Declínio econômico, fragmentação social e revolução. O movimento punk surgiu na década de 70, em Nova York, motivado pela individualidade e independência entre jovens desempregados e estudantes; e graças à Vivienne Westwood, ganhou força também no Reino Unido, especialmente em Londres. O mundo pós-Segunda Guerra tomava proporções nunca antes imaginadas.
Inspirada no fetichsimo e no bondage, com alguns elementos rockabilly, a estilista britânica abriu espaço para o punk com sua loja de roupas, Sex, a primeira boutique de moda punk do mundo, que abriu com ex-marido, Malcon Mclaren. A natureza anárquica e transgressiva do movimeno trouxe a primeira cultura underground a emitir direitos iguais no vestir, no comportamento e credibilidade dada às mullheres. Com ideais apartidários e libertários, o movimento estimulava visuais únicos onde até os cabelos curtos eram um manifesto: opunham-se aos longos fios dos hippies.
Defendendo que músicos e fãs não dependiam de grandes corporações, surgiu o Do It Yourself, e a ideologia anti-capitalista do movimento foi imprescindível para a criação das gravadoras independentes e fanzines. Na moda, o grupo britânico Sex Pistols, nascido na Sex, impôs ainda mais o vizual DIY graças a Vivienne, que trouxe rebites, alfinentes e roupas rasgadas.
Os grupos The Clash e Ramones, os nacionais Engenheiros do Hawaii e Detonautas, e até as calças destroyed da moda contemporânea, são algumas das marcas deixadas pelo punk. Fechada em 1976, a Sex, na King’s Road, 430, hoje é ponto turístico em Londres.
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