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Galeria Lume apresenta programação artística online

Confira programação artística online oferecida pela Galeria Lume.

Por Equipe Editorial - maio 26, 2020
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A Galeria Lume está promovendo uma intensa programação artística em seu perfil do Instagram (@galerialume). Enquanto o espaço físico da Galeria está fechado em função da pandemia do Covid-19, o público pode participar virtualmente de conversas com especialistas em artes visuais e também conhecer os espaços de trabalho dos artistas representados pela Lume.


Confira a programação:

Galeria Lume apresenta programação artística
Claudio Alvarez | Via: Galeria Lume

Renata Egreja Galeria Lume
Renata Egreja | Via: Galeria Lume

26 de maio | terça-feira, às 19h

Lume ao vivo

Desenhista, escultor e artista multimídia, Nazareno pesquisa e reflete sobre os pormenores das relações humanas – que gosta de definir como “aqueles pequenos mistérios chamados de socialização” – e também sobre questões referentes à infância, aos contos de fadas, jogos, à memória e à história. O artista compartilha suas investigações e fala sobre sua produção atual com Paulo Kassab Jr.


28 de maio | quinta-feira, às 19h

Ateliê Aberto

Nascido em Rosário, na Argentina, Cláudio Alvarez vive e trabalha em Curitiba desde 1977. A emblemática coletiva Como vai você geração 80?, realizada em 1984 no Parque Lage, no Rio de Janeiro, marcou sua entrada no cenário artístico no Brasil e abriu precedentes para uma série de exposições nacionais e internacionais. O artista investiga a ordem conceitual e histórica sobre o papel da arte no mundo tecnológico, e convida o espectador a experienciar vivências lúdicas por meio de suas obras.


2 de junho |terça-feira, às 19h

Ateliê Aberto

Nazareno abre seu espaço de trabalho para o público e fala sobre seu processo de criação.


4 de junho | quinta-feira, às 19h

Lume ao vivo

O fotógrafo britânico Martin Parr é autor de obras permeadas por uma visão ora intimidadora, ora satírica e antropológica sobre os aspectos da vida moderna.

Incentivado por seu avô George Parr, ele mesmo um astuto fotógrafo amador, Martin estudou fotografia na Manchester Polytechnic, de 1970 a 1973 e, desde aquela época, desenvolveu uma reputação internacional por suas imagens inovadoras, sua abordagem oblíqua ao documentário social e sua contribuição para a cultura fotográfica no Reino Unido e no exterior. Em 1994 se tornou membro da Magnum Photographic, renomada cooperativa internacional de fotografia. Em uma conversa com Paulo Kassab Jr., Parr rememora sua trajetória e fala sobre seu método de trabalho.


9 de junho | terça-feira, às 19h

Ateliê Aberto

Amália Giacomini convida o público a conhecer seu espaço de trabalho e reflete sobre o desenvolvimento criativo de sua obra. Sua pesquisa parte da arquitetura ou do espaço expositivo para investigar a representação do espaço.


11 de junho | quinta-feira, às 19h

Lume ao vivo

Carlos Nader iniciou sua carreira na década de 1980, quando ainda se consolidava o mercado de videoarte no Brasil. De lá pra cá, produziu cerca de 180 obras entre longas, curtas e instalações multimídia. Entre seus temas principais estão a questão da identidade, a sensação do tempo e a relação do homem com a câmera em meio a uma era extremamente midiatizada. Em conversa com Paulo Kassab Jr., ele discorre sobre sua trajetória e sobre seu fazer artístico.


16 de junho | terça-feira, às 19h

Ateliê Aberto | Alberto Ferreira

Alberto Ferreira (1932 – 2007) foi um dos precursores da fotografia documental do Brasil. Trabalhou por 30 anos no Jornal do Brasil e cobriu importantes acontecimentos da história do País e do mundo. É de sua autoria o maior acervo de fotos da construção e inauguração de Brasília. O curador Paulo Kassab Jr. conduz o público em uma visita guiada, online, pelo ateliê do artista e fala sobre sua trajetória.


18 de junho | quinta-feira, às 19h

Lume ao vivo

O escultor e pintor Osvaldo Gaia compartilha, por meio de conversa com Paulo Kassab Jr., suas referências, pesquisa e trajetória. Sua formação artística foi se constituindo através de estudos e experimentações dentro do universo amazônico, a partir de elementos que se identificam como estruturas escultóricas – porém em um escopo abrangente e perceptível da forma, em relevos, texturas e transparências. Gaia detém-se conceitualmente em questões sociais, arquitetônicas, econômicas e relacionadas a fluxos, origens, identidades e ferramentas ligadas à vida ribeirinha, de onde tira sua inspiração


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