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O Cão, a Rua e o Vermelho

O Cão, a rua e o vermelho - luiz carrijo

Luiz CarrijoSeguir

Categoria
Ano da Obra 2020
Tamanho 100 x 70
Valor Estimado R$ 1.200

O Cão, a Rua e o Vermelho

O Cão, a Rua e o Vermelho é uma obra de Luiz Carrijo, artista plástico autodidada, médico psiquiatra e psicoterapeuta Junguiano. Ele começou suas incursões no mundo da arte ao longo de uma intensa crise existencial vivenciada durante sua graduação médica.

Sua dor pessoal e a percepção do sofrimento humano em pacientes hospitalizados o enclausuraram em madrugadas solitárias na companhia de desenhos e pinturas em folhas simples de papel sulfite. A arte iria se apresentar como um catalisador de sua relação com sua alma

Luiz Carrijo acredita que a arte sempre imita a vida e a transcende de alguma forma, e paradoxalmente, a vida é sempre maior que a arte.


 Acrílica sobre painel MDF 

Luiz Carrijo

Foto de perfil Luiz Carrijo

Luiz Carrijo é mineiro de Uberlândia, tem 53 anos. É artista plástico autodidata, médico psiquiatra e psicoterapeuta Junguiano. Começou suas incursões no mundo da arte ao longo de uma intensa crise existencial vivenciada durante sua graduação médica.

Sua dor pessoal e a percepção do sofrimento humano em pacientes hospitalizados o enclausuraram em madrugadas solitárias na companhia de desenhos e pinturas em folhas simples de papel sulfite. Eram intensos e muitas vezes desesperados diálogos internos projetados em rabiscos e formas abstratas , muitas vezes caóticas. Naquela época ele pode experimentar o poder que aquela expressão tinha no sentido de exteriorizar e, de alguma forma, organizar o turbilhão de emoções e sentimentos em curso. Alí a alma se expunha por necessidade premente de perscrutar canais de interlocução com o mundo interno e externo e encontrava guarida nas formas, contornos e cores que só o silêncio de algumas  madrugadas testemunharam.

Nascia o germe  de  uma relação visceral, catártica e transcendente com a arte. A arte iria se apresentar como um catalisador de sua relação com sua alma. Alma no sentido psicológico de C. G. Jung, como aquela instância interna que está em busca das essências na existência humana, que vislumbra ampliação de consciência e integração de tudo que habita o ser .

Depois de terminada a graduação em medicina, a pós-graduação em psiquiatria e o nascimento de sua primeira filha, Luiz Carrijo inicia seus  trabalhos artísticos e realiza três mostras individuais em sua cidade natal , nos anos de 1997,1998 e 1999.

Trabalha essencialmente com tinta e massa acrílicas sobre tela na primeira produção, com tampas de tambores enferrujadas (trabalho focado na relação do homem com o tempo); na segunda, com nitrocelulose e tinta  óleo na última. A partir daí o trabalho diário como médico o absorve sobremaneira de tal sorte que a arte se cala dentro dele por longos anos.

No ano de 2015, começa a estudar a psicologia de Jung e se apaixona de  imediato, tornando-se especialista e  psicoterapeuta Junguiano. Seu contato com o Jung o convida a aprofundar sua relação com sua psique e sua alma, buscando conhecer a luz e a escuridão que nela habitam. Numa linguagem junguiana, passa a conhecer sua sombra e os anseios do Self (daimon, divindade interior). Ressurgem a vitalidade e novos impulsos de energia para o fazer artístico. A arte é retomada como catalisadora de diálogos internos perpetrados por imagens que expressam, inquietam, lapidam, transcendem e reorganizam temas internos que afligem o artista.

Em 2019, Luiz Carrijo realiza uma exposição individual em sua cidade com o título: Equilíbrio distante. Trabalho que utiliza tinta e massa acrílicas sobre tela e que transita pelo tema do equilíbrio entre forças caóticas e harmônicas que atravessam a vida do ser  humano. Este trabalho envolve além das pinturas vários textos poéticos que dialogam com os quadros, abrindo o tema para reflexões imagéticas e psicológicas.

A produção atual (desde fevereiro de 2020) nasce num momento de caos mundial (pandemia do covid-19) e de todos os desdobramentos deste evento na vida das pessoas. Aqui, a busca é por harmonia de formas e cores puras, concretas, limpas, mínimas. A alma pede por serenidade, pureza de cores, movimentos singelos, que descansem.

Luiz Carrijo acredita que a arte sempre imita a vida e a transcende de alguma forma, e paradoxalmente, a vida é sempre maior que a arte.


Instagram: @luizcarrijo_

O Cão, a Rua e o Vermelho

O Cão, a rua e o vermelho - luiz carrijo

O Cão, a Rua e o Vermelho é uma obra de Luiz Carrijo, artista plástico autodidada, médico psiquiatra e psicoterapeuta Junguiano. Ele começou suas incursões no mundo da arte ao longo de uma intensa crise existencial vivenciada durante sua graduação médica.

Sua dor pessoal e a percepção do sofrimento humano em pacientes hospitalizados o enclausuraram em madrugadas solitárias na companhia de desenhos e pinturas em folhas simples de papel sulfite. A arte iria se apresentar como um catalisador de sua relação com sua alma

Luiz Carrijo acredita que a arte sempre imita a vida e a transcende de alguma forma, e paradoxalmente, a vida é sempre maior que a arte.


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