Podcasts

Como a ciência vem solucionando os mistérios da arte


Neste episódio falei com o doutor em física, Pedro de Campos, sobre como a ciência vem solucionando os mistérios da arte. Ele nos conta suas descobertas por trás dos quadros de Anita Malfatti e Independência ou morte, do Pedro Américo.


Ouça esse podcast na Apple Store

Ouça esse podcast no Spotify


Abaixo, disponibilizamos todos os links e assuntos conversados durante o programa.

Conheça o Pedro de Campos

Contato do Pedro: pcampos@usp.br

Possui graduação em Bacharelado em Física pela Universidade Estadual de Campinas (2005), graduação em Licenciatura em Física pela Universidade Estadual de Campinas (2005), mestrado em física pela USP (2010) e Doutorado em física pela USP (2015). Tem experiência na área de física aplicada ao estudo do patrimônio artístico, histórico e cultural, com ênfase em técnicas portáteis e não destrutivas:

  • XRF (Fluorescência de Raio-X),
  • MA-XRF (macro mapeamento por Fluorescência de Raio-X).
  • Imageamento (Reflectografia no Infravermelho, Radiografia, Fotografia com Luz: Ultravioleta, Rasante e Visível),
  • XRD (Difração de Raio-X),
  • espectroscopia Raman e FTIR (no Infravermelho por Transformada de Fourier),
  • além técnica PIXE (Emissão de Raio s X induzido por Partículas). Fotógrafo profissional.

XRF (Fluorescência de Raio-X),


Por trás da obra de Anita Malfatti

Tropical (1917). Acervo da Pinacoteca de SP.

Projeto FAPESP em andamento, estudo da obra “Independência ou Morte!”, do Pedro Américo, do Museu Paulista da USP:

https://bv.fapesp.br/pt/bolsas/181240/estudo-e-caracterizacao-elementar-por-fluorescencia-de-raios-x-espectroscopia-raman-e-imagens-de-al/


Vídeo do programa Fantástico sobre o restauro da obra do Pedro Américo:

https://globoplay.globo.com/v/8327256/

Ciência e arte se aliam na restauração do quadro “Independência ou Morte”


C2RMF do Museu do Louvre

https://en.c2rmf.fr/

Uma restauradora do centro de pesquisa Restauração de Museus da França (C2RMF) explica o funcionamento do AGLAE (acelerador de análise elementar do Louvre), um aparelho para a análise química de peças de arte e arqueológicas, nos laboratórios do museu do Louvre em Paris em 21 de novembro de 2017. A nova AGLAE foi realizada em colaboração entre o CNRS, C2RMF e ChimieParistech e co-financiada pelo programa “Investissement d’avenir”, da cidade de Paris e do Ministério da Cultura francês. O (AGLAE) é um acelerador de partículas alojado pelo Centro de Pesquisa e Restauração de Museus da França no Museu do Louvre e usado para determinar os constituintes atômicos de itens culturais. / FOTO AFP / STEPHANE DE SAKUTIN

Laboratório de Arqueometria e Ciências Aplicadas ao Patrimônio Cultural (LACAPC) do Instituto de Física da USP:

https://portal.if.usp.br/arqueometria/


Linha/Grupo Carnaúba, no acelerador Sírius do LNLS:

https://www.lnls.cnpem.br/grupos/carnauba/

Acelerador de partículas de Campinas: Sirius tem 165 metros de diâmetro.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Sirius_(acelerador_de_part%C3%ADculas)



Professora Márcia Rizzuto

Professora Marcia Almeida Rizzutto analisa obra “A Negra” de Tarsila do Amaral

https://jornal.usp.br/universidade/acoes-para-comunidade/pesquisadora-conta-como-a-fisica-pode-contribuir-com-a-arte/

https://www.usp.br/imprensa/?p=44872


Sobre a autenticação das obras de arte fazendo uma pintura com tinta de chumbo na base da pintura: O Pedro não soube dizer qual tinta seria a ideal, mas sugeriu o vermelho.

Ele falou que se todas as tintas utilizadas na pintura forem de um material leve (plásticas) e a tinta marcadora for mais pesada (estanho, cádmio, mercúrio, etc), por contraste de densidade já é possível diferenciar na radiografia.

Então, aqui fica a dica para os seus próximos quadros. Pois, ninguém vai saber o que vc escreveu embaixo da pintura.

Não foi possível salvar sua inscrição. Por favor, tente novamente.
Sua inscrição foi bem sucedida.
Paulo Varella

Estudou cinema na NFTS (UK), administração na FGV e química na USP. Trabalhou com fotografia, cinema autoral e publicitário em Londres nos anos 90 e no Brasil nos anos seguintes. Sua formação lhe conferiu entre muitas qualidades, uma expertise em estética da imagem, habilidade na administração de conteúdo, pessoas e conhecimento profundo sobre materiais. Por muito tempo Paulo participou do cenário da produção artística em Londres, Paris e Hamburgo de onde veio a inspiração para iniciar o Arteref no Brasil. Paulo dirigiu 3 galerias de arte e hoje se dedica a ajudar artistas, galeristas e colecionadores a melhorarem o acesso no mercado internacional.

Recent Posts

“Voile/Toile – Toile/Voile”, de Daniel Buren, no MAM Rio

O MAM Rio recebe a primeira edição brasileira de Voile/Toile – Toile/Voile (Vela/Tela – Tela/Vela),…

3 dias ago

‘Beatriz Milhazes: 100 Sóis’ é a primeira individual da artista em Salvador

Beatriz Milhazes: 100 Sóis é a primeira exposição individual da artista em Salvador e reúne,…

4 dias ago

Obra de Eduardo Kobra estampa selo comemorativo da ONU

Eduardo Kobra foi o artista escolhido para ter sua obra estampada no selo postal comemorativo…

7 dias ago

Galeria 18 lança o ‘Clube de Arte 18’, o primeiro members club de arte do Brasil

A Galeria 18 anuncia o lançamento do Clube de Arte 18, o primeiro members club…

1 semana ago

O que faz um artista vender?

“O que faz um artista vender?”: a pergunta que movimenta artistas, estudantes, consultores, galeristas e…

1 semana ago

Liane Roditi apresenta Dobras e Desdobras no Centro Cultural Correios Rio de Janeiro

O Centro Cultural Correios Rio de Janeiro recebe a primeira exposição individual da artista Liane…

2 semanas ago