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Viagem ao Centro da Terra

Claudia Seber. VIAGEM AO CENTRO DA TERRA ano 2019 dimensões 45 x 22 x 22 cm (fatia de poste de rua;vidro;aço;pedras;sucatas;ferro;pino de pistão) R 650,00

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Categoria ,
Ano da Obra 2019
Tamanho 45 x 22 x 22
Valor Estimado R$ 650

Viagem ao Centro da Terra

“Deus disse: faça-se a luz! E a luz foi feita. E Deus viu que a luz era boa e separou a luz das trevas.”

Pensar e compreender nossas sombras remeteu-me ao desejo de ler sobre a luz. Esbarrei no conceito do tempo e na história dos primeiros relógios de sol. De sombra movente, na observação de que seu próprio corpo projetava algo diferente sobre a terra no decorrer do dia, o homem primitivo foi o precursor daquilo que, milhares de anos à frente, chamaríamos de relógio. Com a descoberta de que, não apenas seu corpo, mas os objetos ao entorno igualmente projetavam sombras, o homem criou o relógio de sol, onde o tempo era dimensionado pela posição e tamanho da sombra projetada pela luz na haste central.  Incorporado o tempo a sua vida, cultivou a terra, dominou a natureza, alimentou-se, guiou-se e conscientizou-se de sua finitude. Gravadas sobre os relógios de sol as epígrafes babilônicas falavam justamente sobre a vida e sobre sua fugaz passagem sobre a terra. Luz e sombra… Tempo e luz. Tempo e espera. Tempo e transformação. Tempo e dor. Tempo e cura. Tempo e despertar.


Materiais

  • fatia de poste de rua;
  • vidro;
  • aço;
  • pedras;
  • sucatas;
  • ferro;
  • pino de pistão

Claudia Seber

Claudia Seber

Claudia Seber é uma artista brasileira, nascida em São Paulo no ano de 1968. Terapeuta Ocupacional de formação sempre teve a Arte como premissa de suas atuações profissional e pessoal. Em meados dos anos 90 iniciou um curso de joalheria autoral e em um curto espaço de tempo passou a dedicar-se integralmente a essa arte desenvolvendo projetos e ministrando aulas.

Suas esculturas surgiram com a ideia de mesclar a técnica da joalheria e o refugo da produção de joias, a diversos e inusitados tipos de metais recolhidos aleatoriamente pelas ruas e caçambas da cidade de São Paulo. Uniram-se a essa lista, vidro, mármore, madeira, enfim todo e qualquer material utilizado na composição artística das esculturas. O cerne da produção não é a reciclagem, mas a ressignificação do mundo material compondo-o estética e simbolicamente.

Compreender a Arte enquanto um canal de expressão e ressignificação também pessoal foi o ponto de partida para a artista iniciar sua pós-graduação em Arteterapia e Psicologia Analítica e assim ampliar e concretizar seu desejo de um projeto de Oficinas Criativas.

A presença em diversas exposições na cidade de São Paulo e finalista em seu primeiro concurso de Arte Design, Reflexão Arte Hoje (2017) alimentaram o gosto pelo estudo e pesquisa de novos materiais. A premissa da formação artística aliada a curiosidade, persistência, mas sobretudo à sensibilidade e reverência à Arte somam-se em seu trabalho.


Exposições Coletivas

  • 2020 | SÃO PAULO E SUA MULTIDIVERCIDADE – Espacio Uruguay – São Paulo, BR
  • 2019 | SALON INTERNATIONAL d’ART CONTEMPORAIN – Le Carrousel du Louvre/Vivemos Arte – Paris, França
  • 2019 | APRILIS – Espacio Uruguay – São Paulo, BR
  • 2019 | ELEMENTOS – Apfel – São Paulo, BR
  • 2019 | ARTE E MULHER – Galeria Art Lab – São Paulo, BR
  • 2019 | SP INSPIRA ARTE – Galeria Art Lab – São Paulo, BR
  • 2018 | PORTFÓLIO – Galeria Art Lab – São Paulo, BR
  • 2017 | Exposição dos Finalistas do Concurso REFLEXÃO ARTE HOJE (Obra Álamo) – Shopping D&D  – São Paulo, BR

Instagram: @claudiaseber

Viagem ao Centro da Terra

Claudia Seber. VIAGEM AO CENTRO DA TERRA ano 2019 dimensões 45 x 22 x 22 cm (fatia de poste de rua;vidro;aço;pedras;sucatas;ferro;pino de pistão) R 650,00

“Deus disse: faça-se a luz! E a luz foi feita. E Deus viu que a luz era boa e separou a luz das trevas.”

Pensar e compreender nossas sombras remeteu-me ao desejo de ler sobre a luz. Esbarrei no conceito do tempo e na história dos primeiros relógios de sol. De sombra movente, na observação de que seu próprio corpo projetava algo diferente sobre a terra no decorrer do dia, o homem primitivo foi o precursor daquilo que, milhares de anos à frente, chamaríamos de relógio. Com a descoberta de que, não apenas seu corpo, mas os objetos ao entorno igualmente projetavam sombras, o homem criou o relógio de sol, onde o tempo era dimensionado pela posição e tamanho da sombra projetada pela luz na haste central.  Incorporado o tempo a sua vida, cultivou a terra, dominou a natureza, alimentou-se, guiou-se e conscientizou-se de sua finitude. Gravadas sobre os relógios de sol as epígrafes babilônicas falavam justamente sobre a vida e sobre sua fugaz passagem sobre a terra. Luz e sombra… Tempo e luz. Tempo e espera. Tempo e transformação. Tempo e dor. Tempo e cura. Tempo e despertar.


Materiais

  • fatia de poste de rua;
  • vidro;
  • aço;
  • pedras;
  • sucatas;
  • ferro;
  • pino de pistão