Arte

Críticos de arte brasileiros: 18 nomes essenciais

Veja quem são esses profissionais que fazem toda a diferença no universo da arte.

Por Equipe Editorial - julho 2, 2020
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Os críticos de arte são pessoas fundamentais para o sistema de arte mundial. Eles avaliam o estado geral da comunidade artística, dando suas opiniões sobre obras específicas, escolas e tendências que mostram para onde este universo está caminhando.

No Brasil, a profissão não tem tanto reconhecimento para além da bolha artística brasileira. As mulheres, em sua grande maioria, são mais reconhecidas dentro do universo acadêmico; enquanto os homens dificilmente ganham espaço para estampar a primeira capa de um jornal ou site de notícias.

Tendo isso em vista, fizemos uma lista com 18 críticos de arte brasileiros que são essenciais para a compreensão tanto da história quanto do nosso mercado neste universo. Desejamos prestigiar pessoas que são de extrema importância para que continuemos tendo uma arte crítica de qualidade.

A lista não está em hierarquia de popularidade ou relevância.


Agnaldo Farias

Agnaldo Farias - críticos de arte
Agnaldo Farias

Agnaldo Farias é professor, curador e crítico de arte. Formou-se em Arquitetura e Urbanismo e deu continuidade em sua vida acadêmica fazendo mestrado em história pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), e o doutorado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU/USP).

Realizou curadorias de exposições para o Instituto Tomie Ohtake, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Centro Cultural Banco do Brasil e para a Fundação Bienal de São Paulo, entre diversas outras instituições. Além disso, Agnaldo também já foi curador geral do MAM/RJ nos anos de 1998 a 2000 e realizou diversos projetos renomados.


Aline Figueiredo

Aline Figueiredo
Aline Figueiredo

Aline Figueiredo é animadora e critica de arte. Além de fundar a Associação Mato-Grossense de Artes (AMA, 1967/1972), Aline também realizou a primeira Exposição de Pintura dos Artistas Mato-grossenses, no ano de 1966. Ainda em Mato Grosso, ela criou junto  a Humberto Espíndola o projeto de criação do Museu de Arte e de Cultura Popular, onde foi gerente e supervisora.

Ela já publicou vários livros e recebeu diversos prêmios, entre eles o “Gonzaga Duque”, da Associação Brasileira de Críticos de Arte em 1980, pela publicação do livro “Artes Plásticas no Centro-Oeste”, (Edições UFMT/MACP/Cuiabá/1979).

Aline já participou de Comissões Organizadoras de diversas coletivas nacionais, como o Salão Nacional de Artes Plásticas – RJ, e integrou júris de diversos salões nacionais, realizados em quase todos os Estados brasileiros.

Em 2014 organizou a coletiva “PERCURSO” (Magia Propiciatória), que aconteceu no Museu de Arte e de Cultura Popular da Universidade Federal de Mato Grosso, e com esta exposição ganhou o prêmio de melhor curadoria do ano concedido pela Associação Brasileira de Críticos de Arte – ABCA, São Paulo – SP, 2015.


Antônio Gonçalves

Antônio Gonçalves Filho - críticos de arte
Antônio Gonçalves

Antônio Gonçalves Filho começou no jornalismo em 1974 e passou por diversos jornais e revistas, entre eles Folha de São Paulo, Valor Econômico, revista Época e, atualmente, O Estado de S. Paulo, onde exerce as funções de crítico de arte do Caderno 2 e editor do caderno cultural ‘Aliás’.

Ele é autor de vários livros, entre eles ‘Schubert’, biografia do compositor publicada pela Editora Nova Cultural, “A Palavra Náufraga” (Editora Cosac Naify) e ‘Primeira Individual’ (Editora Cosac Naify). Foi curador de várias mostras, entre elas de artistas como Mira Schendel, Geraldo de Barros, Maurício Nogueira Lima e Macaparana.


Aracy Amaral

Aracy Amaral. Foto: Rafael Roncato
Aracy Amaral. Foto: Rafael Roncato

Aracy Abreu Amaral é crítica de arte, curadora, historiadora de arte, arquitetura, jornalista e professora. Formada em jornalismo, fez mestrado em História da Arte e doutorado na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP), ainda no campo da arte.

