Nébula T 0611, 2020. Acrílico sobre tela 46 x 66 cm.
Ao olhar o trabalho do artista passamos a reparar e a observar suas metamorfoses; transformações aliadas às interferências da mão do homem em elementos concebíveis. A própria natureza mesma agregada à criação se carrega da mudança da vertente significativa contemporânea.
Suas imagens viajam em fragmentos, alicerce para suas estruturas composta por outras que se fundem originando suas obras.
No discurso plástico de seu trabalho é impossível não deixar de ver os detalhes e as boas surpresas ricas de ironias e lirismo poético; um jogo de luz e sombra se não planejada, com certeza pensada.
Seu imaginário é vivido por sonhos do real; representação meticulosa para ênfase do objeto ao descrevê-lo com muita originalidade seu pop surreal onde atinge seu potencial de expressividade pictórica anexa ao tratamento de que a arte é algo interrogativo, comunicação que povoa indagações entre as pessoas.
O Pintor mostra mais um pedaço de sua emoção aliada a uma produção do seu “eu” artista.
Edilson Viriato Artista plástico e curador
O CCBB BH apresenta, até 28 de fevereiro de 2026, esta no Céu – Mirĩ'kʉã…
1. O Fim da "Geografia de Permissão" Houve um tempo em que o endereço de…
O Mercado Pós-Intermediação O ano de 2026 marca a consolidação de uma mudança sísmica que…
A exposição Joaquín Torres Garcia – 150 anos em cartaz no CCBB se destaca de forma surpreendente pela sua…
O mundo da arte viveu, em 2025, um período de inflexão decisivo. Entre grandes exposições…
A Tarsila do Amaral S/A (TALE) e a LiveIdea venceram o Prêmio Caio, considerado o…