Um rival? Não, Paulo Queiroz nunca disputou com ninguém, generoso, sempre fazia uma reverência quando me encontrava. Pessoas como nós devotadas ao oficio da pintura não disputam, mas se unem nessa jornada solitária no ateliê, para manter a pintura no status de arte. Pintor de um talento nato, disputou apenas com a tela em branco para que belas figuras surgissem ali.
Pintava desde criança e começou profissionalmente aos 26 anos, sua primeira galeria foi a Thomas Cohn. Gostava de pintar a água que achava divertida e prezava a qualidade. Atualmente trabalhava com a Galeria Andre, onde expôs figuras humanas, dançarinos, etc. Nós tivemos o prazer de entrevistá-lo em 2010, como segue no vídeo abaixo.
Paulo Queiroz faleceu no dia 01 de Setembro, dia do meu aniversário, me trazendo uma mistura de alegria e tristeza, forças pra acreditar que sua missão aqui esta cumprida, deixando boas lembranças e saudades para os amigos e o filho Vidal por quem era extremamente dedicado e apaixonado.
O Velorio sera apartir das 13hs e o sepultamento as 17h Cemitério São Paulo
R. Cardeal Arcoverde, 1250 – Pinheiros, São Paulo
Por Fernanda Eva.
Legado artístico é algo que se constrói ao longo da vida de um artista, mas…
O Centro Cultural Candido Mendes, tradicional reduto de experimentação e vanguarda artística em Ipanema, no…
O artista visual, animador cultural e diretor de arte Raimundo Rodriguez apresenta a exposição “Grandes…
Há uma ironia de trajeto em André Mogle. Conhecido pelo pulso largo do grafite paulistano…
Benjamin Rothstein costuma dizer que carrega certo estranhamento em relação ao mundo. Aos 73 anos,…
No final dos anos 1980, quando frequentava as salas da Escola de Artes Visuais do…