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Entre a Cruz e a Espada

Claudia Seber. Entre a Cruz e a Espada (2019) -36 x 34 x 5 cm (vidro;ferro;pino de pistão;tronco de madeira;cobre;latão;prata;pedras;ralo;espelho) R$ 400,00

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Categoria ,
Ano da Obra 2019
Tamanho 36 x 34 x 5
Valor Estimado R$ 400

Entre a Cruz e a Espada

Essa obra auto expressiva retrata artisticamente conflitos emocionais inerentes aos seres humanos. A expressão “entre a cruz e a espada”, na língua portuguesa faz alusão a dilemas pessoais com conteúdos antagônicos. Estes, representados de forma simbólica na face exposta no quadrante superior evocam diferentes vertentes de nossa Alma.

Lidar com dicotomias e conflitos, igualmente representados pelo símbolo do Yin/Yang abaixo da face, nos conduz ao crescimento, mesmo que não linear, representado pela espiral na parte superior esquerda.

A espiral é a essência do mistério da vida e os seres humanos se encontram em determinados pontos de suas caminhadas. Retornamos às origens e o ponto de partida também é o ponto de chegada, instigando-nos ao reencontro e à renovação. Opostos se complementam se integrados e compreendidos. Movimentar-se, fluir, chegar e partir são partes da vida.

Para algum ponto de nossa existência convergem nossos esforços alimentando a vida num eterno pulsar. Ainda que inferior, o ralo representa o ponto de convergência dos opostos. Para ele, em qualquer sentido, flui impreterivelmente a nossa existência.


Materiais

  • vidro;
  • ferro;
  • pino de pistão;
  • tronco de madeira;
  • cobre;
  • latão;
  • prata;
  • pedras;
  • ralo;
  • espelho

Claudia Seber

Claudia Seber

Claudia Seber é uma artista brasileira, nascida em São Paulo no ano de 1968. Terapeuta Ocupacional de formação sempre teve a Arte como premissa de suas atuações profissional e pessoal. Em meados dos anos 90 iniciou um curso de joalheria autoral e em um curto espaço de tempo passou a dedicar-se integralmente a essa arte desenvolvendo projetos e ministrando aulas.

Suas esculturas surgiram com a ideia de mesclar a técnica da joalheria e o refugo da produção de joias, a diversos e inusitados tipos de metais recolhidos aleatoriamente pelas ruas e caçambas da cidade de São Paulo. Uniram-se a essa lista, vidro, mármore, madeira, enfim todo e qualquer material utilizado na composição artística das esculturas. O cerne da produção não é a reciclagem, mas a ressignificação do mundo material compondo-o estética e simbolicamente.

Compreender a Arte enquanto um canal de expressão e ressignificação também pessoal foi o ponto de partida para a artista iniciar sua pós-graduação em Arteterapia e Psicologia Analítica e assim ampliar e concretizar seu desejo de um projeto de Oficinas Criativas.

A presença em diversas exposições na cidade de São Paulo e finalista em seu primeiro concurso de Arte Design, Reflexão Arte Hoje (2017) alimentaram o gosto pelo estudo e pesquisa de novos materiais. A premissa da formação artística aliada a curiosidade, persistência, mas sobretudo à sensibilidade e reverência à Arte somam-se em seu trabalho.


Exposições Coletivas

  • 2020 | SÃO PAULO E SUA MULTIDIVERCIDADE – Espacio Uruguay – São Paulo, BR
  • 2019 | SALON INTERNATIONAL d’ART CONTEMPORAIN – Le Carrousel du Louvre/Vivemos Arte – Paris, França
  • 2019 | APRILIS – Espacio Uruguay – São Paulo, BR
  • 2019 | ELEMENTOS – Apfel – São Paulo, BR
  • 2019 | ARTE E MULHER – Galeria Art Lab – São Paulo, BR
  • 2019 | SP INSPIRA ARTE – Galeria Art Lab – São Paulo, BR
  • 2018 | PORTFÓLIO – Galeria Art Lab – São Paulo, BR
  • 2017 | Exposição dos Finalistas do Concurso REFLEXÃO ARTE HOJE (Obra Álamo) – Shopping D&D  – São Paulo, BR

Instagram: @claudiaseber

Entre a Cruz e a Espada

Claudia Seber. Entre a Cruz e a Espada (2019) -36 x 34 x 5 cm (vidro;ferro;pino de pistão;tronco de madeira;cobre;latão;prata;pedras;ralo;espelho) R$ 400,00

Essa obra auto expressiva retrata artisticamente conflitos emocionais inerentes aos seres humanos. A expressão “entre a cruz e a espada”, na língua portuguesa faz alusão a dilemas pessoais com conteúdos antagônicos. Estes, representados de forma simbólica na face exposta no quadrante superior evocam diferentes vertentes de nossa Alma.

Lidar com dicotomias e conflitos, igualmente representados pelo símbolo do Yin/Yang abaixo da face, nos conduz ao crescimento, mesmo que não linear, representado pela espiral na parte superior esquerda.

A espiral é a essência do mistério da vida e os seres humanos se encontram em determinados pontos de suas caminhadas. Retornamos às origens e o ponto de partida também é o ponto de chegada, instigando-nos ao reencontro e à renovação. Opostos se complementam se integrados e compreendidos. Movimentar-se, fluir, chegar e partir são partes da vida.

Para algum ponto de nossa existência convergem nossos esforços alimentando a vida num eterno pulsar. Ainda que inferior, o ralo representa o ponto de convergência dos opostos. Para ele, em qualquer sentido, flui impreterivelmente a nossa existência.


Materiais

  • vidro;
  • ferro;
  • pino de pistão;
  • tronco de madeira;
  • cobre;
  • latão;
  • prata;
  • pedras;
  • ralo;
  • espelho