Diligente, Picasso não comercializou um número significativo de suas obras de fases e momentos significativos de sua produção artística.
Perspicaz, nos últimos anos de sua vida, entendeu que se não as assinasse, impediria futuros roubos, pois ninguém invadiria seu atelier para assaltar as obras não assinadas. Nessa época, depois de se consolidar como um dos mais importantes artistas do século XX, suas pinturas eram disputadas pelos novos ricos, em especial os norte-americanos, que só se interessavam pelas obras assinadas, algumas meramente estruturadas, inacabadas e/ou esboços, que eles exibiriam com orgulho no retorno aos seus países de origem. No entanto, quando lhe visitavam amigos, colecionadores respeitáveis e ou curadores dos mais importantes museus do mundo, satisfeitos por terem escolhido as melhores obras, ele as assinava imediatamente. Assim antes da invenção das parafernálias eletrônicas desenvolvidas nas últimas décadas para evitar assaltos e danos, Picasso já encontrara uma forma eficiente, segura de resguardar sua obra. Sagacidade só reservada aos gênios…
Veja também:
Redes sociais para artistas se tornaram uma ferramenta quase inevitável para quem deseja divulgar seu…
A arte contemporânea tem demonstrado que materiais cotidianos podem dar origem a obras surpreendentemente complexas.…
David Hockney, um dos artistas mais influentes, populares e valorizados da arte contemporânea, morreu na…
Existe uma pergunta que me acompanha desde 2023 no trabalho com o legado de Tarsila…
O Nubank, uma das maiores plataformas digitais de serviços financeiros do mundo, anunciou no dia…
Editais de arte são uma das principais portas de entrada para artistas que desejam ampliar…