Há uma ironia de trajeto em André Mogle. Conhecido pelo pulso largo do grafite paulistano e por espalhar seu melancólico “homem-planta” por muros do Brasil e da Europa, o artista recolheu-se. Depois de um ano atravessando geografias, Mogle estacionou diante da tela em branco não para somar ruído ao debate público, mas para tatear o […]


