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SUMMARY:Luiz Aquila III Milênio - criação em aberto
DESCRIPTION:Segundo o poema de João Cabral de Melo Neto\, “Quadro  nenhum está acabado/ disse certo pintor;/ se pode sem fim continuá-lo\,/  primeiro\, ao além do quadro/ que\, feito a partir de tal forma\,/ tem na tela\, oculta\, uma porta/ que dá a um corredor/ que leva a outra e a  muitas outras”. “A lição de pintura” traduz a essência da exposição  “Luiz Aquila III Milênio – criação em aberto”\, onde o artista apresenta  obras inéditas realizadas entre 2009 e 2019\, a partir 31 de agosto\, no Museu Nacional de Belas Artes. Ao  todo\, serão expostas 30 pinturas\, que contam com a liberdade criativa  do artista para articular cores e contrastes\, através de planos e pinceladas presentes e expressivas com dimensões que vão de 70x90cm até  210x140cm.            “Luiz Aquila pertence a uma geração de artistas com sólida e erudita  formação. Disciplinado e meticuloso\, desenvolve na intimidade de seu  ateliê as suas obras\, a partir de intensa pesquisa de materiais e  suportes. Diariamente\, num exercício incansável de amor e troca\, tensão e  conflito entre criador e criatura\, transita entre telas\, cavaletes\, pincéis\, desenhos\, rabiscos e superposições cromáticas\, quando a sua  mão\, em gestos cadentes e poéticos\, proporciona\, uma obra mágica\, uma  obra única\, fruto da inquietação de um pintor maior”\, afirma Monica Xexéo\, diretora do Museu Nacional de Belas Artes.          Trechos de textos críticos e estudiosos\, como Casimiro Xavier de Mendonça\, Felipe Chaimovich\,  Lauro Cavalcanti\, Lelia Coelho Frota\, Luiza Interlenghi\, Marcus Lontra\,  Mario Barata\, Vanda Klabin\, Vera Pedrosa e Wilson Coutinho compõem o espaço expositivo da Sala Bernardelli\, ajudando o visitante a conhecer a trajetória do artista. Um exemplo é a frase do crítico e historiador Frederico Morais que elucida\, em parte\, a escolha do nome da mostra: “Aquila  procura manter seu processo de criação em aberto\, sujeito a alterações\,  o quadro fluente\, em andamento. O quadro vai nascendo ali\, no  corpo-a-corpo com a matéria com que constrói sua pintura\, num diálogo  ativo e inteligente”.          Uma das paredes foi reservada para a exibição do filme-documentário “Aquila\, Luiz”\, dirigido por Luiz Carlos Lacerda. “Acredito\n que todo cineasta deve ter o cuidado de procurar nas Artes Plásticas \nreferências de luz e enquadramento. Minha admiração pelo trabalho do \nAquila vem de muito tempo\, nos conhecemos há vários anos. Devo bastante \nao resultado da fotografia e do movimento de câmera\, que acompanha o \nritmo das suas pinceladas\, ao diretor de fotografia Alisson Prodlik”\, diz Luiz Carlos. “O que mais me chamou atenção durante as\n filmagens foi o extremo compromisso com a liberdade de criação. É uma \nrelação impulsiva\, ele entra num transe e fica obnubilado pela \nexpressão”\, complementa.  Durante  a exposição\, até o dia 1º de dezembro\, haverá uma programação variada de atividades\, que prevê visitas comentadas pelo artista e palestras com alguns convidados especiais.  Desdobramentos de quadros e pintura-instalação composta por sete grandes telas se destacamCerta vez\, o curador Lauro Cavalcanti afirmou que a produção de Aquila seria uma pintura “em permanente construção”. Um dos destaques da mostra\, a série de quatro telas “Mergulhos no Azul”\, confirma esta fala\, onde a cor é usada como assunto e a partir dela ocorrem improvisos cromáticos.   Impactante\, a composição de sete telas originadas da pintura-instalação do MAM-SP\, em 2013\, está sendo exibida no Rio pela primeira vez. As pinturas dinâmicas e gráficas medem 210×140cm cada uma\, e ganham uma dimensão monumental capaz de  transportar o espectador para dentro da atmosfera do artista\, que aqui  utilizou técnica mista de acrílica e eventual uso de colagens.  Saiba mais sobre o artistaLuiz\n Aquila criou na pintura\, no desenho e na gravura. Também foi professor e\n diretor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage\, onde exerceu grande \ninfluência sobre a Nova Pintura Brasileira\, Geração 80. Nasceu em 27 de \nfevereiro de 1943\, no Rio de Janeiro\, e iniciou-se nas artes através de \nseu pai\, o artista plástico e arquiteto Alcides da Rocha Miranda. Foi \naluno de Aluísio Carvão\, pintura\, no MAM-RJ e de xilogravura de Oswaldo \nGoeldi na Escola Nacional de Belas Artes. Frequentou cursos livres na \nUniversidade de Brasília (UnB)\, foi bolsista do Governo Francês em \nParis\, do British Council em Londres\, e da Fundação Gulbenkian em Lisboa\n e Évora. Ao longo da carreira\, participou de mais de 200 exposições \n(individuais e coletivas) no Brasil e no exterior\, e foi chamado pelo \ncrítico Frederico Morais de “herói de sua própria pintura”. Participou \nda 17ª\, 18ª e 20ª Bienal Internacional de São Paulo em 1983\, 1985 e \n1989\, respectivamente e também da Bienal de Veneza. Em 1988\, \ntransferiu-se para Petrópolis\, região serrana do Rio de Janeiro. Em \n1992\, o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ) e\, em 1993\, o \nMuseu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP) realizaram mostras\n retrospectivas de seu trabalho. Em 2003\, exposição individual no Museu \nde Arte Contemporânea (MAC-Niterói).  Em 2013\, o artista comemorou cinco\n décadas de trajetória com uma grande retrospectiva no Paço Imperial. Ficha técnicaApresentação: Monica Xexéo  Coordenação Geral: Patricia Costa – Galeria Patricia CostaProdução: Paulo BranquinhoAssessoria de Imprensa: Bia Sampaio (BriefCom) e Nelson Jr.Design: 19design / Heloísa FariaAssistente do artista: Lilia Olmedo MonteiroCom exibição de filme de Luiz Carlos Lacerda.ServiçoExposição “LUIZ AQUILA III MILÊNIO – criação em aberto”Abertura: dia 31 de agosto\, sábado\, das 14h às 18hLocal:  Museu Nacional de Belas Artes/MNBA – Avenida Rio Branco\, 199 – CinelândiaSala: BernardelliVisitação: de terça a sexta\, das 10h às 18h\, sábados\, domingos e feriados\, das 13h às 18hPeríodo: de 1º de setembro a 1º de dezembro de 2019Ingressos:  R$ 8\,00 inteira\, R$ 4\,00 meia e ingresso família (para até 4 membros de  uma mesma família) a R$ 8\,00. Grátis aos domingos. Tel: (21) 3299-0600Informações sobre a exposição: Bia Sampaio (BriefCom) – (21)98181-8351/biasampaio@briefcom.com.brNelson Jr – imprensa@mnba.gov.br
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SUMMARY:Luciana Brito Galeria inaugura mostras de Caio Reisewitz e Érika Malzoni
DESCRIPTION:No dia 31 de agosto\, a Luciana Brito Galeria vai inaugurar as individuais de Caio Reisewitz e da artista convidada Érika Malzoni.  A mostra de Caio Reisewitz\, intitulada Cassino\, apresenta uma série inédita de cinco fotos de grandes dimensões\, realizadas na praia de nome homônimo ao da exposição. Todas as imagens parecem conter o mínimo necessário para a identificação de uma paisagem\, flertando com a abstração. A exposição conta com texto crítico de Luisa Duarte. Dando continuidade ao projeto Artista Convidado\, a Luciana Brito Galeria tem a honra de apresentar trabalhos inéditos de Érika Malzoni. A exposição denominada Expressura\, mostra um conjunto de obras construídas a partir daquilo que sobrou\, usando materiais simples e domésticos para refletir sobre temas como a transitoriedade\, o excesso\, a vulnerabilidade e a memória. ServiçoEndereço: Av. Nove de Julho\, 5162 – Jardim Europa\, São PauloData: 31/08 (sábado) a 26/10 (sábado)Telefone: (11) 3842-0634http://www.lucianabritogaleria.com.br/
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SUMMARY:Invenções Híbridas\, uma performance de Paulo Nenflidio
DESCRIPTION:Invenções Híbridas – Paulo NenflidioNo dia 05/10\, haverá a para a performance\, lançamento do catálogo e conversa com o artista Paulo Nenflidio\, em sua exposição Invenções Híbridas\, na Caixa Cultural SP.  A mostra conta com a curadoria de Fernanda Vogas e está em curso na Caixa Cultural São Paulo.  A performance terá início às 14h30 e a conversa às 15h. O local está situado na Praça da Sé\, 111 – Centro.  Veja também\nPaulo Nenflidio\, o artista que esculpe o invisível
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SUMMARY:Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia aborda o tema socioambiental
DESCRIPTION:De 31 de agosto a 3 novembro\, o MuBE (Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia) abre suas portas para a mostra Ambiental: arte e movimentos. Com curadoria de Cauê Alves\,  curador chefe do Museu\, e Marcia Hirota\, diretora-executiva da Fundação SOS Mata Atlântica\, a exposição\, que reúne trabalhos de 22 artistas\, entre  desenhos\, pinturas\, fotografias e instalações que dialogam direta e  indiretamente com questões ecológicas\, também abrirá espaço para que organizações socioambientais apresentem suas ideias e ações. A coletiva traz obras de artistas como Alexandre\n da Cunha\, Arthur Lescher\, Brígida Baltar\, Cláudia Jaguaribe\, Dudi Maia \nRosa\, Luiz Zerbini\, Pedro Motta e Rodrigo Bueno. A convite do MuBE\, as organizações Fundação SOS Mata Atlântica\, Greenpeace\, Instituto Socioambiental (ISA)\, Fundação Pró-Tamar\, Save-Brasil e WWF-Brasil ocupam a área externa do MuBE no dia da abertura e na tradicional feira dominical\, e trazem uma série de ações ao longo do\nperíodo expositivo.  A\n mostra tem como objetivo reafirmar o papel do Museu no debate das \nquestões do meio ambiente. O MuBE nasceu da organização da sociedade \ncivil\, em pleno processo de abertura política no final da década de \n1980\, em defesa da qualidade de vida na cidade e da preservação do \nverde. “Temos\n enfatizado um olhar contemporâneo sobre a arte para ampliar o \nentendimento das pessoas sobre a ocupação do espaço e incorporando as \nexpressões que dialogam com nosso ambiente”\, afirma Cauê Alves. Em\n 1986 – mesmo ano em que o terreno onde hoje é o MuBE foi desapropriado e\n cedido para a construção do museu – foi criada a Fundação SOS Mata \nAtlântica\, época em que emergia a consciência ecológica e a luta pela \ndemocracia e por diversas causas sociais no Brasil. Organizava-se\,\nentão\, um forte movimento ambientalista no país para estruturar espaços \nde debate sobre o tema. Na mostra\, o público poderá visitar uma linha do\n tempo com imagens\, vídeos e informações desta história e conquistas até\n os dias de hoje. “Nascemos\n do interesse genuíno de lutar por algo que é de todos e assim devemos \nnos manter\, sempre respeitando as características e funções da natureza \npara nosso bem-estar. É importante que a sociedade entenda a importância\n dos movimentos socioambientais. Sempre colaboramos para o debate a \npartir de dados\ncientíficos\, na formulação de estratégias relevantes e políticas \npúblicas eficazes para toda a população”\, afirma Marcia Hirota. Lista de artistasAlexandre da Cunha  Artur LescherBrígida BaltarCamila RochaCássio VasconcellosCharles DarwinCláudia JaguaribeDaniel CaballeroDudi Maia RosaEduardo SrurFrans KrajcbergFulvio PennacchiGeórgia KyriakakisHugo FrançaJosé PancettiKimi Nii    Luiz ZerbiniManata LaudadesPedro MottaRodrigo BuenoShirley Paes LemeVanderlei LopesYiftah Peled ONGsFundação SOS Mata AtlânticaGreenpeaceInstituto Socioambiental (ISA)Fundação Pró-TamarSave-BrasilWWF-Brasil Sobre o MuBE O\n MuBE\, Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia\, foi criado em 1986\, a \npartir da concessão do terreno na Av. Europa pela Prefeitura de São \nPaulo. Surgiu de um movimento de milhares de cidadãos a favor da \npreservação da qualidade de vida e do verde em uma das regiões mais \nvalorizadas da cidade de São Paulo. Para a\nconstrução do prédio do Museu foi realizado um concurso que contou com a\n participação de vários arquitetos de renome e foi vencido por Paulo \nMendes da Rocha\, que convidou Roberto Burle Marx para realizar o projeto\n paisagístico. O MuBE é uma das mais importantes construções brutalistas\n do mundo\, uma das principais obras de Paulo Mendes da Rocha\, grande \nnome da arquitetura brasileira e mundial\, vencedor do prêmio Pritzker em\n 2006\,\nconsiderado o Oscar da arquitetura mundial\, e do Leão de Ouro da Bienal \nde Arquitetura de Veneza\, entre outros. Uma maquete do prédio do museu e\n seu projeto fazem parte hoje do acervo do MoMA de Nova York. Sobre a Fundação SOS Mata Atlântica A\n Fundação SOS Mata Atlântica é uma ONG ambiental brasileira. Atua na \npromoção de políticas públicas para a conservação da Mata Atlântica por \nmeio do monitoramento do bioma\, produção de estudos\, projetos \ndemonstrativos\, diálogo com setores públicos e privados\,\naprimoramento da legislação ambiental\, comunicação e engajamento da \nsociedade em prol da recuperação da floresta\, da valorização dos parques\n e reservas\, de água limpa e da proteção do mar. Os projetos e campanhas\n da ONG dependem da ajuda de pessoas e empresas para continuar a \nexistir. Saiba como você pode ajudar em www.sosma.org.br. Serviço:Ambiental: arte e movimentosLocal: MuBE – Museu Brasileiro da Escultura e da EcologiaAbertura: 31 de agosto\, sábado\, das 12h às 18hPeríodo expositivo: 1 de setembro a 3 de novembro\, de terça-feira a domingo\, das 10h às 18hEndereço: Rua Alemanha\, 221\, Jardim Europa\, São PauloEntrada gratuitaMais informações: www.mube.space Veja também\nMuBE aproxima grande público de importantes coleções particulares
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SUMMARY:13ª SP-Foto estreita vínculos entre a fotografia brasileira e a cena internacional
