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Mag

Mag

Mag é uma obra da artista Louise D’Tuani.

Em 2019, se matriculou em um curso contínuo na EAV (Parque Lage) e desde o começo da pandemia vem se profissionalizando e aperfeiçoando sua técnica.

Técnica: óleo sobre tela

Declaração da artista

“…Me inspiram as mulheres. Me inspira a liberdade. Me inspira o corpo livre. Me inspira a dor e a tragédia. O tédio me inspira. O não saber ao certo e o não ter resposta. Me inspiram os nãos, às vezes os sims. Minhas amigas me inspiram, e as dores delas, e a força. Me inspiram os artistas. Me inspiram os tons de rosa e os de verde claro. Me inspiram o azul, o amarelo e o vermelho. E o silêncio. E os livros. Os 5 minutos antes de pegar no sono me inspiram. E também os sonhos. Nada é definitivo. Nem isso. E isso me inspira. E se a pergunta é sobre o intuito do trabalho, eu digo: nenhum. O intuito é não ter intuito. É só ser o que é. Livre e sem limites impostos. Sem rótulos e sem prateleiras. Eu não sei definir o que eu sou ou o que eu faço porque eu gosto é do caminho, é do processo e então: não definitivo”.

Louise D’Tuani

Louise D'Tuani

Formada em Cinema, a artista Louise D’Tuani trabalha como atriz desde cedo.

Seu interesse por artes plásticas vem da infância, graças à influência de seus avós (artistas independentes).

Em 2019, se matriculou em um curso contínuo na EAV (Parque Lage) e desde o começo da pandemia a artista vem se profissionalizando e aperfeiçoando sua técnica.


Instagram: @louisedtuani

Mag

Mag - Louise D'Tuani

Mag é uma obra da artista Louise D’Tuani.

Em 2019, se matriculou em um curso contínuo na EAV (Parque Lage) e desde o começo da pandemia vem se profissionalizando e aperfeiçoando sua técnica.

Técnica: óleo sobre tela

Declaração da artista

“…Me inspiram as mulheres. Me inspira a liberdade. Me inspira o corpo livre. Me inspira a dor e a tragédia. O tédio me inspira. O não saber ao certo e o não ter resposta. Me inspiram os nãos, às vezes os sims. Minhas amigas me inspiram, e as dores delas, e a força. Me inspiram os artistas. Me inspiram os tons de rosa e os de verde claro. Me inspiram o azul, o amarelo e o vermelho. E o silêncio. E os livros. Os 5 minutos antes de pegar no sono me inspiram. E também os sonhos. Nada é definitivo. Nem isso. E isso me inspira. E se a pergunta é sobre o intuito do trabalho, eu digo: nenhum. O intuito é não ter intuito. É só ser o que é. Livre e sem limites impostos. Sem rótulos e sem prateleiras. Eu não sei definir o que eu sou ou o que eu faço porque eu gosto é do caminho, é do processo e então: não definitivo”.