artista\, trazendo afirmações mais razoáveis como sua capacidade de minimizar a transpiração excessiva até alegações mais inverossímeis\, como sua virtude de evitar guerras devido ao uso de “cores vivas (que) substituem desejos de agressão”. Segundo a curadora KiKi Mazzucchelli\, “a obra é um projeto exemplar de Carvalho\, na medida em que combina o experimentalismo utópico a uma abordagem calcada no racionalismo\, metodologia que utilizou em várias ocasiões para desmistificar as crenças e convenções dominantes.”. O “revolucionário romântico” ou o “antropófago ideal”Cunhado por Le Corbusier após um encontro com Carvalho em 1929\, para definir sua prática artística visionária e multimodal\, o primeiro termo é o mais usado por críticos\, mas\, talvez\, seja insuficiente para capturar o caráter idealista e inventivo do conjunto de sua obra. A segunda definição\, supostamente creditada a Oswald de Andrade\, autor do reconhecido “Manifesto Antropofágico” (1928)\, pode revelar mais sobre sua prática. Segundo o biógrafo J. Toledo\, em Flávio de Carvalho: o comedor de emoções\, Oswald de Andrade assim o exaltou em 1930\, à época do IV Congresso Panamericano de Arquitetura\, no Rio de Janeiro. Na ocasião\, Flávio de Carvalho apresentou um ensaio intitulado A cidade do homem nu\, seu plano diretor para uma nova metrópole nos trópicos que seria destituída de Deus\, propriedade e casamento\, numa proposição extremamente ousada em um contexto cultural ultraconservador. Flávio de CarvalhoPintor\, escultor\, arquiteto\, cenógrafo\, designer\, jornalista\, escritor e dramaturgo\, Flávio de Carvalho nasceu no Rio de Janeiro\, em 1899. Reconhecido por investigações de vanguarda na arte performática\, Carvalho usou seus muitos talentos e formas excêntricas e irreverentes de expressão para chocar a burguesia. Inovou ao adotar novas mídias\, destacando-se por suas inovações no campo do teatro e suas performances artísticas\, abrindo caminho para as novas tendências que se desenvolveram no Brasil a partir dos anos 1960. Aclamado na Europa Ocidental\, na URSS e nos Estados Unidos\, seus retratos expressionistas de personalidades estão em acervos de importantes museus em Nova York\, Paris\, Roma\, Moscou\, além de São Paulo e Rio de Janeiro. Apesar de ter recebido atenção significativa da mídia ao longo de sua carreira\, a obra de Carvalho constantemente se chocou com o conservadorismo dominante\, em uma época em que não havia museus dedicados à arte moderna no país (o primeiro deles\, o MASP\, foi fundado apenas em 1947). Assim\, materiais de arquivo e de documentação relevantes para a reconstrução de sua trajetória artística acabaram sendo dispersados em diferentes coleções públicas e privadas. A exposição apresentada na Almeida & Dale visa contribuir para a contextualização e reavaliação da obra de Flávio de Carvalho\, e será acompanhada de um catálogo contendo textos inéditos que abordam temas significativos para uma melhor compreensão de seu papel fundamental na historiografia da arte brasileira. Individual de Flávio de CarvalhoLocal: Galeria Almeida e DaleEndereço: Rua Caconde\, 152 | Jardim Paulista – São PauloAbertura: sábado\, 17 de agosto\, das 10h às 14hPeríodo expositivo: de 17 de agosto a 19 de outubroVisitação: de segunda a sexta\, das 10h às 19hTelefone: 11 3882-7120Entrada gratuita
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SUMMARY:Stephan Doitschinoff apresenta exposição inédita na Janaína Torres Galeria
DESCRIPTION:Em diversos suportes\, artista revela intensa pesquisa em torno de temas contemporâneos e universais\, que abordam desde pós-verdade e consumismo até espiritualidade e religião. Reflexões acerca de temas polêmicos e tão caros ao mundo atual\, como colonialismo\, democracia\, pós-verdade e o papel das plantas psicoativas na sociedade contemporânea conduzem a obra de Stephan Doitschinoff. Autor de uma arte energética\, ele estrutura seu trabalho em um sistema de símbolos autorais de narrativa singular\, com desenhos\, pinturas\, esculturas\, vídeos e instalações. O artista\, agora\, abre as portas de seu universo onírico e convida o público a adentrá-las por meio da exposição Estaremos aqui para sempre\, individual exibida a partir de 14 de agosto\, na Janaina Torres Galeria. Com curadoria de Daniel Rangel\, a mostra reúne um conjunto inédito de trabalhos produzidos por Doitschinoff nos últimos cinco anos. São obras que evidenciam sua intensa pesquisa sobre a sociedade contemporânea a partir de ícones e símbolos autorais e ainda elementos advindos de diversas culturas e religiões\, como o catolicismo\, a umbanda e o xamanismo. “É uma obra com influências surrealistas\, uma escrita visual carregada de informações criptografadas por uma literatura fantástica imagética acerca da contemporaneidade”\, pontua o curador\, que participará de um bate-papo com o artista no dia 31 de agosto\, das 16h às 18h\, na Galeria. Um dos destaques da exposição é a instalação Interventu (2017)\, obra comissionada por Rachel Thomas\, curadora do Museu de Arte Moderna da Irlanda (IMMA)\, onde o artista foi convidado a fazer uma residência de dois meses. O título e o conceito do trabalho têm origem em uma pesquisa de Stephan em torno da prática votiva e os diversos tipos de ex-votos\, objetos oferecidos a santos e divindades em troca de uma graça. O artista utilizou ex-votos originais de Juazeiro do Norte\, Ceará\, e de outros objetos relativos a esta prática\, para criar um grande altar. Parte da instalação que compôs a exposição original poderá ser vista agora no Brasil\, na Janaina Torres Galeria. É o caso de Palma Votiva\, um ex-voto gigante construído pelo artista a fim de aludir à mão da divindade que desce do céu\, abrindo a realidade\, pronta para intervir por seus fiéis. A obra é materializada com uma mão suspensa produzida em latão e peças esculpidas por repuxo\, fundição\, corte e solda. Em sua palma\, estão incrustados 18 símbolos recorrentes no trabalho de Doitschinoff\, quase todos autorais\, como a Foice com Mariposa\, o Intestino Coroado e a Escada de Degraus Tortos. A série de esculturas de ex-votos em parafina compõe a parte inédita desta exposição. Entre as peças\, os visitantes poderão ver os livros nos quais foram esculpidas em relevo imagens de psicoativos como o ayahuasca\, o cogumelo Psilocibe cubensis\, o cactos Peyote (Lophophora williamsii) e a planta Morning Glory (Ipomoea). “Plantas\, fungos\, extratos vegetais e animais com propriedades psicoativas estão profundamente arraigados às práticas espirituais\, medicinais e ritos de passagem de povos nativos que tiveram sua população e sua cultura marginalizada\, dando lugar à lei\, à cultura e à tradição do conquistador”\, pontua Doitschinoff. A vídeo-performance Marcha ao Cvlto do Fvtvrv (2018)\, criada para a exposição Above\, So Below: Portals\, Visions\, Spirits & Mystics\, comissionada pelo IMMA\, conta com a participação especial de Iggor Cavalera (Sepultura\, Cavalera Conspiracy\, Mixhell)\, Laima Leyton (Mixhell\, Soulwax)\, Donna McCabe (A Ritual Sea) e da escola de samba dublinense Masamba. O vídeo é parte da série Cvlto do Fvtvrv\, obra multimídia no formato de uma “seita-igreja” com muitos dos seus possíveis elementos áudio-visuais: ícones antropomórficos de divindades\, manifestações\, hinos\, publicações\, uniformes\, medalhas\, cartões de identificação\, balcão de adesão e voluntariado. A exposição ainda traz quatro desenhos\, como Três Mundos (110cm x 75cm\, 2019) e O Homem Apropriado (110cm x 75cm\, 2019) e quatro pinturas\, com destaque para a tela As Virtudes da Idolatria (230cm x 194cm\, 2018)\, em que corpos e cabelos de figuras humanas formam uma estrutura geométrica\, como uma espécie de mandala ou estrela\, em alusão ao símbolo do Cvlto do Fvtvrv. A obra traz símbolos\, ícones e referências recorrentes no trabalho do artista\, como velas e oferendas\, que remetem à pesquisa em torno das maneiras através das quais as pessoas procuram se comunicar ou acessar outras dimensões e o mundo espiritual. Outro destaque\, Panoptic Wave (230cm x 180cm\, 2017)\, tem composição inspirada na série de símbolos e ícones criados pelo artista para a instalação 3 Planets – Panoptic Wave\, desenvolvida em parceria com o educativo do Museu de Arte Moderna de São Paulo. Stephan Doitschinoff – Estaremos Aqui Para Sempre Local: Janaina Torres GaleriaEndereço: Rua Joaquim Antunes\, 177 / cj 11\, PinheirosAbertura: quarta-feira\, 14 de agosto\, quarta-feira\, das 19h às 22hPeríodo expositivo: de 15 de agosto até 05 de outubro de 2019Conversa com o curador e o artista na Galeria: sábado\, 31 de agosto\, das 16h às 18h Visitação: de segunda a sexta-feira\, das 10h às 19h\, e aos sábados\, das 11h às 15h (nos dias 31 de agosto e 05 de outubro\, das 14h às 18h)Telefone: (11) 3064-1507Entrada gratuita