DESCRIPTION:A SP-Foto – Feira de Fotografia de São Paulo chega  à sua 13ª edição  firmando-se como o mais relevante evento de fotografia do Brasil. De 21  a 25 de agosto\, a Feira ocupa toda a área de eventos do Shopping JK  Iguatemi e reúne as principais galerias\, museus e editoras que atuam com  fotografia no País.  Entre os 43 expositores\, retornam as galerias: Fortes D’Aloia & Gabriel\, Mendes Wood DM\, Vermelho\, Mario Cohen\, Silvia  Cintra + Box 4\, Luciana Caravello\, Luciana Brito Galeria\, além de casas especializadas em fotografia vintage como a Fólio\, a Utópica e a MaPa.   Estreiam as galerias Almeida e Dale+ Leme/AD (São Paulo)\, Galería  Zielinsky (Barcelona) e LAMB Arts (Londres\, São Paulo). De Maureen Bisilliat a Bárbara Wagner\, atividades como o Circuito Ateliês Abertos\, o Meet the Artists e a parceria inédita com a Escrevedeira\,  espaço de eventos literários\,  a programação da SP-Foto amplia o contato do público com nomes  ascendentes e consagrados da fotografia nacional. Além disso\, o evento intensifica o interesse internacional pela fotografia brasileira convidando sete especialistas estrangeiras ligadas a instituições renomadas de arte contemporânea.  As curadoras Margot Norton (New Museum\, EUA)\, Barbara Tannenbaum(Cleveland Museum\, EUA) e Julieta González (Jumex\, México) engrossam reflexões candentes ao mundo da fotografia no Talks desta  edição. DestaquesPara  enriquecer a cena de fotografia e arte contemporânea do Brasil\, a  SP-Foto traz ao público nomes nacionais e internacionais em  efervescência nos principais pólos artísticos do mundo. A Mendes Wood DM\, uma das mais influentes galerias brasileiras no exterior\, apresenta imagens  singulares de duas figuras históricas da arte norte-americana: uma série  em cores da fotógrafa Francesca Woodman\, expostas em 2017 na Fondation Henri Cartier-Bresson (França).Também se destacam na seleção da galeria os artistas brasileiros Luiz Roque e Sofia  Borges. A Vermelho destaca as artistas Cinthia Marcelle\, única brasileira com menção honrosa na Bienal de Veneza\, e Ana Maria Tavares\, que apresenta obra inédita da série Skena in acqua\, com fotografias bordadas. A Dan Galeria apresenta o espanhol José Manuel Ballester com uma série de imagens emblemáticas de São Paulo que retratam ícones como o  Pavilhão Ciccillo Matarazzo e o Edifício Copan. Figura mais conhecida  por aqui\, o britânico Martin  Parr retrata com humor e sarcasmo os costumes da contemporaneidade. Suas fotografias são expostas pela Galeria Lume. É possível localizar certos eixos temáticos que atravessam a Feira. Artistas como Denise Milan (Galeria Lume) e Caio Reisewitz (Luciana Brito Galeria) refletem acerca de tragédias socioambientais que colocam em risco a vida do planeta.  Em outra chave\, tanto Janaina Tschäpe (Fortes D’Aloia & Gabriel) como Luciana Magno (Janaína Torres) registram performances que relacionam o mundo interior e a natureza exterior. Ao todo\, a SP-Foto reúne mais de 80 anos de história da fotografia. A MaPa revela  obras vintage da coleção deKim Esteve\,  com artistas fundamentais para o movimento\, a exemplo de Helmut Newton e Larry  Clark. A Utópica destaca o legado que ícones como German Lorca e José Yalenti deixaram para a formação da fotografia moderna no Brasil. Talks & Meet the ArtistsParte fundamental na programação da SP-Foto\, o Talks abriga encontros  entre curadores\, galeristas\, artistas e colecionadores\, personalidades  que refletem a respeito das tendências no fazer fotográfico e compartilham práticas e pesquisas. Nesta 13ª SP-Foto\, quatro conversas preenchem as tardes de quinta e sexta-feira\, 22 e 23 de agosto. Sob mediação do escritor e curador Miguel Del Castillo\, a curadora norte-americana Margot Norton\, à frente da próxima trienal do New Museum (EUA)\, e o arquiteto Guilherme  Wisnik\, autor da obra Dentro do nevoeiro\, conversam sobre o impacto da contemporaneidade  digital nas imagens\, e os desdobramentos sociais consequentes desse movimento. Em diálogo com o jornalista e pesquisador Ronaldo Entler\, a venezuelana Julieta  González\, do Museo Jumex(México)\, analisa como artistas contemporâneos\, como Christopher  Williams\, Rosângela Rennó e Wolfgang Tillmans\, se apropriam da fotografia para construírem  seus trabalhos. González já fez parte da equipe de curadoria do Whitney  Museum (Nova York) e Tate Modern (Londres)\, onde expandiu de forma significativa o acervo de arte latino-americana e\, mais especificamente\, brasileira. A integração da fotografia ao mesmo mercado de pinturas e esculturas  alterou a percepção da natureza dual da foto enquanto objeto e imagem. O  que essas mudanças implicam para o futuro fotográfico? A curadora norte-americana Barbara Tannenbaum\, do Cleveland  Museum (EUA)\, aterriza  pela primeira vez no Brasil para refletir sobre essas e outras questões  do mercado fotográfico\, ao lado do galerista Mário Cohen. Estreia da última edição\, o Meet the Artists\, programação voltada à troca de experiências com importantes fotógrafos do cenário contemporâneo\, volta este ano com a presença de Bárbara Wagner & Benjamin de Burca e Mauro Restiffe\, ambos representados pela Fortes D’Aloia e Gabriel\, que encontram o público no último dia de Feira\, 25 de agosto. Bárbara Wagner & Benjamin de Burca questionam convenções sobre a cultura  popular e de massa pela arte contemporânea\, evocando temas políticos e identitários em suas fotografias e obras audiovisuais. Além de  representar o Brasil na atual Bienal de Veneza\, a dupla realizou individuais este ano no Stedelijk Museum\, em Amsterdã\, e no Pérez  Art Museum\, em Miami. Quase ativista da fotografia analógica desde os anos 1980\, Mauro Restiffe reapresenta ao público a série Alvorada(2018)\, com vistas particulares do restauro da residência oficial da Presidência da República. Restiffe atualmente  prepara uma grande exposição individual para o centro cultural OGR Torino\, na Itália\, e outras de suas exposições recentes incluem São Paulo\, fora de alcance\, no Instituto Moreira Salles\, e Álbum\,  na Estação Pinacoteca\, ambas em São Paulo. O Talks e o Meet the Artists são atividades gratuitas e acontecem no Cubo\, novo espaço para eventos situado no 3º andar do Shopping JK Iguatemi.  Sujeitas à lotação\, as palestras contam ainda com transmissão ao vivo\, feita em parceria com o Portal Terra. Imersão profissionalAlém das participações já confirmadas para o Talks\, outros importantes  curadores estrangeiros desembarcam no país para participar de uma imersão promovida pela SP-Foto. Tanya Barson\, atual curadora-chefe do MACBA\, em Barcelona visita o Brasil a convite da Feira. Quando na Tate Gallery\, nos anos 2000\, ela realizou importantes individuais de  artistas como Mira Schendel e Hélio Oiticica\,  que reposicionaram a arte brasileira nas discussões contemporâneas no exterior. Sophie Hackett\, curadora da Art  Gallery of Ontario (Canadá) e com larga experiência na relação entre fotografia e o pensamento queer visita o país pela primeira vez. Entre os que retornam estão Elizabeth Cronin\, curadora de fotografia  da NY Public Library (Estados Unidos) e Simon Baker\,  atual diretor da Maison Européenne de la Photographie\, em Paris\, que esteve na SP-Foto em 2017\, quando atuava na Tate  Modern. Essa experiência abarca visitas a coleções públicas e particulares em  instituições e galerias\, assim como encontros com artistas\, sempre com o  intuito de promover a arte brasileira e a dinamizar o  intercâmbio cultural e profissional. Setor editorial e museusPela primeira vez\, a SP-Foto tem um setor dedicado às principais editoras  voltadas a produção de fotolivros e outras publicações relacionadas ao  fazer fotográfico. A proposta é oferecer prints e livros especiais com valores acessíveis ao público. Editoras com forte presença no mercado\, como a Cobogó e a Taschen\, participam da 13ª SP-Foto ao lado da BEI Editora\, Editora Madalena\, Fotô Editorial\, Lovely House\, Terra Virgem e YOW. O MASP também debuta na Feira com os catálogos de suas principais mostras\,\n como Foto Cine Clube Bandeirante: do arquivo à rede. E o MAM retorna\n ao evento com seu tradicional Clube de Fotografia\, uma assinatura anual com edições limitadas de importantes fotógrafos brasileiros. Fotografia & LiteraturaAs relações entre fotografia e literatura são o mote de um novo ciclo de conversas que a SP-Foto lança  nesta 13ª edição\, em parceria com a Escrevedeira – espaço de cursos e eventos literários em São Paulo. Concebido pelo escritor e crítico de arte João Bandeira\, Olho no Olho  – Fotografia & Literatura apresenta três mesas\, com programação dividida entre a sede da Escrevedeira\, nos dias 10  e 17 de agosto\, na Vila Madalena\, e a SP-Foto\, no Shopping JK Iguatemi. Na \nprogramação do ciclo\, profissionais da escrita convidam fotógrafos \nrenomados a falarem sobre autores e livros que influenciaram sua \nprodução imagética. Em diálogo com o escritor e artista Alberto\n Martins\, Maureen Bisilliatreflete sobre seus ensaios fotográficos inspirados por\n obras literárias como “Grande sertão: veredas”; Bob Wolfenson conversa com o jornalista e editor Matinas\n Suzuki Jr. a respeito do trabalho do fotógrafo norte-americano Walker Evans no livro\n “Elogiemos os homens ilustres”; e Cristiano Mascaro faz à escritora Noemi\n Jaffe um relato afetivo acerca de Clarice Lispector e outros autores marcantes para\n seu trabalho. Circuito Ateliês AbertosApresentado pela Stella Artois\, o Circuito Ateliês Abertos retorna com  novidades nesta 13ª edição da SP-Foto. Em 2019\, o Atelier do Centro\, Pivô e Residência  Artística FAAP\, localizados no bairro da República\, passam a integrar o circuito.  Participam também os já tradicionais estúdios coletivos da Vila  Madalena\, Hermes  Artes Visuais\, Projeto Fidalga\, Fonte e Vão  – Espaço independente de arte\,  que abrem as portas para o público conhecer de perto os processos de  artistas ligados ao universo fotográfico e da imagem. O Circuito Ateliês Abertos acontece no 17 de agosto\, o sábado que antecede a SP-Foto\, das 14h às 18h no Centro\, e das 17h às 21h na Vila Madalena. Visitas GuiadasEm parceria  com a Vivo\, a SP-Foto oferece percursos temáticos para o público interessado em conhecer as histórias por trás das obras e dos artistas apresentados na Feira. Elaborados e guiados pelos  especialistas Paola Fabres\, Isabella Lenzi e Gustavo Colombini\, os quatro roteiros exclusivos – breve história da fotografia\, fotografia e modernidade\, cidades e natureza\, corpos e identidades  – convidam o visitante a uma imersão no mundo da fotografia e nas reflexões que circundam esta linguagem. As Visitas Guiadas acontecem  gratuitamente em todos os dias de Feira\, com inscrições abertas sempre uma hora antes da saída de cada visita. Serviço13ª SP-FotoAbertura: quarta-feira\, 21 de Agosto\, das 17h às 21hFuncionamento: de quinta a sábado (22\, 23 e 24)\, das 14h às 21h; e domingo (25)\, das 14h às 20hEntrada gratuitaShopping JK Iguatemi | 3º pisoAv. Presidente Juscelino Kubitschek\, 2041 – Vila Olímpia\, São Paulo\, BrasilTalks22 de agosto\, quinta-feiraMargot Norton e Guilherme Wisnik | Das 17h às 18h30Barbara Tennenbaum e Mario Cohen | Das 19h às 20h23 de Agosto\, sexta-feira Julieta González e Ronaldo Entler |Das 19h às 20hMeet the Artists25 de agosto\, domingoMauro Restiffe | Das16h às 17hBárbara Wagner & Benjamin de Burca |Das 17h30 às 19hEscrevedeira 10 de agosto\, sábado Maureen Bisilliat & Alberto Martins | às 11h17 de agosto\, sábado Bob Wolfenson & Matinas Suzuki Jr. | às 11h Escrevedeira – R. Isabel de Castela\, 14123 de agosto\, sexta-feira Cristiano Mascaro & Noemi Jaffa | às 17h Cubo no JK Iguatemi Circuito Ateliês AbertosCentro17 de agosto\, sexta-feira | 14h às 18h Atelier do Centro | R. Epitácio Pessoa\, 91 Pivô | Av. Ipiranga\, 200 Residência FAAP | Praça do Patriarca\, 78Vila Madalena\n17 de agosto\, sexta-feira | 17h às 21h Ateliê Fidalga | Rua Fidalga\, 299 Vão – Espaço Independente de Arte | Rua Mourato Coelho\, 787 Fonte | Rua Mourato Coelho\, 787
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SUMMARY:Obra multidisciplinar de Flávio de Carvalho ganha exposição individual na Galeria Almeida e Dale
DESCRIPTION:Mostra reúne registros das polêmicas performances do artista\, além de pinturas e desenhos produzidos entre 1930 e 1970 Uma das mais importantes referências da vanguarda brasileira do Séc. XX\, a extensa obra do artista Flávio de Carvalho (1899-1973) estará em exposição\, de 17 de agosto a 19 de outubro\, na Galeria Almeida e Dale\, em São Paulo. Com curadoria de Kiki Mazzucchelli\, a mostra foi originalmente apresentada na Sotheby’s S2 Gallery\, em Londres\, em abril deste ano\, sendo a primeira exposição individual dedicada a Flávio de Carvalho no Reino Unido\, país onde viveu de 1914 a 1922. A seleção de obras oferece um panorama esclarecedor da trajetória multidisciplinar de Flávio de Carvalho\, cobrindo cinco décadas de sua produção. Cerca de cinquenta trabalhos\, entre desenhos\, pinturas\, ilustrações\, materiais de arquivo e documentação dos projetos imateriais do artista\, representam sua diversidade de meios de expressão e sua inestimável contribuição para a ampliação das possibilidades do fazer artístico. Entre os destaques\, está o conjunto de retratos de alguns nomes significativos que acompanharam Carvalho em sua trajetória artística\, formado por pinturas e desenhos cujas linhas expressivas que visam a capturar o estado psicológico de seus modelos. Também chamam atenção os projetos arquitetônicos apresentados pelo artista em concursos nacionais e internacionais. Considerado um dos pioneiros da arquitetura moderna no Brasil\, Carvalho\, em seus projetos\, combinava uma linguagem futurística a elementos alegóricos e decorativos\, evidenciando seu interesse por temas ligados à etnologia\, à psicanálise e à antropofagia. “Flávio de Carvalho é uma das figuras mais interessantes da vanguarda brasileira do século XX. Seus projetos de cunho conceitual atestam seu extraordinário feito de expandir o campo da arte para além de territórios e formas conhecidos\, ampliando assim a própria definição daquilo que pode ser considerado arte”\, comenta Kiki. New LookEm 1931\, Flávio de Carvalho realiza sua primeira intervenção no espaço público; a Experiência n.2\, na qual caminhou contra o fluxo de uma procissão de Corpus Christi nas ruas do centro de São Paulo\, o que\, talvez\, seja o primeiro registro de uma performance no Brasil. Em 1956\, quase aos 60 anos de idade\, o artista desfilou pelas ruas de São Paulo vestindo um blusão bufante\, uma saia plissada e sandálias\, um traje projetado\, segundo ele\, para servir como alternativa ao padrão do terno e gravata e libertar o homem tropical do desconforto causado por estilos de moda importados da Europa. Acompanhado por uma extensa cobertura de imprensa organizada por ele próprio e que pode ser observada em algumas das fotografias presentes nesta exposição\, Flávio de Carvalho batizou a obra de New Look (Experiência n.3). As vantagens funcionais da vestimenta foram impressas em um anúncio criado pelo artista\, trazendo afirmações mais razoáveis como sua capacidade de minimizar a transpiração excessiva até alegações mais inverossímeis\, como sua virtude de evitar guerras devido ao uso de “cores vivas (que) substituem desejos de agressão”. Segundo a curadora KiKi Mazzucchelli\, “a obra é um projeto exemplar de Carvalho\, na medida em que combina o experimentalismo utópico a uma abordagem calcada no racionalismo\, metodologia que utilizou em várias ocasiões para desmistificar as crenças e convenções dominantes.”. O “revolucionário romântico” ou o “antropófago ideal”Cunhado por Le Corbusier após um encontro com Carvalho em 1929\, para definir sua prática artística visionária e multimodal\, o primeiro termo é o mais usado por críticos\, mas\, talvez\, seja insuficiente para capturar o caráter idealista e inventivo do conjunto de sua obra. A segunda definição\, supostamente creditada a Oswald de Andrade\, autor do reconhecido “Manifesto Antropofágico” (1928)\, pode revelar mais sobre sua prática. Segundo o biógrafo J. Toledo\, em Flávio de Carvalho: o comedor de emoções\, Oswald de Andrade assim o exaltou em 1930\, à época do IV Congresso Panamericano de Arquitetura\, no Rio de Janeiro. Na ocasião\, Flávio de Carvalho apresentou um ensaio intitulado A cidade do homem nu\, seu plano diretor para uma nova metrópole nos trópicos que seria destituída de Deus\, propriedade e casamento\, numa proposição extremamente ousada em um contexto cultural ultraconservador. Flávio de CarvalhoPintor\, escultor\, arquiteto\, cenógrafo\, designer\, jornalista\, escritor e dramaturgo\, Flávio de Carvalho nasceu no Rio de Janeiro\, em 1899. Reconhecido por investigações de vanguarda na arte performática\, Carvalho usou seus muitos talentos e formas excêntricas e irreverentes de expressão para chocar a burguesia. Inovou ao adotar novas mídias\, destacando-se por suas inovações no campo do teatro e suas performances artísticas\, abrindo caminho para as novas tendências que se desenvolveram no Brasil a partir dos anos 1960. Aclamado na Europa Ocidental\, na URSS e nos Estados Unidos\, seus retratos expressionistas de personalidades estão em acervos de importantes museus em Nova York\, Paris\, Roma\, Moscou\, além de São Paulo e Rio de Janeiro. Apesar de ter recebido atenção significativa da mídia ao longo de sua carreira\, a obra de Carvalho constantemente se chocou com o conservadorismo dominante\, em uma época em que não havia museus dedicados à arte moderna no país (o primeiro deles\, o MASP\, foi fundado apenas em 1947). Assim\, materiais de arquivo e de documentação relevantes para a reconstrução de sua trajetória artística acabaram sendo dispersados em diferentes coleções públicas e privadas. A exposição apresentada na Almeida & Dale visa contribuir para a contextualização e reavaliação da obra de Flávio de Carvalho\, e será acompanhada de um catálogo contendo textos inéditos que abordam temas significativos para uma melhor compreensão de seu papel fundamental na historiografia da arte brasileira. Individual de Flávio de CarvalhoLocal: Galeria Almeida e DaleEndereço: Rua Caconde\, 152 | Jardim Paulista – São PauloAbertura: sábado\, 17 de agosto\, das 10h às 14hPeríodo expositivo: de 17 de agosto a 19 de outubroVisitação: de segunda a sexta\, das 10h às 19hTelefone: 11 3882-7120Entrada gratuita
