Exposição do Guggenheim chega a Londres hospedada pela South London Gallery. A abertura foi na sexta-feira da mostra que tenta reunir os artistas e obras mais significantes da arte contemporânea latino americana. Quer saber quem são os brasileiros escolhidos pelo curador Pablo Leon de la Barra? Uma dica, ele escolheu nomes já consagrados na arte brasileira e nomes emergentes, que estão produzindo no contexto do circuito a poucos anos.
Riwane Neuenshwander participa com o trabalho Mapa-Múndi/BR (Postal) onde a artista reúne fotografias no formato cartão postal de estabelecimentos que emprestam os nomes de países e cidades mundo afora para o seu merchandising. Riwane é um dos nomes femininos de maior e importância e destaque internacional, há dois anos o MAM-SP expôs a primeira retrospectiva de seus trabalhos em São Paulo. O público brasileiro poderá ver mais de seu trabalho na próxima Bienal de São Paulo, com curadoria de seu marido Jochen Volz.
Jonathas de Andrade participa com Museu do Homem do Nordeste onde o artista convida os visitantes à produzir o display dos cartazes do dito museu. Todos podem se envolver e reorganizar a apresentação das fotografias conforme tiver vontade. Ele também já é figurinha carimbada em exposições internacionais para representar o Brasil, e vai estar no segundo semestre no pavilhão da bienal.
Erika Verzutti faz parte da mostra com duas de suas esculturas. A artista estava recatada no circuito até fazer parte desta mesma exposição e, ano passado, do Panorama da Arte Brasileira no MAM-SP resultando em convites para individual no Pivô em SP e participar da Bienal do final do ano.
Carla Zaccagnini é também um dos nomes conceituais e críticos no circuito internacional da arte contemporânea brasileira. Seu trabalho na exposição é Evidência de uma farça: “Time”e “The Economist”, 2011.
Adriano Costa é um dos novos nomes brasileiros que integram a exposição. Seu trabalho começou a circular no circuito desde que se juntou à galeria Mendes Wood DM. Aparentemente a parceria é de sucesso pois seu nome é constante em feiras e projetos na Europa e Estados Unidos.
O último nome a representar o Brasil não é Brasileiro mas reside no país a vários anos. O artista Sueco Runo Lagomarsino que tem participado de várias bienais e exposições de grande importância apresenta ContraTiempos de 2010, feito na ocasião da Bienal de São Paulo.
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