Com inicio na área de museologia como assistente de direção do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC/USP) na década de 1960, entre 1975 e 1979, Iracy assumiu a direção técnica da Pinacoteca do Estado de São Paulo. No ano de 1982, tornou-se diretora técnica do MAC/USP. Na década de 80, a historiadora da arte começou a lecionar na Universidade de São Paulo.


Camilo Osorio

Camillo Osório - críticos de arte
Luiz Camillo Osorio

Camillo Osorio é critico de arte, curador, pesquisador e professor na área de Estética e Filosofia da Arte.

Ele foi curador do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro entre 2009 e 2015 e curador do Pavilhão brasileiro na Bienal de Veneza de 2015. Além disso, Camilo fez parte do conselho de curadoria do MAM-SP entre 2005 e 2009.

Assinou coluna de crítica de arte nos Jornais O Globo, Jornal do Brasil e da revista espanhola EXIT Express. O critico também é membro do grupo de Pesquisa cadastrado no CNPQ – Arte, Autonomia e Política – junto com outros profissionais da área.


Cauê Alves

Cauê Alves
Cauê Alves

Cauê Alves é critico de arte, curador e professor. Com doutorado em Filosofia pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, FFLCH-USP, atualmente é coordenador do curso de Arte: História, Crítica e Curadoria na faculdade PUC-SP, e professor no curso de Artes Visuais do Centro Universitário Belas Artes – SP.  

Curador assistente do Pavilhão Brasileiro na 56ª Bienal de Veneza, foi também curador adjunto da 8ª Bienal do Mercosul e um dos curadores do 32º Panorama da Arte Brasileira do Museu de Arte Moderna de São Paulo. Desde 2006 é curador do Clube de Gravura do MAM-SP. Realizou, entre outras curadorias, a da mostra “Quase líquido”, Itaú Cultural (2008) e “Mira Schendel: Avesso do avesso” (2010) no Instituto de Arte Contemporânea.


Denise Mattar

Denise Mattar
Denise Mattar. Foto: Cid Barbosa

Denise Mattar é critica de arte e curadora de Artes Plásticas. Foi diretora das seguintes instituições: Museu da Casa Brasileira – São Paulo, (1985-1987), Museu de Arte Moderna de São Paulo (1987-1989), Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1990-1997).

A partir de 1997 passou a atuar de forma independente, realizando mostras retrospectivas dos mais célebres artistas brasileiros como: Di Cavalcanti (1997), Flávio de Carvalho (1999 – Premio APCA), Ismael Nery (2000 – Prêmios APCA e ABCA), Pancetti (2000), Anita Malfatti (2001), Samson Flexor (2003 – Prêmio APCA), Frans Krajcberg, (2003), Mary Vieira (2005), Di Cavalcanti – Um Perfeito Carioca (2006), Di Cavalcanti – De Flores e Amores ( 2007), Maria Tomaselli (2009).


Leonor Amarante

Leonor-Amarante - críticos de arte
Leonor Amarante. Foto: Daniela Ramiro

Graduada em Jornalismo e Comunicação Visual pela Fundação Armando Alvares Penteado – FAAP, São Paulo, Leonor Amarante é crítica de arte, pesquisadora e curadora. e

Editora da revista ARTE!Brasileiros (especializada em Arte Contemporânea), da Editora Brasileiros e da revista Nossa América, do Memorial da América Latina, ela foi curadora-geral da I Bienal do Fim do Mundo, Ushuaia, Argentina, em 2007; curadora das 2ª e 3ª edições da Bienal do Mercosul, Porto Alegre (1999/2001) com Fábio Magalhães; curadora-geral da 5ª Bienal Internacional de Curitiba, em 2009; curadora da parte brasileira nas 3ª, 4ª e 5ª edições da Bienal do Barro da Venezuela em 1997, 1999 e 2001, colaboradora com a Bienal de Havana há vários anos.

É autora do livro “As Bienais de São Paulo” e curadora de várias exposições internacionais. Recebeu o prêmio do Ministério da Cultura de Cuba, pelo conjunto de trabalhos culturais, envolvendo aquele país, em 2009, e o prêmio da ABCA pela revista ARTE!Brasileiros, em 2012.