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SUMMARY:Stephan Doitschinoff apresenta exposição inédita na Janaína Torres Galeria
DESCRIPTION:Em diversos suportes\, artista revela intensa pesquisa em torno de temas contemporâneos e universais\, que abordam desde pós-verdade e consumismo até espiritualidade e religião. Reflexões acerca de temas polêmicos e tão caros ao mundo atual\, como colonialismo\, democracia\, pós-verdade e o papel das plantas psicoativas na sociedade contemporânea conduzem a obra de Stephan Doitschinoff. Autor de uma arte energética\, ele estrutura seu trabalho em um sistema de símbolos autorais de narrativa singular\, com desenhos\, pinturas\, esculturas\, vídeos e instalações. O artista\, agora\, abre as portas de seu universo onírico e convida o público a adentrá-las por meio da exposição Estaremos aqui para sempre\, individual exibida a partir de 14 de agosto\, na Janaina Torres Galeria. Com curadoria de Daniel Rangel\, a mostra reúne um conjunto inédito de trabalhos produzidos por Doitschinoff nos últimos cinco anos. São obras que evidenciam sua intensa pesquisa sobre a sociedade contemporânea a partir de ícones e símbolos autorais e ainda elementos advindos de diversas culturas e religiões\, como o catolicismo\, a umbanda e o xamanismo. “É uma obra com influências surrealistas\, uma escrita visual carregada de informações criptografadas por uma literatura fantástica imagética acerca da contemporaneidade”\, pontua o curador\, que participará de um bate-papo com o artista no dia 31 de agosto\, das 16h às 18h\, na Galeria. Um dos destaques da exposição é a instalação Interventu (2017)\, obra comissionada por Rachel Thomas\, curadora do Museu de Arte Moderna da Irlanda (IMMA)\, onde o artista foi convidado a fazer uma residência de dois meses. O título e o conceito do trabalho têm origem em uma pesquisa de Stephan em torno da prática votiva e os diversos tipos de ex-votos\, objetos oferecidos a santos e divindades em troca de uma graça. O artista utilizou ex-votos originais de Juazeiro do Norte\, Ceará\, e de outros objetos relativos a esta prática\, para criar um grande altar. Parte da instalação que compôs a exposição original poderá ser vista agora no Brasil\, na Janaina Torres Galeria. É o caso de Palma Votiva\, um ex-voto gigante construído pelo artista a fim de aludir à mão da divindade que desce do céu\, abrindo a realidade\, pronta para intervir por seus fiéis. A obra é materializada com uma mão suspensa produzida em latão e peças esculpidas por repuxo\, fundição\, corte e solda. Em sua palma\, estão incrustados 18 símbolos recorrentes no trabalho de Doitschinoff\, quase todos autorais\, como a Foice com Mariposa\, o Intestino Coroado e a Escada de Degraus Tortos. A série de esculturas de ex-votos em parafina compõe a parte inédita desta exposição. Entre as peças\, os visitantes poderão ver os livros nos quais foram esculpidas em relevo imagens de psicoativos como o ayahuasca\, o cogumelo Psilocibe cubensis\, o cactos Peyote (Lophophora williamsii) e a planta Morning Glory (Ipomoea). “Plantas\, fungos\, extratos vegetais e animais com propriedades psicoativas estão profundamente arraigados às práticas espirituais\, medicinais e ritos de passagem de povos nativos que tiveram sua população e sua cultura marginalizada\, dando lugar à lei\, à cultura e à tradição do conquistador”\, pontua Doitschinoff. A vídeo-performance Marcha ao Cvlto do Fvtvrv (2018)\, criada para a exposição Above\, So Below: Portals\, Visions\, Spirits & Mystics\, comissionada pelo IMMA\, conta com a participação especial de Iggor Cavalera (Sepultura\, Cavalera Conspiracy\, Mixhell)\, Laima Leyton (Mixhell\, Soulwax)\, Donna McCabe (A Ritual Sea) e da escola de samba dublinense Masamba. O vídeo é parte da série Cvlto do Fvtvrv\, obra multimídia no formato de uma “seita-igreja” com muitos dos seus possíveis elementos áudio-visuais: ícones antropomórficos de divindades\, manifestações\, hinos\, publicações\, uniformes\, medalhas\, cartões de identificação\, balcão de adesão e voluntariado. A exposição ainda traz quatro desenhos\, como Três Mundos (110cm x 75cm\, 2019) e O Homem Apropriado (110cm x 75cm\, 2019) e quatro pinturas\, com destaque para a tela As Virtudes da Idolatria (230cm x 194cm\, 2018)\, em que corpos e cabelos de figuras humanas formam uma estrutura geométrica\, como uma espécie de mandala ou estrela\, em alusão ao símbolo do Cvlto do Fvtvrv. A obra traz símbolos\, ícones e referências recorrentes no trabalho do artista\, como velas e oferendas\, que remetem à pesquisa em torno das maneiras através das quais as pessoas procuram se comunicar ou acessar outras dimensões e o mundo espiritual. Outro destaque\, Panoptic Wave (230cm x 180cm\, 2017)\, tem composição inspirada na série de símbolos e ícones criados pelo artista para a instalação 3 Planets – Panoptic Wave\, desenvolvida em parceria com o educativo do Museu de Arte Moderna de São Paulo. Stephan Doitschinoff – Estaremos Aqui Para Sempre Local: Janaina Torres GaleriaEndereço: Rua Joaquim Antunes\, 177 / cj 11\, PinheirosAbertura: quarta-feira\, 14 de agosto\, quarta-feira\, das 19h às 22hPeríodo expositivo: de 15 de agosto até 05 de outubro de 2019Conversa com o curador e o artista na Galeria: sábado\, 31 de agosto\, das 16h às 18h Visitação: de segunda a sexta-feira\, das 10h às 19h\, e aos sábados\, das 11h às 15h (nos dias 31 de agosto e 05 de outubro\, das 14h às 18h)Telefone: (11) 3064-1507Entrada gratuita
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SUMMARY:Exposição Naufrágios traz artistas gravadores chilenos para São Paulo
DESCRIPTION:A abertura acontecerá no dia 10 de agosto\, sábado\, das 13h às 17h com presença garantida dos artistas.  A exposição discute o Naufrágio como metáfora de uma cidade que submerge através de imagens do imaginário portenho: a arquitetura\, a relação dos cidadãos com o mar e a cidade como patrimônio histórico. O evento conta com gravuras trazidas do Atelier Casaplan de Valparaíso – Chile. A mostra terá cerca de 35 obras impressas sobre Papel Guarro Super Alfa\, 56x38cm. Artistas: Andrea Pino\, Anita Tuma\, Carolina Bilemberg\, Daniela Stevenson\, Javera Moreira\, Luis Cano\, Marko Molina\, Pamela Saez\, Raul Besoain e Roberto Acosta. Sobre o Atelier CasaPlan: “O Atelier CasaPlan é um espaço de produção e difusão cultural localizado em Valparaíso\, Chile. Buscamos ser um lugar de encontro e reflexão nas artes visuais com ênfase na gráfica e nas práticas artísticas contemporâneas vinculadas a gravura. Para isso contamos com infraestrutura profissional que permite o desenvolvimento de projetos gráfios de alto nível.Nosso trabalho fortalece a oferta cultural da cidade de Valparaíso enriquecendo com novas perspectivas o fazer local. De nossa posição como espaço independente e autonômo apresentamos uma oferta cultual valiosa com uma programação ininterrupta durante todo o ano nas áreas de gravura e impressão. O Atelier desenvolve um trabalho de formação ao mesmo tempo em que recebe artistas residentes que vem desenvolver e investigar novas possibilidades visuais através da gráfica. Neste curto e importante período de existência recebemos artistas nacionais e estrangeiros que se envolvem com este cruzamento disciplinar em obras contundentes.  Serviço: Galeria Gravura Brasileira Abertura – 10 de agosto\, sábado\, 13-17hPeríodo expositivo: 10 de agosto a 14 de setembro de 2019.fotos: divulgaçãoHorário de funcionamento:Segunda a Sexta: 12h00 às 18h00 ou com hora marcadaimagens em alta e mais informações\, por favor entrar em contatofalar com Eduardo BesenEndereço:Rua Ásia\, 219\, Cerqueira César\, São Paulo\, SPCEP 05413-030 – Tel. 11 3624.0301whatsapp- 11.982589842www.gravurabrasileira.com
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SUMMARY:Artista visual carioca Myriam Glatt inaugura primeira exposição no DF
DESCRIPTION:Arquitetura de Brasília inspirou painel criado especialmente para a mostra no Museu Correios  Brasília inspirou a\nartista visual carioca Myriam Glatt em sua primeira exposição no\nDistrito Federal e oitava individual\, intitulada “Plano Pictório\nPiloto”\, que será inaugurada no dia 8 de agosto\, às 19h\, no\nMuseu Correios. Sob curadoria de Ivair Reinaldim\, a mostra será\ncomposta por dez obras\, sendo cinco inéditas\, incluindo um painel\ncomposto por 184 azulejos inspirado em Athos Bulcão e feito\nespecialmente para a ocasião. Os trabalhos serão organizados em\ntrês núcleos principais que relacionam as obras da artista a\nalgumas questões da capital federal. No primeiro núcleo\nserão apresentadas “Composição Floral 6” e “4\nEstações”\, obras anteriores\, já exibidas no Rio de Janeiro e\nem São Paulo\, que fazem referência tanto ao interesse de Myriam\nGlatt pela condição estrutural do módulo que se repete\, formando\num conjunto maior\, quanto pelo caráter cíclico da natureza. Esses\ntrabalhos\, neste contexto expositivo\, aludem à monumentalidade da\npaisagem do cerrado e ao orgânico como forte presença frente ao\ngeométrico\, elementos que não se excluem\, mas se complementam. Na sequência\, o\nsegundo núcleo reúne “Autofagias”\, “Periódicos”\,\n“Entre Abas” e “Escultura ZigZag”\, reforçando a\npassagem de pesquisas anteriores da artista para a presença de novos\ntrabalhos\, realizados especialmente para a mostra. Em todos eles\, a\nressignificação do suporte (tela\, páginas de jornal e papelão)\,\nora explicita o resgate daquilo que outrora havia perdido sua\nutilidade\, passando a ter seu valor transformado\, ora evidencia a\npossibilidade de reestruturação do fragmento por meio do ato\npictórico\, dando nova visibilidade a esses materiais\, seja pela\ninserção da geometria seja pela predominância das áreas de cor.\nSurge\, nesse processo\, o desejo de participação do espectador\, uma\nvez que alguns desses trabalhos permitem a alteração de suas\nformas. A artista começou a\ntrabalhar com materiais reciclados como papelão\, caixas de fósforos\ne jornais depois de ver o excesso destes descartados pela cidade. A\npartir destes materiais\, a artista\, que é formada em Arquitetura\,\ncria colagens e campos de cor. “Gosto da ideia de construir\, de\ntrazer elementos que vem de diversos lugares para juntos brotar um\nnovo dialogo. Afinal\, deslocar\, apropriar\, selecionar\, cortar\, colar\nparece fazer parte de um pintor contemporâneo”\, analisa Myriam\nGlatt. No terceiro e último\nnúcleo serão apresentadas as obras “Aba Móvel”\,\n“Geometria Móvel”\, “Mandala” e o trabalho que\nparticularmente dialoga com o local da exposição. Neste último\nespaço é possível perceber uma continuidade em relação às\nquestões anteriores\, reforçando-se a ênfase sobre a participação\ndo espectador. Em alguns momentos\, isso ocorre na alteração da\nconfiguração espacial do trabalho por meio da manipulação direta\ndo espectador e\, em outros\, pela presença integral de seu corpo\, que\nse coloca em relação com a proposição artística como um todo.\nParte desse módulo destaca o diálogo da pintura sobre papelão com\nas cores e o ambiente arquitetônico. “A mostra culmina\nno interesse da artista sobre certo aspecto particular de Brasília:\nos azulejos modernistas de Athos Bulcão. A partir da modulação\,\ndetalhes de imagens que fazem referência a formas geométricas e\norgânicas reconhecidas na arquitetura\, na escultura\, na fauna e na\nflora da capital federal\, combinam-se de diferentes modos\, apontando\npara uma diversidade de arranjos e para novos caminhos a serem\nexplorados nesse processo”\, avalia o curador Ivair Reinaldim. Sobre Myriam GlattFormada em Arquitetura pela Universidade Santa Úrsula (RJ)\, pós-graduada em Arte\Filosofia pela PUC-Rio (2014). Estudou escultura no San Francisco Art Institute e no Santa Barbara City College\, California USA (83/84). Trabalhou com arte aplicada e cenografia (1990 a 2000). Deu aulas de escultura em papier maché na universidade Estácio de Sá (1999). Estudou pintura no Parque Lage com Charles Watson (1995 a 1997)\, João Magalhães\, Ivair Renaldim\, Daniel Senise\, Fernando Cocchiarale\, e Marcelo Campos (2008 a 2013). Participou de grupo de estudos do curador Marcelo Campos (2015)\, de Daniela Labra (2017) e atualmente de Marisa Flórido (2018). Tem obras nos acervos dos colecionadores Claudio Valansi e Sabina Matz\, e nos Correios RJ e SP. ServiçoAbertura: 8 de agosto\, às 19hVisitação: 9 de agosto a 06 de outubro de 2019Local: Museu CorreiosEndereço: Setor Comercial Sul\, Q4\, bl. A\, nº 256 – Ed. Apolo\, Asa Sul  – BrasíliaHorários: terça a sexta\, das 10h às 19h; sábados\, domingos e feriados\, das 14h às 18hInformações: (61) 2141-9276
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SUMMARY:Brian Griffiths realiza exposição Taking Sides na Galeria Luisa Strina
DESCRIPTION:“Faço esculturas porque elas se abrigam no mundo conosco\, como nós. São inanimadas e ainda assim nos definem. O ser e as coisas parecem sempre misturados. Sou atraído por como pensamos com as coisas e como as coisas pensam. No ateliê\, negocio entre o que quero e o que as coisas precisam. Isso geralmente é uma sitcom. Considero a escultura um ato social\, uma investigação social\, um tipo de narrativa rebelde coletiva. Preocupo-me com a maneira como minha escultura difere de objetos em circulação geral como mercadorias e quais relações e valores essa diferença estabelece. Faço uma arte que é cheia de contradições\, falibilidade e sentimentos – algo propositalmente cansado\, como uma alternativa para o brilhante e recém-saído da caixa. Eu estou fazendo um lugar para nós\, para o humano.” [Brian Griffiths\, 2019] Taking Sides\, a quarta exposição individual do artista com a Galeria Luisa Strina\, apresenta duas séries diferentes de trabalhos: No No to Knock-Knocks\, versões de um personagem escultórico de Brian Griffiths\, e AIR SIGNS\, uma série de fotografias de Brian Griffiths e Frank Kent. No No to Knock-Knocks é uma figura tragicômica: um macho caucasiano assemelhado a um boneco nu\, que parece não saber que suas cordas – se alguma vez o seguraram – foram decisivamente cortadas. Careca\, cego e com sua pintura cor-de-rosa e corpo de madeira mostrando sinais de desgaste\, este pequeno performer interpreta o seu papel aos tropeços. Em seu livro Puppet: An Essay on Uncanny Life (2011)\, Kenneth Gross escreve que “o boneco serve como um embaixador ou peregrino do mundo das coisas para os seres humanos”. É um objeto “que tem uma educação\, que aprendeu a agir”. Os não-tão-fantoches de Griffiths são performers ambíguos\, provocando tanto a risada como a simpatia. Objetos materiais\, em vez de corpos vivos\, eles estão fadados a subir ao palco\, apesar da implausível rigidez de sua atuação\, de se comunicar apenas por meio de sua própria matéria aborrecida. Em Taking Sides\, esse personagem aparece para se divertir\, tirar uma soneca ou talvez fingir-se de morto; pontuando o espaço como uma história em quadrinhos rotineira. Esse impulso para desacelerar\, para demorar-se\, pode ser lastreada a tradições do absurdo\, em particular à obra de Samuel Beckett\, em que a ação tende a estacionar. Este pequeno personagem também tem um toque do artista de