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SUMMARY:Exposição Naufrágios traz artistas gravadores chilenos para São Paulo
DESCRIPTION:A abertura acontecerá no dia 10 de agosto\, sábado\, das 13h às 17h com presença garantida dos artistas.  A exposição discute o Naufrágio como metáfora de uma cidade que submerge através de imagens do imaginário portenho: a arquitetura\, a relação dos cidadãos com o mar e a cidade como patrimônio histórico. O evento conta com gravuras trazidas do Atelier Casaplan de Valparaíso – Chile. A mostra terá cerca de 35 obras impressas sobre Papel Guarro Super Alfa\, 56x38cm. Artistas: Andrea Pino\, Anita Tuma\, Carolina Bilemberg\, Daniela Stevenson\, Javera Moreira\, Luis Cano\, Marko Molina\, Pamela Saez\, Raul Besoain e Roberto Acosta. Sobre o Atelier CasaPlan: “O Atelier CasaPlan é um espaço de produção e difusão cultural localizado em Valparaíso\, Chile. Buscamos ser um lugar de encontro e reflexão nas artes visuais com ênfase na gráfica e nas práticas artísticas contemporâneas vinculadas a gravura. Para isso contamos com infraestrutura profissional que permite o desenvolvimento de projetos gráfios de alto nível.Nosso trabalho fortalece a oferta cultural da cidade de Valparaíso enriquecendo com novas perspectivas o fazer local. De nossa posição como espaço independente e autonômo apresentamos uma oferta cultual valiosa com uma programação ininterrupta durante todo o ano nas áreas de gravura e impressão. O Atelier desenvolve um trabalho de formação ao mesmo tempo em que recebe artistas residentes que vem desenvolver e investigar novas possibilidades visuais através da gráfica. Neste curto e importante período de existência recebemos artistas nacionais e estrangeiros que se envolvem com este cruzamento disciplinar em obras contundentes.  Serviço: Galeria Gravura Brasileira Abertura – 10 de agosto\, sábado\, 13-17hPeríodo expositivo: 10 de agosto a 14 de setembro de 2019.fotos: divulgaçãoHorário de funcionamento:Segunda a Sexta: 12h00 às 18h00 ou com hora marcadaimagens em alta e mais informações\, por favor entrar em contatofalar com Eduardo BesenEndereço:Rua Ásia\, 219\, Cerqueira César\, São Paulo\, SPCEP 05413-030 – Tel. 11 3624.0301whatsapp- 11.982589842www.gravurabrasileira.com
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SUMMARY:Artista visual carioca Myriam Glatt inaugura primeira exposição no DF
DESCRIPTION:Arquitetura de Brasília inspirou painel criado especialmente para a mostra no Museu Correios  Brasília inspirou a\nartista visual carioca Myriam Glatt em sua primeira exposição no\nDistrito Federal e oitava individual\, intitulada “Plano Pictório\nPiloto”\, que será inaugurada no dia 8 de agosto\, às 19h\, no\nMuseu Correios. Sob curadoria de Ivair Reinaldim\, a mostra será\ncomposta por dez obras\, sendo cinco inéditas\, incluindo um painel\ncomposto por 184 azulejos inspirado em Athos Bulcão e feito\nespecialmente para a ocasião. Os trabalhos serão organizados em\ntrês núcleos principais que relacionam as obras da artista a\nalgumas questões da capital federal. No primeiro núcleo\nserão apresentadas “Composição Floral 6” e “4\nEstações”\, obras anteriores\, já exibidas no Rio de Janeiro e\nem São Paulo\, que fazem referência tanto ao interesse de Myriam\nGlatt pela condição estrutural do módulo que se repete\, formando\num conjunto maior\, quanto pelo caráter cíclico da natureza. Esses\ntrabalhos\, neste contexto expositivo\, aludem à monumentalidade da\npaisagem do cerrado e ao orgânico como forte presença frente ao\ngeométrico\, elementos que não se excluem\, mas se complementam. Na sequência\, o\nsegundo núcleo reúne “Autofagias”\, “Periódicos”\,\n“Entre Abas” e “Escultura ZigZag”\, reforçando a\npassagem de pesquisas anteriores da artista para a presença de novos\ntrabalhos\, realizados especialmente para a mostra. Em todos eles\, a\nressignificação do suporte (tela\, páginas de jornal e papelão)\,\nora explicita o resgate daquilo que outrora havia perdido sua\nutilidade\, passando a ter seu valor transformado\, ora evidencia a\npossibilidade de reestruturação do fragmento por meio do ato\npictórico\, dando nova visibilidade a esses materiais\, seja pela\ninserção da geometria seja pela predominância das áreas de cor.\nSurge\, nesse processo\, o desejo de participação do espectador\, uma\nvez que alguns desses trabalhos permitem a alteração de suas\nformas. A artista começou a\ntrabalhar com materiais reciclados como papelão\, caixas de fósforos\ne jornais depois de ver o excesso destes descartados pela cidade. A\npartir destes materiais\, a artista\, que é formada em Arquitetura\,\ncria colagens e campos de cor. “Gosto da ideia de construir\, de\ntrazer elementos que vem de diversos lugares para juntos brotar um\nnovo dialogo. Afinal\, deslocar\, apropriar\, selecionar\, cortar\, colar\nparece fazer parte de um pintor contemporâneo”\, analisa Myriam\nGlatt. No terceiro e último\nnúcleo serão apresentadas as obras “Aba Móvel”\,\n“Geometria Móvel”\, “Mandala” e o trabalho que\nparticularmente dialoga com o local da exposição. Neste último\nespaço é possível perceber uma continuidade em relação às\nquestões anteriores\, reforçando-se a ênfase sobre a participação\ndo espectador. Em alguns momentos\, isso ocorre na alteração da\nconfiguração espacial do trabalho por meio da manipulação direta\ndo espectador e\, em outros\, pela presença integral de seu corpo\, que\nse coloca em relação com a proposição artística como um todo.\nParte desse módulo destaca o diálogo da pintura sobre papelão com\nas cores e o ambiente arquitetônico. “A mostra culmina\nno interesse da artista sobre certo aspecto particular de Brasília:\nos azulejos modernistas de Athos Bulcão. A partir da modulação\,\ndetalhes de imagens que fazem referência a formas geométricas e\norgânicas reconhecidas na arquitetura\, na escultura\, na fauna e na\nflora da capital federal\, combinam-se de diferentes modos\, apontando\npara uma diversidade de arranjos e para novos caminhos a serem\nexplorados nesse processo”\, avalia o curador Ivair Reinaldim. Sobre Myriam GlattFormada em Arquitetura pela Universidade Santa Úrsula (RJ)\, pós-graduada em Arte\Filosofia pela PUC-Rio (2014). Estudou escultura no San Francisco Art Institute e no Santa Barbara City College\, California USA (83/84). Trabalhou com arte aplicada e cenografia (1990 a 2000). Deu aulas de escultura em papier maché na universidade Estácio de Sá (1999). Estudou pintura no Parque Lage com Charles Watson (1995 a 1997)\, João Magalhães\, Ivair Renaldim\, Daniel Senise\, Fernando Cocchiarale\, e Marcelo Campos (2008 a 2013). Participou de grupo de estudos do curador Marcelo Campos (2015)\, de Daniela Labra (2017) e atualmente de Marisa Flórido (2018). Tem obras nos acervos dos colecionadores Claudio Valansi e Sabina Matz\, e nos Correios RJ e SP. ServiçoAbertura: 8 de agosto\, às 19hVisitação: 9 de agosto a 06 de outubro de 2019Local: Museu CorreiosEndereço: Setor Comercial Sul\, Q4\, bl. A\, nº 256 – Ed. Apolo\, Asa Sul  – BrasíliaHorários: terça a sexta\, das 10h às 19h; sábados\, domingos e feriados\, das 14h às 18hInformações: (61) 2141-9276
