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As Mulheres

Jansen Vichy - As mulheres, 2010

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Categoria
Ano da Obra 2010
Tamanho 130 x 130
Valor Estimado R$ 3.800

As Mulheres

As Mulheres é uma obra de Jansen Vichy, artista plástico autodidata cuja motivação pessoal é a perenidade das coisas, a decomposição da sua própria existência.

Sua estética não está assentada no óbvio, no lugar comum, existe uma clara provocação à tudo isso que nos rodeia, uma proposta de realidade paralela, um estranhamento que, queiramos ou não, sempre nos aproxima da nossa própria identidade.

Acrílica sobre tela

Jansen Vichy

Jansen Vichy

Jansen Vichy é artista plástico autodidata cuja motivação pessoal é a perenidade das coisas, a decomposição da sua própria existência.

E é no próprio ato de existir que seu didatismo é construído. Professores na faculdade de Arquitetura, artistas plásticos e outras diversas pessoas com as quais conviveu nas suas andanças pelo mundo foram os responsáveis diretos pela construção da sua identidade artística.

Aos 20 anos envereda pelas esculturas e funda o Atelier J. Vichy, se especializando na criação e produção exclusiva de ladrilhos em relevo para a empresa Rerthy durante 30 anos. Em 2009 elege a pintura como elemento prioritário de sua expressão individual e inicia, assim, um novo caminho.

Participa de Feiras de Arte em Milão, Nova York, Paris e Estocolmo com diversas obras, sendo posteriormente convidado, em seu retorno ao Brasil, para uma exclusiva exposição individual na Sala José Cândido de Carvalho – Niterói – RJ.

Sua estética não está assentada no óbvio, no lugar comum, existe uma clara provocação à tudo isso que nos rodeia, uma proposta de realidade paralela, um estranhamento que, queiramos ou não, sempre nos aproxima da nossa própria identidade.


Website – Jansen Vichy

As Mulheres

Jansen Vichy - As mulheres, 2010

As Mulheres é uma obra de Jansen Vichy, artista plástico autodidata cuja motivação pessoal é a perenidade das coisas, a decomposição da sua própria existência.

Sua estética não está assentada no óbvio, no lugar comum, existe uma clara provocação à tudo isso que nos rodeia, uma proposta de realidade paralela, um estranhamento que, queiramos ou não, sempre nos aproxima da nossa própria identidade.

Acrílica sobre tela