vaudeville nele – ele interpreta a comédia de pastelão com grande brio e consegue evocar charme e pathos pelo viés do fracasso. As posturas da figura e as fixações rudimentares falam de seu potencial de improvisação em andamento; essas obras de arte admitem a perspectiva de sua própria reformulação. Seu tempo parece expansivo\, sua situação\, mutável; no entanto\, esse arquétipo de “homem comum” está perdido e cego acerca de sua situação e dos problemas de tais ideias universais automáticas – e artificiais. Brian Griffiths e Frank Kent compartilham um ateliê\, eles dividem o estúdio exatamente no meio\, eles tomam partido. Fizeram juntos obras fotográficas chamadas AIR SIGNS. Estas são uma série contínua de trabalhos esculturais que são apresentados como fotografias. É uma colaboração que apresenta objetos de seu estúdio e\, ocasionalmente\, da vida dos artistas. AIR SIGNS valoriza a abordagem improvisada de arranjos formais e a celebração da vida e da arte. Objetos são exibidos\, posicionados e colocados em ação dentro de um cubo de madeira. Essa estrutura constante achata as três dimensões e direciona o foco\, cria um espaço para isolar e examinar as coisas do dia-a-dia. O palco de veludo torna-se uma superfície dramática e ostensiva que sustenta os objetos acompanhando a luz e a atividade de forma incontrolável. Essas imagens oscilam satisfatoriamente entre documento e sonho\, a razão e a intuição; silenciosa e insistentemente\, sugerem imagens de pensamentos com formas estranhas\, ou balões de texto. Esses quadros também estabelecem estrutura e ordem – enquanto objetos\, ações e o próprio processo fotográfico\, tentativas de romper. Tal como acontece com todas as molduras ou fronteiras – elas privilegiam e ignoram (tomando partido de novo) – apresentam um mundo e não o mundo\, admitem que a realidade não é algo exterior\, mas algo que compomos a cada momento\, com uma constante interpretação de fato e ficção\, objetiva e subjetiva. As obras de AIR SIGNS estabelecem um diálogo histórico de arte com outras esculturas fotografadas\, como Involuntary Sculptures\, de Brassaï\, as radiantes fotos de estúdio de Brancusi\, fotografias de Peter Fischli & David Weiss de equilíbrio de objetos do cotidiano (Série Equilibrium)\, imagens de objetos cotidianos de Gabriel Orozco (como Cats and Watermelons\, 1992)\, Marcel Broodthaers (como Daguerre’s Soup\, 1974). A prática de Griffiths sempre negociou as histórias e as linguagens da escultura e seu duplo\, o objeto – ele utiliza a posição de que a escultura não pode mais significar algo específico\, mas sim indicar uma objetividade polimorfa. “Brancusi articulou o estúdio em torno de groupes mobiles (grupos móveis)\, por meio de categorias de escultura\, bases e pedestais. Kent e eu criamos estratégias de agrupamento mais relaxadas e abertas\, em que as abordagens podem ser reconfiguradas diariamente. Isso resulta em imagens mudando de atitude\, do literal e óbvio ao magicamente obscuro; na fotografia Power\, History and Comfort (2019) todas as cadeiras do nosso estúdio são agrupadas. Por este arranjo simples o trabalho passa a falar de diferentes espaços\, atividades (trabalho e lazer) e períodos do design; em Germany to Spain\, England back to Germany (2019)\, uma série de objetos verdes está alinhada e o título mapeia absurdamente as origens dos objetos; em European Magic (2019)\, uma bicicleta voa pelo estúdio iluminado pelo anoitecer”\, analisa Brian. Sobre os artistasNascido em 1968\, em Stratford-upon-Avon\, Inglaterra\, Griffiths vive e trabalha em Londres\, Inglaterra. Mostras individuais recentes incluem: Vilma Gold\, Londres (2016); BALTIC Centre for Contemporary Art\, Gateshead (2015); Tramway\, Glasgow (2014); Galeria Luisa Strina\, São Paulo (2012). Exposições coletivas recentes incluem: Voyage\, Berjamin & Gomide\, São Paulo (2017); Nuit Américaine\, Office Baroque\, Bruxelas (2014); Folk Devil\, David Zwirner\, Nova York (2013); British Art Show 7: In the Days of the Comet\, Hayward Gallery\, Londres e itinerância (2010-11); Rude Britannia: British Comic Art\, Tate Britain\, Londres (2010). Nascido em 1982 em Londres\, UK\, Frank Kent vive e trabalha em Londres. Frank Kent estudou na Royal Academy Schools\, Londres\, e Nottingham Trent University. Exposições anteriores e obras comissionadas incluem: New Works\, mostra individual na Fold Gallery\, Londres\, 2017; Green backrests for lectures and other events\, projeto para a Royal Academy Schools\, Londres\, 2015; Site & Situ\, residência de três meses na Surface Gallery\, Nottingham\, UK\, 2011; Visual Delusions\, exposição individual na galeria Bend In The River\, Gainsborough\, UK\, 2011.
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SUMMARY:Edith Derdyk apresenta exposição Protolivro na Casa de Cultura do Parque
DESCRIPTION:Mostra reflete sobre o imaginário que cerca as origens do livro Em uma era de crise de discursos\, na qual o excesso de informações promove desinformação e desordem\, o saber passa por um momento de fragilidade. Os livros\, por sua vez\, detêm registros importantes da história da humanidade e abrem portas tanto para o passado quanto para o futuro. É neste contexto de ambiguidade que a artista paulistana Edith Derdyk abre suas investigações na mostra Protolivro\, em cartaz a partir de 3 de agosto\, na Casa de Cultura do Parque. O neologismo que dá título à exposição evoca a ideia de primeiro\, de matriz\, do livro que é anterior aos demais. E é este o ponto de partida para os estudos de Derdyk em torno do imaginário que cerca as origens do livro\, manuscrito ou impresso\, em seu percurso no tempo. “O livro é parte fundante da construção do conhecimento\, tanto do imaginário quanto das vontades de futuro. Somos seres de linguagem e remontar as nossas origens\, além de ser um fundamento poético\, traduz um ato político“\, explica a artista. A mostra\, que tem texto de apresentação do artista Fabio Morais\, ocupa as duas salas do espaço expositivo da Casa de Cultura do Parque. É um convite de Derdyk a uma experiência imersiva\, cuja ideia é oferecer ao visitante a possibilidade de adentrar nas páginas de um grande livro aberto. Através do desmembramento de cada parte – capa\, contracapa\, orelha\, miolo\, folha\, página\, índice\, costura\, vinco\, furo\, dobra e cola -\, a exposição contempla a sintaxe\, a gramática\, a arquitetura do livro e suas temporalidades. “Quando alguém concebe uma obra imaterial cuja materialização é livro – um texto\, por exemplo – esse processo funde-se à cadeia de produção […]. Ao desmontar livros e arranjar seus fragmentos em mecanismos sem funcionamento livresco\, Edith aciona um funcionamento fabulatório e visual\, subvertendo com singularidade a padronizada cadeia de produção gráfica”\, comenta Morais. Protolivro é dividida em dois núcleos\, denominados pela artista como Sala Escura e Sala Clara. A primeira é composta de resíduos\, fragmentos e componentes que evidenciam as memórias do livro\, elementos que evocam a ideia de passado. Aqui\, Edith usa livros antigos\, objetos marcados pelo tempo\, com manchas\, vestígios\, fungos e mofos\, a exemplo da obra Indícios (2019)\, instalação de nove metros\, formada por pedaços de livros desmembrados e estendidos na parede. Ainda na Sala Escura\, em Tábula Rasa (2017/2019)\, a artista convoca as primeiras narrativas acerca do Mito da Criação. Trata-se de uma obra que reúne\, lado a lado\, 40 imagens impressas\, resultado de sobreposições de registros da primeira página do Gênesis. A artista pesquisou livros em sebos com diferentes edições\, línguas e formatos da Bíblia. Manchas escuras tomam as páginas\, provocando uma certa ilegibilidade e aludindo a uma espécie de “arqueologia ao avesso”\, segundo as palavras da artista. A Sala Clara propõe uma experiência imersiva\, reunindo obras construídas in loco com folhas de papel em branco\, linha preta\, agulhas\, pregos enferrujados e carvão. “O papel em branco abre precedente para o desejo de futuro\, um chamado por um livro que está por vir”\, reflete a artista. E o futuro vem com um respiro. Em contraposição aos elementos densos da Sala Escura\, carregados de vestígios do passado\, Edith oferece ao público um momento de leveza. É o que ela faz em Pulmão (2019)\, instalação em que usa linhas e agulhas para criar uma espécie de escrita suspensa\, aérea. A trajetória de Edith Derdyk está presente sob vários ângulos na exposição Protolivro. E nada é por acaso\, uma vez que a artista também é escritora\, educadora e ilustradora. Durante o período expositivo\, a Casa de Cultura do Parque irá promover atividades paralelas à mostra. Para iniciar a programação\, no dia 14 de agosto às 19h acontece uma conversa entre os artistas Edith Derdik e Fabio Morais com o público. Sobre A Casa de Cultura do ParqueA Casa de Cultura do Parque oferece uma programação de alta qualidade\, com exposições de arte\, oficinas\, palestras\, cursos e ciclos de debates. Idealizada por Regina Pinho de Almeida\, o espaço está localizado em frente ao Parque Villa Lobos e propõe em um ambiente acolhedor\, fomentar cultura e sustentabilidade. Serviço:Protolivro\, individual de Edith DerdykAbertura: 03 de agosto às 11hVisitação: de 03 de agosto a 13 de outubroHorário: quarta a sexta\, das 11h às 19h\, sábados e domingos das 11h às 18hConversa com Edith Derdyk e Fabio MoraisData: 14 de agosto às 19hLocal: Casa de Cultura do ParqueEndereço: Av. Prof. Fonseca Rodrigues\, 1300 – Alto de PinheirosInformações: (11) 3811-9264 | acasadoparque.com
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SUMMARY:Biblioteca-Parque reúne 20 artistas em torno da palavra e da imagem
DESCRIPTION:No dia 2 de agosto\, a Biblioteca-Parque Estadual do Rio de Janeiro inaugura a exposição “Sala de Leitura”. Com obras de 20 artistas visuais\, a curadoria de Osvaldo Carvalho propõe uma reflexão em torno do ato de ler\, seja por meio da palavra ou da imagem: da decodificação à interpretação\, do signo ao significado. Os artistas são: Ana Herter\, Angela Rolim\, Cecilia Cipriano\, Claudia Malaguti\, Gilda Lima\, Grasi Fernasky\, Hudson Lima\, Isabela Frade\, Jo Iocken\, João Moura\, Júnia Azevedo\, Ligia Calheiros\, Luiz Badia\, Marciah Rommes\, Miro PS\, Petrillo\, Roberto Tavares\, Rosi Baetas\, Sandra Macedo e Teresa Stengel. Com coordenação de Lia do Rio\, a mostra fica em cartaz até 6 de setembro\, com entrada franca. A exposição reúne cerca de 50 obras de técnicas variadas: pintura\, desenho\, escultura\, fotografia\, assemblage\, colagem\, videoarte\, gravura\, objeto e instalação. Além do espaço expositivo\, o evento prevê outras atividades culturais. Na abertura\, durante a tarde de sexta-feira\, um “flash mob” com artistas e convidados pretende surpreender os passantes pela rua\, em frente à Biblioteca-Parque na Avenida Presidente Vargas. Outra atração do vernissage é a performance de Isabela Frade. Ao longo da exposição serão oferecidas ao público oficinas de arte\, conversas e mostra de vídeos. Segundo a curadoria\, a ideia é trazer para quem visita à exposição da Biblioteca-Parque a compreensão maior do que está por trás dos trabalhos expostos. “Como diz Paulo Freire\, é preciso conseguir ler nas entrelinhas\, senão\, quando oprimidos\, acabaremos agindo como nossos opressores. O indivíduo que compreende sua realidade é capaz de procurar soluções para transformá-la\, rompendo com a sina de repetir os erros do passado”\, explica Osvaldo. “A exposição traz a sala de leitura como lugar desse acontecimento\, da transformação do sujeito que busca conhecer e modificar o mundo a sua volta”\, conclui ele. CuradoriaOsvaldo Carvalho – Vive e trabalha no Rio de Janeiro (RJ). Formado em Direito pela UFRJ e Mestre em Poéticas Visuais pela ECA-USP\, iniciou suas atividades artísticas em 2000 com o Prêmio Interferências Urbanas. Desenvolveu seus estudos sobre curadoria na Escola Sem Sítio\, no Rio de Janeiro. Desde 2010 realiza curadorias para o Projeto Vitrine Efêmera\, do Estúdio Dezenove\, em Santa Teresa (RJ). De 2011 a 2019\, foi curador na Galeria de Arte Solar\, na instituição filantrópica Solar Meninos de Luz\, que atende as comunidades do Pavão-Pavãozinho e Cantagalo (RJ). Possui diversos textos e resenhas publicados\, entre eles para a revista Arte&Ensaios\, do PPGAV-EBA-UFRJ\, edição nº 27 (2014)\, e a Revista Digital da UFRJ\, Redescrições\, Pragmatismo e Filosofia Americana. CoordenaçãoLia do Rio – Nasceu em São Paulo\, vive e trabalha no Rio de Janeiro. É Bacharel pela Escola Nacional de Belas Artes da UFRJ; tem Pós-Graduação em Arte e Filosofia\, e Pós-Graduação em Filosofia Antiga\, PUC-RIO. Ao longo de quatro décadas participou de centenas de exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior (EUA: Nova York e São Francisco; Japão: Tóquio\, Kyoto e Kobe; Guatemala; Alemanha; França). Foi selecionada para diversos salões\, e recebeu diversos prêmios.  Seus trabalhos fazem parte de diversos acervos\, no Brasil e exterior. Como professora de arte\, lecionou em instituições\, como o Parque Lage e o Instituto Calouste Gulbenkian. Coordena exposições\, workshops e palestras\, e faz acompanhamento de diversos artistas. Seu livro Lia do Rio: Sobre a Natureza do Tempo foi editado\, em 2015\, pela editora Fase 10. Biblioteca-Parque EstadualA BPE é um equipamento da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa. O espaço reúne\, além do acervo de 200 mil títulos\, uma vasta coleção de quadrinhos e livros de arte\, biblioteca infantil e 20 mil filmes. Teatro\, auditório\, cabines de vídeo e laboratórios\, além da programação com cursos e oficinas\, fazem do lugar mais que uma biblioteca: uma experiência única.  ServiçoTítulo: Sala de LeituraArtistas: Ana Herter\, Angela Rolim\, Cecilia Cipriano\, Claudia Malaguti\, Gilda Lima\, Grasi Fernasky\, Hudson Lima\, Isabela Frade\, Jo Iocken\, João Moura\, Júnia Azevedo\, Ligia Calheiros\, Luiz Badia\, Marciah Rommes\, Miro PS\, Petrillo\, Roberto Tavares\, Rosi Baetas\, Sandra Macedo e Teresa StengeCuradoria: Osvaldo CarvalhoCoordenação: Lia do RioAbertura: 2 de agosto de 2019 (sexta-feira)\, das 16h às 19hVisitação: até 6 de setembro. De segunda a sábado\, das 11 às 17h Local: Biblioteca Parque-EstadualEndereço: Av. Presidente Vargas 1.261\, Centro\, Rio de Janeiro Telefone: +55 21 3171 7505Entrada francaClassificação etária: livrem.me/bibliotecaparqueestadual
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SUMMARY:Exposição 'Cadê a piscina?' relembra sonhos de infância
DESCRIPTION:O fotógrafo e arquiteto mineiro Cláudio Ferreira abre exposição ‘Cadê a piscina?’ nesta quinta-feira\, 25/07\, no Centro Cultural Correios\, no Centro de São Paulo.  Mas afinal\, cadê a piscina que não aparece nas fotos? Por que os óculos de natação estão em lugares inusitados? Conta o autor que na fazenda Piçarra\, no município de Ibiraci\, Minas Gerais\, como toda criança mineira\, brincava e ajudava seus pais nos afazeres de casa e da roça. Vida simples\, com poucos recursos financeiros\, os brinquedos eram feitos manualmente\, mas com muita criatividade e fantasia. Mas no calor\, a diversão e a imaginação faziam a diferença. Com aquele sol bem quente e aquele gramado verde do sítio\, era só convidar alguns primos que a diversão era completa. O sonho era ter naquele gramado uma piscina azul com bastante água para mergulhar\, mas cadê a piscina? Piscina de verdade só na imaginação. Mas a brincadeira não parava. Então vamos construir nossa piscina! Era pegar uma lona preta\, estender sobre o gramado verde levemente inclinado\, jogar água e um pouco de sabão sobre a lona e estava pronto. Deslizando sobre aquela piscina preta\, começavam as brincadeiras: cair\, rolar e “nadar”. Pronto\, a imaginação ia longe refrescando o corpo e a mente. Agora\, depois de adulto\, o autor voltou ao mesmo lugar e\, surpreso\, encontrou seus óculos de natação amarelo e roxo\, cores vibrantes que o fizeram relembrar a infância e perguntar novamente: Cadê a piscina? Surge a ideia de fotografar trechos do lugar com os óculos de natação\, fazendo um recorte no tempo e espaço. As texturas dos materiais: madeira\, vegetação\, metal\, telhas entre outros\, juntamente com os óculos de natação remetem às lembranças da infância. Com curadoria de Ralf Scholz\, a ideia da exposição é levar as pessoas a imaginarem que\, a partir de algo impossível\, podemos criar outras possibilidades\, lúdicas e criativas. Despertar a criança que existe em cada um de nós. O dia nasce e te chama para escrever uma nova página. E surge a pergunta: na sua vida\, Cadê a piscina? Serviço“Cadê a piscina?”Período: 25 de julho a 10 de setembroHorário: de segunda a sexta-feira\, das 10 às 17hEntrada gratuitaLocal: Centro Cultural Correios São Paulo (CCCSP)Endereço: av. São João\, s/n.º\, Vale do Anhangabaú\, Centro\, São Paulo — SPMetrô São Bento