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SUMMARY:Brian Griffiths realiza exposição Taking Sides na Galeria Luisa Strina
DESCRIPTION:“Faço esculturas porque elas se abrigam no mundo conosco\, como nós. São inanimadas e ainda assim nos definem. O ser e as coisas parecem sempre misturados. Sou atraído por como pensamos com as coisas e como as coisas pensam. No ateliê\, negocio entre o que quero e o que as coisas precisam. Isso geralmente é uma sitcom. Considero a escultura um ato social\, uma investigação social\, um tipo de narrativa rebelde coletiva. Preocupo-me com a maneira como minha escultura difere de objetos em circulação geral como mercadorias e quais relações e valores essa diferença estabelece. Faço uma arte que é cheia de contradições\, falibilidade e sentimentos – algo propositalmente cansado\, como uma alternativa para o brilhante e recém-saído da caixa. Eu estou fazendo um lugar para nós\, para o humano.” [Brian Griffiths\, 2019] Taking Sides\, a quarta exposição individual do artista com a Galeria Luisa Strina\, apresenta duas séries diferentes de trabalhos: No No to Knock-Knocks\, versões de um personagem escultórico de Brian Griffiths\, e AIR SIGNS\, uma série de fotografias de Brian Griffiths e Frank Kent. No No to Knock-Knocks é uma figura tragicômica: um macho caucasiano assemelhado a um boneco nu\, que parece não saber que suas cordas – se alguma vez o seguraram – foram decisivamente cortadas. Careca\, cego e com sua pintura cor-de-rosa e corpo de madeira mostrando sinais de desgaste\, este pequeno performer interpreta o seu papel aos tropeços. Em seu livro Puppet: An Essay on Uncanny Life (2011)\, Kenneth Gross escreve que “o boneco serve como um embaixador ou peregrino do mundo das coisas para os seres humanos”. É um objeto “que tem uma educação\, que aprendeu a agir”. Os não-tão-fantoches de Griffiths são performers ambíguos\, provocando tanto a risada como a simpatia. Objetos materiais\, em vez de corpos vivos\, eles estão fadados a subir ao palco\, apesar da implausível rigidez de sua atuação\, de se comunicar apenas por meio de sua própria matéria aborrecida. Em Taking Sides\, esse personagem aparece para se divertir\, tirar uma soneca ou talvez fingir-se de morto; pontuando o espaço como uma história em quadrinhos rotineira. Esse impulso para desacelerar\, para demorar-se\, pode ser lastreada a tradições do absurdo\, em particular à obra de Samuel Beckett\, em que a ação tende a estacionar. Este pequeno personagem também tem um toque do artista de vaudeville nele – ele interpreta a comédia de pastelão com grande brio e consegue evocar charme e pathos pelo viés do fracasso. As posturas da figura e as fixações rudimentares falam de seu potencial de improvisação em andamento; essas obras de arte admitem a perspectiva de sua própria reformulação. Seu tempo parece expansivo\, sua situação\, mutável; no entanto\, esse arquétipo de “homem comum” está perdido e cego acerca de sua situação e dos problemas de tais ideias universais automáticas – e artificiais. Brian Griffiths e Frank Kent compartilham um ateliê\, eles dividem o estúdio exatamente no meio\, eles tomam partido. Fizeram juntos obras fotográficas chamadas AIR SIGNS. Estas são uma série contínua de trabalhos esculturais que são apresentados como fotografias. É uma colaboração que apresenta objetos de seu estúdio e\, ocasionalmente\, da vida dos artistas. AIR SIGNS valoriza a abordagem improvisada de arranjos formais e a celebração da vida e da arte. Objetos são exibidos\, posicionados e colocados em ação dentro de um cubo de madeira. Essa estrutura constante achata as três dimensões e direciona o foco\, cria um espaço para isolar e examinar as coisas do dia-a-dia. O palco de veludo torna-se uma superfície dramática e ostensiva que sustenta os objetos acompanhando a luz e a atividade de forma incontrolável. Essas imagens oscilam satisfatoriamente entre documento e sonho\, a razão e a intuição; silenciosa e insistentemente\, sugerem imagens de pensamentos com formas estranhas\, ou balões de texto. Esses quadros também estabelecem estrutura e ordem – enquanto objetos\, ações e o próprio processo fotográfico\, tentativas de romper. Tal como acontece com todas as molduras ou fronteiras – elas privilegiam e ignoram (tomando partido de novo) – apresentam um mundo e não o mundo\, admitem que a realidade não é algo exterior\, mas algo que compomos a cada momento\, com uma constante interpretação de fato e ficção\, objetiva e subjetiva. As obras de AIR SIGNS estabelecem um diálogo histórico de arte com outras esculturas fotografadas\, como Involuntary Sculptures\, de Brassaï\, as radiantes fotos de estúdio de Brancusi\, fotografias de Peter Fischli & David Weiss de equilíbrio de objetos do cotidiano (Série Equilibrium)\, imagens de objetos cotidianos de Gabriel Orozco (como Cats and Watermelons\, 1992)\, Marcel Broodthaers (como Daguerre’s Soup\, 1974). A prática de Griffiths sempre negociou as histórias e as linguagens da escultura e seu duplo\, o objeto – ele utiliza a posição de que a escultura não pode mais significar algo específico\, mas sim indicar uma objetividade polimorfa. “Brancusi articulou o estúdio em torno de groupes mobiles (grupos móveis)\, por meio de categorias de escultura\, bases e pedestais. Kent e eu criamos estratégias de agrupamento mais relaxadas e abertas\, em que as abordagens podem ser reconfiguradas diariamente. Isso resulta em imagens mudando de atitude\, do literal e óbvio ao magicamente obscuro; na fotografia Power\, History and Comfort (2019) todas as cadeiras do nosso estúdio são agrupadas. Por este arranjo simples o trabalho passa a falar de diferentes espaços\, atividades (trabalho e lazer) e períodos do design; em Germany to Spain\, England back to Germany (2019)\, uma série de objetos verdes está alinhada e o título mapeia absurdamente as origens dos objetos; em European Magic (2019)\, uma bicicleta voa pelo estúdio iluminado pelo anoitecer”\, analisa Brian. Sobre os artistasNascido em 1968\, em Stratford-upon-Avon\, Inglaterra\, Griffiths vive e trabalha em Londres\, Inglaterra. Mostras individuais recentes incluem: Vilma Gold\, Londres (2016); BALTIC Centre for Contemporary Art\, Gateshead (2015); Tramway\, Glasgow (2014); Galeria Luisa Strina\, São Paulo (2012). Exposições coletivas recentes incluem: Voyage\, Berjamin & Gomide\, São Paulo (2017); Nuit Américaine\, Office Baroque\, Bruxelas (2014); Folk Devil\, David Zwirner\, Nova York (2013); British Art Show 7: In the Days of the Comet\, Hayward Gallery\, Londres e itinerância (2010-11); Rude Britannia: British Comic Art\, Tate Britain\, Londres (2010). Nascido em 1982 em Londres\, UK\, Frank Kent vive e trabalha em Londres. Frank Kent estudou na Royal Academy Schools\, Londres\, e Nottingham Trent University. Exposições anteriores e obras comissionadas incluem: New Works\, mostra individual na Fold Gallery\, Londres\, 2017; Green backrests for lectures and other events\, projeto para a Royal Academy Schools\, Londres\, 2015; Site & Situ\, residência de três meses na Surface Gallery\, Nottingham\, UK\, 2011; Visual Delusions\, exposição individual na galeria Bend In The River\, Gainsborough\, UK\, 2011.
