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Saló ou 120 dias de Sodoma

Os 120 dias de Sodoma é uma novela escrita pelo nobre francês Donatien Alphonse François, Marquês de Sade, em 1785.

Sade escreveu “120 dias de Sodoma” no espaço de trinta e sete dias em 1785, enquanto estava preso na Bastilha. Tendo pouco material e temendo que o livro fosse confiscado, ele o escreveu numa letra minúscula e um rolo contínuo de papel com doze metros de comprimento. Quando a Bastilha foi atacada e saqueada em 14 de Julho de 1789 durante o início da Revolução Francesa, Sade pensou que o trabalho estaria perdido para sempre e chegou a escrever que “chorou lágrimas de sangue” por sua perda.

Porém, o longo rolo de papel onde o texto estava foi posteriormente encontrado escondido em sua cela, tendo escapado da atenção dos saqueadores. Ele foi publicado pela primeira vez em 1904 pelo psiquiatra berlinense Iwan Bloch (que usou um pseudônimo, “Dr. Eugen Dühren” para evitar a controvérsia). Somente na segunda metade do século XX é que o texto se tornou disponível em edições em inglês e francês.

O manuscrito original está preservado na Biblioteca Bodmeriana, em Coligny, nos arredores de Genebra, na Suíça.

Sinopse: Ele conta a história de quatro ricos homens libertinos que resolvem experimentar a definitiva gratificação sexual em orgias. Para isso, eles se trancaram por quatro meses num castelo inacessível com um harém de quarenta e seis vítimas, a maioria adolescentes de ambos os sexos, em recrutam quatro cafetinas para contar a história de suas vidas e suas aventuras. A narrativa das mulheres se tornam inspiração para abusos sexuais e tortura das vítimas, que escala gradualmente em intensidade e termina em assassinato.

Diretor: Pier Paolo Pasoline

Roteiristas: Pier Paolo Pasoline, Sergio Citti, Pupi Avati, Marquês de Sade
Elenco: Paolo Bonacelli, Giorgio Cataldi e Umberto Paolo Quintavalle.

Trailer:

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Paulo Varella

Estudou cinema na NFTS (UK), administração na FGV e química na USP. Trabalhou com fotografia, cinema autoral e publicitário em Londres nos anos 90 e no Brasil nos anos seguintes. Sua formação lhe conferiu entre muitas qualidades, uma expertise em estética da imagem, habilidade na administração de conteúdo, pessoas e conhecimento profundo sobre materiais. Por muito tempo Paulo participou do cenário da produção artística em Londres, Paris e Hamburgo de onde veio a inspiração para iniciar o Arteref no Brasil. Paulo dirigiu 3 galerias de arte e hoje se dedica a ajudar artistas, galeristas e colecionadores a melhorarem o acesso no mercado internacional.

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