Foto: Divulgação/ Felipe Cohen
O Museu Nacional do Rio, um dos principais cartões-postais da história do Brasil, reabriu suas portas ao público nesta quarta-feira (2) para uma exposição temporária, quase sete anos após um devastador incêndio que destruiu grande parte de seu acervo.
A reabertura emociona visitantes como o professor de história Anselmo, um dos primeiros a entrar no museu renovado.
O incêndio de setembro de 2018 causou a perda de 80% do acervo e deixou marcas visíveis nas paredes do prédio histórico, que já abrigou a família imperial brasileira. Seu Jorge, comerciante da região, relembra o dia da tragédia: “A água do corpo de bombeiros acabou. E o que aconteceu? Eu tinha represado, porque eu tenho as canoas da Quinta da Boa Vista, fiz o represamento da água e o lago estava cheio, aonde o corpo de bombeiro pôde utilizar para facilitar e fazer toda a termina do incêndio”.
Atualmente, três ambientes do palácio, ainda em obras, estão temporariamente abertos aos visitantes. A reforma completa está prevista para terminar em 2027, com um custo estimado de 516 milhões de reais.
Entre os destaques da exposição está o reencontro com o meteorito Bendegó, com mais de cinco toneladas, que resistiu ao incêndio. À CNN, a curadora explica: “Depois de incêndio a gente teve uma equipe do museu fazendo resgate da nossa coleção, nessa exposição a gente faz um pouco isso, a gente tem o meteorito de Bendegó que resistiu ao incêndio, a gente tem outras peças resgatadas também para o público poder ver o resultado de todo esse esforço que a gente teve junto à nossa coleção”.
Uma nova atração surpreende os visitantes: um esqueleto de Baleia Cachalote de mais de 15 metros, que parece flutuar sob a luz natural. Este novo morador do museu ainda aguarda um nome à altura de sua imponência.
Com informações da CNN Brasil.
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