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SUMMARY:Edith Derdyk apresenta exposição Protolivro na Casa de Cultura do Parque
DESCRIPTION:Mostra reflete sobre o imaginário que cerca as origens do livro Em uma era de crise de discursos\, na qual o excesso de informações promove desinformação e desordem\, o saber passa por um momento de fragilidade. Os livros\, por sua vez\, detêm registros importantes da história da humanidade e abrem portas tanto para o passado quanto para o futuro. É neste contexto de ambiguidade que a artista paulistana Edith Derdyk abre suas investigações na mostra Protolivro\, em cartaz a partir de 3 de agosto\, na Casa de Cultura do Parque. O neologismo que dá título à exposição evoca a ideia de primeiro\, de matriz\, do livro que é anterior aos demais. E é este o ponto de partida para os estudos de Derdyk em torno do imaginário que cerca as origens do livro\, manuscrito ou impresso\, em seu percurso no tempo. “O livro é parte fundante da construção do conhecimento\, tanto do imaginário quanto das vontades de futuro. Somos seres de linguagem e remontar as nossas origens\, além de ser um fundamento poético\, traduz um ato político“\, explica a artista. A mostra\, que tem texto de apresentação do artista Fabio Morais\, ocupa as duas salas do espaço expositivo da Casa de Cultura do Parque. É um convite de Derdyk a uma experiência imersiva\, cuja ideia é oferecer ao visitante a possibilidade de adentrar nas páginas de um grande livro aberto. Através do desmembramento de cada parte – capa\, contracapa\, orelha\, miolo\, folha\, página\, índice\, costura\, vinco\, furo\, dobra e cola -\, a exposição contempla a sintaxe\, a gramática\, a arquitetura do livro e suas temporalidades. “Quando alguém concebe uma obra imaterial cuja materialização é livro – um texto\, por exemplo – esse processo funde-se à cadeia de produção […]. Ao desmontar livros e arranjar seus fragmentos em mecanismos sem funcionamento livresco\, Edith aciona um funcionamento fabulatório e visual\, subvertendo com singularidade a padronizada cadeia de produção gráfica”\, comenta Morais. Protolivro é dividida em dois núcleos\, denominados pela artista como Sala Escura e Sala Clara. A primeira é composta de resíduos\, fragmentos e componentes que evidenciam as memórias do livro\, elementos que evocam a ideia de passado. Aqui\, Edith usa livros antigos\, objetos marcados pelo tempo\, com manchas\, vestígios\, fungos e mofos\, a exemplo da obra Indícios (2019)\, instalação de nove metros\, formada por pedaços de livros desmembrados e estendidos na parede. Ainda na Sala Escura\, em Tábula Rasa (2017/2019)\, a artista convoca as primeiras narrativas acerca do Mito da Criação. Trata-se de uma obra que reúne\, lado a lado\, 40 imagens impressas\, resultado de sobreposições de registros da primeira página do Gênesis. A artista pesquisou livros em sebos com diferentes edições\, línguas e formatos da Bíblia. Manchas escuras tomam as páginas\, provocando uma certa ilegibilidade e aludindo a uma espécie de “arqueologia ao avesso”\, segundo as palavras da artista. A Sala Clara propõe uma experiência imersiva\, reunindo obras construídas in loco com folhas de papel em branco\, linha preta\, agulhas\, pregos enferrujados e carvão. “O papel em branco abre precedente para o desejo de futuro\, um chamado por um livro que está por vir”\, reflete a artista. E o futuro vem com um respiro. Em contraposição aos elementos densos da Sala Escura\, carregados de vestígios do passado\, Edith oferece ao público um momento de leveza. É o que ela faz em Pulmão (2019)\, instalação em que usa linhas e agulhas para criar uma espécie de escrita suspensa\, aérea. A trajetória de Edith Derdyk está presente sob vários ângulos na exposição Protolivro. E nada é por acaso\, uma vez que a artista também é escritora\, educadora e ilustradora. Durante o período expositivo\, a Casa de Cultura do Parque irá promover atividades paralelas à mostra. Para iniciar a programação\, no dia 14 de agosto às 19h acontece uma conversa entre os artistas Edith Derdik e Fabio Morais com o público. Sobre A Casa de Cultura do ParqueA Casa de Cultura do Parque oferece uma programação de alta qualidade\, com exposições de arte\, oficinas\, palestras\, cursos e ciclos de debates. Idealizada por Regina Pinho de Almeida\, o espaço está localizado em frente ao Parque Villa Lobos e propõe em um ambiente acolhedor\, fomentar cultura e sustentabilidade. Serviço:Protolivro\, individual de Edith DerdykAbertura: 03 de agosto às 11hVisitação: de 03 de agosto a 13 de outubroHorário: quarta a sexta\, das 11h às 19h\, sábados e domingos das 11h às 18hConversa com Edith Derdyk e Fabio MoraisData: 14 de agosto às 19hLocal: Casa de Cultura do ParqueEndereço: Av. Prof. Fonseca Rodrigues\, 1300 – Alto de PinheirosInformações: (11) 3811-9264 | acasadoparque.com
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SUMMARY:Biblioteca-Parque reúne 20 artistas em torno da palavra e da imagem
DESCRIPTION:No dia 2 de agosto\, a Biblioteca-Parque Estadual do Rio de Janeiro inaugura a exposição “Sala de Leitura”. Com obras de 20 artistas visuais\, a curadoria de Osvaldo Carvalho propõe uma reflexão em torno do ato de ler\, seja por meio da palavra ou da imagem: da decodificação à interpretação\, do signo ao significado. Os artistas são: Ana Herter\, Angela Rolim\, Cecilia Cipriano\, Claudia Malaguti\, Gilda Lima\, Grasi Fernasky\, Hudson Lima\, Isabela Frade\, Jo Iocken\, João Moura\, Júnia Azevedo\, Ligia Calheiros\, Luiz Badia\, Marciah Rommes\, Miro PS\, Petrillo\, Roberto Tavares\, Rosi Baetas\, Sandra Macedo e Teresa Stengel. Com coordenação de Lia do Rio\, a mostra fica em cartaz até 6 de setembro\, com entrada franca. A exposição reúne cerca de 50 obras de técnicas variadas: pintura\, desenho\, escultura\, fotografia\, assemblage\, colagem\, videoarte\, gravura\, objeto e instalação. Além do espaço expositivo\, o evento prevê outras atividades culturais. Na abertura\, durante a tarde de sexta-feira\, um “flash mob” com artistas e convidados pretende surpreender os passantes pela rua\, em frente à Biblioteca-Parque na Avenida Presidente Vargas. Outra atração do vernissage é a performance de Isabela Frade. Ao longo da exposição serão oferecidas ao público oficinas de arte\, conversas e mostra de vídeos. Segundo a curadoria\, a ideia é trazer para quem visita à exposição da Biblioteca-Parque a compreensão maior do que está por trás dos trabalhos expostos. “Como diz Paulo Freire\, é preciso conseguir ler nas entrelinhas\, senão\, quando oprimidos\, acabaremos agindo como nossos opressores. O indivíduo que compreende sua realidade é capaz de procurar soluções para transformá-la\, rompendo com a sina de repetir os erros do passado”\, explica Osvaldo. “A exposição traz a sala de leitura como lugar desse acontecimento\, da transformação do sujeito que busca conhecer e modificar o mundo a sua volta”\, conclui ele. CuradoriaOsvaldo Carvalho – Vive e trabalha no Rio de Janeiro (RJ). Formado em Direito pela UFRJ e Mestre em Poéticas Visuais pela ECA-USP\, iniciou suas atividades artísticas em 2000 com o Prêmio Interferências Urbanas. Desenvolveu seus estudos sobre curadoria na Escola Sem Sítio\, no Rio de Janeiro. Desde 2010 realiza curadorias para o Projeto Vitrine Efêmera\, do Estúdio Dezenove\, em Santa Teresa (RJ). De 2011 a 2019\, foi curador na Galeria de Arte Solar\, na instituição filantrópica Solar Meninos de Luz\, que atende as comunidades do Pavão-Pavãozinho e Cantagalo (RJ). Possui diversos textos e resenhas publicados\, entre eles para a revista Arte&Ensaios\, do PPGAV-EBA-UFRJ\, edição nº 27 (2014)\, e a Revista Digital da UFRJ\, Redescrições\, Pragmatismo e Filosofia Americana. CoordenaçãoLia do Rio – Nasceu em São Paulo\, vive e trabalha no Rio de Janeiro. É Bacharel pela Escola Nacional de Belas Artes da UFRJ; tem Pós-Graduação em Arte e Filosofia\, e Pós-Graduação em Filosofia Antiga\, PUC-RIO. Ao longo de quatro décadas participou de centenas de exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior (EUA: Nova York e São Francisco; Japão: Tóquio\, Kyoto e Kobe; Guatemala; Alemanha; França). Foi selecionada para diversos salões\, e recebeu diversos prêmios.  