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SUMMARY:Composição do Jornal Dobrabil é analisado em Diálogos Sincrônicos\, sarau da Casa das Rosas
DESCRIPTION:Com passagem pelo movimento tropicalista e de contracultura\, Glauco Mattoso\, criador de Dobrabil\, também colaborou com outros jornais alternativos\, como o Pasquim\, e publicou mais de mil sonetos Diálogos Sincrônicos\, série de sarau da Casa das Rosas que reúne diferentes gerações de poetas\, será no próximo sábado\, dia 20 de julho\, a partir das 19h\, com mediação do escritor\, letrista e tradutor Luiz Roberto Guedes. Concentrado no Jornal Dobrabil do poeta Glauco Mattoso (codinome literário de Pedro José Ferreira da Silva)\, dessa vez o encontro literário se volta para a forma inusitada do jornal produzido entre os anos 1970 e 1980. Gerenciada pela Poiesis\, a Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos integra a Rede de Museus-Casas Literários da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo. Diálogos Sincrônicos apresenta leituras de textos de grupos de escritores\, de movimentos literários e de publicações que marcaram época\, como o Jornal Dobrabil no dia 20/7. Entre 1977 e 1981\, o poeta\, letrista\, tradutor e ficcionistaGlauco Mattoso produziu esse jornal inusitado\, misturando poesia concreta\, prosa\, gírias e humor com experiências gráfico-visuais\, diagramado em máquina de escrever\, com exemplares xerocopiados e distribuídos via correio. Entre as abordagens desse material\, representante da arte postal\, estava a crítica ao regime militar. Dobrabil possui apenas um número\, mas foi publicado em partes durante quatro anos. Até que os fascículos foram reunidos em livro em 1981 e reeditados em 2001 (editora Iluminuras). Mattoso\, criador e editor do jornal\, também participará do sarau. Além do Jornal Dobrabil\, o poeta é autor de livros como Apocrypho Apocalypse (1975)\, Rockabillyrics (1988)\, coletânea Poesia Digesta: 1974-2004 (2004) e Polititica (2018)\, este último lançado na Casa das Rosas. Outros convidados desta edição são o escritor e jornalista Wladyr Nader; o poeta Manoel Herzog (terceiro lugar no Prêmio Jabuti de poesia com o livro A comédia de Alissia Bloom); e o poeta e escritor de literatura infanto-juvenil Ulisses Tavares. Após a leitura de poemas e trechos do Jornal Dobrabil\, o público terá o microfone aberto para apresentar textos de própria autoria. Serviço:Diálogos sincrônicos – Jornal Dobrabil 20/7\, sábado\, 19h às 21h Recomendação etária: livreAtividade gratuita sem necessidade de inscrição préviaCasa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e LiteraturaAvenida Paulista\, 37 – Paraíso – São Paulo (próximo à estação Brigadeiro do metrô)Telefone: (11) 3285-6986 | 3288-9447Funcionamento: de terça-feira a sábado\, das 10h às 22h\, e aos domingos e feriados\, das 10h às 18hConvênio com o estacionamento Parkimetro: Alameda Santos\, 74 (exceto domingos e feriados)www.casadasrosas.org.brSOBRE A CASA DAS ROSAS A Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos é um museu dedicado à poesia\, à literatura\, à cultura e à preservação do acervo bibliográfico do poeta paulistano Haroldo de Campos\, um dos criadores do movimento da poesia concreta na década de 1950.  Localizada em uma das avenidas mais importantes da cidade de São Paulo\, a Avenida Paulista\, o espaço realiza intensa programação de atividades gratuitas\, como oficinas de criação e crítica literárias\, palestras\, ciclos de debates\, exposições\, apresentações literárias e musicais\, saraus\, lançamentos de livros\, performances e apresentações teatrais. O museu está instalado em um imponente casarão\, construído em 1935 pelo escritório Ramos de Azevedo\, que na época já tinha projetado e executado importantes edifícios na cidade\, como a Pinacoteca do Estado\, o Teatro Municipal e o Mercado Público de São Paulo.
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SUMMARY:Exposição “Olhares Artesanais” apresenta\, com um novo olhar\, cenários do Porto de Santos e região utilizando câmeras pinhole
DESCRIPTION:Há mais de uma década o Cidade Invertida\, grupo que reúne fotógrafos\, educadores e artistas\, investe em ações culturais relacionadas à imagem\, buscando despertar em seu público um olhar mais criativo e consciente em relação às imagens que nos cercam cotidianamente. Na exposição “Olhares Artesanais”\, a equipe composta por Adelino Matias\, Anna Clara Hokama\, Andre Solnik\, Gustavo Falqueiro\, Marcella Marigo\, Mauricio Sapata e Ricardo Hantzschel\, concebe sua versão imagética da região do Porto de Santos/SP utilizando câmeras manualmente construídas\, ou pinhole. Esses dispositivos ópticos são construídos com latas\, caixas\, ou qualquer aparato vedado à luz\, que recebe um furo de agulha em um de seus lados\, permitindo a formação de imagens em seu interior\, sem a necessidade de lentes. Em cartaz no Centro Cultural São Paulo\, a exposição é resultado de dois anos de trabalho em equipe\, que\, embora voluntariamente inserida na cultura digital\, valoriza também o tempo como parceiro\, mergulhando numa fotografia lenta\, incerta e experimental que começa no projeto da câmera e se estende até a revelação química da imagem. O consagrado artista luso-brasileiro Fernando Lemos\, assina um dos textos da mostra\, que conta com 38 fotografias impressas em papel fine art em tamanhos variados\, sob curadoria de Ricardo Hantzschel. Complementa o trabalho um livro com 48 páginas\, representando todo o conteúdo da exposição. Tanto o processo de captação quanto a edição final das imagens\, foram realizados em conjunto pelos profissionais envolvidos no projeto\, contemplado pelo 1º Edital de Apoio à Criação e Exposição Fotográfica da Secretaria Municipal de Cultura da Cidade de São Paulo. Ele ocupará parte do espaço expositivo do Centro Cultural São Paulo (CCSP)\, no Piso Flávio de Carvalho (fundos)\, ao lado de mais três exposições: Cores Nyotas\, Idílio e Poéticas Visuais. A exposição\, com entrada gratuita\, vai até o dia 11 de agosto. BREVE CURRÍCULO DOS FOTÓGRAFOS –(Equipe Cidade Invertida) Ricardo Hantzschel: Curador e Artista Graduado em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)\, é pós graduado em Fotografia e Mídia\, pelo Centro de Comunicação e Artes do Senac (2000). Foi docente do Bacharelado em fotografia do Centro Acadêmico Senac de 2003 à 2015. Com sua produção autoral em fotografia teve duas conquistas nacionais: o Prêmio Funarte Marc Ferrez (2014) e o Prêmio Porto Seguro de Fotografia\, (2003). Figura no acervo do Museu de Arte Moderna de São Paulo desde 2001. Nos últimos 20 anos tem exposto seu trabalho pessoal onde se destaca os ensaios “SAL” (Galleria Mentana\, Florença\, Itália 2016; Feira se Innsbruck\, Austria\, 2016; Feira de Padova\, Itália\, 2015; Bienal de Florença\, Itália\, 2015; Instituto Tomie Ohtake\, São Paulo\, 2015; Museu José de Dome\, Cabo Frio\, Rio de Janeiro\, 2015; Casa das Onze Janelas\, Belém\, Pará\, 2013)\, “Cidade Múltipla” (Galeria Cmafra–Belo Horizonte\, MG 2012; Instituto Carrefour\, São Paulo 2011; Caixa Cultural Sé\, São Paulo 2010; Festival Hercule FlorencePUC Campinas 2010\, Espaço Porto Seguro\, São Paulo\, 2003)\, “Vestígios do Carandiru” (Sesc Santana\, São Paulo\, 2012; Galeria do Cj Nacional\, São Paulo 2007; Centro Cultural São Paulo 2004; Museu de Arte de Ribeirão Preto 2004)\, “Cidade Casual” (Sesc Pompéia\, SP 2004; Espaço Porto Seguro\, SP 2001; Visual Studies Workshop Gallery/NY-EUA 2001; Museu da Imagem e do Som\, São Paulo\, 2000) e “A Sombra do Porto” (Centro de Exposições Imigrantes\, São Paulo\, 2002; Pinacoteca de Santos 2000; Centro Cultural São Paulo 1999). Desde 2006 coordena as ações de educação visual do Cidade Invertida\, entidade sediada em São Paulo\, mas com forte caráter itinerante\, com atuação em entidades da periferia\, faculdades\, museus e eventos fotográficos. O projeto foi premiado em 2006 pelo Programa de Valorização de Iniciativas Culturais da Secretaria Municipal de cultura\, voltando a ser premiado em 2008 com a certificação de “Mérito Cultural” pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo\, e foi novamente reconhecido em 2010 através do Prêmio Comgás de patrocínio Sócio Cultural. www.fotopositivo.com.br Marcella Marigo: Produtora e artista Artista visual autodidata e bacharela em fotografia pelo Centro Acadêmico Senac\, onde atuou como educadora no projeto Alfabetização Visual. Possui especialização em História da Arte pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e em Gestão de Projetos Culturais pelo CELACC – USP. Desde 2015 exerce função de produtora no Cidade Invertida. Mauricio Sapata: Educador e artista É fotógrafo\, faz pesquisas e ministra oficinas sobre processos históricos fotográficos\, fotografia Pinhole e a Colorização Manual de Fotografias\, utilizando-se destas técnicas em seus trabalhos autorais. Tem um projeto de fotografia lambe-lambe chamado “Câmera Caixote”\, que atua como instrumento educativo e propagador da história e do resgate cultural desta técnica\, integra a equipe de educadores do Cidade Invertida desde 2013. Gustavo Falqueiro: Educador e artista Mestrando pelo IEB/USP\, bacharel em Fotografia pelo Senac/SP e graduado e licenciado en Filosofia pela USP. Integrante do projeto Photo na Praça (2014 -atual)\, educador no projeto Cidade Invertida (2009 -atual) e professor de fotografia na Associação Civil Anima (2016 -atual). Atuou como docente em cursos de formação artística para jovens no Instituto Tomie Ohtake (2012-2015)\, pela Secretaria de Cultura de São Caetano do Sul (2015-2016) e pelo projeto Pontos MIS do Museu da Imagem e do Som/SP (2012-2017). Em 2010 foi contemplado pelo programa VAI de Estímulo à Cultura de Itapeva/SP\, com oficina de Pinhole\, em parceria com Emiliano Hagge. Anna Clara Hokama: Educador e artista Formada em fotografia pelo Centro Acadêmico Senac e atualmente pós graduanda em arteterapia no Instituto Sedes Sapientiae. Já teve passagem por grandes instituições culturais como Caixa Cultural\, Museu Brasileiro de Escultura\, Museu de Arte Sacra\, MASP e Pinacoteca\, e hoje integra a equipe de educação do Instituto Moreira Salles Paulista. Atua como educadora no Cidade Invertida desde 2010. André Solnik: Educador e artista Graduado em Jornalismo pela PUC-SP e em Ciências Sociais pela USP\, já atuou como professor de fotografia em escolas públicas de São Paulo através da ONG ImageMagica e coordenou o projeto “Foto na Lata”\, no Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade de São Paulo. Atualmente é fotógrafo freelancer e educador no Cidade Invertida. Adelino Matias: Educador assistente e artista Motorista profissional há 20 anos\, Adelino Matias Junior faz parte da equipe Cidade Invertida desde sua fundação. Vem desenvolvendo seu olhar fotográfico na última década\, o que o levou a exercer também a função de monitor nas oficinas. SOBRE O CIDADE INVERTIDA O Cidade Invertida é um grupo de educadores e artistas que tem se dedicado a elaborar experiências visuais\, em sua maioria mediadas pela fotografia\, objetivando encantar as pessoas e ao mesmo tempo despertar uma postura mais consciente na relação delas com as imagens que nos cercam cotidianamente. Em pouco mais de uma década\, o trailer\, símbolo de referência do projeto\, foi adaptado como laboratório fotográfico e câmara obscura\, e já percorreu cerca de 35.000 km viabilizando cursos e oficinas para um público diverso. Com forte caráter itinerante\, o Cidade Invertida tem também um espaço cultural na Vila Madalena\, em São Paulo\, onde a intenção é oferecer possibilidades de capacitação teórica e prática para artistas\, fotógrafos\, educadores e interessados por imagens em geral. Temos um compromisso com as bases históricas da fotografia tradicional e as mesclamos sem preconceito com as técnicas digitais de última geração. Site: www.cidadeinvertida.com.br SINOPSE A exposição “Olhares Artesanais” reúne 38 fotografias captadas com câmeras manualmente construídas e tem como tema a região portuária da cidade de Santos\, litoral do Estado de São Paulo. As imagens expostas foram captadas por câmeras de orifício (pinhole) e reveladas quimicamente em laboratório analógico preto e branco. O resultado desse projeto é um recorte ao mesmo tempo caótico e poético\, que desconstrói o seu referente\, para imediatamente reconstruí-lo dentro dos aparatos concebidos pelos fotógrafos do Cidade Invertida. Os autores recriam a cena urbana\, em imagens que só existem na diversidade de formatos\, orifícios e suportes sensíveis das câmeras pinhole. SERVIÇO Local: Centro Cultural São Paulo – Piso Flávio de Carvalho End.: Rua Vergueiro\, 1000 – Paraíso – São Paulo Tel.: (11) 3397-4002 Quando: Até 11 de agosto. Horário: Terça a sexta\, das 10h às 20h – Sábados\, domingos e feriados\, das 10h às 18h Site: www.centrocultural.sp.gov.br FICHA TÉCNICA Curadoria: Ricardo HantzschelProdução executiva: Fernanda RomeroProdução: Marcella MarigoProjeto expográfico: Ricardo HantzschelMontagem: Marcos AlbertinRevisão de texto: Fernanda RomeroEdição de imagens: Cidade InvertidaAssessoria de imprensa: Tudo em PautaDocumentação fotográfica: Cidade InvertidaImpressão: Giclê Fine Art PrintArquiteto: Gabriel CurtiDireção arte: Carlos BaptistellaPatrono do Cidade Invertida: Fernando LemosATIVIDADES COMPLEMENTARES Visitas guiadas + bate papo com os fotógrafos: 17 de julho – das 14h às 16h e 27 de julho – 11h às 13h Com objetivo de compartilhar com o público as experiências vivenciadas pelos artistas no processo de construção das câmeras e sua posterior utilização na captação das imagens da exposição “Olhares Artesanais”\, serão realizadas visitas guiadas pela equipe do Cidade Invertida. Oficinas gratuitas de fotografia artesanal: Paisagem invertida Onde: Centro Cultural São PauloQuando: 10 de agostoHorários: 10h30\, 11h30\, 12h30 e 13h30Duração: 50 minVagas: 40 vagas divididas em 4 turmas (10 pessoas/turma).Público alvo: sugere-se interessados em geral acima de 6 anos.*** Inscrições no local\, por ordem de chegada.Descritivo: O trailer do Cidade Invertida é utilizado como câmera fotográfica gigante\, onde os participantes podem observar a cena exterior à ela projetada no interior e invertida numa tela translúcida. De forma lúdica e interativa\, o público praticará a fotografia com câmeras de orifício\, construídas com caixas/latas\, e a seguir acompanhará o processo de revelação química da imagem\, com a base da fotografia tradicional preto e branco. Infraestrutura básica: Ponto de energia 220w\, local plano e com vista para estacionar o trailer.