Fábio Magalhães

Fabio Magalhães
Fabio Magalhães

Fábio Magalhães é crítico de arte, museólogo, professor e curador. Já foi professor do Colégio de Aplicação da Faculdade de Filosofia Ciências e Letras da Universidade de São Paulo (USP) e lecionou nas faculdades de Arquitetura da Universidade de Brasília, da Universidade Católica de Campinas e do Instituto Mackenzie.

Magalhães exerceu diversos cargos, como secretário adjunto da Secretaria de Estado da Cultura em maio de 2005, diretor da Pinacoteca do Estado de São Paulo (1979/1982), secretário da Cultura do Município de São Paulo (1983), presidente da Embrafilme (1988), curador-chefe do MASP (1989/1994), presidente da Fundação Memorial da América Latina (1995/2003) e curador das 2ª e 3ª bienais de Artes Visuais do Mercosul, em Porto Alegre (1998/2001).

Além disso, ele integra os conselhos da Fundação Padre Anchieta, da Fundação Bienal de São Paulo, do Instituto Itaú Cultural, do Editorial da Unicamp, do Museu da Casa Brasileira e da revista Política Externa (Paz e Terra).


Felipe Chaimovich

Felipe Chaimovich - críticos de arte
Felipe Soeiro Chaimovich

Felipe Soeiro Chaimovich é critico de arte e curador. Em seu percurso acadêmico, Felipe possui doutorado e pós-doutorado em filosofia pela Universidade de São Paulo – FFLCH/USP.

Curador do Museu de Arte Moderna de São Paulo desde 2002, ele também atua como crítico de arte do jornal Folha de São Paulo desde 2000 e é professor titular pleno de história da arte contemporânea e crítica de arte na Fundação Armando Álvares Penteado, em São Paulo.

Além de ser Membro do Conselho consultivo de Artes Plásticas do MAM/SP, ele também é autor de livros como Iran do Espírito Santo (São Paulo: Cosac  e Naify, 2000), “Objects or Reflexion: Brazilian cultural situation”, em On Cultural Influence (Nova York: Apexart, 2006),“Greenberg after Oiticica”, em The State of Art Criticism (Nova York: Routledge, 2007) e “Mirrors of society: Versailles and the use of flat reflected images”, Visual Resources, vol. 24, #4 (Routledge, 2008). 


Frederico Morais

Frederico Morais
Frederico Morais

Frederico Morais é um dos críticos de arte brasileiros que teve grande importância na década de 70 para a arte de vanguarda no país.

O crítico já escreveu para uma coluna de artes plásticas do Diário de Notícias (1966-1973) e O Globo (1975 – 1987). Além disso, esteve diretamente envolvido com os principais eventos de vanguarda do país, da “Nova Objetividade” ao “Salão da Bússola”, e chegou a organizar ele mesmo algumas das mais importantes ações coletivas da arte brasileira, como “Arte no Aterro”, os “Domingos da Criação” e “Do Corpo à Terra”.

Frederico também colaborou com artigos e ensaios para jornais e revistas especializadas do Brasil, América Latina, Estados Unidos, Europa e Austrália. Entre 1962 e 2008 publicou 39 livros sobre arte brasileira e latino-americana no Brasil, Colômbia, México e Cuba, destacando-se, entre outros títulos: “Artes plásticas: a crise da hora atual” (1975), “Artes plásticas na América Latina: do transe ao transitório” (1979), “Chorei em Bruges” (1983), “O Brasil na visão dos artistas – A natureza e as artes plásticas” (2001) e “Marilia Kranz” (2008).

É co-autor de outros 29 livros e autor de 35 catálogos-livros. Realizou a curadoria de 67 exposições e eventos de arte no Brasil e no exterior.


João Spinelli

João Spinelli - críticos de arte
João J. Spinelli

João Spinelli é Mestre e Doutor (Universidade de São Paulo – ECAUSP); Livre docente “Universidade Estadual Paulista – I.A. UNESP”; Titular (Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras – Fundação Santo André). Historiador, Crítico de Arte, Artista Plástico, Pesquisador de Arte Moderna, Contemporânea, Arte Pública e Arte Nipo-Brasileira. Professor de História da Arte na FAAP -SP (1974 – 1987); Instituto de Artes da UNESP (1988-1998) e de Arte Pública no Curso de Pós-Graduação da ECA – USP (1998-2007). Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Artes do Instituto de Artes da UNESP (1996-1998).

