Nébula T 0611, 2020. Acrílico sobre tela 46 x 66 cm.
Ao olhar o trabalho do artista passamos a reparar e a observar suas metamorfoses; transformações aliadas às interferências da mão do homem em elementos concebíveis. A própria natureza mesma agregada à criação se carrega da mudança da vertente significativa contemporânea.
Suas imagens viajam em fragmentos, alicerce para suas estruturas composta por outras que se fundem originando suas obras.
No discurso plástico de seu trabalho é impossível não deixar de ver os detalhes e as boas surpresas ricas de ironias e lirismo poético; um jogo de luz e sombra se não planejada, com certeza pensada.
Seu imaginário é vivido por sonhos do real; representação meticulosa para ênfase do objeto ao descrevê-lo com muita originalidade seu pop surreal onde atinge seu potencial de expressividade pictórica anexa ao tratamento de que a arte é algo interrogativo, comunicação que povoa indagações entre as pessoas.
O Pintor mostra mais um pedaço de sua emoção aliada a uma produção do seu “eu” artista.
Edilson Viriato Artista plástico e curador
A Casa-ateliê Tomie Ohtake (1913-2015), localizada no Campo Belo, em São Paulo (Rua Antônio de…
Um roubo de arte chocou o circuito internacional neste início de mês, com o desaparecimento…
A SP-Arte realiza, entre os dias 8 e 12 de abril, sua 22ª edição, reafirmando-se…
Nos últimos dois anos, o mercado brasileiro de arte e decoração testemunhou a ascensão meteórica…
A Sergio Gonçalves Galeria inaugura seu novo espaço no Rio de Janeiro com a exposição…
A Galeria Estúdio Reverso inaugura, no dia 21 de março, a exposição “Cada hora faz…