Darel Valença Lins

brasileiro, 1924-2017
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Darel Valença Lins

Darel Valença Lins nasceu em Palmares (Pernambuco) em 8 de dezembro de 1924. Começou a carreira ainda adolescente, como ilustrador, quando trabalhava na Usina Catende, antes de mudar-se para o Rio de Janeiro, onde morou desde 1947. Em sua trajetória, Darel estudou na Escola de Belas Artes do Recife, atual Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), entre 1941 e 1942.

O artista atuou como ilustrador na revista “Manchete” e os jornais “Última Hora” e “Diário de Notícias”. Entre 1953 e 1966, encarregou-se das publicações da Sociedade dos Cem Bibliófilos do Brasil. Ilustrou diversos livros, como Memórias de um Sargento de Milícias, 1957, de Manuel Antônio de Almeida (1831 – 1861); Poranduba Amazonense, 1961, de Barbosa Rodrigues (1842 – 1909); São Bernardo, 1992, de Graciliano Ramos (1892 – 1953); e A Polaquinha (2002), de Dalton Trevisan (1925).

Durante sua carreira, lecionou gravura em metal no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp), em 1951; litografia na Escola Nacional de Belas Artes (Enba), no Rio de Janeiro, entre 1955 e 1957; e na Faculdade de Artes Plásticas da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), em São Paulo, de 1961 a 1964. Entre 1968 e 1969, realizou painéis como os do Palácio dos Arcos, sede do Ministério das Relações Exteriores, em Brasília.

Em 2015, lançou o documentário ‘Mais do eu possa me reconhecer’, dirigido por Allan Ribeiro e Douglas Soares. Filmado no apartamento do artista no Rio. O filme contava a rotina do artista, que apesar de intensa produção de gravuras, passava a se dedicar a videoarte.

Morreu em 7 de dezembro de 2017, às véspera de completar 93 anos

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