Ivald Granato

brasileiro, 1949-2016

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Ivald Granato

Ivald Granato é um artista plástico brasileiro, nascido em 29 de dezembro de 1949, na cidade de Campos dos Goytacazes, no estado do Rio de Janeiro.

Contudo, é também conhecido como pintor neo-expressionista, gravador e artista multimídia que buscava, através das suas técnicas, viver da pluralidade que a arte pode oferecer.

Começou sua trajetória como artista bem cedo, aos 16 anos, com influência de pintores cubistas como Picasso e Georges Braque. Posteriormente, no ano de 1966, se mudou para a cidade de Vitória no Espírito Santo onde estudou com Robert Newmann.

Sua breve passagem pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro aconteceu em 1967 a 1970, onde rendeu diversas atividades e intervenções. Neste sentido, foi através dessa passagem pela Escola de Arte do RJ que Ivald Granato começou a se encontrar na prática de vídeos e fotografias para documentar a sua arte significativa para sua carreira.

No entanto, cabe ressaltar sua aptidão para litografia, que é uma arte baseada em um desenho com acúmulo de gordura sobre uma matriz plana de pedra calcária ou de metal. Além disso, em 1968, participou de manifestações sobre a técnica do surrealismo na dança espírita.

Já no ano de 1970, viajou pela América Latina para estudar colorimetria, que é o estudo das cores em suas dimensões como tonalidade, intensidade e saturação. Ainda neste mesmo ano, o artista reuniu dez mil pessoas em praça pública com movimentos de artes plásticas, teatro, música e a celebração de seu casamento.

Em 1973, começou a lecionar na Escola Documenta, onde formou o grupo Gral: Astard, Lia do Amaral, Gretta e Rosa, com obras viscerais ou fálicas. Com pinturas semelhantes ao grafite, ainda no ano de 1973, fez uma suíte de 22 imagens litográficas com o pintor e gravador Otávio Pereira.

Nos anos seguintes, de 1974 a 1978, participou de manifestações artísticas com banda municipal, lançou projetos e distribuições de impressos como o exemplar “Adote um artista, não deixe ele virar professor”.

Como a arte de Granato era um tanto irônica, além de imprimir exemplares com seus escritos, ele lançou livros e fez várias artes em cartaz. Com pinturas representadas em pinceladas rápidas e contornos imprecisos, sua arte se revela através das múltiplas cores e traços descoordenados.

Contudo, apresenta várias manifestações e performances em praças e programas de TV, além das exposições em museus e feiras individuais e coletivas. Em 3 de julho de 2016, morre aos 66 anos em decorrência de um infarto fulminante enquanto dorme.

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