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Vão Livre

Claudia Seber. Vão Livre

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Categoria ,
Ano da Obra 2019
Tamanho 60 x 27 x 12
Valor Estimado R$ 650

Vão Livre

Vão Livre é a história do homem inserido contextualmente na cidade a qual presenteia. Como obra de arte apresentada em cores, formas e movimentos, poderia igualmente ter sido escrita ao mesclar simbolicamente conceitos do Gênesis e da vida moderna a um dos locais símbolos do coração de São Paulo, Avenida Paulista e Masp.

Da origem da vida com o mistério que a subjaz, os objetos na parte inferior acompanham cada uma das cinco etapas centrais e superiores da escultura. Como a Avenida Paulista que encerra em seus subterrâneos vida abundante que sustenta e organiza a possibilidade da vida que se move continuamente aos olhos de quem a percorre.

Símbolo e mistério, passamos pela criação arquetípica do mundo tendo o homem a chave da vida para viver e percorrer seu universo em busca de suas próprias respostas. Da origem do bem e do mal, a Árvore da Vida projeta suas raízes mundo afora e esconde todos os segredos do mundo. Ao alto, a pomba resiste ao dilúvio da Arca de Noé e voa livre em meio ao céu inebriante anunciando o fim do grande dilúvio.

Do homem central, totalizado e imortalizado em sua própria e pretensa supremacia, o círculo inferior o insere na totalidade da Vida. Esta sim, suprema em sua perfeição e plenitude simboliza o eterno movimento, a expansão e o curso incessante do tempo.

Alçado a vida terrena, concreta e real, o homem sai de seu ideal e debate-se em meio a implacável realidade que o conforma em busca de sua própria verdade. Seu coração, subterrâneo, porém pulsante, por vezes figura apenas coadjuvante na eletrizante vida que transcorre incessantemente ao alto.

Sob o olhar dos grandes arranha-céus, a vida cotidiana e por vezes frívola, confunde-se na busca de sua razão e finalmente insere o homem na eterna cadência de sua existência.


Materiais

  • distribuidor de fio elétrico de poste;
  • fundo de ralo;
  • latão;
  • cobre;
  • torneira;
  • sucatas diversas

Claudia Seber

Claudia Seber

Claudia Seber é uma artista brasileira, nascida em São Paulo no ano de 1968. Terapeuta Ocupacional de formação sempre teve a Arte como premissa de suas atuações profissional e pessoal. Em meados dos anos 90 iniciou um curso de joalheria autoral e em um curto espaço de tempo passou a dedicar-se integralmente a essa arte desenvolvendo projetos e ministrando aulas.

Suas esculturas surgiram com a ideia de mesclar a técnica da joalheria e o refugo da produção de joias, a diversos e inusitados tipos de metais recolhidos aleatoriamente pelas ruas e caçambas da cidade de São Paulo. Uniram-se a essa lista, vidro, mármore, madeira, enfim todo e qualquer material utilizado na composição artística das esculturas. O cerne da produção não é a reciclagem, mas a ressignificação do mundo material compondo-o estética e simbolicamente.

Compreender a Arte enquanto um canal de expressão e ressignificação também pessoal foi o ponto de partida para a artista iniciar sua pós-graduação em Arteterapia e Psicologia Analítica e assim ampliar e concretizar seu desejo de um projeto de Oficinas Criativas.

A presença em diversas exposições na cidade de São Paulo e finalista em seu primeiro concurso de Arte Design, Reflexão Arte Hoje (2017) alimentaram o gosto pelo estudo e pesquisa de novos materiais. A premissa da formação artística aliada a curiosidade, persistência, mas sobretudo à sensibilidade e reverência à Arte somam-se em seu trabalho.


Exposições Coletivas

  • 2020 | SÃO PAULO E SUA MULTIDIVERCIDADE – Espacio Uruguay – São Paulo, BR
  • 2019 | SALON INTERNATIONAL d’ART CONTEMPORAIN – Le Carrousel du Louvre/Vivemos Arte – Paris, França
  • 2019 | APRILIS – Espacio Uruguay – São Paulo, BR
  • 2019 | ELEMENTOS – Apfel – São Paulo, BR
  • 2019 | ARTE E MULHER – Galeria Art Lab – São Paulo, BR
  • 2019 | SP INSPIRA ARTE – Galeria Art Lab – São Paulo, BR
  • 2018 | PORTFÓLIO – Galeria Art Lab – São Paulo, BR
  • 2017 | Exposição dos Finalistas do Concurso REFLEXÃO ARTE HOJE (Obra Álamo) – Shopping D&D  – São Paulo, BR

Instagram: @claudiaseber

Vão Livre

Claudia Seber. Vão Livre

Vão Livre é a história do homem inserido contextualmente na cidade a qual presenteia. Como obra de arte apresentada em cores, formas e movimentos, poderia igualmente ter sido escrita ao mesclar simbolicamente conceitos do Gênesis e da vida moderna a um dos locais símbolos do coração de São Paulo, Avenida Paulista e Masp.

Da origem da vida com o mistério que a subjaz, os objetos na parte inferior acompanham cada uma das cinco etapas centrais e superiores da escultura. Como a Avenida Paulista que encerra em seus subterrâneos vida abundante que sustenta e organiza a possibilidade da vida que se move continuamente aos olhos de quem a percorre.

Símbolo e mistério, passamos pela criação arquetípica do mundo tendo o homem a chave da vida para viver e percorrer seu universo em busca de suas próprias respostas. Da origem do bem e do mal, a Árvore da Vida projeta suas raízes mundo afora e esconde todos os segredos do mundo. Ao alto, a pomba resiste ao dilúvio da Arca de Noé e voa livre em meio ao céu inebriante anunciando o fim do grande dilúvio.

Do homem central, totalizado e imortalizado em sua própria e pretensa supremacia, o círculo inferior o insere na totalidade da Vida. Esta sim, suprema em sua perfeição e plenitude simboliza o eterno movimento, a expansão e o curso incessante do tempo.

Alçado a vida terrena, concreta e real, o homem sai de seu ideal e debate-se em meio a implacável realidade que o conforma em busca de sua própria verdade. Seu coração, subterrâneo, porém pulsante, por vezes figura apenas coadjuvante na eletrizante vida que transcorre incessantemente ao alto.

Sob o olhar dos grandes arranha-céus, a vida cotidiana e por vezes frívola, confunde-se na busca de sua razão e finalmente insere o homem na eterna cadência de sua existência.


Materiais

  • distribuidor de fio elétrico de poste;
  • fundo de ralo;
  • latão;
  • cobre;
  • torneira;
  • sucatas diversas