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SUMMARY:Galeria Bergamin e Gomide apresenta a exposição “A Burrice dos Homens”
DESCRIPTION:Com curadoria de Fernanda Brenner\, a exposição coletiva apresenta obras de 31 artistas\, propondo uma reflexão sobre o uso da sátira e dos estereótipos no contexto latino americano e sociopolítico das últimas décadas. Artistas participantesAdriano Costa | Amadeo\nLuciano Lorenzato | Ana Prata | Anna Bella Geiger | Antônio Dias |\nAntonio Henrique Amaral | Artur Barrio | Cabelo | Cícero Dias |\nCristiano Lenhardt | Erika Verzutti | Glauco Rodrigues | Hélio\nOiticica | Ivan Cardoso | Ismael Nery | Jac Leirner | Jarbas Lopes |\nJosé Antônio da Silva | Leda Catunda | Lina Bo Bardi | Oswaldo\nGoeldi | Pedro Caetano | Radamés “Juni” Figueroa | Rogério Reis\n| Saint Clair Cemin | Tiago Carneiro da Cunha | Tonico Lemos Auad |\nUrsula Böckler | Vicente do Rego Monteiro | Wilma Martins | Yuli\nYamagata ServiçoAberta para visitação até 20 de julho de 2019.Horário de funcionamento: segunda a sexta das 10 às 19 horas\, e sábados das 10 às 15 horas.Rua Oscar Freire\, 379 – Jardim Paulista\, São Paulo – SP\, 01426-001
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SUMMARY:Circo di SóLadies estreia temporada de Choque-Rosa no SESC Vila Mariana
DESCRIPTION:O grupo de circo formado por palhaças feministas realiza temporada do espetáculo CHOQUE-ROSA no SESC Vila Mariana. Com poesia e muitas gargalhadas\, o grupo convida adultos e crianças para refletir sobre a força da mulher.  \n \nDe 13 de julho à 03 de agosto de 2019\, sempre aos sábados\, às 15h\, o Circo di SóLadies apresenta o espetáculo Choque-Rosa ou Com que Armas Lutamos? no SESC Vila Mariana. Os ingressos vão de R$ 5\,00 a R$ 17\,00 e podem ser adquiridos em qualquer bilheteria do SESC. \nChoque-Rosa ou Com que Armas Lutamos? conta a história de Augustina\, Greice\, Úrsula e Xamanga\, que encaram mais um dia de rotina de donas de casa. Mas de repente se dão conta do sumiço de uma amiga. As palhaças percebem que precisam sair de sua zona de conforto para encarar um lugar misterioso\, para onde nenhuma mulher poderia ir\, até então. \nA criação do espetáculo partiu da pesquisa do grupo sobre a história de mulheres brasileiras e o impacto de seus feitos na sociedade\, lidando com a violência gerada pelo machismo e o patriarcado. Utilizando a palhaçaria feminina\, as artistas misturam técnicas circenses com a linguagem lúdica e cômica para refletir e alertar para igualdade de gênero\, valorizando o protagonismo\, o poder e a força da mulher. \n“Elas\, as que vieram antes\, guiaram nossas escolhas e guiarão as palhaças em suas descobertas” – explicam as palhaças feministas integrantes do grupo. \nCom uma equipe formada apenas por mulheres\, CHOQUE-ROSA\, utiliza camadas simbólicas e surpreende o público por tratar de temas que geralmente são considerados complexos\, com muita delicadeza e poesia. Através do riso\, inspiram reflexões importantes sobre a potência da mulher\, dialogando e envolvendo o público de todas as idades\, divertindo crianças\, jovens e adultos. \nUm Circo feito por mulheres para todos os públicos \nIdealizado por Lilyan Teles e Tatá Oliveira\, o Circo di SóLadies surgiu em 2013 a partir das inquietações em relação a desigualdade de gênero e da percepção de que havia ainda um pequeno espaço dado à mulher tratando-se de comicidade e linguagem do palhaço. Em 2016\, juntam-se a elas as artistas Kelly Lima e Verônica Mello\, ampliando o repertório do grupo. \nFeito por mulheres – palhaças\, atrizes\, musicistas\, pesquisadoras e realizadoras – para todos os públicos\, é um circo em que as artistas desenvolvem o repertório através do improviso e do jogo cênico com elementos fundamentais para a conexão e interação com o público\, a conquista do estado da graça\, do riso e da reflexão sobre o papel da mulher na sociedade. \nMais informações em: www.facebook.com/circodisoladies \nChoque-Rosa ou Com que Armas Lutamos? \nCom Circo di SóLadies \nSinopse: Augustina\, Greice\, Úrsula e Xamanga encaram mais um dia de mesmice dentro de casa: limpar\, passar\, cozinhar e… Peraí? Cadê a Maria?! Com o sumiço da amiga Maria\, as quatro palhaças são obrigadas a se aventurar no tão temido FORA\, um lugar que não foi feito para elas\, onde mulher nenhuma pode se aventurar. Será? \nDuração: 50 minutos \nClassificação: Livre \nGrátis \nQuando: 13\, 20 e 27 de julho e 03 de agosto de 2019 (sábados) \nHorário: 15h00 \nOnde: SESC Vila Mariana \nLocal: Auditório \nEndereço: R. Pelotas\, 141 – Vila Mariana\, São Paulo – SP\, 04012-000 – Telefone: (11) 5080-3000 \nIngressos: R$ 5\,00 (usuários do SESC) \, R$ 8\,50 (meia-entrada) \, R$ 17\,00 (inteira) \nOs ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do SESC. \nMais informações em: https://www.sescsp.org.br/programacao/194304_CHOQUE+ROSA
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SUMMARY:Adelina Instituto realiza oficinas de férias com foco no público infantil
DESCRIPTION:De 13 a 27 de julho\, o Adelina Instituto oferece ao público três oficinas de férias\, ministradas pela educadora Gabriela Conceição: a oficina de colagem com aquarela abre a programação no dia 13; no dia 20\, o tema é impressão botânica; e no dia 27\, os participantes irão aprender sobre isogravura. \n  \nNa atividade de colagem com aquarela\, duas técnicas são misturadas\, convidando os participantes a experimentar e elaborar composições usando colagem de figuras e pintando com diferentes tintas. Em impressão botânica\, a ideia é criar composições e estampas únicas usando monotipia sobre papel\, técnica de impressão — constituída de um processo híbrido entre a pintura\, o desenho e a gravura. Já na Oficina de Isogravura\, os participantes estarão mais próximos da técnica de impressão que utiliza placas de isopor como matriz\, criando desenhos\, entintando\, sobrepondo e transferindo a criação para o papel criando uma gravura\, como um carimbo. \n  \nO custo de participação em cada uma das atividades é de R$ 20\,00 e ele inclui também todo o material usado nos cursos. \n  \nGabriela Conceição é educadora\, formada em Educação Artística — Habilitação em Artes Plásticas pela Universidade São Judas Tadeu e especializada em Arte na Educação pela Universidade de São Paulo. Trabalha na área de Educação em museus desde 2009\, tendo atuado nos setores educativos do Pavilhão de Exposições da Oca\, Museu da Imagem e do Som e Pinacoteca do Estado de São Paulo. Desde abril de 2017\, é responsável pela mediação entre o público e as obras da Adelina Galeria. \n  \nSOBRE A ADELINA INSTITUTO \nEm abril de 2017\, o empresário Fabio Luchetti criou o projeto Adelina\, no Bairro Perdizes. Com ampla atuação no circuito de arte e educação contemporâneas\, o projeto promove a difusão\, produção e compartilhamento de conhecimento\, por meio de encontros\, debates\, oficinas\, publicações\, além de cursos interdisciplinares\, exposições de artistas contemporâneos e ações extramuros. O objetivo do projeto é firmar-se como um espaço para a concepção\, formação e difusão da arte. Em suas muitas ações\, a ideia é atingir os mais diversos perfis\, favorecendo o intercâmbios entre artistas\, curadores e amantes da arte. Desde a sua fundação\, a Adelina pretende aproximar a arte e educação\, participando ativamente da formação livre de públicos variados\, entre os quais estão professores da rede de ensino público\, estudantes\, crianças\, adolescentes e idosos. \n  \nSERVIÇO: \n  \nOFICINA DE COLAGEM COM AQUARELA \nQuando: Dia 13 de julho\, sábado\, às 11 horas. \nPúblico: Crianças de 6 a 14 anos de idade e suas famílias \nDuração: 120 minutos \nInscrições: R$ 20\,00 (www.sympla.com.br/adelina) \nVagas: 15 \n  \nOFICINA DE IMPRESSÃO BOTÂNICA \nQuando: Dia 20 de julho\, sábado\, às 11 horas. \nPúblico: Adultos e crianças a partir de 7 anos \nDuração: 120 minutos \nInscrições: R$ 20\,00 (www.sympla.com.br/adelina) \nVagas: 15 \n  \nOFICINA DE ISOGRAVURA \nQuando: Dia 27 de julho\, sábado\, às 11 horas. \nPúblico: Crianças a partir dos 6 anos \nDuração: 120 minutos \nInscrições: R$ 20\,00 (www.sympla.com.br/adelina) \nVagas: 15 \n  \nADELINA INSTITUTO \nHorário de visitação: de terça a sexta-feira\, das 10h às 19h; e\, aos sábados\, das 10h às 16h. \nEndereço: Rua Cardoso de Almeida\, 1285\, Perdizes. CEP: 05013-001 — São Paulo. \nEstacionamento conveniado: 25% de desconto para visitantes (Rua Caiubi\, 308). \nTelefone: +55 (11) 3868-0050. \nE-mail: oi@adelina.org.br | Site: www.adelina.org.br \n  \nASSESSORIA DE IMPRENSA \nVanessa Fontes   \ncontato@vanessafontes.com.br/ vanfontes81@gmail.com \n+ 55 (11) 4432-3378 | 99257-6965 \nSkype – vanessafontes81
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SUMMARY:Verve Galeria exibe individual de Guilherme Callegari
DESCRIPTION:Composta por 25 trabalhos em técnicas distintas\, “NDÚSTRIA” apresenta a pesquisa do artista sobre a indústria e a comunicação na sociedade moderna\, em obras que exploram o grafismo e a dessignificação de símbolos e logotipos  \n\n\n  \n\n\nA Verve Galeria exibe “NDÚSTRIA“\, do artista visual Guilherme Callegari. Com curadoria de Eduarda Freire e texto crítico de Juliana Monachesi\, a primeira individual do artista na galeria apresenta 25 pinturas – óleo\, acrílica\, giz oleoso\, carvão\, caneta esferográfica e lápis de cor sobre tela -\, que abordam a visão do artista sobre a indústria e a comunicação na sociedade moderna\, apoiado em seu trabalho diário e numa extensa pesquisa sobre o design gráfico. \n\n\nO conjunto de letras “NDÚSTRIA“\, pelo qual se intitula a nova mostra da Verve Galeria\, foi pensado por Guilherme Callegari unicamente como um símbolo que identificasse a exposição. A palavra em si é coerente com o título de algumas das pinturas expostas. Com essa abstração\, o artista busca chamar atenção apenas para os desenhos e a sonoridade que eles passam. \n\n\nA produção de Guilherme Callegari surge de um trabalho diário\, de sua relação prática com a pintura. Das indústrias automobilística e da comunicação vem sua pesquisa permeável à seleção de cores\, elementos e símbolos – explorando o grafismo e a dessignificação. Sobre o trabalho do artista\, o pintor Rodolpho Parigi já escreveu: “As cores de Guilherme Callegari são de natureza industrial e plástica\, não é uma paleta de paisagens ou mesmo de um pintor de carne. Sua paleta é de uma impressora profissional ou mesmo de um birô de silk screen […] Guilherme trabalha como uma máquina\, mas suas pinturas tem características e especificidades de obra prima\, no sentido de obra única. As passagens são delimitadas como em um desenho\, trazendo mais uma informação gráfica. Mesmo quando o artista mistura seus elementos\, a sempre uma borda bem definida que os diferencia. Tudo é sólido e plano. O encontro das cores acontece na maioria das vezes por intersecção e não por fusão. Isso nos faz lembrar dos pantones gerados pelo Photoshop ou pelas lojas de tinta de parede.“ \n\n\nComo define a curadora Eduarda Freire: “Entre uma suspeita levantada sobre a possibilidade interpretativa de sigilos místicos\, internacionalidade ou aleatoriedade\, o artista convence de que existe um espaço potente\, agora preenchido\, entre um pôster informativo e uma pintura. Obedece à almejada perfeição visual instituída pelo design\, ao mesmo tempo que dribla o funcionamento da produção comunicativa e midiática na simples admissão da gratuidade da produção artística“. \n\nExposição: “NDÚSTRIA“  \n\n\nArtista: Guilherme Callegari  \n\n\nCuradoria: Eduarda Freire  \n\n\nTexto crítico: Juliana Monachesi  \n\n\nCoordenação: Allann Seabra e Ian Duarte Lucas  \n\n\nAbertura: 11 de julho de 2019\, quinta-feira\, às 19h  \n\n\nPeríodo: 12 de julho a 17 de agosto de 2019  \n\n\nLocal: Verve Galeria – www.vervegaleria.com  \n\n\nEndereço: Rua Lisboa\, 285 – Jardim Paulista\, São Paulo – SP  \n\n\nTelefone: (11) 2737-1249  \n\n\nHorários: Terça a sexta-feira\, das 11 às 19h / Sábado\, das 11 às 17h 
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SUMMARY:DESCOBRIR FRANK BOWLING
DESCRIPTION:Trailer com Frank Bowling\, a visita de Natal de Iona Miriam a & de Brighton \nCelébre “um gigante da arte britânica” que constantemente empurra as possibilidades da pintura! \nA primeira grande retrospectiva de Frank Bowling reúne mais de 60 anos de trabalho. Cada quarto está repleto de telas coloridas gigantes pingando tinta. Ele mostra sua experimentação ousada e criatividade selvagem. \n“Você será transportado para um reino estratosférico de inspiração e imaginação\, bem acima da realidade mundana”. \nVeja mais aqui\n 
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SUMMARY:Anita Schwartz Galeria de Arte apresenta a exposição Barbapapa de Paulo Vivacqua
