Fotografias de entes queridos tiradas depois que morreram podem parecer inquietantes para a população moderna, mas na Inglaterra vitoriana, se tornaram uma forma de comemorar os mortos.
Naquela época, morrer cedo era comum, inclusive crianças. Havia muita epidemia, como a difteria e a cólera, nisso o termo “memento mori” (lembre-se de que você vai morrer) foi pregado fortemente.
As pessoas eram colocadas em pé ou sentadas, as vezes com os olhos pintados para que parecessem mais realistas. Essas fotos eram impressas em cartões para ser entregue aos familiares e amigos do falecido.
Mas assim que a expectativa de vida e os cuidados com a saúde aumentaram, a demanda dessas fotografias foram diminuindo.
Fonte: BBC News
Veja também:
Existe um preconceito no mundo da arte com exposições imersivas. Ele está na sobrancelha levantada,…
Tarsila do Amaral está de volta ao Palácio Boa Vista, um dos principais cartões-postais de…
O Farol Santander apresenta a mostra "Tecituras". A exposição é especialmente marcante pelo conjunto das…
O mercado de arte brasileiro vive uma transformação profunda. Durante décadas, o setor cultivou a…
A NND | AZECO SP inaugura no sábado, 22 de agosto, exposição concebida e curada…
A SP-Arte Rotas chega à sua 5ª edição com 70 galerias de arte, além de…