Seus trabalhos fazem parte de diversos acervos\, no Brasil e exterior. Como professora de arte\, lecionou em instituições\, como o Parque Lage e o Instituto Calouste Gulbenkian. Coordena exposições\, workshops e palestras\, e faz acompanhamento de diversos artistas. Seu livro Lia do Rio: Sobre a Natureza do Tempo foi editado\, em 2015\, pela editora Fase 10. Biblioteca-Parque EstadualA BPE é um equipamento da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa. O espaço reúne\, além do acervo de 200 mil títulos\, uma vasta coleção de quadrinhos e livros de arte\, biblioteca infantil e 20 mil filmes. Teatro\, auditório\, cabines de vídeo e laboratórios\, além da programação com cursos e oficinas\, fazem do lugar mais que uma biblioteca: uma experiência única.  ServiçoTítulo: Sala de LeituraArtistas: Ana Herter\, Angela Rolim\, Cecilia Cipriano\, Claudia Malaguti\, Gilda Lima\, Grasi Fernasky\, Hudson Lima\, Isabela Frade\, Jo Iocken\, João Moura\, Júnia Azevedo\, Ligia Calheiros\, Luiz Badia\, Marciah Rommes\, Miro PS\, Petrillo\, Roberto Tavares\, Rosi Baetas\, Sandra Macedo e Teresa StengeCuradoria: Osvaldo CarvalhoCoordenação: Lia do RioAbertura: 2 de agosto de 2019 (sexta-feira)\, das 16h às 19hVisitação: até 6 de setembro. De segunda a sábado\, das 11 às 17h Local: Biblioteca Parque-EstadualEndereço: Av. Presidente Vargas 1.261\, Centro\, Rio de Janeiro Telefone: +55 21 3171 7505Entrada francaClassificação etária: livrem.me/bibliotecaparqueestadual
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SUMMARY:Exposição 'Cadê a piscina?' relembra sonhos de infância
DESCRIPTION:O fotógrafo e arquiteto mineiro Cláudio Ferreira abre exposição ‘Cadê a piscina?’ nesta quinta-feira\, 25/07\, no Centro Cultural Correios\, no Centro de São Paulo.  Mas afinal\, cadê a piscina que não aparece nas fotos? Por que os óculos de natação estão em lugares inusitados? Conta o autor que na fazenda Piçarra\, no município de Ibiraci\, Minas Gerais\, como toda criança mineira\, brincava e ajudava seus pais nos afazeres de casa e da roça. Vida simples\, com poucos recursos financeiros\, os brinquedos eram feitos manualmente\, mas com muita criatividade e fantasia. Mas no calor\, a diversão e a imaginação faziam a diferença. Com aquele sol bem quente e aquele gramado verde do sítio\, era só convidar alguns primos que a diversão era completa. O sonho era ter naquele gramado uma piscina azul com bastante água para mergulhar\, mas cadê a piscina? Piscina de verdade só na imaginação. Mas a brincadeira não parava. Então vamos construir nossa piscina! Era pegar uma lona preta\, estender sobre o gramado verde levemente inclinado\, jogar água e um pouco de sabão sobre a lona e estava pronto. Deslizando sobre aquela piscina preta\, começavam as brincadeiras: cair\, rolar e “nadar”. Pronto\, a imaginação ia longe refrescando o corpo e a mente. Agora\, depois de adulto\, o autor voltou ao mesmo lugar e\, surpreso\, encontrou seus óculos de natação amarelo e roxo\, cores vibrantes que o fizeram relembrar a infância e perguntar novamente: Cadê a piscina? Surge a ideia de fotografar trechos do lugar com os óculos de natação\, fazendo um recorte no tempo e espaço. As texturas dos materiais: madeira\, vegetação\, metal\, telhas entre outros\, juntamente com os óculos de natação remetem às lembranças da infância. Com curadoria de Ralf Scholz\, a ideia da exposição é levar as pessoas a imaginarem que\, a partir de algo impossível\, podemos criar outras possibilidades\, lúdicas e criativas. Despertar a criança que existe em cada um de nós. O dia nasce e te chama para escrever uma nova página. E surge a pergunta: na sua vida\, Cadê a piscina? Serviço“Cadê a piscina?”Período: 25 de julho a 10 de setembroHorário: de segunda a sexta-feira\, das 10 às 17hEntrada gratuitaLocal: Centro Cultural Correios São Paulo (CCCSP)Endereço: av. São João\, s/n.º\, Vale do Anhangabaú\, Centro\, São Paulo — SPMetrô São Bento
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SUMMARY:Composição do Jornal Dobrabil é analisado em Diálogos Sincrônicos\, sarau da Casa das Rosas
DESCRIPTION:Com passagem pelo movimento tropicalista e de contracultura\, Glauco Mattoso\, criador de Dobrabil\, também colaborou com outros jornais alternativos\, como o Pasquim\, e publicou mais de mil sonetos Diálogos Sincrônicos\, série de sarau da Casa das Rosas que reúne diferentes gerações de poetas\, será no próximo sábado\, dia 20 de julho\, a partir das 19h\, com mediação do escritor\, letrista e tradutor Luiz Roberto Guedes. Concentrado no Jornal Dobrabil do poeta Glauco Mattoso (codinome literário de Pedro José Ferreira da Silva)\, dessa vez o encontro literário se volta para a forma inusitada do jornal produzido entre os anos 1970 e 1980. Gerenciada pela Poiesis\, a Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos integra a Rede de Museus-Casas Literários da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo. Diálogos Sincrônicos apresenta leituras de textos de grupos de escritores\, de movimentos literários e de publicações que marcaram época\, como o Jornal Dobrabil no dia 20/7. Entre 1977 e 1981\, o poeta\, letrista\, tradutor e ficcionistaGlauco Mattoso produziu esse jornal inusitado\, misturando poesia concreta\, prosa\, gírias e humor com experiências gráfico-visuais\, diagramado em máquina de escrever\, com exemplares xerocopiados e distribuídos via correio. Entre as abordagens desse material\, representante da arte postal\, estava a crítica ao regime militar. Dobrabil possui apenas um número\, mas foi publicado em partes durante quatro anos. Até que os fascículos foram reunidos em livro em 1981 e reeditados em 2001 (editora Iluminuras). Mattoso\, criador e editor do jornal\, também participará do sarau. Além do Jornal Dobrabil\, o poeta é autor de livros como Apocrypho Apocalypse (1975)\, Rockabillyrics (1988)\, coletânea Poesia Digesta: 1974-2004 (2004) e Polititica (2018)\, este último lançado na Casa das Rosas. Outros convidados desta edição são o escritor e jornalista Wladyr Nader; o poeta Manoel Herzog (terceiro lugar no Prêmio Jabuti de poesia com o livro A comédia de Alissia Bloom); e o poeta e escritor de literatura infanto-juvenil Ulisses Tavares. Após a leitura de poemas e trechos do Jornal Dobrabil\, o público terá o microfone aberto para apresentar textos de própria autoria. Serviço:Diálogos sincrônicos – Jornal Dobrabil 20/7\, sábado\, 19h às 21h Recomendação etária: livreAtividade gratuita sem necessidade de inscrição préviaCasa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e LiteraturaAvenida Paulista\, 37 – Paraíso – São Paulo (próximo à estação Brigadeiro do metrô)Telefone: (11) 3285-6986 | 3288-9447Funcionamento: de terça-feira a sábado\, das 10h às 22h\, e aos domingos e feriados\, das 10h às 18hConvênio com o estacionamento Parkimetro: Alameda Santos\, 74 (exceto domingos e feriados)www.casadasrosas.org.brSOBRE A CASA DAS ROSAS A Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos é um museu dedicado à poesia\, à literatura\, à cultura e à preservação do acervo bibliográfico do poeta paulistano Haroldo de Campos\, um dos criadores do movimento da poesia concreta na década de 1950.  Localizada em uma das avenidas mais importantes da cidade de São Paulo\, a Avenida Paulista\, o espaço realiza intensa programação de atividades gratuitas\, como oficinas de criação e crítica literárias\, palestras\, ciclos de debates\, exposições\, apresentações literárias e musicais\, saraus\, lançamentos de livros\, performances e apresentações teatrais. O museu está instalado em um imponente casarão\, construído em 1935 pelo escritório Ramos de Azevedo\, que na época já tinha projetado e executado importantes edifícios na cidade\, como a Pinacoteca do Estado\, o Teatro Municipal e o Mercado Público de São Paulo.