DESCRIPTION:Artista conhecido por sua pesquisa sonora\, mostra trabalhos inéditos de sua recente investigação sobre sons e linguagens pré-verbais\, em instalações e desenhos\nAnita Schwartz Galeria inaugura no próximo dia 10 de julho a exposição “Barbapapa”\, com trabalhos inéditos do artista Paulo Vivacqua\, em um aprofundamento de sua recente pesquisa sobre sons e linguagens pré-verbais. Nascido em 1971\, em Vitória\, e radicado no Rio de Janeiro\, Paulo Vivacqua usa como materiais constantes em seu trabalho alto-falantes e fios. Nos trabalhos que serão exibidos\, ele acrescentou novos materiais\, como granito\, vidro\, metais\, espelhos\, luz negra e cores. “Esta exposição apresenta novas direções do trabalho\, a partir de meu interesse maior na formação da linguagem\, das palavras\, dos estados pré-verbais\, os balbucios”\, conta. A obra que dá nome à exposição\, que ocupa todo o segundo andar expositivo da galeria\, é uma instalação em que o artista usa o som como “expressão visual\, gesto sonoro\, vocal”. \nCriados pela arquiteta francesa Annete Tison e pelo professor americano Talus Taylor nos anos 1970\, os personagens da família Barbapapa ganharam o mundo a partir da série de desenhos animados transmitida pela televisão\, de grande sucesso. Os Barbapapas são simpáticos seres coloridos\, “cada um com uma habilidade diferente\, que vão mudando de forma\, o que tem a ver com meu trabalho”. Na obra sonora “Barbapapa”\, Paulo Vivacqua cria desenhos com alto-falantes e fios vermelhos sobre chapas de aço pintadas com tinta automotiva – elementos inéditos –\, em que as formas “são mais ovais\, como seres imaginários\, ou como se uma figura de linguagem se tornasse um ser visual”\, e os sons emitidos pelos Barbapapas são derivados da pesquisa recente do artista sobre os sons pré-verbais. \n“As vozes\, sons\, sílabas\, expressões vocais\, o balbuciar de uma criança\, em um ambiente lúdico\, evocando um mundo antes da fala\, campo mais vasto de sentidos e sensibilidades\, que existe\, mas está adormecido”\, explica. Nas obras\, o artista pretende “acordar este mundo de seres imaginários”. \nPaulo Vivacqua busca o universo imaterial\, em que foge do mundo muito narrativo\, muito endereçado\, dimensionado. Ele pretende um espaço mais aberto\, com um número maior de leituras sobre aquele objeto em um nível mais abstrato. O artista vem aprofundando desde o ano passado sua pesquisa sobre sons vocálicos\, iniciada com a fragmentação do som do alfabeto\, como “um alfabeto despedaçado\, em sons e formas”. \nO trabalho é um desdobramento desta pesquisa\, em que a linguagem seja geradora de imagens\, lúdicas\, borrando e diluindo a fronteira entre som e forma. \nMESAS-ESCULTURAS \nAo longo da sala estarão quatro mesas de tamanhos diferentes\, como ilhas\, com assemblages compostas por vários materiais\, em que os alto-falantes estão apenas como objetos visuais. Essas obras congregam elementos que podem ser vistos nos demais trabalhos\, como os dez desenhos dispostos nas paredes\, da série “Memo”\, em que o artista usa blocos de rascunho que pertenciam a seu pai\, nos anos 1970.  “São como receitas malucas\, umas prescrições psicóticas\, gestos\, desenhos do pensamento”\, diz o artista. Ele explica que esta é uma “série aberta”\, iniciada em 2009 e que o artista pretende continuar. Uma das mesas contém um “Memo” de vidro\, com espelhos e o desenho feito com fio de cobre. Outra tem uma espécie de Barbapapa “cristalizado”\, e as demais são dois objetos independentes\, esculturas\, com alto-falantes\, chapas de metal\, granito\, uma delas com luz negra. \nSUBWOOFER \nO contêiner no terraço da galeria será usado pela primeira vez como uma gigantesca caixa de ressonância na obra “Sublevação 2”\, onde o artista vai colocar subwoofers\, criando um jogo de ritmo de sons supergraves\, em que o público vai mais sentir do que ouvir este “baixo contínuo\, presente na música barroca italiana\, um cantochão\, um contraponto”\, um elemento de ligação para toda a exposição\, como uma sinfonia. \nSOBRE O ARTISTA \nNascido em 1971\, em Vitória\, e radicado no Rio de Janeiro\, Paulo Vivacqua tem uma presença marcante e constante no circuito nacional da arte e na cena internacional\, em exposições em importantes instituições. Suas obras estiveram na 30ª Bienal de São Paulo\, e na I Bienal de Montevideo\, ambas em 2012\, na 5ª Bienal do Mercosul\, em Porto Alegre\, em 2005\, e mais recentemente em uma mostra individual na instituição Van Zijll Langhout\, em Amsterdam\, em 2015. \nServiço: Exposição “Paulo Vivacqua – Barbapapa” \nAnita Schwartz Galeria de Arte\, Baixo Gávea\, Rio \n[segundo andar] \nAbertura: 10 de julho de 2019\, às 19h \nVisitação pública: 11 de julho a 24 de agosto de 2019 \nEntrada gratuita \nRua José Roberto Macedo Soares\, 30\, Gávea\, 22470-100\, Rio de Janeiro \nTelefones: 21.2274.3873 e 2540.6446 \nHorário: 10h às 20h\, de segunda a sexta\, e das 12h às 18h\, aos sábados \nEntrada franca \ngaleria@anitaschwartz.com.br \nwww.anitaschwartz.com.br \nMais informações: CW&A Comunicação \nClaudia Noronha / Lilian Diniz \n21 2286.7926 \nclaudia@cwea.com.br / cwearte1@gmail.com
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SUMMARY:Cia. Teatro Voador Não Identificado apresenta versão contemporânea de As Mil e Uma Noites no Sesc Avenida Paulista
DESCRIPTION:Peça entrelaça histórias do clássico da literatura com relatos de refugiados árabes em 33 sessões única \nDe 03 a 14 de julho\, a companhia carioca Teatro Voador Não Identificado se apresenta pela primeira vez em São Paulo\, no Sesc Avenida Paulista\, com seu mais recente espetáculo\, As Mil e Uma Noites\, baseado no clássico da literatura mundial. \nCom direção de Leandro Romano e dramaturgia de Gabriela Giffoni e Luiz Antonio Ribeiro\, a montagem se divide em 33 sessões únicas onde\, a cada noite\, Sherazade narra uma história do livro original entrelaçada com depoimentos atuais de refugiados árabes. \nDurante a temporada\, são apresentadas três sessões diferentes por dia. No papel de Sherazade\, as atrizes Adassa Martins\, Clarisse Zarvos\, Elsa Romero\, Julia Bernat e Larissa Siqueira se dividem na função da famosa narradora de histórias. Completam o elenco Gabriel Vaz\, João Rodrigo Ostrower\, Luciana Novak\, Pedro Henrique Müller e Romulo Galvão. \nApenas o prólogo se repete e faz um elo entre as apresentações: a trajetória da princesa para adiar a sua morte e enganar o rei. \n“Boa parte da pesquisa que temos feito no Teatro Voador Não Identificado (e que penso ser a chave do teatro contemporâneo) vai contra a noção de teatro como repetição. Nossos trabalhos procuram explorar\, sempre que possível\, a ideia de ‘apresentação única’\, proporcionando para a plateia a vivência de uma experiência que não mais se repetirá”\, destaca o diretor. \nAlém das histórias do livro\, a dramaturgia é composta por entrevistas com refugiados que vivem no Rio de Janeiro\, na pretensão em aproximar Brasil e Síria por meio de cenas que discutem a Primavera Árabe e aludem à luta de poderes na política brasileira. \n“Em tempos de disputas de narrativa\, polarização ideológica e fake news\, percebemos que não estamos tão distantes da crise da Síria quanto pensamos estar. Se no livro Sherazade tenta convencer o Rei a livrá-la da morte\, no espetáculo ela desafia a plateia a encarar temas urgentes da sociedade contemporânea”\, finaliza. \nFicha Técnica \nConcepção e direção: Leandro Romano\nDramaturgia e adaptação: Gabriela Giffoni e Luiz Antonio Ribeiro\nElenco: Adassa Martins\, Clarisse Zarvos\, Elsa Romero\, Gabriel Vaz\, João Rodrigo Ostrower\, Julia Bernat\, Larissa Siqueira\, Luciana Novak\, Pedro Henrique Müller e Romulo Galvão\nCenografia: Elsa Romero\nIluminação: Gaia Catta\nFigurino: Lia Maia\nTrilha sonora original: Felipe Ventura e Gabriel Vaz\nAssistência de direção: Luciana Novak\nAssistência de cenografia: Lilia Wodraschka\nConsultoria teórica: Mamede Mustafá Jarouche\nTradução de entrevistas e consultoria de cultura árabe: Hadi Bakkour\nArte gráfica: Chris Lima/Evolutiva Estúdio\nDireção de produção: Aninha Barros\nProdução executiva: Leandro Romano \nSobre o diretor \nLeandro Romano é diretor e produtor de teatro. Formado em Teoria do Teatro pela Unirio\, é integrante da companhia Teatro Voador Não Identificado\, com a qual concebeu\, dirigiu e produziu Ponto Fraco (2011); Shuffle (2012); Tempo Real (2013); O Processo (2014)\, pelo qual foi indicado ao Prêmio Shell\, O Figurante (2016)\, Último Ancestral Comum (2017) e As Mil e Uma Noites (2018). Atuou ao lado de Iuri Firmeza na performance D.C. (2011). Em 2016\, dirigiu Lisboa (e outros títulos aleatórios)\, de Gabriela Giffoni\, que realizou temporadas no Rio de Janeiro\, no Porto e em Lisboa. \nSobre a companhia \nO Teatro Voador Não Identificado é uma companhia de teatro do Rio de Janeiro que\, desde 2011\, desenvolve uma pesquisa particular nas áreas de dramaturgia e estética teatral contemporâneas. Seus trabalhos são caracterizados pela ideia de apresentação única (dando a ver as potencialidades do efêmero) e propõem experiências cênicas que consideram a presença física do espectador no espaço teatral\, através de uma linguagem que frequentemente entrelaça elementos de ficção e realidade. \nO grupo é composto por nove artistas que se dividem em diferentes funções: Elsa Romero\, Gabriel Vaz\, Gaia Catta\, Isadora Petrauskas\, Julia Bernat\, Leandro Romano\, Lia Maia\, Luiz Antonio Ribeiro e Pedro Henrique Müller. \nNos últimos oito anos\, a companhia produziu os espetáculos As Mil e Uma Noites (2018)\, Último Ancestral Comum (2017)\, O Figurante (2016)\, O Processo (2014)\, Tempo Real (2013)\, Shuffle (2012) e Ponto Fraco (2011). \nServiço \nAs Mil e Uma Noites \nQuando: De 2 a 14 de julho de 2019. Ter. a sáb.\, 20h. Dom. e feriado\, 17h. \nClassificação: 16 anos. \nLocal: 13º andar – Arte II. \nLotação: 60 pessoas. \nIngressos: $30\, $15 (meia) e $9 (credencial plena). \nCurso \nExperimentação em Teatro Potencial \nCom Leandro Romano e Hadi Bakkour \nQuando: De 10 a 12 de julho de 2019. Qua. a sex.\, 10h30. \nClassificação: 16 anos. \nLocal: 4º andar – Tecnologias e Artes. \nLotação: 15 pessoas. \nIngressos: Gratuito. Inscrições a partir de 3/7 no local. \nSESC AVENIDA PAULISTA \nAvenida Paulista\, 119\, Bela Vista\, São Paulo \nFone: (11) 3170-0800 \nTransporte Público: Estação Brigadeiro do Metrô – 350m \nHorário de funcionamento da unidade: \nTerça a sábado\, das 10h às 22h. \nDomingos e feriados\, das 10h às 19h. \nHorário de funcionamento da bilheteria: \nTerça a sábado\, das 10h às 21h30. \nDomingos e feriados\, das 10h às 18h30. \nSite: sescsp.org.br/avenidapaulista\nFacebook: facebook.com/sescavpaulista\nInstagram: @sescavpaulista\nApp Sesc Avenida Paulista: disponível para download gratuito em celulares e tablets no endereço sescsp.org.br/avenidapaulista
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SUMMARY:O espetáculo infantil "Os Três Porquinhos" faz curta temporada no Teatro da UFF\, em julho
DESCRIPTION:Os três porquinhos — O conto popular que dá nome à peça tornou-se conhecido graças à versão recolhida na Inglaterra pelo folclorista Joseph Jacobs (1854 – 1916) e publicada na obra Contos de fadas ingleses. Esta primeira versão serviu de base para todas as versões posteriores\, mundo afora. \n  \nNo Brasil\, há vários anos\, a CIA Erthal de Teatro vem produzindo para crianças\, jovens e adultos o universo lúdico do teatro infantil. E\, dentro desse universo\, também adaptou o conto Os três porquinhos. Nessa adaptação\, o espetáculo conta a história dos três irmãos suínos\, Prático\, Cícero e Heitor\, que tentam se defender dos ataques do Lobo Mau. \n  \nSERVIÇO:\nDe 06 a 21 de julho de 2019\, sábados e domingos\, às 16h\nOs Três Porquinhos\nAdaptação e Direção — Aníbal Erthal\nElenco — Brunno Vieira (Lobo) e Lucas Gonçalves (stand in); Marcelo de Andrade (porquinho Cícero) e Fernandinho Mattos (stand in); Gabriel Vaz (porquinho Heitor) e Matheus Alegria (stand in); e Sergio Di Paula (porquinho Heitor) e Douglas Estrela (stand in).\nTeatro da UFF – Rua Miguel de Frias 9\, Icaraí\, Niterói\nIngressos — R$40\,00 (inteira) e R$20\,00 (meia)\nClassificação etária — Livre\nDuração do espetáculo — 50 minutos
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SUMMARY:Mestre do design gráfico\, Rico Lins\, dará curso no b_arco em julho
DESCRIPTION:Autor de cartazes famosos como o de Labyrinth of Passion\, de Pedro Almodovar\, e Oleanna de David Mamet\, e capas de discos de nomes como David Bowie e Miles Davis\, além de incontáveis trabalhos geniais\, Rico Lins é um dos nomes mais festejados do design gráfico brasileiro. E ele irá compartilhar seu conhecimento nesse curso especial e inédito sobre design aplicado aos cartazes e outros suportes. \nPartindo de um tema da atualidade\, os participantes do curso deverão expressar um comentário gráfico com a concisão visual trabalhando simultaneamente a capacidade de síntese\, a articulação entre texto e imagem\, o estímulo à reflexão\, e suas relações com o entorno. \nRico Lins é formado pela ESDI\, Rio\, em 1979 e com Master pelo Royal College of Art de Londres\, é membro da AGI – Alliance Graphique Internationale\, com longa carreira internacional onde combina atividades profissionais e didáticas. \nDesigner\, diretor de arte\, ilustrador\, educador e curador\, atuou nas últimas três décadas entre Paris\, Londres\, New York\, Rio e São Paulo para CBS Records\, NY Times\, Newsweek\, Time\, MTV\, TV Globo\, Grupo Abril\, Natura\, SESC\, Museu da Língua Portuguesa\, além de inúmeras editoras. Como educador\, ministra oficinas de criação e palestras no Brasil e no Exterior\, foi professor da NY School of Visual Arts\, do Instituto Europeo de Design SP e atualmente é coordenador de curso na EBAC SP. \nTeve exposições individuais no Centro Pompidou-Paris; MAC-SO; MAM-Rio; Instituto Tomie Ohtake(Prêmio APCA 2009)\, Museu da República-Brasília e Museu da Casa Brasileira. Curador entre outras das exposições “Brasil em Cartaz” no Polo Gráfico de Chaumont\, França 2005; “Conexões/Connexions” no Sesc Pompéia 2009; “Sustentabilidade: e eu com isso?” na Bienal Brasileira de Design 2010 e “Ponto de Vista” na Caixa Cultural 2012-15. \nPublicado internacionalmente nas principais revistas e livros especializados\, recebeu entre outros prêmios as medalhas de outro do NY Art Directors Club e da Society of Publication Designers. Foi um dos organizadores da conferência AGI Open no Auditório Ibirapuera em São Paulo\, no ano de 2014. \n 
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SUMMARY:Laura Freitas ocupa a Galeria Candido Portinari\, na UERJ
