A seriedade como armadilha A arte carrega uma maldição antiga: a de parecer sempre importante. Desde o romantismo, espera-se do artista um ar grave, uma expressão introspectiva, como se cada pincelada fosse um ato de sofrimento existencial. Essa pose, cultivada por séculos, ainda ronda os ateliês contemporâneos — e muitos criadores se sentem culpados quando […]