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SUMMARY:Exposição “Olhares Artesanais” apresenta\, com um novo olhar\, cenários do Porto de Santos e região utilizando câmeras pinhole
DESCRIPTION:Há mais de uma década o Cidade Invertida\, grupo que reúne fotógrafos\, educadores e artistas\, investe em ações culturais relacionadas à imagem\, buscando despertar em seu público um olhar mais criativo e consciente em relação às imagens que nos cercam cotidianamente. Na exposição “Olhares Artesanais”\, a equipe composta por Adelino Matias\, Anna Clara Hokama\, Andre Solnik\, Gustavo Falqueiro\, Marcella Marigo\, Mauricio Sapata e Ricardo Hantzschel\, concebe sua versão imagética da região do Porto de Santos/SP utilizando câmeras manualmente construídas\, ou pinhole. Esses dispositivos ópticos são construídos com latas\, caixas\, ou qualquer aparato vedado à luz\, que recebe um furo de agulha em um de seus lados\, permitindo a formação de imagens em seu interior\, sem a necessidade de lentes. Em cartaz no Centro Cultural São Paulo\, a exposição é resultado de dois anos de trabalho em equipe\, que\, embora voluntariamente inserida na cultura digital\, valoriza também o tempo como parceiro\, mergulhando numa fotografia lenta\, incerta e experimental que começa no projeto da câmera e se estende até a revelação química da imagem. O consagrado artista luso-brasileiro Fernando Lemos\, assina um dos textos da mostra\, que conta com 38 fotografias impressas em papel fine art em tamanhos variados\, sob curadoria de Ricardo Hantzschel. Complementa o trabalho um livro com 48 páginas\, representando todo o conteúdo da exposição. Tanto o processo de captação quanto a edição final das imagens\, foram realizados em conjunto pelos profissionais envolvidos no projeto\, contemplado pelo 1º Edital de Apoio à Criação e Exposição Fotográfica da Secretaria Municipal de Cultura da Cidade de São Paulo. Ele ocupará parte do espaço expositivo do Centro Cultural São Paulo (CCSP)\, no Piso Flávio de Carvalho (fundos)\, ao lado de mais três exposições: Cores Nyotas\, Idílio e Poéticas Visuais. A exposição\, com entrada gratuita\, vai até o dia 11 de agosto. BREVE CURRÍCULO DOS FOTÓGRAFOS –(Equipe Cidade Invertida) Ricardo Hantzschel: Curador e Artista Graduado em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)\, é pós graduado em Fotografia e Mídia\, pelo Centro de Comunicação e Artes do Senac (2000). Foi docente do Bacharelado em fotografia do Centro Acadêmico Senac de 2003 à 2015. Com sua produção autoral em fotografia teve duas conquistas nacionais: o Prêmio Funarte Marc Ferrez (2014) e o Prêmio Porto Seguro de Fotografia\, (2003). Figura no acervo do Museu de Arte Moderna de São Paulo desde 2001. Nos últimos 20 anos tem exposto seu trabalho pessoal onde se destaca os ensaios “SAL” (Galleria Mentana\, Florença\, Itália 2016; Feira se Innsbruck\, Austria\, 2016; Feira de Padova\, Itália\, 2015; Bienal de Florença\, Itália\, 2015; Instituto Tomie Ohtake\, São Paulo\, 2015; Museu José de Dome\, Cabo Frio\, Rio de Janeiro\, 2015; Casa das Onze Janelas\, Belém\, Pará\, 2013)\, “Cidade Múltipla” (Galeria Cmafra–Belo Horizonte\, MG 2012; Instituto Carrefour\, São Paulo 2011; Caixa Cultural Sé\, São Paulo 2010; Festival Hercule FlorencePUC Campinas 2010\, Espaço Porto Seguro\, São Paulo\, 2003)\, “Vestígios do Carandiru” (Sesc Santana\, São Paulo\, 2012; Galeria do Cj Nacional\, São Paulo 2007; Centro Cultural São Paulo 2004; Museu de Arte de Ribeirão Preto 2004)\, “Cidade Casual” (Sesc Pompéia\, SP 2004; Espaço Porto Seguro\, SP 2001; Visual Studies Workshop Gallery/NY-EUA 2001; Museu da Imagem e do Som\, São Paulo\, 2000) e “A Sombra do Porto” (Centro de Exposições Imigrantes\, São Paulo\, 2002; Pinacoteca de Santos 2000; Centro Cultural São Paulo 1999). Desde 2006 coordena as ações de educação visual do Cidade Invertida\, entidade sediada em São Paulo\, mas com forte caráter itinerante\, com atuação em entidades da periferia\, faculdades\, museus e eventos fotográficos. O projeto foi premiado em 2006 pelo Programa de Valorização de Iniciativas Culturais da Secretaria Municipal de cultura\, voltando a ser premiado em 2008 com a certificação de “Mérito Cultural” pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo\, e foi novamente reconhecido em 2010 através do Prêmio Comgás de patrocínio Sócio Cultural. www.fotopositivo.com.br Marcella Marigo: Produtora e artista Artista visual autodidata e bacharela em fotografia pelo Centro Acadêmico Senac\, onde atuou como educadora no projeto Alfabetização Visual. Possui especialização em História da Arte pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e em Gestão de Projetos Culturais pelo CELACC – USP. Desde 2015 exerce função de produtora no Cidade Invertida. Mauricio Sapata: Educador e artista É fotógrafo\, faz pesquisas e ministra oficinas sobre processos históricos fotográficos\, fotografia Pinhole e a Colorização Manual de Fotografias\, utilizando-se destas técnicas em seus trabalhos autorais. Tem um projeto de fotografia lambe-lambe chamado “Câmera Caixote”\, que atua como instrumento educativo e propagador da história e do resgate cultural desta técnica\, integra a equipe de educadores do Cidade Invertida desde 2013. Gustavo Falqueiro: Educador e artista Mestrando pelo IEB/USP\, bacharel em Fotografia pelo Senac/SP e graduado e licenciado en Filosofia pela USP. Integrante do projeto Photo na Praça (2014 -atual)\, educador no projeto Cidade Invertida (2009 -atual) e professor de fotografia na Associação Civil Anima (2016 -atual). Atuou como docente em cursos de formação artística para jovens no Instituto Tomie Ohtake (2012-2015)\, pela Secretaria de Cultura de São Caetano do Sul (2015-2016) e pelo projeto Pontos MIS do Museu da Imagem e do Som/SP (2012-2017). Em 2010 foi contemplado pelo programa VAI de Estímulo à Cultura de Itapeva/SP\, com oficina de Pinhole\, em parceria com Emiliano Hagge. Anna Clara Hokama: Educador e artista Formada em fotografia pelo Centro Acadêmico Senac e atualmente pós graduanda em arteterapia no Instituto Sedes Sapientiae. Já teve passagem por grandes instituições culturais como Caixa Cultural\, Museu Brasileiro de Escultura\, Museu de Arte Sacra\, MASP e Pinacoteca\, e hoje integra a equipe de educação do Instituto Moreira Salles Paulista. Atua como educadora no Cidade Invertida desde 2010. André Solnik: Educador e artista Graduado em Jornalismo pela PUC-SP e em Ciências Sociais pela USP\, já atuou como professor de fotografia em escolas públicas de São Paulo através da ONG ImageMagica e coordenou o projeto “Foto na Lata”\, no Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade de São Paulo. Atualmente é fotógrafo freelancer e educador no Cidade Invertida. Adelino Matias: Educador assistente e artista Motorista profissional há 20 anos\, Adelino Matias Junior faz parte da equipe Cidade Invertida desde sua fundação. Vem desenvolvendo seu olhar fotográfico na última década\, o que o levou a exercer também a função de monitor nas oficinas. SOBRE O CIDADE INVERTIDA O Cidade Invertida é um grupo de educadores e artistas que tem se dedicado a elaborar experiências visuais\, em sua maioria mediadas pela fotografia\, objetivando encantar as pessoas e ao mesmo tempo despertar uma postura mais consciente na relação delas com as imagens que nos cercam cotidianamente. Em pouco mais de uma década\, o trailer\, símbolo de referência do projeto\, foi adaptado como laboratório fotográfico e câmara obscura\, e já percorreu cerca de 35.000 km viabilizando cursos e oficinas para um público diverso. Com forte caráter itinerante\, o Cidade Invertida tem também um espaço cultural na Vila Madalena\, em São Paulo\, onde a intenção é oferecer possibilidades de capacitação teórica e prática para artistas\, fotógrafos\, educadores e interessados por imagens em