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MASP anuncia novos curadores adjuntos de arte indígena

A seleção teve consultoria dos principais atuantes da cultura indígena no Brasil.

Por Equipe Editorial - novembro 24, 2022
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O MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand anunciou, em novembro de 2022, Edson Kayapó, Kássia Borges Karajá e Renata Tupinambá como os novos curadores adjuntos de arte indígena do museu. A seleção teve consultoria de um grupo formado por alguns dos principais atuantes da cultura indígena no Brasil.

Kássia Borges Karajá

curadores adjuntos de arte indígena
Kássia Karajá, nova curadora do MASP

Kássia Borges Karajá, do povo Karajá da região central do Brasil, é artista, pesquisadora, curadora e professora na Universidade Federal de Uberlândia. É doutora pela Universidade Federal do Amazonas.

Edson Kayapó

curadores adjuntos de arte indígena
Edson Kayapó, novo curador do MASP

Edson Kayapó, pertencente ao povo Mebengokré, localizado na Floresta Amazônica, é escritor, com doutorado em Educação, professor na Universidade Federal do Sul da Bahia – UFSB e no Instituto Federal da Bahia – IFBA e membro do Parlamento Indígena do Brasil. 

Renata Tupinambá

curadores adjuntos de arte indígena
Renata Tupinambá, nova curadora do MASP

Renata Tupinambá, da etnia Tupinambá da costa sudeste do Brasil, é jornalista, roteirista e curadora. Trabalhou em diversos projetos de divulgação de culturas e histórias indígenas com ênfase em áudio, rádio e cinema, e é fundadora da Originárias Produções.

Curadores adjuntos de arte indígena

Os três curadores serão responsáveis ​​por assessorar o museu quanto à presença e relacionamento com a arte e artistas indígenas no MASP, no âmbito da programação e do acervo. Mais especificamente, Kayapó, Karajá e Tupinambá também farão a curadoria de diversos núcleos da grande exposição coletiva Histórias indígenas, junto com outros curadores indígenas de diferentes partes do mundo. A mostra está programada para acontecer no segundo semestre de 2023 e dá continuidade à série de exposições dedicadas às diferentes histórias do MASP – como Histórias da sexualidade (2017), Histórias afro-atlânticas (2018) e Histórias feministas (2019), entre outros. Histórias indígenas será realizada no contexto de uma programação anual dedicada à arte e cultura indígena no MASP, através de exposições, publicações, oficinas, cursos e palestras.


Com informações da Assessoria de Imprensa do MASP.


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