DESCRIPTION:Instalação com vídeos e 1.200 fragmentos em crochê misturados a cascas de ovos sugere formas orgânicas e paisagens moles. \nCuradoria de Fernanda Pequeno. \nNo dia 4 de julho\, a artista Laura Freitas inaugura a mostra “Falo por um fio”\, na Galeria Candido Portinari\, no campus da UERJ. Laura\, que faz uso de diversos tipos de suportes em sua linguagem\, resgata na mostra os fios e o tecer\, que há tantos séculos ocuparam um lugar reservado à mulher: o lugar doméstico. A artista leva esse fazer “feminino” e privado para dentro de uma galeria de arte\, espaço público. Com curadoria de Fernanda Pequeno\, a exposição fica em cartaz até 22 de agosto. A entrada é franca. \nA instalação de Laura Freitas é composta por dois vídeos e aproximadamente 1.200 fragmentos feitos em crochê em composição com cascas de ovos. Da trama\, círculos concêntricos se erguem em falos leves e frágeis\, formando um ambiente macio e delicado que desperta um desejo pelo toque. “Eu falo de ovos – ovos vazios\, ovos frágeis. Falo de tramas de crochê\, de buracos violados pela umidade do olho e da língua. Falo de intimidade\, de sensações\, de encontros\, de trocas. Falo de afeto. De uma grande massa de orifícios\, volumes e texturas. Falo por um fio”\, diz a artista\, que nos convida a pensar num mundo mais flexível onde a rigidez e a verticalidade perdem o lugar de poder. Para o projeto\, a artista contou com a participação voluntária de um grupo de mulheres entre 21 e 80 anos\, que se reuniam em encontros semanais laçando pontos comuns entre si: o fio e a fala. \nO trabalho em exposição remete à ação de artistas como Judy Chicago e Myriam Schapiro\, que\, em 1972\, criaram a Womanhouse\, importante exposição de arte que contou com trabalhos das co-fundadoras do programa\, bem como de mulheres artistas da comunidade local. Naquela exposição\, o uso de técnicas historicamente codificadas sob o rótulo de femininas\, artesanais e\, portanto\, caracterizadas como inferiores\, apresentaram-se como escolha política de confrontação a “algumas leis interessantes não escritas acerca do que são considerados temas e materiais apropriados para fazer arte”\, como diz Schapiro. O uso estratégico do fio enquanto fala está presente também na mitologia grega\, com Penélope\, ou para controlar o destino dos mortais e determinar o curso da vida humana\, com o poder decisivo das Moiras. \nLaura Freitas \nVive e trabalha em Niterói\, RJ. Graduada em Educação Artística\, iniciou seus estudos na Escola de Artes Visuais do Parque Lage\, em 2013\, participando de cursos ministrados por João Carlos Goldberg\, Franz Manata e Iole de Freitas. Entre 2004 a 2007\, participou de mostras coletivas em espaços do Rio de Janeiro\, como o Centro de Artes Calouste Gulbenkian e o Museu do Bispo do Rosário\, e\, em Niterói\, onde fez sua primeira individual\, Casulos\, na sala José Cândido de Carvalho. Em 2016\, expôs na galeria Quirino Campofiorito – Centro Cultural Paschoal Carlos Magno\, em Niterói\, com a individual (Re)colher-se. Em 2017\, participou de coletivas na Eixo Arte galeria virtual e da mostra REBENTO\, no Espaço MarciaXClayton (RJ). Apresentou também a performance Convite para um chá de frutas vermelhas\, pela Eixo Arte\, na Fábrica Bhering (RJ). Em 2018\, expôs em mostras coletivas: Eixo Arte galeria virtual e Serendipty\, na C. Galeria (RJ). \nServiço \nExposição: Falo por um fio \nArtista: Laura Freitas \nCuradoria: Fernanda Pequeno \nAbertura: 4 de julho (quinta-feira)\, de 18h às 20h. \nVisitação: 5/7 a 22/08/19\, de segunda a sexta-feira\, de 10 às 19h \nEntrada franca \nLocal: Galeria Candido Portinari – UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) \nEnd.: Rua Francisco Xavier\, 524\, Maracanã\, Rio de Janeiro – RJ \nJúnia Azevedo \n21 2122 3029 / 9 9124 6358
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SUMMARY:Exposição no Museu da República celebra 40 anos de trajetória de Lia do Rio
DESCRIPTION:Celebrando os 40 anos de trabalho de Lia do Rio\, o Museu Nacional da República\, em Brasília\, abre exposição com obras da conceituada artista que vive na capital carioca. A mostra “Tempo em Suspensão” faz uma panorâmica de sua trajetória: começa na década de 80\, no início de sua pesquisa sobre “tempo e natureza”\, e culmina com uma surpreendente instalação em que nos coloca diante do futuro. São cerca de 40 trabalhos inéditos na capital federal\, com curadoria de Bené Fonteles. Instalações\, esculturas\, objetos\, fotografias\, colagens\, vídeos e desenhos ocupam as quatro salas do Espaço Galeria Acervo\, até 4 de agosto. A entrada é franca. \nLia do Rio foi uma das primeiras artistas a trabalhar com temas ligados à natureza no Rio de Janeiro\, muito antes dessa questão entrar para a ordem do dia\, a partir da ECO 92. Suas obras são constituídas de materiais não convencionais (folhas secas\, tijolos\, troncos ou pedras) e acontecem\, muitas vezes\, na própria natureza. Mas suas questões falam\, acima de tudo\, do Tempo. “A natureza me fez perceber que o tempo não existe. Sem princípio\, meio ou fim\, o mundo está continuamente se transformando. Só existe o aqui e agora. Inúmeros\, um atrás do outro\, que começam e acabam em si mesmos. Os índios bem sabem disso. O problema é que nós nos esquecemos de que também somos natureza”\, diz a artista. \nEm atividade desde a década de 80\, a paulista Lia do Rio apresenta trabalhos de diferentes fases da carreira. Destacam-se um imenso livro feito de folhas secas (O livro de folhas\, 1994); uma grande escultura de vidro e sementes de pente de macaco\, moldada com o perfil de duas irmãs gêmeas univitelinas (Anamariahelena\, 1997); e outras recentes\, como uma instalação com pedra brita (Escalada\, 2015); e uma onde insere pedras retiradas de sua vesícula sobre imagem do solo pedregoso de Marte (Porvir\, 2016). Algumas peças vieram de acervos\, como o da Faculdade Cândido Mendes e do próprio Museu da República. \n“Lia tem a coragem de não se importar em expor o que se diz efêmero no espaço museológico. Confere nobreza e leveza\, que ganha na arte contemporânea no Brasil um lugar de relevância ainda não de todo reconhecido\, mas por tudo\, significativo e seminal”\, explica Bené Fonteles\, curador e coordenador do Movimento Artistas pela Natureza\, projeto de artistas ativistas\, denominados “artivistas”\, que lutam a favor da consciência ecológica e da educação ambiental por meio da arte. Para Fonteles\, “Tempo em Suspensão” é uma mostra antológica\, que demonstra o pensamento sofisticado de Lia do Rio ao longo de décadas\, nos pondo em diálogo profundo com a grande ilusão que é o tempo. \nSOBRE LIA DO RIO\nNasceu em São Paulo\, vive e trabalha no Rio de Janeiro. É Bacharel pela Escola Nacional de Belas Artes da UFRJ; tem Pós-Graduação em Arte e Filosofia\, e Pós-Graduação em Filosofia Antiga\, PUC-RIO. No início de sua trajetória artística\, foi aluna de Abelardo Zaluar\, Quirino Campofiorito e Mário Barata. A partir de seu ingresso na Escola de Artes Visuais do Parque Lage\, em 1982\, teve como orientadores Fernando Cocchiaralle\, Ricardo Basbaum\, Paula Trope\, Tunga\, Celeida Tostes\, Reinaldo Roels Jr\, entre outros. Inicia-se em pintura\, mas logo seus trabalhos adquirem tridimensionalidade. Ao longo de quatro décadas participou de centenas de exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior (EUA: Nova York e São Francisco; Japão: Tóquio e Kobe; Guatemala; Alemanha; França e Kioto). Foi selecionada para diversos salões\, com destaque para o Novos-Novos\, o XX\, Macunaíma 90\, os XXº e XXIIº Salão Nacional de Belo Horizonte\, e o Le Dejeuner sur L’Art (premiada por 4 vezes). Recebeu diversos prêmios\, como Intervenções Urbanas; Brahma Reciclarte; Prêmio FIAT 89 (RJ) e Meditronic de Artes Plásticas (SP). Seus trabalhos fazem parte de diversos acervos\, no Brasil e exterior\, como o Parque Nacional da Tijuca (RJ)\, o Jardim Botânico (RJ)\, a Fundação Cândido Mendes (RJ) e o próprio Museu da República (DF). Ao longo do tempo\, como professora de arte\, lecionou em importantes instituições\, como o Parque Lage e o Instituto Calouste Gulbenkian. Coordena exposições\, workshops e palestras\, e faz acompanhamento de diversos artistas. Seu livro Lia do Rio: Sobre a Natureza do Tempo foi editado\, em 2015\, pela editora Fase 10. \nSERVIÇO\nTítulo: “Tempo em Suspensão” \nArtista: Lia do Rio \nCurador: Bené Fonteles \nAbertura: 02 de julho de 2019\, às 19h \nVisitação: de 3 de julho a 4 de agosto de 2019\, de terça a domingo\, das 9h às 18h30 \nLocal: Museu Nacional Honestino Guimarães (Museu da República) – Espaço Galeria Acervo – 1º piso \nEnd.: Lote 02\, SCTS próximo à Rodoviária do Plano Piloto\, DF \nTel.: (61) 3325-5220
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SUMMARY:Andrea Arobba compartilha o solo "Aca"\,  na Oficina Cultural Oswald de Andrade
DESCRIPTION:Aproveitando sua estada no Brasil para uma Residência Artística com o bailarino e ator paulista Marcus Moreno\, a artista uruguaia Andrea Arobba compartilha com o público seu novo trabalho\, “Aca”\, ainda em processo de criação\, nesta primeira segunda-feira de julho (1/7)\, às 19h30\, na Oficina Cultural Oswald de Andrade. No solo\, a coreógrafa questiona o “uso produtivo do tempo” em contraste à invenção de um universo afetivo em que o encontro se constrói na tentativa de “ser o outro”. A entrada é gratuita. \nTendo como base texto de Pablo Casacuberta\, Andrea Arobba dança a fragmentação do tempo pessoal\, recheado de incontáveis tarefas e estímulos externos\, todos aparentemente imprescindíveis\, em contraponto com o tempo de ócio criativo\, de escuta interior\, observação e investigação. \n“Neste incessante fluxo de informações\, temos que recorrer a um transe quase hipnótico\, que evoque o corpo todo\, para recordar e escutar nossa própria voz. Há uma memória corporal que deve ser despertada e que obriga a descartar essa corrente de estímulos”\, comenta Andrea Arobba sobre o trabalho. \nDiretora do GEN – Centro de Arte e Ciência (gen.org.uy) e docente da Escola Nacional de Dança do Uruguay\, Andrea Arobba desenvolve pesquisas de criação que apontam para estudos da neurociência e a história evolutiva do comportamento humano. “Dessa forma\, pude confirmar a intuição de que “um” são muitos e que\, para se produzir a empatia é necessário indagar\, não apenas a partir de um indivíduo\, mas\, por meio do encontro\, tentar ‘ser o outro'”\, conclui. \n________________________________ \nServiço \n“Aca“\, da bailarina e coreógrafa uruguaia Andrea Arobba \nDia 1/7 (segunda-feira)\, às 19h30 \nOficina Cultural Oswald de Andrade – Área de Convivência \n(Rua Três Rios\, 363 – Bom Retiro\, São Paulo  – próx Estação Tiradentes do Metrô – Linha Azul – Tel: 11 3222-2662) \nClassificação indicativa: livre \nGrátis
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SUMMARY:Exposição de arte em SP reúne artistas com propostas opostas e complementares
DESCRIPTION:A exposição “Percursos” acontece em 01 de julho às 18h em São Paulo e fica disponível até 26 de julho\, na Galeria Detalhe localizada no bairro Jardins com entrada gratuita. Com quadros e esculturas feitas a partir de objetos que entraram em desuso ou orgânicos\, as obras são assinadas pelos artistas Renato Gosling e Antônio Cavalcante com curadoria do Artista Visual Everson Fonseca. \n  \nOs artistas convidam os espectadores para uma tarde perdida no bosque\, onde cada elemento passou pela transfiguração estética se tornando objeto de arte que transcende novos significados. Renato Gosling esculpe a partir de galhos\, troncos e pedras que são extraídos da natureza ou do desuso e trazendo para eles novos significados. Com obras que se complementam\, as esculturas e quadros conversam trazendo as mesmas ideias e projeções. \n  \nAs obras de Antônio Cavalcante almejam uma busca por entendimento e remetem a movimentos elípticos\, formas e alegorias que sugerem temáticas metafísicas compondo cenários sombrios e sublimes. O curador Everson Fonseca tem mais de 30 anos de experiência e já fez curadoria de diversos outros artistas como Vanda Ramires e Solange Costa. \n  \nEntrada gratuita \nClassificação etária: livre \n\n  \nSobre os Artistas\nRenato Gosling Empreendedor e Artista Plástico. Criador de esculturas por apropriação e uso de materiais orgânicos e naturais (galhos\, troncos e pedras)\, que extraídos da natureza ou do desuso\, comportam nova significação estética usando a intuição que lhe confere novas formas\, como silhuetas que dançam e corpos que esperam. \nAntônio Cavalcante Artista Visual\, Pesquisador e Cientista Político.  Atua com suportes digitais e tradicionais\, com ênfase em pintura e ilustração. Buscando através de sua arte captar movimentos elípticos\, formas sugeridas e alegorias que mobilizam temáticas metafísicas\, mitos e narrativas\, compondo cenários tanto sombrios quanto sublimes. Almeja na arte\, uma busca por entendimento. \nCurador\nEverson Fonseca Artista Visual\, Curador e Professor. Sua arte tem imediato destaque por maestria e domínio técnico\, compondo figuras que propõem uma amalgama universal do humano e do animal\, se valendo de um surrealismo de sutilezas e detalhes que convidam a um estranhamento e curiosidade.
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LOCATION:Galeria Detalhe\, Rua Peixoto Gomide\, 1789\, São Paulo\, São Paulo\, 01409-003\, Brasil
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SUMMARY:Residência artística do Grande ABC abre as portas nesta semana
DESCRIPTION:Reunindo três artistas e dois coletivos criativos\, casa tem como objetivo difundir a cultura nascida na região \nApós meses de preparação\, a Casa Sete\, residência artística instalada em São Bernardo\, abrirá as portas ao público. Para a sua inauguração\, a Casa realizará uma programação especial gratuita no próximo sábado (29/06)\, a partir das 11h\, onde reunirá seus artistas residentes com produções culturais locais. \nIdealizada com o objetivo de movimentar e amplificar a cultura produzida na região do Grande ABC\, a Casa Sete é uma residência estruturada com ateliês coletivos rotativos\, nos quais artistas possam se conectar com diferentes perfis e tenham a liberdade para a criação\, de uma forma que elas não consigam fazer hoje\, seja por falta de tempo\, apoio ou estrutura para vivenciar uma nova realidade. \n“Trabalhar em um ambiente com diversos criativos é estimulante. A Casa virou o lugar onde mais gosto de estar\, porque ela eleva o nosso pensamento a outro nível\, graças à troca de experiências”\, explica Thomaz Pacheco\, representante da Agência Banana River\, uma das residentes. \nAtualmente\, a residência hospeda os artistas Marcia Rosenberger\, Daniel Perez e Ricardo Sanchez\, além de espaços para criativos de todas as formas\, como o Coletivo Contra Fluxo e a Agência Banana River. Sua abertura oficial ao público acontecerá em junho. \nServiço: \nO evento de inauguração da Casa Sete acontecerá no próximo sábado\, das 11h às 18h\, na própria residência artística\, que fica na Rua Carlos Gomes\, 130\, São Bernardo do Campo. Entrada franca. Mais informações no Instagram oficial da residência\, @ateliecasasete.
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SUMMARY:ABERTURA: BAMBA
DESCRIPTION:A abertura da exposição Bamba que acontece no próximo sábado\, dia 29 de junho\, a partir das 14h no Espaço Breu. \nBAMBA \nUma coletiva que vem da proposta de Wagner Olino\, Marina Woisky e Mariano Barone de buscar estabelecer interlocuções entre o trabalho de 12 artistas\, cujas abordagens se encontram no acúmulo\, na sobreposição\, no erro e na falha.\nParticipam da exposição Adônis Pantazopoulos\, Bruna Hirai\, Felipe Filgueiras\, Flavushh\, Juliana Bernardino\, Mariano Barone\, MAYLA\, Paula Puiupo\, Pedro Gutierres\, Pedro Pezte\, Pedro Saci e Wagner Olino\, com texto da Marina Woisky. \n  \nRua Barra Funda\, 444 – Barra Funda\, São Paulo – SP\, Brasil\n(11) 3663-6899
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