geral. Temos um compromisso com as bases históricas da fotografia tradicional e as mesclamos sem preconceito com as técnicas digitais de última geração. Site: www.cidadeinvertida.com.br SINOPSE A exposição “Olhares Artesanais” reúne 38 fotografias captadas com câmeras manualmente construídas e tem como tema a região portuária da cidade de Santos\, litoral do Estado de São Paulo. As imagens expostas foram captadas por câmeras de orifício (pinhole) e reveladas quimicamente em laboratório analógico preto e branco. O resultado desse projeto é um recorte ao mesmo tempo caótico e poético\, que desconstrói o seu referente\, para imediatamente reconstruí-lo dentro dos aparatos concebidos pelos fotógrafos do Cidade Invertida. Os autores recriam a cena urbana\, em imagens que só existem na diversidade de formatos\, orifícios e suportes sensíveis das câmeras pinhole. SERVIÇO Local: Centro Cultural São Paulo – Piso Flávio de Carvalho End.: Rua Vergueiro\, 1000 – Paraíso – São Paulo Tel.: (11) 3397-4002 Quando: Até 11 de agosto. Horário: Terça a sexta\, das 10h às 20h – Sábados\, domingos e feriados\, das 10h às 18h Site: www.centrocultural.sp.gov.br FICHA TÉCNICA Curadoria: Ricardo HantzschelProdução executiva: Fernanda RomeroProdução: Marcella MarigoProjeto expográfico: Ricardo HantzschelMontagem: Marcos AlbertinRevisão de texto: Fernanda RomeroEdição de imagens: Cidade InvertidaAssessoria de imprensa: Tudo em PautaDocumentação fotográfica: Cidade InvertidaImpressão: Giclê Fine Art PrintArquiteto: Gabriel CurtiDireção arte: Carlos BaptistellaPatrono do Cidade Invertida: Fernando LemosATIVIDADES COMPLEMENTARES Visitas guiadas + bate papo com os fotógrafos: 17 de julho – das 14h às 16h e 27 de julho – 11h às 13h Com objetivo de compartilhar com o público as experiências vivenciadas pelos artistas no processo de construção das câmeras e sua posterior utilização na captação das imagens da exposição “Olhares Artesanais”\, serão realizadas visitas guiadas pela equipe do Cidade Invertida. Oficinas gratuitas de fotografia artesanal: Paisagem invertida Onde: Centro Cultural São PauloQuando: 10 de agostoHorários: 10h30\, 11h30\, 12h30 e 13h30Duração: 50 minVagas: 40 vagas divididas em 4 turmas (10 pessoas/turma).Público alvo: sugere-se interessados em geral acima de 6 anos.*** Inscrições no local\, por ordem de chegada.Descritivo: O trailer do Cidade Invertida é utilizado como câmera fotográfica gigante\, onde os participantes podem observar a cena exterior à ela projetada no interior e invertida numa tela translúcida. De forma lúdica e interativa\, o público praticará a fotografia com câmeras de orifício\, construídas com caixas/latas\, e a seguir acompanhará o processo de revelação química da imagem\, com a base da fotografia tradicional preto e branco. Infraestrutura básica: Ponto de energia 220w\, local plano e com vista para estacionar o trailer.
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SUMMARY:Galeria Bergamin e Gomide apresenta a exposição “A Burrice dos Homens”
DESCRIPTION:Com curadoria de Fernanda Brenner\, a exposição coletiva apresenta obras de 31 artistas\, propondo uma reflexão sobre o uso da sátira e dos estereótipos no contexto latino americano e sociopolítico das últimas décadas. Artistas participantesAdriano Costa | Amadeo\nLuciano Lorenzato | Ana Prata | Anna Bella Geiger | Antônio Dias |\nAntonio Henrique Amaral | Artur Barrio | Cabelo | Cícero Dias |\nCristiano Lenhardt | Erika Verzutti | Glauco Rodrigues | Hélio\nOiticica | Ivan Cardoso | Ismael Nery | Jac Leirner | Jarbas Lopes |\nJosé Antônio da Silva | Leda Catunda | Lina Bo Bardi | Oswaldo\nGoeldi | Pedro Caetano | Radamés “Juni” Figueroa | Rogério Reis\n| Saint Clair Cemin | Tiago Carneiro da Cunha | Tonico Lemos Auad |\nUrsula Böckler | Vicente do Rego Monteiro | Wilma Martins | Yuli\nYamagata ServiçoAberta para visitação até 20 de julho de 2019.Horário de funcionamento: segunda a sexta das 10 às 19 horas\, e sábados das 10 às 15 horas.Rua Oscar Freire\, 379 – Jardim Paulista\, São Paulo – SP\, 01426-001
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SUMMARY:Circo di SóLadies estreia temporada de Choque-Rosa no SESC Vila Mariana
DESCRIPTION:O grupo de circo formado por palhaças feministas realiza temporada do espetáculo CHOQUE-ROSA no SESC Vila Mariana. Com poesia e muitas gargalhadas\, o grupo convida adultos e crianças para refletir sobre a força da mulher.  \n \nDe 13 de julho à 03 de agosto de 2019\, sempre aos sábados\, às 15h\, o Circo di SóLadies apresenta o espetáculo Choque-Rosa ou Com que Armas Lutamos? no SESC Vila Mariana. Os ingressos vão de R$ 5\,00 a R$ 17\,00 e podem ser adquiridos em qualquer bilheteria do SESC. \nChoque-Rosa ou Com que Armas Lutamos? conta a história de Augustina\, Greice\, Úrsula e Xamanga\, que encaram mais um dia de rotina de donas de casa. Mas de repente se dão conta do sumiço de uma amiga. As palhaças percebem que precisam sair de sua zona de conforto para encarar um lugar misterioso\, para onde nenhuma mulher poderia ir\, até então. \nA criação do espetáculo partiu da pesquisa do grupo sobre a história de mulheres brasileiras e o impacto de seus feitos na sociedade\, lidando com a violência gerada pelo machismo e o patriarcado. Utilizando a palhaçaria feminina\, as artistas misturam técnicas circenses com a linguagem lúdica e cômica para refletir e alertar para igualdade de gênero\, valorizando o protagonismo\, o poder e a força da mulher. \n“Elas\, as que vieram antes\, guiaram nossas escolhas e guiarão as palhaças em suas descobertas” – explicam as palhaças feministas integrantes do grupo. \nCom uma equipe formada apenas por mulheres\, CHOQUE-ROSA\, utiliza camadas simbólicas e surpreende o público por tratar de temas que geralmente são considerados complexos\, com muita delicadeza e poesia. Através do riso\, inspiram reflexões importantes sobre a potência da mulher\, dialogando e envolvendo o público de todas as idades\, divertindo crianças\, jovens e adultos. \nUm Circo feito por mulheres para todos os públicos \nIdealizado por Lilyan Teles e Tatá Oliveira\, o Circo di SóLadies surgiu em 2013 a partir das inquietações em relação a desigualdade de gênero e da percepção de que havia ainda um pequeno espaço dado à mulher tratando-se de comicidade e linguagem do palhaço. Em 2016\, juntam-se a elas as artistas Kelly Lima e Verônica Mello\, ampliando o repertório do grupo. \nFeito por mulheres – palhaças\, atrizes\, musicistas\, pesquisadoras e realizadoras – para todos os públicos\, é um circo em que as artistas desenvolvem o repertório através do improviso e do jogo cênico com elementos fundamentais para a conexão e interação com o público\, a conquista do estado da graça\, do riso e da reflexão sobre o papel da mulher na sociedade. \nMais informações em: www.facebook.com/circodisoladies \nChoque-Rosa ou Com que Armas Lutamos? \nCom Circo di SóLadies \nSinopse: Augustina\, Greice\, Úrsula e Xamanga encaram mais um dia de mesmice dentro de casa: limpar\, passar\, cozinhar e… Peraí? Cadê a Maria?! Com o sumiço da amiga Maria\, as quatro palhaças são obrigadas a se aventurar no tão temido FORA\, um lugar que não foi feito para elas\, onde mulher nenhuma pode se aventurar. Será? \nDuração: 50 minutos \nClassificação: Livre \nGrátis \nQuando: 13\, 20 e 27 de julho e 03 de agosto de 2019 (sábados) \nHorário: 15h00 \nOnde: SESC Vila Mariana \nLocal: Auditório \nEndereço: R. Pelotas\, 141 – Vila Mariana\, São Paulo – SP\, 04012-000 – Telefone: (11) 5080-3000 \nIngressos: R$ 5\,00 (usuários do SESC) \, R$ 8\,50 (meia-entrada) \, R$ 17\,00 (inteira) \nOs ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do SESC. \nMais informações em: https://www.sescsp.org.br/programacao/194304_CHOQUE+ROSA
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SUMMARY:Adelina Instituto realiza oficinas de férias com foco no público infantil