Supervisor Artístico-Cultural do Palácio dos Campos Elíseos SP (1992-1995). Curador do Acervo de Artes Plásticas da Secretaria Municipal de Cultura – BMA. Editor da Revista Mário de Andrade da BMA (1992-2002).

Curador independente de 80 exposições de Arte Brasileira em museus, centros culturais e galerias de arte de Buenos Aires, Nova York, São Paulo, e outros países do Brasil: Pinacoteca do Estado, Museu de Arte Moderna de São Paulo, Museu de Arte Contemporânea da USP, Centro Cultural São Paulo, Memorial da América Latina, Biblioteca Mário de Andrade, Palácio dos Campos Elíseos, Centro Cultural Recoleta – Buenos Aires e entre outros Museum Art Gallery – San Capistrano/Estados Unidos.

Autor e ou organizador de 20 livros, como “Informelle Kunst in Südamerika”, Alemanha.( 2002); “Arte Pública – Apontamentos e Reflexões” (1999); “Arte Nipo-Brasileira” (2001); entre outros.

Além de participar da ABCA (Associação Brasileira de Crítica de Arte), APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) da AICA (Associação Internacional de Crítica de Arte) é membro de associações de pesquisas da Universidade de Dortmund, Alemanha e da International Research Centre for Japanese Studies, Kyoto, Japão. Em tempo a publicação londrina The Art Newspaper de junho de 2013 destacou a exposição Alex Vallauri São Paulo e Nova York – a cidade como suporte (MAM-SP).


José Henrique Fabre Rolim

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José Henrique Fabre Rolim

Jornalista, curador, pesquisador, artista plástico e crítico de arte, formado em Ciências Jurídicas e Sociais pela Unisantos (Universidade Católica de Santos), atuou por 15 anos no jornal A Tribuna de Santos na área das visuais, atualmente é presidente da APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes), colunista do DCI com matérias publicadas em diversos catálogos de arte e publicações como Módulo, Arte Vetrina (Turim-Itália), Arte em São Paulo, Cadernos de Crítica, Nuevas de España, Revista da APCA e Dasartes.


Marcio Doctors

curador M Doctors - críticos de arte
Marcio Doctors

Marcio Doctors é crítico de arte, mestre em estética pela Universidade Federal do Rio de Janeiro com a tese “O Mistério do Visível” e curador da Fundação Eva Klabin e do Espaço de Instalações Permanentes do Museu do Açude. Instaurou nesse Espaço a primeira obra pública de Hélio Oiticica, O Magic Saquare n. 5 De Luxe, reafirmando a importância do neoconcretismo no Brasil e realizando um importante acervo para a história da arte brasileira.

Foi secretário particular de Mário Pedrosa e crítico de arte do jornal O Globo entre 1979 e 1982, tendo artigos publicados nas principais revistas de arte do Brasil e revistas internacionais. 

Curador independente, Márcio organizou inúmeras exposições. Em 2002 foi eleito para o Conselho Internacional do DEMHIST, Comitê do ICOM que cuida das casas-museus. Entre 2004/05 realizou o “Projeto Respiração” na Fundação Eva Klabin com os artistas José Damasceno , Ernesto Neto e Chelpa Ferro.


Paulo Herkenhoff

Paulo Herkenhoff. Foto: Maria Leonor de Calasans
Paulo Herkenhoff. Foto: Maria Leonor de Calasans

Autor de produção intelectual e atuação em curadoria, crítica e história da arte, referência fundamental para críticos de arte brasileiros e internacionais, Paulo Herkenhoff possui trajetória profissional que articula o trabalho institucional e a pesquisa inovadora, tendo atuado diretamente em alguns dos mais importantes processos de transformação neste campo ao longo de sua carreira.

