Wilma Martins nasceu em Belo Horizonte, 1934, onde frequentou o Instituto de Belas Artes entre 1956 e 1959, tendo como professor Alberto da Veiga Guignard. Além da pintura, do desenho, da gravura e da ilustração, ela exerceu atividades como diagramadora no jornal Estado de Minas e nas revistas Alterosa, de Belo Horizonte, e Jóia, do Rio de Janeiro, e desenhou figurinos para o Balé Klaus Vianna e para o Teatro Universitário (ambos em Belo Horizonte). A artista fez individuais em Belo Horizonte, Ouro Preto, Salvador, Brasília, no Rio de Janeiro, em São Paulo, Curitiba e Buenos Aires. Ela participou das bienais internacionais de São Paulo (1967), Ljubljana/Iugoslávia (1967), Veneza (1978), Genebra e Berlim (1969), entre outras. Seu trabalho esteve na Bienal da Bahia de 1966 e 1968, no Salão Nacional de Arte Moderna de 1961, 1968 e 1975, e no Panorama de Arte Atual Brasileira, do MAM SP (1969 e 1974).
Wilma Martins recebeu o Prêmio Itamaraty, na Bienal de São Paulo de 1967, o Prêmio de Viagem ao Exterior do Salão Nacional de Arte Moderna, em 1975, e o Prêmio Principal do Panorama de Arte Atual Brasileira em 1976, no MAM SP, e outros como ilustradora de livros infantis.
Fonte:
Texto
Veja também
Sempre que visito uma feira de arte, meu percurso costuma ser um pouco diferente do…
Jerry Gogosian ficou conhecida por fazer uma pergunta que incomoda parte do mercado de arte:…
Site specific é o termo utilizado para definir obras de arte criadas especificamente para um…
As galerias de arte contemporânea parecem sempre seguir o mesmo padrão: paredes brancas, silêncio, iluminação…
A Galeria 18 inaugura, no dia 2 de junho, a exposição individual do artista James…
Beatriz Milhazes, grande nome da arte brasileira, é conhecida por seu trabalho que alia rigor…