DESCRIPTION:De 13 a 27 de julho\, o Adelina Instituto oferece ao público três oficinas de férias\, ministradas pela educadora Gabriela Conceição: a oficina de colagem com aquarela abre a programação no dia 13; no dia 20\, o tema é impressão botânica; e no dia 27\, os participantes irão aprender sobre isogravura. \n  \nNa atividade de colagem com aquarela\, duas técnicas são misturadas\, convidando os participantes a experimentar e elaborar composições usando colagem de figuras e pintando com diferentes tintas. Em impressão botânica\, a ideia é criar composições e estampas únicas usando monotipia sobre papel\, técnica de impressão — constituída de um processo híbrido entre a pintura\, o desenho e a gravura. Já na Oficina de Isogravura\, os participantes estarão mais próximos da técnica de impressão que utiliza placas de isopor como matriz\, criando desenhos\, entintando\, sobrepondo e transferindo a criação para o papel criando uma gravura\, como um carimbo. \n  \nO custo de participação em cada uma das atividades é de R$ 20\,00 e ele inclui também todo o material usado nos cursos. \n  \nGabriela Conceição é educadora\, formada em Educação Artística — Habilitação em Artes Plásticas pela Universidade São Judas Tadeu e especializada em Arte na Educação pela Universidade de São Paulo. Trabalha na área de Educação em museus desde 2009\, tendo atuado nos setores educativos do Pavilhão de Exposições da Oca\, Museu da Imagem e do Som e Pinacoteca do Estado de São Paulo. Desde abril de 2017\, é responsável pela mediação entre o público e as obras da Adelina Galeria. \n  \nSOBRE A ADELINA INSTITUTO \nEm abril de 2017\, o empresário Fabio Luchetti criou o projeto Adelina\, no Bairro Perdizes. Com ampla atuação no circuito de arte e educação contemporâneas\, o projeto promove a difusão\, produção e compartilhamento de conhecimento\, por meio de encontros\, debates\, oficinas\, publicações\, além de cursos interdisciplinares\, exposições de artistas contemporâneos e ações extramuros. O objetivo do projeto é firmar-se como um espaço para a concepção\, formação e difusão da arte. Em suas muitas ações\, a ideia é atingir os mais diversos perfis\, favorecendo o intercâmbios entre artistas\, curadores e amantes da arte. Desde a sua fundação\, a Adelina pretende aproximar a arte e educação\, participando ativamente da formação livre de públicos variados\, entre os quais estão professores da rede de ensino público\, estudantes\, crianças\, adolescentes e idosos. \n  \nSERVIÇO: \n  \nOFICINA DE COLAGEM COM AQUARELA \nQuando: Dia 13 de julho\, sábado\, às 11 horas. \nPúblico: Crianças de 6 a 14 anos de idade e suas famílias \nDuração: 120 minutos \nInscrições: R$ 20\,00 (www.sympla.com.br/adelina) \nVagas: 15 \n  \nOFICINA DE IMPRESSÃO BOTÂNICA \nQuando: Dia 20 de julho\, sábado\, às 11 horas. \nPúblico: Adultos e crianças a partir de 7 anos \nDuração: 120 minutos \nInscrições: R$ 20\,00 (www.sympla.com.br/adelina) \nVagas: 15 \n  \nOFICINA DE ISOGRAVURA \nQuando: Dia 27 de julho\, sábado\, às 11 horas. \nPúblico: Crianças a partir dos 6 anos \nDuração: 120 minutos \nInscrições: R$ 20\,00 (www.sympla.com.br/adelina) \nVagas: 15 \n  \nADELINA INSTITUTO \nHorário de visitação: de terça a sexta-feira\, das 10h às 19h; e\, aos sábados\, das 10h às 16h. \nEndereço: Rua Cardoso de Almeida\, 1285\, Perdizes. CEP: 05013-001 — São Paulo. \nEstacionamento conveniado: 25% de desconto para visitantes (Rua Caiubi\, 308). \nTelefone: +55 (11) 3868-0050. \nE-mail: oi@adelina.org.br | Site: www.adelina.org.br \n  \nASSESSORIA DE IMPRENSA \nVanessa Fontes   \ncontato@vanessafontes.com.br/ vanfontes81@gmail.com \n+ 55 (11) 4432-3378 | 99257-6965 \nSkype – vanessafontes81
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SUMMARY:Verve Galeria exibe individual de Guilherme Callegari
DESCRIPTION:Composta por 25 trabalhos em técnicas distintas\, “NDÚSTRIA” apresenta a pesquisa do artista sobre a indústria e a comunicação na sociedade moderna\, em obras que exploram o grafismo e a dessignificação de símbolos e logotipos  \n\n\n  \n\n\nA Verve Galeria exibe “NDÚSTRIA“\, do artista visual Guilherme Callegari. Com curadoria de Eduarda Freire e texto crítico de Juliana Monachesi\, a primeira individual do artista na galeria apresenta 25 pinturas – óleo\, acrílica\, giz oleoso\, carvão\, caneta esferográfica e lápis de cor sobre tela -\, que abordam a visão do artista sobre a indústria e a comunicação na sociedade moderna\, apoiado em seu trabalho diário e numa extensa pesquisa sobre o design gráfico. \n\n\nO conjunto de letras “NDÚSTRIA“\, pelo qual se intitula a nova mostra da Verve Galeria\, foi pensado por Guilherme Callegari unicamente como um símbolo que identificasse a exposição. A palavra em si é coerente com o título de algumas das pinturas expostas. Com essa abstração\, o artista busca chamar atenção apenas para os desenhos e a sonoridade que eles passam. \n\n\nA produção de Guilherme Callegari surge de um trabalho diário\, de sua relação prática com a pintura. Das indústrias automobilística e da comunicação vem sua pesquisa permeável à seleção de cores\, elementos e símbolos – explorando o grafismo e a dessignificação. Sobre o trabalho do artista\, o pintor Rodolpho Parigi já escreveu: “As cores de Guilherme Callegari são de natureza industrial e plástica\, não é uma paleta de paisagens ou mesmo de um pintor de carne. Sua paleta é de uma impressora profissional ou mesmo de um birô de silk screen […] Guilherme trabalha como uma máquina\, mas suas pinturas tem características e especificidades de obra prima\, no sentido de obra única. As passagens são delimitadas como em um desenho\, trazendo mais uma informação gráfica. Mesmo quando o artista mistura seus elementos\, a sempre uma borda bem definida que os diferencia. Tudo é sólido e plano. O encontro das cores acontece na maioria das vezes por intersecção e não por fusão. Isso nos faz lembrar dos pantones gerados pelo Photoshop ou pelas lojas de tinta de parede.“ \n\n\nComo define a curadora Eduarda Freire: “Entre uma suspeita levantada sobre a possibilidade interpretativa de sigilos místicos\, internacionalidade ou aleatoriedade\, o artista convence de que existe um espaço potente\, agora preenchido\, entre um pôster informativo e uma pintura. Obedece à almejada perfeição visual instituída pelo design\, ao mesmo tempo que dribla o funcionamento da produção comunicativa e midiática na simples admissão da gratuidade da produção artística“. \n\nExposição: “NDÚSTRIA“  \n\n\nArtista: Guilherme Callegari  \n\n\nCuradoria: Eduarda Freire  \n\n\nTexto crítico: Juliana Monachesi  \n\n\nCoordenação: Allann Seabra e Ian Duarte Lucas  \n\n\nAbertura: 11 de julho de 2019\, quinta-feira\, às 19h  \n\n\nPeríodo: 12 de julho a 17 de agosto de 2019  \n\n\nLocal: Verve Galeria – www.vervegaleria.com  \n\n\nEndereço: Rua Lisboa\, 285 – Jardim Paulista\, São Paulo – SP  \n\n\nTelefone: (11) 2737-1249  \n\n\nHorários: Terça a sexta-feira\, das 11 às 19h / Sábado\, das 11 às 17h 
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SUMMARY:DESCOBRIR FRANK BOWLING
DESCRIPTION:Trailer com Frank Bowling\, a visita de Natal de Iona Miriam a & de Brighton \nCelébre “um gigante da arte britânica” que constantemente empurra as possibilidades da pintura! \nA primeira grande retrospectiva de Frank Bowling reúne mais de 60 anos de trabalho. Cada quarto está repleto de telas coloridas gigantes pingando tinta. Ele mostra sua experimentação ousada e criatividade selvagem. \n“Você será transportado para um reino estratosférico de inspiração e imaginação\, bem acima da realidade mundana”. \nVeja mais aqui\n 
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LOCATION:Tate Britain\, Millbank London SW1P 4RG\, Londres\, SW1P 4RG\, Reino unido
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