Catedrático da USP desde 2019, no Instituto de Estudos Avançados; foi o primeiro Diretor Cultural do Museu de Arte do Rio, o MAR, bem como Diretor-Geral do Museu de Belas Artes do Rio de Janeiro (2003-2006) e Curador-Chefe do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, o MAM-RJ (1985-1999) e Curador Adjunto no departamento de pintura e escultura do Museu de Arte Moderna de Nova York, o MoMA (1999-2002),

Realizou curadorias consideradas centrais para a compreensão histórica de produções em arte brasileira e latino americana. Sua produção bibliográfica contempla a produção de alguns dos mais importantes artistas contemporâneos, como “Cildo Meireles”, “Maria Leontina”, “Antônio Dias”, “Beatriz Milhazes”, “Emmanuel Nassar, entre o Silêncio e o Simples”, assim como oferece olhar renovador para a compreensão de produções históricas como em “O Brasil e Os Holandeses 1630-1654”, “A Arte Brasileira na Coleção Fadel”, “Biblioteca Nacional, a História de Uma Coleção”, “The Contemporary Art of Brazil: Theoretical Constructs” e “The Theme of Crisis in Contemporary Latin American Art”.


Sheila Leirner

sheila leirner - críticos de arte
Sheila Leirner

Sheila Leirner é crítica de arte, escritora, jornalista e curadora independente. Vive e trabalha em Paris desde 1991. Terminou seus estudos na França e, em 1975, tornou-se crítica de arte no jornal O Estado de S. Paulo

Autora, co-autora e organizadora de uma dezena de livros, publicou inúmeras apresentações, ensaios e traduções em jornais, revistas e suplementos nacionais e internacionais. Membro de júris e conferencista convidada na América Latina, África, Estados Unidos, Ásia e Europa, foi curadora-geral da 18° e 19° Bienal Internacional de São Paulo. Obteve os prêmios Melhor Crítico de Arte ABCA (1976), Personalidade Artística do Ano na América Latina (1987), Homenagem ABCA-AICA (2009), Prêmio Mário de Andrade, pela trajetória – ABCA-AICA (2014) e a condecoração Chevalier de l’Ordre des Arts et Lettres do governo francês.


Silas Martí

Silas Marti
Silas Martí

Silas Martí é repórter de artes plásticas, arquitetura e design do caderno “Ilustrada” desde 2007.

Jornalista pela Universidade de São Paulo e especialista em curadoria e crítica de arte pela PUC-SP, também é mestre em arquitetura e urbanismo pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, onde desenvolveu uma pesquisa sobre a influência da estética de ruínas urbanas sobre a arte contemporânea, a vida noturna e a cultura pop em cidades como São Paulo e Detroit.

Estudou história da arte na Università degli Studi di Genova, na Itália, e se especializou na cobertura do mercado da arte contemporânea no Sotheby’s Institute of Art, em Nova York. Em 2015, venceu a bolsa Knight-Wallace Fellows da Universidade de Michigan, pela qual pesquisou em Detroit o quadro de falência urbanística que arrasou a antiga capital do automóvel. Também recebeu o prêmio Antônio Bento da Associação Brasileira de Críticos de Arte por difusão das artes visuais na mídia.

É colaborador de publicações nacionais e estrangeiras, como The Art Newspaper, Frieze, Artforum, Art Agenda, ArtReview, Artsy, Arquitetura e Urbanismo,  Aperture, GQ, Vogue, Harper’s Bazaar, ffwMAG! e Arte! Brasileiros.


Tadeu Chiarelli

Tadeu Chiarelli críticos de arte
Tadeu Chiarelli

Domingos Tadeu Chiarelli é Professor Titular da USP junto ao Departamento de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes (ECA), onde atua desde 1983. É  professor orientador junto ao Programa de Pós-Graduação de Artes Visuais na linha de Pesquisa: História, Crítica e Teoria da Arte.

Entre 1996 e 2000, foi curador-chefe do MAM-Museu de Arte Moderna de São Paulo; de 2007 a 2010, foi Chefe do Departamento de Artes Plásticas da ECA; entre 2010 e 2014, foi Diretor do MAC-Museu de Arte Contemporânea da USP e também da Pinacoteca do Estado de São Paulo (2015 a 2017). 


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Nelson Manoel
Nelson Manoel
9 dias atrás

Não faltou o Fernando Cocchiarale?